Água - Qualidade

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MODIFICAÇÃO DE UM INDICE DE QUALIDADE DA ÁGUA

MODIFICAÇÃO DE UM INDICE DE QUALIDADE DA ÁGUA

possíveis fontes de poluição do Canal São Gonçalo, Pelotas, RS - Brasil. Para isso foram utilizados, dados de qualidade da água secundários, disponibilizados pela Fundação de Proteção Ambiental Henrique compreendidos entre os anos de 2005 a 2013. As variáveis de qualidade de água utilizadas foram: Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO 5 20 ), Coliformes Termotolerantes (CT), Fósforo

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Avaliação da qualidade de água de um sistema de captação de água pluvial. Estudo...

Avaliação da qualidade de água de um sistema de captação de água pluvial. Estudo...

Devido à intensificação das atividades industriais e agrícolas, aliada ao grande crescimento urbano e ao aumento exponencial da população no último século, a pressão sobre os recursos hídricos se intensificaram drasticamente. Sendo assim, existe a necessidade de se buscar novas fontes de abastecimento público de água. A captação de água pluvial remonta a milhares de anos, no entanto, por se tratar de uma área onde os estudos são recentes, muitas dúvidas permeiam sobre o método a ser adotado para a implantação de sistemas de captação pluvial, de forma que garanta a saúde de seus usuários. Desta forma, procurando acrescentar cientificamente e analisar novas possibilidades para sistemas de aproveitamento de água pluvial, este projeto objetivou analisar e caracterizar a qualidade da água em diversos pontos em um sistema de captação, armazenamento e utilização de água pluvial, instalado no Laboratório de Ecologia Isotópica do CENA/USP no município de Piracicaba, SP. Foi construído um sistema em escala real contendo cinco recipientes de 100 L para o descarte de primeiras águas, totalizando aproximadamente 3,3 mm de água descartada, com duas cisternas de 5 mil litros cada para armazenar a água captada. Foram coletadas amostras de água em sete pontos do sistema totalizando 36 análises por evento pluviométrico. Os parâmetros analisados foram pH, condutividade elétrica (CE), nitrogênio total (NT), carbono inorgânico dissolvido (DIC), carbono orgânico dissolvido (DOC) e oxigênio dissolvido (OD). As análises de OD foram descontinuadas após a constatação de que o OD, nas diferentes etapas do sistema, não apresentavam diferenças estatísticas devido ao esquema utilizado na montagem do sistema. O pH coletado sempre apresentou valores mais altos que os valores da precipitação, tendendo a diminuir conforme a água captada era descartada atingindo uma média de pH de 6,1 quando a água encontrava
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Qualidade da água do Ribeirão Lavrinha na região Alto Rio Grande - MG, Brasil.

Qualidade da água do Ribeirão Lavrinha na região Alto Rio Grande - MG, Brasil.

O fato de o IQA ser superior no trecho da cabeceira até o ponto BO–03 e inferior deste até a seção controle, está intimamente relacionado com a ocupação do solo. No primeiro trecho, há predominância de ocupação por mata e regeneração natural, e a mata ciliar está presente nas margens do ribeirão Lavrinha. Já no segundo trecho, observa-se um domínio das pastagens na ocupação do solo, mesmo em locais considerados áreas de preservação permanente (APP). Além da ocupação do solo, práticas de manejo também interferem na qualidade da água. As queimadas são freqüentes e adotadas como práticas de limpeza das pastagens, deteriorando tanto o solo quanto as águas da sub-bacia.
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Relação entre Quantidade, Qualidade e Procura no Abastecimento de Água para Consumo Humano na Autarquia de Nacala - Porto, Província de Nampula.

Relação entre Quantidade, Qualidade e Procura no Abastecimento de Água para Consumo Humano na Autarquia de Nacala - Porto, Província de Nampula.

