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Índice. 1. Introdução Organograma da DGArtes 5

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Índice

1. Introdução

3

2. Organograma da DGArtes

5

3. Recursos Humanos

6

3.1. Efectivos

6

3.2. Estrutura etária

8

3.3. Estrutura de antiguidade

12

3.4. Habilitações literárias dos efectivos

15

3.5. Admissões

18

3.6. Saídas

19

3.7. Mudança de situação

21

3.8. Modalidades de horários

22

3.9. Trabalho extraordinário

23

3.10. Ausências ao trabalho

24

3.11. Horas não trabalhadas

26

4. Encargos com o Pessoal

26

4.1. Encargos

26

4.2. Encargos com prestações pessoais

27

5. Formação Profissional

28

5.1. Acções de Formação

28

5.2. Horas dispendidas em acções de formação29

5.3. Encargos anuais com formação

30

6. Relações Profissionais e Disciplina

30

7. Considerações Finais

31

(3)

1. Introdução

O Balanço Social, instrumento privilegiado de gestão de recursos humanos em qualquer

organização, é um documento elaborado por força da aplicação do Decreto-Lei nº 190/96 de

9 de Outubro, obrigando assim à sua execução e apresentação anual.

O presente Balanço, ao resumir a evolução ocorrida durante o ano de 2007, no que respeita

aos recursos humanos da Direcção-Geral das Artes (adiante designada por DGArtes),

pretende ser um contributo proveitoso para o planeamento e gestão desses recursos ao

quantificar determinados indicadores que deverão ser o suporte de futuras tomadas de

decisão nesta área.

No ano de 2007, tal como em toda a Administração Central do Estado iniciou-se o processo

de reestruturação do Ministério da Cultura, com a publicação de novos diplomas orgânicos.

Em conformidade, e no que se reporta à DGArtes, nos termos do disposto no n.º 4 do artigo

26.º do Decreto-Lei n.º 215/2006, de 27 de Outubro, que aprovou a Lei Orgânica do

Ministério da Cultura, foi publicado o Decreto-Lei n.º 91/2007, de 29 de Março, que operou a

reestruturação do Instituto das Artes, que passou a integrar a Administração Directa do Estado

com a designação de Direcção-Geral das Artes, no âmbito do processo global de reforma da

Administração Pública, definindo a respectiva missão, atribuições e tipo de organização interna

obedecendo ao modelo de estrutura misto.

Ora esse processo de reestruturação orgânica repercutiu-se, numa 1.ª fase, nos recursos

humanos afectos à actividade do Serviço em regime de avença.

Em desenvolvimento do Decreto-Lei n.º 169/2006, de 17 de Agosto, veio o Ministério da

Cultura – Despacho n.º 44/MC/2006, de 11 de Outubro – fixar por Organismo e Serviço o

número máximo de contratos de avença imprescindíveis ao normal desenvolvimento das

tarefas relacionadas com as actividades nucleares, fixando de igual modo como um dos

critérios para a sua manutenção as necessidades de pessoal qualificado no âmbito da missão

e atribuições prosseguidas pelos serviços em que é exigido um grau elevado de tecnicidade

em detrimento das funções genéricas.

(4)

Como consequência desse processo na DGArtes foi reduzido significativamente o pessoal em

regime de contrato de avença aos considerados imprescindíveis nas áreas operativas de

actuação ou core business do Serviço, como são a título de exemplo o apoio às artes – através

das modalidades de apoio financeiro que decorrem dos quadros institucionais – a produção de

exposições de arte contemporânea em eventos internacionais e o acompanhamento do

Programa de Difusão e Descentralização das Artes “Território Artes”.

(5)
(6)

3. Recursos Humanos

3.1 Efectivos

O número total de efectivos que exerciam funções na Direcção-Geral das Artes em 31 de

Dezembro de 2007 totalizava 67, nos seguintes regimes:

ƒ 51 trabalhadores, em regime de nomeação e requisição;

ƒ 6 trabalhadores em regime de contrato individual de trabalho (1 sob a forma de

cedência ocasional);

ƒ 10 em regime de contrato de avença.

Quadro 1 – Total de efectivos

Recursos Humanos Dirigente Superior Técnico Informática Técnico Profissional Técnico Administrativo Auxiliar Operário Total

H 3 9 2 1 1 0 2 18 Total de efectivos M 3 28 0 1 4 11 2 49

T 6 37 2 2 5 11 4 67

H 3 5 1 1 0 0 2 12 Nomeação M 3 16 0 1 4 11 1 36

T 6 21 1 2 4 11 3 48

H 0 Contrato Administrativo M 0 de Provimento T 0

H 0 1 1 Contrato Individual M 4 0 4 de Trabalho T 4 1 5 H 0 Contrato de Trabalho M 0 a Termo Certo T 0

H 4 4

Prest. de Serviços (C. Avença) M 6 6

T 10 10

H 0 1 0 1

(7)

Gráfico 1 – Total de efectivos

Efectivos

6 6 37 21 4 10 2 2 1 1 2 2 5 4 1 11 11 4 3 1 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Total de efectivos Nom eação Contrato Individual de Trabalho Prestação de serviços (C. Avença) Requisição, Cedência de trabalhador

Dirigente Técnico Superior Informática

Técnico Técnico Profissional Administrativo Auxiliar

Verifica-se, tal como em anos anteriores, a concentração de maior número de efectivos

nos grupos de pessoal técnico superior e administrativo, com clara predominância para as

funções de cariz técnico.

Em termos de regimes de relação jurídica de emprego público, de salientar que o regime

de contrato individual de trabalho actualmente existente decorreu na sua generalidade da

fixação nos diplomas orgânicos dos organismos que antecederam a DGArtes da

possibilidade de recrutamento, ao abrigo dessa figura, de pessoal técnico superior

especializado em arte contemporânea e artes do espectáculo.

