Baixa escolaridade

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Representações sociais de trabalhadores com baixa escolaridade sobre o trabalho docente

Representações sociais de trabalhadores com baixa escolaridade sobre o trabalho docente

Definiu-se como baixa escolaridade a escolarização incompleta do ensino fundamental de nove anos, quando a média de escolarização dos brasileiros com mais de 15 anos de idade era de 7,5 anos, e no Paraná essa média era de 7,8 anos para os homens e 7,9 para as mulheres (IBGE, 2010). Para inclusão na pesquisa, além da escolaridade inferior a nove anos, constituíram-se como critérios: ser responsável por aluno da educação básica do sistema público de ensino; ser trabalhador da construção civil ou da agricultura, empregado no setor da higiene e limpeza, entre outros; ser autônomo, possuir vínculo trabalhista instável ou de prestação de serviços temporários; ser beneficiário de programas sociais. Como consequência dessa delimitação, com as dificuldades encontradas na coleta de informações, tais critérios foram alargados, passando a incluir desempregados, alguns com escolaridade superior à estipulada, trabalhadores em busca de alternativa para geração de renda e de barracões de reciclagem. As informações obtidas em condições diferentes das projetadas são processadas como variáveis de análise.
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Estratégias de coleta de dados com trabalhadores de baixa escolaridade.

Estratégias de coleta de dados com trabalhadores de baixa escolaridade.

Mas, cabe agora questionar: que procedimentos foram adotados para estruturar o questionário e aplicá-lo em nú- mero amplo de trabalhadores viabilizando a aplicação da análise fatorial? Como aplicar um questionário estruturado em analfabetos e/ou ou indivíduos com baixa escolaridade, garantindo condições, tais como o participante responder por si, anonimato e aplicação coletiva? Tratou-se destes proble- mas gradualmente, pensando em alternativas, eliminado umas, complementando com outras, até que se contou com duas versões distintas de responder e aplicar o questionário. Assim, registra-se que, para cada item, os participantes da amostra apresentam duas respostas: uma sobre a realida- de (atributos descritivos) e outra baseada na definição de “deve ser” dos mesmos (atributos valorativos). As respos- tas consistem em designar pontos de 0 a 4. Refletia-se aqui o que Günther (1999) descreve sobre a interdependência entre os objetivos e a relação conceito/item. Portanto, se o modelo conceitual hipotético previa dois tipos de atributos (valorativos e descritivos), o questionário suscitava respos- tas em um plano e no outro.
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Aplicação do teste M1-Alpha em sujeitos normais com baixa escolaridade: estudo piloto.

Aplicação do teste M1-Alpha em sujeitos normais com baixa escolaridade: estudo piloto.

Objetivo: Veriicar o desempenho de sujeitos normais com baixa escolaridade no teste M1-Alpha e obter parâmetros que possam ser utilizados na avaliação clínica de pacientes afásicos com baixa escolaridade, ex- postos a este teste. Métodos: Foram selecionados 30 sujeitos normais de baixa escolaridade (um a quatro anos de estudo), com idade superior a 18 anos e inferior a 60 anos, sendo 15 do gênero masculino e 15 do gênero feminino. Todos foram submetidos à aplicação do teste M1-Alpha, que comporta entrevista semidirigida e provas controladas. Todas as respostas corretas receberam um ponto. Os dados foram submetidos a tratamento estatístico. Resultados: Foi veriicado um maior número de erros, bem como uma maior variabilidade nas respostas, em tarefas de escrita copiada, ditado, leitura em voz alta e compreensão escrita. Conclusão: A baixa escolaridade inluencia o desempenho dos indivíduos nas tarefas de escrita copiada, ditado, leitura em voz alta e compreensão escrita. Foi possível obter dados de referência, que poderão ser utilizados na aplicação clínica do teste M1-Alpha em pacientes com baixa escolaridade.
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Relação entre cognição (função executiva e percepção espacial) e equilíbrio de idosos de baixa escolaridade.

