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EDIFÍCIO UNIFAMILIAR

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Academic year: 2021

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(1)

PROJECTO DE GÁS NATURAL

EDIFÍCIO UNIFAMILIAR

LOCAL DA OBRA:

Rua do Mato Forte, s/n, 2615-631 Calhandriz

(2)

Jorge Manuel Sousa Martins julho de 21

Tlm: 916028758 2

DOCUMENTOS

• PLANTA DE LOCALIZAÇÃO

• TERMO DE RESPONSABILIDADE (Projeto)

• LICENÇA DE PROJETISTA DE REDES DE GÁS

• SEGURO DE RESP. CIVIL PROFISSIONAL

• B.I.

(3)

Identificação

PLANTA DE LOCALIZAÇÃO

Luís Filipe Nunes Prior

187489025 União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz

Casal do Mato Forte, Calhandriz

03-07-2020 Escala:

Projecção Hayford-Gauss - Datum 73 - Elipsóide Internacional

O Funcionário C Â M A R A M U N I C I P A L D E V I L A F R A N C A D E X I R A

DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA

Documento criado pelo Serviço Municipal SIG - Sistema de Informação Geográfica

R do Mat o F orte 25 0 22 5 23 7,5 212 ,5 262,5 20 0 225 23 7,5 25 0 237, 5 257.0 231.0 260.0 256.0 220.5 256.5 248.0 259.5 237.0 203.5 247.0 C a s a l d o M o i n h oC a s a l d o M o i n h o M o n t e d a s A b e l h a s M o n t e d a s A b e l h a s Q u i n t a d o M a t o F o r t e Q u i n t a d o M a t o F o r t e T e r r a d a P o n t e V e l h a T e r r a d a P o n t e V e l h a SN SN SN SN SN SN SN SN SN 1:2 000 -80704.48 -80926.97 Nome do Requerente: N.I.F.: N.º do Processo: Data: Freguesia: Local: x: y: Obs.:

(4)

PLANTA DE CONDICIONANTES - RECURSOS AGRÍCOLAS E FLORESTAIS R io da S ilv eira R io da S ilv e ir a L a m a r ã o L a m a r ã o C a s a l R o m ã o C a s a l R o m ã o C a s a l d a L u z C a s a l d a L u z C a s a l T o j a i s C a s a l T o j a i s Q u i n t a d a S e r r a Q u i n t a d a S e r r a Q u i n t a A ç o r e a n a Q u i n t a A ç o r e a n a C a s a l d o M o i n h o C a s a l d o M o i n h o Q u i n t a d a V a r z e a Q u i n t a d a V a r z e a Q u i n t a d a C a l c a d a Q u i n t a d a C a l c a d a M o n t e d a s A b e l h a s M o n t e d a s A b e l h a s Q u i n t a d o M a r q u ê s Q u i n t a d o M a r q u ê s Q u i n t a d a T a p a d i n h a Q u i n t a d a T a p a d i n h a Q u i n t a d o M a t o F o r t e Q u i n t a d o M a t o F o r t e T e r r a d a P o n t e V e l h a T e r r a d a P o n t e V e l h a C a s a l d a s F o n t a i n h a s C a s a l d a s F o n t a i n h a s 218.0 230.0 185.5 201.5 271.0 261.5 276.0 207.5 200.0 199.0 231.0 161.0 269.5 260.0 197.5 163.0 157.0 203.5 169.5 177.0 204.0 226.5 160.5 162.0 281.0 234.0 208.0 261.0 186.5 161.5 220.5 264.5 222.0 163.5 181.5 207.0 273.5 243.5 160.5 259.5 237.0 203.5 184.0 158.5 208.5 259.5 175 200 250 22 5 23 7, 5 21 2,5 162 ,5 187,5 26 2,5 275 150 18 7,5 16 2, 5 187, 5 175

PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA Luís Filipe Nunes Prior

187489025 União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz

Casal do Mato Forte, Calhandriz

03-07-2020 Escala:

C Â M A R A M U N I C I P A L D E V I L A F R A N C A D E X I R A

DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA

Nome do Requerente: N.I.F.: N.º do Processo: Data: Freguesia: Local: O Funcionário

Documento criado pelo Serviço Municipal SIG - Sistema de Informação Geográfica

Obs.: 1:5 000 Projecção HayfordGauss -Datum 73 - Elipsóide Internacional -80944.18 -81189.46 X: Y: N O TA : E st a P lanta não di spen sa a c ons ul ta do P D M publ ic ad o em D R A vi so n.º 209 05/2009 de 18 d e N ov embr o e D ec lar aç ão de R ec tif ic aç ão n.º 2956/2009 d e 3 de D ez em br o.

´

0 2040 80Metros OBRAS DE APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA

PRINCIPAIS INFRAESTRUTURAS DO APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DA LEZÍRIA GRANDE DE V. F. XIRA

Dique

Estradas Valas Portas de Maré Rio Tejo e Sorraia

Limite do Concelho

Aproveitamento Hidroagrícola da Lezíria Grande de Vila Franca de Xira (Limite da Área Beneficiada)

Aproveitamento Hidroagrícola de Loures (Área Beneficiada)

B B

B B

B B

Aproveitamento Hidroagrícola do Rio Grande da Pipa (em projecto) - Área em Projecto Reserva Agrícola Nacional

POVOAMENTOS FLORESTAIS PERCORRIDOS POR INCÊNDIOS

Povoamentos Florestais percorridos por Incêndios

ÁRVORES E ARVOREDOS DE INTERESSE PÚBLICO

Árvore Isolada de Interesse Público

"

ù

)

(5)
(6)

Para efeitos de validação desta declaração, aceder sigoe.ordemdosengenheiros.pt e introduzir na pesquisa o código de validação acima mencionado, verificando que o documento obtido corresponde a esta declaração.

D E C L A R A Ç Ã O

O Conselho Diretivo da Região Sul da Ordem dos Engenheiros declara que o Engenheiro JORGE MANUEL DE SOUSA MARTINS está inscrito como Membro Efetivo, nesta associação pública profissional, sendo portador da Cédula Profissional n.º 70399, titular do curso de Licenciatura pós-Bolonha em Engenharia Eletrotécnica pelo(a) Instituto Superior de Engenharia de Lisboa em 28-01-2013, agrupado na(s) Especialidade(s) de Eletrotécnica desde 31-10-2013, com o título de qualificação de Engenheiro Nível 1 , está na efetividade dos seus direitos como Engenheiro.

Ato de Engenharia Elaboração e subscrição de projetos da Instalação ou das Redes e

Ramais de Distribuição de Gás.

Legislação Aplicável Lei nº 15/2015 de 16 de fevereiro, a que se refere o n.º 3 do artigo

32.º.

Validade

A presente declaração destina-se a ser exibida perante as entidades competentes, apenas para efeitos da prática do(s) ato(s) de engenharia nela descritos e é válida pelo prazo de 1 ano.

Assinatura Lisboa, 25 de janeiro de 2021.