1

Não obstante essas previsões legais permitirem o recrutamento, só no domínio da arte

contemporânea (artes visuais)

2

é que foram celebrados contratos individuais de trabalho,

devendo-se essa situação, sobretudo ao facto de terem sido contratados antes da entrada

em vigor da Lei n.º 23/2004, de 22.06, (Regime do Contrato Individual de Trabalho na

Administração Pública), que veio impor como limites para o recrutamento a necessidade

de aprovação de alguns instrumentos, como o quadro de pessoal nesse regime, aprovação

1

Mais recentemente no Instituto das Artes (vide artigo 32.º do Decreto-Lei n.º 181/2003, de 16.08).

2

(8)

que nunca veio a efectivar-se motivada pelo início do Programa de Reestruturação da

Administração Pública.

3.2 Estrutura etária

Quadro 2 – Estrutura etária

Estrutura etária da

DGArtes

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 18 anos 0 0

0

18 - 24 0 0

0

25 - 29 1 2

3

30 - 34 3 5

8

35 - 39 3 10

13

40 - 44 4 4

8

45 - 49 1 6

7

50 - 54 1 7

8

55 - 59 2 7

9

60 - 64 3 8

11

65 - 69 0 0

0

70 e mais 0 0

0

Total

67

Nível médio etário

46,12

Obs: Independentemente do vínculo.

Comparativamente com o ano anterior, verifica-se um aumento substancial do grupo etário

compreendido entre 60-64, com consequências no aumento do nível médio etário.

Estrutura Etária da DGARTES

1 2 3 5 3 10 4 4 1 6 1 7 2 7 3 8 0 10 20 30 40 50 60 Hom ens Mulheres

(9)

Quadro 3 – Estrutura etária de funcionários públicos

Estrutura etária F.P.

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 18 anos 0 0

0

18 - 24 0 0

0

25 - 29 1 0

1

30 - 34 0 4

4

35 - 39 1 4

5

40 - 44 4 4

8

45 - 49 1 4

5

50 - 54 1 5

6

55 - 59 2 9

11

60 - 64 3 8

11

65 - 69 0 0

0

70 e mais 0 0

0

Total

51

Nível médio etário

49,33

Gráfico 3

Estrutura Etária F.P. 1 0 0 4 1 4 4 4 1 4 1 5 2 9 3 8 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Hom ens Mulheres 25 - 29 30 - 34 35 - 39 40 - 44 45 - 49 50 - 54 55 - 59 60 - 64

Constata-se que no regime de função pública os grupos que se evidenciam em termos

etários (55-59 e 60-64) correspondem a 43,13% do total.

(10)

Quadro 4 – Estrutura etária de contratos de trabalho

Estrutura etária CIT

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 18 anos 0 0

0

18 - 24 0 0

0

25 - 29 0 0

0

30 - 34 1 0

1

35 - 39 0 3

3

40 - 44 0 0

0

45 - 49 0 2

2

50 - 54 0 0

0

55 - 59 0 0

0

60 - 64 0 0

0

65 - 69 0 0

0

70 e mais 0 0

0

Total

6

Nível médio etário

39,67

Gráfico 4

Estrutura Etária CIT

0 1 2 3 4 5 6

Ho mens M ul her es

30 - 34 35 - 39 40 - 44 45 - 49

(11)

Quadro 5 – Estrutura etária Avenças

Estrutura etária Avenças

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 18 anos 0 0

0

18 - 24 0 0

0

25 - 29 0 2

2

30 - 34 2 1

3

35 - 39 2 3

5

40 - 44 0 0

0

45 - 49 0 0

0

50 - 54 0 0

0

55 - 59 0 0

0

60 - 64 0 0

0

65 - 69 0 0

0

70 e mais 0 0

0

Total

10

Nível médio etário

33,6

Gráfico 5

Estrutura Etária Avenças

0 1 2 3 4 5 6 7

H o m e n s M u l h e r e s

25 - 29 30 - 34 35 - 39

Tal como nos efectivos em regime de contrato de trabalho, predomina o grupo etário

35-39 anos.

(12)

Em resumo, globalmente e em similitude com o ano transacto verifica-se que a média das

idades é menor nos efectivos em regime de avença, seguindo-se os contratos individuais

de trabalho e por último os funcionários públicos.

3.3 Estrutura de antiguidade

Quadro 6 – Estrutura antiguidades funcionários públicos

Estrutura de Antiguidades FP

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 05 anos 1 0

1

05 - 09 1 4

5

10 - 14 2 5

7

15 - 19 2 2

4

20 - 24 2 6

8

25 - 29 0 3

3

30 - 35 4 14

18

36 e mais 1 4

5

Total

13 38 51

Nível médio de antiguidades

24,08

Estrutura de Antiguidades FP 1 0 1 4 2 5 2 2 2 6 0 3 4 14 1 4 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Hom ens Mulheres

até 05 anos 05 - 09 10 - 14 15 - 19 20 - 24 25 - 29 30 - 35 36 e mais

(13)

Relativamente ao ano de 2006 em regime de funcionalismo público, em termos de

antiguidade confirma-se a tendência, ou seja, os funcionários que detêm mais de 30 anos

correspondem a 45%, e os menos de 15 anos 25,5%, que como foi dito nesse ano, estes

dados podem ser compreendidos pelo congelamento dos ingressos neste regime.

Quadro 7 – Estrutura antiguidades contratos de trabalho

Estrutura de Antiguidades CIT

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

até 05 anos 0 1

1

05 - 09 1 4

5

10 - 14 0 0

0

15 - 19 0 0

0

20 - 24 0 0

0

25 - 29 0 0

0

30 - 35 0 0

0

36 e mais 0 0

0

Total

1 5 6

Nível médio de antiguidades

6,50

Estrutura de Antiguidades CIT

0 1 1 4 0 1 2 3 4 5 6 Hom ens Mulheres até 05 anos 05 - 09

Gráfico 7

Constata-se que os trabalhadores neste regime têm menos de 10 anos de antiguidade.

