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Morada Participações Ltda. e Controladas

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Academic year: 2021

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e Controladas

Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2015 e Relatório dos Auditores Independentes

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Nogueira, 150 - 5º andar Campinas - SP - 13091-611 Brasil Tel: + 55 (19) 3707-3000 Fax:+ 55 (19) 3707-3001 www.deloitte.com.br

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Diretores e Quotistas da

Morada Participações Ltda. Araraquara - SP

Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Morada Participações Ltda. (“Sociedade”), identificadas como Controladora e Consolidado, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras

A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos Auditores Independentes

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.

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Nota Nota

ATIVO explicativa 31/12/2015 31/12/2014 31/12/2015 31/12/2014 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO explicativa 31/12/2015 31/12/2014 31/12/2015 31/12/2014

CIRCULANTE CIRCULANTE

Caixa e equivalentes de caixa 4 - - 20.647 14.752 Empréstimos e financiamentos 11 - - 74.856 73.158 Aplicações financeiras 4 - - 26.322 - Debêntures a pagar 12 - - 132.154 864 Contas a receber de clientes 5 - - 27.078 21.287 Fornecedores - - 11.071 6.466 Estoques - - 375 579 Salários e encargos - - 4.379 3.355 Ativos disponíveis para venda 6 - - 33.062 9.560 Impostos e contribuições a recolher - - 2.239 1.347 Impostos a recuperar 7 - - 3.223 2.275 Adiantamento de clientes - - 14.385 5.096 Outros ativos - - 2.588 3.112 Lucros a pagar 15 436 571 436 571 Dividendos a receber 8 436 571 - - Instrumentos financeiros 17 - - - 42 Total do ativo circulante 436 571 113.295 51.565 Outros passivos - - 634 1.932 Total do passivo circulante 436 571 240.154 92.831

NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE

Aplicações financeiras 4 - - - 1.519 Empréstimos e financiamentos 11 - - 58.441 26.049 Depósitos judiciais - - 3 6 Debêntures a pagar 12 - - - 99.921 Impostos a recuperar 7 - - 1.822 548 Fornecedores - - 918 -Outros ativos - - 78 78 Impostos e contribuições a recolher - - 597 -Imposto de renda e contribuição social diferidos 14 - - 1.553 - Provisão para riscos cíveis e trabalhistas 13 - - 6.290 5.130 Investimentos 8 47.995 45.843 - - Imposto de renda e contribuição social diferidos 14 - - 9.241 14.026 Imobilizado 9 - - 253.964 228.638 Outros passivos - - 1.002 1.003 Intangível 10 - - 1.719 2.449 Total do passivo não circulante - - 76.489 146.129 Total do ativo não circulante 47.995 45.843 259.139 233.238

PATRIMÔNIO LÍQUIDO 15

Capital social 10.433 10.433 10.433 10.433 Reserva de capital 70 329 70 329 Ajuste de avaliação patrimonial 2.848 3.148 2.848 3.148 Reserva de lucros 34.644 31.933 34.644 31.933 Patrimônio líquido atribuído aos controladores 47.995 45.843 47.995 45.843 Participação dos não controladores - - 7.796 -Total do patrimônio líquido 47.995 45.843 55.791 45.843 TOTAL DO ATIVO 48.431 46.414 372.434 284.803 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 48.431 46.414 372.434 284.803 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações financeiras.

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FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 (Valores expressos em milhares de reais - R$)

Nota

explicativa 31/12/2015 31/12/2014 31/12/2015 31/12/2014 Receita Operacional Líquida

Receita operacional líquida de prestação de serviços e de venda de

ativos utilizados na prestação de serviços e outros produtos 18 - - 265.281 254.429 Custos dos produtos e serviços vendidos 19 - - (202.043) (194.492)

Lucro bruto - - 63.238 59.937

Receitas (despesas) operacionais:

Despesas com vendas 19 - - (2.999) (2.767)

Despesas gerais e administrativas 19 - - (26.704) (24.488) Resultado da equivalência patrimonial 8 (2.505) 3.167 - Resultado com compra vantajosa 8 6.279 - 6.279 -Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 8 e 19 (461) - (5.333) 3.109

3.313

3.167 (28.757) (24.146) Lucro operacional antes do resultado financeiro 3.313 3.167 34.481 35.791 Resultado finaceiro:

Receitas financeiras 20 - - 6.582 7.921

Despesas financeiras 20 - - (41.561) (38.774)

- (34.979) (30.853) Lucro operacional antes do imposto de renda e da contribuição social 3.313 3.167 (498) 4.938 Imposto de renda e contribuição social:

Corrente 14 - - (2.269) (147)

Diferido 14 - - 6.338 (1.624)

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 3.313 3.167 3.571 3.167

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ATRIBUÍDO A:

Acionistas controladores 3.313 3.167 3.313 3.167

Acionistas não controladores - - 258

-LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 3.313 3.167 3.571 3.167

As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações financeiras.

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DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015

(Valores expressos em milhares de reais - R$)

31/12/2015 31/12/2014 Lucro líquido do exercício 3.571 3.167 Outros resultados abrangentes - -Total do resultado abrangente do exercício 3.571 3.167 As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações financeiras.

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(Valores expressos em milhares de reais - R$)

Ajuste de Lucros Patrimônio Participação Nota Capital Reserva Reserva avaliação (prejuízos) líquido atribuído de acionistas

explicativa social de capital de lucros patrimonial acumulados aos controladores não controladores Total SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 10.433 329 29.950 3.580 - 44.292 - 44.292 Lucros distribuídos 15 - - (1.045) - - (1.045) - (1.045) Lucro líquido do exercício - - - - 3.167 3.167 - 3.167 Realização do custo atribuído reflexo de controladas - - - (432) 432 - - -Proposta de distribuição de lucros 15 - - - - (571) (571) - (571) Transferência para reserva de lucros 15 - - 3.028 - (3.028) - - -SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 10.433 329 31.933 3.148 - 45.843 - 45.843 Patrimônio líquido atribuído a não controladores 1 - - - - - - 17.250 17.250 Perdas com transações societárias 8 - - - - - - (9.654) (9.654) Lucros distribuídos 15 - - (466) - - (466) - (466) Lucro líquido do exercício - - - - 3.313 3.313 258 3.571 Realização do custo atribuído reflexo de controladas - - - (300) 300 - - -Perda em transações com sócios quotistas 15 - (259) - - - (259) (58) (317) Proposta de distribuição de lucros 15 - - (436) - - (436) - (436) Transferência para reserva de lucros 15 - - 3.613 - (3.613) - - -SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 10.433 70 34.644 2.848 - 47.995 7.796 55.791

- - - - 0 0

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(Valores expressos em milhares de reais - R$)

