Ácido rosmarínico

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Open Avaliação da atividade  do ácido rosmarínico em modelos animais

Open Avaliação da atividade do ácido rosmarínico em modelos animais

O ácido rosmarínico (AR) é um metabólito secundário presente em diversas espécies de plantas, quimicamente caracterizado como um composto fenólico, oriundo da esterificação do ácido cafeico e do ácido lático 3,4 dihidroxifenil. Seu nome é derivado da Rosmarinus officinalis, espécie da qual foi isolada pela primeira vez. Diversos efeitos biológicos têm sido descritos para o AR como o antioxidante, antialérgico, anticâncer, antimicrobiano, neuroprotetor, hepatoprotetor, entre outros. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a toxicidade aguda, a atividade gastroprotetora do ácido rosmarínico, e os mecanismos de ação relacionados, em modelos animais. No modelo de toxicidade aguda em camundongos fêmeas, o ácido rosmarínico nas doses de 300 e 2000 mg/kg, v.o, não demonstrou nenhuma alteração comportamental nos parâmetros avaliados, nem alterações no consumo de água e ração, peso corpóreo e na estrutura macroscópica dos órgãos. Devido a presença de morte na dose de 2000 mg/kg, a DL50 do ácido rosmarínico foi estipulada em 2500 mg/kg, de acordo com o guia 423 da OECD, o que sugere baixa toxicidade. A atividade gastroprotetora do AR foi avaliada nas doses de 25, 50, 100 e 200 mg/kg (v.o) em diferentes modelos de indução aguda de úlcera: etanol acidificado, etanol, estresse por imobilização e frio, anti-inflamatório não-esteroidal (AINE) e contensão do suco gástrico. Na triagem farmacológica com o etanol acidificado em camundongos, o AR e a carbenoxolona diminuiu o índice de lesão ulcerativa (ILU) em 42, 42, 40, 66 e 42%, respectivamente, quando comparado ao grupo controle negativo (solução salina 0,9%). No modelo de etanol, AR (50, 100 e 200 mg/kg) e carbenoxolona (100 mg/kg) reduziu a área de lesão ulcerativa (ALU) em 52, 68, 96 e 93%, respectivamente, quando comparado ao grupo controle negativo
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Efeito do ácido rosmarínico sobre parâmetros cicatriciais relacionados à cirurgia...

Efeito do ácido rosmarínico sobre parâmetros cicatriciais relacionados à cirurgia...

A diferença comparativa na marcação para VEGF observada entre os grupos pode, de certa forma, refletir a importância dos fibroblastos na ativação da cascata angiogênica relacionada ao processo de cicatrização (FUJIWARA; MURAGAKI; OOSHIMA, 2005; KENDALL; FEGHALI-BOSTWICK, 2014; LI et al., 2009). Além disso, também se poderia especular que o ácido rosmarínico atuaria como modulador da expressão do VEGF nos fibroblastos, inibindo pontos desconhecidos na cascata de sinalização do controle da secreção de VEGF. Estudos anteriores demonstraram que esta droga é capaz de diminuir a proliferação e a formação de tubos vasculares pelas células endoteliais, provavelmente relacionada com a sua atividade antioxidante, que resultou na inibição das espécies reativas de oxigênio associadas à expressão de VEGF (HUANG; ZHENG, 2006); ou o seu efeito antiproliferativo sobre os tecidos vasculares, através da interrupção do ciclo celular nas fases G0/G1 (MAKINO et al., 2000). Em modelo experimental de retinopatia da prematuridade, o ácido rosmarínico inibiu a neovascularização retiniana sem, no entanto, causar toxicidade tecidual (KIM et al., 2009). Ademais, está relacionado com a inibição da angiogênese patológica em tumor (JUNG et al., 2007).
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Desenvolvimento de sistemas de liberação prolongada de ácido rosmarínico para o tratamento de doenças oculares causadoras de neovascularização: obtenção e caracterização dos sistemas

