Água bruta

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ASPECTOS CONCEITUAIS RELACIONADOS À QUALIDADE DA ÁGUA BRUTA E O VOLUME DE LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA GERADO

ASPECTOS CONCEITUAIS RELACIONADOS À QUALIDADE DA ÁGUA BRUTA E O VOLUME DE LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA GERADO

A qualidade da água potável advém das qualidades dos mananciais de captação e do tratamento (químico e físico) em que é submetida (VELOSA, 2015). É preciso compreender as concessionárias de tratamento e distribuição de água como indústrias, cujo papel é converter água bruta em água potável utilizando insumos químicos e processos conforme a legislação e correlacionar ao fato que todo processo industrial gera resíduos (OLIVEIRA, 2016). Conforme maior o nível de poluição da água é necessário maior consumo de produtos químicos e energia (AHMAD et. al., 2016). O despejo da água de descarga dos decantadores e de lavagem de filtros, que contém grande quantidade de sólidos e compostos químicos, nos cursos d’água representa o maior problema de poluição de uma estação de tratamento de água (ETA).
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Proposta de Índice de Qualidade para Água Bruta afluente a estações convencionais de tratamento.

Proposta de Índice de Qualidade para Água Bruta afluente a estações convencionais de tratamento.

O presente trabalho tem por objetivo propor um Índice de Qualidade da Água Bruta (IQAB) afluente para estações convencionais de tratamento que permita comparar a tratabilidade dos mananciais superficiais. A metodologia Delphi para a elaboração do IQAB fundamentou-se basicamente na mesma utilizada para o desenvolvimento do Índice de Qualidade de Água, no início da década de 1970, contando com um painel composto inicialmente por 24 especialistas. De acordo com a opinião do painel, o IQAB foi composto por oito parâmetros comumente monitorados em parcela significativa das estações brasileiras. Sua aplicação a cinco mananciais superficiais permite recomendar seu emprego como ferramenta adicional de avaliação da performance das estações de tratamento pelas concessionárias de abastecimento de água do país.
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Análise da demanda de água bruta para a reutilização do Canal do Trabalhador

Análise da demanda de água bruta para a reutilização do Canal do Trabalhador

Desse modo, esse estudo tem com principal objetivo estimar da demanda e a elasticidade-preço da demanda por água bruta do Canal do Trabalhador no estado do Ceará. A determinação da elasticidade-preço permite identificar a sensibilidade de cada tipo de usuário às variações do preço desse recurso, de modo que, os preços estabelecidos estimulem o uso racional e cubram os custos do sistema de fornecimento. Essa informação pode ser utilizada também para fundamentar a implantação de políticas voltadas para a regulação tarifária do setor.
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Proposta de modelo de cobrança de água bruta no estado do Ceará: uma revisão do modelo atual

Proposta de modelo de cobrança de água bruta no estado do Ceará: uma revisão do modelo atual

A demanda “tudo ou nada” é um método indireto para estimar a demanda por água bruta ajustada por intermédio de dois pares de pontos obtidos pela determinação do preço de reserva da água para cada um de seus usos. O preço de reserva é o valor máximo que o usuário estaria disposto a pagar, sendo indiferente ao consumir do manancial em estudo ir buscar a água em outro lugar ou obtê-la de uma fonte alternativa. O preço de reserva ou custo de oportunidade pode ser obtido a partir da simulação de interrupção no fornecimento de água para o usuário, obrigando-o a procurar alternativas de menor custo possível. O preço de reserva é calculado pela diferença entre o custo médio de obtenção da água na fonte alternativa e o custo médio de obtenção da água no manancial em questão. Assim, o preço de reserva representa uma alternativa legítima de valor social da água, pois ele representa o valor que os usuários estariam dispostos a pagar por cada unidade consumida, ou serem indiferentes entre o consumo de água desse manancial e uma solução alternativa que atendesse suas necessidades (CARRERA-FERNANDEZ; GARRIDO, 2002).
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O custo da garantia da água bruta: o caso dos rios intermitentes do Ceará art jnbcampos o

