atividade antioxidante

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Open Identificação de carotenoides e quantificação de compostos bioativos e atividade antioxidante em frutos do gênero Spondias

Open Identificação de carotenoides e quantificação de compostos bioativos e atividade antioxidante em frutos do gênero Spondias

Atualmente, a busca por produtos saudáveis tem crescido e frutas nativas com características exóticas apresentam demanda crescente visando o fator inovação. Neste contesto, se destaca o umbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Câm.) que é uma planta xerófila, endêmica do Semiárido brasileiro, cujos frutos são amplamente comercializados e consumidos no Norte e Nordeste do Brasil, tendo expressiva importância agrossocioeconômica. Este trabalho teve por objetivo avaliar o potencial funcional e a qualidade dos frutos de umbuzeiro, visando selecionar os genótipos mais promissores, bem como, fomentar a pesquisa para agregação de valor a este importante fruto do Semiárido. Foram avaliados vinte e quatro genótipos oriundos de três municípios paraibanos de Soledade (P1, P2, P3, P4, P5, P6, P7 e P8), Juazeirinho (P9, P10, P11, P12, P13, P16 e P17) e Campina Grande: (P202, P203, P205, P206 e P208) e o município de Currais Novos, no Estado do Rio Grande do Norte: (P50, P51, P52 e P53). As características físicas avaliadas foram: comprimento longitudinal e transversal, massa do fruto, pescentagem de casca e semente e rendimento e as físico-químicas: sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), pH, relação SS/AT, açúcares redutores e amido. Também foram avaliados os compostos bioativos e atividade antioxidante total pelos métodos ABTS e ORAC. Dentre as características físicas, todos os genótipos apresentaram alto rendimento da porção comestível, acima de 80%, tendo os genótipos P5, P9, P13 e P51 obtido rendimento acima de 88%, diferindo dos demais genótipos. Quanto à relação SS/AT, apenas o genótipo P11 obteve média inferior ao valor mínimo (10.00) exigido pelo Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ), evidenciando aptidão para consumo fresco, bem como para industrialização, destacando-se os frutos dos genótipos P1 e P7 (Soledade – PB) e P17 (Juazeirinho – PB) com valores superiores a 16.00. A maioria dos genótipos avaliados (70,83%) é propícia ao consumo fresco, por apresentar acidez titulável abaixo de 1,0 g.100g -1 de ácido cítrico. Os compostos bioativos responsáveis pela atividade antioxidate nos frutos dos genótipos de umbu avaliados foram os polifenóis extraíves totais (PET), os carotenoides totais e seus componentes (zeaxantina, -cryptoxantina e o -caroteno), constituindo-se num aporte significativo de antioxidantes naturais para a dieta da população do Semiárido.
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Atividade antioxidante de pimentas do gênero Capsicum.

Atividade antioxidante de pimentas do gênero Capsicum.

Em virtude de a pimenta malagueta ter apresentado maior concentração de fenólicos nas frações clorofórmica e acetato de etila e menores na hexânica e no extrato bruto, esperava-se que as frações com maiores concentrações de fenólicos apresentassem maior atividade antioxidante. Porém, observou-se o contrário, principalmente com a fração acetato que apresentou menor atividade antioxidante. Este resultado possivelmente deveu-se à presença da vitamina C extraída nesta fração, que agiu como pró-oxidante, uma vez que, segundo Markus et al. (1999) e Reifschneider (2000), este gênero se apresenta como boa fonte deste nutriente. Conforme Hassimoto, Genovese e Lajolo (2005), o ácido ascórbico pode atuar como pró-oxidante, pois ao doar os dois hidrogênios redutores, fica susceptível de receber elétrons, devido ao radical ascorbila formado, que é agente oxidante.
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Atividade antioxidante de macrófagos alveolares em ratos endotoxêmicos.

Atividade antioxidante de macrófagos alveolares em ratos endotoxêmicos.