Desenvolvimento de sistemas de liberação prolongada de ácido rosmarínico para o tratamento de doenças oculares causadoras de neovascularização: obtenção e caracterização dos sistemas

A DMRI tem sido a maior causa indolor da perda da visão central e a principal causa de cegueira em pessoas acima de 60 anos. A RD afeta cerca da metade dos pacientes diabéticos e é a maior causa de cegueira legal em indivíduos com menos de 65 anos. Essas doenças são decorrentes de processos de neovascularização no segmento posterior do olho. A administração intravítrea é um dos caminhos mais eficientes para o tratamento das doenças do segmento posterior do olho, mas geralmente os fármacos administrados são eliminados rapidamente pela vascularização local, dificultando o tratamento e exigindo esquemas posológicos de administrações frequentes. O ácido rosmarínico, um polifenol hidrofílico, com promissora atividade anti-proliferativa e antiinflamatória, apresenta baixa toxicidade e baixo custo, além de seu efeito inibidor da angiogênese ser promissor para o tratamento da DMRI e da RD. Assim, o desenvolvimento de sistemas de liberação prolongada para o ácido rosmarínico, com o intuito de minimizar ou suprimir os efeitos adversos, aumentar o tempo de residência do fármaco no segmento posterior do olho e, conseqüentemente, diminuir a freqüência de administração do fármaco parece ser de óbvia relevância, pois pode representar um caminho importante para a terapia dessas doenças crônicas do segmento posterior do olho.
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Determinação de ácido rosmarínico em Cordia verbenacea por cromatografia líquida: aplicabilidade em estudo sazonal.

Determinação de ácido rosmarínico em Cordia verbenacea por cromatografia líquida: aplicabilidade em estudo sazonal.

RESUMO: Neste estudo, uma técnica de cromatograia líquida de alta resolução em fase reversa (CLAE-FR) para a determinação de ácido rosmarínico em Cordia verbenacea foi desenvolvida e validada. A análise de regressão foi avaliada, com observação de uma boa linearidade (r = 0,9997). Os valores obtidos para a precisão e exatidão estão de acordo com as diretrizes do ICH e com a legislação brasileira. Os valores de repetibilidade e precisão intermediária foram 2,79% e 4,76%, respectivamente. Os limites de detecção e de quantiicação de ácido rosmarínico foram de 1,92 µg/mL e 5,81 µg/mL, respectivamente. Os resultados mostraram que o método desenvolvido é uma técnica por CLAE-FR de coniança para a determinação de ácido rosmarínico em tintura de C. verbenacea. Além disso, essa metodologia foi aplicada em estudo sazonal, que revela uma correlação positiva relativamente forte entre o período de chuvas e o teor de ácido rosmarínico.
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Atividade antimicrobiana do ácido rosmarínico e extratos de plantas no combate à mastite bovina

Atividade antimicrobiana do ácido rosmarínico e extratos de plantas no combate à mastite bovina

A mastite bovina é uma das doenças infeciosas mais prevalentes, com perdas económicas consideráveis para a indústria de laticínios em todo o mundo. Apesar dos antibióticos serem a terapia mais usada atualmente, o seu uso indiscriminado tem sido amplamente associado ao surgimento de espécies resistentes dificultando o tratamento desta patologia. Para além disso, alguns microrganismos patogénicos têm a capacidade de formar biofilmes, dificultando ainda mais o controlo da mastite bovina. O interesse em compostos bioativos de plantas e o uso dos próprios extratos de plantas (EPs) está a ganhar cada vez mais importância, destacando a sua potencial aplicabilidade no desenvolvimento de novas formulações com propriedades antimicrobianas. No sentido de testar a potencialidade destes agentes naturais na resolução deste problema, este trabalho teve como principal objetivo avaliar o potencial do ácido rosmarínico (AR), bem como alguns EPs e a combinação de ambos como agentes bioativos e como potencial alternativa aos antimicrobianos habitualmente utilizados no controlo da mastite bovina e na gestão da indústria de lacticínios.
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Solid state Differential Pulse Voltammetry (DPV) from spots of Thin Layer Chromatography (TLC): a new method for analysis of antioxidant phytoactives.

