Sistemas Distribuídos
Guilherme Bertoni Machado
Faculdades SENAC
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
A maioria é causada pelo ser humano e intencional
Inicialmente os hackers eram adolescentes ou estudantes que participavam de um jogo
Atualmente as falhas de segurança podem representar grandes prejuízos para as empresas
Os hackers tornaram-se prossionais
Proteger os dados corporativos torna-se questão de sobrevivência para as empresas
Transmissão/Armazenamento seguro de informação
Uso de Criptograa
Recentes
Impedimento de acesso (denial of service attack)
Ataque massivo sobre servidores
Segurança em Código Móvel
Como conar em código vindo do exterior? Afetar consistência, desempenho, disponibilidade, etc.
Os princípios básicos de segurança em sistemas de comunicação compreendem:
Condencialidade - tem por objetivo proteger a informação intercambiada prevenindo-a de acessos não autorizados; Integridade - deve garantir a veracidade da informação protegendo-a de modicações não autorizadas;
Autenticidade - visa garantir a identidade dos parceiros do intercâmbio através da autenticação dos usuários;
Disponibilidade - objetiva prevenir interrupções na operação da rede garantindo a disponibilidade do uso da informação.
Os usuários estão interconectados com as suas aplicações distribuídas através de redes abertas não-conáveis que podem ser compartilhadas por outros usuários, os quais não estão autorizados a acessar determinados sistemas. Assim sendo é necessário identicar e autenticar o usuário que solicitar conexão ao sistema bem como vericar se ele possui autorização para acessar os recursos solicitados.
A identicação é o processo inicial para vericar se esse usuário está cadastrado ao sistema; normalmente essa identicação é realizada através de um user-id.
A autenticação é a etapa seguinte na qual o usuário deverá provar sua identidade. Antigamente este processo era sinônimo de password, porém atualmente podemos classicar os métodos de autenticação do usuário em três categorias:
Algo que o usuário conheça - o sistema indaga por uma informação que o usuário tenha conhecimento, sendo o caso típico da password;
Algo que o usuário possua - o sistema solicita a apresentação de algo físico que o usuário tenha, podendo ser desde um simples cartão magnético até sosticados dispositivos eletrônicos;
Algo que o usuário seja - esta categoria está relacionada como os sistemas biométricos que são métodos automatizados para vericar a identidade de uma pessoa, baseando-se em alguma característica siológica ou comportamental.
Vulnerabilidade
São erros no projeto ou conguração dos Sistemas
Computacionais que podem ser exploradas para se produzir falhas intencionais ou não.
Ataque
São investidas contra os Sistemas Computacionais para explorar as suas vulnerabilidades e causar falhas intencionais. Podem assumir varias formas: destruição, modicação, roubo, revelação da informação ou interrupção de serviços.
Ataque
Personicação: uma entidade faz-se passar por outra. Replay: uma mensagem, ou parte dela, é capturada, armazenada e posteriormente retransmitida.
Modicação: o conteúdo de uma mensagem é alterado. Recusa ou Impedimento de Serviço: interrupção de algum serviço (geração de mensagens em grande quantidade). Ataques Internos: um usuário executa uma operação não autorizada para o mesmo.
Armadilhas (trapdoor): uma entidade legitima é substituída por outra alterada.
Ataque (continuação)
Cavalos de Tróia: entidade falsa produz o mesmo serviço que a legitima com o intuito de se camuar e executa uma operação adicional não autorizada.
Spoong: interceptação da comunicação entre dois hosts por um host não autorizado.
Ataque (continuação)
Sning: usa o principio da propagação da mensagem através do meio físico para ouvir todos as mensagens que nele trafegar. Normalmente este tipo de ataque é usado na preparação de outros ataques.
Intrusão: é o resultado de um ataque bem sucedido. Ameaça: probabilidade potencial de um Sistema Computacional ser alvo de um ataque.
Risco: probabilidade potencial de um Sistema Computacional ser invadido (Vulnerabilidade X Ameaça).
Regras e práticas para proteger informações e recursos.
Nível de sensibilidade da informação. Identidade do usuário.
Política dos 4P
Paranóica: tudo é negado.
Prudente: tudo é proibido exceto o que for explicitamente permitido.
Permissiva: tudo é permitido exceto o que for explicitamente proibido.
Autenticidade: garantir-se que um usuário é realmente quem se diz ser e as ações a ele atribuídas tenham sido realmente de sua autoria.
Condencialidade: usuários autorizados tenham acesso as informações devidas e ninguém mais.
Integridade: garante que um documento autentico não foi alterando acidentalmente ou intencionalmente ou que esteja sendo reutilizado sem que seja percebido.
Disponibilidade: continuidade dos seus serviços acessíveis aos usuários autorizados.
Controle de Acesso
Access Control List: lista com a identicação do usuário ou processo e suas permissões para cada objeto.
Capabilities: lista para cada usuário ou processo com a identicação do objeto e suas permissões.
Access Control Matriz: é uma matriz onde as linhas são compostas pelos usuários, as colunas por objetos e os elementos são listas de permissões (Capability X ACL).
Criptograa: transformar um texto em claro em um texto criptografado através de um método de criptograa.
O método de criptograa é conável e seguro quando ele é de domínio público
Criptograa Simétrica: a chave utilizada para criptografar um texto é a mesma para descriptografa-lo.
DES (Data Encryption Standard)
Criptograa Assimétrica: a chave para criptografar uma mensagem é diferente da chave para descriptografa-la.
RSA (Rivest, Shamir e Adleman)
Outros métodos e padrões (Assinatura digital, Messages Digests - MD5, etc.)
Segurança na Arquitetura TCP/IP
IPv4 não possui nenhum mecanismo de segurança Secure Sockets Layer (SSL)
Desenvolvida pela Netscape (RFC 2246) Autenticação e criptograa simétrica Entre as camadas de Transporte e Aplicação
Internet Protocol Version 6 (IPv6)
Segurança - IPSec
Espaço de endereçamento IP Qualidade de serviço (QoS)
Circuitos de criptograa: hardware ou software
Physical Circuit Encryption: camadas Física ou de Enlace Virtual Circuit Encryption: camada de Aplicação
Seleção de Trafego
Switches
Melhoram a performance Anulam ataques tipo Sning
Roteadores ou Switches com suporte a VLANs
Isolam o trafego até o nível de rede
Firewalls, Filtros e Proxies: são softwares que operam em hosts conectados em mais uma rede.
O trafego de entrada e saída deve uir através do rewall Apenas o trafego autorizado deve uir através do rewall O rewall deve operar num host que é um Trusted Computing Bases (TCB)
Os rewalls podem ser classicados em ltros e proxies Nos ltros o trafego ui através do rewall
Os proxies atuam como intermediários no trafego
Proteção dos Dados e Serviços
Ações para tornarem os sistemas mais seguros:
Prevenção a ataques Detecção e reação a invasões Tolerância a invasões
Circuitos de Criptograa
Uso de certicados de autenticidade
Certication Authority (CA)
Gerenciamento de chaves para criptograa simétrica