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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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Relatório Final

NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas

Mestrado Integrado em Medicina

Diogo Filipe da Costa Carvalho | Nº 2012147

A

no Letivo 2017/2018

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ÍNDICE

I - Introdução ... 3

II - Síntese das atividades desenvolvidas ... 4

A. Estágio de Medicina Geral e Familiar ... 4

B. Estágio de Pediatria ... 4

C. Estágio de Ginecologia e Obstetrícia ... 5

D. Estágio de Saúde Mental ... 6

E. Estágio de Medicina Interna ... 6

F. Estágio de Cirurgia Geral ... 7

G. Estágio Opcional ... 8

III - Reflexão Crítica ... 9

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I- INTRODUÇÃO

O médico tem pela sua frente um percurso exigente de formação contínua, dado o vasto conhecimento que tem de adquirir, estando esse em constante evolução, e dada a necessidade de adquirir competências técnicas e interpessoais fulcrais para a prática da nobre profissão que é a Medicina. Esse aspeto juntamente ao facto de a sociedade exigir, cada vez mais, confirmação da competência profissional dos médicos ao seu serviço, levou a uma mudança do ensino da Medicina. A nível pré-graduado, há uma preocupação crescente em tentar garantir competências nucleares aos futuros médicos, no que se refere a conhecimento científico, atitudes e comportamentos profissionais, aptidões clínicas e na realização de procedimentos práticos, assim como o desenvolvimento de aptidões interpessoais de comunicação. O Estágio Profissionalizante do 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina (MIM) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) tem como objetivo garantir a aquisição dessas mesmas capacidades por parte dos alunos, futuros médicos, através da realização de seis estágios parcelares em áreas clínicas diferentes (Ver Anexo I). O presente relatório tem como objetivo descrever sucintamente as atividades desenvolvidas em cada um dos estágios, o qual terminarei com uma reflexão crítica sobre a globalidade do ano letivo e do trabalho realizado ao longo do mesmo. Por último, incluo uma secção de anexos, onde se encontra o cronograma do ano letivo, os trabalhos realizados no âmbito do estágio profissionalizante (Ver Anexo II), assim como é feita referência a alguns elementos valorativos, considerados relevantes para a descrição do trabalho por mim desenvolvido durante o 6º ano (Ver Anexo III).

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II - SÍNTESE DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

A. Estágio de Medicina Geral e Familiar (11/09/2017 a 06/10/2017)

Realizei o estágio parcelar de Medicina Geral e Familiar (MGF) na USF da Baixa, sob tutela do Dr. Ricardo Fráguas. Os objetivos pessoais para este estágio incluíam integrar ativamente a equipa médica local, colaborando na prestação dos cuidados de saúde primários à população residente, de forma a melhorar as minhas aptidões de diagnóstico, tratamento e de relações interpessoais com o doente, seus familiares e com os profissionais de saúde. Pude assistir a consultas de saúde do adulto, planeamento familiar, saúde materna, saúde infantil e ainda de realizar uma visita domiciliária, e para além da realização sistemática de exame objetivo no contexto da consulta, tive também a oportunidade de drenar um abcesso e de suturar. Este estágio permitiu-me contactar com a diversidade étnica e cultural da população abrangida por esta USF, assim como com as dificuldades inerentes a essa diversidade, nomeadamente no que toca à comunicação com doentes com um pobre domínio da língua portuguesa e inglesa, o que dificulta o estabelecimento de planos de saúde eficazes e da relação médico-doente. No entanto, e citando Albert Einstein, “no meio da dificuldade encontra-se a oportunidade”, e este estágio acabou por se tornar numa excelente oportunidade de melhoria das minhas aptidões de comunicação, assim como de contactar com o mais variadíssimo leque de situações clínicas e de realizar algumas consultas ora individualmente, ora com o apoio do tutor.