Luis de Carvalho Machado Presidente do Conselho Diretivo

Elementos de validação Código: 1A2LLJGW Ref.ª: PG0002

Declaração n.º: RS44028/2021

Avenida António Augusto de Aguiar, N.º 3-D 213132600 www.ordemengenheiros.pt

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Linha Clientes

E [email protected] W tranquilidade.pt T 211 520 310

Seguradoras Unidas, S.A. Sede: Av. Liberdade, 242 1250-149 Lisboa Capital Social 182 000 000 € (realizado 84 000 000 €) N.º único de Matrícula CRC Lisboa/NIPC: 500 940 231

2ª VIA

JORGE MANUEL SOUSA MARTINS R MARIA MATILDE PRATAS 11 2050-140 AVEIRAS DE CIMA

T1ILEO33

Declaração de Seguro

Dados do Contrato

Produto: RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL N.º Apólice: 0005912349 Período: 01/01/2020 a 01/01/2021 Dados da Declaração N.º Declaração: 0000013106 Validade da Declaração * Data ínicio: 17/01/2020 Data termo: 01/01/2021 15:57 Porto, 17 de janeiro de 2020 2500-263 -201904-02

* A validade desta declaração depende do efetivo pagamento do prémio de seguro, nos termos e prazos legais, sendo substituída pela correspondente documentação contratual (Condições Particulares e Fatura/Recibo).

Declaração emitida por: U85430 - Paulo Fernandes (DCI)

Para os devidos efeitos declara-se que o Cliente acima indicado subscreveu neste Segurador os valores e risco indicados nas Condições Particulares da Apólice e nos termos das respetivas Condições Gerais.

Profissão: EMG TECNICO Capital: 250.000,00

Franquia: 10% MININO 500€ MAXIMO 1.000€ Âmbito Territorial: PORTUGAL

Projetista responsável pelo projeto da instalação das redes ou ramais de distribuição de gás e pela definição ou verificação da adequação e das características dos aparelhos a instalar

Técnico responsável pelo projeto de instalações elétricas de serviço particular

Técnico responsável pela execução a titulo individual de instalações elétricas de serviço particular Técnico responsável pela exploração de instalações elétricas de serviço particular

Gonçalo Oliveira

Administrador Pedro Luís CarvalhoAdministrador

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Linha Clientes

E [email protected] W tranquilidade.pt

T 707 240 707* (9h/19h - dias úteis)

211 520 310

Generali Seguros, S.A. Sede: Av. Liberdade, 242 1250-149 Lisboa Capital Social 182 000 000 € (realizado 84 000 000 €) N.º Único de Matrícula CRC Lisboa/NIPC: 500 940 231 *(0,10€/min + IVA a partir da rede fixa | 0,25€/min + IVA a partir da rede móvel)

JORGE MANUEL SOUSA MARTINS R MARIA MATILDE PRATAS 11 2050-140 AVEIRAS DE CIMA

T1YARKJ3

Caro/a cliente,

Recebemos o valor de 312,00 € relativo ao pagamento do seu seguro.

Temos todo o gosto em esclarecer as suas dúvidas

O seu mediador é a pessoa certa para isso. Se preferir, também pode: - visitar-nos em tranquilidade.pt

- utilizar a App Tranquilidade. Obrigado,

Stefano Flori Membro do comité de gestão executivo

Lisboa, 25 de dezembro de 2020 2500-304 -201908-02

Fatura/Recibo

Ap: 0005912349 - RCGER Dados do Cliente

Nome: JORGE MANUEL SOUSA MARTINS N.º Cliente: 0120558895

N.º Contribuinte: 194833453 Cliente Verde: Sim

Dados do Contrato

Produto: RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL N.º Apólice: 0005912349

Dados do Objeto Seguro/Pessoa Segura

Descrição: VÁRIOS PARTICIPANTES Capital/Salários: 250 000,00 €

Dados da Entidade Cobradora

Entidade: DEBITOS DIRETOS

Morada: AV LIBERDADE 242

1250-149 LISBOA

Total: 312,00 €

A falta de pagamento do prémio na data indicada neste documento determina a anulação ou redução de acordo com as condições gerais do contrato.Isento de IVA (N.º 28 do Art.º 9º CIVA).

(1) Não se aplica custo de emissão de apólice/ata.

(2) Inclui os seguintes encargos e/ou taxas quando aplicáveis: Custo com INEM e FAT. (3) Informação detalhada no verso, quando aplicável.

Ver informações importantes no verso.

Dados do Documento Detalhe do Valor a Pagar

N.º Fatura/Recibo: F 2020001/04456740 Prémio comercial 286,24 €

N.º Documento interno: 90549689 Custos de fracionamento 0,00 €

Tipo: Continuado Outros encargos(1) 0,00 €

Periodicidade de pagamento: Anual Prémio antes de impostos 286,24 € Período: 2021-01-01 00:00 a 2021-12-31 Imposto de selo(3) 25,76 €

Data de emissão: 2020-12-25 Outros encargos e taxas(2) 0,00 €

Total outras entidades 25,76 €

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Detalhe do Imposto de Selo

BASE DE INCIDÊNCIA / PRÉMIO COMERCIAL TAXA IMPOSTO VALOR IMPOSTO

286,24 € 9,00% 25,76 €

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Notas Legais

Consequências da falta de pagamento do Prémio:

Nos termos previstos no Regime Jurídico do Contrato de Seguro, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril, a falta de pagamento do prémio inicial ou da primeira fração deste, determinará a resolução automática do contrato a contar da respetiva data de celebração.

O não pagamento do prémio de anuidades subsequentes ou da primeira fração deste impede a prorrogação do contrato. A falta de pagamento dos restantes prémios determina a resolução automática do contrato na data em que eram devidos. Para efeitos fiscais apenas são considerados documentos cuja natureza e denominação seja Fatura/Recibo ou Nota de Crédito.

Desde 2 de outubro de 2020, o seu segurador mudou a denominação social para Generali Seguros, S.A., na sequência de uma operação de fusão por incorporação. As condições da(s) sua(s) apólice(s) e os serviços que tem ao seu dispor mantêm-se sem alterações.

Glossário de Siglas e Termos Técnicos

Prémio Comercial: Custo associado às coberturas contratadas no seguro. A este valor acrescem ainda cargas fiscais e parafiscais. Capital seguro: Valor máximo que o Segurador paga em caso de sinistro, mesmo que este seja de valor superior.

Objeto seguro: Bem, Pessoa ou Local que se encontra coberto pelo seguro.

Carta verde: Documento comprovativo da posse do seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel. (*) FGA: Fundo de Garantia Automóvel. (*)

INEM: Instituto Nacional de Emergência Médica. (*) ANPC: Autoridade Nacional de Proteção Civil . (*) GPCV: Gabinete Português de Carta Verde. (*) PRP: Prevenção Rodoviária Portuguesa. (*) FAT: Fundo de Acidentes de Trabalho.

Imposto de Selo: Valor definido pela Tabela Geral de Imposto de Selo e aplicável ao prémio comercial e encargos. (*) Encargos cuja aplicação depende do ramo de seguro em causa.

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Telm: 916028758 8

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PROJECTO DE GÁS NATURAL

1- MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

1.1- Introdução 1.2- Local da instalação 1.3-Características do edifício 1.4-Descrição da instalação

1.5-Parâmetros caracterizadores do Gás Natural 1.5.1- Família e características da combustão 1.5.2- Composição química média

1.5.3- Poder calorífico 1.5.4- Outras características

1.6- Características dos aparelhos de queima

2- CÁLCULOS JUSTIFICATIVOS

2.1- Dimensionamento 2.2 – Folha de Cálculo

3- CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS DE MONTAGEM

3.1- Materiais

3.2- Implantação das tubagens

3.2.1- Tubagem embebida 3.2.2- Tubagem em canalete 3.2.3- Tubagem à vista 3.3- Instalação interior

3.4- Dispositivos de corte

3.5- Montagem dos aparelhos de utilização 3.6- Execução da instalação de gás

3.7- Verificações finais

3.7.1- Ensaios

3.8- Legislação

4- CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS

4.1- Ramal de alimentação do edifício 4.2- Caixas de entrada

4.3- Válvula de corte geral

4.4- Redutores

4.5- Válvulas

4.6- Contador

4.7- Tubagem e acessórios 4.8- Ligações dos aparelhos a gás

5- DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXOS

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1- MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA.

