Artéria esplênica

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Aneurisma de artéria esplênica.

Aneurisma de artéria esplênica.

tomia e presença de miomas uterinos. Negava cirurgias ou traumatismos em região abdominal. Ao exame físi- co apresentava linfonodo aumentado, de consistência pétrea, aderido a planos profundos, em região cervical próximo à borda posterior do esternocleidomastoideo esquerdo. Durante a investigação da adenomegalia cer- vical foram solicitados diversos exames, entre eles, uma ultrassonografia (US) abdominal, que sugeriu a presença de lesão cística próximo ao hilo esplênico. Foi solicitada uma angiorressonância magnética de aorta abdominal (Figuras 1 e 2) para melhor estudo, sendo diagnosticado um aneurisma de artéria esplênica com 2,5cm de diâme- tro. Feita a indicação cirúrgica, procedeu-se a vacinação pré-operatória contra Streptococcus pneumoniae e Hae- mophilus influenzae. A paciente foi submetida à esple- nectomia. O procedimento, embora tenha sido iniciado por videolaparoscopia, necessitou ser convertido por san- gramento. A evolução pós-operatória transcorreu sem complicações, permanecendo assintomática.
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Embolização de aneurisma de artéria esplênica associado à hemorragia digestiva: relato de caso.

Embolização de aneurisma de artéria esplênica associado à hemorragia digestiva: relato de caso.

O aneurisma de artéria esplênica foi descrito pela primeira vez por Beaussier, em 1770, e o primeiro tratamento bem sucedido foi apresentado por McLeod, em 1940. Este tipo de aneurisma é considerado o mais comum do território esplâncnico, envolvendo 46 a 60% dos pacientes com aneurismas viscerais. Na maioria dos pacientes, é assintomático e o achado de aneurisma de artéria esplênica costuma ser incidental, durante a investigação de outra doença abdominal por imagem. 1

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O uso dos índices de impedância da artéria esplênica na avaliação da hipertensão portal.

O uso dos índices de impedância da artéria esplênica na avaliação da hipertensão portal.

convexo multifreqüencial de 3,5 MHz. Todos os exames foram realizados pelos autores D.D.C. e/ou C.M.C.R., ambos sem o conhecimento do resultado da endosco- pia, quando realizada. O transdutor foi posicionado nos espaços intercostais es- querdos e a imagem do parênquima esplê- nico foi ampliada, para melhor avaliação dos ramos da artéria esplênica pelo eco- Doppler colorido. O volume de amostra foi posicionado no interior dos ramos arteriais intraparenquimatosos, durante respiração suspensa, sendo registrada a análise espec- tral do fluxo sanguíneo. O IP e o IR da ar- téria esplênica foram calculados pelo soft- ware dos aparelhos, considerando a média dos valores obtidos em pelo menos três curvas espectrais semelhantes (Figura 1).
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Estudo comparativo da necessidade de transfusão sangüínea em pacientes submetidos à esplenectomia por púrpura trombocitopênica imune, com e sem embolização pré-operatória da artéria esplênica

Estudo comparativo da necessidade de transfusão sangüínea em pacientes submetidos à esplenectomia por púrpura trombocitopênica imune, com e sem embolização pré-operatória da artéria esplênica

Além dos citados casos de Púrpura Trombocitopênica Imune, outras patologias hematológicas podem-se beneficiar com a esplenectomia, como esferocitose hereditária, eliptocitose hereditária, hemoglobinopatias falciformes e talassemia, mielofibrose, leucemias mielóide aguda e crônica, doenças mieloproliferativas, como Hodgkin e não-Hodgkin, Leucemia Linfocítica Crônica e de Células Cabeludas. Das doenças esplênicas ditas Infiltrativas, citam-se Sarcoidose, Doença de Goucher, Doença de Neumann-Pick, Amiloidose e Síndrome de Felty. Das congestivas, Trombose da Veia Esplênica, Síndrome de Budd-Chiari. Há de se citar ainda, mesmo que raras, doenças virais, mononucleose, malária, abscessos e esplenomegalias associadas ao HIV. Malformações congênitas também podem ser passíveis de tratamento cirúrgico, como cistos e aneurismas da artéria esplênica. São poucas as informações consistentes na literatura que indiquem embolização pré-operatória da artéria esplênica nos casos citados. Para as patologias que levam ao maciço aumento do volume do baço, a embolização tem sido apontada como uma alternativa a esplenectomia, procedimento que tem sido objeto de estudo (29) (43).
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Avaliação da anamastose espleno-renal distal, com e sem ligadura da artéria esplênica, para tratamento a hipertensão portal esquistossomática.