A gestão e consumo de água de um padrão duvidoso, em muitos casos, coloca em risco a qualidade de vida dos seres vivos e muito particularmente, do ser humano. O procedimento convencional de tratamento da água para o consumo humano fundamenta-se em ensaios de opacidade, cor e pH. De acordo com Guimarães, Carvalho e Silva (2007, p.107), a opacidade ou turvação da água é ocasionada pela presença de argilas, matéria orgânica e microrganismos, mono e policelulares. A cor deve-se à presença de tanino, oriundo dos vegetais e, em geral, varia de incolor até o castanho intenso. A etapa seguinte consiste em conjugar esses ensaios com as operações de floculação, decantação e filtração. Na estação de tratamento de água chega a água bruta. Em geral o primeiro produto químico colocado na água é o coagulante (sulfato de alumínio líquido ou liquefeito com água, numa faixa de pH situada entre os 5,5 e os 8,0).
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Modelação da qualidade da água em sistemas públicos de abastecimento

Modelação da qualidade da água em sistemas públicos de abastecimento

A ERSAR é responsável pela promoção da qualidade de serviço, por analisar e disponibilizar ao público toda a informação entregue por câmaras municipais, serviços municipalizados, empresas municipais e os sistemas concessionados multimunicipais e municipais de água de abastecimento público, que são designados como as Entidades Gestoras (EG). As EG devem disponibilizar água devidamente controlada, em qualidade e quantidade que satisfaça as necessidades básicas da população na sua área geográfica de influência. Assim, as EG devem garantir ainda que a água para consumo humano seja salubre, limpa e equilibrada, na ausência de microrganismos, parasitas ou substâncias indesejáveis potencialmente perigosas para a saúde humana (DR, 2007). Estas entidades gestoras dividem-se em sistemas na vertente em alta e em baixa (ERSAR, 2012). As entidades em alta, segundo o Decreto-Lei 379/93, de 5 de novembro, são os agentes responsáveis pela prestação dos serviços a montante da distribuição de água (Raposo et al., 2011), ou seja, têm a função de captar, tratar e vender a água tratada às entidades em baixa. Este facto não implica que as entidades em baixa não tenham as suas próprias captações de água, ao invés de comprarem água concessionada. O objetivo das EG em baixa foca-se na distribuição, desde o reservatório até aos respetivos ramais de ligação (Figura 7). Segundo dados referentes a 2013, foram 15 as entidades em alta, responsáveis pela totalidade ou parcialidade de fornecimento de água às entidades em baixa de 196 concelhos (ERSAR, 2014). Após passar por todos os processos referidos, o consumidor poderá utilizar a água para diversos fins, sabendo à partida que esta é segura. Em suma, a relação entre cada interveniente no plano da água, garante a todos, mas principalmente ao consumidor, a segurança no ato de utilização da água.
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Caracterização da qualidade da água subterrânea utilizando índices de qualidade da água em Riachão do Jacuípe, Bahia

Caracterização da qualidade da água subterrânea utilizando índices de qualidade da água em Riachão do Jacuípe, Bahia

Resumo: A água subterrânea representa uma crucial fonte para abastecimento de comunidades rurais nas regiões semiáridas. A escassez hídrica, relatada em diversos estudos prévios, exige que sejam conhecidas e divulgadas informações sobre a qualidade da água disponível, como uma das formas para melhor gerir e conservar as reservas existentes. O principal objetivo deste trabalho foi caraterizar as águas de poços profundos na região de Riachão do Jacuípe (BA), por meio de Índices de Qualidade de Água (IQA), com a finalidade de dispor, aos moradores, gestores e tomadores de decisão, um re- curso para informar, de maneira simples, a qualidade da água fornecida à comunidade. A pesquisa também investigou os usos e tratamento dispensados à água, com o intuito de sugerir medidas para corrigir possíveis carências. Para esses propósitos foram utilizados resultados de análises de água fornecidos pela Secretaria do Meio Ambiente (BA) e entrevistas junto à comunidade. Esta pesquisa é uma contribuição importante para compreender a relação entre a qualidade da água e a situação de vulnerabilidade das comunidades rurais do semiárido. Os objetivos foram alcançados com o uso de três metodologias de cálculo de índices de qualidade de água (IQA): IQA CETESB, CCME WQI e e- IQUAS, aplicadas para doze amostras de água, para as quais foram avaliados vinte parâmetros. Os resultados mostraram convergência na caracterização estabelecida nas três metodologias, todas as amostras foram classificadas como “ruins”. A aplicação de índices se mostrou adequada, todavia tais mecanismos devem ser associados a outros recursos de avaliação. Quanto ao senso dos usuários, os resultados sugerem que os moradores precisam conhecer melhor a relação entre a qualidade da água com possíveis riscos para a saúde. A disseminação dos Índices de qualidade de água pode ser um mecanismo eficaz, oportunizando a população, gestores e decisores determinarem ações para mitigar as carências percebidas.
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ANÁLISE DE INCERTEZA E MODELAGEM DE QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO UBERABA, MINAS GERAIS

