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HYDRO-SEDIMENTOLOGIC MONITORING AS A TOOL FOR NATURAL RESOURCE MANAGEMENT IN PARANÁ, BRAZIL

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Academic year: 2021

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HYDRO-SEDIMENTOLOGIC MONITORING AS A TOOL FOR NATURAL

RESOURCE MANAGEMENT IN PARANÁ, BRAZIL

Gustavo H. Merten 1; Graziela Moraes de Cesare Barbosa 2; Jean Gomes Paolo Minella 3; Jose Francirlei Oliveira4; Elizeu Jonas Didoné 5; Ana Lúcia Londero 6& Jean Carlo Santos de Oliverira 7

ABSTRACT – Agriculture and hydropower generation are two important economic engines in the State of Paraná, in southern Brazil. Thus, appropriate management of natural resources (soil, water, and plant life) is fundamental to assure a sustainable economy. More frequent intense rainfall events, combined with inappropriate soil management (such as removal of terraces and incorrect implementation of no-till practices), have increased the amount of highly erosive surface runoff. Based on hydrologic monitoring studies in small rural watersheds in Rio Grande do Sul, IAPAR and ITAIPU have been working together to implement a monitoring project in Paraná in order to quantify the runoff impacts in areas cultivated under best practices for soil and water conservation. There has been demand by rural leadership in the state (Faep/Senar) to expand the project to additional areas of the state under different agricultural systems. A network of monitoring stations in small, rural watersheds throughout the state was formed to coordinate methodology and experimental protocols. Each of the 5 monitoring units consists of 2 paired, zero order basins, one that has adopted best practices and one that has not, and a first order basin that encompasses the paired basins. These monitoring units were equipped to measure rainfall events, runoff, the transference of sediment from the hillslope to the drainages, and its movement through the fluvial channel. Results comparing the paired basins have shown that the presence of terraces decreases peak runoff flow, runoff volume. Analysis of hydrograms and sedimentograms from the first order basin has been used to characterize the hydro-sedimentologic behavior and water quality from the basin. This will enable the development of a database from which to derive the hydrologic parameters needed for conservation planning in the state of Paraná.

Palavras-Chave – Produção de sedimentos, plantio direto; bacias rurais

1) University of Minnesota Duluth Campus, Department of Civil Engineering, 221 SCiv 1405 University Drive, Duluth, MN, 55812, e-mail:mertengh@gmail.com, 218-726-7449

2) IDR- Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Iapar/Emater - Departamento de solos, e-mail:graziela_barbosa@iapar.br, Rod. Celso Garcia Cid, 375 - Londrina – PR

3) Universidade Federal de Santa Maria, Departamento de Solos, Av. Roraima, n.1000, Santa Maria – RS, CEP 97105-900. e-mail: jminella@gmail.com 4) IDR- Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Iapar/Emater - Departamento de solos, e-mail:jfoliveira79@iapar.br, Rod. Celso Garcia Cid, 375 - Londrina – PR

5) IDR- Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Iapar/Emater - Departamento de solos, e-mail: didoneagroufsm@gmail.com, Rod. Celso Garcia Cid, 375 - Londrina – PR, (55) 99971-8525

6) IDR- Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Iapar/Emater - Departamento de solos, e-mail:londeroanalucia@gmail.com, Rod. Celso Garcia Cid, 375 - Londrina – PR

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1 - INTRODUÇÃO

O Estado do Paraná apresentou um vigoroso crescimento econômico no século XX que ocorreu através da exploração da madeira, erva-mate, café e da pecuária extensiva. A partir dos anos 70, no entanto, o cultivo da soja e do milho tiveram uma expansão significativa na área cultivada (aproximadamente 6 milhões de ha). A expansão ocorreu sobre áreas de floresta nativa, transformando rapidamente a paisagem num ambiente de intensa atividade agrícola. O impacto dessa mudança de uso do solo resultou em elevadas taxas de erosão hídrica, responsáveis pela intensa degradação dos solos e a elevada produção de sedimentos, especialmente na região Oeste e Sudoeste, devido à alta erosividade das chuvas (> 10000 MJ mm ha-1 ano-1). Associado a esse