Avaliação da anamastose espleno-renal distal, com e sem ligadura da artéria esplênica, para tratamento a hipertensão portal esquistossomática.

9. Abrantes WL, Vieira JN, Fernandes AD, et al. - Embolização da artéria esplênica para tratamento de “cor pulmonale” agudo secundário à descompressão portal seletiva em paciente com forma hepatosplênica da esquistossomose e hipertensão pulmonar. AMB Rev Assoc Méd Bras, 1981, 27(3):110.

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Tratamento endovascular de hemorragia secundária a lesão da artéria esplênica na pancreatite aguda: relato de caso.

Tratamento endovascular de hemorragia secundária a lesão da artéria esplênica na pancreatite aguda: relato de caso.

As molas constituem o agente de escolha para a oclu- são dos segmentos proximal e distal à lesão arterial. Na maioria dos casos, as molas isoladamente são suficientes para produzir o resultado desejado. Contudo, o grande ca- libre da artéria esplênica pode exigir a utilização de múlti- plas molas ou a associação de técnicas com outros agentes embolizantes, como o adesivo tissular (n-metil cianoacri- lato), técnica combinada utilizada no caso relatado neste artigo. É importante ressaltar que microcateteres são fre- quentemente necessários para o posicionamento distal de uma mola ou até mesmo para a cateterização distal de uma artéria tortuosa. O uso de stent revestido, mantendo a luz arterial pérvia, é outra opção de tratamento. Ele permite a Figura 5 - Arteriografia de controle: oclusão proximal da artéria
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Aneurisma de artéria esplênica associado a uma variação anatômica na origem.

Aneurisma de artéria esplênica associado a uma variação anatômica na origem.

ou não, lembrando que a irrigação do órgão é preferencial- mente feita pela artéria esplênica, porém existem vias al- ternativas como a artéria gastroepiploica que é ramo da artéria gastroduodenal. A embolização com coil e molas é desaconselhável nos aneurismas gigantes pela ineficiência na oclusão do aneurisma, pelo intenso processo inflamató- rio que ocorre e pela possibilidade de embolização. Quan- do localizado na porção proximal ou intermediária da artéria, pode ser feita a colocação de stent recoberto 11,26,27 ,

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Aneurisma de artéria esplênica corrigido por embolização com molas.

Aneurisma de artéria esplênica corrigido por embolização com molas.

opacificando as artérias gastroduodenal e hepática através da arcada pancreática, onde se observou pequeno aneuris- ma sacular, parcialmente calcificado, com sua porção pér- via medindo cerca de 0,4 cm (Figura 4); artéria renal direita pérvia, notando-se a presença de aneurisma sacular de colo largo, ao nível da sua bifurcação, medindo cerca de 1 cm; artéria renal esquerda pérvia, dentro da normalidade; arté- ria esplênica pérvia, exibindo volumoso aneurisma parcial- mente calcificado, de colo largo, em seu terço distal (extra- parenquimatoso), medindo cerca de 2 cm. O procedimento cirúrgico para correção do aneurisma foi marcado para três semanas após a realização da angiografia. Realizou-se punção femoral direita com cateterismo seletivo do tronco celíaco através de cateter Simons 2 e microcateterismo do aneurisma da artéria esplênica com microcateter Excelsior SL1018 (Boston Scientific, Natick, MA, USA), embolizado com 12 molas destacáveis de Guglielmi (GDC, do inglês Guglielmi detachable coils). As imagens de controle eviden- ciaram exclusão do aneurisma e perviedade dos demais ra- mos. Para os demais aneurismas, a conduta foi expectante, sendo acompanhados a cada seis meses para, se necessário, realizar o procedimento cirúrgico corretivo. A paciente re- cebeu alta hospitalar três dias após a realização do proce- dimento cirúrgico, permanecendo assintomática até o pre- sente momento.
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Giant pseudoaneurysm of the splenic artery.