Nota

explicativa 31/12/2015 31/12/2014 31/12/2015 31/12/2014

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS

Lucro líquido do exercício 3.313 3.167 3.571 3.167

Ajustes para reconciliar o lucro líquido com o caixa gerado pelas atividades operacionais:

Imposto de renda e contribuição social diferidos 14 - - (6.338) 1.624

Juros e variações monetárias de empréstimos e debêntures, líquidos - - 36.879 32.614

Depreciação e amortização 9 e 10 - - 34.589 33.938

Provisão para devedores duvidosos 5 - - 234 9

Provisão para realização dos ativos disponíveis para venda 6 - - 5.161 468

Provisão (reversão) para riscos cíveis e trabalhistas 13 - - 978 (290)

Baixa do ativo imobilizado/intangível 9 e 10 - - 11.851 7.308

Instrumentos financeiros não realizados - - (42) (605)

Resultado de equivalência patrimonial 8 (3.774) (3.167) -

Compra vantajosa 8 - - (6.279)

-Variação nos ativos e passivos operacionais:

Contas a receber de clientes - - (2.992) 1.413

Estoques - - 204 (287)

Ativos disponíveis para venda - - 38.010 35.056

Impostos a recuperar - circulante e não circulante - - (1.453) 842

Outros ativos - - 230 (1.680)

Depósitos judiciais (268) (298)

Fornecedores - - 5.235 (4.920)

Partes relacionadas - - (6.400)

Impostos e contribuições a recolher - - 902 23

Salários e encargos - - (168) (1.699)

Adiantamentos de clientes - - 9.289 558

Provisão para riscos cíveis e trabalhistas - utilização - - - (927)

Outros passivos - - (1.304) 1.531

Pagamento de juros de empréstimos e financiamentos - - (36.061) (30.981)

Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais (461) - 85.828 76.864

Fluxo de caixa das atividades de investimento:

Aquisição de imobilizado e intangível 9 e 10 - - (94.327) (81.041)

Aplicações financeiras - - (24.803) 4.339

Caixa líquido integralizado - - 1.191

Perdas nas transações com sócios quotistas 8 - - (316)

Perdas nas integralização de investimentos 8 461 - -

Lucros recebidos de controladas 1.038 1.045 -

Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de investimento 1.499 1.045 (118.255) (76.702)

Fluxo de caixa das atividades de financiamento: Empréstimos e financiamentos: Captação - - 96.074 96.612 Pagamento de principal - - (89.215) (192.334) Debêntures: Captação - - 65.000 Pagamento de principal - - (32.500)

Pagamento de lucros aos quotistas 15 (1.038) (1.045) (1.037) (2.749)

Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamento (1.038) (1.045) 38.322 (98.471)

Aumento (diminuição) líquido (a) de caixa e equivalentes de caixa - - 5.895 (98.309)

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício - - 14.752 113.061

Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício - - 20.647 14.752

As notas explicativas anexas são parte integrante destas demonstrações financeiras.

- 20.647 14.752 Check - - 0

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MORADA PARTICIPAÇÕES LTDA.

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015

(Em milhares de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A Morada Participações Ltda. (“Sociedade”) é uma empresa familiar, com sede social em Araraquara, Estado de São Paulo. Constituída como uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada tem como principal objetivo o investimento em três controladas diretas e três controladas indiretas em diferentes ramos de negócios, a saber:

Controladas diretas:

i) Rodoviário Morada do Sol Ltda. (“Morada”)

A Morada é especializada em transportes e atende clientes que possuem cargas especiais, como “commodities” agrícolas, produtos químicos, combustíveis e gases do ar.

ii) L’S Rentals Participações S.A. (“L’S Rentals”)

Empresa constituída em 2 de outubro de 2015, tendo suas operações iniciadas em novembro de 2015, conforme comentado a seguir. A L’S Rentals possui 7.356 veículos disponíveis para locação e terceirização de frotas comerciais, que constituem o foco de prestação de seus serviços.

Controladas indiretas:

i) Agropecuária Guaicá Ltda. (“Guaicá”)

Trata-se de um conjunto de fazendas com área total de 3.574 alqueires e imóveis urbanos, com o objetivo de arrendamento rural e locação imobiliária.

ii) Let’s Rent a Car S.A. (“Let’s”)

A Let’s possui 5.927 veículos disponíveis para locação e terceirização de frotas comerciais, que constituem o foco de prestação de seus serviços.

iii) Salute Locação e Empreendimentos Ltda. (“Salute”)

A Salute possui 1.260 veículos disponíveis para locação e terceirização de frotas comerciais, que constituem o foco de prestação de seus serviços.

iv) Valoriza Locadora de Veículos Ltda. (“Valoriza”)

A Valoriza possui 169 veículos disponíveis para locação e terceirização de frotas comerciais, que constituem o foco de prestação de seus serviços.

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Transações societárias

Em novembro de 2015, ocorreram as seguintes transações societárias que resultaram no início efetivo das operações da L´S Rentals:

• A Sociedade, em 20 de novembro de 2015, conferiu sua participação na Let´s, no valor contábil de R$28.319, aumentando o capital da controlada L´S Rentals passando a Sociedade a deter 100% deste investimento, com participação indireta na Let´s. Os ativos e passivos conferidos foram:

R$

Ativo circulante 86.421

Ativo não circulante 152.256

Passivo circulante (136.731)

Passivo não circulante (73.627)

Aumento de capital por conferência de bens, direitos e obrigações 28.319

• Os acionistas da controlada L´S Rentals, HMA Participações S.A., Luiz Otavio Pôssas Gonçalves, José Francisco Recorder Gonçalves e MPG Participações Ltda., em 20 de novembro de 2015, conferiram suas participações na Salute Locação e Empreendimentos Ltda., Valoriza Locadora de Veículos Ltda., no valor contábil de R$17.250, com aumento de capital da controlada L´S Rentals no valor de R$6.217 e constituição de reserva de capital no valor de R$11.033. Com esta transação, a controlada L´S Rentals passou a deter 100% destes investimentos e a Sociedade passou a deter 82% de participação na controlada L´S Rentals. Os ativos e passivos conferidos foram:

R$

Ativo circulante 5.806

Ativo não circulante 47.532

Passivo circulante (19.830)

Passivo não circulante (16.258)

Aumento de capital por conferência de bens, direitos e obrigações 17.250 As conferências de bens e obrigações anteriormente mencionadas foram efetuadas com base em laudos preparados por peritos independentes na data base 31 de agosto de 2015, entretanto, estas operações foram finalizadas em 20 de outubro de 2015. Durante este período ocorreram transações entre os acionistas e correções nos saldos contábeis que geraram variações de participação no valor de R$3.374 sendo estes ajustes entraram na composição das perdas com transações societárias registrada como redutores da rubrica de Participação dos minoritários no Patrimônio líquido.

