Ema Grilo |
1 Out 2014
INTRODUÇÃO
BIOGÉNESE DOS PEROXISSOMAS FUNÇÕES DOS PEROXISSOMAS DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO DEFEITO ENZIMÁTICO APRESENTAÇÃO CLÍNICA
CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO A IDADE DE APRESENTAÇÃO DIAGNÓSTICO BIOQUÍMICO
DIAGNÓSTICO GENÉTICO TRATAMENTO
2
INTRODUÇÃO
Organelos vesiculares, envolvidos por membrana
Presentes no citoplasma de todas as células (excepto GV maduros)
Encontram-se em > quantidade no fígado e rim
Não contêm o seu próprio genoma, mas replicam-se por divisão
como as mitocôndrias
Sofrem fusão e fissão, utilizando muitas das proteínas usadas em processos semelhantes na mitocôndria
3 ETAPAS:
1- Síntese proteica nos ribossomas
Dirigidos através de PTS - Peroxissomal Targeting Signals receptores específicos
2- Sistema de importação de proteínas para a membrana e matriz do peroxissoma
3- Divisão dos peroxissomas pré-existentes
2 1
3
Complexo sistema multiproteico de importação
fundamental na biogénese e proliferação dos peroxissomas
- Reconhecimento de proteínas citoplasmáticas a transportar para o peroxisoma (membrana e matriz) - Codificadas pelos genes PEX (>15)
Qualquer mutação num dos genes PEX perda
de função das peroxinas anula a biogénese dos peroxissomas doenças do Espectro Zellweger
BIOGÉNESE DOS PEROXISSOMAS
PROTEÍNAS PEX-PEROXINAS
Catabólicas
3. Beta-oxidação:AGCML (Ác. Gordos Cadeia Mto Longa)
Ácido pristânico (derivado do fitânico) – (origem na dieta)
DHCA e THCA (Ác. di e trihidroxicolestanóico – intermed. Síntese ác. biliares)
4. Alfa-oxidação ácido fitânico (origem na dieta)
5. Catabolismo da lisina (via ác. pipecólico e ác glutárico) 6. Eliminação de moléculas tóxicas para a célula:
H2O2 via catalase
Glioxilato via alanina glioxilato transaminase
Anabólicas
1. Síntese de plasmalogénios (éter-fosfolípidos: memb. celulares / mielinização)
2. Síntese do colesterol e dos ác. biliares (a partir do mevalonato)
Muitos substratos são processados pelas reacções oxidativas nos peroxissomas
Muito importantes no metabolismo lipídico:
1. Síntese de éteres-fosfolipídeos - plasmalogénios
- constituintes de membranas celulares e mielina
Sau d u b ray , van d e n Ber gh e , W al te r ( Ed ito rs) . In b o rn M e tab o lic D ise ase s D iag n o si s an d Tr e atment Fi fth E d iti o n . Sp ri n ge r
FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
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FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
Muitos substratos são processados pelasreacções oxidativas nos peroxissomas
Muito importantes no metabolismo lipídico:
1. Síntese de éteres-fosfolipídeos - plasmalogénios
- constituintes de membranas celulares e mielina
2. Formação de ácidos biliares a partir do colesterol
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FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
Muitos substratos são processados pelasreacções oxidativas nos peroxissomas
Muito importantes no metabolismo lipídico:
1. Síntese de éteres-fosfolipídeos - plasmalogénios
- constituintes de membranas celulares (…mielina)
2. Formação de ácidos biliares a partir do colesterol
- via do mevalonato
4 etapas mitocôndria / peroxissoma mas:
Especificidade de substrato
Mitocôndria: AG cadeia curta, média e longa Peroxissoma: AGCML (C>20), AG ramificados
Conversão dos AG complexos em formas que podem ser posterior/ metabolizados pela mitocôndria