Solid state Differential Pulse Voltammetry (DPV) from spots of Thin Layer Chromatography (TLC): a new method for analysis of antioxidant phytoactives.

acoplado a um computador equipado com o software PGSTAT 20 versão 4.9 para aquisição de dados e este, conectado a uma célula eletroquímica convencional com sistema de três eletrodos: eletrodo de trabalho de pasta de carbono modiicado com a sílica contendo o ácido rosmarínico (Ø 2 mm), eletrodo auxiliar de espiral de platina e eletrodo de referência de calomelano. As medidas foram executadas sob temperatura ambiente tendo uma solução de KCl 0,1 mol L -1 (pH

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Controle de escurecimento enzimático em chips de yacon

Controle de escurecimento enzimático em chips de yacon

Preservar as características organolépticas de alimentos minimamente processados tem sido um desafio. Com vistas à produção de chips de yacon de qualidade comercial, testou-se descascamento de túberas por escarificação ou por choque térmico e descascamento químico. empregou-se suco de limão-cravo (Citrus limonium), ácido ascórbico e cítrico mimetizando a concentração destes no suco de limão, como antioxidante contra o escurecimento enzimático oxidativo dos chips. o fatiamento foi com fatiador elétrico e a secagem por meio de ar forçado a 45-50 ºC. As fatias originadas do beneficiado por choque térmico, descascamento químico e imersão por 10 minutos em solução contendo suco de limão- cravo forneceram chips de melhor aspecto visual, por não apresentar escurecimento durante todo o processo. o suco de limão-cravo pode ser empregado como antioxidante na preservação das características visuais de chips de túberas de yacon tratadas por choque térmico e descascamento químico, graças ao ácido cítrico nele contido.
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Micropartículas de poli (ácido lático-co-ácido glicólico) obtidas por spray drying para a liberação prolongada de metotrexato

Micropartículas de poli (ácido lático-co-ácido glicólico) obtidas por spray drying para a liberação prolongada de metotrexato

O poli (ácido lático) (PLA) e o poli ácido glicólico (PGA) foram, inicialmente, utilizados na indústria farmacêutica na produção das primerias suturas bioabsorvíveis (JAHNO, et al. 2006). Esses polímeros apresentam excelentes propriedades mecânicas e de biocompatibilidade além de serem aprovados pelo FDA, o que justifica o crescente interessse por diversas áreas (MENG, 2011). Devido à cinética previsível de biodegradação, despertaram a atenção de vários pesquisadores quanto às suas possíveis aplicações em tecnologia farmacêutica (FIALHO, et al. 2003). Essas características contribuiram para a utilização de copolímeros derivados do PLA e PGA (BARBANTI, 2008) benificiando as indústrias farmacêuticas na preparação de sistemas de liberação de fármacos (ZAVADZADEH, 2010).
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RECYCLING OF PRINTED CIRCUIT BOARDS AIMING SILVER RECOVERY: A HYDROMETALLURGICAL ROUTE STUDY

RECYCLING OF PRINTED CIRCUIT BOARDS AIMING SILVER RECOVERY: A HYDROMETALLURGICAL ROUTE STUDY

principal constituinte metálico é o cobre (19,42%). Além disso, foi determinado um teor de prata de 0,045%. Dos ensaios de lixiviação, conclui-se que a lixiviação total da prata foi de 96,6%, onde 41% foi lixiviada com ácido sulfúrico em meio oxidante e 55,6% foi extraída na etapa de lixiviação com ácido nítrico. A rota hidrometalúrgica utilizada para a extração de prata a partir de placas de circuito impresso foi: ácido sulfúrico 1M a 75°C por 18 h; seguida de ácido sulfúrico em meio oxidante 1M a 75°C por 6 h; ácido nítrico 10M, em temperatura ambiente por 2 h.
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A semiempirical study on hydroxamic acids: formohydroxamic acid and derivatives of the allelochemical dimboa.