aspecto, outro importante fator que também contribui para a erosão está relacionado com o manejo inadequado nas áreas de cultivo, devido ao intenso revolvimento do solo e queima dos resíduos das culturas (Hauer, 2010). Durante aquele período, a elevada produção de sedimentos tornou-se uma preocupação ao setor energético, especialmente da hidrelétrica de Itaipu, já que, 40% do aporte de sedimentos no Lago de Itaipu foi quantificado como sendo proveniente das bacias localizadas no Estado do Paraná especialmente as bacias dos rios Piquiri e Ivaí com um aporte de sedimentos de 249.660 t ano-1 e 2.708.300 t ano-1, respectivamente (Merten, 1994). Nesse mesmo

período também, os rios apresentavam maiores concentrações de nitrogênio e fósforo durante o período de preparo dos solos, quando há menor proteção proporcionada pela cobertura vegetal (Sorrenson & Montoya, 1989). Valores de produção de sedimentos para as bacias do Piquiri e Ivaí mostram valores de produção de sedimentos muito maiores do que aqueles estimados nos anos 80’s. Para a bacia do Piquiri, Lima et al. (2004) estimaram valores de 2,005,640 t ano-1 (Posto

64830000-Balsa Santa Maria) enquanto que para a bacia do Ivaí, Lopes et al. (2004) estimaram valores de 3,538,675 t ano-1 (Posto 64693000-Novo Posto Taquara).

Os programas estaduais de conservação do solo e da água no Paraná foram estabelecidos a partir da década de 80 com o propósito de reverter o cenário de degradação ambiental causado pelo manejo inadequado do solo (Telles et al., 2016). O planejamento conservacionista, baseado em microbacias hidrográficas (PARANA-RURAL), por exemplo, foi bem sucedido com o controle da erosão e da produção de sedimentos. A combinação do cultivo mínimo, da rotação de culturas (com a inclusão dos adubos verdes), do terraceamento e da implantação de práticas do controle do escoamento nas estradas resultaram em uma redução da erosão de aproximadamente 20 t ha-1 ano -1 para 4 t ha-1 ano-1 (Telles et al., 2016).

Na fase seguinte ao avanço da agricultura conservacionista no Paraná, a expansão do plantio direto (implantação das culturas com mínimo revolvimento do solo) se consolidou devido aos benefícios proporcionados pela redução dos custos de implantação das culturas e da penosidade do

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trabalho (Bollinger et al, 2006). Infelizmente, a expansão do plantio direto no Paraná foi acompanhada do abandono das práticas de controle do escoamento superficial, como o sistema de terraceamento e do manejo do escoamento nas estradas rurais. Além desse aspecto, os pressupostos básicos do plantio direto (como a produção intensiva de biomassa vegetal baseado na rotação de culturas) foi substituído por um arranjo simples de sucessão de cultivo de soja-milho segunda safra. Como consequência desse retrocesso da agricultura conservacionista no sul do Brasil, tem sido observado novamente o problema da erosão hídrica causada especialmente pelo escoamento concentrado (Streck, 2012; IAPAR, 2013; Didoné et al., 2014).

Um novo impulso para a retomada da agricultura conservacionista no Sul do Brasil vai depender da implantação de ações que tenham como objetivo convencer os agricultores da necessidade de mudanças do atual sistema de manejo. Já a pesquisa agrícola necessita aportar dados que demostrem as vantagens das práticas conservacionistas integradas dentro de uma escala espacial que represente as unidades de produção e ao mesmo tempo integrem os processos hidrológicos que ocorrem entre a bacia vertente e o canal fluvial. Diante desse cenário, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná IAPAR-EMATER retomou as pesquisas em escala de pequenas bacias hidrográficas, seguindo o modelo já implantado na Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul (Londero et al., 2017; Deuschle et al., 2019). Essa iniciativa teve a parceria da Itaipu Binacional e na sequência formou-se o Programa Integrado de Conservação de Solo e Água do Paraná - PROSOLO. Esse programa contou com a ampla participação da iniciativa pública e privada, reunindo ações de diversas entidades com o objetivo de promover a conservação do solo e da água, definindo critérios técnicos de sistemas conservacionistas para redução de perdas de solo e água em solos, manejos, climas e cultivos regionais do Paraná, formando assim, uma rede de pesquisa no Estado. Dentro desse contexto, esse trabalho tem como objetivo mostrar alguns resultados já alcançados pela bacia implantada no norte e oeste do Estado.

