Avaliação institucional

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MARCELO PINTO COELHO MOURA A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE ITABIRA- MG

MARCELO PINTO COELHO MOURA A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE ITABIRA- MG

Notoriamente toda pesquisa qualitativa que demanda levantamento de dados está sujeita a variáveis intervenientes que fogem ao controle do pesquisador muitas vezes trazendo vieses que podem ou não comprometer o resultado da pesquisa dependendo do objeto e dos objetivos. No caso em questão é preciso reconhecer que tais circunstâncias, sobretudo a escassez do tempo foi preponderante e delineou o desenvolvimento da pesquisa diferentemente do que em tese havia sido planejado e da mesma forma implicou alteraç es substanciais no processo de implementação da avaliação institucional na escola. Um exemplo concreto é que, segundo Moura e Eleutério (2014), com um prazo exíguo de 4 meses, os pesquisadores foram obrigados a definir novas estratégias sendo adotado a amostra não-probabilística ao invés de se trabalhar com a população, modificando também os critérios procedimentais para aplicação dos questionários estruturados. Neste último caso, optou-se pela aplicação de um único questionário com 28 itens para todos os segmentos abrindo mão da abordagem com questionários específicos para cada segmento.
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Enfoques da teoria institucional nos modelos de avaliação institucional brasileiros.

Enfoques da teoria institucional nos modelos de avaliação institucional brasileiros.

Resumo: Este artigo tem como objetivo identificar quais enfoques da perspectiva institucional foram pre- dominantes nos modelos de avaliação institucional propostos pelos governos às universidades brasileiras. Quanto à abordagem, podemos caracterizar o estudo como qualitativo; a verificação dos enfoques foi realizada tomando-se por base a revisão teórica acerca dos diferentes enfoques da teoria institucional, do histórico da avaliação institucional no Brasil, bem como a caracterização de cada modelo avaliativo proposto pelos governos, a partir da década de 1970. O estudo evidenciou que os modelos de avaliação institucional ao longo dos governos apresentaram diferentes enfoques institucionais, sendo que houve uma predominância dos enfoques regulador e normativo, embora o cognitivo seja o que permeia o atual sistema de avaliação institucional brasileiro.
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Avaliação do Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE) no viés da avaliação institucional

Avaliação do Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE) no viés da avaliação institucional

Como o objetivo dessa pesquisa diz respeito a essa temática: avaliação institucional, ao analisar a política de autoavaliação adotada pela SEDUC, como componente do SPAECE, identificando o grau de sua importância para os gestores tanto na SEDUC, como para as escolas, constata-se com base nos dados coletados que essa política não atingiu na íntegra os seus objetivos dada a diversidade das finalidades e interesses dos envolvidos no processo. Tanto é que ao voltar o olhar para a importância da avaliação institucional para gestões distintas, foi percebido, através dos depoimentos do coordenador da célula de avaliação da SEDUC, à época da autoavaliação, que em um dado momento, na gestão do governo Lúcio Alcântara, dava-se continuidade à valorização da autoavaliação institucional construída na e pela escola. Porém, na gestão do governador Cid Ferreira Gomes, essa visão é suprimida e passa-se a supervalorizar a importância da avaliação na dimensão do desempenho dos alunos, como indicado no último capítulo da dissertação.
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Impactos de políticas de avaliação institucional: um estudo de caso no sistema de ensino naval brasileiro.

Impactos de políticas de avaliação institucional: um estudo de caso no sistema de ensino naval brasileiro.

demos, de analisar em que medida ênfases em um dos pólos acima citados podem comprometer o equilíbrio dinâmico entre os mesmos. Observa-se que esse perigo exis- te, na medida em que o pólo da diversida- de e da negociação passarem a ser tensio- nados com a ênfase na construção e res- peito à identidade institucional da Marinha, como organização própria, em que uma exacerbação do pólo da homogeneização e da regulação possam vir a ocorrer. A partir do referencial e do argumento abraçados, ainda que o perfil pertinente à identidade cultural e institucional seja necessário e faça parte do pólo da regulação na avaliação institucional da Marinha, verificar em que medida uma ênfase em tal pólo possa estar comprometendo o equilíbrio com a nego- ciação e o respeito à diversidade cultural pode permitir ajustes e aprimoramentos no processo avaliativo. Nesse sentido, a meta- avaliação, segundo Penna Firme (1994), torna-se, etapa fundamental no processo avaliativo, considerando-se sua utilidade, viabilidade, exatidão e ética, bem como, a partir de nossa argumentação, o equilíbrio entre a regulação e a valorização do plural em seu bojo. É importante salientar que a metodologia ora em análise ainda está em seus primórdios, com potenciais para ajus- tes na perspectiva que defendemos.
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Avaliação institucional : um olhar transdisciplinar nas dimensões do SINAES no contexto espaço-tempo