Como se referiu inicialmente, os contratos em apreço, na sua generalidade, dizem respeito

a pessoal contratado para o exercício de funções técnicas especializadas no domínio das

(14)

artes ao abrigo de normas legais habilitantes recentes, daí poder-se concluir pela menor

antiguidade em relação aos efectivos do regime de função pública.

Quadro 8 – Estrutura antiguidades Avenças

Estrutura de Antiguidades Avenças

(em 31 de Dezembro)

Homens

Mulheres

Total

até 05 anos 3 4

7

05 - 09 1 2

3

10 - 14 0 0

0

15 - 19 0 0

0

20 - 24 0 0

0

25 - 29 0 0

0

30 - 35 0 0

0

36 e mais 0 0

0

Total

4 6

10

Nível médio de antiguidades

3,70

Estrutura de Antiguidade Avenças

0 1 2 3 4 5 6 7

H o m e n s M u l h e r e s

at é 05 anos 05 - 09

Gráfico 8

Independentemente do número de saídas neste regime, pelas razões aduzidas

inicialmente, comparativamente com 2006 verifica-se um aumento do nível médio de

antiguidades de efectivos em situação precária.

(15)

3.4 Habilitações literárias dos efectivos

Quadro 9 – Estrutura habilitacional/funcionários públicos

Estrutura Habilitacional FP

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

Menos de 4 anos de escolaridades 0 0

0

4 anos de escolaridade 2 0

2

6 anos de escolaridade 0 2

2

9 anos de escolaridade 0 4

4

11 anos de escolaridade 1 8

9

12 anos de escolaridade 2 3

5

Bacharelato ou Curso Médio 0 0

0

Licenciatura/Pós Graduação 8 17

25

Mestrado 0 4

4

Doutoramento 0 0

0

Total

13 38 51

Gráfico 9

Estrutra Habilitacional FP 2 0 0 2 0 4 1 8 2 3 8 17 0 4 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Hom ens Mulheres 4 anos de escolaridade 6 anos de escolaridade 9 anos de escolaridade 11 anos de escolaridade 12 anos de escolaridade Licenciatura/Pós Graduação Mestrado

Sobressai os funcionários detentores de habilitações superiores (licenciatura e mestrado)

com 56,8%, seguindo-se os de 11 anos de escolaridade com 17,6%.

Mesmo em menor grau do que nos restantes regimes, da leitura dos dados em apreço

resulta em certa medida a elevada tecnicidade operativa que envolve a actividade da

DGArtes para cumprimento da sua missão.

(16)

Quadro 10 – Estrutura habilitacional/contratos de trabalho

Estrutura Habilitacional CIT

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

Menos de 4 anos de escolaridades 0 0

0

4 anos de escolaridade 0 0

0

6 anos de escolaridade 0 0

0

9 anos de escolaridade 1 0

1

11 anos de escolaridade 0 0

0

12 anos de escolaridade 0 0

0

Bacharelato ou Curso Médio 0 0

0

Licenciatura 0 4

4

Pós-Graduação 0 0

0

Mestrado 0 1

1

Doutoramento 0 0

0

Total

1 5 6

Gráfico 10

Estrutura Habilitacional CIT

1 0 0 4 0 1 0 1 2 3 4 5 6 Hom ens Mulheres

9 anos de escolaridade Licenciatura Mestrado

Actualmente, com excepção de um trabalhador afecto à unidade da Casa das Artes no

Porto com funções de projeccionista, todos os trabalhadores neste regime tem

habilitações superiores e estão afectos às funções nucleares da DGArtes.

(17)

Quadro 11 – Estrutura habilitacional/Avenças

Estrutura Habilitacional Avenças

(em 31 de Dezembro

)

Homens

Mulheres

Total

Menos de 4 anos de escolaridades 0 0

0

4 anos de escolaridade 0 0

0

6 anos de escolaridade 0 0

0

9 anos de escolaridade 0 0

0

11 anos de escolaridade 0 0

0

12 anos de escolaridade 0 0

0

Bacharelato ou Curso Médio 0 0

0

Licenciatura 4 5

9

Pós-Graduação 0 0

0

Mestrado 0 1

1

Doutoramento 0 0

0

Total

4 6 10

Estrutura Habilitacional Avenças

4 5 0 1 0 1 2 3 4 5 6 7 Hom ens Mulheres Licenciatura Mestrado

Gráfico 11

De igual modo, actualmente, verifica-se a mesma situação habilitacional que existe no

regime analisado anteriormente e estão todos os efectivos afectos às funções nucleares

da DGArtes, por força das funções de consultadoria que exercem.

(18)

3.5 Admissões

Quadro 12 – Admissões (independentemente da modalidade)

Admissões

(durante o ano)

Dirigente

Técnico

Superior

Informática

Técnico

Técnico

Prof.

Administr. Auxiliar

Total

H 0

0

Nomeação M 3

3

T

3 0 0 0 0 0 0

3

H 0

0

Acordo de cedência ocasional de M 1

1

trabalhador T

0 1 0 0 0 0 0

1

H 0

0

Transferência M 1

1

T

0 0 0 0 0 1 0

1

H

0

Prest. Serviços (C.Avença) M

0

T

0 0 0 0 0 0 0

0

H 0 1 0

1

Requisição M 1 0 1

2

T

0 1 1 0 0 0 1

3

H 0

0

Outros (regresso de situação de M 2

2

requisição). T

0 2 0 0 0 0 0

2

Total T

3 4 1 0 0 1 1

10

Adm issões 3 1 1 1 1 1 1 2 Dirigente Técnico Superior Inform ática Adm inistr. Auxiliar

(durante o ano) Nomeação

Acordo de cedência ocasional de trabalhador Transferência

Prest. Serviços (C.Avença) Requisição

Outros (regresso de situação de requisição)

Gráfico 12

As modalidades de admissões por nomeação e por requisição dominam em termos de

estatuto público.

(19)

Indo ao encontro das orientações governamentais em matéria de recursos humanos e da

sua mobilidade, é de salientar o aumento e o recurso aos instrumentos de mobilidade geral

e especial, neste último caso através de reinicio de funções de pessoal que se encontrava

nessa situação.