ANÁLISE DE INCERTEZA E MODELAGEM DE QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO UBERABA, MINAS GERAIS

A modelagem de qualidade da água é uma ferramenta frequentemente utilizada na gestão dos recursos hídri- cos (GONÇALVES et al., 2009; GONÇALVES; SARDINHA; BOESSO, 2011; GONÇALVES & GIORGETTI, 2013; SALLA et al., 2014). Com ela é possível avaliar os processos de assimilação da carga poluidora e definir os trechos do corpo de água mais suscetíveis à poluição. Ao longo dos anos, vários modelos de qualidade da água foram criados e aplicados com sucesso. O marco inicial foi em 1925, com o clássico modelo de Streeter‑Phelps (STREE- TER & PHELPS, 1925), o qual foi desenvolvido a partir de intensos estudos das fontes de poluição e seus impactos no Rio Ohio. Esse modelo descreveu o aumento, seguido de decréscimo, do déficit de oxigênio a jusante de uma fonte de material orgânico. Posteriormente, outros mo- delos mais complexos surgiram, como o QUAL 2E (BRO- WN & BARNWELL, 1987) e o QUAL 2K (CHAPRA & PELLE- TIER, 2006). O aumento da complexidade dos modelos está relacionado, sobretudo, ao fato de eles possuírem mais coeficientes e parâmetros de qualidade da água, além do oxigênio dissolvido (OD) e da demanda bioquí- mica de oxigênio (DBO). Contudo, a aplicação do modelo e a quantidade de coeficientes a serem determinados permanecem sendo as questões principais sempre que a modelagem é considerada como uma ferramenta de tomada de decisão (FAN et al., 2012).
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Avaliação da qualidade microbiológica da água utilizada nos umidificadores  em oxigenoterapia   doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.101.147155

Avaliação da qualidade microbiológica da água utilizada nos umidificadores em oxigenoterapia doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2012.101.147155

Resumo: Infecções Hospitalares constituem um grave problema de saúde pública devido à sua incidência, letalidade e aumento no tempo de internação. As infecções respiratórias representam grande parte das infecções adquiridas dentro dos hospitais, sendo freqüentes em pacientes de unidades de terapia intensiva, principalmente aqueles submetidos à ventilação mecânica. Com o objetivo de conhecer a qualidade microbiológica da água utilizada em oxigenoterapia invasiva e não invasiva foram coletadas amostras de água do ventilador mecânico, umidificador de parede, da água autoclavada , amostras do interior do copo umidificador e das traquéias armazenadas para uso e amostras de solução de glutaraldeído. Foram pesquisados Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli e leveduras. Os resultados demonstraram crescimento apenas de Pseudomonas aeruginosa na água do ventilador mecânico, na água autoclavada e na traquéia. Pode-se concluir que a qualidade microbiológica da água usada em oxigenoterapia é uma preocupação em pacientes de risco.
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Qualidade da água e Comunidade Íctia do Açude Marengo (Madalena, CE) durante o período de estiagem

Qualidade da água e Comunidade Íctia do Açude Marengo (Madalena, CE) durante o período de estiagem