Avaliação institucional : um olhar transdisciplinar nas dimensões do SINAES no contexto espaço-tempo

Nesses movimentos de ação e de reflexão no sentido de aperfeiçoar cada vez mais o processo avaliativo institucional e de criar a cultura da avaliação, o que de certo modo exige autonomia e tomada de decisão, iniciou-se em 2003 o preenchimento por meios eletrônicos dos formulários de Auto-Avaliação Institucional, a “Avaliação Semestral: Discente Docente e de Serviços”. Como integrante da Comissão de Avaliação, acompanhei os processos de análise e de aprofundamento de vários temas, dentre eles, o estudo dos resultados de pesquisas sobre a Avaliação realizada, buscando estabelecer uma relação entre o professor bem avaliado pelos alunos e suas práticas pedagógicas, a questão da didática em sala de aula, a consideração pelo professor dos conhecimentos prévios dos alunos, entre outros aspectos abordados. Nessa ocasião, verificou-se a necessidade de criação do Núcleo de Apoio Pedagógico - NAP, com o objetivo de auxiliar os docentes na melhoria de suas práticas e os discentes nas dificuldades de aprendizagem. Ocorreu também naquele mesmo ano, a implantação do Núcleo de Educação a Distância - NEAD, para auxiliar nas atividades de oficinas e palestras aos docentes com dificuldades didáticas e aos discentes com dificuldades de aprendizagem. Nesse núcleo, conforme proposta de regulamento, centraram-se também os estudos que objetivaram concretizar oficialmente a atividade de Educação a Distância na Instituição.
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A avaliação institucional como instrumento de racionalização e o retorno à escola como organização formal.

A avaliação institucional como instrumento de racionalização e o retorno à escola como organização formal.

O papel central da avaliação, da avaliação institucional e dos processos de garantia da qualidade de escolas e universidades nas políticas educacionais é objeto de discussão, também considerando a reforma do Estado. As teorias da nova gestão pública e as perspectivas gestionárias são consideradas como algumas das principais fontes de inspiração e de legitimação no contexto dominante de uma educação contábil. Dados empíricos preliminares resultantes do processo de avaliação externa de escolas básicas e secundárias portuguesas são apresentados e interpretados de acordo com os principais conceitos e representações organizacionais de escola presentes nos relatórios externos. Examinando algumas das imagens e dos significados de escola, cultura de escola, autonomia, objetivos, liderança e eficácia presentes nos relatórios de avaliação, o autor releva a importância das imagens formais, racionais e burocráticas de escolas. Várias questões de investigação são apresentadas tendo por base aquilo a que o autor chama o processo da hiperburocratização das organizações educativas. Algumas dimensões do conceito de burocracia de Max Weber são revisitadas, em articulação com perspectivas neocientíficas de garantia da qualidade e com as tecnologias da informação e comunicação. O autor sugere que maior relevância deve ser atribuída aos modelos formais e racionais de interpretação das organizações educativas, pois os processos de avaliação e de garantia da qualidade estão a contribuir para a formalização de escolas e universidades e para a intensificação do seu processo de racionalização, isto é, para a emergência de uma imagem analítica das escolas como hiperburocracias.
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Auto-avaliação institucional no ensino superior: uma análise comparativa do processo realizado em uma instituição pública e em uma instituição privada

Auto-avaliação institucional no ensino superior: uma análise comparativa do processo realizado em uma instituição pública e em uma instituição privada

Conforme esclarecido na apresentação dos resultados das entrevistas de cada instituição, o processo global de avaliação institucional contempla a auto-avaliação, o ENADE e a avaliação dos cursos de graduação. Assim, como informação complementar, foi identificada a opinião dos entrevistados a respeito das formas de avaliação externa, propostas pelo MEC. Segundo as informações coletadas, as opiniões quanto a estes instrumentos de avaliação são semelhantes nas duas instituições, fato que pode ser explicado pela própria variedade de percepções. Estes instrumentos sempre foram discutidos no meio acadêmico nacional e as conclusões são polêmicas. Percebe-se uma preocupação maior da FAESA, em relação às possíveis distorções deste tipo de processo, pois, se comparada à UFV, ela é mais vulnerável aos resultados dessas avaliações. A periodicidade da avaliação dos cursos de graduação é menor nas instituições particulares, em comparação às universidades federais. Portanto, as instituições particulares ficam mais expostas às comissões de avaliadores. A heterogeneidade dessas comissões em relação ao preparo dos avaliadores é motivo de preocupação de alguns membros nas instituições.
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Avaliação institucional de uma universidade federal: proposta de um modelo multicritério construtivista de apoio à gestão