O custo da garantia da água bruta: o caso dos rios intermitentes do Ceará art jnbcampos o

A Cobrança da água no contexto Estadual Pesquisas em cobrança e avaliação de custos de água bruta são abundantes na literatura. O Estado do Ceará, como pioneiro no Brasil na cobrança de água bruta, promoveu muitos estudos sobre o tema que formam uma boa fonte de pesquisa para cobrança da água em rios intermitentes. Os estudos precursores datam das décadas de 1980 e 1990 e seguem até os anos recentes. Porém, a questão do custo da garantia, particularmente para os rios intermitentes do Semi- Árido, é um tema ainda a requerer muitas pesquisas. Campos e Vieira (1993) levantam a questão dos limites dos volumes outorgáveis e a relação com a garantia. Para os autores, na falta de critérios de de- inição da garantia com que se opera um reservatório é muito tentador aumentar do volume de água ou- torgado em detrimento da garantia do fornecimento. Mota (1995) fez um estudo pioneiro para ava- liação do custo de regularização da água bruta em reservatórios do Ceará. Foi utilizada uma amostra de 40 reservatórios de média e grande capacidade e avaliada a vazão regularizada com 90% de garantia anual. O autor escolheu essa garantia por ser a mesma inserida na Lei Estadual que estabelece que o volu- me máximo outorgável em uma bacia hidrográica deve ser 90% do volume regularizado com 90% de garantia anual. Para avaliar os custos da regularização Mota considerou os custos de projeto das barragens, de desapropriação das terras alagadas, de construção e de operação do reservatório.
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Nova abordagem do Índice de Qualidade de Água Bruta utilizando a Lógica Fuzzy.

Nova abordagem do Índice de Qualidade de Água Bruta utilizando a Lógica Fuzzy.

Na análise de desempenho das estações de tratamento de água, as características do afluente adquirem significativa importância. No Brasil, o Índice de Qualidade das Águas Brutas para Fins de Abastecimento Público (IAP) e o Índice de Qualidade da Água Bruta (IQAB), desenvolvidos segundo modelos determinísticos, prestam-se a avaliar a tratabilidade das águas naturais. Todavia, o IAP tem baixa aplicabilidade devido ao custo de implantação, e o IQAB ainda necessita de ajustes com relação aos parâmetros de entrada e critérios de pontuação. Na busca por modelo não determinístico, capaz de lidar com as incertezas, a não linearidade dos parâmetros e o conhecimento de especialistas, foi utilizada a Lógica Fuzzy em nova abordagem para o IQAB. Aplicado em seis mananciais da Região Sudeste, o Índice de Qualidade de Água Bruta Fuzzy (IQABF) apresentou-se mais restritivo, mais consistente para quantificação dos parâmetros e mais flexível para ajustes futuros, apesar de manter praticamente a mesma hierarquização entre os mananciais avaliados.
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Demanda e preço ótimo para usos múltiplos da água bruta: O caso do canal do trabalhador no Ceará

Demanda e preço ótimo para usos múltiplos da água bruta: O caso do canal do trabalhador no Ceará

Diante disso, encontram-se os princípios norteadores deste trabalho. Falta criar uma política de gerenciamento adequada, que consiste em diminuir os efeitos danosos da escassez hídrica na região banhada pelo canal, para satisfazer a demanda dos usuários atuais e potenciais e que estimule, ao mesmo tempo, o uso racional da água bruta, de modo que seja possível cobrir os custos de operação, administração e manutenção dessa obra de infraestrutura, além de possibilitar a ampliação da oferta hídrica inserida em um horizonte de planejamento. A indagação a ser feita, que enfatiza o problema é: qual o preço da água bruta, para cada modalidade de uso, que reflete a utilização eficiente do ponto de vista econômico?
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Capacidade de pagamento por água bruta dos irrigantes do baixo Acaraú, sob diferentes enfoques

Capacidade de pagamento por água bruta dos irrigantes do baixo Acaraú, sob diferentes enfoques

