Adaptação de Lentes de Contacto Tóricas

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Suspeita de retinopatia diabética, insuficiência de convergência e adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Suspeita de retinopatia diabética, insuficiência de convergência e adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

17 O astigmatismo é uma distorção ótica, em que a imagem surge desfocada na retina, este é frequentemente causado pela toricidade da córnea. A correção do astigmatismo pode fazer- se com diferentes tipos de LC, com diferentes materiais e geometrias. As Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas (LCHT) são uma possibilidade de correção desta ametropia, mas é necessário ter em conta dois pontos ao considerar Lentes de Contacto Tóricas (LCT): primeiro é se as lentes esféricas não fornecem correção ótica suficiente para corrigir o astigmatismo total, em segundo o ajuste e alinhamento de uma lente esférica são inaceitáveis por causa da toricidade corneal. Neste sentido, é importante considerar a quantidade de astigmatismo causada pela toricidade pela parte anterior da córnea, para assim orientar a ótica e a forma da LC (10).
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Suspeita de Glaucoma, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

Suspeita de Glaucoma, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

As lentes de contacto hidrófilas tóricas são utilizadas para compensar o astigmatismo. Estas lentes apresentam um desenho específico, de modo a tornar a lente estável e permitir o máximo desempenho visual. A rotação das lentes tóricas é a principal causa da diminuição da acuidade visual, por isso, a adaptação de uma lente de contacto hidrófila tórica não é simples. Quando um paciente não se sente confortável com a lente que usa, cabe ao optometrista encontrar uma explicação e resolver o problema o mais rápido possível, de maneira a não trazer mais desconforto ao paciente. Erro de fabrico, lente danificada, olho com lesões, intolerância ao material da lente de contacto (LC) pode ser motivos para o desconforto observado. Para obter um diagnóstico fiável é necessária uma avaliação cuidada do olho, da lente e da relação olho/lente. (6)
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Suspeita de glaucoma num paciente adolescente, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Suspeita de glaucoma num paciente adolescente, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Duas semanas depois, a paciente fez nova consulta e afirmou sentir-se bem a usar as LC e notar um aumento no campo útil de visão. Não tem dificuldade em colocar ou retirar as suas LC. As acuidades visuais são ambas de 1.0. O exame da lâmpada de fenda revela o mesmo da última consulta, com a lente do OE – a tórica – estando como seria desejável, centrada e sem rotação. Pediram-se então as lentes definitivas, da Opticare Plus & Toric, com as seguintes graduções (mesmos parâmetros das lentes de ensaio):

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Suspeita de reativação de toxoplasmose, adaptação de lentes de contacto de silicone-hidrogel tóricas, excesso acomodativo

Suspeita de reativação de toxoplasmose, adaptação de lentes de contacto de silicone-hidrogel tóricas, excesso acomodativo

Paciente de sexo masculino, 29 anos de idade, engenheiro civil, apresentou-se na consulta porque pretende utilizar lentes de contacto. A última consulta foi há aproximadamente 2 anos e na altura alterou graduação. Não sente alterações na visão. Não tem alergias conhecidas, não toma medicamentos. História familiar clinica e ocular sem relevância. O paciente usa compensação em óculos com Rx: -2.50D -1.25D x 180º no OD e -2.00D -2.50D x 170º no OE. Com Rx atual atinge uma AV de 1.0 em ambos os olhos. A topografia revelou um Sim k de 41,5 x 43,6 x 180º no OD e 40,7 x 43,6 x 170º no OE (Anexos 1 e 2). A avaliação dos reflexos pupilares era normal. A avaliação do alinhamento ocular por meio do CT manifestou ortoforia de longe e um valor de exoforia de 3∆ ao perto (40 cm). Apresentava uma PIO de 14 mmHg no OD e 12 mmHg no OE. A avaliação do polo anterior através da lâmpada de fenda revelou olhos brancos, secreção das glândulas de Meibomius normal e córnea e cristalino transparentes.
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Cicatrizes coriorretineanas por suspeita de toxoplasmose congénita, inflexibilidade acomodativa, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Cicatrizes coriorretineanas por suspeita de toxoplasmose congénita, inflexibilidade acomodativa, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Foram realizados dois ensaios de lentes de contacto para se obter a lente final para esta paciente. No primeiro ensaio, a paciente não se adaptou à lente e referiu incómodo generalizado em ambos os olhos, com maior incidência no olho direito e uma sensação de secura ocular. Dadas as queixas referidas pela paciente, optou-se por se adaptar uma lente com caraterísticas semelhantes às lentes antigas. Neste segundo ensaio obteve-se uma boa adaptação como foi referido anteriormente, e também a paciente referiu sentir-se muito confortável com as lentes.
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Suspeita de Miopia Patológica, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas, Excesso de Convergência