2 - MATERIAL E MÉTODOS

As unidades de monitoramento foram instaladas no ano 2018 em propriedades rurais localizadas nos municípios de Cambe-PR e Toledo-PR, que por sua vez estão inseridas nas bacias hidrográficas do Paranapanema 3 e do Paraná 3, respectivamente. A abordagem é baseada em duas escalas monitoramento: a) uma pequena bacia hidrográfica de primeira ordem; e b) duas macroparcelas pareadas. Na bacia estuda-se os processos hidrológicos e erosivos integrados na paisagem e nas macroparcelas os efeitos de práticas específicas de controle do escoamento e de erosão. A Figura 1 ilustra a disposição das macroparcelas e a bacia de primeira ordem. Importante salientar que as informações em cada uma das escalas são complementares para a compreensão

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dos fenômenos de interesse. A tabela 1 apresenta as principais características fisiográficas, edafo-climáticas e de sistema de cultivo das unidades de monitoramento de Cambe e Toledo. Os processos hidrológicos são monitorados como uma estratégia de verificar a capacidade dos manejos utilizados em controlar o escoamento superficial e os processos erosivos a cada evento de chuva ocorrido. Para tanto, são monitoradas a precipitação, a vazão, a concentração de sedimentos em suspensão e a qualidade da água. Estas variáveis são medidas em alta frequência de amostragem ao longo do tempo em todas as condições de superfície e climáticas. O banco de dados é complementado com outras variáveis importantes, por exemplo, as variáveis climáticas, de solo e de produtividade. Na Tabela 2 consta a descrição dos procedimentos de monitoramento e das variáveis hidrológicas que estão sendo monitoradas.

Nos dois primeiros anos do projeto as áreas (unidades de monitoramento) foram demarcadas, as seções de monitoramento preparadas com a instalação das estruturas hidráulicas de monitoramento, houve a instalação e calibração dos equipamentos e o treinamento dos pesquisadores em monitoramento ambiental. Este esforço para a efetivação da infraestrutura resultou em vários eventos monitorados, especialmente na unidade de Cambé. O monitoramento dos eventos de chuva-vazão é realizado por uma equipe de hidrometristas. As unidades de monitoramento a campo recebem o apoio do Laboratório de Solo e Água do IDRPR – IAPAR-EMATER em Londrina e Santa Tereza do Oeste para aonde as amostras são enviadas para análise de concentração de sedimentos e alguns parâmetros de qualidade. Também foram instalados amostradores automáticos para coleta de água em situações em que a equipe de campo não chega a tempo para o monitoramento, especialmente naqueles eventos em que a previsão falha. Porém, o projeto tem priorizado o monitoramento dos eventos de maneira presencial, tanto pela qualidade da medição como especialmente pela observação dos processos.

Os procedimentos de laboratório para análise da concentração de sedimentos, o tratamento dos dados hidrológicos e o cálculo da produção de sedimentos encontram-se detalhadamente descritos em Londero et al., (2018). Todas as informações hidrológicas e climatológicas estão sendo armazenadas em um banco de dados, após serem consistidas. Esse projeto compartilha os dados de precipitação, vazão e turbidez da água nas bacias de primeira ordem no norte e oeste do Paraná com a Embrapa Solos através do Projeto Solo Vivo.

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Figura 1. Figura ilustrativa referente ao desenho experimental das unidades de monitoramento (fonte: autoria própria).

Tabela 1 - Características edafo-climáticas e sistema de cultivo das unidades de monitoramento de Cambé e Toledo-PR.

Unidade de monitroamento

Precipitacao anual (mm)

Área das bacias (ha)

Tipo de solo Cultivo Ordem zero Primeira ordem

Cambé-PR 1430 2,6 135 Latossolos/Nitossolos soja-milho-pousio

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Tabela 3. Descrição dos procedimentos de monitoramento e das variáveis de quantidade e qualidade de água para as duas escalas de monitoramento

3 - RESULTADOS E DISCUSSÃO

As Figuras 2, 3 e 4 apresentam exemplos da informação básica que comporá os resultados do projeto nas unidades de monitoramento. A variação da vazão ao longo dos eventos expressam a atenuação do volume de chuva pelas características da superfície no momento do evento. As precipitações de Cambé-PR 90 milímetros e Toledo-PR 60 milímetros acabaram refletindo nos processos hidrológicos nas áreas agrícolas em condições de umidade e cobertura distintas.