Adicionalmente, para finalizar o reconhecimento contábil destas operações e atender ao CPC 15 - Combinação de negócios, a Sociedade deveria ter apurado os valores justos dos ativos transferidos e dos passivos assumidos dessas controladas. A Sociedade espera concluir a apuração destes valores justos até o final do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.

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As demonstrações financeiras consolidadas apresentaram capital circulante negativo no exercício findo em 31 de dezembro de 2015 como resultado, principalmente, da movimentação de dívidas de longo prazo para o curto prazo, referentes às 1ª e 2ª emissões de debêntures da controlada indireta Let´s. Entretanto, conforme mencionado na nota explicativa n° 24, em 12 de fevereiro de 2016, a controlada indireta Let´s efetuou a 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações no valor de R$90.000. A totalidade dos recursos provenientes da 3ª emissão foi destinada para a reestruturação da dívida desta controlada indireta, sendo liquidadas integralmente as duas emissões de debêntures anteriores.

2. BASE DE PREPARAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. Declaração de conformidade

As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e os pronunciamentos, orientações e interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC.

2.2. Base de mensuração

As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas utilizando o custo histórico como base de valor, exceto pela valorização de certos ativos e passivos como instrumentos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo.

2.3. Uso de estimativas e julgamentos

A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer da Administração da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas o uso de estimativas, julgamentos e pressuposições para o registro de certas transações que afetam ativos, passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre os dados das suas demonstrações financeiras. Os resultados dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem divergir dessas estimativas.

As estimativas e premissas são revisadas continuamente e os efeitos dessas revisões são reconhecidos no período em que ocorreu a revisão e em quaisquer períodos futuros afetados.

As informações sobre julgamentos e estimativas críticos referentes às práticas contábeis adotadas que afetam significativamente os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras referem-se a registro de provisão para créditos de liquidação duvidosa, expectativa de recuperação de imposto de renda e contribuição social diferidos, valores residuais e vida útil dos ativos imobilizados, amortização do intangível, recuperação dos ativos de longo prazo (“impairment”), valor justo de derivativos e outros instrumentos financeiros, e provisão para riscos cíveis e trabalhistas.

2.4. Moeda funcional e moeda de apresentação

As demonstrações financeiras foram preparadas e estão apresentadas em Real (R$), que é a moeda funcional da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas.

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2.5. Base de consolidação

As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações financeiras da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas, sendo destacada a participação dos acionistas não controladores no patrimônio líquido e no resultado do exercício, quando aplicável. O controle é obtido quando a Sociedade tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. As controladas são integralmente consolidadas a partir da data de aquisição, sendo esta a data na qual a Sociedade obtém controle, e continuam a ser consolidadas até a data em que esse controle deixa de existir. Os exercícios sociais das controladas e controladas indiretas são coincidentes com o da Sociedade e as demonstrações financeiras são elaboradas para o mesmo período de divulgação utilizando práticas contábeis consistentes. Todos os saldos de transações entre partes relacionadas, receitas e despesas e ganhos e perdas não realizados, oriundos dessas transações, são eliminados por completo. As controladas que foram consolidadas são:

Participação 31/12/15 31/12/14

Rodoviário Morada do Sol Ltda. 99,99% 99,99%

Let’s Rent a Car S.A. - 99,99%

Agropecuária Guaicá Ltda. 42,76% 99,99%

L´S Rentals S.A. 82% -

Uma mudança na participação sobre uma controlada que não resulte em perda de controle é contabilizada como uma transação entre acionistas, no patrimônio líquido.

3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 3.1 Ativos financeiros

Ativos financeiros não derivativos

A Sociedade e suas controladas e controladas indiretas reconhecem os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados.

A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas deixam de reconhecer um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando transferem os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação na qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação criada ou retida pela Sociedade e suas controladas diretas e indiretas nos ativos financeiros é reconhecida como um ativo ou passivo individual.

A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas têm os seguintes ativos financeiros não derivativos: contas a receber, ativos disponíveis para venda e outros ativos.

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Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado

Um ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas gerenciam tais investimentos e toma decisões de compra e venda com base em seus valores justos de acordo com a gestão de riscos documentada e sua estratégia de investimentos. Os custos da transação, após o reconhecimento inicial, são reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo valor justo, e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no resultado do período.

Reconhecimento e mensuração

As compras e vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de negociação - data em que a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas se comprometem a comprar ou vender o ativo. Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo e os custos da transação são debitados na demonstração do resultado. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa efetiva de juros. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade.

Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são apresentados na demonstração do resultado em “Receitas financeiras” ou “Despesas financeiras”.

Empréstimos e recebíveis

São ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado por meio do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável.

Ativos disponíveis para venda

São ativos financeiros não derivativos que são designados como disponíveis para venda ou não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Os investimentos da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas em títulos patrimoniais são classificados como ativos financeiros disponíveis para venda. Instrumentos patrimoniais que não tenham preço de mercado cotado em mercado ativo e cujo valor justo não possa ser confiavelmente medido, são medidos pelo custo.

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Método dos juros efetivos

É um método de cálculo do custo amortizado de um ativo ou passivo financeiro e alocação da receita ou despesa dos juros durante o período correspondente. A taxa efetiva de juros é a taxa que desconta exatamente os recebimentos ou pagamentos futuros estimados de caixa (incluindo todos os honorários e pontos pagos ou recebidos que formam parte integral da taxa efetiva de juros, custos de transação e outros prêmios ou descontos) por meio da vida esperada do ativo financeiro, ou, quando apropriado, por um período menor. Redução ao valor recuperável de ativos financeiros (“impairment”)

Ativos financeiros, exceto aqueles alocados a valor justo através de lucros ou perdas, são avaliados por indicadores de “impairment” na data do balanço. Os ativos financeiros são considerados deteriorados quando há evidência de que, como resultado de um ou mais eventos ocorridos após seu reconhecimento inicial, os fluxos de caixa futuros estimados do investimento foram impactados.

Evidência objetiva de “impairment” poderia incluir:

• Dificuldade financeira significativa do emissor ou contraparte; • Inadimplência ou mora no pagamento de juros ou do principal;

• Quando se torna provável que o devedor entrará em falência ou recuperação judicial; • Extinção do mercado ativo daquele ativo financeiro em virtude de problemas

financeiros.

Para certas categorias de ativos financeiros como contas a receber de clientes e outros recebíveis, a provisão para créditos de liquidação duvidosa é calculada com base na análise de risco dos créditos, que contempla o histórico de perdas, a situação individual dos clientes, a situação do grupo econômico ao qual pertencem, as garantias reais para os débitos e a avaliação dos consultores jurídicos, sendo considerada suficiente para cobrir eventuais perdas sobre os valores a receber.

