---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 1
Relatório de Levantamento de Campo
Município de Piraúba
Zona da Mata Mineira
Micro Região Ubá
Estado de Minas Gerais
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 2
Conteúdo
1. Objeto do levantamento ... 3
2. Considerações sobre o relevo local ... 3
3. Sondagens geotécnicas ... 3
4. Bases de dados consultadas ... 12
5. Marcos topográficos utilizados ... 12
6. Memorial dos marcos topográficos ... 12
7. Período do levantamento ... 17
8. Dificuldades encontradas ... 17
9. A lógica utilizada no desenvolvimento dos trabalhos ... 17
10. A rede existente ... 22 11. Equipamentos utilizados ... 24 12. Equipe técnica ... 24 13. Responsabilidade técnica ... 25 14. Anexos ... 25 15. Revisões ... 25 16. Assinaturas ... 25
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 3
1. Objeto do levantamento
Em 15/08/2011, A Edutek Empreendimentos Ltda. foi contratada pela AMPAR – Associação dos Municípios da Micro Região do Vale do Paraibuna , através do contrato de número 010/2011 para elaboração do projeto executivo de Esgotamento Sanitário no município de Piraúba (MG). Como item indispensável a realização dos trabalhos, era previsto o levantamento topográfico plani-altimetrico dos talvegues e arruamento no distrito sede municipal e na localidade de Ferreiras, a identificação da rede coletora tronco em uso atualmente no município e a avaliação geotécnica do solo nos locais de implantação do sistema.
2. Considerações sobre o relevo local
O município de Piraúba, assim como outros municípios vizinhos de mesmo porte pertencentes a micro região de Ubá, tem relevo caracterizado por vales encaixados em montes arredondados com declividades de moderada a forte com afloramento de rochas metamórficas, principalmente o quartizito e o gnaisse além de rochas ígneas do tipo basalto. Os vales, compostos por material de sedimentação lenta e os montes formados por latossolo amarelo alaranjado, foram esculpidos pela ação da água de chuva a deslocar formando as principais calhas de drenagem pluvial existentes no local, que são os córregos Piraubinha, Biquinha e do Distrito Industrial, afluentes do córrego Piraúba e este afluente do Rio Paraopeba com foz a montante do município de Astolfo Dutra, nos pontos de coordenadas 715.018 e 7.642.826 UTM, razão da inserção do município nesta bacia federal (Pomba/Muriaé).
3. Sondagens geotécnicas
Visando proporcionar informações sobre as características do solo local e sua capacidade de suporte, foram realizadas sondagens geotécnicas nas regiões das ETE’s e nas margens de alguns cursos d’água. Os pontos foram escolhidos nas proximidades da ETE principal e secundaria do distrito sede, conforme pode ser visualizado nos desenhos abaixo. O resultado das sondagens indica que os locais sobre os quais se assentarão as peças de engenharia constantes do projeto em curso são constituídos por depósitos aluvionares, cujos materiais foram acumulados ao longo do tempo pelo efeito das variações de ocupação hidráulica promovidas pelas cheias características dos cursos d’água. É fácil notar, nos pontos mais afastados da linha d’água, a presença de uma camada pouco profunda (em torno de 4m) de material (argila) classificado entre mole e médio que induz tensões admissíveis de no máximo 1 kg/cm² com lençol freático entre 2 e 4 metros de profundidade. Nos pontos situados mais próximos da linha d’água a tensão admissível é muito reduzida, em torno de 0,5 kg/cm², com lençol freático praticamente aflorante. Em todos os casos, a tensão máxima admissível (impenetrável ao amostrador) se situa na faixa entre 14 e 20 metros de profundidade.
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 4
Pontos de sondagem na ETE principal
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 5
Instalação no SP03
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 6
Instalação no SP04 Os perfis de sondagem se encontram ilustrados a seguir;
---
Av
---
Av
---
Av
---
Av
---
Av
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 12
4. Bases de dados consultadas
Para realização dos serviços e obtenção dos dados e parâmetros do projeto topográfico foram consultadas as seguintes fontes de informação:
Carta topográfica IBGE número MI 2646-4
Base de dados GPS disponibilizada pelo IBGE nas localidades Viçosa e Rio de Janeiro Redemet
Inmet
5. Marcos topográficos utilizados
Para realização do levantamento, foram implantados os marcos topográficos fixos de número M19 e M20, o primeiro próximo ao trevo na Rua Álvaro Neves sobre o córrego Piraúba e o segundo próximo a ponte na Avenida Darcy Prata sobre o córrego Maçaranduba ou Vermelho.
A partir destes marcos foi realizado todo o serviço de levantamento, sendo as calhas da drenagem pluvial levantadas com estação total e o arruamento com GPS Geodésico tipo L1/L2.