1.1- INTRODUÇÃO

O presente projeto tem por objetivo definir o traçado, o dimensionamento e a caracterização da rede de utilização destinada ao abastecimento com Gás de Natural a um edifício unifamiliar

de que é requerente Luís Prior.

1.2- LOCAL DA INSTALAÇÃO

Rua do Mato Forte, s/n, 2615-631 Calhandriz.

1.3-CARACTERÍSTICAS DO EDIFÍCIO

O edifício é constituído por 1 piso, destinado a habitação. Os pontos a alimentar situam-se no piso 0, nomeadamente na cozinha (Placa e esquentador)

1.4- DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO

A instalação de gás propriamente dita inicia-se na "Caixa Geral de Entrada” (CGE) do edifício, situada no exterior do edifício.

A montante desta caixa, o ramal de alimentação, parte integrante da rede de distribuição e, como tal, executado pela Empresa Distribuidora, conduz o gás até à instalação que se inicia no acessório de transição polietileno/cobre e de seguida pela válvula de corte geral, localizada no interior da caixa de entrada.

Como a tubagem do Ramal de Alimentação é embebida na parede, a Entidade Instaladora deverá montar uma manga protetora da tubagem, em PVC ou Polietileno, com um diâmetro interior mínimo de 50 mm, raio de curvatura de 30 vezes o diâmetro exterior do ramal e extremidade exterior ao imóvel enterrada a uma profundidade de 0,60 m. A manga acompanha a tubagem de gás até à caixa de entrada do edifício situada, o quanto possível a 1,1m de altura, com grau de acessibilidade 1, em local acessível a partir do exterior, embutida na parede, junto à entrada do estabelecimento, com a inscrição "GÁS" legível do exterior e ventilada.

A partir da válvula de corte geral será instalado um acessório com tomada de pressão, destinado a monitorizar a pressão à entrada da instalação, sempre que necessário. Recomenda-se a utilização de tomadas de pressão do tipo "Petterson", com tampão roscado, permitindo a leitura através da ligação a um manómetro.

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A jusante da tomada de pressão será colocado o redutor de entrada do edifício com a finalidade de reduzir a pressão da Rede de Distribuição para 100mbar.

A partir do redutor de entrada do edifício será instalado um acessório com tomada de pressão, destinado a monitorizar a pressão da instalação da coluna montante, sempre que necessário. Recomenda-se a utilização de tomadas de pressão do tipo "Petterson", com tampão roscado, permitindo a leitura através da ligação a um manómetro.

Seguidamente será colocado uma válvula de 1/4 de volta e um tê com válvula tamponada, destinado à introdução de ar comprimido para ensaios de estanquicidade ou de azoto para a inertização da instalação.

Da “Caixa Geral de Entrada”, o ramal seguirá enterrado, a tubo PEAD Ø20mm até á “Caixa de Entrada”, na qual será colocado um acessório com tomada de pressão do tipo "Petterson". Nas transições PEAD/cobre devem ser utilizados acessórios de transição apropriado.

O fornecimento de gás para a cozinha será realizado a partir da “Caixa Entrada”, a tubo de cobre de Ø22mm conforme peças desenhadas, com uma válvula de 1/4 de volta seguida de um redutor de 21mBar.

Além dos equipamentos referidos, as caixas de entrada deveram, ainda, contemplar a ligação à terra. Recomenda-se que a instalação seja ligada aos condutores de terra através de braçadeiras metálicas conforme peças desenhadas.

1.5- PARÂMETROS CARACTERIZADORES DO GÁS NATURAL 1.5.1- Família e características da combustão

O Gás Natural do tipo H que é distribuído em Portugal é um gás da 2.ª família.

1.5.2- Composição química média

Componente % em volume Componnte % em volume CH4 88,9 C3H8 2,35 C2H6 10,6 C4H10 1,15

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1.5.3- Poder calorífico

PODER CALORÍFICO

SUPERIOR (P.C.S) INFERIOR (P.C.I.)

42,0 MJ/m³(n) 37,9 MJ/m³(n) 10032 kcal/m³(n) 9054 kcal/m³(n)

ÍNDICE DE WOBBE

SUPERIOR (WPCS) INFERIOR (WPCI) 52,1 MJ/m³(n) 46,9 MJ/m³(n) 12442 kcal/m³(n) 11200 kcal/m³(n) 1.5.4- Outras características

Densidade d (ar=1) Grau de Humidade

0,65 Sem condensados

1.6- CARACTERÍSTICAS DOS APARELHOS DE QUEIMA

A montagem destes aparelhos deverá ser executada por mecânicos de aparelhos credenciados pela DGE, de acordo com o Decreto-Lei 97/2017, de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018, instruções do fabricante, recomendações do regulamento, especificações da concessionária e legislação em vigor.

Deverá ainda obedecer aos requisitos estabelecidos pelas Normas Portuguesas EN NP-30 e NP-1037 em ambiente com boa ventilação de modo a garantir uma boa renovação de ar, nomeadamente :

• A exaustão dos aparelhos do Tipo A: aparelhos em que os gases de combustão neles produzidos descarregam diretamente para a atmosfera envolvente. Os compartimentos devem estar providos de chaminé ou sistema associado a conduta de evacuação dos gases da combustão e os aparelhos devem ser instalados em local que facilite a exaustão dos gases da combustão produzidos;

• A exaustão dos aparelhos do Tipo B: deverão ser ligados a uma conduta de extração de fumos. No caso do esquentador será com tubagem em chapa “tipo spiro”, com secção igual à da saída do aparelho, em conformidade com as normas da série NP1037;

• A exaustão dos aparelhos do Tipo C: São aparelhos de circuito estanque, isto é, recebem o ar de combustão e descarregam os gases de queima respetivamente de e para o exterior do

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imóvel, através de condutas fornecidas com o aparelho. O lado externo do equipamento de admissão de ar/descarga de produtos de combustão tem sempre uma ventosa que impede os ventos incidentes de interferirem com o processo de queima do aparelho.

Em cozinhas profissionais e de acordo com o definido na norma NP 1037-4, o abastecimento de gás deve estar encravado com todos os sistemas mecânicos necessários à ventilação e/ou extração, mediante a utilização de uma válvula automática normalmente fechada, aberta em condições normais de operação.

Os aparelhos de queima a considerar, serão os seguintes:

Aparelho Potência (kW) Tipo

Ligação

Placa 6 A Tubo Metálico Rígido

Esquentador 29 B Tubo Metálico Fléxivel

TOTAL

31

O valor de potência mínima para o cálculo da tubagem calcular será de 30KW.

Na 1ª fase a utilização inicial de Propano antecedendo o Gás Natural, como tal recomenda-se o uso de aparelhos de queima da categoria II2H3P ou II2H3+.