B. Estágio de Pediatria (09/10/2017 a 03/11/2017)

Realizei o estágio parcelar de Pediatria no Hospital Dona Estefânia, sob tutela da Dr.ª Flora Candeias. Os objetivos consistiram em conhecer as principais patologias da criança e adolescente em Portugal; efetuar anamnese e exame físico; estabelecer comunicação com a criança e a família; interpretar exames complementares de diagnóstico e saber princípios de atuação geral nas patologias mais frequentes. Contactei com diversas áreas da Pediatria,

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5 nomeadamente: Infecciologia Pediátrica, onde diariamente observei doentes (num total de vinte e seis) tomando contacto com um variadíssimo espectro de patologias, efetuando ainda colheita de informação clínica junto dos familiares e realizando relatórios clínicos; o serviço de urgência (SU), onde contactei com as patologias pediátricas agudas mais frequentes, observando um total de 20 doentes; assim como passagens mais curtas pela consulta de imunodeficiências, consulta de avaliação imune pré-tratamento imunossupressor, consulta de Imunoalergologia e serviço de Cardiologia Pediátrica do Hospital de Santa Marta. Realizei ainda uma história clínica sobre gastrenterite aguda e apresentei um trabalho sobre Histiocitose de Células de Langerhans.

C. Estágio de Ginecologia e Obstetrícia (06/11/2017 a 30/11/2017)

Realizei o estágio parcelar de Ginecologia e Obstetrícia (GO) no Hospital Beatriz Ângelo (HBA), sob tutela do Dr. Pedro Condeço. O objetivo principal prendia-se com a capacidade de avaliação, realização de anamnese e do exame objetivo ginecológico e obstétrico de forma autónoma. Foi dividido em duas semanas de Ginecologia e duas de Obstetrícia, com doze horas de SU semanais. Estive presente na consulta de uroginecologia, ginecologia geral e obstetrícia, bloco operatório (BO), assistência na sala de partos, enfermaria de medicina materno-fetal e puérperas, SU e técnicas de exame complementar de diagnóstico, como histeroscopia e ecografia obstétrica e ginecológica, tendo na última acompanhado o meu tutor. Este estágio caracterizou-se por uma grande componente prática, onde realizei exame objetivo ginecológico num contexto diversificado de situações clínicas, e em contexto de consulta realizei também várias colpocitologias e observei a colocação de um dispositivo Mirena®. No BO participei em duas histerectomias totais por miomas uterinos volumosos, ambas por via abdominal, e numa anexectomia esquerda por via laparoscópica, por doença inflamatória pélvica com abcesso da trompa esquerda, devido a provável infeção provocada por dispositivo intra-uterino, e observei ainda duas outras cirurgias. No final do estágio

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6 apresentei um trabalho sobre “Genotipagem do HPV no rastreio do cancro do colo do útero em população vacinada”.

D. Estágio de Saúde Mental (04/12/2017 a 12/01/2018)

Realizei o estágio parcelar de Saúde Mental no Hospital de Dia do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (HFF), sob tutela do Dr. João Carlos Melo. Os objetivos consistiram na aquisição e utilização de competências técnicas relativamente à realização de entrevista clínica e exame do estado mental, familiarização com a abordagem diagnóstica e terapêutica do doente psiquiátrico, e observação do processo de reabilitação e reintegração na sociedade de doentes com patologia psiquiátrica. Durante este período, participei nas atividades dinamizadas por uma equipa multidisciplinar composta por psiquiatras, psicóloga, enfermeiras e terapeutas ocupacionais. Por um lado, assisti a sessões de psicoterapia de grupo, reuniões de admissão e entrevistas clínicas, e frequentei o SU, o que contribuiu para a parte mais clínica do estágio. Por outro lado, poder seguir de perto a realização por parte dos doentes das suas atividades diárias no Hospital de Dia permitiu que tivesse um contacto mais próximo com os mesmos, assim como pude acompanhar a sua evolução e aquisição gradual de competências, autonomia e mecanismos de defesa para a vida fora do Hospital de Dia, o que contribuiu para a parte mais humana deste estágio.