Por uma questão geográfica, o Brasil encontra-se entre os países mais beneficiados com relação ao acúmulo de água doce, com cerca de 12% de toda a reserva mundial; isso não quer dizer que as regiões brasileiras estejam livres do problema da escassez de água. Desse modo, foram construídos ao longo dos anos projetos públicos de irrigação ou perímetros irrigados que aos poucos se tornaram o ponto chave da produção agrícola no semiárido nordestino, sendo este setor um dos principais usuários de água bruta. Apesar dos esforços governamentais e todos os investimentos realizados nos perímetros irrigados, as crises de abastecimento ainda são uma constante no Nordeste e especialmente no Ceará. Dessa forma, o presente trabalho tem como objetivo caracterizar e analisar a capacidade de pagamento dos irrigantes do perímetro irrigado do Baixo Acaraú, em 2010, levando em consideração, além dos riscos, o enfoque da avaliação econômico-social de projetos. Em outras palavras, pretende-se investigar, sob três enfoques diferentes, sendo o determinístico, sob condições de risco e sob o ponto de vista social, se as atividades desenvolvidas pelos irrigantes do Baixo Acaraú apresentam nível de rentabilidade suficiente para cobrir os custos dos insumos, remunerar os fatores de produção (terra, capital e trabalho) e gerar um resíduo que servirá de base para o pagamento da tarifa de água cobrada pelo órgão governamental responsável. No decorrer da pesquisa será utilizado análise tabular e descritiva, que consiste na apresentação de dados estatísticos, de forma sintética, permitindo assim uma visão geral do que se quer analisar, expondo os resultados de maneira simples e objetiva. A caracterização dos produtores é uma condição fundamental para o sucesso desta pesquisa, tornando-se assim um objetivo secundário do trabalho. O método escolhido para a determinação da capacidade de pagamento foi o residual. O método de análise de riscos que será usado no presente estudo é o de Monte Carlo, isso porque se constitui em um modelo simples, confiável, de baixo custo de operação e com possibilidade de repetição. Já para a avaliação social será utilizado os fatores de conversão recomendados pela Secretária de Recursos Hídricos do Ceará e SUDENE (1991). Concluiu-se que os irrigantes do Baixo Acaraú apresentaram baixa capacidade de pagamento por água, tanto na análise determinista como sob condições de riscos. Porém, sob o ponto de vista social os resultados apontaram para uma capacidade de pagamento significativa.
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Capacidade de pagamento pela água bruta utilizada na irrigação pública na bacia do Jaguaribe  Ceará

Capacidade de pagamento pela água bruta utilizada na irrigação pública na bacia do Jaguaribe Ceará

Sob esta óptica de análise cabe, então, levantar as seguintes questões: Existe capacidade de pagamento para água bruta segundo o nível deinido de tarifa? Existem razões para cobrar mais ou menos de alguns irrigantes pelo uso atual da água? De quem cobrar mais ou cobrar menos ou mesmo não cobrar? A tarifa deve ser cobrada em função da área? Em relação a cada perímetro? Ou em função do tipo ou combinação de atividades? Em que época (inverno/verão) cobrar mais ou menos? Considerando a crise energética, devem ser cobradas tarifas diferenciadas diárias e noturnas? Pinheiro e Lima (2001; 2002) entendem que, nos perímetros de irrigação, a falta de sinais de mercado, representados pelo preço eiciente da água, e o controle da quantidade consumida impedem seu uso racional. Enquanto todos os demais recursos utilizados têm preços que se aproximam dos seus custos de oportunidade, o mesmo não acontece com a água. Conforme a Agência Nacional de Águas (2011), no que diz respeito às soluções para melhorar o uso e a qualidade dos recursos hídricos, “é necessário um melhor entendimento do valor econômico da manutenção de serviços ecossistêmicos e de infraestrutura hídrica, como também de sistemas de preciicação efetivos que permitam uma recuperação suiciente dos custos, assegurem níveis adequados de investimento e proporcionem apoio à operação e à manutenção de longo prazo”. A hipótese subjacente é de que o empreendimento que tem suas atividades agrícolas adequadamente planejadas e executadas pode pagar a tarifa justa de água sem comprometer sua viabilidade econômica.
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A capacidade de pagamentos dos usuários de água bruta da bacia do baixo jaguaribe