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2- CÁLCULOS JUSTIFICATIVOS

2.1- DIMENSIONAMENTO

Nos cálculos dos traçados das instalações para GN foram considerados:

• A compensação das perdas de carga singulares através do acréscimo de 20% ao comprimento da tubagem:

Leq = L 1,2

• Caudais instantâneos;

• A variação da pressão relativa do gás com os diferentes níveis da instalação;

Ph = 0,1293 ( 1 - dr) h

em que:

Ph - Variação da pressão relativa em mbar; dr - Densidade relativa;

h - Valor do desnível em m.

• A perda de carga máxima admissível, desde o redutor de entrada no imóvel até o redutor do contador mais afastado, de 30 mbar;

• A aplicação da fórmula de Renouard para média pressão (M.P.A):

P12 - P22 = 48,6 × dc × Leq × Q1.82 D4.82

em que:

P1 - Pressão absoluta inicial (mbar);

P2 - Pressão absoluta final (mbar);

dc - Densidade corrigida;

Leq -Comprimento equivalente (m); Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm).

• A perda de carga máxima, entre o redutor do contador e o aparelho de queima mais afastado, de 1,5 mbar;

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• A aplicação da fórmula de Renouard para baixa pressão (B.P.)

P1 - P2 = 23200 × dc × Leq × Q1.82

D4.82

em que:

P1 - Pressão relativa inicial (mbar);

P2 - Pressão relativa final (mbar);

dc - Densidade corrigida;

Leq - Comprimento equivalente (m); Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm).

• Velocidade máxima nas tubagens exteriores e colectivas: 15 m/s; • Velocidade máxima nas tubagens individuais: 10 m/s;

v = 354 × Q (D2 × P m) em que: v - Velocidade de escoamento do gás (m/s); Q - Caudal instantâneo (m3/h);

D - Diâmetro interno da tubagem (mm);

Pm - Pressão média absoluta do gás no interior da tubagem.

• Pressão relativa junto aos aparelhos de queima: 21 mbar.

2.2- FOLHA DE CÁLCULO

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3- CONDIÇÕES TÉCNICAS GERAIS DE MONTAGEM

3.1- MATERIAIS

As tubagens das instalações de Gás Natural podem ser dos seguintes materiais: • De cobre segundo NP EN-1057 ou outra tecnicamente equivalente;

• De aço galvanizado segundo EN ISO 3183 ou outra tecnicamente equivalente. • De PEAD segundo NP EN-1555 ou outra tecnicamente equivalente.

3.2- IMPLANTAÇÃO DAS TUBAGENS

Na implantação das tubagens (ramais de alimentação, colunas montantes, derivações de piso) dever-se-ão observar, entre outros, os seguintes princípios:

• As tubagens não devem atravessar locais que contenham reservatórios de combustíveis líquidos, depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos, condutas e locais de receção ou armazenagem de lixos domésticos, condutas de eletricidade, água, telefone, caixas de elevadores ou monta-cargas, casas de máquinas de elevadores ou monta-cargas, cabinas de transformadores ou de quadros elétricos, espaços vazios das paredes duplas e outros locais com perigo de incêndio. • Estas restrições podem ser ultrapassadas se as tubagens ficarem contidas numa manga

metálica contínua, estanque, cujas extremidades se encontrem em espaços livremente ventilados, para que eventuais fugas de gás sejam descarregadas de modo a não constituírem perigo.

• As colunas montantes instaladas em edifícios coletivos não devem atravessar o interior de qualquer dos fogos.

• As colunas montantes podem ser instaladas nos espaços interiores de uso comum dos edifícios coletivos nas seguintes condições:

a) Em canalete, exclusivamente reservado às tubagens de gás, ventilados, construídos em

materiais não combustíveis e inspecionáveis através de tampas seladas;

b) Embebida nas paredes ou pavimentos, nomeadamente na caixa de escada, desde que construídas com tubagem de aço ou de cobre sendo os tubos de aço soldados electricamente e os de cobre por brasagem capilar forte, com o mínimo de juntas possível;

c) À vista, desde que convenientemente apoiadas, fixas e protegidas contra eventuais agressões mecânicas e contra a corrosão.

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d) Enterradas, (no exterior do edifício) devem ser colocadas a 60 cm de profundidade,

envolvidas numa camada de areia doce de 10 cm em todas as direções e levar uma banda avisadora amarela com os termos “atenção gás”.

e) As tubagens enterradas não devem ficar em contacto com outras instalações, respeitando

as seguintes distâncias mínimas:

3.2.1- TUBAGEM EMBEBIDA

a) As tubagens de gás devem ser implantadas no interior das paredes e o seu traçado deve ser retilíneo;

b) Nos troços horizontais embebidos na parede, as tubagens não devem ficar situadas a mais de 0,2 m do teto ou dos elementos da estrutura resistente do edifício;

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c) Os troços verticais devem ficar na prumada das válvulas de corte dos aparelhos de queima que alimentam;

d) Nos troços embebidos no pavimento, o percurso deve fazer-se preferencialmente em

direção paralela, com um afastamento máximo de 0,2 m, ou perpendicular à parede imediatamente contígua.

e) As tubagens não devem ficar em contacto direto com o metal das estruturas ou

armaduras das paredes, pilares ou pavimentos, o que daria origem ao fenómeno da corrosão;

f) As tubagens não devem atravessar juntas de dilatação nem juntas de rotura da alvenaria

ou betão;

g) As tubagens não devem passar no interior de elementos ocos, a menos que fiquem no

interior de uma manga estanque e sem soluções de continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga num local ventilado;

h) As tubagens não devem ser instaladas nas paredes das chaminés;

i) Os roços efetuados não devem reduzir a solidez, ventilação, estanquicidade, isolamento

térmico ou sonoro da obra;

Durante a instalação de tubagem embebida, deverão ser tomadas as seguintes medidas conducentes a uma adequada proteção:

j) As tubagens embebidas deverão ter recobrimento mínimo com argamassa de cimento de 2

cm de espessura;

l) As tubagens de cobre embebidas no betão devem ser instaladas com um revestimento

inalterável de PVC, Polietileno ou equivalente que lhes assegure proteção química e elétrica;

m) Os tubos de aço embebidos no betão não necessitam de qualquer proteção, exceto se o

reboco de cobertura for de gesso. Nesse caso a tubagem deve ser previamente revestida com uma matéria inerte e resistente à corrosão;

n) As tubagens embebidas não devem incorporar qualquer junta mecânica, exceto se esta for

indispensável. Nesse caso, ficará numa caixa de visita com um grau de acessibilidade de grau 3.

Adaptar-se-á o mesmo procedimento para as válvulas e acessórios com juntas mecânicas;

o) As derivações ou mudanças de direção das tubagens, quando feitas por meio de soldadura

ou brasagem forte, devem ficar contidas em caixas de visita como se refere na alínea anterior, exceto nos casos, devidamente justificados, em que se utilizem tubos de aço sem costura soldados por arco elétrico;

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p) As tubagens embebidas não devem ficar em contacto com outras instalações, respeitando

as seguintes distâncias mínimas: CANALIZAÇÕES EMBEBIDAS EM PARALELO EM CRUZAMENTO Eléctricas 10 cm 3 cm Água ou vapor 5 cm 3 cm Esgotos 10 cm 5 cm Chaminés 5 cm 5 cm 3.2.2 - TUBAGEM EM CANALETE

As tubagens podem ser instaladas em canaletes desde que estas cumpram os seguintes requisitos:

a) Serem exclusivamente reservados para as tubagens de gás;

b) Serem ventilados (as aberturas inferiores de ventilação dos canaletes devem ser

protegidas com redes corta-chamas);

c) Serem construídos de materiais não combustíveis Classe M.0, só sendo permitida a

utilização da classe M.1 no interior dos fogos, ou seja, quando cessa a fonte de ignição o material deve auto extinguir-se (conforme Dec. Lei 64/90);

d) Serem inspecionáveis através de tampas, da mesma classe de material, fixadas

mecanicamente;

e) No caso particular dos canaletes para colunas montantes em edifícios de grande altura

deverão ser observadas condições específicas enumeradas no Art.º 40.º da Portaria n.º 361/98.