Para os ativos financeiros mensurados ao valor de custo amortizado, o valor do “impairment” corresponde à diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados, descontada na taxa de juros efetiva original do ativo financeiro.

O valor contábil é reduzido diretamente pela perda por “impairment” para todos os ativos financeiros, com exceção das contas a receber, caso em que o valor é reduzido pelo uso de uma conta de provisão. Quando uma duplicata a receber é considerada irrecuperável, esta é baixada contra a conta de provisão para créditos de liquidação duvidosa. Recuperações subsequentes de valores anteriormente baixados são creditadas contra a conta de provisão. As mudanças no valor contábil da provisão são reconhecidas em lucros e perdas.

Para os ativos financeiros incluídos na categoria de empréstimos e recebíveis, se em um período subsequente o montante da perda com “impairment” diminuir e o decréscimo for objetivamente relacionado a um evento que ocorreu após o reconhecimento do “impairment”, a perda com “impairment” anteriormente reconhecida será revertida através de lucros e perdas, limitada ao que teria sido o valor do custo amortizado se o “impairment” não tivesse sido reconhecido.

Em 31 de dezembro de 2014 e de 2013, a Administração da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas efetuou análise de “impairment” de ativos financeiros e não foi

(15)

Instrumentos financeiros derivativos

A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas possui instrumentos financeiros derivativos para administrar sua exposição a riscos da taxa de juros e câmbio.

Os derivativos são inicialmente reconhecidos ao valor justo na data de contratação e posteriormente remensurados pelo valor justo no encerramento dos exercícios. Eventuais ganhos ou perdas são reconhecidos no resultado imediatamente.

O valor justo dos instrumentos derivativos está divulgado na nota explicativa nº 17. 3.2 Passivos financeiros e instrumentos de patrimônio

Classificação como instrumento de dívida ou de patrimônio

Instrumentos de dívida e de patrimônio líquido são classificados como passivos financeiros ou como capital social de acordo com a essência do acordo contratual. A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas não possui instrumentos de patrimônio. Passivos financeiros

Classificados pelo valor justo através de lucros e perdas ou como outros passivos financeiros.

Passivos financeiros ao valor justo através de lucros e perdas

Passivos financeiros são classificados ao valor justo através de lucros e perdas quando o passivo financeiro é mantido para negociação ou quando designado ao valor justo através de lucros e perdas.

Um passivo financeiro é classificado como mantido para negociação quando: • For adquirido principalmente com propósito de recompra no curto prazo.

• For parte de uma carteira identificada de instrumentos financeiros que a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas administram conjuntamente e que tenha um padrão realizado de lucros no curto prazo.

• For um derivativo que não esteja designado como um instrumento de “hedge” efetivo. Passivos financeiros que não sejam classificados como mantidos para negociação podem ser designados como ao valor justo através de lucros e perdas no reconhecimento inicial quando:

• Tal designação eliminar ou reduzir significativamente a variação na mensuração ou no reconhecimento que poderia surgir.

• O passivo financeiro compor parte de um grupo de ativos financeiros ou passivos financeiros ou de ambos, o qual é administrado e cujo desempenho seja avaliado com base em seu valor justo, de acordo com a administração de risco documentada ou a estratégia de investimento da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas e as informações sobre esse grupo de ativos forem fornecidas nessa base internamente. • Fizer parte de um contrato contendo um ou mais derivativos embutidos e permitir que

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Passivos financeiros ao valor justo através de lucros e perdas são demonstrados ao valor justo, com ganhos ou perdas reconhecidos em lucros e perdas. Os ganhos ou perdas líquidos reconhecidos em lucros e perdas incorporam quaisquer juros pagos no passivo financeiro. O valor justo é determinado conforme a nota explicativa nº 17.

Outros passivos financeiros

Outros passivos financeiros, incluindo empréstimos, são inicialmente mensurados ao valor justo, líquido dos custos da transação. Outros passivos financeiros são subsequentemente mensurados pelo custo amortizado usando o método dos juros efetivos, com as despesas com juros reconhecidas com base no rendimento efetivo. O método dos juros efetivos é um método que calcula o custo amortizado de um passivo e aloca as despesas com juros durante o período relevante. A taxa de juros efetiva é a taxa que exatamente desconta pagamentos estimados futuros de caixa por meio da vida esperada do passivo financeiro ou, quando aplicável, por um período menor.

Baixa de passivos financeiros

A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas baixa os passivos financeiros quando, e somente quando, suas obrigações são liquidadas, canceladas ou vencidas. A diferença entre o valor contábil do passivo financeiro baixado e a contrapartida paga e a pagar é reconhecida no resultado.

Compensação de instrumentos financeiros

Ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é reportado no balanço patrimonial quando há um direito legalmente aplicável de compensar os valores reconhecidos e há a intenção de liquidá-los em uma base líquida, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente.

3.3 Caixa e equivalentes de caixa

Compreendem saldos de caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras não vinculadas. Essas aplicações financeiras estão demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até a data de encerramento do trimestre, possuem vencimentos inferiores há 90 dias, sem prazos fixados para resgate, com liquidez imediata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor.

3.4 Contas a receber de clientes

Registradas e mantidas nos balanços pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, acrescidos de variação cambial, e ajustadas a valor presente, quando aplicável. Quando julgado necessário pela Administração, é registrada provisão para créditos de liquidação duvidosa, constituída com base em análise individual das contas a receber em montante considerado suficiente pela Administração da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas para cobrir prováveis perdas na sua realização.

3.5 Estoques

Avaliados ao custo médio de aquisição ou produção, não excedendo o seu valor de mercado. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração.

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3.6 Ativos disponíveis para venda.

Referem-se a veículos mantidos para venda os quais são mensurados com base no menor valor entre o valor contábil e o valor justo, deduzido dos custos de venda. Eles são classificados como mantidos para venda quando seus valores contábeis forem recuperados por meio de uma transação de venda, em vez de por meio de uso contínuo. Essa condição é cumprida quando a venda é altamente provável e os veículos estão disponíveis para venda imediata na sua condição atual. A Administração se compromete com a venda dentro de um ano a partir da data de classificação. Uma vez classificados como mantidos para venda, os veículos não são mais depreciados.

3.7 Investimentos em controladas

Os investimentos da Sociedade em suas controladas são avaliados com base no método da equivalência patrimonial, conforme pronunciamento técnico CPC 18 - Investimento em coligada, para fins de demonstrações financeiras da controladora.

Com base no método da equivalência patrimonial, o investimento em controladas é contabilizado no balanço patrimonial da controladora ao custo, adicionado das mudanças após a aquisição das participações societárias nas controladas.