A capacidade de pagamentos dos usuários de água bruta da bacia do baixo jaguaribe

A base de dados utilizada neste trabalho consiste de um cross-section referente ao ano de 2000, fornecida pela Companhia de Gerenciamento dos Recursos Hídricos- COGERH e contém informações geográficas e operacionais sobre 103 usuários de água bruta situados na região denominada de Polo Baixo Jaguaribe. Tais usuários (denominados, daqui em diante, irrigantes ou produtores) compreendem fazendas produtoras de gêneros agropecuários. A região é composta pelos municípios de Limoeiro do Norte, Morada Nova, Russas, Jaguaruana, Itaiçaba, Aracati, São João do Jaguaribe e Quixeré. Esta é uma região geograficamente estratégica para estado do Ceará, por encontrar-se próxima a grandes centros urbanos, como Fortaleza, Natal e Recife, o que facilita a exportação de frutas in natura.
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Efeitos abrasivos dos sedimentos em rotores de bombas utilizadas na captação de água bruta

Efeitos abrasivos dos sedimentos em rotores de bombas utilizadas na captação de água bruta

Neste estudo analisou-se a capacidade abrasiva dos sedimentos do leito do Rio Acre, Brasil, no desgaste de 3 materiais ferrosos diferentes utilizados na fabricação de rotores de bombas centrífugas, utilizados na captação de água bruta. Para determinar o modo de desgaste e a relação do coeficiente de desgaste específico do material (k), em função da concentração de sedimentos, foram realizados ensaios em abrasômetro de esfera rotativa em amostras de aço SAE 8620, ferro fundido nodular e em ferro fundido cinzento, usando como suspensões abrasivas as concentrações de 1, 2, 3, 5 e 10 g L -1 de sedimento em água destilada. O volume
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Proposta de Modelo Tarifário de Água Bruta para Estados do Nordeste Brasileiro

Proposta de Modelo Tarifário de Água Bruta para Estados do Nordeste Brasileiro

A gestão dos recursos hídricos constitui-se em questão cada vez mais presente e imperativa na pauta de discussões dos governos e da sociedade em geral, tendo a cobrança pelo uso da água bruta como um de seus instrumentos mais importantes, em especial pelo atual estágio de configuração dos entes sociais. No Nordeste brasileiro, assim como em todo o país, esse instrumento de gestão ainda é pouco implementado aos usuários. Uma das dificuldades na aplicação de tal instrumento incide no tipo de formulação de modelo tarifário, o qual deve ser capaz de aferir tarifas que sejam aplicáveis aos diversos usuários – inter e intrassetorial. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo maior, a proposição e discussão de modelo tarifário da água bruta a diversos setores usuários – indústria, água envasada, saneamento básico, aquicultura e agricultura irrigada – em estados da região Nordeste do Brasil – Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. Para o desenvolvimento do modelo proposto (CPS-2), procede-se em reformulação de modelo precedente (CPS), adotando nova configuração no cálculo de tarifas discriminadas com uso de mecanismo de subsídios cruzados, sendo essa discriminação estabelecida por faixa de consumo hídrico. O modelo desenvolvido tem fundamentação em modelos do tipo ad hoc e baseia-se em custo de operação, administração e operação (OAM) do sistema hídrico e em capacidade de pagamento setorial para determinar valores de tarifas. Para o cálculo tarifário pelo CPS-2, procede-se ainda em estimação de variáveis exógenas ao modelo, como capacidade de pagamento, vazão demanda e montante a arrecadar. Os resultados alcançados indicam que o modelo tarifário CPS-2 é capaz de aferir tarifas médias, setorialmente, e tarifas discriminadas por faixa de consumo intrassetorial, plausíveis de aplicação à conjuntura
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Proposição de um índice de qualidade da água bruta afluente a estações convencionais de tratamento de água