3.2.3 – TUBAGEM À VISTA

a) Os troços de tubagem à vista deverão ser identificados através de pintura de cor ocre

amarelo, em conformidade com a NP 182. A operação de pintura deverá contemplar a limpeza da superfície, desengorduramento, aplicação de primária anti-corrosão e um mínimo de duas de mãos de tinta;

b) Na tubagem à vista, os troços horizontais devem ficar situados até 0,2 m do teto ou dos elementos da estrutura resistentes do edifício;

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c) Os troços verticais devem ficar na prumada das válvulas de corte dos aparelhos de queima

que alimentam;

d) As tubagens de gás instaladas à vista devem ser convenientemente apoiadas e fixadas em

suportes deslizantes que, uma vez apertados, não deverão exercer fortes pressões sobre a tubagem. Apenas o necessário para executarem a sua função.

Os suportes deverão ser dos seguintes tipos:

• Troços horizontais: braçadeiras ou suportes-guia fechados; • Troços verticais: braçadeiras;

Nas mudanças de direção em troços horizontais: suportes de apoio sem guia.

e) Para a tubagem em aço, os suportes devem ser em aço galvanizado, (grau St 33 / DIN

17100 com tratamento de superfície de acordo com o exposto na norma DIN 2444). O espaço entre a tubagem e o suporte é preenchido com material isolante.

f) Para a tubagem em cobre, os suportes devem ser de plástico, cobre, latão ou aço

galvanizado (grau St33/DIN 17100 com tratamento de superfície de acordo com o exposto na norma DIN 2444). Nos dois últimos casos o espaço entre a tubagem e o suporte ou braçadeira é preenchido com material isolante.

g) O afastamento entre suportes deverá respeitar o Quadro seguinte:

Material da tubagem Diâmetro da tubagem Separação máxima (m) Troço horizonta l Troço vertical Cobre <15 1.0 1.5 18<D<22 1.5 2.0 28<D<35 2.5 3.0 42<D<54 3.0 3.0 Aço <1/2” 1.5 2.0 ½”<D<1” 2.0 3.0 1”<D<1 ¼” 2.5 3.0 D>1 ¼” 3.0 3.0

O afastamento máximo entre suportes em tubagem de aço ou cobre é o mesmo que entre suporte ou braçadeira e qualquer mudança de direção;

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Deve prever-se um suporte no ponto mais próximo possível de equipamento tais como válvulas e reguladores.

h) Para além da instalação destes suportes, poderá considerar-se necessário, em alguns

casos, a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes.

Os pontos de ancoragem podem ser estabelecidos:

 Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a

um suporte fixo à parede ou teto;

 No caso de tubagens de aço, poderá aceitar-se como alternativa a utilização de duas

braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a um suporte fixo à parede ou teto.

i) As tubagens à vista não devem ficar em contacto com quaisquer outras tubagens, cabos

elétricos ou similares nem com condutas de evacuação de produtos de combustão. As distâncias a respeitar serão as seguintes:

CANALIZAÇÕES À VISTA EM PARALELO EM CRUZAMENTO Elétricas ou similares 3 cm 2 cm

Condutas de evacuação de produtos de combustão

10 cm 5 cm

j) No atravessamento de pavimentos interiores as tubagens devem ser protegidas por uma

manga ou bainha resistente à corrosão provocada pela água e outros produtos domésticos. Esta proteção deve ficar complanar com o teto na sua extremidade inferior e ultrapassar o pavimento em, pelo menos, 5 cm. O espaço anelar entre a tubagem e a proteção deve ser preenchido com uma matéria isolante e não higrocóspica

l) As tubagens de gás podem ser implantadas entre os tetos falsos e os tetos, se forem simultaneamente cumpridos os seguintes requisitos:

• Os tetos falsos sejam suficientemente ventilados.

• As distâncias mínimas entre as tubagens de gás e as outras tubagens são as referidas para as canalizações à vista;

• O espaço entre o teto e o teto falso seja visitável em todo o percurso da tubagem. m) A instalação de gás do edifício deverá ser ligada à terra segundo o Decreto-Lei 97/2017,

de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018. Deverá ainda verificar-se a baixa resistividade (<20Ω).

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n) É interdito o uso de chumbo ou de PE em canalizações interiores.

o) Nos troços de tubagem à vista pode ser aplicado calhas e os respetivos suportes em PVC com IK07para isolamento.

3.3- INSTALAÇÃO INTERIOR

A rede interior é fundamentalmente constituída por:

- Caixa Geral de Entrada  Caixa de Entrada  Cozinha

3.4- DISPOSITIVOS DE CORTE

As instalações de gás devem possuir dispositivos de corte, para além dos já referidos, pelo menos nos seguintes pontos:

a) A montante do contador de gás;

b) No ponto de entrada da tubagem em cada fogo/edifício, caso o contador se encontre a

mais de 20 m da entrada do fogo ou em pisos diferentes;

c) A montante de cada aparelho de queima com válvula do tipo "um quarto de volta" situada

a menos de 0,80 m destes ou o mais próximo possível, caso em que isso seja impossível; Todos estes dispositivos de corte devem ser facilmente acessíveis mesmo com os aparelhos montados.

3.5- MONTAGEM DOS APARELHOS DE UTILIZAÇÃO

A montagem do aparelho de gás deve ser efetuada por mecânicos de aparelhos a gás credenciados pela Direção Geral de Energia, de acordo com o DL 97/2017, de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018.

A montagem deste aparelho deve obedecer aos requisitos estabelecidos na Portaria N.º 361/98, normas portuguesas NP-1037-1 e NP-1037-3, às instruções do fabricante e da entidade abastecedora.

A ligação dos aparelhos à instalação de gás deve obedecer ao estabelecido no Art.º55.º da Portaria n.º361/98, designadamente:

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• Fornos independentes, mesas de trabalho independentes e "placas de queima"; • Aparelhos de aquecimento de água, instantâneos ou de acumulação;

• Aparelhos de aquecimento de ambiente do tipo fixo.

Sempre que a distância entre o ponto de abastecimento de gás e o aparelho exceda 0,8 m ou quando se pretenda alimentar mais de um aparelho, devem ser utilizados tubos metálicos rígidos nestas ligações.

3.6- EXECUÇÃO DA INSTALAÇÃO DE GÁS

A execução das instalações só poderá ser assumida por entidades instaladoras qualificadas e reconhecidas pela Direção Geral de Energia.

Os profissionais executantes deverão possuir a respetiva licença emitida por entidade reconhecida pela Direção Geral de Energia, nos termos DL 97/2017, de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018.

3.7- VERIFICAÇÕES FINAIS

Após a execução da instalação de gás, e com toda esta à vista, a empresa instaladora realizará os ensaios e demais verificações de segurança exigíveis, na presença do técnico de gás responsável pela instalação e de um representante da Entidade Inspetora.