E. Estágio de Medicina Interna (22/01/2018 a 16/03/2018)

Realizei o estágio parcelar de Medicina Interna (MI) no Hospital Egas Moniz, sob tutela da Dr.ª Teresa Romão. O objetivo principal deste estágio consistiu na aquisição gradual de autonomia para avaliar, diagnosticar e prescrever as medidas terapêuticas para as situações clínicas, frequentes e raras, de maior gravidade existentes em Portugal. Consistiu em oito semanas durante as quais, integrado na equipa da minha tutora, fiquei responsável diariamente pela observação, registo de diário clínico, interpretação de exames laboratoriais e imagiológicos, e revisão terapêutica de um a dois doentes internados no serviço de

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7 Medicina IA, de forma a promover a minha autonomia, mas sempre apoiado quer pela minha tutora, quer pelos restantes elementos da equipa. Desta forma, não só me integrei na rotina de funcionamento do serviço, onde participava como um membro ativo, como simultaneamente tive a oportunidade de contactar com variados casos clínicos (dezassete no total), assim como de praticar a realização de anamnese, exame físico, e de estabelecimento de uma relação médico-doente com os doentes que observei, pondo em prática os conhecimentos adquiridos em estágios prévios. Tive também a experiência de contactar e informar familiares dos doentes internados durante o período de visita, o que contribuiu para a minha capacidade de comunicação e transmissão de informação importante sobre os doentes a meu cargo. Observei a colocação de dois cateteres venosos centrais com apoio ecográfico e um sem, e realizei diariamente alguns procedimentos técnicos, como a colheita de gasimetrias e punções venosas. Realizei ainda SU uma vez por semana, tendo observado um total de vinte e nove doentes, e tive a oportunidade de observar dois doentes na consulta externa, um deles tratando-se de um Síndrome de Turner. No final do estágio apresentei um trabalho sobre Hepatites Tóxicas.

F. Estágio de Cirurgia Geral (19/03/2018 a 18/05/2018)

Realizei o estágio parcelar de Cirurgia Geral (CG) no HBA, sob tutela do Dr. João Grenho. Os objetivos principais do estágio consistiram em conhecer as principais síndromes cirúrgicas, a sua etiopatogenia e semiologia, bem como os fundamentos do seu diagnóstico e tratamento; saber planear e executar um exame clínico metódico e completo; saber executar as técnicas de pequena cirurgia mais comuns e conhecer as técnicas de anestesia e de assépsia necessárias para o efeito. Este estágio dividiu-se da seguinte forma: uma semana de aulas teóricas/teórico-práticas, uma semana no SU, duas semanas numa área opcional à escolha (no meu caso, Gastrenterologia (GE)), e quatro semanas de CG. Durante estas últimas, acompanhei o meu tutor na sua atividade pelo BO, consulta externa e

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8 enfermaria. No BO, assisti a um total de vinte e duas cirurgias, tendo participado em duas delas: uma como primeiro ajudante, e outra como segundo ajudante. Apesar de não ter tido a oportunidade de participar num maior número de cirurgias, tive a oportunidade de assistir a uma grande variedade de procedimentos, desde menos complexos como a excisão de lipomas ou quistos sebáceos, até mais complexos, como resseção anterior do reto por via laparoscópica com excisão total do mesorreto por via transanal, passando por colocações de Implantofix®, hernioplastias e colecistectomias por via laparoscópica. Durante as duas semanas de GE tive a oportunidade de assistir a diversas técnicas e exames (num total de vinte e um), nomeadamente colonoscopias, endoscopias digestivas altas, colangiopancreatografias retrógradas endoscópicas (CPRE) e ecoendoscopias, assim como de assistir a consultas externas de Gastrenterologia Geral, onde observei um total de dezassete doentes, e as situações clínicas eram muito variáveis, passando por síndrome do intestino irritável, doença do refluxo gastroesofágico e follow-up pós-CPRE, apenas para nomear algumas. Estas duas semanas foram essencialmente observacionais, contudo concederam-me uma visão mais aprofundada da especialidade, complementando assim o estágio de GE do 5º ano. Na última semana do estágio de CG, apresentei um trabalho no mini-congresso cujo tema foi “Feocromocitoma: guilty or not guilty”.

