Sistemas de Equa¸c˜
oes Lineares
´ Algebra Linear MCTB001-17 UFABC Outubro, 2019 ´Espa¸co R
n
- Parte II
Sexta Aula
´
Problema
V = Rn
(Rn, +, ·) ´e um espa¸co vetorial real
Seja W ⊂ Rn tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que ele seja um “pequeno” espa¸co vetorial ?
´
Problema
V = Rn
(Rn, +, ·) ´e um espa¸co vetorial real
Seja W ⊂ Rn tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que ele seja um “pequeno” espa¸co vetorial ?
´
Problema
V = Rn
(Rn, +, ·) ´e um espa¸co vetorial real
Seja W ⊂ Rn tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que ele seja um “pequeno” espa¸co vetorial ?
´
Problema
V = Rn
(Rn, +, ·) ´e um espa¸co vetorial real
Seja W ⊂ Rn tal que W 6= ∅
Que condi¸c˜oes devemos impor ao conjunto W para que ele seja um “pequeno” espa¸co vetorial ?
´
Motiva¸c˜
ao: V = R
2Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2: 1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que W1⊂ V e W16= ∅
3 O conjunto W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2} ´e tal que W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao: V = R
2Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2:
1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que W1⊂ V e W16= ∅
3 O conjunto W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2} ´e tal que W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao: V = R
2Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2: 1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que W1⊂ V e W16= ∅
3 O conjunto W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2} ´e tal que W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao: V = R
2Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2: 1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que W1⊂ V e W16= ∅
3 O conjunto W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2} ´e tal que W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Motiva¸c˜
ao: V = R
2Considere os seguintes subconjuntos do espa¸co vetorial V = R2: 1 O conjunto W = {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 0} ´e tal que
W ⊂ V e W 6= ∅
2 O conjunto W1= {(x , y ) ∈ R2 : x + y = 1} ´e tal que W1⊂ V e W16= ∅
3 O conjunto W2= { (x , y ) ∈ R2 : y = x2} ´e tal que W2 ⊂ R2 e W2 6= ∅
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
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Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
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Observe que:
1 W ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 0.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 0, logo 0V = (0, 0) ∈ W .
I A soma de duas solu¸c˜oes da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se u, v ∈ W ent˜ao u + v ∈ W .
I Um escalar vezes uma solu¸c˜ao da eq x + y = 0 tamb´em ´e solu¸c˜ao, ou seja, se α ∈ R e u ∈ W ent˜ao αu ∈ W .
2 W1 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao x + y = 1.
I (0, 0) n˜ao ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao x + y = 1, logo 0V = (0, 0) /∈ W .
3 W2 ´e o conjunto das solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2.
I (0, 0) ´e solu¸c˜ao da equa¸c˜ao y = x2, logo 0V = (0, 0) ∈ W2.
I Observe que (1, 1) e (−1, 1) s˜ao solu¸c˜oes da equa¸c˜ao y = x2, mas a soma delas n˜ao ´e solu¸c˜ao. Ou seja, u = (1, 1), v = (−1, 1) ∈ W2, mas u + v = (0, 2) /∈ W2.
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam
V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Resposta
Defini¸c˜ao
Sejam V = Rn
W ⊂ V tal que W 6= ∅
Dizemos que W ´e umsubespa¸co vetorialde V se:
(i) 0V = (0, · · · , 0) ∈ W ;
(ii) u + v ∈ W , para quaisquer vetores u e v em W
(iii) α · u ∈ W , para quaisquer α escalar e u vetor em W
´
Com esta defini¸c˜ao temos que
W acima ´e um subespa¸co vetorial de V = R2
W1 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
W2 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
Observe que W ´e uma reta no plano R2 que passa pela origem. Em geral, retas no plano R2 que passam pela origem
W = { (x , y ) : ax + by = 0 } s˜ao subepa¸cos vetorial de V = R2.
´
Com esta defini¸c˜ao temos que
W acima ´e um subespa¸co vetorial de V = R2 W1 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
W2 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
Observe que W ´e uma reta no plano R2 que passa pela origem. Em geral, retas no plano R2 que passam pela origem
W = { (x , y ) : ax + by = 0 } s˜ao subepa¸cos vetorial de V = R2.