Suspeita de Miopia Patológica, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas, Excesso de Convergência

As lentes de contacto iniciais utilizada pela paciente diferem em diversos aspetos das lentes adaptadas A e C, apesar de ambas as lentes do olho direito serem hidrófilas e as dos olhos esquerdo serem tóricas apresentam materiais diferentes, sendo também de marcas diferentes. As lentes de contacto da paciente pertencem à Bausch & Lomb e são compostas por Balafilcon A, apresentam um conteúdo em água de 36%, enquanto que as lentes adaptadas A e C pertencem à Coopervision, sendo a lente A composta por Fanfilcon A e contêm 55% de água e a lente C composta por Enfilcon A e contêm 46% de água. Ambas as lentes em questão são de uso diário e de substituição mensal. Apesar das lentes adaptadas terem maior conteúdo em água, o que leva a uma maior necessidade de hidratação, a paciente afirma sentir mais conforto, tanto a nível ocular como em visão, do que com as suas lentes atuais.
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Suspeita de degeneração macular relacionada com a idade, insuficiência de convergência e adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Suspeita de degeneração macular relacionada com a idade, insuficiência de convergência e adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Atualmente existe um número elevado de pessoas que utilizam lentes de contacto. Deste modo, torna-se importante um conhecimento vasto sobre lentes de contacto e o perfil do paciente. Na presença de um astigmatismo existe a possibilidade deste ser compensado com lentes de contacto hidrófilas tóricas. Na adaptação de uma lente de contacto, primeiramente, deve-se estudar o paciente de forma a descobrir se é um bom candidato. De seguida, seleciona-se a melhor lente para o individuo e avalia-se a sua adaptação. Após a adaptação, deve haver um acompanhamento do paciente de forma a evitar complicações oculares que possam levar ao abandono do uso de lentes de contacto (19).
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Suspeita de Retinopatia Diabética, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófila Tórica

Suspeita de Retinopatia Diabética, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófila Tórica

podemos estar perante uma Insuficiência de Convergência, ou Insuficiência de Divergência. Com a relação AC/A normal, podemos estar perante uma Exoforia Básica, Endoforia Básica, Disfunção de Vergência Fusional ou problemas acomodativos. E por último, sendo esta elevada, podemos ter um Excesso de Convergência, e o Excesso de Divergência. Consoante o caso clínico diagnosticado temos um tratamento associado, podendo ser a adição de potência positiva ou negativa, prescrição de prismática, terapia visual e em certos casos cirurgia. Neste relatório, o último caso clínico, foi a Adaptação de lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas de Silicone-Hidrogel (Si-Hi). As lentes de contacto podem ter vários materiais, sendo o hidrogel e o Si-Hi os mais utilizados e fabricados, no momento. A avaliação do paciente é fundamental para a prescrição das mesmas, tendo em conta vários parâmetros como, a curvatura corneana, a quantidade de lágrima, o pestanejo, a motivação, a responsabilidade, o tipo de substituição desejada, o nível de conforto, saúde ocular, e o ambiente de trabalho. Quando se utilizam lentes de contacto, deve-se ter em conta os cuidados básicos de manutenção e higiene, de forma a não degradar a saúde visual.
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Suspeita de Neuropatia Ótica Normotensiva, Disfunção Oculomotora, Adaptação de Lentes Multifocais Tóricas