G. Estágio Opcional (21/05/2018 a 01/06/2018)

No contexto da unidade curricular opcional, realizei um estágio clínico de MGF durante duas semanas na USF da Baixa, sob a tutela do Dr. Ricardo Fráguas, à semelhança do estágio profissionalizante em MGF, e embora tenha realizado o mesmo tipo de atividades que no estágio prévio, a escolha deveu-se ao meu especial apreço pela especialidade, pelo contacto próximo com os doentes e suas famílias que proporciona, pela diversidade de situações clínicas que se observam, e pelo desafio inerente à gestão não só dos problemas de saúde, mas do indivíduo como um todo, tendo em conta o seu contexto psicológico e

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9 social. Por outro lado, dado este ser o último estágio do ano, permitiu-me ter uma noção do grau de evolução que o 6º ano me proporcionou, comparativamente ao estágio prévio de MGF, que tinha sido o primeiro deste ano letivo.

III – REFLEXÃO CRÍTICA

Julgo que, de uma forma global, o estágio profissionalizante do 6º ano me permitiu desenvolver as capacidades nucleares que um futuro médico necessita: o conhecimento

científico, para o qual é necessário estudo constante e a procura de informação, seja na

literatura, seja pela frequência de cursos e conferências, e as apresentações de trabalhos de pesquisa exigidos nos estágios parcelares contribuíram como um estímulo para a procura desse conhecimento; atitudes e comportamentos profissionais, aprendendo a respeitar a diversidade de características humanas e valores culturais dos doentes, e a respeitar e cooperar quer com os discentes, quer com os colegas de estágio, aspeto que acaba por ser fundamental dado a Medicina tratar-se fundamentalmente de um trabalho em equipa, e não exclusivamente de um esforço individual; aptidões clínicas e realização de

procedimentos práticos, os quais foi possível melhorar através do contacto constante com

doentes, dos conselhos dados pelos tutores, e da prática constante graças ao baixo rácio tutor/aluno; e as aptidões de comunicação interpessoal, estimuladas através da exposição de trabalhos de revisão/casos clínicos, da discussão diária de doentes na equipa ou no serviço de MI, por exemplo, assim como do contacto diário com profissionais de saúde e com doentes.

Considero assim que, de uma forma global, atingi todos os objetivos propostos, muito graças ao já referido baixo rácio aluno/tutor, que chegou a ser de 1:1 nos estágios de MGF, GO e MI. Isto permitiu-me, por exemplo, realizar mais consultas em MGF, o que contribuiu para uma melhoria da minha capacidade de comunicação e de avaliação clínica, assim como me deu a oportunidade de realizar mais técnicas em GO e MI, nomeadamente

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10 colpocitologias, punções venosas e arteriais, e permitiu ainda que ficasse responsável por um maior número de doentes por dia no serviço de MI, aspeto que considerei positivo e fulcral no sentido de aquisição gradual de autonomia. Em Pediatria, a passagem por várias áreas da especialidade permitiu-me obter uma visão mais abrangente da mesma, tendo contactado com as patologias mais frequentemente observadas, assim como a autonomia que me foi fornecida garantiu a possibilidade de realizar um elevado número de anamneses, exames físicos, e um grande contacto com os familiares dos doentes pediátricos. Um aspeto que considero menos positivo foi o facto de, no estágio de CG, o rácio de três alunos por tutor acabou por levar a que tivesse de assistir a algumas cirurgias fora da sala para cumprimento das regras de assépsia, o que levou a que, no caso de não se tratar de uma cirurgia por via laparoscópica onde podia acompanhá-la pelo ecrã, o acompanhamento do procedimento tornava-se muito complicado. Outro aspeto que considero menos positivo, nomeadamente do estágio de Saúde Mental, é que embora a passagem pelo Hospital de Dia do HFF tenha constituído uma etapa fundamental na minha formação, acabei por não ter contacto com a Psiquiatria de Ligação ou a Pedopsiquiatria, áreas da Psiquiatria que considero importantes e que também não fizeram parte do meu estágio do 5º ano, e julgo que seria possível conceder aos alunos a oportunidade de, durante pelo menos uma das quatro semanas de Saúde Mental, terem a oportunidade de passar por uma dessas áreas, um pouco como acontece no estágio de CG no HBA. No entanto, compreendo que o objetivo atual seja o de permitir aos alunos uma maior integração na atividade dos serviços onde são recebidos, pelo que compreendo que seja difícil obter esse equilíbrio.