Giant pseudoaneurysm of the splenic artery.

provavelmente envolvido na formação do pseudoaneurisma. O retardo no aparecimento varia de oito dias a dois anos. A história de trauma, o tama- nho do hematoma e a ausência de outros fatores as- sociados sugerem o diagnóstico. O principal risco na evolução do pseudoaneurisma gigante de artéria esplênica é a ruptura, sendo indicado o tratamento cirúrgico 2,3 .

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Correlação da segmentação arterial esplênica com a anatomia de superfície.

Correlação da segmentação arterial esplênica com a anatomia de superfície.

RESUMO: Objetivo: A presente pesquisa objetivou aferir a localização, a quantidade e as dimensões dos segmentos arteriais do baço, bem como sua relação com a anatomia de superfície. Método: Foram utilizados 19 baços, procedentes do Departamento de Morfologia da Universidade Federal do Ceará. O peso médio dos baços era de 148,2±52g e suas dimensões médias de 11,2x7,1x4,0cm. Foi injetada, nos ramos superior e inferior da artéria esplênica, resina sintética (resapol T-208) para preenchimento dos segmentos. Utilizando o método de corrosão, identificou-se a segmentação, diferenciando-a através de cores, analisando e comparando com a anatomia de superfície através de planimetria. Resultados: Os baços apresentavam em média 2,4±0,61 segmentos (2-4) e seus moldes representavam 70% da superfície diafragmática. Encontrou-se evidência de correlação entre os sulcos das chanfraduras esplênicas e a segmentação correspondente em 17 dos 19 baços 89,4%±7,1% (p< 0,05) que possuíam este relevo anatômico. Conclusão: A segmentação arterial esplênica pode estar diretamente relacionada com sua anatomia de superfície e ser utilizada como parâmetro na esplenectomia parcial e estudos de anatomia vascular esplênica (Rev. Col. Bras. Cir. 2008; 35(6): 406-410).
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Estudo cintilográfico da circulação esplênica em ratos

Estudo cintilográfico da circulação esplênica em ratos

O fluxo sanguíneo do baço humano é cerca de 350 litros de sangue por dia. Sua irrigação se faz pela artéria esplênica, pelos vasos esplenogástricos e através de vasos colaterais, que incluem artérias polares, artérias pancreáticas e artéria gastro-omental esquerda. A avaliação da função esplênica e do tamanho do baço em crianças e adolescentes normais submetidos a angioembolização da artéria esplênica, devido a trauma não mostrou diferença em relação a esses aspectos. No entanto, esse procedimento não é isento de riscos, sendo descritos abscessos e infartos esplênicos (EKEH et al., 2013; SKATTUM et al., 2012). A ligadura dos vasos esplenogástricos também é associada a abscessos do baço, por hipoperfusão de seu pólo superior (MARTINEZ; SANCHES; GARCIA, 2008).
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Estudo cintilográfico da circulação esplênica em ratos.

Estudo cintilográfico da circulação esplênica em ratos.

Objetivo: avaliar a distribuição sanguínea vasculoparenquimatosa do baço, por meio de estudo cintilográfico. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: trinta ratos da raça Wistar foram distribuídos aleatoriamente em seis grupos (n=5). Grupo 1 (baço – 30 minutos) e Grupo 2 (baço – 90 minutos): submetidos à laparotomia com direcionamento do fluxo sanguíneo para o baço, por meio de ligadura da aorta próxima à bifurcação das ilíacas e dos vasos esplâncnicos, mantendo apenas a artéria esplênica; Grupo 3 (baço e estômago – 30 minutos) e Grupo 4 (baço e estômago – 90 minutos): submetidos à laparotomia com direcionamento do fluxo sanguíneo para baço e estômago, por meio de ligadura da aorta próxima da bifurcação das ilíacas e dos vasos esplâncnicos, com manutenção do fluxo pelas artérias esplênica, gástrica e vasos esplenogástricos; Grupo 5 (controle – 30 minutos) e Grupo 6 (controle – 90 minutos): submetidos à laparotomia e ligadura da aorta próxima à bifurcação das ilíacas, mantendo o fluxo para os órgãos abdominais. Após as ligaduras arteriais, os animais receberam injeção de 0,2ml de pertecnetato de sódio na aorta. Foram realizadas imagens cintilográficas, e os animais tiveram o baço retirado para contagem radioativa em aparelho contador automático. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: não houve diferença nos valores de radiação do baço entre os grupos, indicando retenção do radioisótopo pelo baço, mesmo após o período de 90 minutos. Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: o fluxo sanguíneo através do baço não é contínuo. O sangue difunde-se pelo parênquima esplênico e sua drenagem venosa é lenta, não seguindo sequência previsível.
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Características hematológica e bioquímica do sangue efluente esplênico em pacientes esquistossomáticos submetidos à esplenectomia.

