Bacia do Paraná

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Petróleo e gás na bacia do Paraná

Petróleo e gás na bacia do Paraná

“A Bacia do Paraná abrange uma área de cerca de 1.700.000 km 2 , estendendo-se pelo Brasil (1.100.000 km 2 ), Argentina (400.000 km 2 ), e o restante se encontra no Paraguai e Uruguai. Na Argentina e Uruguai, é conhecida por Bacia Chaco-Paraná. Em território brasileiro, a Bacia do Paraná estende-se pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Possui um formato alongado na direção NNE-SSW, que se estende por 1750 km e largura média de 900 km. Com exceção de um estreito cinturão de afloramentos que orla seus limites, as rochas sedimentares da Bacia do Paraná acham-se cobertas por derrames de lavas basálticas que podem atingir 1700 metros de espessura. Na parte central da bacia, a espessura total de rochas sedimentares e vulcânicas atinge 6000 metros.” (YOSHIDA e GAMA JR, 1982).
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Tafonomia das rochas carbonáticas conchíferas das formações Teresina e Rio do Rasto (Permiano, Bacia do Paraná)

Tafonomia das rochas carbonáticas conchíferas das formações Teresina e Rio do Rasto (Permiano, Bacia do Paraná)

Bivalves fósseis são comuns em rochas siliciclásticas e carbonáticas das formações Teresina e Rio do Rasto (Permiano Médio/Superior), Bacia do Paraná. Entretanto, a gênese das camadas de conchas carbonáticas ainda é pouco conhecida. Cinco camadas de calcários do centro)sul e norte do Estado do Paraná foram selecionados para estudo tafonômico: dois oolíticos a bivalves (Prudentópolis) e um a peloides e bivalves com intraclastos e oncoides (Rio Preto) da Formação Teresina; um e um a bivalves e oncoides (Ribeirão Claro) da Formação Rio do Rasto. As camadas carbonáticas (≤ 45 cm de espessura), estão intercaladas entre rochas pelíticas, possuem contato basal erosivo, quantidade variável de intraclastos pelíticos, valvas caoticamente distribuídas com gradação vertical descontínua e empacotamento denso a disperso. As conchas encontram)se desarticuladas, comumente fragmentadas, às vezes incrustadas por cianobactérias, e correspondem a espécies alóctonas que viviam em substratos distintos. As assembléias de bivalves representam, portanto, tanatocenoses em tempestitos proximais amalgamados, gerados em água rasa com frequentes modificações por bioturbação e baixa taxa de sedimentação. A presente pesquisa corrobora outras evidências de que acumulações de conchas paleozóicas em mares epicontinentais resultaram de história tafonômica complexa com acentuada mistura temporal e espacial dos bioclastos sob influência de tempestades.
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Sarcopterygii do Eopermiano da Bacia do Paraná, Estado de São Paulo

Sarcopterygii do Eopermiano da Bacia do Paraná, Estado de São Paulo

Na Bacia do Paraná, BRYANT (1929) foi o pioneiro a descrever uma escama de celacantídeo proveniente de uma rocha descrita como tilito do Grupo Itararé (Estado de São Paulo). A segunda identificação, registrada por BARCELLOS (1975), também é proveniente do Grupo Itararé (Fácies Budó), Estado do Rio Grande do Sul. A autora des- creveu diversas formas pertencentes a uma única espécie. RICHTER (1985) descreve uma escama coletada no topo da Formação Irati no Estado do Rio Grande do Sul. WÜRDIG -MACIEL (1975) e MARANHÃO (1995) mencionaram a presença de escamas na Formação Corumbataí, região de Pira- cicaba, Estado de São Paulo.
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Acritarcos e tasmanites do Permo-Carbonífero da bacia do Paraná

Acritarcos e tasmanites do Permo-Carbonífero da bacia do Paraná

Palinomorfos devonianos retrabalhados são comumente encontrados em sedi- mentos permo-carboníferos da Bacia do Paraná. Este trabalho documenta acritarcos e Tasmanites do Permo-Carbonífero in situ. A presença escassa e pouca diversidade taxonômica desses palinomorfos relacionam-se provavelmente com condições mari- nhas rasas. Três espécies novas são aqui descritas: Comasphaeridium daemoni, Dictyotidium souzae e Micrhystridium toigae. Associados a esses acritarcos, ocorrem esporos e pólen do Carbonífero e Permiano da Bacia do Paraná.

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Gênese das ocorrências de arenito asfáltico da borda leste da Bacia do Paraná, S...