Feitas estas verificações, e havendo acordo quanto aos resultados, a firma instaladora emitirá o termo de responsabilidade previsto para o efeito, a Entidade Inspetora o Certificado de Conformidade, sendo o duplicado entregue à empresa distribuidora.

3.7.1- ENSAIOS

Os ensaios de estanquicidade das tubagens fixas, exigidos para troços cuja pressão de serviço seja igual ou inferior a 0,4 bar, devem ser executados segundo o legalmente estabelecido e procedimento acordado com o representante da empresa distribuidora:

• Troços da instalação a montante do último patamar de redução: pressão de ensaio a 1,5 vezes a pressão de serviço, com um mínimo de 1 bar;

• Troços da instalação a jusante do contador ou a jusante do último patamar de redução: 150 mbar.

• Deverão ser utilizados manómetros do tipo Bourdon, terem divisões de 5 mbar e possuírem certificado válido como sendo de incerteza máxima de 0,5%.

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• Período de condicionamento de ensaio: recomenda-se que o primeiro registo de pressão só ocorra ao fim de 10 minutos após a pressurização do sistema.

• Período mínimo de ensaio: 15 minutos durante a vistoria (recomenda-se, contudo, que o ensaio particular da empresa instaladora seja feito durante um período mais dilatado de tempo, idealmente 6 horas).

O fluido de ensaio deve ser o ar, o azoto ou o próprio gás. No caso da tubagem ser ensaiada com ar ou azoto esta deve ser purgada no final dos ensaios.

3.8- LEGISLAÇÃO

Todo o equipamento e a respetiva instalação deverão obedecer à legislação portuguesa em vigor, nomeadamente:

- Normas Portuguesas;

- Regulamento técnico relativo ao projeto, construção, exploração e manutenção das instalações de gás combustível canalizado em edifícios (in Portaria 361/98, de 26/Junho);

- Regulamento técnico relativo ao projeto, construção, exploração e manutenção de redes de distribuição de gases combustíveis (in Portaria 386/94, de 16/Junho);

- DL 97/2017, de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018; - Portaria nº 690/2001 de 10 de Julho;

- Portaria nº 460/2001 de 8 de Maio;

- Regulamento Geral das Edificações Urbanas; - Recomendações da empresa distribuidora.

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4- CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS

4.1- RAMAL DE ALIMENTAÇÃO DO EDIFÍCIO

O caudal instantâneo de Gás Natural a satisfazer pelo ramal de alimentação do edifício será de

3,51m³/h.

Este ramal será montado pela Empresa Distribuidora no interior da manga protetora referida em 1.4.

O dispositivo de corte geral da rede será instalado pela empresa distribuidora e o seu DN será definido pela mesma.

4.2- CAIXAS DE ENTRADA

As características e dimensões destas caixas poderão ser as seguintes: • Caixas metálicas;

• Caixas de material termoplástico;

• Alojamento em alvenaria ou betão com porta metálica;

• Alojamento em alvenaria ou betão com porta de material termoplástico; Quando metálicas, as caixas ou portas deverão receber proteção anticorrosiva.

As caixas deverão poder ser abertas manualmente, sem recurso a nenhuma ferramenta ou, em alternativa, serem dotadas de postigo facilmente quebrável em caso de necessidade de atuação sobre a válvula de corte geral.

A construção das caixas e abrigos deverá prever um sistema de fixação dos equipamentos a instalar no seu interior (válvula de corte geral, redutor, contador, etc).

As dimensões das caixas e abrigos variam obviamente em função dos equipamentos que albergam (redutores de maior ou menor capacidade, ausência ou presença de contador, contador de maior ou menor capacidade, etc.). Na Caixa Geral de Entrada as dimensões mínimas deverão ser:

Largura Altura Profundidade

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As caixas deverão satisfazer, no mínimo, o grau de proteção IP 43 (NP EN 60529) e IK09 (NP EN 50102).

As tampas das caixas devem conter a palavra “Gás“ em caracteres indeléveis e legíveis do exterior e com a acessibilidade de grau 1 ao dispositivo de corte geral.

4.3- VÁLVULA DE CORTE GERAL

De acordo com o Art.º 18º da Portaria N.º 361/98, o Dispositivo de Corte Geral de gás aos edifícios deve ser de do tipo de corte rápido com encravamento e, uma vez acionado, só pode ser rearmado pela concessionária ou pela entidade exploradora.

O dispositivo de corte geral deve ficar instalado em local com acessibilidade de grau 1, na caixa de entrada.

As suas características principais são: - Classe de Pressão PN6;

- Classe de temperatura -5;

- O obturador deverá ser esférico e de 1/4 de volta;

- O corpo da válvula deverá ser de latão estampado, de composição química segundo DIN 17660 e características mecânicas segundo AFNOR FDA 53-403 ou equivalente.

- As ligações serão por junta esferocónica conforme NFE 29-536, rosca macho cilíndrica segundo NP EN ISO 228.

4.4- REDUTORES

Este redutor terá as seguintes características:

- Características de regulação:

• Classe de precisão AC 5 ou AC 10.

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- Dispositivos de segurança:

• Dispositivo de segurança para corte da passagem de gás em caso de excesso de pressão ou de queda de pressão à saída, com encravamento em caso de atuação, obrigando a rearme manual;

- Regimes de pressão:

• O redutor de entrada do edifício deve suportar uma pressão máxima de 1 a 4 bar para a entrada e 21mbar para a saída.

• Os redutores para gás propano deverão poder funcionar corretamente com pressões à entrada situadas entre 0,2 a 1,5 bar e regulados para a saída a 37mbar.

- Características das ligações:

• Entrada por junta esferocónica conforme NFE 29-536, rosca fêmea cilíndrica segundo NP EN ISO 228;

• Saída por junta plana conforme NP EN ISO 228.

- Marcação:

 A marcação de cada regulador deverá ser conforme as normas aplicáveis.

- Certificado de qualidade:

• O regulador deverá ser adquirido com Certificado de Qualidade de acordo com a norma EN 10204, tipo 3.1.

- Caudal máximo:

• 3,51 m³/h para Gás Natural (redutor de entrada geral do edifício – 21mBar)

4.5- VÁLVULAS

As válvulas de seccionamento a instalar, deverão ser do tipo 1/4 de volta e de obturador esférico, com indicação de sentido e de posição Aberta/Fechada.

O movimento dos manípulos de atuação das válvulas deve ser limitado por batentes fixos e não reguláveis, para que os manípulos se encontrem:

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• Com a direção do escoamento do gás, na posição de aberto;

As válvulas não podem possuir qualquer dispositivo de encravamento na posição de aberto. Devem ser da Classe de Pressão MOP5 (NP EN 331:2002).

No caso de deterioração do manípulo da válvula, o comando desta deve ser possível através de ferramenta de utilização comum.

O corpo das válvulas deverá ser de latão estampado, de composição química segundo DIN 17860. As ligações devem ser por roscas gás cilíndricas conforme NP EN ISO 228, sendo a estanquicidade assegurada por junta plana.