´
Com esta defini¸c˜ao temos que
W acima ´e um subespa¸co vetorial de V = R2 W1 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
W2 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
Observe que W ´e uma reta no plano R2 que passa pela origem. Em geral, retas no plano R2 que passam pela origem
W = { (x , y ) : ax + by = 0 } s˜ao subepa¸cos vetorial de V = R2.
´
Com esta defini¸c˜ao temos que
W acima ´e um subespa¸co vetorial de V = R2 W1 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
W2 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
Observe que W ´e uma reta no plano R2 que passa pela origem.
Em geral, retas no plano R2 que passam pela origem W = { (x , y ) : ax + by = 0 } s˜ao subepa¸cos vetorial de V = R2.
´
Com esta defini¸c˜ao temos que
W acima ´e um subespa¸co vetorial de V = R2 W1 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
W2 n˜ao ´e subespa¸co vetorial.
Observe que W ´e uma reta no plano R2 que passa pela origem. Em geral, retas no plano R2 que passam pela origem
W = { (x , y ) : ax + by = 0 } s˜ao subepa¸cos vetorial de V = R2.
´
V = R
3 1 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 1 } n˜ao ´e um subespa¸co vetorial de V = R3 2 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 0 } ´ e um subespa¸co vetorial de V = R3Em geral, planos no espa¸co R3 que passam pela origem W = { (x , y , z) : ax + by + cz = 0 } s˜ao subepa¸cos vetoriais de V = R3.
´
V = R
3 1 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 1 } n˜ao ´e um subespa¸co vetorial de V = R3 2 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 0 } ´ e um subespa¸co vetorial de V = R3Em geral, planos no espa¸co R3 que passam pela origem W = { (x , y , z) : ax + by + cz = 0 } s˜ao subepa¸cos vetoriais de V = R3.
´
V = R
3 1 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 1 } n˜ao ´e um subespa¸co vetorial de V = R3 2 O conjunto W = { (x , y , z) ∈ R3| x + y + z = 0 } ´ e um subespa¸co vetorial de V = R3Em geral, planos no espa¸co R3 que passam pela origem W = { (x , y , z) : ax + by + cz = 0 } s˜ao subepa¸cos vetoriais de V = R3.
´
Lembrete de GA
(1) Equa¸c˜ao vetorial da reta ` ⊂ R3
Sejam
` ⊂ R3 uma reta em R3 A ∈ `
~
v 6= ~0 tal que ~v || `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa por A e ´e paralela ao vetor ~v ´e X = A + t ~v
onde ~v ´e chamadovetor diretor da reta `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa pela origem e tˆem vetor diretor ~v ´e W = { t~v : t ∈ R }
´
Lembrete de GA
(1) Equa¸c˜ao vetorial da reta ` ⊂ R3
Sejam
` ⊂ R3 uma reta em R3 A ∈ `
~
v 6= ~0 tal que ~v || `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa por A e ´e paralela ao vetor ~v ´e X = A + t ~v
onde ~v ´e chamadovetor diretor da reta `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa pela origem e tˆem vetor diretor ~v ´e W = { t~v : t ∈ R }
´
Lembrete de GA
(1) Equa¸c˜ao vetorial da reta ` ⊂ R3
Sejam
` ⊂ R3 uma reta em R3 A ∈ `
~
v 6= ~0 tal que ~v || `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa por A e ´e paralela ao vetor ~v ´e X = A + t ~v
onde ~v ´e chamadovetor diretor da reta `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa pela origem e tˆem vetor diretor ~v ´e W = { t~v : t ∈ R }
´
Lembrete de GA
(1) Equa¸c˜ao vetorial da reta ` ⊂ R3
Sejam
` ⊂ R3 uma reta em R3 A ∈ `
~
v 6= ~0 tal que ~v || `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa por A e ´e paralela ao vetor ~v ´e X = A + t ~v
onde ~v ´e chamadovetor diretor da reta `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa pela origem e tˆem vetor diretor ~v ´e W = { t~v : t ∈ R }
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Lembrete de GA
(1) Equa¸c˜ao vetorial da reta ` ⊂ R3
Sejam
` ⊂ R3 uma reta em R3 A ∈ `
~
v 6= ~0 tal que ~v || `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa por A e ´e paralela ao vetor ~v ´e X = A + t ~v
onde ~v ´e chamadovetor diretor da reta `
A equa¸c˜ao vetorial da reta ` que passa pela origem e tˆem vetor diretor ~v ´e W = { t~v : t ∈ R }
´
(2) Equa¸c˜ao vetorial do plano π ⊂ R3