Avaliação institucional de uma universidade federal: proposta de um modelo multicritério construtivista de apoio à gestão

Nesse contexto, definiu-se a pergunta norteadora da pesquisa: Quais aspectos contribuem para um modelo de gestão com vistas a avaliar uma instituição federal de ensino dentro das legislações vigentes, subsidiada pelo PDI e orçamento? Assim sendo, definiu-se como objetivo geral propor um modelo de gestão baseado em avaliação institucional e plano de desenvolvimento institucional, subsidiado por aspectos orçamentários para a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Para viabilizar o objetivo geral, foram definidos como objetivos específicos: desenvolver um processo de construção do modelo de avaliação institucional e plano de desenvolvimento institucional por meio do uso da metodologia Multicritério de Apoio à Decisão Construtivista (MCDA-C); identificar os critérios de avaliação mais relevantes para a criação do modelo de gestão; e adaptar indicadores de avaliação para as áreas administrativa e políticas acadêmicas.
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Questões da AI 2015 (832 Downloads) Comissão Própria de Avaliação

Questões da AI 2015 (832 Downloads) Comissão Própria de Avaliação

Instituto Federal Sul-rio-grandense Comissão Própria de Avaliação AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2015 - Questões?. Questões respondidas pelos servidores Eixo 1 – Planejamento e Avaliação Instit[r]

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Avaliação (Campinas)  vol.13 número1

Avaliação (Campinas) vol.13 número1

Os colaboradores desta edição são altamente reconhecidos por seus trabalhos a respeito da educação superior e/ou da avaliação. Os temas aqui tratados têm grande atualidade e enorme importância: O Processo de Bolonha, a proposta da Universidade Nova, a avaliação da qualidade da formação e do sistema de ava- liação universitária segundo os diplomados, a cartograia da educação superior do município de Niterói, a crise institucional na universidade argentina, a avaliação dos estudantes, os desaios epistemológicos e teóricos para o currículo ambiental de pós-graduação, os diversos modelos de avaliação universitária brasileira, enfoques da teoria institucional aplicada aos modelos de avaliação institucional, modelo de gestão de qualidade em projetos de pesquisa e desenvolvimento, ava- liação como processo de produção de sentidos e de formação, a importância dos sistemas de informação para os processos de avaliação e acreditação. São temas diversos, tratados por diferentes autores, de várias procedências e com distintos enfoques, como, certamente, os leitores merecem. Boa leitura!
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA AMANDA GISELLE SOUSA SANTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA AMANDA GISELLE SOUSA SANTOS

Este trabalho busca elaborar um questionário de Autoavaliação do Estágio Supervisionado, estruturado à luz das dimensões preconizadas pelo Sinaes, a ser aplicado aos discentes de Engenharia de Produção Mecânica da UFC – Universidade Federal do Ceará. Possui o propósito de mostrar a relevância da Avaliação Institucional no contexto das Instituições de Ensino Superior - IES, bem como salientar o “Programa de Estágio” e evidenciar a sua relevância frente a indissociabilidade da tríade: ensino, pesquisa e extensão. Para isto, fundamentou-se no suporte teórico da Avaliação Institucional, a partir do roteiro de Autoavaliação proposto pelo Sinaes – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, em particular as dimensões que abordam a Extensão Universitária, a responsabilidade social da IES e o apoio ao discente. Para atingir o objetivo proposto pelo trabalho, procedeu-se a uma pesquisa de campo do tipo descritiva por meio de um questionário. A partir da abordagem quantitativa e de aspectos qualitativos, tratados de forma indissociável e fornecidos sob a perspectiva dos alunos, foram obtidos resultados que permitiram a análise da opinião desses discentes acerca do projeto de extensão “Programa de Estágio”. Apesar de no geral o “Programa de Estágio” encontrar-se bem institucionalizado, sob uma análise global, os resultados demonstram a possibilidade de melhorias a serem realizadas do âmbito da UFC. Desse modo, espera-se que os resultados obtidos com o estudo possam contribuir de algum modo para o curso e para a Avaliação Institucional da UFC.
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Avaliação de desempenho da UFC no Programa de Estudantes de Convênio de Graduação  PECG: a percepção dos discentes de Cabo de tcc iepconceição