Gênese das ocorrências de arenito asfáltico da borda leste da Bacia do Paraná, S...

A pesquisa tem como objetivo geral o estudo das ocorrências de arenitos asfálticos, de uma área na borda da Bacia do Paraná, para entendimento de sua gênese, a par[r]

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Bivalves da Formação Taciba, Cisuraliano, Grupo Itararé, Bacia do Paraná, e seu significado bioestratigráfico e paleoambiental no contexto da glaciação neopaleozóica no Gondwana central

Bivalves da Formação Taciba, Cisuraliano, Grupo Itararé, Bacia do Paraná, e seu significado bioestratigráfico e paleoambiental no contexto da glaciação neopaleozóica no Gondwana central

Em seu conjunto, as assembleias de bivalves da parte superior da Formação Taciba de Teixeira Soares, PR, se destacam como dentre as mais diversificadas de todo o Gondwana, o que é sugestivo de melhoria das condições climáticas, corroborando a deposição pós-glacial. A fauna é correlata à da porção superior da Formação Taciba de Mafra, SC, (SIMÕES et al., 2012, vide Anexo). Em ambas, a presença das espécies Myonia argentinensis, Atomodesma (Aphanaia) orbirugata e Heteropecten paranaensis indicam correlação com a fauna de bivalves da Formação Bonete, Argentina, sugerindo idade Asseliana–Sakmariana. Esta fauna contêm representantes da biota de Eurydesma & Trigonotreta, tais como E. cordatum e E. hobartense (veja HARRINGTON, 1955), espécies que também ocorrem na Austrália. Este gênero, porém, não foi verificado nas coleções estudadas (vide também SIMÕES et al., 1998a) e sua ausência na Bacia do Paraná pode ser devido (a) às condições paleoecológicas desfavoráveis de tipo de fundo (mais moles e inconsolidados) e temperatura das águas (relativamente mais amenas na Bacia do Paraná) e (b) a esforços de coleta e tamanho amostral (viés analítico), o que parece improvável tendo em vista o tamanho das coleções examinadas e ao fato das assembleias terem sido amostras por muitos anos. Talvez os depósitos marinhos que possivelmente poderiam conter elementos da biota de Eurydesma & Trigonotreta fossem aqueles relativos às ingressões marinhas da porção superior da Formação Campo Mourão (folhelhos Lontras e Guaraúna e litofacies coevas) ou da porção inferior da Formação Taciba (Membro Rio Segredo), os quais podem ser considerados intraglaciais.
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Ocorrência de Ironstones no Devoniano da Bacia do Paraná

Ocorrência de Ironstones no Devoniano da Bacia do Paraná

Descarta-se neste trabalho uma origem por asso- ciação vulcânica como proposto por Sturesson (1995) e Sturesson et al. (2000), visto que não há registro de vulcanismo para o Devoniano da Bacia do Paraná. As- sim, neste estudo, acredita-se que os ooides de bertie- rina do noroeste da Bacia do Paraná teriam se formado abaixo da superfície transgressiva, estando de acordo com os modelos de Young (1989), Taylor et al. (2002) e Collin et al. (2005). Na fase fi nal da diagênese (telodia- gênese), haveria a oxidação desses depósitos e a subse- quente substituição da bertierina por goetita e hematita (Figs. 6 e 9). Um dado que corrobora com esta hipóte- se está disposto na tabela 1, onde é possível observar maiores percentuais de alumínio no centro do ooides (bertierina/clorita), e maiores concentrações de ferro na borda do ooides (goetita) (Tab. 2).
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Estudo experimental da interação CO2 - rocha - fluido nas Formações Furnas e Ponta Grossa da Bacia do Paraná

Estudo experimental da interação CO2 - rocha - fluido nas Formações Furnas e Ponta Grossa da Bacia do Paraná

As amostras foram colocadas para reagir em pedaços inteiros pesando de 6 a 8 g por entender-se que esta seria uma boa quantidade considerando aos fatores: 1) capacidade dos reatores, 2) proporção rocha/solução; 3) quantidade de amostra disponível; 4) superfície de contato para reação. As amostras referentes ao experimento 1 pesaram juntas 13,68g. Estas amostras representam o contato da rocha selo e rocha reservatório e, portanto, foram submetidas à reação unidas por um filme de teflon. A solução salina foi colocada de maneira que as amostras ficassem totalmente imersas, o que resultou em aproximadamente 30g de solução. A temperatura dos experimentos foi definida para ser próxima à do reservatório geológico, em torno de 60°C. A pressão utilizada (150 bar) simula um reser vatório a 1500 m de profundidade de soterramento na bacia e foi também estabelecida para acelerar os processos reativos com CO 2 em fase supercrítica. Os reatores utilizados foram os de aço
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Bioestratigrafia dos tentaculitóidea no flanco oriental da Bacia do Paraná e sua...