No caso dos aparelhos de gás deverá ser colocada uma válvula, a uma distância máxima de 0,8m e a uma altura de 1m e 1,4m do pavimento para cada aparelho

4.6- CONTADOR

O contador modelo G4 de caudal máximo de 3,51 m3(st)/h será fornecido pela empresa

distribuidora salvo qualquer outra indicação da Concessionária. O contador será instalado em caixa fechada, em local seco, ventilado e permanentemente acessível. Será provido de porta (de material incombustível) com ventilação diferencial, que deve possuir, na face exterior, a identificação "Gás" indelével e a expressão ou símbolo equivalente "PROIBIDO FUMAR OU FAZER CHAMA" e não poderá ser utilizado para qualquer outro fim a não ser aquele a que se destina.

O contador deverá estar protegido contra:

a) Choques mecânicos;

b) Ação de substâncias corrosivas; c) Fontes produtoras de calor ou chama; d) Faíscas ou fontes de ignição elétrica;

e) Outros agentes externos de efeitos danosos previsíveis.

4.7- TUBAGEM E ACESSÓRIOS

As tubagens entre a Caixa Geral de Entrada e a Caixa de Entrada 1 e desta à Caixa de Entrada 2 serão constituídas a tubo PEAD segundo a norma NP EN 1555 e as restantes tubagens e acessórios serão em cobre segundo a NP EN-1057 ou outra tecnicamente equivalente. Obedecerão aos traçados e aos diâmetros definidos nas peças desenhadas.

As tubagens e acessórios serão em cobre segundo a NP EN-1057 ou outra tecnicamente equivalente. Obedecerão aos traçados e aos diâmetros definidos nas peças desenhadas.

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A ligação entre tubos de cobre e acessórios com diâmetros superiores a 54mm é feito por soldobrasagem e inferiores a 54mm por brasagem forte; o material de adição com um ponto de fusão superior a 450º C e um teor em prata superior a 40%. Não são permitidas ligas do tipo fosforado.

A tubagem á vista poderá ser isolada em calha de PVC e os respetivos apoios conforme peça desenhada.

Tubagem em cobre quando embebida possuirá revestimento exterior em PVC, PE ou material equivalente que lhe assegure proteção química e elétrica.

Todos os materiais aplicados deverão ser próprios para a utilização de Gás Natural, serem isentos de defeitos e obedecer ao determinado nas respetivas especificações, documentos de homologação, Normas Portuguesas em vigor e recomendações da empresa distribuidora.

As soldaduras devem ser executadas por soldadores qualificados com certificado oficial atualizado (P. 361/98, Artº 49º).

NOTA: Com exceção do contador, todos os restantes equipamentos e materiais pertencem ao

proprietário do imóvel, sendo montados pelo instalador que executar a obra.

4.8- LIGAÇÕES DOS APARELHOS A GÁS

Deve ser mediante tubos metálicos conforme ponto1.6.

5- DISPOSIÇÕES FINAIS

Em tudo o omisso aplica-se o DL 97/2017, de 10 de agosto, alterado pela Lei 59/2018 de 21 agosto de 2018, a Portaria 361/98, a Portaria 690/2001 e as demais normas aplicáveis em vigor.

Aveiras de Cima, 3 de julho de 2021

O Técnico Responsável (Jorge Manuel Sousa Martins)

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ANEXOS

FOLHA DE CÁLCULO

PEÇAS DESENHADAS

(33)

1

PCI 9054

Densidade corrigida 0,62 PROJECTISTA

φ COLECTOR = 0 xxxx

Redutores =

Coef. Simultan. = XXXX POT. Qst Qst

(Kw) (m^3/h) (kg/h) 6 0,60 0,49 ##### 29 2,91 2,35 ##### Rede Imovél 0 0,00 0,00 ##### 100 P. B. P. M. 0 0,00 0,00 ##### 21 100 0 0,00 0,00 ##### 0 0,00 0,00 #####

Nº fogos Aquec. Simult. 0 0,00 0,00 #####

1 FALSO 1,000 0 0,00 0,00 ##### 1 0 0,00 0,00 ##### 280 TOTAIS PARCIAIS = 35,00 Kw 3,51 m^3/h 2,84 kg/h XXXX 3 51 m^3/h Qsttotal= DATA 01/07/2021

INSTALAÇÃO DE GÁS NATURAL

Luís Filipe Nunes Prior Habitação unifamiliar Rua do Mato Forte, s/n,

MORADA

TIPO DE OBRA

CLIENTE

2615-631 Calhandriz

Pressões (mbar)

Jorge Martins - Projectista, OE nº 70399

Equipamento por fogo Colector

530 Qsttotal = 3,51 m^3/h G4 550 Tipo de Gás Características Alvéolo Técnico

(34)

Q Δ V (m³/h) Real Equiv. Asc./Desc. Vert Int. Com. Inicial Final Fin.corr. (mbar) (m/s)

A - B 4 4 1 1,00 3,51 23,25 27,90 3 1,00 14 20 100,00 88,27 88,23 11,77 5,72 B - C 4 4 1 1,00 3,51 1,10 1,32 2 1,10 14 20 88,23 87,67 87,72 12,28 5,76 C - D 2 5 1 1,00 2,91 1,20 1,44 3 0,70 20 22 21,00 20,92 20,89 0,11 2,49 D - E 2 5 1 1,00 2,91 1,40 1,68 2 1,40 20 22 20,89 20,80 20,86 0,14 2,49 C - F 2 5 1 1,00 0,60 2,75 3,30 3 0,70 20 22 21,00 20,99 20,96 0,04 0,51 F - G 4 5 1 1,00 0,60 1,40 1,68 2 1,40 14 20 20,96 20,93 20,99 0,01 1,05 G - H 4 5 1 1,00 0,60 0,80 0,96 3 0,60 14 20 20,99 20,98 20,95 0,05 1,05 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

(35)

0 INDICE

DESENHO nº

TÍTULO

0

Circuito Gás

Pormenores

Simbologia

Lista de Layers

1

4

5

Indice

S.E.

3

Isométrica - R/C

2

CIRCUITO GÁS

Luís Filipe Nunes Prior

Rua do Mato Forte, s/n, 2615-631 Calhandriz 70399 OE nº 3/7/2021 3/7/2021

6

PROJECTOU VERIFICOU DESENHOU ESCALA: DES. Engº Jorge Manuel Sousa Martins Rua Maria Matilde, nº11 Aveiras de Cima Tel. – 916028758 E-mail: [email protected] Registo: - -- -Requerente: Projectista: Assunto: Designação:

Martins

Martins

Martins

Martins

PROJECTOS ELECTROTÉCNICOSI.T.E.D. REDES DE GÁS S.C.I.E

(36)

1/100 CIRCUITO GÁS 1 P L H P 174 324 L 500 H

DISTÂNCIA ENTRE EIXOS = 110 CONTADOR

G4

em material incombustivel Porta com ventilação diferêncial

Medidas em milímetros

DIMENSÕES DA CAIXA DO CONTADOR

G4

Luís Filipe Nunes Prior

Rua do Mato Forte, s/n, 2615-631 Calhandriz 70399 OE nº 3/7/2021 3/7/2021 Simbologia

Circuito a tubo de cobre, Cu f15mm2 Circuito a tubo de cobre, Cu f22mm2 Circuito a tubo de cobre, Cu f28mm2 Circuito a tubo de PEAD f20mm2

Proteção mecânica metálica ou PVC classe M (IK09)

A EMPRESA INSTALADORA DEVERÁ CONFIRMAR ESTAS MEDIDAS ANTES DO INÍCIO DA OBRA.