Nas bacias pareadas (com e sem terraço) os hidrogramas destes eventos mostram a eficiência dos terraços na redução da vazão máxima e do volume total escoado (Fig. 2). Importante enfatizar que o comportamento dos fenômenos é extremamente variável ao longo dos eventos já que as condições climáticas e de superfície são variáveis, por conta disso a quantificação do efeito depende de um grande número de eventos que comporá um conjunto representativo de situações.

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Figura 2 - Dados de precipitação e vazão das unidades de monitoramento de Cambé (a) e Toledo (b) para os eventos monitorados em 4 de outubro de 2018 (unidade de Cambé-PR) e 11 de dezembro de 2019

(unidade de Toledo-PR).

Devido a fase inicial de implantação do experimento não houve coleta de sedimento apenas os registros do nível. Nos eventos apresentados na Fig 2 houve redução das vazões máximas com a presença dos terraços. Na bacia de Cambé essa medida conservacionista reduziu as vazões em 35 %, enquanto para o evento analisado em Toledo essa redução foi de 53%. Isso indica que medidas conservacionistas tem efeito no controle dos fluxos em sistemas conservacionistas quando utilizados de maneira correta. Isso implica em planejamento prévio antes de sua implantação.

Em relação aos dados de qualidade de água, a Fig. 3 ilustra um resultado de perdas de fósforo na água que foi monitorado na unidade de Cambé durante um evento de precipitação. Pela figura pode ser observado que a concentração do P presente na bacia sem terraço foi maior do que a observada no escoamento da bacia com terraço.

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Figura 3. Unidade de monitoramento de Cambé - dados de perdas de fósforo para as bacias pareadas e bacia de primeira ordem.

A perda de nutrientes como o fósforo associado aos sedimentos tem grande impacto para os recursos hídricos. Em um evento monitorado em Cambé-PR (Fig.3) foi observado a existência de carga de químicos associado aos sedimentos, o que indica que nos eventos de média a alta magnitude o elemento Fósforo (P) pode se conectar das lavouras aos corpos hídricos na ausência de barreiras mecânicas, causando riscos ao ambiente aquático (Tiecher et al., 2017). Para melhor análise desses elementos químicos se faz necessário um monitoramento de médio a longo prazo para que se consiga quantificar as perdas em diferentes magnitudes de eventos englobando períodos de manejos de cobertura do solo distintos.

Os dados de monitoramento ao final do projeto serão úteis para diferentes usuários e aplicações. Por exemplo, a nível local as informações ajudarão convencer os agricultores da necessidade de adoção de práticas conservacionistas de maneira integral (melhorar o manejo agronômico das culturas e adotar o uso do terraço). Em um nível mais acadêmico os dados servirão para o avanço do entendimento das relações entre os efeitos climáticos e a hidrologia dos sistemas de produção (excessos e déficits hídricos, por exemplo), dos ciclos biogeoquímicos entre o ambiente terrestre e aquático (transferência de carbono, nutrientes e da produção de sedimentos, por exemplo (Tiecher et al., 2017). Na integração desse conhecimento espera-se também a geração de ferramentas de gestão de recursos naturais (modelos matemáticos locais de estimativa de parâmetros hidrológicos e de erosão, por exemplo) que possam orientar extensionistas e produtores rurais no planejamento conservacionista.

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A escala de monitoramento que envolve as bacias de ordem zero é fundamental para a compreensão do comportamento hidrossedimentológico dos grandes rios. A formação do escoamento superficial em áreas agrícolas, como por exemplo, nas áreas de produção de grãos sob plantio direto que ocupa grande parte da área nas bacias no sul do Brasil influenciam uma série de processos importantes para a produção de energia elétrica e do abastecimento dos grandes rios. Compreender o processo de mobilização e de transferência de sedimentos é fundamental para definir as práticas de manejo mais eficientes. A atividade agrícola deve estar em sintonia com as demandas decorrentes do uso da água, inclusive aumentado a disponibilidade hídrica em termos qualitativos e quantitativos. A atividade agrícola pode contribuir para a produção de energia elétrica, melhoria para o abastecimento e controle das enchentes. Entretanto, é necessário investimento para a compreensão de como estas conexões se estabelecem. Sendo que isso depende de uma rede de pequenas bacias experimentais distribuídas nas diferentes regiões do país.