Proposição de um índice de qualidade da água bruta afluente a estações convencionais de tratamento de água

cilindrospermopsina e saxitoxinas (STX), observando, respectivamente, os valores limites de 15,0 µg/L e 3,0µg/L de equivalentes STX/L. No Artigo 17, parágrafo 1° consta que: “para análise de cianobactérias e cianotoxinas e comprovação de toxicidade por bioensaios em camundongos, até o estabelecimento de especificações em normas nacionais ou internacionais que disciplinem a matéria, devem ser adotadas as metodologias propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em sua publicação Toxic cyanobacteria in water: a guide to their public health consequences, monitoring and management”. O parágrafo 5° do Artigo 18 diz que: “Sempre que o número de cianobactérias na água do manancial, no ponto de captação, exceder 20.000 células/mL (2mmm 3 /L de biovolume), durante o monitoramento que trata o parágrafo 1° do Artigo 19, será exigida a análise semanal de cianotoxinas na água na saída do tratamento e nas entradas (hidrômetros) das clínicas de hemodiálise e indústrias de injetáveis, sendo que esta análise pode ser dispensada quando não houver comprovação de toxicidade na água bruta por meio da realização semanal de bioensaios em camundongos”. Segundo o parágrafo 1° do Artigo 19: “O monitoramento de cianobactérias na água do manancial, no ponto de captação, deve obedecer à freqüência mensal, quando o número de cianobactérias não exceder 10.000 células /mL (ou 1mmm 3 /L de biovolume), e semanalmente, quando o número de cianobactérias exceder este valor”. Quanto ao parágrafo 2°, este determina que: “É vedado o uso de algicidas para o controle do crescimento de cianobactérias ou qualquer intervenção no manancial que provoque a lise celular das células desses microorganismos, quando a densidade das cianobactérias exceder 20.000 células/mL (ou 2mm 3 /L de biovolume), sob pena de comprometimento da avaliação de riscos à saúde associados às cianotoxinas”.
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Desidratação de lodo proveniente de ETA através de tubos geotexteis

Desidratação de lodo proveniente de ETA através de tubos geotexteis

Foram realizadas três visitas técnicas a ETA Piquete durante o ano de 2011, nos dias 02 de março, 29 de junho e 12 de setembro. A visita de março foi apenas para apresentação da área de estudo, realizada na companhia do Eng. Eduardo Guanaes e Fábia Tanabe, ambos funcionários da empresa que forneceu as geofôrmas. Em junho (Figura 4.1) foram coletadas amostras de água bruta e tratada, assim como duas amostras dos resíduos desaguados em uma das geofôrmas, esta visita foi realizada na companhia de três professores do Departamento de Engenharia Civil da FEG-UNESP. Em setembro (Figura 4.2) foram coletadas duas amostras de lodo em uma das geofôrmas e três amostras de lodo do floculador de forma a apresentarem representatividade das características físicas químicas do material, foi realizado o quarteamento.
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Avaliação econômica comparativa da estação de tratamento de água de Maranguape tratando água de dois distintos mananciais: Açudes Acarape do Meio e Gavião

Avaliação econômica comparativa da estação de tratamento de água de Maranguape tratando água de dois distintos mananciais: Açudes Acarape do Meio e Gavião

A Estação de Tratamento de Água de Maranguape está localizada na Rua Benedito Prata, Nº 740, bairro Guanabara. A água bruta é captada através de uma derivação na adutora que Interliga a açude Acarape do Meio e Gavião, sendo aduzida por uma extensão de 12,30 km numa adutora com diâmetro de 400 mm em ferro fundido. A ETA é composta de cinco filtros rápidos ascendentes, com diâmetro de 4,00m com uma capacidade de tratamento de 138 l/s cada (taxa de filtração = 190m³/m² x dia). A água bruta passa pelas seguintes etapas de tratamento: Pré- oxidação com hipoclorito de cálcio, coagulação com cloreto de polialumínio e polímero catiônico, filtração e desinfecção com ácido hipocloroso produzido a partir de cloreto de sódio na usina geradora instalada na ETA.
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Proposição de um índice de qualidade de estações de tratamento de água (IQETA).