A semiempirical study on hydroxamic acids: formohydroxamic acid and derivatives of the allelochemical dimboa.

A estrutura de menor energia pelo método PM3 é a confor- mação anti-clinal do ângulo δ (H-O-N-C) do estereoisômero E da forma ácido hidroxâmico (3c ac). Pelo método AM1, a estrutura mais estável é o estereoisômero Z da forma aldólica ácido hidroxímico, nas conformações anti-periplanar para o ângulo γ (H-O-N-C) e sin-periplanar para o ângulo β (H-O-C- N) (3b ap,sp). De forma geral, o desempenho do método PM3 é superior ao do método AM1: com exceção da estabilidade relativa das estruturas 3b ap,sp e 3d ap,sp, a ordem de estabi- lidade prevista pelo método PM3 está de acordo com resulta- dos da literatura 19 obtidos pela otimização da estrutura com o
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Emprego de análise térmica na avaliação do comportamento térmico de níquel em presença de modificadores químicos

Emprego de análise térmica na avaliação do comportamento térmico de níquel em presença de modificadores químicos

Pode – se observar na Figura 69 perda de massa inicial na curva TG apresentando picos endotérmicos em torno de 100ºC na curva DTA que pode estar associada à perda de água de hidratação do nitrato de níquel hexahidratado. As etapas seguintes podem ser atribuídas à decomposição do nitrato de níquel e ácido ascórbico com presença de pico endotérmico e exotérmico na curva DTA até 400°C. A partir desta temperatura verifica-se lenta perda de massa até 900°C referente a resíduo carbonizado.

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Qualidade da bebida destilada a partir do mosto combinado de malte de cevada e caldo...

Qualidade da bebida destilada a partir do mosto combinado de malte de cevada e caldo...

Esta metodologia foi utilizada para a análise qualitativa e quantitativa dos congêneres de maturação das bebidas envelhecidas. Os padrões empregados nesta análise foram: ácido gálico, 5-hidroximetilfurfural, furfural, vanilina, ácido vanílico, ácido siríngico, siringaldeído, guaiacol, coniferaldeído, cumarina e sinapaldeído, todos adquiridos da Sigma-Aldrich – St. Louis USA, com pureza >99%. Os solventes empregados para fase móvel da cromatografia líquida e para a dissolução dos padrões analíticos foram metanol, ácido acético e etanol anidro em grau analítico HPLC, obtidos da Merck. A água utilizada como solvente da fase móvel foi proveniente de sistema de ultrapurificação Milli-Q. A metodologia do padrão externo foi empregada para quantificação dos compostos analíticos. Soluções estoque de cada padrão analítico foram preparadas em 40% (v/v) de etanol, segundo as concentrações: 1000 mg.L -1 para ácido gálico, 5-hidroximetifurfural, vanilina e ácido siríngico; 750 mg.L-1 para coniferaldeído; 500 mg.L-1 para sinapaldeído e 250 mg.L-1 para ácido vanílico, cumarina, guaiacol e siringaldeído. A preparação das curvas analíticas foi feita com a diluição das soluções estoque.
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Interferência do ácido ascórbico nas determinações de parâmetros bioquímicos séricos: estudos in vivo e in vitro.

Interferência do ácido ascórbico nas determinações de parâmetros bioquímicos séricos: estudos in vivo e in vitro.