ABSTRACT.- Melo J.F, Macedo E.M.C., Paes Silva R.P., Viana M.T., Ferreira e Silva W.T. & Castro C.M.M.B. 2010. [Anti-oxidative activity of alveolar macrophages in endotoxemic rats.] Atividade antioxidante de macrófagos alveolares em ratos endotoxêmicos. Pesquisa Veterinária Brasileira 30(4):358-362. Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami, Setor de Microbiologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE 50670-420, Brazil. E-mail: julemelo@hotmail.com

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Avaliação da atividade antioxidante de plantas medicinais africanas

Avaliação da atividade antioxidante de plantas medicinais africanas

A atividade antioxidante está relacionada com o conteúdo fenólico e com o teor de flavonoides. As variáveis como a seleção do solvente extrator e a localização das plantas em estudo, que por sua vez, pode levar a uma alteração do perfil metabólico, são razões pelas quais pode dar origem a diferenças nos valores de DPPH • e FRAP 62 . Assim,

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AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE COSMÉTICOS ANTI-IDADE

AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DE COSMÉTICOS ANTI-IDADE

O envelhecimento é um processo natural que se inicia com o declínio das funções fisiológicas, provocadas por alterações mo- leculares e celulares, acelerado por moléculas instáveis e reati- vas conhecidas como radicais livres, aliado à perda da capacida- de do organismo de se recuperar dessas agressões. O organismo conta com diferentes sistemas de defesa antioxidantes, porém, ao ocorrer desequilíbrio na defesa antioxidante, há um incremento no número de radicais livres, processo conhecido como estresse oxi- dativo. A pele está sujeita a esse processo e com o passar do tempo tornam-se visíveis as mudanças em seu aspecto, como o aparecimento de rugas, aspereza, falta de pigmentação e flacidez. A formação de radicais livres é inevitável e sua eliminação total impossível, visto que são oriundos de processos metabólicos es- senciais à vida. O embasamento científico possibilitou à indús- tria cosmética o desenvolvimento de vários ativos cosméticos empregados em novos produtos, especialmente contendo antioxi- dantes, com os quais é possível retardar os efeitos cutâneos dos radicais livres. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi inves- tigar a atividade antioxidante de quatro cosméticos anti-idade comercializados em todo o país pelo método DPPH. Foi possível constatar que os cremes possuem atividade antioxidante, entre- tanto esta ação é variada entre os cremes anti-idade.
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Composição fenólica e atividade antioxidante de resíduos agroindustriais.

Composição fenólica e atividade antioxidante de resíduos agroindustriais.

Os extratos etanólicos do BV e BI que tiveram os maiores teores de compostos fenólicos totais também apresentaram as maiores atividades antioxidantes pelo método ABTS (Figura 1A), com exceção do extrato aquoso BG, que, apesar de possuir um baixo teor de compostos fenólicos (Tabela 1), não apresentou diferença significativa da atividade antioxidante em relação à apresentada pelo extrato etanólico BG. Estudo feito por ROCKENBACH et al. (2008) mostrou que extratos etanólicos (etanol:água; 70:30; v/v) de bagaços de uva das variedades Ancelota e Tannat apresentaram, pelo método ABTS , atividade antioxidante em equivalentes de trolox de 389,9±3,8 e 398,1±2,8μmol trolox g -1 , respectivamente. Alto potencial antioxidante
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Aminas bioativas e atividade antioxidante em cogumelos

Aminas bioativas e atividade antioxidante em cogumelos

Nesse trabalho, foram utilizadas três metodologias com mecanismos distintos para avaliar atividade antioxidante de extratos metanolicos de algumas variedades cogumelos e das poliaminas espermidina e espermina. Em todos os ensaios, foram utilizados antioxidantes conhecidos para comparar a atividade antioxidante em cada método, uma vez que é difícil a comparação dos dados obtidos com os dados sobre a atividade antioxidante de cogumelos. Essa dificuldade de comparação é justificada pela diversidade de metodologias tanto na produção do extrato antioxidante quanto na variação de metodologias em um mesmo ensaio antioxidante. Os ensaios de avaliação do poder redutor pela redução do íon Mo (VI) e sequestro de radical livre pela inativação do radical DPPH•, são ensaios em meio hidrofílico que apresentam mecanismo de reação simples, nos quais os fatores tempo, temperatura de incubação e concentração da solução reagente são fatores determinantes da atividade antioxidante (GULCIN, 2011). No ensaio de avaliação da estabilidade lipídica por Rancimat, o meio de reação é hidrofóbico, as reações de oxidação são complexas e variadas, a quantidade de óleo, temperatura e fluxo de ar são determinantes para resolução dos resultados (FARHOOSH, 2007).
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Avaliação da atividade antioxidante e alelopática de plantas medicinais