Na região semiárida do nordeste brasileiro, períodos de escassez prolongados podem ocasionar profundas modificações nas variáveis limnológicas. Organismos aquáticos percebem rapidamente as alterações que ocorrem no ambiente e são boas ferramentas para o conhecimento do estado de conservação da área de interesse. A presente pesquisa buscou observar os impactos sobre a qualidade da água e a ictiofauna do açude Marengo (localizado no assentamento São Joaquim, em Madalena, Ceará) decorrentes do extenso período de estiagem. Foram realizadas sete coletas mensais (de março a setembro de 2013) para avaliar o volume de água acumulado, o estado trófico da água e a ictiofauna local. As variáveis limnológicas analisadas foram a transparência de Secchi (zona eufótica), oxigênio dissolvido, temperatura, pH, condutividade elétrica, fósforo total, clorofila a, Demanda Química de Oxigênio (DQO) e nitrogênio total. O estado trófico foi estimado mediante as equações propostas por Lamparelli (2004). A ictiofauna local foi analisada através de índices ecológicos (diversidade de Shannon, riqueza de Margalef e equitabilidade de Pielou). Os resultados mostraram que houve uma significativa redução de 1,60 hm 3 no volume de água do açude Marengo, devido à ausência de chuvas e elevadas taxas de evaporação e demanda populacional. As concentrações de clorofila a e fósforo total apresentaram valores acima do limite máximo estabelecido pela Resolução 357/2005 do CONAMA. O Índice de Estado Trófico de Lamparelli (2004) indicou que o açude pode estar eutrofizado em todos os pontos de coleta, atingindo nível hipereutrófico. Foram coletados 1.129 peixes pertencentes a 12 espécies diferentes. Os valores de diversidade e riqueza foram considerados baixos para os três locais de coleta. A estimativa da equitabilidade local mostrou que houve maior abundância de peixes pequenos das espécies A. bimaculatus, C. orientale e S. notonota no ponto 3, devido ao aspecto morfológico do local, conferindo maior possibilidade de refúgio. Dentre os pontos analisados, o ponto 1 foi caracterizado como o mais diverso, mais rico e com maiores valores de equitabilidade, devido a movimentação de pessoas e animais no local. A seca prolongada ocasionou a redução do nível da água do açude Marengo e proporcionou a concentração de nutrientes na coluna d’água, atingindo o nível hipereutrófico. Devido à má qualidade da água, a comunidade de peixes poderá entrar em desequilíbrio ecológico e atingir altas taxas de mortalidade, semelhante ao ocorrido no açude Paus Branco (Madalena).
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Qualidade da água e Comunidade Íctia do Açude Marengo (Madalena, CE) durante o período de estiagem

Qualidade da água e Comunidade Íctia do Açude Marengo (Madalena, CE) durante o período de estiagem

Na região semiárida do nordeste brasileiro, períodos de escassez prolongados podem ocasionar profundas modificações nas variáveis limnológicas. Organismos aquáticos percebem rapidamente as alterações que ocorrem no ambiente e são boas ferramentas para o conhecimento do estado de conservação da área de interesse. A presente pesquisa buscou observar os impactos sobre a qualidade da água e a ictiofauna do açude Marengo (localizado no assentamento São Joaquim, em Madalena, Ceará) decorrentes do extenso período de estiagem. Foram realizadas sete coletas mensais (de março a setembro de 2013) para avaliar o volume de água acumulado, o estado trófico da água e a ictiofauna local. As variáveis limnológicas analisadas foram a transparência de Secchi (zona eufótica), oxigênio dissolvido, temperatura, pH, condutividade elétrica, fósforo total, clorofila a, Demanda Química de Oxigênio (DQO) e nitrogênio total. O estado trófico foi estimado mediante as equações propostas por Lamparelli (2004). A ictiofauna local foi analisada através de índices ecológicos (diversidade de Shannon, riqueza de Margalef e equitabilidade de Pielou). Os resultados mostraram que houve uma significativa redução de 1,60 hm 3 no volume de água do açude Marengo, devido à ausência de chuvas e elevadas taxas de evaporação e demanda populacional. As concentrações de clorofila a e fósforo total apresentaram valores acima do limite máximo estabelecido pela Resolução 357/2005 do CONAMA. O Índice de Estado Trófico de Lamparelli (2004) indicou que o açude pode estar eutrofizado em todos os pontos de coleta, atingindo nível hipereutrófico. Foram coletados 1.129 peixes pertencentes a 12 espécies diferentes. Os valores de diversidade e riqueza foram considerados baixos para os três locais de coleta. A estimativa da equitabilidade local mostrou que houve maior abundância de peixes pequenos das espécies A. bimaculatus, C. orientale e S. notonota no ponto 3, devido ao aspecto morfológico do local, conferindo maior possibilidade de refúgio. Dentre os pontos analisados, o ponto 1 foi caracterizado como o mais diverso, mais rico e com maiores valores de equitabilidade, devido a movimentação de pessoas e animais no local. A seca prolongada ocasionou a redução do nível da água do açude Marengo e proporcionou a concentração de nutrientes na coluna d’água, atingindo o nível hipereutrófico. Devido à má qualidade da água, a comunidade de peixes poderá entrar em desequilíbrio ecológico e atingir altas taxas de mortalidade, semelhante ao ocorrido no açude Paus Branco (Madalena).
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Qualidade e diversidade microbiana da água obtida pelo sistema de purificação instalado no prédio dos Laboratórios de Qualidade e Segurança de Alimentos