Existem vários estudos demonstrando algumas medi- das adotadas para eliminar a interferência provocada pelo ácido ascórbico quando presente em amostras biológicas. Atualmente, a enzima ascorbato oxidase é comumente utilizada para eliminar a interferência do ácido ascórbico na reação de oxidorredução. Comparando-se com outros tipos de tratamento para eliminar a interferência causada pelo ácido ascórbico, como cloreto férrico, nitrito de sódio, periodato de sódio, ácido bórico e íon férrico, somente a enzima ascorbato oxidase mostrou completa eficiência (11, 21, 24). No entanto é interessante notar que os níveis de interferência observados nesse estudo para o ácido úrico com o reagente da BioSystems, que utiliza ascorbato oxidase em sua formulação, foram semelhantes aos de- mais reagentes de outras marcas comerciais (Figura 2). É possível que a concentração de enzima utilizada (≥ 5U/l) não seja suficiente para neutralizar o efeito negativo do ácido ascórbico. Fossati et al. (8) conseguiram efeito satisfatório utilizando concentrações superiores a 200U/l de ascorbato oxidase. Kayamori et al. (12) relata- ram que o uso desta enzima tem várias desvantagens, tais como elevado custo, variação entre os lotes e baixa esta- bilidade, e sugeriram que seqüestradores de radicais livres podem ser mais eficientes à neutralização do ácido ascórbico em amostras clínicas. Com base em nossos re- sultados, sugerimos que o consumo de vitamina C seja interrompido 48 a 72 horas antes da coleta de sangue para a realização dos exames quando doses ≥ 0,5g forem ingeridas, ou que seja usado o método UV para o ácido úrico.
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Efeitos de reguladores de crescimento na frutificação do tomateiro cultivar «Miguel Pereira».

Efeitos de reguladores de crescimento na frutificação do tomateiro cultivar «Miguel Pereira».

Aplicação de cloreto de (2-cloroetil) trimetilamônio, ácido (2-cloroetil) fosfônico, ácido giberélico e ácido succínico -2,2- dimetil- hidrazida não promove variação no número total de [r]

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Compostos organoestânicos com ação farmacológica

Compostos organoestânicos com ação farmacológica

Neste trabalho investigou-se o mecanismo de ação de compostos diorganoestânicos derivados do ácido aminobenzóico (Figura 1.1) no fungo Candida albicans, via função respiratória, extração de material genético e de lipídios, estudo morfológico por microscopias eletrônicas de varredura e transmissão; avaliou-se também a ação antibacteriana desses compostos em Staphylococcus aureus. Outra aplicação bastante interessante se refere a bactérias. É sabido que membranas de bactérias Gram-negativas possuem uma forte barreira de permeabilidade para muitos tipos de antibióticos. Conseqüentemente, elas são resistentes a muitos medicamentos ativos contra organismos Gram-positivos. Os derivados triorganoestânicos do ácido aminobenzóico foram testados quanto à atividade antimicrobiana contra os microorganismos Gram-positivos Streptococcus mutans, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Enterococcus faecalis e contra os Gram-negativos Bacterióides fragilis, Agregatium actynomicetemcomitans, Porphyromonas gingivalis, Prevotella melaninogenicus, Fusobacterium nucleatum, Eikenela corrodens, com a intenção de verificar a seletividade da atuação dos complexos metálicos de Sn(IV) nestes organismos.
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Avaliação in vitro das características de liberação de indometacina a partir de dispositivos oculares implantáveis

Avaliação in vitro das características de liberação de indometacina a partir de dispositivos oculares implantáveis

Os perfis de liberação in vitro neste estudo preliminar, mostraram uma taxa de liberação acumulada de indometacina de 103,64% e de 49,9% durante 31 dias de experimento para os implantes formulados com PLGA 50:50 e PLA, respectivamente. Observa-se uma maior velocidade de liberação da indometacina a partir dos implantes formulados com PLGA, assim como uma maior quantidade cumulativa liberada durante o tempo do experimento em relação aos implantes formulados com PLA. Esta diferença entre os implantes preparados com PLGA 50:50 e PLA produzidos através do mesmo processo (liofilização) e com a mesma quantidade de fármaco é devida principalmente às diferentes velocidades de degradação destes polímeros. A presença do grupo metila no PLA confere a este polímero maior hidrofobicidade quando comparado ao PLGA. A estrutura química do PLGA é mais susceptível à reação de hidrólise, pois em sua cadeia polimérica há a presença do ácido glicólico, que possui um impedimento menor a ataque das moléculas de água quando comparado ao PLA, cuja cadeia polimérica é formada exclusivamente por ácido lático. Desta forma, a degradação polimérica que ocorre através de hidrólise das ligações éster das cadeias poliméricas ocorre mais lentamente no PLA.
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Crescimento e teor de proteínas em sementes de soja sob influência de hormônios vegetais.