3.6 Saídas

Quadro 13 – Saídas (independentemente do vínculo)

Saídas

(durante o ano)

Dirigente

Técnico

Superior

Informática

Técnico

Téc.Prof.

Administrativo Auxiliar Operário

Total

H

2 1 0 0 0

0 0 0

3

Do Quadro

M

0 0 0 0 0

1 0 0

1

T

2 1 0 0 0

1 0 0

4

H

0 1 0 0 1

0 0 0

2

Fora do Quadro

M

0 12 0 0 0

0

0 0

12

T

0 13 0 0 1

0

0 0

14

Total

T

2 14 0 0 1

1

0 0

18

Saídas durante o ano

2 2 1 13 14 1 1 1 1 0 2 4 6 8 10 12 14 16

Do Quadro Fora do Quadro Total

Dirigente Técnico Superior Téc.Prof. Administrativo

Gráfico 13

A tendência verificada no acto transacto de saídas maioritariamente de efectivos fora do

quadro manteve-se.

(20)

Quadro 14 – Motivo das saídas/funcionários públicos

Motivo das Saídas dos

Funcionários Públicos

Dirigente

Técnico

Superior Informática Técnico Téc.Prof. Administrativo Auxiliar Operário Total

Falecimento 0

Exoneração 0

Aposentação 1 1

Extinção do posto de trabalho 0

Aposentação compulsiva 0

Nulidade do contrato 0

Mútuo acordo 0

Transferência 1 1

Requisição 0

Cessação de Comissão de serviço 1 1

Total 1 1 0 0 0 1 0 0 3

Quadro 15 – Motivo das Saídas de CIT

Motivo das Saídas do pessoal com Cont. individual trab.

Total

Caducidade

Extinção do posto de trabalho

Nulidade do contrato

Fim da comissão de serviço

1

Outros (1 fim de cedência ocasional trabalhador e 1 cessação

do contrato por abandono do trabalho)

2

Total

3

Quadro 16 – Motivo Saídas/Avenças

Motivo das Saídas do pessoal com

Contr. Avença

Total

Caducidade

Rescisão pela entidade contratante

9

Denuncia de qualquer das partes

Rescisão pelo contratado

Outros

(21)

Como em certa medida já se deu nota, as saídas deram-se, sobretudo, no grupo de

pessoal técnico superior em regime de contrato de avença de pessoal afecto às funções

nucleares da DGArtes.

3.7 Mudança de situação

Quadro 17

Promoções/progressões

Dirigente Técnico

Superior Informática Técnico

Téc.Prof.

Administrativo Auxiliar

Total

H

0

Promoções M

0

T

0 0 0 0 0 0 0

0

H

0

Promoções mérito excepcional M

0

T

0 0 0 0 0 0 0

0

H

0

Progressões M

0

T

0 0 0 0 0 0 0

0

H

0

Total de promoções M

0

T

0 0 0 0 0 0 0

0

H 0

0

Reconversões/reclassificações M 2

2

T 0 2 0 0 0 0 0

2

Em termos de promoções, ao contrário do que ocorreu no ano transacto no qual existiam

efectivos que reuniam os requisitos legais para a promoção, no ano em apreço não se

operou nenhuma.

No que se refere a progressões manteve-se o seu congelamento, conforme foi

determinado pela Lei n.º 43/2005, de 29 de Agosto.

Note-se que é de realçar que foi efectuada uma reclassificação ao abrigo do regime

específico previsto para o pessoal docente dos estabelecimentos públicos que exerciam

funções transitoriamente em serviços da Administração Directa e Indirecta do Estado –

Decreto-Lei n.º 314/2007, de 17 de Setembro.

(22)

3.8 Modalidades de horários

Quadro 18

Modalid. Horário

Dirig.

Técnico

Superior

Informática

Técnico

Técnico

Profis.

Administrativo Auxiliar Oper.

Total

Horário rígido 0 22 2 2 5 6 4 0

41

Horários flexíveis 0 0 0 0 0 0 0 0

0

Horários desfasados 0 0 0 0 0 0 0 0

0

Jornada contínua 0 1 0 0 0 1 0 0

2

Trabalho por turnos 0 0 0 0 0 0 0 0

0

Trabalhador-estudante 0 2 0 0 0 1 0 0

3

Assist. descend. menores 0 0 0 0 0 0 0 0

0

Semana de 4 dias 0 1 0 0 0 0 0 0

1

Isenção de horário 6 0 0 0 0 3 0 0

9

6 26

2

2 5

11

4 0

56

Gráfico 14

Modalidades de Horário

0 0 0 0 6 22 1 2 1 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 5 0 0 0 0 6 1 1 0 3 4 0 0 0 0 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 Horário rígido Jornada contínua Trabalhador-estudante Sem ana de 4 dias Isenção de horário

Dirig. Técnico Superior Informática Técnico Técnico Profis. Administrativo Auxiliar

Como se constata prevalece na sua grande maioria (73,21%) a modalidade de horário

rígido.

(23)

3.9 Trabalho extraordinário

Quadro 19

Trabalho extraordinário, nocturno e em dias de descanso semanal,

complementar e feriados

(durante o ano)

Total

H 876

Trabalho extraordinário (semanal)

M

0

T

876

H 0

Trabalho extraordinário compensado por dedução do período normal de

trabalho

M 0

T

0

H 0

Trabalho extraordinário compensado por acréscimo do período de férias

M

0

T

0

H 0

Trabalho nocturno

M

0

T

0

H 329

Em dias de descanso complementar

M

7

T

336

H 146

Em dias de descanso semanal

M

7

T

153

H 0

Em dias feriados

M

0

T

0

Em termos comparativos com o ano anterior verifica-se um menor número de horas

prestadas em trabalho extraordinário, designadamente na vertente semanal. O trabalho é

essencialmente prestado pelo efectivo com funções de motorista.