Mitocondria: a oxidação dos AG resulta na
formação de NADH
Peroxissoma: a oxidação dos AG resulta na
formação de NADH e de H2O2 (reduzido pelas catalases)
FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
B-OXIDAÇÃO DOS ÁC. GORDOS
Acil-CoA-oxidase
Hidratase
3-hidroxiacil-CoA desidrogenase
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FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
Processamento de muitos substratos através reacções oxidativas nos peroxissomasMuito importantes no metabolismo lipídico:
1. Síntese de éteres-fosfolipídeos - plasmalogénios
- constituintes de membranas celulares e da mielina
2. Formação de ácidos biliares a partir do colesterol
- via do mevalonato
3. Beta-oxidação dos AGCML 4. Alfa-oxidação do ác. fitânico
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FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
Muitos substratos são processados pelasreacções oxidativas nos peroxissomas
Muito importantes no metabolismo lipídico:
1. Síntese de éteres-fosfolipídeos - plasmalogénios
- constituintes de membranas celulares (…mielina)
2. Formação de ácidos biliares a partir do colesterol
- via do mevalonato
3. Beta-oxidação dos AGCML 4. Alfa-oxidação do ác. fitânico
5. Catabolismo da lisina - via ácido pipecólico e
6. Degradação de compostos tóxicos
Os produtos a degradar são marcados pela PEX5 e transportados para o peroxissoma, onde sofrem a acção de oxidases e catalases
Gould & Collins (2002) peroxissomal-protein import: is it really that complex? Nature Reviews Molecular Cell Biology 3, 382-389
FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
DESINTOXICAÇÃO CELULAR
O peroxissoma contém enzimas direta/ relacionadas com o metabolismo do H2O2 O H2O2 é tóxico para organismo por ser uma fonte de radicais livres
A catalase converte o peróxido de hidrogénio em H2O e O2
Makino et al (2004 ) A metabolic model describing the H2O2 elimination by mammalian cells including H2O2 permeation through cytoplasmic and peroxissomal membranes: comparison with experimental data. Biochimica et Biophysica Acta 1673 (3) 149–159.
FUNÇÕES DO PEROXISSOMA
1. D
EFEITOS DA BIOGÉNESE Síndrome de Zellweger
Adrenoleucodistrofia neonatal Dª de Refsum Infantil
Condrodisplasia Rizomélica Puntacta tipo 1
2. D
ÉFICE ENZIMÁTICO ISOLADO Défice de racemase - pristânico e ác. biliares +++ Dª de Refsum clássica – fitânico +++
Hiperoxalúria tipo I – glioxilato +++ Acidúria mevalónica – colesterol --- CDRP tipo 2 e 3 – plasmalogénios --- Acatalasémia – catalase ---
Adrenoleucodistrofia lig.X Défice de acil-CoA oxidase Défice da proteína bifuncional
AGCML +++
Espectro Zellweger
Genes PEX (≥15) - peroxinas
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Defeitos da biogénese e/ou função do peroxissoma resultam em: Acúmulação de AGCML - citotóxicos para
as células neuronais
Defeitos da biogénese e/ou função do peroxissoma resultam em: Acúmulação de AGCML - citotóxicos para as células neuronais
Acumulação de intermediários dos ácidos biliares - hepatotóxicos
Defeitos da biogénese e/ou função do peroxissoma resultam em: Acúmulação de AGCML - citotóxicos para as células neuronais
Acumulação de intermediários dos ácidos biliares - hepatotóxicos
Diminuição da síntese do ácido docosahexanóico (DHA) e de
plasmalógenios danifica as membranas celulares