Avaliação da atividade antioxidante e alelopática de plantas medicinais

Os aleloquímicos têm importante papel ecológico e sua identificação é uma etapa fundamental na obtenção de novos herbicidas e possível correlação com atividades citotóxicas. Neste sentido, extratos brutos de sete espécies empregadas como medicinais no Brasil – Morus nigra, Plectranthus neochilus, Pouteria torta, P. ramiflora, P. caimito, Genipa americana e Sapindus saponaria – foram avaliados por ensaio de germinação e crescimento, para verificar o potencial alelopático sobre sementes de Lactuca sativa L. e Lycopersycum esculentum Mill., nas concentrações de 0,5; 1,0; 2,0 e 4,0 mg/mL. Além disso, também foi verificada a atividade antioxidante pelo modelo de redução do complexo de fosfomolibdênio. Para a alelopatia foram avaliados os seguintes parâmetros: germinabilidade (G, em %), tempo médio de germinação (t m ) e
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Avaliação da atividade antioxidante em diferentes extratos da polpa e sementes da romã (Punica granatum, L.).

Avaliação da atividade antioxidante em diferentes extratos da polpa e sementes da romã (Punica granatum, L.).

compostos redutores presentes na polpa (1.214 mg/100 g) e nas sementes (1.732 mg/100 g) e, em seqüência, avaliou-se nos extratos, através de cromatografia em camada delgada (CCD), a presença de compostos fenólicos com atividade antioxidante. Os extratos aquosos tanto da polpa quanto das sementes apresentaram as maiores porcentagens de inibição da oxidação: 87,31% e 93,08%, respectivamente. Através da avaliação cinética pelo teste de co- oxidação com β-caroteno e ácido linoléico, pôde-se verificar que a alta porcentagem da atividade antioxidante dos extratos aquosos é devida à capacidade de inibir a oxidação nas fases inicial e mais avançada do processo oxidativo, agindo por mecanismos primário e secundário. Todos os extratos (etéreo, alcoólico e aquoso) apresentaram elevada capacidade em prolongar o período de indução da oxidação, medida pelo aparelho Rancimat ® , sendo, ainda, significativamente
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Atividade antioxidante de extratos de plantas

Atividade antioxidante de extratos de plantas

Um dos métodos mais usados na determinação in vitro da atividade antioxidante, é o método do DPPH. Este método consiste em avaliar a atividade antioxidante de um radical orgânico estável espectrofotometricamente, 2,2-difenil-1-picril-hidrazila, o DPPH, de coloração roxa que absorve a 515/517 nm. Quando existe um antioxidante ou uma espécie radical, esta vai doar um átomo de hidrogénio ao átomo de azoto que possui um eletrão desemparelhado, formando o 2,2-difenil-1-picril-hidrazil reduzido que tem uma tonalidade amarela, e como consequência irá ocorrer um decréscimo no valor de absorvância, esta reação pode verificar- se na figura 7, e a sua diferença na coloração, presente na figura 8.
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Atividade antioxidante de frutos de quatro cultivares de pessegueiro.

Atividade antioxidante de frutos de quatro cultivares de pessegueiro.

inibição de oxidação. Para a cultivar Biuti, obser- varam-se os maiores teores de inibição da oxidação lipídica, tanto para os frutos armazenados (92,96%) como não para os armazenados (91,48%) (Tabela 2). Para efeito de comparação, utilizou-se o antio- xidante sintético Trolox, que apresentou uma % de inibição de 93,31. Todas as cultivares apresentaram menor atividade antioxidante que o Trolox®, po- rém bem próximo à desse controle. Muitos auto- res relatam o potencial antioxidante acima de 70% como ótimo para a inibição da oxidação lipídica. As cultivares estudadas neste trabalho alcançaram atividade antioxidante acima de 70%, apresentan- do alto potencial de inibição da oxidação lipídica. Em estudos com bagaços de frutas de resíduos in- dustriais, Melo et al. (2011) encontraram maiores percentuais de inibição para engaço de uva tinta (72,13%), e os menores valores foram observados para o bagaço de goiaba (19,72%). Os resultados da avaliação da capacidade antioxidante de frutas comercializadas em Recife-PE, em um trabalho de Melo et al. (2008), variaram de 3,33 a 61,03% e de 3,89 a 67,25% de inibição para o extrato aquoso e acetônico, respectivamente. Em função do percen- tual de inibição exibido, os autores relataram a pi- nha (extrato aquoso) e a goiaba (extrato acetônico) como frutas com moderada capacidade antioxidante (50 a 70%).
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Qualidade e atividade antioxidante em frutos de variedades de aceroleira