(24)

3.10 Ausência ao trabalho

Quadro 20

Ausência ao trabalho Dirigente Técnico

Superior Informática Técnico

Técn.

Prof. Administ. Auxiliar Operário Total

H 0 0 Casamento M 0 0 T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 H 0 0 Maternidade./Paternidade M 120 120 T 0 120 0 0 0 0 0 0 120 H 0 Nascimento M 0 T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 H 2 5 0 7 Falecimento familiar M 0 5 9 14 T 2 10 0 0 9 0 0 21 H 12 20 0 0 0 3 35 Doença M 0 63 158 64 160 71 516 T 12 83 0 158 64 160 74 0 551 H 0 125 125

Doença Seg. Social M 3 0 3

T 0 3 0 0 125 0 0 0 128 H 0 0 0 Assistência a familiares M 19 8 27 T 0 19 0 0 0 0 8 0 27 H 2 0 2 Trabalhador-estudante M 0 30 30 T 0 2 0 0 0 30 0 0 32 H 2,5 1 0,5 0 0 0 0 4

Por conta per.férias M 2 5,5 0 8 9 16 1 41,5

T 4,5 6,5 0,5 8 9 16 1 0 45,5

H 0 0

Por perda vencimento M 1 1

T 0 0 0 1 0 0 0 0 1 H 0 Cumpr.pena disciplinar M 0 T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 H 0 Injustificadas M 0 T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 H 0 Consulta pré-Natal M 0 T 0 0 0 0 0 0 0 0 0 H 1 0 1 Internamento M 0 4 4 T 1 0 0 0 0 4 0 0 5 H 0 0 Cump. Obrigações M 1 1 T 0 0 0 0 0 1 0 0 1 H 10 1 0 0 11 Outras M 28 0 8 1 37 T 0 38 1 0 0 8 1 0 48 H 17,5 38 1,5 0 125 0 3 185

(25)

Ausências Trabalho

12

0

2

10

9

12

83

15

8

64

16

0

74

3

12

5

19

8

2

30

4,

5

6,

5

0,

5

8

9

16

1

1

1

41

38

1

8

1

0

50

100

150

200

250

300

Dirigente

Técnico Superior

Informática

Técnico

Técn. Prof.

Administ.

Auxiliar

Maternidade./Paternidade.

Falecimento familiar

Doença

Doença Seg. Social

Assistência a familiares

Trabalhador-estudante

Por conta per.férias

Por perda vencimento

Internamento

Cump. Obrigações

Outras

Gráfico 15

A taxa de absentismo foi de 6,87%, comparativamente mais baixa que no ano anterior.

O motivo de maior ausência ao trabalho decorreu de faltas por doença (69,28%),

abrangendo quase todos os grupos profissionais, diminuindo significativamente em relação

ao ano de 2006 (85,78%), atendendo a que o total de efectivos a considerar é

semelhante.

A média de ausências por trabalhador corresponde a 17,19 dias.

No ano em apreço não se verificaram faltas por casamento, injustificadas ou em

cumprimento de sanção disciplinar.

(26)

3.11 Horas não trabalhadas

Quadro 21

Horas ñ trabalhadas

Dirigente

Técnico

Superior

Espec

Inform.

Técnico

Técn.

Prof.

Administ. Auxiliar Operário Total

H 0

0

Actividade sindical M 245

245

T

245

245

H 0 14 0 0 0

14

Greve M 7 105 7 7 0 14

140

T

7 105

21

7 0 14 0

154

Verifica-se um maior de número de horas não trabalhadas exercidas em actividade

sindical, nos termos da legislação aplicável.

4. Encargos com pessoal

4.1 Encargos

Quadro 22

Valor

Encargos com o pessoal

(euros)

Remuneração base (01.01.03;01.01.04)

1.061.797,00

Trabalho extraordinário (01.02.02)

4.531,00

Trabalho nocturno

0,00

Trabalho em descanso semanal, complementar e feriados (01.02.14)

6.508,00

Disponibilidade permanente

0,00

Outros regimes especiais de prestação de trabalho - Avenças (01.01.07)

299.001,00

Indemnização por cessação de funções (01.02.12)

75.638,00

Subsídios e abonos de fixação, residência e alojamento

0,00

Subsídios de Férias e Natal (01.01.14)

185.298,00

Suplemento e Prémios (01.01.12 - Coordenadores de Gabinetes)

1.725,00

Pessoal a aguardar aposentação (01.01.08)

976,00

Ajudas de custo (01.02.04)

31.738,00

Transferência de localidade

0,00

Representação (01.01.11)

27.017,00

Secretariado (01.01.10 - Secretárias de Direcção)

2.704,00

Telefones Particulares (01.02.14)

1.835,00

Seguros - acidentes de trabalho (01.03.09)

2.273,00

Outros - Subsídio de lavagem de viatura (01.02.14)

452,00

Total

1.701.493,00

(27)

0,00 1.000.000,00 2.000.000,00

Valor Encargos com o Pessoal

Remuneração base (01.01.03;01.01.04) Trabalho extraordinário (01.02.02)

Trabalho em descanso semanal, complementar e f eriados (01.02.14) Outros regimes especiais de prestação de trabalho - Avenças (01.01.07) Indemnização por cessação de f unções (01.02.12)

Subsídios de Férias e Natal (01.01.14)

Suplemento e Prémios (01.01.12 - Coordenadores de Gabinetes) Pessoal a aguardar aposentação (01.01.08)

Ajudas de custo (01.02.04) Representação (01.01.11)

Secretariado (01.01.10 - Secretárias de Direcção) Telef ones Particulares (01.02.14)

Seguros - acidentes de trabalho (01.03.09) Outros - Subsídio de lavagem de viatura (01.02.14) Total

Leque salarial líquido

Gráfico 16

Da leitura do quadro 22 retira-se que o encargo com a soma da remuneração base em

regimes de função pública, contratos individuais de trabalho e honorários dos contratos de

avença, correspondem a 79,98% do total dos encargos com pessoal.