Características hematológica e bioquímica do sangue efluente esplênico em pacientes esquistossomáticos submetidos à esplenectomia.

Os achados deste estudo corroboram a hipótese de que a correção das citopenias começa no peroperatório e pode ser observada logo após o término da operação. Os valores superiores dos elementos sanguíneos no efluente esplênico em relação ao pré-operatório sugerem que o sangue do baço, após a ligadura da artéria esplênica, cons- titui auto-hemoinfusão,. Concomitantemente, há redução do tamanho do baço, que se torna amolecido 1 .

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Enxerto de veia esplênica na reconstrução do eixo mesentérico-portal após gastroduodenopancreatectomia.

Enxerto de veia esplênica na reconstrução do eixo mesentérico-portal após gastroduodenopancreatectomia.

O procedimento constituiu-se dos seguintes pas- sos: 1) Ligadura perdida da artéria esplênica próximo ao hilo esplênico; 2) Infusão “in bolus” de 5000UI de heparina por via endovenosa antes do clampeamento; 3) Clampeamento da veia porta e mesentérica superior 2cm além do local de ressecção. Clampeamento da veia esplênica junto à emergência do EMP; 4) Ressecção da peça cirúrgica (produto de gastroduodenopancreatectomia); 5) Captação de segmento de veia esplênica a partir da ligadura de tributárias do parênquima pancreático; 6) Interposição do enxerto venoso esplênico entre o coto de veia porta e de mesentérica superior por meio de anastomoses com suturas contínuas em plano único e fio de prolene 6.0 (Figura 1 A e B). Finalização de sutura contínua deixando-se “growth factor”. Note-se que a re- construção do EMP com enxerto de veia esplênica apre- senta-se após anastomoses de forma anatômica (Figura 2); e 7) Realização de esplenectomia total e revisão de hemostasia.
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Elastografia acoustic radiation force impulse (ARFI), doppler e ultrassonografia contrastada do baço canino

Elastografia acoustic radiation force impulse (ARFI), doppler e ultrassonografia contrastada do baço canino

Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar o parênquima esplênico de cães com erliquiose na fase subclínica, por meio do Doppler e da ultrassonografia por contraste com microbolhas. Dezessete cães naturalmente infectados por E. canis na fase subclínica foram selecionados para este estudo. Por meio da ultrassonografia, avaliou-se a ecotextura, a ecogenicidade, o tamanho e os bordos do baço e, pelo Doppler, foram determinados os índices vasculares da artéria esplênica dos cães. Para a avaliação por contraste com microbolhas, foi utilizado SonoVue, na dosagem de 0,1mL por animal, e determinou-se o tempo de entrada e saída, bem como o pico de realce no tecido esplênico. Ao exame modo-B, foram observadas esplenomegalia com presença de bordas arredondadas, ecotextura heterogênea e ecogenicidade mista do baço. Ao Doppler, foram encontrados valores para os índices vasculares da artéria esplênica: velocidade sistólica: 22,59±8,07cm/s; velocidade diastólica: 5,25±4,66cm/s; e índice de resistência: 0,71±0,14, valores ainda não descritos em veterinária. Pela ultrassonografia com contraste, observaram-se valores para wash- in de 5,31±0.7s, pico de realce de 18,56±2.90s e wash-out de 94,56±35.21s. A ultrassonografia convencional do baço de cães com erliquiose, associada com a utilização do método Doppler e a ultrassonografia contrastada, é uma importante ferramenta na triagem diagnóstica e pode auxiliar a monitoração e a evolução de animais na fase subclínica.
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Reconstrução arterial no transplante hepático: a melhor reconstrução para variação da artéria hepática direita .