Crescimento e teor de proteínas em sementes de soja sob influência de hormônios vegetais.

RESUMO – (Crescimento e teor de proteínas em sementes de soja sob influência de hormônios vegetais). Os prováveis hormônios vegetais envolvidos no crescimento e acúmulo de proteínas de reserva em sementes de soja foram avaliados por meio do cultivo artificial dos frutos. Explantes de frutos de soja apresentando o pericarpo completamente expandido e sementes com aproximadamente 100 mg de massa fresca foram cultivados in vitro com várias concentrações de ácido naftaleno-acético (ANA), ácido giberélico (GA 3 ), benziladenina (BA) e ácido abscísico (ABA). Esses fitorreguladores foram utilizados inicialmente isolados nas concentrações de 10 -7 , 10 -6 , 10 -5 e 10 -4 mol.L -1 cada um. Em seguida, foram combinados dois a dois, sendo as
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Estudos de fungos filamentosos isolados da rizosfera de Senna spectabilis: uma exploração racional da biodiversidade molecular com potencial citotóxico e anticolinesterásico

Estudos de fungos filamentosos isolados da rizosfera de Senna spectabilis: uma exploração racional da biodiversidade molecular com potencial citotóxico e anticolinesterásico

unidade de Taq DNA Polimerase e 20 ng de DNA em uma reação de volume total de 50 µl. As reações foram realizadas em termociclador Veriti 96-Well Thermal Cycler (Life Technologies) seguindo o seguinte programa: 95°C 5 minutos, seguido de 45 ciclos de 95°C por 30 segundos, 56 °C por 15 segundos e 72 °C por 65 segundos, após os ciclos, as amostras foram incubadas por 5 minutos a 72 °C seguido de resfriamento a 4 °C. A reação foi então verificada em gel de agarose 1% em tampão TAE 1X (40 mM Trisaminometano (pH 7.6), 20 mM ácido acético 1 mM EDTA ) e amostras coradas com Gel Red™Nucleic Acid Gel Stain (Biotium), sendo as bandas visualizadas com o auxílio de luz UV. Após a verificação da amplificação, os produtos das PCRs foram purificados utilizando o kit de purificação QIAquick PCR Purification Kit (Qiagen) seguindo as instruções do fabricante. Após a purificação, os produtos de PCR foram dosados e tiveram a pureza avaliada utilizando-se o aparelho NanoVue™ Plus Spectrophotometer (GE Healthcare Lifescience).
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Desenvolvimento de processo e produtos para controle de substâncias em estado coloidal (stickies) na produção de papel reciclado

Desenvolvimento de processo e produtos para controle de substâncias em estado coloidal (stickies) na produção de papel reciclado

Figura 20 - Número de partículas coloidais em função da dosagem dos surfactantes: amina de ácido graxo de soja (a), nitrila de ácido graxo de origem animal (b), amida de ácido graxo [r]

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Avaliação da cv. Merlot para elaboração de vinho tinto.

Avaliação da cv. Merlot para elaboração de vinho tinto.

O ácido tartárico e o ácido málico foram analisados através da cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). Utilizou-se um cromatógrafo líquido Varian ope- rando em condição isocrática, um detector espectrofo- tométrico UV/VIS, modelo UV-50 e um injetor Rheodyne 7125, com volume de 20 µ L. A separação do ácido tartárico e do ácido málico foi realizada em uma coluna MCH- NCAP-5 de 15cm x 4,6mm de diâmetro interno. O detector foi fixado em um comprimento de onda de 212nm. Na eluição utilizou-se um solvente constituído de água ultrapura acidificada com ácido fosfórico a pH 2,5 [2].
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