Sejam
π ⊂ R3 um plano em R3 A ∈ π
~
u e ~v vetores LI tais que ~u || π e ~v || π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa por A e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v (ou ´e paralelo aos vetores ~u e ~v ) ´e
X = A + λ ~u + µ ~v
onde, ~u e ~v s˜ao chamadosvetores diretores do plano π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa pela origem e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v ´e
W = { λ~u + µ~v : λ, µ ∈ R }
´
(2) Equa¸c˜ao vetorial do plano π ⊂ R3
Sejam
π ⊂ R3 um plano em R3 A ∈ π
~
u e ~v vetores LI tais que ~u || π e ~v || π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa por A e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v (ou ´e paralelo aos vetores ~u e ~v ) ´e
X = A + λ ~u + µ ~v
onde, ~u e ~v s˜ao chamadosvetores diretores do plano π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa pela origem e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v ´e
W = { λ~u + µ~v : λ, µ ∈ R }
´
(2) Equa¸c˜ao vetorial do plano π ⊂ R3
Sejam
π ⊂ R3 um plano em R3 A ∈ π
~
u e ~v vetores LI tais que ~u || π e ~v || π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa por A e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v (ou ´e paralelo aos vetores ~u e ~v ) ´e
X = A + λ ~u + µ ~v
onde, ~u e ~v s˜ao chamadosvetores diretores do plano π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa pela origem e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v ´e
W = { λ~u + µ~v : λ, µ ∈ R }
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(2) Equa¸c˜ao vetorial do plano π ⊂ R3
Sejam
π ⊂ R3 um plano em R3 A ∈ π
~
u e ~v vetores LI tais que ~u || π e ~v || π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa por A e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v (ou ´e paralelo aos vetores ~u e ~v ) ´e
X = A + λ ~u + µ ~v
onde, ~u e ~v s˜ao chamadosvetores diretores do plano π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa pela origem e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v ´e
W = { λ~u + µ~v : λ, µ ∈ R }
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(2) Equa¸c˜ao vetorial do plano π ⊂ R3
Sejam
π ⊂ R3 um plano em R3 A ∈ π
~
u e ~v vetores LI tais que ~u || π e ~v || π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa por A e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v (ou ´e paralelo aos vetores ~u e ~v ) ´e
X = A + λ ~u + µ ~v
onde, ~u e ~v s˜ao chamadosvetores diretores do plano π
A equa¸c˜ao vetorial do plano π que passa pela origem e ´e gerado pelos vetores ~u e ~v ´e
W = { λ~u + µ~v : λ, µ ∈ R }
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
retas que passam pela origem retas que passam pela origem planos que passam pela origem
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
retas que passam pela origem
retas que passam pela origem planos que passam pela origem
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
retas que passam pela origem retas que passam pela origem
planos que passam pela origem
´
Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
retas que passam pela origem retas que passam pela origem planos que passam pela origem
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Subespa¸cos de V = R2 Subespa¸cos de V = R3
retas que passam pela origem retas que passam pela origem planos que passam pela origem
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Exerc´ıcio
O conjunto solu¸c˜ao do sistema homogˆeneo x + y − z = 0 x − 4y + 2z = 0 2x − 3y + z = 0 ´ e W = α 2 5, 3 5, 1 : α ∈ R ⊂ R3 Ent˜ao, W ´e um subespa¸co vetorial de V = R3, as vezes chamadoespa¸co-solu¸c˜ao .
Observe que W ´e uma reta que passa pela origem com vetor diretor v = (25,35, 1)
´
Exerc´ıcio
O conjunto solu¸c˜ao do sistema homogˆeneo x + y − z = 0 x − 4y + 2z = 0 2x − 3y + z = 0 ´ e W = α 2 5, 3 5, 1 : α ∈ R ⊂ R3 Ent˜ao, W ´e um subespa¸co vetorial de V = R3, as vezes chamadoespa¸co-solu¸c˜ao .
Observe que W ´e uma reta que passa pela origem com vetor diretor v = (25,35, 1)
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