Qualidade e atividade antioxidante em frutos de variedades de aceroleira

Muitos autores têm demonstrado de forma conclusiva que existe uma forte relação positiva entre o teor de fenólicos totais e a atividade antioxidante de frutas e hortaliças, enquanto que outros autores não têm evidenciado essa correlação (KAHKONEM et al., 1999; ISMAIL, A.; MARJAN, Z. M.; FOONG, C. W., 2004). A composição e a estrutura química do componente ativo de extrato são fatores importantes que influenciam a eficácia do antioxidante natural. A posição e o número de hidroxilas presentes na molécula dos polifenóis é um fator relevante para esta atividade. Acredita-se que a orto-dihidroxidação contribui marcadamente para a atividade antioxidante do composto (SHAHIDI, F.; JANITHA, P. K.; WANASUNDARA, P. D., 1992). Assim, a atividade antioxidante de um extrato não pode ser explicada apenas com base em seu teor de fenólicos totais. A caracterização da estrutura do composto ativo também é necessária (HEINONEN, M.; LEHTONEN, P. J.; HOPIA, A., 1998).
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Atividade antioxidante de Jacaranda decurrens Cham., Bignoniaceae.

Atividade antioxidante de Jacaranda decurrens Cham., Bignoniaceae.

A atividade antioxidante do extrato bruto e das frações Jd-1 e Jd- 2 pode estar relacionada a presença dos ácidos ursólico e oleanólico. Recentemente foi comprovado que esses triterpenos apresentam atividade antioxidante não enzimática e que o ácido úrsólico também atua como inibidor da apoptose celular causada por hiperglicemia. (Aggarwal & Shishodia, 2006; Yin & Chan, 2007; Bai et al., 2007; Yang et al., 2007; Oh et al., 2007).

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Conteúdo polifenólico e atividade antioxidante dos frutos da palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius).

Conteúdo polifenólico e atividade antioxidante dos frutos da palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius).

RESUMO: O conteúdo polifenólico e a atividade antioxidante do extrato do fruto de Euterpe edulis Martius foram avaliados. Esta espécie é uma palmeira conhecida como Juçara, nativa da Mata Atlântica e utilizada para a extração de palmito. O processo de extração do palmito acarreta a morte da planta, uma vez que esta apresenta estipe único. A elevada demanda ocasionou a escassez deste recurso natural. Muitas espécies da Mata Atlântica podem ser utilizadas pelo manejo sustentável para a preservação e exploração econômica pelas comunidades locais. O fruto da palmeira Juçara pode ser uma das alternativas de manejo sustentável dos recursos naturais da Mata Atlântica. A capacidade antioxidante do fruto pode ser utilizada como justificativa para a aplicação como alimento nutricional. O conteúdo polifenólico do fruto foi determinado pelo método de Folin-Ciocalteau e os resultados obtidos foram: 10,31 ± 0,25%, 12,42 ± 0,89%, 12,75 ± 0,94%, para o extrato bruto, fração acetato de etila e fração remanescente, respectivamente. A atividade antioxidante foi determinada pelos métodos de redução do complexo fosfomolibdênico e DPPH. O extrato bruto e as frações acetato de etila e remanescente apresentaram atividade antioxidante, sendo que as duas últimas demonstraram maior atividade indicando que o conteúdo polifenólico pode ser responsável por esta atividade.
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Bioacessibilidade, atividade antioxidante e antiproliferativa de compostos bioativos...

Bioacessibilidade, atividade antioxidante e antiproliferativa de compostos bioativos...