4 - CONCLUSÕES

Apesar do esforço e tempo dispendido, o investimento em unidades experimentais de monitoramento traz benefício para o desenvolvimento da agricultura conservacionista bem como para integrar a atividade agrícola no contexto da produção de energia elétrica, do abastecimento urbano e da preservação dos rios.

O planejamento conservacionista requer dados robustos, o que faz necessário a aquisição de dados de campo com qualidade, com necessidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento com capacitação profissional a longo prazo.

5 - REFERÊNCIAS

BOLLINGER A (2006). “Taking stock of the Brazilian zero-till revolution: a review of landmark research and farmers practices”. Advances Agronomy, San Diego, v. 91, p. 47-110.

DIDONÉ, E. J. (2014). “Impact of no-tillage agricultural systems on sediment yield in two large catchments in Southern Brazil”. Journal of Soil and Sediments, Berlin, v. 14, n. 7, p. 1287-1297. DEUSCHLE, D.; MINELLA; J. P.G.; HÖRBE, T. A.N.; LONDERO, A.L.; SCHNEIDER, F. J.A. (2019). Erosion and hydrological response in no-tillage subjected to crop rotation intensification in southern Brazil. Geoderma, 340:157-163.

HAUER, M. (2010). “As florestas no Paraná: um processo de involução” in Reforma agraria e meio ambiente: teoria e pratica no estado do Paraná, Org. por Sonda, C.; Trauczynski, S. O. Curitiba: ITCG, p.27-44.

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INSTITUTO AGRONOMICO DO PARANA-IAPAR (2013). “Situação da erosão no Paraná e definição das linhas de pesquisa: relatório de viagem técnica”. Londrina: IAPAR, mar.2013. 12 p. Não publicado. LIMA, J.E.F.W; LOPES, w.T. A.; DA SILVA, M.E.; VIEIRA, M.R. (2004). “Diagnostico do fluxo de sedimentos em suspensão na bacia do rio Piquiri” in Anais do VI Encontro Nacional de Engenharia de Sedimentos, Vitoria/ES, nov. 2004.

LOPES, w.T. A.; LIMA, J.E.F.W.; VIEIRA, M.R.; Dias s.f. (2004). “Diagnostico do fluxo de sedimentos em suspensão na bacia do rio Ivaí” in Anais do VI Encontro Nacional de Engenharia de Sedimentos, Vitoria/ES, nov. 2004.

LONDERO, A.L; MINELLA, G.P.G; DEUSCHLE, D.; SCHNEIDER, F.J.A.; BOENI, M.; MERTEN, G.H. (2017). Impact of broad-based terraces on water and sediment losses in no-till (paired zero-order) catchments in southern Brazil. J. Soils sediments, 18:1159-1175.

MERTEN, G. H, (1994). “Erosion actual en el Estado do Parana, Brasil, sus causas y consequencias economicas”, in Erosion de suelos en America Latina: suelos y aguas. Santiago do Chile: FAO-RLA, v.1, p.153-163.

SORRENSON, W. J. MONTOYA, L. J. (1989). “Implicações econômicas da erosão do solo e do uso de algumas práticas conservacionistas no Paraná”. IAPAR. Londrina. Boletim Técnico n. 21, 107 p. STRECK, E. V. (2012). “Mitos e verdades sobre a conservação do solo no Rio Grande do Sul”. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, Porto Alegre, v.5, n.1, p. 31-38.

TELLES, S. T., ARAUJO, G. A. (2016). “Evolução do manejo do solo convencional ao conservacionista: panorama da erosão no Paraná” in Erosão no Estado do Paraná: Fundamentos, estudos experimentais e desafios. Org. por Merten, G. H., Araujo, A. G., Barbosa, G. M. C. IAPAR. Londrina, p. 16-26.

TIECHER, T.; SCHENATO, R.B.; SANTANNA, M. A.; CANER, L.; RHEINHEIMER, D. S. (2017). Phosphorus Forms in Sediments as Indicators of Anthropic Pressures in an Agricultural Catchment in Southern Brazil. REVISTA BRASILEIRA DE CIENCIA DO SOLO, v. 41, p. 1-17.

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