Na localidade de ferreiras, distante da sede municipal em 9 km, foram afixados os marcos topográficos P0 e P1, que se encontraram identificados no relatório de marcos anexo.
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 13
Legenda: φ = Latitude; λ = Longitude; Helip. = Altura Elipsoidal; MC = Meridiano Central
EQUIPAMENTO UTILIZADO
MARCA: LEICA MODELO: GPS VIVA -
RECEPTOR NR.SÉRIE: 771501 / 1505662 ALTURA ANTENA: 1,580 MODELO DA ANTENA: GS-15 GNSS Imóvel: M19
Município: Pirauba UF: MG
CÓDIGO DO VÉRTICE DE APOIO: M0019
Coordenadas Elipsoidais Coordenadas Planas UTM PRECISÕES Data Observações:
φ = 0" N = 7646919,3816m Sigma (φ) = 0,00
λ = 0" E = 704736,3896 m Sigma (λ) = 0,000 17/11/2011
Helip. = 346,0558m MC = -45° WGr Sigma (h)= 0,00
Fotografia do Vértice de Apoio: Croqui de Localização:
MATERIALIZAÇÃO / LOCALIZAÇÃO / ITINERÁRIO:
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 14
Legenda: φ = Latitude; λ = Longitude; Helip. = Altura Elipsoidal; MC = Meridiano Central
EQUIPAMENTO UTILIZADO
MARCA: LEICA MODELO: GPS VIVA -
RECEPTOR NR.SÉRIE: 771501 / 1505662 ALTURA ANTENA: 1,5460 MODELO DA ANTENA: GS-15 GNSS Imóvel: M20
Município: Pirauba UF: MG
CÓDIGO DO VÉRTICE DE APOIO: M0020’
Coordenadas Elipsoidais Coordenadas Planas UTM PRECISÕES Data Observações:
φ = 0" N = 7646968,5907m Sigma (φ) = 0,00
λ = 0" E = 704682,1753 m Sigma (λ) = 0,000 18/11/2011
Helip. = 346,2258 m MC = -45° WGr Sigma (h)= 0,00
Fotografia do Vértice de Apoio: Croqui de Localização:
MATERIALIZAÇÃO / LOCALIZAÇÃO / ITINERÁRIO:
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 15
Legenda: φ = Latitude; λ = Longitude; Helip. = Altura Elipsoidal; MC = Meridiano Central
EQUIPAMENTO UTILIZADO
MARCA: LEICA MODELO: GPS VIVA -
RECEPTOR NR.SÉRIE: 771501 / 1505662 ALTURA ANTENA: 1,580 MODELO DA ANTENA: GS-15 GNSS Imóvel: P0
Município: Pirauba - Ferreira UF: MG
CÓDIGO DO VÉRTICE DE APOIO: P0
Coordenadas Elipsoidais Coordenadas Planas UTM PRECISÕES Data Observações:
φ = 0" N = 7650380,1715m Sigma (φ) = 0,00
λ = 0" E = 700277,7573 m Sigma (λ) = 0,000 17/11/2011
Helip. = 399,5240m MC = -45° WGr Sigma (h)= 0,00
Fotografia do Vértice de Apoio: Croqui de Localização:
MATERIALIZAÇÃO / LOCALIZAÇÃO / ITINERÁRIO:
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 16
Legenda: φ = Latitude; λ = Longitude; Helip. = Altura Elipsoidal; MC = Meridiano Central
EQUIPAMENTO UTILIZADO
MARCA: LEICA MODELO: GPS VIVA -
RECEPTOR NR.SÉRIE: 771501 / 1505662 ALTURA ANTENA: 1,580 MODELO DA ANTENA: GS-15 GNSS Imóvel: P1
Município: Pirauba - Ferreira UF: MG
CÓDIGO DO VÉRTICE DE APOIO: P1
Coordenadas Elipsoidais Coordenadas Planas UTM PRECISÕES Data Observações:
φ = 0" N = 7650368,1548m Sigma (φ) = 0,00
λ = 0" E = 700297,1100 m Sigma (λ) = 0,000 17/11/2011
Helip. = 399,7440m MC = -45° WGr Sigma (h)= 0,00
Fotografia do Vértice de Apoio: Croqui de Localização:
MATERIALIZAÇÃO / LOCALIZAÇÃO / ITINERÁRIO:
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 17
7. Período do levantamento
Os serviços foram iniciados no dia 19/11/2011 e concluídos no dia 13/01/2012.