O leque salarial líquido, a proporção entre o vencimento líquido mais alto (incluindo

dirigentes) e o mais baixo é de 7,9.

4.2 Encargos com prestações sociais

(Quadro 23)

Valor

Prestações

Sociais

(em euros) Abono de família 2.275,00 Subsídio de casamento 0,00 Subsídio de nascimento 0,00 Subsídio de aleitação 0,00

Abono complementar a crianças e jovens deficientes 0,00

Subssídio de educação especial 0,00

Subsídio mensal vitalicio 0,00

Subsídio de funeral 0,00

Subsídio de refeição 46.578,00

Prestação de acção social complementar 0,00

Subsídio por morte 0,00

(28)

Prestações Sociais 2.275 ,0 0 46.578,00 0,00 10.000,00 20.000,00 30.000,00 40.000,00 50.000,00 60.000,00 Valor

Abono de família Subsídio de refeição

Gráfico 17

Os encargos com as prestações sociais correspondem unicamente ao abono de família e

ao subsídio de refeição, tal como no ano anterior.

5. Formação Profissional

5.1 Acções de formação

Quadro 23

Formação profissional

Duração das acções Menos de 30 horas de 30 a 59 horas de 60 a 119 horas 120 ou mais

Número total de acções 4 2 0 0

Número de acções internas 0 0 0 0

Número de acções externas 4 2 0 0

Form ação Profissional

4 4 2 2 Número total de acções Número de acções externas

(29)

Devido a restrições orçamentais verificou-se, tal como no ano anterior, que o número de

acções de formação frequentadas foi diminuto, e exclusivamente em acções externas.

5.2 Horas despendidas em acções de formação

Quadro 24

Níveis de qualificação

Dirigente

Técnico

Superior

Informática

Técnico

Técnico

Profis.

Admin.

Auxiliar

Total

Número Total de participantes 5

5

Número particip.acções internas

0

Número partic.acções externas 5

5

Número total de horas 113

113

Número horas acções internas

0

Número horas acções externas 113

113

Níveis de Qualificação 5 5 113 113 0 20 40 60 80 100 120 Técnico Superior

Número Total de participantes Número particip.acções internas Número partic.acções externas Número total de horas Número horas acções internas Número horas acções externas

Gráfico 19

(30)

5.3 Custo anual com a formação

Quadro 25

Valor

Custos totais Form.

(em euros)

Custos em acções internas Custos em acções externas 1.580,00

6. Relações Profissionais e Disciplina

Quadro 26

Relações profissionais

Organização e actividade sindical no serviço 1 *

Número de trabalhadores sindicalizados 7**

Comissões de trabalhadores

Número de elementos pertencentes a comissões de trabalhadores 0

Número total de votantes 0

Disciplina

Número de processos transitados do ano anterior 1

Número de processos instaurados durante o ano 1

Número de processos transitados para o ano seguinte 1

Número de processos decididos 1

Arquivado 0 Repreensão escrita 0 Multa 1 Suspensão 0 Inactividade 0 Aposentação compulsiva 0 Demissão 0

*

1 dirigente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado.

** considerados apenas aqueles a quem é descontado a sua quotização por débito no vencimento.

(31)

7. Considerações finais

Gráfico 20

Total de Efectivos

86

94

87

73

67

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

2003

2004

2005

2006

2007

Total de Efectivos

Com excepção do ano de 2004, ano em que se verificou de uma forma mais visível a

fusão dos organismos com a intervenção estatal das artes do espectáculo e das artes

visuais com acréscimos de actividade na concessão de apoios financeiros nessas áreas o

que em consequência, fomentou o recrutamento de pessoal para serviços de consultoria

para esse efeito, da leitura do gráfico conclui-se por um decréscimo de efectivos motivado,

entre outros, pela decisão de redução dos efectivos em regime de avença aos unicamente

considerados imprescindíveis às actividades nucleares do Serviço, atento os limites

máximos de manutenção de contratos fixados no âmbito do processo de reestruturação do

Ministério da Cultura.

Cumpre realçar, como se referiu atrás, que os serviços de consultoria especializada

prestados pelo pessoal em regime de contrato de avença estão limitados às áreas

nucleares respeitantes ao core business do Serviço, o que considerando o carácter de

precariedade que caracteriza o regime de contrato de avença, e que se mantém com

(32)
(33)

BALANÇO SOCIAL

MINISTÉRIO: CULTURA

ORGANISMO / SERVIÇO: DIRECÇÃO-GERAL DAS ARTES

ANO: 2007

Contagem dos efectivos por grupo de pessoal segundo a relação jurídica de emprego e o

sexo

(quadros 1.1 a 1.1.5) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

H 3 9 2 1 1 0 2 18 M 3 28 0 1 4 11 2 49 Total de efectivos T 6 37 2 2 5 11 4 67 H 3 5 1 1 0 0 2 12 M 3 16 0 1 4 11 1 36 Nomeação T 6 21 1 2 4 11 3 48 H M Contrato Administrativo de Provimento T H 0 1 1 M 4 0 4 Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado T 4 1 5 H M Contrato de trabalho a termo resolutivo certo

T

Contrato de trabalho a termo resolutivo incerto H

(34)

M T H 4 4 M 6 6 Prestação de serviços T 10 10 H 0 1 0 1 M 2 0 1 3 Requisição, Destacamento, Afectação específica, Cedência especial T 2 1 1 4 H M Outras situações T Total 6 37 2 2 5 11 4 67

Contagem dos efectivos por escalão etário segundo o sexo

(quadros 1.2 e 1.3) Homens Mulheres Total

Até 18 anos 0 0 0 18-24 0 0 0 25-29 1 2 3 30-34 3 5 8 35-39 3 10 13 40-44 4 4 8 45-49 1 6 7 50-54 1 7 8 55-59 2 7 9

(35)

60-64 3 8 11

65-69 0 0 0

70 e mais 0 0 0

TOTAL 18 49 46,12

Idade média = (Soma das idades / Total de efectivos)