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
APRESENTAÇÃO CLÍNICA
Dismorfismos
craniofaciais
Alterações
esqueléticas
Alterações Hepáticas e GI
Hepatomegália Icterícia Colestase MPPAlterações neurológicas
Hipotonia Convulsões Encefalopatia Neuropatia periférica Lesão neurossensorial16 doenças - grande variabilidade fenotípica
(Saudubray- 2010)Neonatal
1 - 6 Meses
6M - 4 Anos
> 4 Anos
Saudubray, van den Berghe, Walter (Editors). Inborn Metabolic Diseases Diagnosis and Treatment Fifth Edition. Springer
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Hipotonia grave desde o nascimento Dificuldades alimentares
Hiporreactividade / Convulsões
Dismorfismos cranio-faciais
Alt. esqueléticas (calcif. epifisárias)
Hepatomegalia/ icterícia /colestase
Cataratas/ retinopatia/ glaucoma
Surdez neurossensorial
Neonatal
Doenças
S. Zellweger Espectro Zellweger - Adrenoleucodistrofia NN Condrodisplasia Rizomélica PuntactaDef. proteina bifuncional
Doença da proteína dinamina-like 1 Def. de acil-CoA oxidase
1973 - S. cérebro-hepato-renal
Hipotonia grave Dismorfismos faciais
Doença hepática
Doença renal
Histologia: ausência de peroxissomas hepáticos
Hipotonia grave e FM desde o nascimento
Dismorfismos típicos
Fontanela ↑↑, fronte proeminente, epicantus, implantação baixa pavilhões auriculares …
Calcificações epifisárias
Doença hepática
Hepatomegália, “peroxissomas fantasmas” Alt. oculares e surdez neurosensorial
Quistos renais
Morte - 1º ano de vida
www.neuropathologyweb.org/chapter10/chapter10...
Paquigiria
Depósitos lípidos
RMN cerebral: alt.migração neuronal, atraso na mielinização
SÍNDROMA DE ZELLWEGER
A síndrome de Zellweger clássica é a variante mais grave dos distúrbios da
biogénese dos peroxissomas
O termo “espectro Zellweger” reflecte o continuum de doença grave ligeira
Síndroma Zellweger (ZS)
Adrenoleucodistrofia neonatal (NALD)
Dª de Refsum infantil (IRD)
Sobreposição de fenótipos clínicos, c/ diferentes graus de gravidade
A distinção nem sempre é clara (NALD vs IRD)
Mais grave
Menos grave
ESPECTRO ZELLWEGER
ESPECTRO ZELLWEGER
S. ZELLWEGER CLÁSSICO Dismorfismos craniofaciais Encurta/ rizomélico dos M Calcificações epifisárias Hipotonia grave
Convulsões
Doença hepática
Doença ocular e surdez NS Quistos renais MPP ADRENOLEUCODISTROFIA NN Dismorfismos (+++hipoplasia 1/3 médio da face)
Sintomas no latente: tremor, reflexos, convulsões
Def.. visual e auditivo progressivos
ADPM
Insuf SR pouco significativa (ACTH )
Ø quistos renais /calcificações
D. REFSUM INFANTIL Dismorfismos minor
Idade de inicio dos sintomas variável Sintomas neurológicos e
GI: Ataxia, deterioração cognitiva lenta mod-grave;
vómitos/diarreia/ malab/ hepatomegalia e cirrose Ø alt migração neuronal nem leucodistrofia
(Imagens cedidas pela ProfªDoutora Esmeralda Martins- H.Mª Pia Porto)
Dismorfismo facial típico (hipoplasia do 1/3 médio da face, com nariz em sela)
Encurtamento rizomélico dos membros ++++
Múltiplas contraturas articulares
Grave atraso de crescimento e psicomotor
Cataratas
RMN cerebral: atraso na mielinização, atrofia cerebelosa, dilatação ventricular
O fenótipo RCDP clássico é geneticamente heterogéneo (PEX7 no RCDP tipo 1& GNPAT e AGPS no RCDP tipo 2 e tipo 3; DD c/ formas AD e ligadas ao X)
“Fendas” dos corpos vertebrais
Calcificações puntiformes das epífises (podem desaparecer aos 2A)
Possível ictiose
Variabilidade fenotípica