A demonstração do resultado reflete a parcela dos resultados das operações das controladas com base no método da equivalência patrimonial. Quando uma mudança for diretamente reconhecida no patrimônio da controlada, a controladora reconhecerá sua parcela nas variações ocorridas e divulgará esse fato, quando aplicável, na demonstração das mutações do patrimônio líquido. Os ganhos e perdas não realizados, resultantes de transações entre a controladora e suas controladas, são eliminados de acordo com a participação mantida nas controladas.

Após a aplicação do método da equivalência patrimonial para fins de demonstrações financeiras da controladora, a Sociedade determina se é necessário reconhecer perda adicional do valor recuperável sobre seu investimento em suas controladas. A Sociedade determina, em cada data de fechamento do balanço patrimonial, se há evidência objetiva de que os investimentos em controladas sofreram perdas por redução ao valor recuperável. Se assim for, a Sociedade calcula o montante da perda por redução ao valor recuperável como a diferença entre o valor recuperável da controlada e o valor contábil e reconhece o montante na demonstração do resultado da Controladora

3.8 Imobilizado

Demonstrado ao valor de custo histórico ajustado para refletir o custo atribuído de todos os ativos imobilizados na data de transição dos novos pronunciamentos contábeis, como mencionado na nota explicativa n° 9, deduzido de depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumulado, quando necessário.

A depreciação é calculada de forma linear ao longo da vida útil do ativo a taxas que levam em consideração a vida útil estimada dos bens. No caso específico dos veículos utilizados na prestação de serviços, a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas estima as respectivas taxas de depreciação considerando os valores residuais que se espera ter ao fim do período de vida útil dos veículos para a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas.

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Os valores residuais, a vida útil dos ativos e os métodos de depreciação são revisados e ajustados pela Administração ao fim de cada exercício e ajustados de forma prospectiva, quando necessário. A depreciação dos veículos e demais bens que compõem o custo dos serviços prestados é reconhecida no resultado do período, de acordo com as taxas informadas na nota explicativa nº 9.

O valor contábil de um ativo é imediatamente reduzido para seu valor recuperável quando o valor contábil do ativo é maior do que sua expectativa de benefício econômico futuro. 3.9 Intangível

Ativos intangíveis com vida útil definida, adquiridos separadamente e substancialmente formados por carteira de clientes, direitos de uso de software e marcas e patentes, são registrados ao custo, deduzido da amortização acumulada e das perdas por redução ao valor recuperável, quando necessário. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente.

3.10 Arrendamentos

Os contratos de arrendamento mercantil que transferem substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade do bem objeto do referido contrato foram registrados no imobilizado à contrapartida de financiamentos, pelo montante igual ao valor justo do bem arrendado ou, se inferior, ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento. Todos os outros arrendamentos são classificados como operacionais. Os contratos de arrendamento mercantil financeiro são reconhecidos no ativo imobilizado pelo valor do bem e no passivo de empréstimos e financiamentos pelo valor das parcelas obrigatórias do contrato, deduzido, em conta redutora, dos juros implícitos, os quais são apropriados ao resultado de acordo com a duração do contrato pelo método da taxa efetiva de juros. Os montantes registrados no ativo imobilizado são depreciados pelo menor prazo entre a vida útil-econômica estimada dos bens e a duração prevista do contrato de arrendamento. Os contratos de arrendamento mercantil operacional são reconhecidos como despesa em uma base sistemática que represente o período em que o benefício sobre o ativo arrendado é obtido, mesmo que tais pagamentos não sejam feitos nessa base. 3.11 Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros

A Administração revisa o valor contábil dos ativos de vida longa, principalmente o imobilizado a ser mantido e utilizado nas operações da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas, com o objetivo de determinar e avaliar a deterioração em bases periódicas ou sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos não poderá ser recuperado.

São feitas análises para identificar as circunstâncias que possam exigir a avaliação da capacidade de recuperação dos ativos de vida longa e determinar o tamanho dessa perda. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo individualmente, a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas calculará o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual pertence o ativo.

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O montante recuperável corresponde ao valor justo menos os custos da alienação ou o valor de uso, dos dois o maior. Na avaliação do valor de uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao valor presente pela taxa de desconto anterior à tributação que reflete uma avaliação de mercado corrente do tempo, valor do dinheiro e riscos específicos para o ativo para o qual a estimativa de fluxos de caixa futuros não foi ajustada. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de caixa) for calculado para ser menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) será reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução no valor recuperável (“impairment”) é reconhecida imediatamente no resultado.

O valor recuperável pode aumentar no futuro requerendo um estorno da perda por “impairment” reconhecida no passado. Quando a perda por “impairment” é revertida subsequentemente, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é aumentado para a estimativa revisada de seu valor recuperável, mas de modo que esse valor não exceda o valor contábil que teria sido determinado caso nenhuma perda por “impairment” tivesse sido reconhecida para o ativo (ou unidade geradora de caixa) em períodos anteriores. A reversão da perda por “impairment”, se houver, é reconhecida imediatamente no resultado.

3.12 Outros ativos e passivos

Um ativo é reconhecido no balanço quando for provável que seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança.

Um passivo é reconhecido no balanço quando a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.

Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses. Caso contrário, são demonstrados como não circulantes.

3.13 Provisões

Reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultantes de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no fim de cada período apresentado, considerando os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Quando a provisão é mensurada com base nos fluxos de caixa estimados para liquidá-los, seu valor contábil corresponde ao valor presente desses fluxos de caixa (em que o efeito do valor temporal do dinheiro é relevante). Quando alguns ou todos os benefícios econômicos requeridos para a liquidação de uma provisão são esperados serem recuperados de um terceiro, um ativo é reconhecido se, e somente se, o reembolso for virtualmente certo e o valor puder ser mensurado de forma confiável.

A provisão para riscos cíveis e trabalhistas, especificamente, refere-se a questões trabalhistas e cíveis e está registrada de acordo com a avaliação de risco (perdas prováveis) efetuada pela Administração da Sociedade e suas controladas diretas e indiretas e por seus consultores jurídicos, inclusive quanto à sua classificação no longo prazo.

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3.14 Tributação

A despesa com imposto de renda e contribuição social representa a soma dos impostos correntes e diferidos.