Proposição de um índice de qualidade de estações de tratamento de água (IQETA).

Evidentemente que uma análise mais ampla haverá de contemplar além do IQETA e da qualidade da água trata- da, um índice que afira as características da água bruta em termos de maior ou menor tratabilidade. Acredita-se que no- vos estudos podem aperfeiçoar o IQETA aumentando sua acurácia, partindo-se da exploração dos desacordos revelados nas duas rodadas. Também a realização de uma pesquisa de opinião acerca dos crité- rios de pontuação desenvolvidos poderá contribuir significativamente com o aper- feiçoamento destes. Por fim, a aplicação do IQETA a um número maior de esta- ções se faz necessária para a verificação da confirmação, ou não, dos resultados ob- tidos até o momento.
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Degradação parcial de 17β-estradiol por cloração aplicada ao tratamento da água.

Degradação parcial de 17β-estradiol por cloração aplicada ao tratamento da água.

Tendo em vista as baixas concentrações de E2 encontradas em água bruta afl uente às estações de tratamento de água, aliadas à me- nor velocidade de reação com o cloro em baixa concentração de E2, ou devido à diminuição da concentração de E2 causada pelo aumen- to do tempo de reação (tempo de contato), conclui-se que a cloração não é sufi ciente para a completa remoção de E2 em ETA, Contudo, constatou-se que a cloração contribuiu para a remoção de E2 nas doses de cloro e tempos de contato comumente aplicados nas ETA. Devido a esse fato, e confi rmando o exposto, o hormônio 17β-estradiol vem sen- do detectado, mesmo que raramente, em efl uentes de ETA. Portanto, quando E2 estiver presente, outros tratamentos devem ser utilizados para a sua completa eliminação. Adicionalmente, recomenda-se a rea- lização de ensaios específi cos para os estudos cinéticos dessas reações para confi rmar os resultados encontrados neste estudo.
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art rcparaújo disposição

art rcparaújo disposição

Para tanto, esta pesquisa tem como foco investigar as preferências dos irrigantes, localizados em períme- tros irrigados no estado do Ceará, com relação aos métodos de preciicação da água (MPA). Especiica- mente, pretende-se deinir cenários de cobrança de água bruta descrita por meio de atributos e aferir a disposição a pagar dos irrigantes de pequeno porte pelos níveis desses atributos, tendo como referência a forma de cobrança corrente (status quo). Para isto, utiliza-se a abordagem de preferência declarada, de- nominada método de Experimento de Escolha (ou Modelagem de Escolha), que consiste em apresentar ao respondente diferentes combinações de bens (con- junto de escolha), descrito em termos de atributos (características) e seus níveis, e fazê-lo escolher a alternativa que maximize sua utilidade.
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Avaliação do desempenho de mantas sintéticas não tecidas no tratamento de água para consumo humano visando utilização em comunidades rurais: ensaio em escala piloto

Avaliação do desempenho de mantas sintéticas não tecidas no tratamento de água para consumo humano visando utilização em comunidades rurais: ensaio em escala piloto