8. Dificuldades encontradas
A coincidência da liberação da realização dos serviços com o período chuvoso foi prejudicou muito a agilidade no levantamento. De um total de 48 dias disponíveis para trabalho, 24 dias corresponderam a dias chuvosos, com alta pluviosidade que, quando não impediam o trabalho devido a ação da chuva propriamente dita, o faziam pelo alto nível da água nos córregos, que impedia a visualização e o acesso as margens regulares e aos pontos de lançamento de esgoto. Visando esclarecer esta afirmativa, juntamos anexo o relatório de acompanhamento climatológico que ilustra o assunto.
A ocupação irregular das margens dos cursos d’água por edificações residenciais e comerciais impede que intervenções sanitárias alcancem totalmente seus objetivos. Muitas das construções irregulares se localizam sobre a calha de drenagem inviabilizando nestes pontos a identificação precisa de trajetos e geometria dos sistemas existentes. Desta forma, a iniciativa de obtenção de redes separadoras totais, nestes pontos fica prejudicada. Cabe ressaltar, entretanto que não se trata de regra geral, o que se estima não comprometerá a eficiência final do projeto que será obtida com precisão ao termino da fase de lançamento e dimensionamento das redes. As calhas de drenagem natural conhecidas como córrego Biquinha e Piraubinha se encontram totalmente canalizadas. A primeira percorre circuito errante entre as ruas Opemá e Tanguetá, pelo fundo das casas até alcançar a Praça Guarurama e o Ribeirão Piraúba. A segunda se transformou em logradouro público, com traçado e espaço definido, facilitando a adoção de medidas sanitárias corretivas.
9. A lógica utilizada no desenvolvimento dos trabalhos
O trabalho de levantamento topográfico envolve 4 (quatro) aspectos distintos: O levantamento das margens dos cursos d’água.
O levantamento cadastral do arruamento municipal.
O levantamento das áreas identificadas para abrigar as estações de tratamento. O levantamento cadastral das redes existentes.
Todos os levantamentos foram apoiados em marcos topográficos previamente instalados e rastreados com aparelhos GPS de ultima geração, tipo GPS geodésico RTK (L1/L2). Para os levantamentos das margens dos cursos d’água utilizaram-se as estações totais de leitura a laser enquanto que os levantamentos de arruamentos foram efetuados com as estações geodésicas (RTK – L1/L2).
A concepção de um sistema eficiente de esgotamento sanitário urbano implica obrigatoriamente em se definir um ponto convergente para o esgoto coletado visando tratamento final sem agressão ao meio ambiente. A identificação de um local apropriado para instalação da Estação de Tratamento (ETE) envolve além dos fatores técnicos as limitações impostas às administrações municipais devido ao custo da terra e da dificuldade de negociação em alguns locais. No caso de Piraúba foram identificados 3 (três) possíveis
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 18
locais para a ETE principal, um local para uma ETE secundaria no distrito sede e outra na localidade de Ferreiras.
A ETE secundaria do Distrito Sede tem previsão de instalação às margens da rodovia que faz a ligação de Piraúba a Guarani, em terreno anexo a estação da COPASA existente no local. A ETE secundaria da localidade de Ferreiras tem previsão de instalação dentro do terreno do Centro de Apoio ao Produtor Rural, existente no local e pertencente a municipalidade. No caso da ETE principal para o Distrito Sede, foi levantado inicialmente um terreno anexo a confluência do Ribeirão Piraúba e do Ribeirão Canadá que havia sido indicado pela administração local. Posteriormente, devido a dificuldades encontradas, novo local foi indicado e também levantado. Estas indefinições provocaram atrasos não previstos na realização dos serviços.
A seguir incluímos uma ilustração das localizações das ETE’s principal e Secundaria no distrito sede municipal e na localidade de Ferreiras, em sua posição final;
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 19
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 20
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 21
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 22
10. A rede existente
Conforme previsto na instrução de trabalho de campo, obtida a partir do contratante, a administração municipal destacaria equipe de profissionais, inclusive com equipamento adequado, para proceder a remoção das tampas dos poços de visita identificados no levantamento ou outros não identificados, mas de conhecimento da equipe local, para propiciar a medição de suas cotas de topo e fundo.
Tal trabalho foi realizado para as redes de maior porte, cujas características são de conhecimento da equipe local. As redes menores percorrem trajetória errante entre ruas e terrenos particulares, sem que haja no local, registros ou memória de seus diâmetros, declividades e material de fabricação.