Bioestratigrafia dos tentaculitóidea no flanco oriental da Bacia do Paraná e sua...

superior esquerdo dä foto, esÞécime visto em corte oblfquo. No inferior direito, corte åÞroximadanente longitudinal[r]

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Análise da Estrutura Genética de Brycon orbignyanus na Bacia do Rio Paraná para Fins de Conservação

Análise da Estrutura Genética de Brycon orbignyanus na Bacia do Rio Paraná para Fins de Conservação

O conhecimento da estrutura genética das espécies selvagens de peixes é extremamente valioso para a definição de políticas de conservação, principalmente considerando que várias destas espécies são de grande interesse econômico e comercial, bem como pelo fato de já estarem, de alguma forma, em processos de diminuição populacional. A piracanjuba (Brycon orbignyanus) é uma espécie que realiza migrações periódicas para reprodução ou para alimentação, sendo muito apreciadas pela qualidade da carne e pelo comportamento agressivo desejável na pesca esportiva, razões que lhe garantem alto valor comercial. Tendo em vista o cenário de fragmentação dos rios da bacia do Paraná, o desmatamento de matas ciliares pela exploração agrícola, a crescente degradação dos ambientes, a prática de pesca comercial e esportiva na região aliadas à falta de fiscalização e controle, torna-se necessário um estudo detalhado da estrutura populacional desta espécie de peixes nesta região, para que medidas conservacionistas possam ser tomadas com o intuito de preservar esta espécie.
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Revisão sistemática, tafonomia, distribuição geográfica e estratigráfica da classe...

Revisão sistemática, tafonomia, distribuição geográfica e estratigráfica da classe...

No Brasil, os tentaculitoideos são encontrados nas bacias do Paraná, Amazonas e Parnaíba. Na Bacia do Paraná, foi registrada a maior descrição de gêneros Tentaculites, Homoctenus, Uniconus, Multiconus, Dicricoconus, Volynites e Styliolina, enquanto que nas bacias do Amazonas e do Parnaíba apenas os gêneros Tentaculites e Styliolina são registrados. Apesar de ser um grupo cosmopolita no Devoniano brasileiro, há poucos trabalhos que lidam com a sistemática do grupo. Os trabalhos de Hartt & Rathbun (1875), Clarke (1899a, 1899b) e Katzer (1903) foram os pioneiros na descrição de espécies do grupo para o Siluriano e Devoniano. Porém, após as primeiras descrições de espécies, poucos são os trabalhos de caráter taxonômico desses táxons e, conforme indicado em Comniskey & Ghilardi (dados não publicados), os realizados não seguem os critérios relacionados no Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, tornado-os, em sua maioria, inválidos (ver Ciguel et al., 1984; Ciguel & Rosler, 1985; Ciguel et al., 1987; Ciguel, 1989; Azevedo-Soares, 1999, para exemplos na Bacia do Paraná). Nas bacias do Amazonas e Parnaíba, os trabalhos atuais relatam apenas a ocorrência dos tentaculitoideos,
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Corpos intrusivos básicos na coluna sedimentar Permo-Carbonífera no vale do rio Corumbataí

Corpos intrusivos básicos na coluna sedimentar Permo-Carbonífera no vale do rio Corumbataí

A Formação Tatuí é a unidade de idade Eopermiana da Bacia do Paraná. Ocorre sobre o Grupo Itararé, tendo sido encontrada na área de estudo em estreitas faixas ao redor dos afloramentos da unidade inferior. Trata-se de uma unidade reconhecidamente pós-glacial, com espessuras médias em torno de 50m (aproximadamente 20m na área desse mapeamento), e delimitada no topo e na base por descontinuidades. Na região mapeada ocorre em encostas relativamente íngremes, separando as regiões de menor altitude, onde afloram sedimentos do Grupo Itararé e litologias da Formação Irati e demais unidades superiores, de cotas geralmente mais elevadas. Isso se deve a seu material pelítico e homogêneo, bastante coeso, e a cobertura mais resistente criada pelos conglomerados de sílex e pela Fácies Ibicatu, em seu topo.
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Determinação de paleocorrentes com o perfil dipmeter - uma aplicação tentativa para...