Qualidade e diversidade microbiana da água obtida pelo sistema de purificação instalado no prédio dos Laboratórios de Qualidade e Segurança de Alimentos

A água purificada exerce um papel fundamental na rotina laboratorial e em diversas aplicações, exigindo elevado grau de pureza. Deste modo, foi realizada uma avaliação da qualidade da água distribuída pelo sistema de purificação de água instalado nos Laboratórios de Qualidade e Segurança de Alimentos do Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFV. A primeira parte do trabalho aborda a qualidade físico-química e microbiológica da água potável que alimenta o sistema de purificação e também a qualidade da água obtida e distribuída nos pontos de uso. A instalação e as condições de operação e desempenho do sistema de purificação de água foram avaliados. A avaliação da água potável que abastece o sistema de purificação permitiu constatar uma boa qualidade, tanto para as especificações físico-químicas (alcalinidade 20,3 mg·L -1 CaCO 3 ,
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QUALIDADE E APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA

QUALIDADE E APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA

HOLOS, Ano 32, Vol. 08 145 de água potável, valioso recurso ambiental que deve ser preservado. No que diz respeito ao Campus Central do IFRN, tendo em vista o grande potencial de captação devido às altas taxas pluviométricas, bem como a qualidade físico-química apresentada pelas amostras analisadas, ampliando-se a instalação de calhas, condutores e reservatórios em conexão com as áreas de telhado, a água de chuva pode ser armazenada e utilizada em substituição da água potável para diversas atividades, tais como lavagem das calçadas e irrigação dos jardins da instituição. Apesar disso, é importante salientar a necessidade do descarte dos primeiros milímetros de chuva, de forma que não seja utilizada a parcela da água com maior concentração de poluentes. Além dos fins menos nobres apresentados, tratamentos simples como por exemplo a cloração, podem ser empregados para que as águas provenientes das chuvas sejam utilizadas para outras finalidades. Destaca-se assim a importância da realização de estudos mais detalhados de forma a analisar a qualidade hídrica, incluindo a comparação dos parâmetros da água de chuva coletada diretamente da atmosfera com amostras coletadas a partir do escoamento de telhados, bem como o uso de pastilhas de cloro no tratamento de desinfecção da água.
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Análise comparativa de legislações relativas à qualidade da água para consumo humano na América do Sul

Análise comparativa de legislações relativas à qualidade da água para consumo humano na América do Sul

Nem todas as legislações se ocupam com um padrão explícito de qualidade da água na saída do tratamento / entrada no sistema de distribuição, estabelecendo um padrão de potabilidade de aplicação genérica ou limitando-se a um padrão a ser verificado no sistema de distribuição. Por vezes, o padrão na saída do tratamento é estabelecido em termos de ausência de coliformes totais (CT), coliformes termotolerantes (CTer) e E.coli e, no caso do Uruguai (RD OSE 1185/86) e Argentina, adicionalmente, Pseudomonas aeruginosa; resta saber se a abordagem seria e ou e/ou. Outras legislações estabelecem o padrão apenas em termos de coliformes totais, presumivelmente, no entendimento de que este indicador é suficiente para atestar a eficiência bacteriológica do processo de tratamento da água (BASTOS et al., 2000; BASTOS et al., 2001), entendimento este assumido como correto pela autora deste trabalho. E ainda, ao se admitir que E.coli é o indicador mais preciso de contaminação fecal, a inclusão de indicadores complementares, por exemplo, Pseudomonas aeruginosa, torna-se dispensável, mesmo reconhecendo que a bactéria Pseudomonas é mais persistente que a E.coli.
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Qualidade da água para consumo humano

