1. Instituto Moleque Mateiro de Educação Ambiental.
2. Apresentação do projeto de campo - locais visitados e assuntos
abordados.
3. Apresentação das equipes de campo.
4. Logística do campo – apresentação do cronograma detalhado.
5. Dúvidas.
6. Contatos Mateiros.
Pauta da Reunião
Instituto Moleque Mateiro de Educação Ambiental
O Instituto Moleque Mateiro de Educação Ambiental (IMM) é uma empresa especializada no desenvolvimento e implementação de projetos e formações em educação ambiental (EA) e atua há onze anos junto a escolas e universidades; Unidades de Conservação (UC) municipais, estaduais e federais; empresas e setores públicos.
Durante quatro anos esteve incubado no Instituto Gênesis, PUC – Rio para amadurecimento da gestão corporativa. No âmbito político, o IMM é membro da Câmara Técnica de Educação Ambiental do Conselho Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro e dos conselhos consultivos do Mosaico Carioca de Áreas Protegidas, Parque Nacional da Tijuca, Parque Natural Municipal da Catacumba entre outras UCs. Junto ao INEA, órgão ambiental do Estado do Rio de Janeiro, o Instituto atua no fomento ao desenvolvimento de projetos de educação ambiental junto a Unidades de Conservação do Estado.
Com foco no desenvolvimento da EA na sociedade, atualmente o IMM desenvolve e aplica projetos que atendem as instituições de ensino, o setor corporativo e pessoas físicas/ famílias. A frente, uma breve apresentação do Projeto SENZALA & CASA GRANDE.
Apresentação
O projeto SENZALA & CASA GRANDE é uma proposta de trabalho de campo elaborada pelo
(IMM) para atender uma demanda apresentada pelos professores do 5° ano do Colégio São Vicente
de Paulo (CSVP). O campo passa por dois locais de grande relevância histórica do período do ciclo do
café – século XIX, sendo inicialmente no Quilombo São José da Serra e posteriormente a Fazenda
Ponte Alta. No Quilombo temos a oportunidade de conhecer de perto a história do local e as
manifestações culturais quilombolas. A Ponte Alta é uma fazenda histórica do século XIX que é
apresentada por personagens da época, como o Barão e a Baronesa de Mambucaba.
A passagem do café pelo Vale do Paraíba deixou suas marcas sociais e na paisagem. Na
região além do Quilombo São José existem outros locais de resistência da cultura negra africana,
caracterizando um local que teve grande utilização de mão de obra escravizada oriunda da África. A
Ponte Alta é mais uma grande fazenda na região dos tempos áureos do café.
Com isso as visitas ao Quilombo e posteriormente a Fazenda Ponte Alta são
complementares e enriquecem o entendimento dos alunos em relação ao período histórico
vivenciado. Sendo a Mata Atlântica o bioma que sofreu grandes transformações nesse período, a
discussão dos impactos ambientais associados ao desmatamento também é abordado com os
alunos ao longo do campo.
Quilombo São José da Serra
O Quilombo São José está localizado no município de Valença – Médio Vale do Paraíba do Sul – e é considerado o mais antigo do Estado, com 150 anos de história de lutas e resistência. No local moram aproximadamente 200 famílias em que a grande maioria vive do sustento da terra e das atividades culturais desenvolvidas pelo Quilombo.
A visita ao Quilombo é dividida em quatro momentos: 1. Contexto Histórico.
2. Trilha do Jequitibá. 3. Almoço.
4. Roda de Jongo
Fazenda Ponte Alta
A fazenda Ponte Alta é uma fazenda histórica dos tempos áureos do café no Médio Vale Paraíba. Na fazenda a visita é conduzida por personagens da época que dão uma aula de história do Brasil, primeiro apresentando e demostrando como funcionava uma verdadeira fazenda de café do século XIX relacionando o ciclo econômico para o desenvolvimento do Brasil. Decisões tomadas no século XIX, como a Lei de Terras (1850) e a Lei Áurea são discutidas em campo para trazer a reflexão dos alunos para as desigualdades sociais de acesso à terra e descriminação no país.
O quadrilátero produtivo da fazenda se mantém de pé, tendo apenas a Casa Grande sofrido reformas que a descaracterizaram da arquitetura da época. Porém a senzala, aqueduto, ambulatório dos escravos e a túlia ainda estão de pé. O sarau, é feito a noite onde todos são convidados a aprender a dançar os ritmos da época com os personagens.
Objetivos/ Metodologia
• Visitar uma comunidade quilombola;
• Conhecer as influencias da cultura africana na miscigenação cultural brasileira. • Visitar uma fazenda de café do século XIX com arquitetura preservada.
• Estudar o ciclo econômico do café in loco.
• Perceber as transformações na paisagem e os impactos ambientais da atividade cafeeira. • Estudar em campo as questões sociais do século XIX.
• Estudar o passado para entender o presente.
METODOLOGIA
A metodologia aplicada pelo IMM é dividida em dois momentos: o primeiro com os alunos e professores no espaço escolar e o segundo em campo tendo experiências incríveis com os anfitriões.
No Quilombo somos recebidos pelo Seu Toinho, anfitrião que atualmente é o responsável pelas atividades culturais do local. Durante a visita o grupo será dividido nas três turmas para melhor aproveitamento das atividades propostas. Ao final todos participam de uma animada roda de jongo.
Na Ponte Alta somos recebidos pelo Barão e Baronesa de Mambucaba que inicialmente nos conduzem para o Sarau a noite (pós jantar) e na visita ao quadrilátero produtivo da fazenda. Ao final temos tempo para trilha na Mata Atlântica, brincadeiras cooperativas e toboágua.
Cronograma
1° Dia
• 06:00 Chegada dos alunos no CSVP
• 06:30 Saída do CSVP
• 10:30 Chegada no Quilombo São José da
Serra
Lanche;
Contexto histórico;
Trilha do Jequitibá;
Almoço Tradicional
Roda de Jongo
• 15:00 Embarque para a Faz. Ponte Alta
• 17:00 Chegada na Ponte Alta e acomodação
nos quartos
• 19:00 Jantar
• 20:00 Sarau + festa de confraternização
• 22:30 Todos na cama!
2° Dia
• 07:30 Despertar – Café da Manhã
• 09:00 Início da visita guiada
• 11:00 Tempo Livre – trilha, visita a criação de
aves e toboágua
• 13:00 Almoço
• 15:00 Lanche
• 16:00 Embarque
Estrutura Oferecida
• Encontro com pais e alunos prévio a realização da atividade.
• Equipe interdisciplinar com sete educadores do IMM.
• Elaboração e impressão do Caderno de Campo.
• Transporte de ida e volta em ônibus executivo – Marinho Turismo.
• Visita guiada no Quilombo São José com almoço & jongo.
• Pernoite com pensão completa na Ponte Alta –
jantar, café da manha, almoço e lanche da tarde.
• Canecas do Moleque Mateiro.
• Gratuidade para cinco profissionais do CSVP.
Chico Schnoor – Diretor Administrativo
Tel.: 21. 99474-5814
Email:
[email protected]
Priscila
Fontenelle
–
Coordenadora
Operacional
Tel.:21. 99660-7444
Email:
[email protected]
Contatos
Instituto Moleque Mateiro de EA
Tel.: 21. 3529-8335 / 21. 99923-0325
Email:
[email protected]
Site:
molequemateiro.com.br
/molequemateiro @molequemateiro