Avaliação de desempenho da UFC no Programa de Estudantes de Convênio de Graduação PECG: a percepção dos discentes de Cabo de tcc iepconceição

Processo que busca avaliar a instituição de forma global, ou seja, contemplando os vários elementos que a constituem em função de sua finalidade. Através de instrumentos que permitam a manifestação de suas características próprias (identidade, e que também a localizem dentro da globalidade do sistema, sem deixar de articular identidade e globalidade com o contexto social (...)). A avaliação expressa nesse instrumento pretende ser formativa e emancipadora, descarta assim todas as formas de classificação e estabelecimento de rankings ou premiação. Busca- se conhecer a realidade e os seus resultados devem se constituir em subsídios para a tomada de decisões no sentido de avançar na melhoria da educação escolar pública do nosso Estado. (...) tem o propósito de mobilizar as escolas através da reflexão e discussão coletivas, a fim de criar uma cultura de avaliação institucional como forma de autoconhecimento e de comprometimento em torno da principal função da escola, que é a efetivação do processo ensino-aprendizagem.
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Avaliação em movimento: do PAIUB ao PGE o caso da Universidade Federal de Goiás.

Avaliação em movimento: do PAIUB ao PGE o caso da Universidade Federal de Goiás.

No que se refere à avaliação externa, realizada em 1997, teve-se como objetivo, além de contribuir para a melhoria dos cursos de graduação, prestar contas à sociedade. Todos os cursos foram convidados a participar desta etapa do processo, porém apenas os cursos de: Veterinária, Engenharia Civil, Histó- ria, Química, Ciências Biológicas, Odontologia e Farmácia viabilizaram suas participações. Ainda em 1997 foram realizadas reuniões com os Pró-reitores de Extensão, de Pesquisa e Pós-graduação e com os coordenadores do processo de avaliação de Desempenho dos Servidores Técnico-Administrativos. Tendo havido inclusive, na época, a sugestão de inclusão dos técnicos no processo de avaliação institucional, o que seria mais um passo rumo ao seu caráter global. No final daquele ano, a CAVI sentiu necessidade de se auto-avaliar o que levou um de seus membros a produzir uma reflexão acadêmica acerca desta questão. Neste trabalho de meta-avaliação foi apontada a necessidade de corre- ção de rumos e sugestões para um melhor encaminhamento do processo. Entre os fatores limitantes observou-se a demora entre a publicação dos resultados e a tomada de decisões, sobrecarga de atividades acadêmicas realizada pelos membros da Comissão e ausência de apoio técnico e financeiro. Foi, ainda, sugerida como forma de ampliar as fontes de informações e comunicação a criação de um sitio na internet.
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O PAPEL DOS GRUPOS DE APOIO NO COMPARTILHAMENTO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO NAS AVALIAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS

O PAPEL DOS GRUPOS DE APOIO NO COMPARTILHAMENTO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO NAS AVALIAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS

O SINAES, Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, foi instituído pela Lei n. 10.861/2004. Esse sistema tem, entre outras, a finalidade de melhoria da qualidade da educação superior no país, e, para isto, ele se articula em três processos avaliativos: avaliação institucional (interna e externa), avaliação de curso e avaliação de desempenho de estudantes (ENADE). As avaliações externas acontecem através dos seguintes atos regulatórios: autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento, no caso de cursos, e credenciamento e recredenciamento no caso de IES. Já as avaliações internas são realizadas pelas próprias instituições de ensino, através de suas Comissões Próprias de Avaliações/CPAs. Por fim, tem-se o ENADE, que tem como objetivo avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação.
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Autoavaliação institucional na dimensão do SINAES comunicação com a sociedade : estudo de múltiplos casos em instituições de ensino superior do Rio Grande do Norte

Autoavaliação institucional na dimensão do SINAES comunicação com a sociedade : estudo de múltiplos casos em instituições de ensino superior do Rio Grande do Norte