Esta pesquisa procura ampliar a potencialidade de emprego das tecnologias não convencionais de tratamento de água para o consumo humano, com vista a responder aos atuais anseios enfrentados nas regiões rurais no que concerne à potabilização da água. Em virtude disto, construiu-se uma ETA piloto para a filtração de água em manta sintética não tecida. A manta utilizada foi escolhida a partir dos resultados observados nos ensaios preliminares que abarcaram oito mantas, onde a manta M8 de 1200 g/m² apresentou capacidade de remoção de impurezas expressivamente superior às demais no nível de significância de 5%. A posterior, a manta foi submetida à filtração de água com valores de turbidez de 10, 50 e 100 uT (águas Tipo I, Tipo II e Tipo III, respetivamente) em taxas de 5, 20 e 50 m³.m-².d-¹, para os ensaios de filtração sem coagulação e 20, 50 e 100 m³.m-².d-¹, para os ensaios de filtração de água previamente coagulada. Nos ensaios sem coagulação, apenas a água Tipo I quando combinada a menor taxa de filtração, permitiu a produção de água com maior número de amostras com turbidez inferior que 5,0 uT durante as doze horas de monitoramento. Porém, para a água Tipo III submetida à taxa de 20 m 3 .m -2 .d -1 , observou-se uma rápida maturação do meio filtrante que se testifica pelos baixos valores de turbidez efluente e valores significativos de perda de carga registrados em curto tempo de operação. Por outro lado, quando a água bruta foi previamente coagulada, a manta possibilitou resultados de turbidez remanescente menores que 0,5 uT em todas as taxas testadas, atendendo desta forma os limites máximos estabelecidos nos padrões de potabilidade de água no Brasil, que de acordo com a portaria 2914/2011 de MS coloca como valores máximos de turbidez de 0,5 uT e 1,0 uT para a filtração rápida e filtração lenta, respectivamente até o final do quarto ano da data de publicação (12/12/2011). Todavia, as menores durações das carreiras de filtração registradas nos ensaios envolvendo a taxa de 100 m³.m-².d-¹, onde a média foi de quatro horas, figuram como o principal entrave para o uso dessa manta, mas a taxa de 20 m³.m-².d-¹ se mostrou robusta quanto a essa questão, visto que as carreiras de filtração ultrapassaram as 12 horas de monitoramento. A taxa de 50 m³.m-².d-¹ foi mais eficiente para a água coagulada, uma vez que apresentou maior produção efetiva de água em comparação com as demais taxas de filtração para a perda de carga máxima de 80 cm. Os resultados obtidos nesta pesquisa indicam a potencialidade do emprego da manta no tratamento de água com turbidez elevada, justificando o desenvolvimento de outros trabalhos para aprimoramento desta técnica.
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Estudo da qualidade das águas adicionadas de sais produzidas no Estado do Ceará

Estudo da qualidade das águas adicionadas de sais produzidas no Estado do Ceará

Para a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC Nº 274/05 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que aprova o "Regulamento Técnico para Águas Envasadas e Gelo", a água adicionada de sais é a água para consumo humano, preparada e envasada, contendo um ou mais sais, sem adição de açucares, adoçantes, aromas ou outros ingredientes. Esta Resolução não especifica as características para fixação da identidade e qualidade da água adicionada de sais envasada, e tem como requisito específico, que a água utilizada para preparo desse produto atenda aos parâmetros microbiológicos, químicos e radioativos da Norma de Qualidade da Água para Consumo Humano. Entretanto, a atual Portaria Nº 2.914/11 do Ministério da Saúde, não se aplica a água adicionada de sais após o envasamento, e a outras águas utilizadas como matéria-prima para elaboração de produto . Com o objetivo de avaliar a qualidade da água em duas etapas de produção água bruta (poço) utilizada como matéria-prima e água envasada (garrafões de 20 litros), obtida de indústrias produtoras de Águas Adicionadas de Sais no Estado do Ceará, foram coletadas amostras, em quinze empresas e em três períodos distintos, totalizando 270 amostras. As análises microbiológicas realizadas foram: determinação de coliformes totais e Escherichia coli (técnica de substratos cromogênicos); Enterococcus, Pseudomonas aeruginosa, Clostridium perfringens (técnica de membrana filtrante); bactérias heterotróficas (técnica de cultivo em profundidade ) e as análises físico-químicas: determinação de nitrato, nitrito (método espectrofotométrico); cloro residual e pH (medidas eletroanalíticas). Verificou-se que a água bruta utilizada como matéria-prima em onze (73,33%), das quinze empresas, não atende aos padrões de potabilidade da água para consumo humano. Com relação à água envasada constatou-se que quatorze (93,33%) empresas, não atende aos parâmetros microbiológicos e físico-químicos para água mineral natural e água para consumo humano. Concluiu-se que se faz necessária e urgente a atualização da legislação sanitária do produto água adicionada de sais envasada, visando à prevenção de danos a saúde da população consumidora.
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