Determinação de paleocorrentes com o perfil dipmeter - uma aplicação tentativa para...

parâ esta aplicação, escolheu,se a seção sedímentar do Grupo São Bento da Bacia do Paraná, pois, na mesma, existem dis poníveis estudos de paleocorrentes na faixa de a[r]

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Caracterização dos depósitos glaciais permo-carbonífero no sul de Minas Gerais, Brasil: Formação Aquidauana ou Grupo Itararé?

Caracterização dos depósitos glaciais permo-carbonífero no sul de Minas Gerais, Brasil: Formação Aquidauana ou Grupo Itararé?

área fonte a E (SE e NE). São os primeiros registros para esta unidade nesta região da Bacia do Paraná. A fonte a NE é um fato novo que ajuda a entender o relacionamento estratigráfico entre a Formação Aquidauana e o Grupo Itararé. Neste sentido, ficou evidente que o contato abrupto entre essas unidades, conforme mostram alguns mapas geológicos (ALMEIDA et al., 1981; CPRM, 2006; por exemplo) no vale do rio Mogi-Guaçu, não existe como tal. Os litotipos mapeados como Formação Aquidauana a partir da margem direita deste rio ocorrem também em variados pontos de sua margem esquerda. Por outro lado, o inverso também ocorre, ou seja, o Grupo Itararé (como formalmente assim designado) também é registrado na margem direita. Como se trata simplesmente de uma variação de cores, propõe-se abandonar a designação Aquidauana para o Estado de São Paulo e sul de Minas Gerais, passando a nomenclatura da seção aflorante a Grupo Itararé.
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Estratégias de geoconservação aplicadas ao patrimônio geológico da Formação Irati (Permiano) no município de Rio Claro (SP), distrito de Asistência

Estratégias de geoconservação aplicadas ao patrimônio geológico da Formação Irati (Permiano) no município de Rio Claro (SP), distrito de Asistência

Palavras-chave referentes às temáticas do estudo foram selecionadas para a pesquisa da bibliografia. Entre as expressões mais relevantes, podem ser citadas: geodiversidade; geoconservação; patrimônio geológico; sítio geológico; geoturismo; gestão territorial; Rio Claro; Calcário Irati; Mesosauridae; Formação Irati; Membro Assistência; Bacia do Paraná; Gondwana, e Permiano. Estes termos foram buscados junto às bases de dados, como o Portal de Periódicos da Capes, a Scientific Eletronic Library Online (Scielo), o GeoScienceWorld, o portal GeoDados, o portal GeoRef, a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e as biblioteca digitais de teses e dissertações das principais universidades brasileiras (UNESP, USP, UFRJ, UFMG).
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CARACTERIZAÇÃO PALEOAMBIENTAL A PARTIR DOS COMPONENTES ORGÂNICOS PARTICULADOS EM DEPÓSITOS BIOTURBADOS DO BLOCO CENTRAL DA JAZIDA CARBONÍFERA DO IRUÍ (CACHOEIRA DO SUL, RS) Adriana Rost Rossi

CARACTERIZAÇÃO PALEOAMBIENTAL A PARTIR DOS COMPONENTES ORGÂNICOS PARTICULADOS EM DEPÓSITOS BIOTURBADOS DO BLOCO CENTRAL DA JAZIDA CARBONÍFERA DO IRUÍ (CACHOEIRA DO SUL, RS) Adriana Rost Rossi

Depois do trabalho pioneiro de White (1908), uma nova coluna estratigráfica do Rio Grande do Sul foi apresentada por Carvalho (1932), composta pelas séries Itararé (conglomerado glacial e tilitos), Tubarão (com os grupos Rio Bonito, abrigando o carvão, arenitos e flora Glossopteris, e Palermo, contendo folhelhos e arenitos) e Passa Dois (grupos Irati e Estrada Nova). Logo, seguiu-se a proposta de Gordon Jr. (1947), sugerindo dois grupos para a Série Tubarão: (i) Itararé, sem subdivisões, e (ii) Guatá para agrupar os siltitos e arenitos aflorantes nas imediações da cidade de Guatá, no sul do Estado de Santa Catarina, englobando as "camadas" Rio Bonito e Palermo de White (1908). Pouco depois, Pinto (1955) apresentou uma nova coluna geológica para o Rio Grande do Sul, no qual as unidades litoestratigráficas Itararé e Guatá foram consideradas como subgrupos do Grupo Tubarão (Pinto 1966). O primeiro era composto pelas fácies Suspiro e Budó (sensu Delaney & Goñi 1963), e o segundo pelas formações Rio Bonito e Palermo, sendo a primeira subdividida em três intervalos denominados inferior, médio e superior (Medeiros et al. 1971, Thomaz Filho & Medeiros 1972). Schneider et al. (1974) elevaram o então Grupo Tubarão à categoria de supergrupo, constituído por dois grupos, Itararé e Guatá, este formado pelas formações Rio Bonito e Palermo (Figura 2). Oito anos depois do trabalho de Schneider et al. (1974), Gama Jr. et al. (1982) propuseram uma nova visão cronoestratigráfica para a Bacia do Paraná, dividindo as rochas com base em critério de tempo e agruparam-nas em unidades distribuídas em três séries principais: Campos Gerais, Rio Tietê (engloba o Supergrupo Tubarão) e Serra do Espigão. Em 1997, Milani faz uma das mais atualizadas e utilizadas colunas estratigráficas da Bacia do Paraná.
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Dinâmica sedimentar, tafonomia e paleoambientes da fáceis de Offshore da Formação...