Fotos de: Rudolph's Pediatrics-2003 online
Envolvimento grave do SNC - hipotonia,
convulsões, e neuropatia periférica e ADPM
Deficiência de vitamina D
Morte: 6 meses - 2 anos
Defeito enzimático isolado da β-oxidação AG peroxissomal mais diagnosticado
Manifestações clínicas semelhantes ao Zellweger ou Adrenoleucodistrofia NN
Envolvimento grave do SNC - hipotonia,
convulsões, e neuropatia periférica e ADPM
Deficiência de vitamina D
Morte: 6 meses - 2 anos
Defeito enzimático isolado da β-oxidação AG peroxissomal mais diagnosticado
Manifestações clínicas semelhantes ao Zellweger ou Adrenoleucodistrofia NN
MPP Hepatomegalia Icterícia colestática Problemas gastrointestinais Alt. visuais HipoCLT, hipoLP,
Déf. vit. lipossolúveis (ADEK)
Doenças
Espetro Zellweger CDRP - formas ligeiras Def. proteina bifuncional1-6 meses
Má evol. estaturo ponderal Alt. neurológicas
ADPM
Alt. visuais e auditivas Osteoporose
Doenças
Formas ligeiras do Espetro Zellweger - Doença de Refsum Infantil
CDRP – formas ligeiras
Adrenoleucodistrofia de instalação tardia
6M-4A
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Alt. comportamento
Deterioração cognitiva e motora
Desmielinização subst. branca Paraparésia espástica
Alt. visuais e auditivas
Neuropatia periférica, alt. marcha
Doenças
Adrenoleucodistrofia lig. ao X Dª de Refsum Clássica
Def. racemase
> 4A
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Doença dos peroxissomas mais comum
Forma cerebral infantil (até 40% das X-ALD) – fenótipo + grave
Início 5 - 12 anos
Alterações comportamento / Dific. Escolares
Perda de visão, audição
Ataxia cerebelosa
Convulsões
Estado vegetativo com tetraplegia espástica
Hipoglicémia, perda de sódio
Hiperpigmentação da pele (ACTH >>)
RMNce: Lesões desmielinizantes,
occipitais, simétricas
www.neuropathologyweb.org/chapter10/chapter10...
Gliose e inflamação
Depósitos lípidos Desmielinização
Variabilidade fenotípica … escassa correlação c/ genótipo ou alt. BQ
ADRENOLEUCODISTROFIA LIGADA AO X
Fenótipo Descrição Início Frequência em familiares
Cerebral infantil Declínio neurodegenerativo progressivo,
com dª da substância branca, convulsões sem tratamento … estado vegetativo
3–10 anos 31–35%
Cerebral adolescente ~ infância, progressão mais lenta 11–21 anos 4–7% Adrenomieloneuropatia
(AMN)
Neuropatia progressiva, paraparésia;
~ 40% progridem para envolvimento cerebral
21–37 years 40–46%
Cerebral adulto Demência, alt comportamento, progressivo, mas sem fenótipo AMN
Idade adulta 2–5%
Olivo-ponto-cerebelar Envolvimento cerebral & tronco cerebral adolescência- idade adulta
1–2%
“Dª de Addison” Insuficiência adrenal < 7.5 anos até 50% na criança, varia com a idade Assintomático Possível: insuf SR ou fenótipo AMN subclínicos + comum em
rapazes mais novos
% de assintomáticos diminui com a idade
Fenótipos no sexo masculino
Moser, Hugo W.; Smith, Kirby D.; Watkins, Paul A.; Powers, James; Moser, Ann (2004). "X-Linked Adrenoleukodystrophy". In Scriver, C.W.; Beaudet, A.L.; Sly, W.S. et al. Metabolic and Molecular Bases
of Inherited Disease (8th ed.). New York: McGraw Hill.
Fenótipos no sexo feminino
Moser, Hugo W.; Smith, Kirby D.; Watkins, Paul A.; Powers, James; Moser, Ann (2004). "X-Linked Adrenoleukodystrophy". In Scriver, C.W.; Beaudet, A.L.; Sly, W.S. et al. Metabolic and Molecular Bases
of Inherited Disease (8th ed.). New York: McGraw Hill.