3) Núcleo de documentação, dados e indicadores – são apresentados dados, indicadores e documentos que podem contribuir para fundamentar e justificar as análises e interpretações. Tais dados, indicadores e documentos (além da possibilidade de utilização de entrevistas e questionários) não são excludentes, mas complementares, sendo esperado da IES a seleção destas e/ou de outras estratégias para a coleta das informações que se mostrarem adequadas para, em procedimentos quantitativos e qualitativos, a avaliação ser realizada com bases concretas. Grande parte dos dados quantitativos sobre as instituições e cursos podem ser extraídos do Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo INEP. Outros dados, inclusive qualitativos, podem ser gerados com o auxílio de pesquisadores institucionais, indicados pelo Roteiro de Auto-Avaliação Institucional 2004, reitores ou dirigentes, o que torna extremamente importante que as CPAs identifiquem, em cada caso, o responsável pelas informações prestadas, e que trabalhem de forma articulada. As informações prestadas anualmente no Censo são um importante ponto de partida para o desenvolvimento da autoconsciência institucional e para a própria atividade avaliativa. Em todos os casos, os temas indicados devem ser analisados e avaliados segundo as especificidades institucionais, e não entendidos como instrumento limitador. De modo especial, as dimensões que envolvem questões financeiras devem ser analisadas de acordo com a natureza jurídica da instituição (pública ou privada) e a sua organização administrativa (faculdades isoladas, centros universitários, universidades). Neste sentido, é importante estabelecer a relação necessária com os seus mantenedores, no caso de IES privadas, e com o órgão público responsável, no caso das públicas.
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Questões, objetos e perspetivas em avaliação.

Questões, objetos e perspetivas em avaliação.

Não é, portanto, por acaso que a responsabilização negativa (ou a culpabiliza- ção) dos professores constitui, em diferentes medidas de política educativa e nos discursos dominantes, uma das estratégias mais frequentes. Ela decorre, aliás, da indução da desconfiança social e política no seu trabalho e na sua formação (sobretudo no que diz respeito aos professores da escola pública), pretendendo assim justificar políticas de privatização e de liberalização, e a introdução de modelos não democráticos e coercitivos de accountability (AFONSO, 2009). Isto explica, por exemplo, que a redução substancial da autonomia profis- sional dos professores, ou o impedimento de qualquer conquista nesse domínio, sejam concomitantes não apenas com o reforço do que é considerado o core curriculum, mas também com a imposição e sobrevalorização de formas de avaliação externas às escolas e, ainda, com a mobilização de novos panópticos de vigilância interna da sua ação educacional (nunca alheios, neste caso, a certos estilos de liderança ou a determinadas formas de administração e gestão escolar). Do meu ponto de vista, que admito possa ser demasiado pessimista, passará ainda muito tempo até que se perceba que não é com políticas culpabilizantes e formas autoritárias de controlo, nem mesmo com bonificações conjunturalmente compensatórias, que se pode dignificar a profissão docente e conseguir que a escola pública passe a estar ao serviço, não de uma discriminação classista e meritocrática (encoberta por uma suposta neutralidade ou igualdade formal de oportunidades), mas sim ao serviço de uma “pluralidade de excelências” ( COLLÈGE DE FRANCE; BOURDIEU, 1987), assumindo um compromisso com uma “qualidade negociada” (FREITAS, 2005) que seja também, tal como eu a entendo, uma qualidade simultaneamente científica, pedagógica e democrática. Como antídoto à exacerbação da avaliação externa e suas consequências mais nefastas, uma avaliação institucional alternativa, enquanto responsabilidade assumida no âmbito da autonomia coletiva dos atores educativos, tem de ser congruente com a revalorização da avaliação formativa, ou de outras formas de avaliação comprometidas com a criação de condições reais de aprendizagem para todas/os, significando, assim, a reposição da confiança nos professores e o reconhecimento da importância de processos partilhados e dialógicos que envolvam os docentes enquanto profissionais, os estudantes, a comunidade e o próprio Estado.
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Autoavaliação institucional : construção e validação de um questionário para o professor

Autoavaliação institucional : construção e validação de um questionário para o professor

Ao Estado, frente a esse cenário de expansão, coube a regulação do setor, com vistas ao controle de qualidade, tarefa essa incumbida, entre outras, à política da avaliação institucional. Sucessivas experiências de avaliação protagonizaram, desde a década de 1980, o cenário da educação superior no Brasil, a saber: o Programa de Avaliação da Reforma Universitária – PARU, em 1983; o Grupo Executivo para a Reforma do Ensino Superior – GERES, instituído em 1985; o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras – PAIUB, de 1993; sucessor do PAIUB, o Exame Nacional de Cursos – ENC, ou “Provão”, que constituiu a principal ferramenta dentro da política de avaliação da década de 1990; e o Sinaes, instituído em 2004 pela Lei nº 10.861. A política do Sinaes, no entanto, se distancia das demais desde a sua concepção. O Sinaes é um sistema de avaliação que busca unir todas as dimensões do ambiente da Universidade e, por isso, dotado de uma perspectiva mais global e integradora que as experiências anteriores. O sistema pode ser ainda considerado mais robusto e estável que os demais, tendo completado 11 anos de existência (POLIDORI; MARINHO-ARAUJO; BARREYRO, 2006).
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Planejamento estratégico aplicado à gestão de universidade pública