Contagem dos efectivos por nível de antiguidade segundo o sexo

(quadros 1.4 e 1.5) Homens Mulheres Total

Até 5 anos 1 0 1 5-9 1 4 5 10-14 2 5 7 15-19 2 2 4 20-24 2 6 8 25-29 0 3 3 30-35 4 14 18 36 e mais 1 4 5 TOTAL 13 38 24,08

Nível médio de antiguidade = (Soma das antiguidades / Total de efectivos)

Contagem dos trabalhadores estrangeiros por naturalidade segundo o sexo

(quadro 1.6) Homens Mulheres Total

De países da UE

Dos PALOP

Do Brasil

De outros países

(36)

Contagem dos trabalhadores deficientes segundo o sexo

(quadro 1.7) Homens Mulheres Total

Trabalhadores Deficientes

Contagem dos efectivos por nível de escolaridade segundo o sexo

(quadro 1.8) Homens Mulheres Total

Menos de 4 anos de escolaridade 0 0 0

4 anos de escolaridade 2 0 2

6 anos de escolaridade 0 2 2

9 anos de escolaridade 1 4 5

11 anos de escolaridade 1 8 9

12 anos de escolaridade 2 3 5

Bacharelato ou curso superior 0 0 0

Licenciatura 12 26 38

Mestrado 0 6 6

Doutoramento 0 0 0

TOTAL 18 49 67

Contagem dos efectivos admitidos e regressados durante o ano, por grupo de pessoal

segundo a relação jurídica de emprego e o sexo

ADMISSÕES E REGRESSOS (quadro 1.9)

Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

H 0 0

Nomeação

(37)

T 3 3 H M Contrato Administrativo de Provimento T H M Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado T H M Contrato de trabalho a termo resolutivo certo T H M Contrato de trabalho a termo resolutivo incerto T H M Prestação de serviços T H 0 1 0 1 M 2 0 1 2 Requisição, Destacamento, Afectação específica, Cedência especial T 2 1 1 4 H 0 0 0 M 2 1 3 Outras situações T 2 1 3 H M Total de efectivos T 3 4 1 1 1 10

(38)

Contagem dos efectivos saídos durante o ano por grupo de pessoal, segundo a situação

no quadro e o sexo

SAÍDAS DEFINITIVAS OU COM HIPÓTESE DE REGRESSO

(quadro 1.10) Dirigente

Técnico

Superior Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

H 2 1 0 3 M 0 0 1 1 Do quadro T 2 1 1 4 H 1 1 2 M 11 0 11 De fora do quadro T 12 1 13 H 2 2 1 0 5 M 0 11 0 1 12 Total T 2 13 1 1 17

Contagem dos funcionários saídos definitivamente durante o ano, por grupo de pessoal,

segundo o motivo de saída

(quadro 1.11) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

Falecimento Exoneração Aposentação 1 1 Limite de idade Aposentação compulsiva Demissão

(39)

Outros motivos 1 1 2

Total 3

Contagem dos agentes saídos definitivamente durante o ano, por grupo de pessoal,

segundo o motivo de saída

(quadro 1.12) Dirigente Superior Técnico Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Operário Total

Falecimento Aposentação Limite de idade Aposentação compulsiva Demissão Mútuo acordo

Denúncia de qualquer das partes

Rescisão pelo agente

Outros motivos

Total

Contagem do pessoal em contrato de trabalho a termo resolutivo saído durante o ano, por

motivo de saída

(quadro 1.13) Número

Caducidade

Mútuo Acordo

Denúncia de qualquer das partes

Rescisão pelo contratado

(40)

Contagem das vagas orçamentadas e não ocupadas durante o ano por categoria de

ingresso, segundo a dificuldade de provimento

(quadro 1.14)

(categorias) Não abertura de concurso Impugnação do concurso descongeladas Vagas não Improcedente Concurso desenvolvimento Concurso em

Contagem das mudanças de situação dos efectivos no serviço durante o ano, por grupo de

pessoal, segundo o motivo e o sexo

MUDANÇAS DE SITUAÇÃO

(quadros 1.15 e 1.16) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

H M Promoções T H M Progressões T H 0 0 M 2 2 Reconversões e Reclassificações T 2 2

Contagem dos efectivos por grupo de pessoal e modalidades de horário

(quadro 1.17) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

Horário Rígido 22 2 2 5 6 4 41

(41)

Horários Desfasados

Jornada Contínua 1 1 2

Trabalho por turnos

Trabalhador-estudante 2 1 3

Assistência a

descendentes menores

Tempo parcial

Semana de quatro dias 1 1

Isenção de horário 6 3 9

Outras situações

Contagem das horas de trabalho extraordinário, nocturno e em dias de descanso e

feriados

efectuadas pelos efectivos do serviço durante o ano, segundo o sexo

Nº de horas (quadro 1.18)

H M T

Trabalho extraordinário 876 0 876

Trabalho extraordinário compensado por dedução no período normal trabalho

Trabalho extraordinário compensado por acréscimo do período de férias

Trabalho nocturno

Trabalho em dias de descanso complementar 329 7 336

Trabalho em dias de descanso semanal 146 7 153

Trabalho em dias feriados

Contagem dos dias de ausência do trabalho durante o ano, por grupo de pessoal, segundo

o tipo de ausência e o sexo

(quadros 1.19) Dirigente Técnico

Superior Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

(42)

M T H 0 0 M 120 120 Maternidade/ Paternidade T 120 120 H M Nascimento T H 2 5 0 7 M 0 5 9 14 Falecimento de familiar T 2 10 9 21 H 12 20 0 125 0 3 160 M 0 66 158 64 160 71 519 Doença T 12 86 158 189 160 74 679 H M Doença prolongada T H 0 0 0 M 19 8 27 Assistência a familiares T 19 8 27 H 2 0 2 M 0 30 30 Trabalhador estudante T 2 30 32 H 2,5 1 0,5 0 0 0 0 4

Por conta do período de férias

(43)