3.14.1. Impostos correntes

A despesa de imposto de renda e contribuição social correntes é calculada de acordo com as bases legais tributárias vigentes na data de apresentação das demonstrações financeiras. Periodicamente, a Administração avalia posições tomadas com relação a questões tributárias que estão sujeitas à interpretação e reconhece provisão quando há expectativa de pagamento de imposto de renda e contribuição social conforme as bases tributárias. O imposto corrente é o imposto a pagar esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, a taxas de impostos com vigência na data-base das demonstrações financeiras. As controladas indiretas Guaicá e Valoriza apuram seus impostos com base no lucro presumido

3.14.2. Impostos diferidos

O imposto de renda e a contribuição social diferidos são reconhecidos, em sua totalidade, sobre as diferenças geradas entre os ativos e passivos reconhecidos para fins fiscais e correspondentes valores reconhecidos nas demonstrações financeiras. Entretanto, o imposto de renda e a contribuição social diferidos não são reconhecidos se forem gerados no registro inicial de ativos e passivos em operações que não afetam as bases tributárias, exceto em operações de combinação de negócios. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são determinados considerando as taxas (e leis) vigentes na data de preparação das demonstrações financeiras e aplicáveis quando o respectivo imposto de renda e contribuição social forem realizados, bem como são reconhecidos somente na extensão em que seja provável que existirá base tributável positiva para a qual as diferenças temporárias possam ser utilizadas e prejuízos fiscais possam ser compensados. Ativos de imposto de renda e contribuição social diferidos são revisados a cada data de encerramento de exercício e são reduzidos à medida que sua realização não seja mais provável.

A recuperação do saldo dos impostos diferidos ativos é revisada em cada data de balanço e, quando não for mais provável que lucros tributáveis futuros estarão disponíveis para permitir a recuperação de todo o ativo, ou parte dele, o saldo do ativo será ajustado pelo montante que se espera que seja recuperado.

Impostos diferidos ativos e passivos são mensurados pelas alíquotas aplicáveis no período no qual se espera que o passivo seja liquidado ou o ativo seja realizado, com base nas alíquotas previstas na legislação tributária vigente na data do balanço, ou quando uma nova legislação tiver sido substancialmente aprovada. A mensuração dos impostos diferidos ativos e passivos reflete as consequências fiscais que resultariam da forma na qual a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas esperam, na data de divulgação, recuperar ou liquidar o valor contábil desses ativos e passivos.

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O imposto de renda e a contribuição social correntes e diferidos são reconhecidos como despesa ou receita no resultado do exercício, exceto quando estão relacionados com itens registrados diretamente no patrimônio líquido, caso em que os impostos correntes e diferidos também são reconhecidos diretamente no patrimônio líquido.

3.15 Reconhecimento de receita

A receita é reconhecida na extensão em que for provável que benefícios econômicos serão gerados para a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas quando possam ser mensuradas de forma confiável. A receita é mensurada com base no valor justo da contraprestação recebida, excluindo descontos, abatimentos e impostos ou encargos sobre vendas. A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas avaliam as transações de receita de acordo com os critérios específicos para determinar se está atuando como agente ou principal e, ao fim, concluiu que está atuando como principal em todos os seus contratos de receita.

Os critérios específicos, a seguir, devem também ser satisfeitos antes de haver reconhecimento de receita:

Reconhecimento de receita

a. Receita de prestação de serviços

Reconhecida com base na execução dos serviços previstos nos contratos de prestação de serviços celebrados entre as partes ou na própria conclusão dos serviços.

Quando o resultado do contrato não puder ser medido de forma confiável, a receita será reconhecida apenas na extensão em que as despesas incorridas puderem ser recuperadas.

b. Receita de venda de produtos ou ativos utilizados na prestação de serviços

Reconhecida quando os riscos e benefícios significativos da propriedade dos produtos/ativos são transferidos ao comprador, o que geralmente ocorre na sua entrega.

Impostos sobre vendas

As receitas de vendas e serviços estão sujeitas aos seguintes impostos e contribuições, pelas seguintes alíquotas básicas:

Alíquotas básicas Programa de Integração Social - PIS 1,65% Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS 7,60% Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza - ISSQN 3,00 a 5,00%

A receita operacional é apresentada líquida desses encargos na demonstração do resultado. Os créditos decorrentes da não cumulatividade de PIS/COFINS são apresentados dedutivamente do custo dos produtos vendidos na demonstração do

(22)

3.16 Ajuste a valor presente de ativos e passivos

Os ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados monetariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado, e somente registrado, se considerado relevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Para fins de registro e determinação de relevância, o ajuste a valor presente é calculado levando em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita, e em certos casos implícita, dos respectivos ativos e passivos. Com base nas análises efetuadas e na melhor estimativa da Administração, a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas concluíram que o ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários circulantes é irrelevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto e, dessa forma, não tem registrado nenhum ajuste.

3.17 Pronunciamentos contábeis e interpretações emitidos recentemente e ainda não aplicados pela Sociedade e suas controladas diretas e indiretas.

Os pronunciamentos e as interpretações técnicos emitidos pelo “International Accounting Standards Board - IASB” e “International Financial Reporting Standards Interpretations Committee - IFRIC”, a seguir, foram publicados ou revisados, mas ainda não têm adoção obrigatória, além de não terem sido objeto de normatização pelo CPC; dessa forma, não foram aplicados antecipadamente pela Sociedade e suas controladas diretas e indiretas nas demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2015. Eles serão adotados à medida que sua aplicação se torne obrigatória. A Sociedade e suas controladas diretas e indiretas ainda não estimaram a extensão dos possíveis impactos desses novos pronunciamentos e interpretações em suas demonstrações financeiras.

• Alterações à IFRS 11 - Contabilização para aquisições de participações em operações em conjunto: fornecem orientações sobre como contabilizar a aquisição de participação em uma operação conjunta na qual as atividades constituem um negócio conforme definido na IFRS 3 Combinações de Negócios. (1)

• Alterações à IAS 16 a IAS 38 - Esclarecimento sobre os métodos aceitáveis de depreciação e amortização: As alterações à IAS 16 proíbem as entidades de utilizarem um método de depreciação com base em receitas para itens do imobilizado. As alterações à IAS 38 introduzem uma presunção refutável de que as receitas não constituem base adequada para fins de amortização de um intangível. (1)

• Alterações à IFRS 10 e IAS 28 - Vendas ou contribuição em ativos entre investidor e associada ou joint venture: As alterações lidam com situações em que ocorre uma venda ou contribuição de ativos entre um investidor e sua coligada ou joint venture. (1)

• Alterações à IFRS 10, IFRS 12 e IAS 28 - Entidades de investimento: aplicação da exceção para consolidação: As alterações esclarecem que a isenção de preparar demonstrações financeiras consolidadas vale para uma entidade controladora que seja a controlada de uma entidade de investimento, mesmo que a entidade de investimento avalie todas as suas controladas ao valor justo de acordo com a IFRS 10. (1)

(23)

• IFRS 9 - Instrumentos financeiros: Revisão em 2014, contém exigências para: (a) classificação e mensuração de ativos e passivos financeiros; (b) metodologia de redução ao valor recuperável; (c) contabilização geral de hegde. (2)

• IFRS 15 - Receita de contratos com clientes: Estabelece um único modelo abrangente a ser utilizado pelas entidades na contabilização das receitas resultantes de contratos com clientes. (2)

• IFRS 16 - Operações de arrendamento mercantil: Estabelece os princípios para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação de arrendamento para ambas as partes a um contrato. (3)

(1) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2016. (2) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2018. (3) Em vigor para períodos iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2019.