Planejamento estratégico aplicado à gestão de universidade pública

 criar um Departamento de Planejamento Estratégico em consonância com as políticas de regulação das atividades universitárias e de administração do Estado, tem como objetivo planejar, acompanhar, avaliar e divulgar as atividades de desenvolvimento a médio e longo prazos. Tal Departamento deve ser responsável por formular, implementar e avaliar, no âmbito da Universidade, os seguintes conjuntos de programas: planejamento estratégico e criação de ferramentas de política institucional; gerenciamento de projetos acadêmicos, programas colaborativos com o setor público, órgãos internacionais e setor privado; avaliação institucional e dos impactos das atividades universitárias, definindo ex ante e avaliando ex post os resultados; gestão estratégica de recursos humanos e gestão do conhecimento; capacitação para a gestão administrativa e financeira, de modo a que a instituição produza e aplique seus próprios instrumentos de estimação de recursos, score cards operacionais e análise de eficiência administrativa; fortalecimento da base teórico- conceitual das atividades descritivas da instituição: identificação de objetivos políticos, caracterização das relações com o seu entorno, identificação da configuração institucional e utilização de recursos e descrição organizativa; comunicação com a sociedade: identificação e divulgação, por diferentes meios de comunicação dos produtos científicos e tecnológicos; gerenciamento dos relatórios institucionais e identificação e proteção de inovações tecnológicas e da propriedade intelectual.
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O SINAES na universidade pública estadual: análise do processo de construção da avaliação interna na Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

O SINAES na universidade pública estadual: análise do processo de construção da avaliação interna na Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Como as temáticas nas entrevistas eram entrelaçadas – o olhar dos sujeitos entrevistados sobre a construção do processo de avaliação interna institucional e sobre a coexistência de situações afetas a esse processo, como a questão da par- ticipação e do envolvimento dos segmentos universitários no processo avaliativo; a comunicação dos resultados, a gestão do processo, os benefícios da avaliação para a universidade, dentre outros, - optamos por construir, a partir dos discur- sos elaborados por esses sujeitos, cinco grandes categorias de análise e fazer de cada uma delas uma abordagem unificada, de forma a permitir uma apreensão mais efetiva das ligações e implicações que esses campos temáticos apresenta- vam: 1- significado do atual processo de avaliação interna no qual Gestores, membros da CPA e CSAs estão envolvidos, como definem a participação dos segmentos universitários nesse processo e o entendimento que têm sobre o mes- mo; 2 - prática do processo de avaliação interna na universidade, com a possível consolidação de uma cultura de avaliação institucional e a existência de possíveis mudanças na universidade em função desse processo avaliativo; 3 - a divulgação, comunicação e uso dos resultados da avaliação; 4 - gestão do processo de avali- ação na universidade multicampi e a relação desse atual processo com os anteri- ormente construídos pela universidade; e 5 - compromissos da avaliação hoje em prática na universidade, os benefícios da avaliação para a instituição e as implica- ções do processo avaliativo nas áreas fim da universidade.
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Análise das representações sociais da comunidade interna da Unisidade Federal do Ceará acerca da autoavaliação institucional

Análise das representações sociais da comunidade interna da Unisidade Federal do Ceará acerca da autoavaliação institucional

Os gestores concebem a avaliação institucional como uma ferramenta que visa ao conhecimento das instituições, objetivando a melhoria da gestão universitária, na busca de apoio para sedimentar compromissos, quer financeiro, quer de outra natureza. Para eles, os baixos índices de participação no processo de auto-avaliação estão relacionados, principalmente, à ausência de uma cultura avaliativa com visão construtiva e participativa. Em seguida, esses profissionais citaram fatores como a falta de informação, a despolitização e a falta de compromisso com a instituição. Os gestores sugerem que a interação entre a CPA setorial e os diversos segmentos, em nível de graduação e de pós-graduação, assim como estabelecer incentivos à participação dos docentes, discentes e técnico-administrativos e realizar intenso marketing interno, contribui para melhorar a participação no processo de auto- avaliação.
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