Reconstrução arterial no transplante hepático: a melhor reconstrução para variação da artéria hepática direita .

RESUMO – Introdução - Variações na anatomia da artéria hepática são comuns, com incidência de 20–50%. No transplante hepático, reconstruções durante a operção de bandeja são frequentemente necessárias para proporcionar anastomoses arteriais adequadas. O uso de ”patch” é frequente, visando reduzir a incidência de complicações. Entretanto, quando está presente a variação da artéria hepática direita, ramo da artéria mesentérica superior, a reconstrução ocasionalmente produz torções e problemas de fluxo. Métodos – Descreve-se uma técnica cirúrgica alternativa para reconstrução da variação da artéria hepática direita usando um “patch de Carrel” da artéria mesentérica superior. O “patch” é anastomosado no coto da artéria esplênica permitindo orientação vertical e bom fluxo sanguíneo. Resultados - Entre 120 transplantes hepáticos, quatro casos consecutivos de variação da artéria hepática direita foram reconstruídas utilizando essa técnica. Todos eles apresentaram patência e bom fluxo no pós-operatório. Conclusão - A técnica proposta mostra-se interessante método alternativo para reconstrução da variação da artéria hepática direita no transplante hepático.
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Influência do baço e de operações para tratamento de hipertensão porta esquistossomática na incidência de trombose das veias principais do sistema porta e em exames hematológicos e bioquímicos

Influência do baço e de operações para tratamento de hipertensão porta esquistossomática na incidência de trombose das veias principais do sistema porta e em exames hematológicos e bioquímicos

Neste trabalho, constatou-se melhora dos valores hematológicos dos pacientes tratados cirurgicamente para HPE, pela análise dos resultados pré-operatórios e pós-operatórios tardios. Em todos os grupos, houve melhora da série vermelha, com aumento do número de hemácias, da hemoglobina e do hematócrito. O aumento dos leucócitos totais e do número das plaquetas também foi verificado no seguimento dos pacientes. Já as melhorias do coagulograma, pela análise da atividade da protrombina e do RNI, ocorreram na metade dos grupos, mas não nos pacientes submetidos à desconexão portavarizes, acompanhada de ligadura da artéria esplênica e do implante esplênico autógeno. A provável explicação para evolução pouco satisfatória do coagulograma desses doentes poderia estar relacionada ao fato de haver menos pacientes do que nos outros grupos 124 . Pela análise estatística, seria plausível pressupor a correção dos resultados caso o tamanho amostral fosse aumentado 124 . Cabe, entretanto, ressaltar que nenhum desses pacientes apresentou distúrbios clínicos indicativos de coagulopatia em período algum de sua doença.
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ORIGEM, RAMIFICAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ARTÉRIA CELÍACA EM CANÁRIOS-DA-TERRA (Sicalis flaveola).

ORIGEM, RAMIFICAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ARTÉRIA CELÍACA EM CANÁRIOS-DA-TERRA (Sicalis flaveola).

Em todos os exemplares, a artéria celíaca originou-se da aorta descendente, próxima ao terço médio do proventrículo, representando seu primeiro ramo visceral, direcionado para o antímero direito do celoma. Em 20 exemplares (67%), a artéria celíaca emitiu a artéria proventricular dorsal como primeiro ramo colateral, com uma artéria esplênica em sequência, enquanto em outros 10 canários (33%), duas artérias esplênicas foram os primeiros ramos, sendo a artéria proventricular dorsal o segundo.

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Radiol Bras  vol.38 número1

Radiol Bras vol.38 número1

Hemosuccus pancreaticus é uma cau- sa rara de hemorragia gastrintestinal se- cundária à ruptura de um aneurisma ou pseudo-aneurisma da artéria esplênica ou de seus ramos, no interior do ducto pan- creático, também conhecido como wir- sunrragia (1–3) . Menos comumente, as arté-

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