As alterações às IFRS mencionadas anteriormente ainda não foram editadas pelo CPC. No entanto, em decorrência do compromisso do CPC e do Conselho Federal de Contabilidade - CFC de manter atualizado o conjunto de normas emitidas com base nas atualizações e modificações feitas pelo IASB, é esperado que essas alterações e modificações sejam editadas pelo CPC e aprovadas pelo CFC até a data de sua aplicação obrigatória.

A Administração da Sociedade e de suas controladas diretas e indiretas avaliaram os impactos dessas novas e revisadas IFRS e prevê que sua adoção não provocará um impacto relevante nas demonstrações financeiras da Sociedade.

Não existem outras normas e interpretações emitidas e ainda não adotadas que possam, na opinião da Administração, ter impacto significativo no resultado ou no patrimônio divulgado pela Sociedade e pelas suas controladas diretas e indiretas.

4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA E APLICAÇÕES FINANCEIRAS - CONSOLIDADO

31/12/15 31/12/14

Bancos conta movimento 11.821 6.987

Aplicações financeiras (a) 8.826 7.765

Total - Caixa e equivalentes de caixa 20.647 14.752

Aplicações financeiras - vinculadas aos investimentos (b) 26.322 - Aplicações financeiras - vinculadas a empréstimos e financiamentos (c) - 1.519 26.322 1.519

Circulante 46.969 14.752

Não circulante - 1.519

a) As aplicações financeiras classificadas como caixa e equivalentes de caixa no ativo circulante estão representadas por quotas de fundos de Depósito Interbancário - DI e são resgatáveis em prazo inferior a 90 dias da data das respectivas operações. Essas aplicações foram contratadas com instituições de primeira linha com índice de rendimento equivalente a 98,5% dos Certificados de Depósitos Interbancários - CDI.

(24)

b) As aplicações vinculadas aos investimentos correspondem aos recursos recebidos quando da 2ª Emissão de debêntures da controlada indireta Let´s, conforme mencionado na nota explicativa nº 12 e podem ser utilizadas apenas para a compra de veículos.

c) Aplicações vinculadas a determinadas operações de empréstimos e financiamentos e só podem ser resgatadas quando da liquidação total dos empréstimos.

5. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES - CONSOLIDADO

31/12/15 31/12/14

Clientes no mercado interno 28.597 22.457

Provisão para créditos de liquidação duvidosa (1.519) (1.170) 27.078 21.287

Movimentação na provisão para créditos de liquidação duvidosa

31/12/15 31/12/14

Saldo inicial 1.170 1.179

Integralização de saldos conforme nota explicativa nº 1 115 - Perdas por redução ao valor recuperável reconhecidas sobre os recebíveis 541 348

Valores baixados no exercício como incobráveis - (357)

Reversão da provisão para crédito de liquidação duvidosa (307) -

Saldo final 1.519 1.170

Para determinar a recuperação das contas a receber de clientes, a Sociedade e suas controladas diretas e indiretas consideram qualquer mudança na qualidade de crédito do cliente da data em que o crédito foi inicialmente concedido até o fim do exercício.

Classificação por vencimentos (“aging list”)

31/12/15 31/12/14

Vencidos até 30 dias 3.113 2.953

Vencidos de 31 a 60 dias 314 651

Vencidos de 61 a 90 dias 288 519

Vencidos de 91 a 120 dias 85 44

Vencidos de 121 a 180 dias 167 39

Vencidos de 181 a 360 dias 337 225

Vencidos acima de 360 dias 923 838

Total vencidos 5.227 5.269

A vencer em até 30 dias 19.235 15.010

A vencer de 31 a 60 dias 3.797 1.825

A vencer de 61 a 90 dias 83 67

A vencer de 91 a 120 dias 81 50

A vencer de 121 a 180 dias 65 36

A vencer de 181 a 360 dias 63 95

A vencer acima de 360 dias 46 105

Total a vencer 23.370 17.188

Total 28.597 22.457

(25)

Em 31 de dezembro de 2015, do saldo de contas a receber da controlada indireta Valoriza, no montante de R$196, R$150 são devidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais - SEBRAE MG. Nenhum outro cliente representa mais de 10% do saldo total de contas a receber de clientes e os saldos serão realizados de acordo com os prazos previstos em contrato.

6. ATIVOS DISPONÍVEIS PARA VENDA

31/21/15 31/12/14

Veículos 38.477 10.087

Provisão para realização dos veículos (5.415) (527)

33.062 9.560

As controladas indiretas Let’s, Salute e Valoriza realizam a revenda de seus carros seminovos após o fim dos contratos de aluguel de frota, de dois anos. Estes veículos são contabilizados pelo valor residual de cada um. No exercício findo em 31 de dezembro 2015, as controladas indiretas possuíam 1.163 veículos para revenda (458 veículos em 31 de dezembro de 2014).

Movimentação na provisão para realização dos veículos

31/12/15 31/12/14

Saldo inicial 527 59

Integralização de saldos conforme nota explicativa nº 1 (273) -

Aumento de provisão 5.368 468

Reversão de provisão pela venda dos veículos (207) -

Saldo final 5.415 527

7. IMPOSTOS A RECUPERAR - CONSOLIDADO

31/12/15 31/12/14

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS 2.564 1.237

Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF 1.417 1.491

Instituto Nacional do Seguro Social - INSS 20 16

Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ 86 -

Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido - CSLL 139 -

Programa de Integração Social - PIS 143 -

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS 658 -

Outros impostos 18 79 5.045 2.823 Circulante 3.223 2.275 Não circulante 1.822 548

Créditos acumulados de ICMS

Estão representados por créditos de ICMS sobre aquisição de insumos (óleo diesel) e bens para o ativo imobilizado, cuja apropriação se dá em 48 parcelas a partir da data de entrada do ativo em operação na Sociedade e nas suas controladas diretas e indiretas.