Fenótipo Descrição Início Frequência em familiares
Assintomático Sem doença cerebral nem adrenal Maioria das mulheres < 30 anos
Diminui com a idade
Mielopatia ligeira ROTs +++, alt. sensoriais mb inf Idade adulta ~50% das mulheres > 40 anos Adrenomieloneuropatia
moderada a severa
~ ao fenótipo AMN nos homens, mais ligeiro e início mais tardio
Idade adulta ~15% das mulheres > 40 anos Envolvimento cerebral Demência progressiva Idade adulta ~2%
Envolvimento adrenal Insuficiência adrenal primária Qualquer idade ~1%
Início idade escolar/ adolescência - 50A Retinopatia
Neuropatia periférica (↓FM, ROT) Ataxia cerebelosa
Perda auditiva, anósmia
Alt. cardíacas e esqueléticas e cutaneas
LCR: proteínas, cél N
Ø ADPM / défice intelectual / disf. hepática
Dismorfismos minor
Def. racemase (clinica ~ Refsum)
AGCML Plasmalogénios Ácido Fitânico Ácido Pristânico DHCA e THCA Espectro Zellweger > < N - > N - > > CDRP I N < N - > N N X-ALD > N N N N
Def. acil-CoA oxidase > N N N N
Def. prot. bifuncional > N N - > N - > >
Dª de Refsum clássica N N > N N
Def. racemase N N N - > > >
CDRP II e III N < N N N
AGCML: Plasma, fibroblastos A. Fitânico, A.Pristânico: Plasma DHCA e THCA: Plasma, urina Plasmalogénios: GV
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Espectro Zellweger - elevado grau de heterogeneidade genética
Mut. PEX1 - 70% dos casos
Mut. PEX6, PEX10, PEX12 ou PEX26 - 20%
Mut. PEX13, PEX14, PEX16, PEX19, PEX2, PEX3, PEX5 PEX11B - menos comuns
Fenótipo correlaciona-se com o efeito da mutação na proteína
… mas sem correlação PEX – fenótipo
Condrodisplasia rizomélica punctata Mut. PEX7 - tipo I
Mut. GNPAT - tipo II Mut. AGPS – tipo III
Adrenoleucodistrofia ligada ao X
Mut. ABCD1 (transportador de membrana dos AGCML para os peroxissomas)
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Todas AR exceto X-ALD
Teste do portador e DPN é possível se ambos alelos causadores de dª conhecidos
O DPN através de testes bioquímicos é possível se fibroblastos do caso índex manifestarem défice Defeitos bioquímicos devem ser confirmados em culturas de fibroblastos do doente, uma vez que os defeitos bioquímicos presentes nos fluidos corporais / fígado podem não ser detectáveis em células cultivadas ("mosaicismo peroxissomal")
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
Adrenoleucodistrofia ligada ao X
Tratamento da insuf. Adrenal
Transplante de medula óssea nos pré-sintomáticos (< alt. neurol; ≥ alt. RMN)
Óleo de Lorenzo (ác oleico e erúcico) + dieta ↓ AGCML, clinica/ ineficaz
Lovastatina?
Doença de Refsum
Dieta de restrição de ácido fitânico
Doenças do espectro Zellweger
Ácido docosahexaenóico (DHA) ??
DOENÇAS DOS PEROXISSOMAS
DOENÇAS DO PEROXISSOMA
Sau d u b ray , van d e n Ber gh e , Wal te r ( Ed ito rs) . In b o rn M e tab o lic D ise ase s D iag n o si s an d Tr e atment Fi fth E d iti o n . Sp ri n ge rSau d u b ray , van d e n Ber gh e , Wal te r ( Ed ito rs) . In b o rn M e tab o lic D ise ase s D iag n o si s an d Tr e atment Fi fth E d iti o n . Sp ri n ge r