Dinâmica sedimentar, tafonomia e paleoambientes da fáceis de Offshore da Formação...

Siltitos maciços ou bem laminados da Formação Serra Alta, Permiano, que afloram ao longo da borda leste da Bacia do Paraná, foram depositados em um extenso mar epicontinental, raso e isolado. Estes siltitos constituem os principais depósitos sedimentares desta unidade litoestratigráfica. Boas exposições destes ocorrem ao longo da rodovia Castello Branco, SP-280, entre os marcos quilométricos 160 a 161, sentido capital-interior. Tais exposições foram detalhadamente estudadas por Sousa (1985) e, anos mais tarde, por pesquisadores tais como Maranhão & Petri (1996) e Simões et al. (2000a, b). Por esta razão foram preferencialmente escolhidos para o estudo aqui realizado, que englobou ainda seções estratigráficas na região de Rio Claro, SP, em cavas para exploração de calcário (Pedreira Partecal) e afloramentos próximos ao rio Passa Cinco. Porém, em decorrência do grande número de dados inéditos obtidos junto à seção aflorante da rodovia Castello Branco foi dada preferência ao detalhamento da mesma, a qual foi minuciosamente amostrada com o objetivo de investigar a dinâmica paleoambiental e paleoecológica dos depósitos de offshore da Formação Serra Alta. Supostamente, estes depósitos registram condições prolongadas, mas estáveis, de deficiência em oxigênio, constituindo importante exemplo para o entendimento de paleocomunidades bentônicas que se desenvolveram em ambientes relativamente mais distais (abaixo do nível de base de ondas de bom tempo), os quais são comuns ao registro geológico de mares epicontinentais.
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Cronogeomorfologia do relevo da cidade de Marília através do método de traços de fissão - MTF

Cronogeomorfologia do relevo da cidade de Marília através do método de traços de fissão - MTF

i) Calcários do Grupo Bambuí, para a borda setentrional da bacia; ii) As unidades paleozóicas carbonáticas da Bacia do Paraná (Subgrupo Irati, Formação Rio do Rastro), e calcários pré-cambrianos dos grupos São Roque e Açungui, para a borda leste; iii) A Formação Teresina (Bacia do Paraná), para a borda noroeste. Ainda há a possibilidade de, durante a deposição das unidades basais na sequência, haver contribuição de carbonatos dissolvidos de fraturas e cavidades da rocha basáltica exposta. Manzini (1999) afirma que os calcretes podem ter origem pedogenética ou não pedogenética. Os não pedogenéticos estão relacionados com acumulação de carbonato de cálcio em meios físicos e químicos ligados a variações do nível freático. Os calcretes pedogenéticos são solos cálcicos, eventualmente endurecidos (petrocálcicos) de um perfil do solo, cujo endurecimento deve-se ao deslocamento do carbonato e à sua subsequente precipitação ou à reprecipitação e solução in situ do calcário hospedeiro, sempre em interação com o meio externo.
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Reavaliação de geologia do Paraguai Oriental

Reavaliação de geologia do Paraguai Oriental

como parte integrante da Bacia do Paraná, porém, o papel desernpe- nhado por feições locais cono, por exenplo, o Arco Central para. guaio ou Arco de Asunción deverá [r]

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Abordagem micropaleontológica e geoquímica da Formação Assistência (Subgrupo Irati,...

Abordagem micropaleontológica e geoquímica da Formação Assistência (Subgrupo Irati,...

Microbiota fóssil em sílex da Formação Assistência Subgrupo Irati, Permiano, Bacia do Paraná no estado de São Paulo.. Universidade de São Paulo.[r]

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