Termino assim deixando um agradecimento especial a todos os docentes, profissionais de saúde e colegas que fizeram parte do meu percurso durante estes seis anos, assim como à minha família. Todos contribuíram para a minha formação como médico, pois com todos aprendi algo, tal como continuarei a aprender no futuro.

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IV - ANEXOS

Anexo I – Cronograma do ano letivo 2017/2018

Anexo II – Trabalhos realizados no âmbito do estágio profissionalizante Anexo III – Cursos e conferências frequentados durante o 6º ano do MIM

A) Certificado das I Jornadas de Medicina Geral e Familiar B) Certificado da 7ª Reunião de Imunoalergologia de Lisboa C) Certificado do iMed Conference® 9.0 Lisbon 2017

D) Certificado das VI Jornadas de Urologia do Hospital CUF Torres Vedras

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Anexo I – Cronograma do ano letivo 2017/2018

Estágio parcelar Regente Período de Estágio

Local Tutor

Medicina Geral e Familiar

Prof.ª Doutora Maria Isabel Santos 11/09/2017 - 06/10/2017 USF da Baixa Dr. Ricardo Fráguas Pediatria

Prof. Doutor Luís Varandas 09/10/2017 - 03/11/2017 H. Dª Estefânia Dr.ª Flora Candeias Ginecologia e Obstetrícia Prof.ª Doutora Teresa Ventura 06/11/2017 -30/11/2017 Hospital Beatriz Ângelo Dr. Pedro Condeço Saúde Mental

Prof. Doutor Miguel Talina 04/12/2017 - 12/01/2018 Hospital Fernando Fonseca Dr. João Carlos Melo Medicina Interna Prof. Doutor Fernando Nolasco 22/01/2018 - 16/03/2018 Hospital Egas Moniz Dr.ª Teresa Romão Cirurgia Geral

Prof. Doutor Rui Maio 19/03/2018 - 18/05/2018 Hospital Beatriz Ângelo Dr. João Grenho Opcional (Medicina Geral e Familiar)

Prof. Doutor José Alves

21/05/2018 -

01/06/2018 USF da Baixa

Dr. Ricardo Fráguas

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Anexo II – Trabalhos realizados no âmbito do estágio profissionalizante Estágio Parcelar Tema e autores

Pediatria

“Histiocitose de células de Langerhans: a propósito de um caso clínico”

Catarina Oliveira, Diogo Carvalho, Inês Miranda, Joana Lopes

Ginecologia e Obstetrícia

“Genotipagem do HPV no rastreio do cancro do colo do útero em população vacinada”

Diogo Carvalho, Madjer Hatia, Mafalda Borda D’Água

Medicina Interna “Hepatites tóxicas”

Diogo Carvalho, Madjer Hatia

Cirurgia Geral “Feocromocitoma: guilty or not guilty?”

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Anexo III – Cursos e conferências frequentados durante o 6º ano do MIM

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15 B) Certificado da 7ª Reunião de Imunoalergologia de Lisboa

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16 C) Certificado do iMed Conference® 9.0 Lisbon 2017

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17 D) Certificado das VI Jornadas de Urologia do Hospital CUF Torres Vedras

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18 E) Certificado do Saúde Mental nos Cuidados de Saúde Primários – Dúvidas Frequentes

Referências

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