PLANTA PISO 0 Sala 35.85m² Hall 7.45m² Quarto 1 11.10m² I.S. 1 4.50m² I.S. 2 3.50m² Suite 18.35m² Alpendre Semi-coberto (Pérgula) 26,75m² Estacionamento semi-coberto (pérgula) 16.40m² Máq. Lav. Roupa Frigorífico AQS Cozinha 8.90m² Circulação 4.80m² Forno Despenseiro Esquent. Alpendre semi-coberto (pérgula) 21.75m²

LIGAÇÃO Á REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE GÁS NATURAL DO CONCESSIONÁRIA LOCAL

PLACA

C.G.E. C.E.

ESQUENTADOR

C.E. -Caixa Entrada

GRAU 1

ACESSIBILIDADE

ACESSIBILIDADE

1

C.G.E. - Caixa Geral Entrada

PROJECTOU VERIFICOU DESENHOU

ESCALA:

DES. Engº Jorge Manuel Sousa Martins Rua Maria Matilde, nº11 Aveiras de Cima Tel. – 916028758 E-mail: [email protected] Registo: - -- -Requerente: Projectista: Assunto: Designação:

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PROJECTOS ELECTROTÉCNICOSI.T.E.D. REDES DE GÁS S.C.I.E

(37)

S.E.

CIRCUITO GÁS - R/C

Isométrica

2 Luís Filipe Nunes Prior

Rua do Mato Forte, s/n, 2615-631 Calhandriz 70399 OE nº 3/7/2021 3/7/2021 Nota:

· Os redutores de 21mBar devem ser substituídos por redutores de 37mBar para GPL (propano).

· Os eléctrodos de terra devem ter no máximo uma resistência de 20 e ligado através de um condutor de cobre com secção mínima de 16mm2.

Simbologia

Circuito a tubo de PEAD f20mm2 Circuito a tubo de cobre, Cu f15mm2

Circuito a tubo de cobre, Cu f22mm2 Circuito a tubo de cobre, Cu f28mm2

G 4

A

C.G.E.

0,4 m + 0,6m 7m ~ 8m

B

C

C.E.

0,25m

REDUTOR

Q=3,51m3/h - 2,84 Kg/h Pmax= 100mbar Pmin= 70mBar Ps= 21mbar 0,3m

REDUTOR

Q=3,51m3/h - 2,84 Kg/h Pmax= 4 bar Pmin= 1 Bar Ps= 100 mbar 7m 0,5m + 0,2m N 26 NP 1037/1 H =300

Ligação metálica rígida

1,2m + 0,2m 0,2m

E

D

PLACA

G

0,2m

H

0,6m 1,2m + 0,2m 0,25m

F

1,8m 0,5m + 0,6m(vala) PROJECTOU VERIFICOU DESENHOU ESCALA: DES. Engº Jorge Manuel Sousa Martins Rua Maria Matilde, nº11 Aveiras de Cima Tel. – 916028758 E-mail: [email protected] Registo: - -- -Requerente: Projectista: Assunto: Designação:

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(38)

CANALIZAÇÕES À VISTA EM PARALELO EM CRUZAMENTO Eléctricas ou similares 3 cm 2 cm Condutas de evacuação de produtos de combustão 10 cm 5 cm CANALIZAÇÕES EMBEBIDAS EM PARALELO EM CRUZAMENTO Eléctricas 10 cm 3 cm Água ou vapor 5 cm 3 cm Esgotos 10 cm 5 cm Chaminés 5 cm 5 cm

AFASTAMENTO ENTRE CANALIZAÇÕES

AFASTAMENTO ENTRE CANALIZAÇÕES

APOIOS DESLIZANTES Tubo de cobre revestido Bainha metálica Pavimento - 50mm PROTECÇÃO DO TUBO NO ATRAVESSAMENTO DO SOLO - Poderá ser utilizado calha PVC com IK07 e os

respectivos apoios nos troços horizontais com 1m distanciados entre si.

NOTA: MATERIAL

DA

TUBAGEM Trosso horizontal Trosso vertical

15 = 1, 0 1,5 1,5 2,0 2, 5 3,0 3, 0 3,0 1,5 2,0 2, 0 3,0 2, 5 3,0 3, 0 3,0 COBRE AÇO SEPARAÇÃO MÁXIMA ( M) 18 = D = 22 28 = D = 35 42 = D = 54 = ½” ½” < D = 1" 1” < D = 1¼" D > 1¼ "

AFASTAMENTO ENTRE SUPORTES AFASTAMENTO ENTRE SUPORTES (L)(L)

TUBAGEM E/OU CABOS EM PERCURSOS PARALELOS

CRUZAMENTOS DE TUBAGENS E/OU CABOS

EDIFICIO OU IMOVEL (FACE EXTERIOR) CABO ELECTRICO TELEFÓNICO OU SIMILAR NÍVEL DO TERRENO CÂMARA DE VISITA (ESGOTO) COLECTOR DE ESGOTO CONDUTA DE ÁGUA

- Evitar tubagem de água paralelo a conduta de água 500 200 600 500 200 500 CONDUTA DE ÁGUA CABO ELECTRICO TELEFÓNICO OU SIMILAR COLECTOR DE ESGOTO 600 NÍVEL DO TERRENO TUBAGEM DE GÁS FITA AVISADORA 300 200 200 500 - Medidas mínimas PORMENORES 3 S.E. CIRCUITO GÁS

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VÁLVULA DE SECCIONAMENTO

VÁLVULA DE CORTE GERAL COM ENCRAVAMENTO

TUBO DE POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE

TUBO DE COBRE

TUBAGEM À VISTA

TUBAGEM EMBEBIDA OU ENTERRADA REDUTOR DE CLIENTE (2º andar de red.)

LIMITADOR DE PRESSÃO

CONTADOR DE GÁS

TUBAGEM TAMPONADA

ACESSÓRIO DE TOMA DE PRESSÃO TIPO

-Petterson-MANÓMETRO

ACESSÓRIO DE TRANSIÇÃO PE/METAL

LIGAÇÃO À TERRA LIGAÇÃO FLANGEADA SENTIDO DO FLUXO DE GÁS TUBAGEM ASCENDENTE TUBAGEM DESCENDENTE MARMITA

FOGÃO COM FORNO

FRITADEIRA

FORNO INDEPENDENTE

CONDUTOR DE PROTECÇÃO

ELECTROVÁLVULA INVERSOR AUTOMÁTICO

GARRAFA SOB PRESSÃO

INCLINAÇÃO DA TUBAGEM

Cu

P

REDUTOR DA REDE (1º andar de red.) REDUTOR DE PRESSÃO COM SEGURANÇA INCORPORADA

FILTRO

CAIXA COM LIGADOR AMOVÍVEL PEAD QUADRO ELÉCTRICO DETECTOR DE GÁS

~

CAIXA DE VISITA CV

VÁVULA COM PATÉRE DE ESQUADRIA

ou % % APARELHO DE AQUECIMENTO INSTANTÂNEO SIMBOLOGIA 4 S.E. C CIRCUITO GÁS

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(40)

S.E. 5 LAYERS

DESENHO nº

Layers

1

2

3

GÁS, LAYOUT, LEGENDA, PLANTA

4

5

6

7

8

9

GÁS, LAYOUT, LEGENDA, PLANTA

GÁS, LAYOUT, LEGENDA, PLANTA

GÁS, LAYOUT, LEGENDA, PLANTA

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Referências

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