Qualidade da água para consumo humano

As acções de vigilância sanitária são realizadas pela autoridade de saúde, que incluem a realização de análises complementares ao programa de controlo da qualidade da água (PCQA) e de outras acções necessárias para a avaliação da qualidade da água para consumo humano e avaliação do risco para a saúde humana da qualidade da água destinada ao consumo humano. As acções de vigilância sanitária devem ter em conta o conhecimento do sistema de água e o seu funcionamento e as características da água e das zonas de abastecimento consideradas mais problemáticas. A entidade gestora deve fornecer o PCQA, bem como a caracterização e funcionamento dos sistemas de solicitada por esta. No âmbito das acções de vigilância sanitária, a autoridade de saúde deve informar a entidade gestora dos incumprimentos aos valores paramétricos detectados, no prazo de cinco dias a contar da data em que deles toma conhecimento. Quer os valores paramétricos tenham ou não sido respeitados, sempre que a autoridade de saúde verifique que a qualidade da água distribuída constitui um perigo potencial para a saúde humana, deve, em articulação com a entidade gestora, determinar as medidas a adoptar para minimizar tais efeitos, designadamente a determinação da proibição ou restrição do abastecimento e a informação e o aconselhamento aos consumidores, delas dando conhecimento à autoridade competente. A autoridade de saúde pode ainda determinar a proibição do abastecimento, tendo em consideração os riscos para a saúde humana decorrentes da interrupção do abastecimento ou da restrição da utilização da água. Da decisão referida anteriormente deve ser dado imediato conhecimento à entidade gestora e à autoridade competente, devendo ainda ser prestado o aconselhamento e a informação adequados aos consumidores afectados [16].
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Principais modelos matemáticos de qualidade da água e suas aplicações: uma revisão

Principais modelos matemáticos de qualidade da água e suas aplicações: uma revisão

A partir da década de 60, a disponibilidade de programas computacionais possibilitou um grande avanço no desenvolvimento da modelagem matemática. O primeiro modelo avançado envolvia expressões numéricas com estruturas analíticas, possibilitando análises com geometrias complexas, cinéticas e simulações com variações temporais. No ano de 1970 observou-se o nascimento de um movimento ecológico, com foco na disponibilidade limitada dos recursos naturais. Isso fez com que problemas como a eutrofização dos cursos hídri- cos passassem a ser considerados na modelagem matemática. A mais recente fase da modelagem matemática da qualidade da água de rios tem como foco o estudo dos impactos causados por substâncias tóxicas no meio aquático. Na Tabela 2 observa-se a evolução dos modelos matemáticos de qualidade da água a partir do modelo clássico de Streeter-Phelps.
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CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E DO MANEJO DE ORDENHA DE PROPRIEDADES DO MEIO OESTE CATARINENSE E INFLUÊNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NA QUALIDADE DO LEITE CRU RESFRIADO

CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E DO MANEJO DE ORDENHA DE PROPRIEDADES DO MEIO OESTE CATARINENSE E INFLUÊNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NA QUALIDADE DO LEITE CRU RESFRIADO

Para avaliar o grau de informação das pessoas quanto à qualidade da água utilizada e/ou consumida, foi aplicado questionário estruturado (ANEXO B) adaptado a partir dos trabalhos de Picinin (2003) e Winck (2007), visando determinar o tipo e localização da fonte; tratamentos sofridos pela água; presença de alterações macroscópicas; freqüência de limpeza da caixa d’água anualmente; origem da água de consumo; freqüência de análises realizadas e seus resultados; além da opinião sobre a qualidade da água utilizada na propriedade para higienizar os equipamentos de ordenha. Neste questionário também foram incluídas algumas questões sobre a qualidade do leite produzido em relação ao manejo de ordenha e refrigeração do leite objetivando avaliar a higiene dos utensílios e equipamentos, preparo de ordenha, controle de mastites, intervalo das coletas do leite pelo laticínio.
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Caraterização de descargas poluentes na ribeira de Couros : contributo para a modelação e avaliação integrada da qualidade da água