O quadro a seguir demonstra as informações coletadas no campo sobre as redes existentes;
CÓRREGO BIQUINHA CÓRREGO BIQUINHA
Nº Cota Pos Altura Nº Cota Pos Altura
PV1 368.818 T 0.5 PV13 353.973 T 1.4 368.315 F 352.573 F PV2 369.439 T 0.54 PV14 353.773 T 1.6 368.899 F 352.173 F PV3 365.606 T 0.4 PV15 353.525 T 1.8 365.206 F 351.725 F PV4 365.303 T 0.565 PV16 LACRADO 364.737 F PV5 362.778 T 0.95 PV17 350.590 T 1.75 361.828 F 348.840 F PV6 360.350 T 1.3 PV18 351.477 T 5.1 359.050 F 346.377 F PV7 357.452 T 2.2 PV19 351.311 T 5.27 355.252 F 346.041 F PV8 357.159 T 2.16 PV20 351.202 T 3.3 354.999 F 347.902 F PV9 356.343 T 1.25 PV21 348.834 T 2.2 355.096 F 346.634 F PV10 356.084 T 1.6 PV22 348.625 T 2.72 354.484 F 345.905 F PV11 355.075 T 1.4 PV23 343.942 T 3.25 353.675 F 340.692 F PV12 354.246 T 2.45 PV24 343.933 T 3.5 351.796 F 340.433 F
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 23
RUA DALMO F. LAMAS
Nº Cota Pos Altura
PV25 359.248 T 0.5
368.318 F
RUA OPEMÁ
Nº Cota Pos Altura
PV26 350.377 T 0.9
359.477 F
RUA GUARUPEMBÉ
Nº Cota Pos Altura
PV 27 343.444 T 0.85 342.594 F PV28 342.332 T 1.00 341.332 F PV3 341.321 T 2.3 339.021 F
AVENIDA SANITÁRIA AVENIDA SANITÁRIA
Nº Cota Pos Altura Nº Cota Pos Altura
PV1 360.585 T 3.07 PV11 351.317 T 2.8 357.515 F 348.517 F PV2 360.597 T 3.25 PV12 351.366 T 3.2 357.347 F 348.166 F PV3 359.266 T 2.4 PV13 349.505 T 2.6 356.866 F 346.905 F PV4 358.535 T 2.5 PV14 347.600 T 2.1 356.035 F 345.500 F PV5 357.050 T 2.5 PV15 347.082 T 2.2 354.550 F 344.882 F PV6 356.008 T 2.5 PV16 346.387 T 1.55 353.508 F 344.837 F PV7 354.824 T 2.9 PV17 345.785 T 1.55 351.924 F 344.235 F PV8 353.741 T 2.4 PV18 343.684 T 2.35 351.341 F 341.334 F PV9 352.236 T 2.6 349.636 F PV10 351.518 T 2.45 349.068 F
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 24
RIBEIRÃO DIST. INDUSTRIAL
Nº Cota Pos Altura
PV1 339.209 T 1.5 337.709 F PV2 339.076 T 1.502 337.576 F PV3 337.004 T 1.5 335.504 F PV4 336.300 T 1.5 334.800 F
11. Equipamentos utilizados
Para realização dos trabalhos foram utilizados os seguintes equipamentos: Veiculo FIAT UNO – Ano 2011/2011 – Placa HOB-7610
Veiculo VW Kombi Ano 2011/2012 – Placa CLL-8633
Estação total marca Leica ,modelo TC 407, número de série 762427 Estação total marca Leica, modelo TC 307, número de série 693181 GPS Viva Receptor / Antena GS15, GNSS, Leica, Ref. 771501 NS 1505645 4 pares de rádios intercomunicadores modelo Motorola
12. Equipe técnica
Para realização dos serviços participaram os seguintes profissionais:
José Arnaldo de Castro – Engenheiro Civil CREA 9.157/D-MG – Responsável Técnico
Eduardo Matias Gonçalves – Técnico em Edificações - CREA 40.313 T/D- MG – Coordenação geral de topografia
Lucas Matias Matos – Coordenador de campo Fabiano Ferreira Melo – Topografo
Edson Felipe Ferreira Isnério – Topografo Artur Rodrigues Machado - Topografo Antônio Eufrásio de Sá – Auxiliar Marcos Villela Miranda– Auxiliar Fernando Franco Bitencort – Auxiliar Gabriel Cruz Rompineli – Auxiliar Yuri Reis Motta – Auxiliar
---
Av
R u a P r o f ª V i o l e t a S a n t o s , n º 3 3 6 - B a i r r o D e m o c r a t a – J F - M G Página 25
Lucas Kamilo de Oliveira - Auxiliar
O pessoal acima listado compunha um total de 3 equipes distintas
13. Responsabilidade técnica
A responsabilidade técnica pelos serviços realizados está sendo assumida pelo seguinte profissional:
José Arnaldo de Castro(Engenharia) CREA Número: 9.157/D-MG
14. Anexos
ART Número 1-40978858 (entregue na versão original)
Relatório de acompanhamento climático (entregue na versão original)
15. Revisões
Versão original:
Data da entrega: 14/02/2012Versão atual:
Data da entrega: 27/12/201316. Assinaturas
________________________________________________________Eduardo Matias Gonçalves: Diretor
________________________________________________________