Suspeita de Neuropatia Ótica Normotensiva, Disfunção Oculomotora, Adaptação de Lentes Multifocais Tóricas

A PIO varia ao longo do dia, durante a noite e entre consultas, tal como se pode verificar neste caso. Uma única medida em consultório não é suficiente para concluir se um paciente tem NOT Normotensiva, pois pode apresentar uma PIO acima do normal nas restantes horas. O pico máximo de PIO varia de indivíduo para indivíduo, mas por norma o pico máximo ocorre de madrugada e início da manhã. Pacientes com NOT Normotensiva e uma PIO de Goldman diurna <15mmHg estão associados a diminuição da camada de fibras nervosas da retina mais perto do ponto de fixação, do que nos pacientes com PIO de Goldman diurna> 15mmHg, apesar da extensão da diminuição da CFNR ser igual nos dois grupos.(2) Ambas as medições da PIO foram realizadas com tonómetro de não contacto, no inicio da manhã, sendo todas superiores a 15mmHg, mas no exame de OCT do OE verifica-se uma perda das CFNR na zona inferior- temporal, ou seja, perto do ponto de fixação. A espessura central da cornea é um parâmetro que influência a medida da PIO, sendo que córneas mais finas levam a subestimação da PIO real, correndo o risco de diagnóstico e tratamento tardios, e córneas mais espessas levam a uma sobrestimação da PIO e possíveis exames e tratamentos desnecessários.(3,4) Córneas finas, resultando em medições de PIO mais baixas com tonometria de Goldmann, olhos com córneas mais espessas têm PIO mais alta. A medição da PIO através da Tonometria de Goldmann tem de ser corrigida segundo a curvatura corneal e ECC, estando estas duas correlacionadas.(4) Tendo em conta que a norma para a ECC está entre 535 μm e 545 μm, teoricamente a paciente poderá ter uma PIO mais baixa que a obtida nas medições feitas, o que pode explicar a diminuição da CFNR perto do ponto de fixação, mas tal só poderia ser confirmado com tonometria de Goldman.(1)
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Suspeita de degeneração macular, excesso de divergência, adaptação de lentes hidrófilas tóricas

Suspeita de degeneração macular, excesso de divergência, adaptação de lentes hidrófilas tóricas

Realizou-se uma topografia, que é uma mais-valia na adaptação de lentes de contacto, uma vez que permite relacionar o astigmatismo corneal e o total, permite avaliar a zona central e periférica da córnea através da interpretação dos mapas topográficos, especialmente no mapa de curvatura axial e curvatura tangencial. Permite também obter através dos índices estatísticos informação sobre a asfericidade e excentricidade corneal (11). Como a paciente tem astigmatismo, a topografia dá-nos noção pormenorizada da componente corneal desse astigmatismo, pela análise qualitativa quanto á regularidade e simetria.
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Relatório de estágio: suspeita de retinopatia diabética, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Relatório de estágio: suspeita de retinopatia diabética, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

A função das lentes de contacto pode ser corretiva, cosmética, corretivo-cosmética ou terapêutica. Existem muitas aplicações para as LC, no entanto, defeitos refrativos como anisometropia, miopia, hipermetropia, astigmatismo e razões estéticas são as mais comuns. Em qualquer dos casos é essencial, numa primeira instância, averiguar se o paciente é um bom candidato para este método de compensação da ametropia. Com a utilização de LC podem surgir complicações, tanto infeciosas como não infeciosas, sendo a queratite microbiana uma das mais prejudiciais. Para evitar ou reduzir o risco de incidência destas complicações é conveniente fazer um manuseamento adequado das LC e haver uma higiene adequada. (10)
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Relatório de Estágio: suspeita de degeneração macular relacionada com a idade, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

Relatório de Estágio: suspeita de degeneração macular relacionada com a idade, insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas

O terceiro caso refere-se a uma adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas, em que foi importante a realização do teste de biomicroscopia e tomografia, de modo a apurar se a paciente era boa candidata a uso de LC, ou não. Estes dois testes permitem a avaliação de forma pormenorizada da estrutura ocular em que a lente irá permanecer em contacto. É importante uma avaliação rigorosa, por forma a ser selecionada a LC que melhor se ajuste aos seus parâmetros oculares, e lhe garanta uma boa estabilidade visual e conforto. De igual modo torna-se relevante o usuário de LC estar informado acerca das possíveis complicações que este método poderá acarretar, caso este não seja um bom cumpridor de todas as exigências estão inerentes a este método de compensação.
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Relatório de Estágio: Insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas, suspeita de degeneração macular relacionada com a idade

Relatório de Estágio: Insuficiência de convergência, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas, suspeita de degeneração macular relacionada com a idade

O segundo caso clínico é referente a uma adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas. A adaptação de lentes de contacto em pacientes portadores de astigmatismo apresenta certas dificuldades, nomeadamente a nível do eixo do astigmatismo, que os optometristas têm de dominar para contorná-las e obter resultados satisfatórios, proporcionando aos usuários boa acuidade visual e conforto. A melhor maneira de resolver os obstáculos é pensar neles antes que ocorram, evitando que o paciente passe por esse tipo de sensações, ou seja, deve-se controlar todo o processo de adaptação de LC. A variação da acuidade visual pode ocorrer devido ao movimento e ao incorreto posicionamento da lente de contacto no olho ou, ainda, pela falta de correção óptica (2).
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Suspeita de Degenerescência Macular Relacionada com a Idade, Exoforia Básica e Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

Suspeita de Degenerescência Macular Relacionada com a Idade, Exoforia Básica e Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

A AV do olho esquerdo apresentava-se diminuída relativamente ao olho direito. Além dos exames refrativos foi realizado um exame de OCT do disco ótico. O OCT foi realizado como exame complementar de diagnóstico, para patologia do disco ótico, uma vez que em oftalmoscopia direta os bordos do disco ótico se apresentavam mal definidos. No entanto o exame de OCT descartou a presença de patologia do disco ótico. Como conclusão da consulta apenas foi alterada a prescrição optométrica e marcada nova consulta com o objetivo de iniciar o processo de adaptação de lentes de contacto hidrófilas. (ver resultados em Tabela 3)
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Suspeita de Papiledema, Insuficiência de Convergência e Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

Suspeita de Papiledema, Insuficiência de Convergência e Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

A nova avaliação foi realizada após uma semana da adaptação e o paciente relatou uma visão confortável e nítida nas tarefas cotidianas e de facto comprovou-se que a AV se manteve nos valores obtidos aquando do dia da adaptação, 1.0 monocularmente e 1.2 binocularmente. Avaliaram-se, também, os diferentes estados das estruturas oculares de forma a quantificar as alterações que podem ocorrer com o uso deste tipo de LC em porte diário. Para isso foi utilizada a Escala de Efron (anexo III). Trata-se de uma escala que utiliza desenhos para definir as estruturas e quantificar usando graus de 0 a 4 (normal a severo). Os resultados obtidos nesta avaliação encontram-se na Tabela 16.
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Anomalia na vergência fusional positiva, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas, anomalia macular

Anomalia na vergência fusional positiva, adaptação de lentes de contacto hidrófilas tóricas, anomalia macular

24 desta forma +1.25-1.75x170º. A alteração no valor do astigmatismo de -2.00 D para -1.75 D deve-se ao facto de nas lentes AIR OPTIX® for Astigmatism esta potência cilíndrica não estar disponível em LC. (13) Assim, ao recorrermos ao equivalente esférico retiraríamos -0.50 D de potência cilíndrica e -0.25 D de potência esférica ficando a prescrição +1.25-1.50x170º. No entanto, o cilindro de -1.50 D também não é compensável, resultando na prescrição do de -1.75 D. Relativamente à alteração feita ao eixo do astigmatismo de 175º para 170º, esta deve-se ao facto de os eixos destas lentes serem fabricados de 10º em 10º. (13) Além disso, optamos pelo eixo de 170º em vez do 180º, dado que através da análise topográfica deste olho verificamos que o meridiano de mínima potência ou meridiano de eixo encontra-se a 169º, sendo o cilindro negativo orientado nesta posição para que compense o excesso de potência do meridiano de potência.
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Suspeita de Glaucoma, Síndrome de Duane, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