T 4,5 6,5 0,5 8 9 16 1 45,5 H 0 0 M 1 1 Com perda de vencimento T 1 1 H M Cumprimento de pena disciplinar T H M Injustificadas T H 1 10 1 0 0 12 M 0 28 0 13 1 42 Outras T 1 38 1 13 1 54 Total 19,5 281,5 1,5 167 198 228 84 979,5

Contagem das horas não trabalhadas durante o ano, por actividade sindical ou greve

segundo o grupo de pessoal e o sexo

(quadros 1.20) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

H 0 0 M 182 182 Actividade Sindical T 182 182 H 0 0 14 0 0 14 M 7 105 7 14 14 147 Greve T 7 105 21 14 14 161

(44)

Total dos encargos com pessoal durante o ano

ENCARGOS COM PESSOAL

(quadro 2) VALOR (Euros)

Remuneração Base 1.247.095

Trabalho extraordinário 4.531

Trabalho normal nocturno

Trabalho em dia de descanso semanal, complementar e feriados 6.508

Disponibilidade permanente

Outros regimes especiais de prestação de trabalho 299.001

Risco, penosidade e insalubridade

Fixação na periferia

Trabalho por turnos

Abono para falhas

Participação em reuniões

Ajudas de custo 31.738

Transferências de localidade

Representação 27.017

Secretariado 2.704

Outros (Pessoal a aguardar aposentação; indemnização por cessação funções; suplementos e prémios; seguro acidentes de trabalho; telefones particulares; subsídio lavagem da viatura)

82.899

TOTAL 1.701.493

Leque salarial ilíquido

(45)

Contagem do total de acidentes em serviço registados durante o ano

No local de trabalho In itinere

(quadros 3.1.1 a 3.1.3)

Total 60 dias Menos baixa

60 dias baixa ou

mais Mortais Total

Menos 60 dias baixa 60 dias baixa ou mais Mortais Número total de acidentes (s/baixa) --- --- --- --- Número de acidentes com baixa --- --- Número dias perdidos com baixa

Contagem dos casos de incapacidade declarados durante o ano relativamente aos

efectivos do serviço vítimas de acidente em serviço

(quadros 3.1.4 a 3.1.9) Número de casos

Incapacidade permanente:

Incapacidade permanente absoluta

Incapacidade permanente parcial

Incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual

Incapacidade temporária e absoluta

Incapacidade temporária e parcial

Contagem das situações de doença profissional registadas durante o ano relativamente

aos efectivos do serviço

(quadro 3.2)

(Doenças Profissionais) Número de casos Número de dias de ausência

(46)

Contagem das actividades de medicina no trabalho ocorridas durante o ano, por tipo

(quadro 3.3) Número Valor (Euros)

Exames médicos efectuados:

Exames de admissão

Exames periódicos

Exames ocasionais e complementares

Exames de cessação de funções

Despesas com a medicina do trabalho

Visitas aos postos de trabalho

Contagem das intervenções das comissões de higiene e segurança ocorridas durante o

ano, por tipo

(quadro 3.4) Número

Reuniões anuais de higiene e segurança

Visitas aos locais de trabalho

Contagem dos efectivos reclassificados ou recolocados durante o ano em resultado de

acidentes em serviço ou doença incapacitante

(quadro 3.5) Nº de pessoas

Reclassificadas (reclassificação profissional)

Recolocadas (reconversão profissional)

Contagem relativa a acções de formação e de sensibilização em matéria de segurança

realizadas durante o ano no serviço

(47)

Pessoas abrangidas pelas acções realizadas

Custos com a prevenção de acidentes e doenças profissionais

(quadro 3.7) Valor (Euros)

Encargos de estrutura de medicina e segurança no trabalho

Equipamentos de protecção

Formação em prevenção de riscos

Outros custos com a prevenção de acidentes e doenças profissionais

TOTAL

Contagem das acções de formação profissional realizadas durante o ano, por tipo de

acção e segundo a duração

(quadro 4.1) Menos de 30 horas De 30 a 59 horas de 60 a 119 horas 120 horas ou mais

Internas

Externas 4 2

Total

Contagem relativa às participações em acções de formação durante o ano, por grupo de

pessoal, segundo o tipo de acção

(quadros 4.2) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

Participantes em acções internas

Participantes em acções externas 5 5

Total de participantes 5 5

(quadros 4.3) Dirigente Superior Técnico Informá-tica Técnico Profissional Técnico Adminis- trativo Auxiliar Total

Horas dispendidas em acções internas

Horas dispendidas em acções externas 113 113

(48)

Despesas anuais com a formação

(quadro 4.4) Valor (Euros)

Despesa com acções internas

Despesa com acções externas 1.580

TOTAL 1.580

Encargos com prestações sociais

(quadros 5.1 a 5.11) Valor (Euros)

Abono de família 2.275

Subsídio de casamento

Subsídio de nascimento

Subsídio de aleitação

Abono complementar a crianças e jovens deficientes

Subsídio de educação especial

Subsídio mensal vitalício

Subsídio de funeral

Subsídio de refeição 46.578

Prestação de acção social complementar

Subsídio por morte

Outras prestações sociais

TOTAL 48.853

Prestações de acção social complementar

(quadro 5.12) Valor (Euros)

Grupos desportivos/casa do pessoal

(49)

Infantários

Colónias de férias

Apoio a estudos

Adiantamentos e empréstimos

Outras prestações de acção social complementar

TOTAL

Relações profissionais

(quadros 6.1 e 6.2) Número

Trabalhadores sindicalizados 7

Elementos pertencentes a comissões de trabalhadores

Total de votantes para comissões de trabalhadores

Disciplina

(quadro 6.3) Número

Processos transitados do ano anterior 1

Processos instaurados durante o ano 1

Processos transitados para o ano seguinte 1

Processos decididos - Total 1

- Arquivados - Repreensão escrita - Multa 1 - Suspensão - Inactividade - Aposent. compulsiva - Demissão

(50)

Referências

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