(26)

8. INVESTIMENTOS

31/12/15

Em controladas Morada Let´s Guaicá L’S Total

Investimentos:

Número de ações/cotas representativas do capital social 8.029.691 10.855.660 1.331.485 34.536.030 -

Capital social 8.030 10.856 1.331 34.536 -

Lucro (prejuízo) do exercício (3.476) 3.196 1.162 1.426 -

Participação no capital social 99,99% - 42,76% 82% - Saldo inicial do investimento em 31 de dezembro de 2014 16.469 25.861 3.513 - 45.843

Integralização de participação societária (a) - (28.319) 28.319 -

Resultado de equivalência patrimonial (7.860) 2.918 1.268 1.169 (2.505) Ganho (perda) participações societárias (b) 1.743 (461) (1.743) - (461)

Ganho (perda) transações com minoritários (c) - - - (259) (259)

Compra vantajosa (d) - - - 6.279 6.279

Dividendos recebidos de controlada (192) - (275) - (467) Proposta de distribuição de lucros - - - (436) (436) Saldo final do investimento em 31 de dezembro de 2015 10.160 - 2.763 35.072 47.995

Em controladas 31/12/14

Morada Let´s Guaicá Total

Investimentos:

Número de ações/cotas representativas do capital social 8.029.691 10.855.660 1.331.485 -

Capital social 8.030 10.856 1.331 -

Lucro do exercício 362 2.025 780 -

Participação no capital social 99,99% 99,99% 99,99% -

Saldo inicial do investimento em 31 de dezembro de 2013 16.377 24.317 3.598 44.292

Dividendos recebidos de controlada (180) - (865) (1.045)

Dividendos mínimos obrigatórios - (192) - (192)

Dividendos adicionais propostos (90) (289) - (379)

Resultado de equivalência patrimonial 362 2.025 780 3.167

Saldo final do investimento em 31 de dezembro de 2014 16.469 25.861 3.513 45.843

(a) Conforme mencionado na nota explicativa nº 1.

(b) Em 2 de setembro e 23 de novembro de 2015, através da 16ª e 17ª alterações contratuais da Guaicá, foi aprovado o aumento de capital no valor total de R$1.782 mediante transferência de imóveis da controlada Morada. Como consequência deste aumento de capital, a participação da Sociedade na Guaicá passou de 99,99% para 42,76% e a Morada passou a deter 57,12% de participação na Guaicá. Estas transações geraram ganhos e perdas que não afetam as demonstrações consolidadas. Adicionalmente, conforme mencionado na nota explicativa nº 1, em 20 de novembro de 2015 a Sociedade conferiu sua participação na Let´s, no valor contábil de R$28.319, entretanto, após a conferência do investimento foram identificados ajustes ao resultado da Let´s no valor de R$461 que foram registrados como Outras despesas operacionais no resultado da Sociedade.

(c) Entre os meses de setembro e novembro de 2015 foram distribuídos lucros aos acionistas da controlada L´S Rentals, HMA Participações S.A., Luiz Otavio Pôssas Gonçalves, José Francisco Recorder Gonçalves e MPG Participações Ltda., pelas controladas indiretas Salute e Valoriza, sem distribuição à controlada L´S Rentals, no valor de R$316, gerando ajuste redutor na rubrica de Reserva de capital correspondente à participação da Sociedade na controlada.

(27)

(d) Conforme mencionado na nota explicativa nº 1, a Sociedade integralizou sua participação na Let´s para a constituição da controlada L´S Rentals. Para finalizar o reconhecimento contábil destas operações e atender ao CPC 15 - Combinação de negócios deveria ter sido apurado os valores justos dos ativos transferidos e dos passivos assumidos dessas controladas. Como esta apuração não foi concluída as transações societárias que geraram a criação da L´S Rentals resultaram em um ganho de compra vantajosa que foi registrado no resultado do exercício.

As informações sobre as controladas estão resumidas a seguir:

31/12/2015

Morada L´S Guaicá

Ativo circulante 23.688 533 269

Ativo não circulante 68.944 42.770 7.259

Total do ativo 92.632 43.303 7.527

Passivo circulante 46.970 532 147

Passivo não circulante 35.499 - 918

Patrimônio liquido 10.163 42.771 6.462

Total do passivo e patrimônio líquido 92.632 43.303 7.527

Resultado do exercício (7.860) 1.426 1.505

31/12/2014

Morada Let´s Guaicá

Ativo circulante 16.323 35.200 213

Ativo não circulante 72.287 171.460 3.387

Total do ativo 88.610 206.660 3.600

Passivo circulante 50.665 55.209 87

Passivo não circulante 21.476 125.590 -

Patrimônio liquido 16.469 25.861 3.513

Total do passivo e patrimônio líquido 88.610 206.660 3.600

Resultado do exercício 362 2.025 780

(28)

9. IMOBILIZADO - CONSOLIDADO Terras e terrenos Máquinas e ferramentas Computadores e periféricos Móveis e utensílios Edifícios e

instalações Veículos Outros Benfeitorias

Imobilizado

em andamento Imobilizado total Custo Saldos em 31 de dezembro de 2013 3.828 1.075 1.632 700 1.101 256.884 1.613 2.139 10.739 279.711 Adições 33 59 160 56 - 79.117 424 368 573 80.790 Baixas - (192) (9) (16) - (9.925) (2) - - (10.144) Transferências (1) - - - - - (52.807) - - - (52.807) Saldos em 31 de dezembro de 2014 3.861 942 1.783 740 1.101 273.269 2.035 2.507 11.312 297.550 Integralização de saldos conforme nota explicativa 1 - 5 5 13 101 51.874 146 - - 52.143

Adições 1.799 45 265 17 2.100 28.823 16 379 60.459 93.903 Baixas (698) - - - (1.101) (15.958) - (269) (253) (18.279) Transferências - - - 51.196 - - (51.196) - Transferências (1) - - - (97.121) - - - (97.121) Saldos em 31 de dezembro de 2015 4.962 992 2.053 770 2.201 292.083 2.197 2.617 20.322 328.197 Depreciação Saldos em 31 de dezembro de 2013 - 763 1.293 523 250 48.641 1.280 621 942 54.313 Adições - 91 157 40 44 31.781 255 50 286 32.704 Baixas - (154) (7) (16) - (2.658) (1) - - (2.836) Transferências (1) - - - - - (15.269) - - - (15.269) Sados em 31 de dezembro de 2014 - 700 1.443 547 294 62.495 1.534 671 1.228 68.912 Integralização de saldos conforme nota explicativa 1 - 2 5 8 101 8.928 104 - - 9.148

Adições - 69 163 40 47 32.525 225 383 - 33.452 Baixas - - - - (323) (6.082) - (40) - (6.445) Transferências (1) - - - (30.834) - - - (30.834) Saldos em 31 de dezembro de 2015 - 771 1.611 595 119 67.032 1.863 1.014 1.228 74.233 Saldo residual em 31/12/2014 3.861 242 340 193 807 210.774 501 1.836 10.084 228.638 Saldo residual em 31/12/2015 4.962 221 442 175 2.082 225.051 334 1.603 19.094 253.964

Referências

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