Suspeita de Glaucoma, Síndrome de Duane, Adaptação de Lentes de Contacto Hidrófilas Tóricas

Compareceu para consulta para revisão/controle de LC de óculos. Diz usar LC hidrófilas convencionais (Coopervision Z6 Tórica) mas deixou-as em casa. Última consulta há cerca de dois anos, na altura não alterou Rx, apenas adquiriu novas LC. Pretende passar a usar LC hidrófilas tóricas descartáveis por razões de higiene e porque considerava que as suas LC já não estariam nas melhores condições.

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Promover o uso saudável das lentes de contacto

Promover o uso saudável das lentes de contacto

solução única não apresentaram queixas, tal como 56,3% dos utilizadores de peróxido de hidrogénio. No entanto, aqueles que referem utilizar soro fisiológico apresentam na sua maioria (60%) das queixas relacionadas com as LC. O facto de ter havido mais queixas com os pacientes que utilizam o soro fisiológico não quer dizer que estas estejam diretamente relacionadas com os líquidos, pode ter a ver com outros problemas inerentes, até porque a questão foi colocada para queixas no geral e não propiamente em relação aos líquidos. Podemos concluir que existe uma tendência para um maior número de queixas com as lentes para quem utiliza o peróxido e soro fisiológico. Mesmo assim, o facto de os usuários apresentarem queixas e utilizarem o peróxido pode estar relacionado com um má neutralização das lentes e, no caso dos portadores que usam soro fisiológico, caso este não tenha conservantes e se a pessoa mesmo assim o conservar, pode estar sujeita a contaminações e danos oculares. 88 Num trabalho futuro, seria interessante averiguar se as queixas estariam intimamente ligadas ao tipo de líquido.
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Suspeita de Distrofia de Fuchs, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Rígidas Permeáveis aos Gases

Suspeita de Distrofia de Fuchs, Excesso de Convergência, Adaptação de Lentes de Contacto Rígidas Permeáveis aos Gases

Relativamente aos problemas acomodativos e problemas binoculares não-estrábicos, a necessidade do paciente é superar os sintomas ou alguma deficiência no desempenho visual, como a capacidade limitada em manter uma visão clara durante a leitura. O objetivo do Optometrista é melhorar certas funções visuais de maneira mensurável. Neste sistema para o tratamento de forias, o tamanho da relação AC/A (baixo, normal ou alto) determina a sequência específica do tratamento. O tratamento mais adequado para o excesso de convergência é, primeiramente, a correção ótica da ametropia e de seguida, a adição de lentes positivas. Em alguns casos, o tratamento inclui ainda a terapia visual, ou se se justificar a adaptação de prismas (9).
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Suspeita de Edema Macular Cistoide, Insuficiência de Divergência e Adaptação de Lentes de Contacto Multifocais

Suspeita de Edema Macular Cistoide, Insuficiência de Divergência e Adaptação de Lentes de Contacto Multifocais

Em relação ao caso apresentado, verifica-se que o paciente em questão é presbita, sendo necessário realizar uma explicação mais detalhada da funcionalidade das LC, manuseamento e as reações que estas podem provocar nos olhos. Neste caso em específico é necessário ter consciência de que a paciente apresenta rosácea, o que significa que as incidências de olho seco de outras anomalias a nível ocular são mais propensas a desenvolver-se. Assim, por uma questão pedagógica, a análise do filme lacrimal foi realizada em três métodos diferentes, onde se observou que os valores variavam.(45) É importante mencionar que, com o aumento da idade, verifica-se um aumento da adição, que faz com que exista um aumento das aberrações e distorções óticas. Assim, a nível de adaptação, pode ser mais complicado e demorar algum tempo até ser encontrada a LC ideal.
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