Diversos estudos com compostos fenólicos têm demonstrado os efeitos benéficos destas substâncias frente a diversas patologias, incluindo alguns tipos de câncer. Considerando que os polifenóis da dieta, não absorvidos, podem permanecer no trato gastrointestinal por um período prolongado, e as células do epitélio intestinal podem ser regularmente expostas a estes compostos, é importante avaliar seu potencial efeito benéfico no trato gastrointestinal. Entretanto, é necessário determinar como o processo de digestão afeta a estabilidade e propriedades químicas destes compostos. O objetivo deste estudo foi avaliar a bioacessibilidade dos polifenóis de sucos de frutas da família Myrtaceae: cagaita (Eugenia dysenterica DC), camu-camu (Myrciaria dubia Mc Vaugh) e jaboticaba (Myrciaria cauliflora B.), o efeito da digestão gastrintestinal in vitro sobre sua atividade antioxidante, e a ação dos polifenóis dos sucos digeridos sobre a proliferação, ciclo celular e apoptose em células Caco-2 de adenocarcinoma de cólon humano. A digestão simulada in vitro causou perdas de alguns compostos, tais como os derivados de cianidina encontrados na jaboticaba, possivelmente devido às condições do pH intestinal. No entanto, o conteúdo de ácido elágico livre aumentou em todos os sucos analisados, indicando a ocorrência de hidrólise durante o processo de digestão in vitro, liberando ácido elágico a partir dos elagitaninos. A atividade antioxidante dos polifenóis foi afetada de forma diferente pela digestão in vitro, de acordo com o suco, provavelmente relacionado à composição de polifenóis. Quanto à proliferação, ciclo celular e apoptose, os polifenóis a partir da fração bioacessível do camu-camu apresentou aproximadamente 30% de inibição da proliferação, seguido pela cagaita com 24%, ambos na maior concentração testada (50 µg EAG/mL). Jaboticaba não apresentou efeito inibitório nas concentrações testadas, entretanto os compostos fenólicos de todas as frações bioacessíveis (50 µg EAG/mL) apresentaram parada no ciclo celular na fase G2/M sem induzir apoptose nas células Caco-2. Os resultados sugerem que os polifenóis das Myrtaceae podem modular a proliferação nas células Caco-2 por bloqueio da progressão do ciclo celular na fase G2/M e assim oferecer efeitos benéficos para a saúde do trato gastrointestinal.
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Atividade antioxidante, anticolinesterásica e perfil metabolômico de diferentes...

Atividade antioxidante, anticolinesterásica e perfil metabolômico de diferentes...

A principal forma de tratamento da doença de Alzheimer é através de inibidores sintéticos de acetilcolinesterase. Os inibidores existentes no mercado além, de terem um custo elevado e apresentarem efeitos colaterais não previnem ou curam a doença de Alzheimer, apenas retardam o seu desenvolvimento. A baixa efetividade dos tratamentos existentes e a ausência de prognóstico positivo impulsionaram no mercado uma demanda por novas formas de tratamento e/ou prevenção da doença. Neste cenário, investigar a atividade anticolinesterásica em pimentas do reino e pimenta rosa, bem como seu potencial antioxidante e composição fitoquímica são maneiras de promover tanto o conhecimento sobre estas especiarias como beneficiar o panorama de saúde pública, seja no combate a doença de Alzheimer e/ou outras pandemias existentes. Com o objetivo de avaliar o potencial destas especiarias, extratos metanólicos de pimenta preta, verde, branca e rosa foram avaliados segundo o teor de fenólicos totais, atividade antioxidante pelo método DPPH, ABTS e FRAP e atividade anticolinesterásica. Posteriormente o perfil metabolômico dos grãos e extratos de pimenta foi analisado por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massa. As amostras foram ionizadas por ―eletrospray‖ operando em modo negativo e positivo. O extrato de pimenta rosa apresentou o maior teor de compostos fenólicos totais e a melhor atividade antioxidante e anticolinesterásica em comparação aos demais extratos. Dentre as pimentas do reino, a pimenta verde destacou-se com os maiores teores de compostos fenólicos e atividade antioxidante pelo método DPPH e ABTS. Já a pimenta preta mostrou os melhores resultados para as análises de atividade anticolinesterásica e atividade antioxidante pelo método FRAP. Quanto ao perfil metabolômico as amostras de pimenta foram significativamente distintas entre si. Os espectros obtidos para as amostras de grãos de pimenta foram mais ricos em metabólitos em relação às amostras de extrato em ambos os modos operacionais. O processamento das pimentas do reino induziu modificações quantitativas e qualitativas sobre a composição fitoquímica deste condimento. A pimenta rosa não apresentou nenhum possível metabólito com alto potencial discriminatório, dentre os 15 íons investigados. Em modo operacional negativo, os metabólitos presentes no extrato de pimenta verde, exceto íon de m/z 329,2081, foram responsáveis por todas as contribuições mais significativas entre os perfis metabolômicos gerados. A partir dos resultados obtidos no presente trabalho é possível afirmar que a pimenta rosa apresenta o maior potencial na redução de risco da doença de Alzheimer, dentre as pimentas investigadas.
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Atividade antioxidante de frutas do cerrado.