Caraterização de descargas poluentes na ribeira de Couros : contributo para a modelação e avaliação integrada da qualidade da água

Fontes difusas: Ao contrário das fontes pontuais, as fontes difusas fazem a introdução de poluentes nos cursos de água através de numerosas localizações ou fontes sem pontos de origem definidos, consequentemente ameaçando a qualidade da água do meio hídrico e dos sistemas naturais. Cada fonte difusa, individualmente, pode não constituir um sério problema para o meio ambiente mas juntas, este tipo de fontes, podem danificar significativamente o meio recetor. A maior parte deste tipo de fontes poluentes incluem: escoamentos provenientes de terras agrícolas (sedimentos, fertilizantes, bactérias e pesticidas), escoamentos de áreas urbanas (óleos, produtos químicos tóxicos, metais pesados, microrganismos patogénicos e sedimentos), deposição atmosférica (produtos químicos tóxicos, metais pesados, nutrientes e ácidos) e infiltrações de águas subterrâneas (nutrientes e produtos químicos tóxicos) (JI, 2008).
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Open Impactos do lançamento de efluentes na qualidade da água do riacho Mussuré

Open Impactos do lançamento de efluentes na qualidade da água do riacho Mussuré

Contudo, os níveis de oxigênio dissolvido nas águas podem aumentar, caso o corpo d’água não receba novas cargas de poluição orgânica. Este fato deve- se aos mecanismos de autodepuração dos cursos de água. A autodepuração é a capacidade que um corpo hídrico tem para promover a estabilização de determinada carga poluidora recebida. No entanto, este processo pode necessitar de dezenas de quilômetros, dependendo das características do corpo receptor e da qualidade e quantidade da carga lançada. A autodepuração pode ser entendida como um fenômeno de sucessão ecológica, já que não existe uma depuração absoluta. O ecossistema atinge novamente o equilíbrio, mas em condições diferentes das anteriores, devido ao incremento da concentração de certos produtos e subprodutos da decomposição. Assim, em decorrência destes compostos, a comunidade aquática se apresenta distinta, ainda que em novo equilíbrio (VON SPERLING, 1996; CHAGAS; SOUZA, 2005).
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Qualidade da água de nascentes com diferentes usos do solo na bacia hidrográfica do córrego rico, São Paulo, Brasil.

Qualidade da água de nascentes com diferentes usos do solo na bacia hidrográfica do córrego rico, São Paulo, Brasil.

PALHARES, J.C.P.; SCANDOLERA, A.J.; LUCAS JR., J.; COSTA, A.J. da. Monitoramento da qualidade da água do Córrego Jaboticabal através de parâmetros químicos. In: WORKSHOP DE INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MOGI GUAÇU, 3., 2000, Porto Ferreira. Anais... Porto Ferreira: Prefeitura Municipal de Porto Ferreira, 2000. p.43-4. PALMA-SILVA, G. M. Diagnóstico ambiental, qualidade da água e índice de depuração do Rio Corumbataí - SP. 1999. 155 f. Dissertação (Mestrado em Manejo Integrado de Recursos) - Centro de Estudos Ambientais, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 1999.
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Avaliação da qualidade da água dos rios Jaguarí e Atibaia por meio do índice de qualidade da água - IQA e ensaios toxicológicos

Avaliação da qualidade da água dos rios Jaguarí e Atibaia por meio do índice de qualidade da água - IQA e ensaios toxicológicos

Muitos compostos além aos de carbono também são solúveis em água, como os al- coóis, os açúcares, os ácidos entre outros. Essa propriedade solvente da água pode torná-la também um meio de transporte de determinadas substâncias e elementos químicos tóxicos, além de microrganismos, sendo alguns deles com características patogênicas o que restringe a sua utilização. Tais agentes contaminantes devem ser eliminados ou minimizados a con- centrações nas quais não sejam prejudiciais à saúde do ser humano. Grande parte das doen- ças existentes nos países em desenvolvimento é proveniente da água de qualidade insatisfa- tória, podem estar relacionada tanto à transmissão hídrica como à origem hídrica. E nesses casos induzidas por agentes químicos ou biológicos.
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