Atividade antioxidante de frutas do cerrado.

tamento total dos compostos fenólicos desses extratos deverá ser estudado por meio de estudos adicionais dos parâmetros empregados no processo de extração como razão solvente: massa, tempo de extração, número de reextrações, etc. Um ex- trato comercial de Rosmarinus officinalis (alecrim), usualmente empregado como antioxidante em formulações alimentares e cosméticas, foi empregado para efeito comparativo para a aná- lise do potencial antioxidante dos extratos obtidos de frações das frutas do cerrado. Considerando o alto conteúdo de fenóis totais dos extratos de algumas frações das frutas do cerrado, comparado com estudos de extratos de frutas recentemente publicados, em que a atividade antioxidante foi correlacionada, principalmente, com alto conteúdo de fenóis totais, como, por exemplo, extratos obtidos de romã com 18% de fenóis totais como ácido tânico equivalente (massa seca) 39 , extrato de maçã
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Pesquisa de compostos bioativos e atividade antioxidante da polpa de Inajá (Maximilianamaripa AUBLT. Drude) / Research of bioactive compounds and antioxidant activity of Inajá pulp (Maximilianamaripa AUBLT. Drude)

Pesquisa de compostos bioativos e atividade antioxidante da polpa de Inajá (Maximilianamaripa AUBLT. Drude) / Research of bioactive compounds and antioxidant activity of Inajá pulp (Maximilianamaripa AUBLT. Drude)

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n.4,p.20347-20355 apr. 2020. ISSN 2525-8761 Rufino, M.S.M.; Alves, R.E.; Brito, E. S.; Moraes, S.M Sampaio, C.G.; Pérez-Jiménez, J.; Saura-Calixto, F.D. Metodologia Científica: Determinação da Atividade Antioxidante em Frutas pela Captura do radical livre ABST+. Embrapa Agroindustrial Tropical: Comunicado

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Síntese de fulerenos funcionalizados com potencial atividade antioxidante

Síntese de fulerenos funcionalizados com potencial atividade antioxidante

catalisador, resulta da conversão do luminol em seu estado fundamental para o estado ativado. A emissão de forte luz azul (em λ 450 nm) pode ser observada como resultado do retorno dos estados excitados de volta para o estado fundamental (ASLAN, 2009). A resposta relaxante vascular foi avaliada na aorta de camundongos C57Bl/6J, utilizando banho de órgãos e transdutores isométricos cuja função é avaliar o tônus das preparações. A disfunção endotelial foi induzida pelo pré-tratamento dos vasos com o paraquat (5µM). O efeito vásculo-protetor dos derivados do fulereno foi testado pela pré-incubação dos vasos com diferentes concentrações de cada substância. As três substâncias apresentaram efeito antioxidante dependente da concentração.
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Avaliação da citotoxicidade e atividade antioxidante de plantas condimentares

Avaliação da citotoxicidade e atividade antioxidante de plantas condimentares

Dentro deste contexto, experimentos têm demonstrado atividade antiinflamatória de princípios ativos de plantas condimentares como curcumina, capsaicina, eugenol, piperina, linalol, cuminaldeído e zingerone, que apresentaram ação inibitória da inflamação com a ingestão de uma única dose (SRINIVASAN, 2004). Além desta atividade, pesquisas demonstraram o potencial antitumoral destes compostos, por meio do controle da divisão e proliferação celular (SUHR, 2002). Outra evidência desta ação se deve à baixa incidência de câncer de cólon em países da Ásia onde há um significativo consumo destes compostos pela população (KAEFER e MILNER, 2008).
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