Relação entre cognição (função executiva e percepção espacial) e equilíbrio de idosos de baixa escolaridade.

e nas funções executivas apresentariam relação com o equilíbrio em idosos de baixa escolaridade. Participaram deste estudo 38 idosos (com média de idade 69,1±6,8 anos), com um a seis anos de escolaridade formal. Os testes aplicados foram: o teste de seqüência alfa-numérica – partes A, que avalia escaneamento visual e seqüenciamento (TSA-A), B, que avalia flexibilidade mental e memória operacional (TSA-B), considerando-se ainda o delta, que avalia função executiva (TSA-D); teste de cancelamento de estrelas (TCE), que avalia percepção espacial; a escala de equilíbrio de Berg (EEB) e a escala de eficácia de quedas (falls efficacy scale – international, FES-I), que avaliam equilíbrio e risco de quedas. As correlações foram verificadas pelo teste de Spearman, com p<0,05. Foram encontradas fortes correlações significativas entre as escalas de equilíbrio (EEB e FES-I) e o TSA-B (r=- 0,61 e r=0,60, respectivamente); e correlações moderadas entre a EEB e o TSA-A (r=-0,51) e entre a FES-I e o TSA-D (r=0,55). Também houve correlações significativas entre as escalas de equilíbrio (EEB e FES-I) e o TCE (r=0,45 e r=-0,45, respectivamente). A função executiva e a percepção espacial apresentaram relação com o equilíbrio e com o medo de cair em idosos de baixa escolaridade. Quanto melhores forem a função executiva e a percepção espacial, melhor tenderá a ser o equilíbrio e menor tenderá a ser o medo de cair.
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O estigma da baixa escolaridade, a igreja e a educação popular

O estigma da baixa escolaridade, a igreja e a educação popular

É o período marcado pela crise do regime militar instaurado em 1964 (Vascon- celos, 1997) e a conseqüente ascensão de movimentos políticos e sociais, como ocorreu com a anistia, conforme[r]

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Baixa escolaridade como fator limitante para o combate à anemia entre gestantes.

Baixa escolaridade como fator limitante para o combate à anemia entre gestantes.

O consumo de carne inferior ao percentil 75 (200 gramas/dia) na análise bruta mostrou tendência para associação com anemia OR=2,32 (0,95-5,68), no entanto o consumo de feijão, pão, vitamina C, ser fumante e uso de suplemento du- rante a gestação não foram associados. A variável inclusa para a terceira fase da regressão foi con- sumo de carne e, apesar de não ter sido associada com anemia na análise bruta optou-se por manter a variável “uso de suplemento de ferro” no mode- lo, pois a mesma poderia ser fator de confusão. A variável escolaridade continuou a apresentar associação signifi cativa mesmo com a introdução no último bloco de variáveis.
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Aplicação do teste M1-Alpha em sujeitos normais com baixa escolaridade: estudo piloto

Aplicação do teste M1-Alpha em sujeitos normais com baixa escolaridade: estudo piloto

Comparison of the tasks (Table 2) revealed the following order by frequency of errors committed by the individuals tested: Sentence copying < Dictation< Written comprehen[r]

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Condições sociodemográficas e de saúde  de homens em uma unidade de saúde

Condições sociodemográficas e de saúde de homens em uma unidade de saúde

O objetivo deste estudo foi caracterizar as condições sociodemográficas e de saúde em homens atendidos em uma Unidade Básica de Saúde da Família de Montes Claros, MG, Brasil correlacionar essas variáveis à percepção da saúde e identificar as dificuldades dos homens no atendimento prestado pelo serviço. Entrevistou-se 115 homens adultos que buscaram a unidade de saúde entre abril e maio de 2013. A maioria tinha ensino médio completo, era casada e adotava práticas saudáveis embora consumisse álcool. A maior reclamação sobre o serviço de saúde foi a demora para o atendimento. Os fatores que mais contribuíram para autoavaliação negativa da saúde foram ter um companheiro(a), doenças crônicas e baixa escolaridade; e os mais significativos para autoavaliação positiva da saúde foram ser jovens, ter um trabalho e não fazer uso regular de medicamentos (p<0.05). Os resultados podem subsidiar políticas de prevenção de doenças e promoção de saúde para população masculina.
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Fatores associados ao fumo em gestantes avaliadas em cidades brasileiras.

Fatores associados ao fumo em gestantes avaliadas em cidades brasileiras.

O hábito de fumar na gestação associou-se à baixa escolaridade (RC=2,13; IC 95%: 1,76-2,57) e paridade (RC=1,84; IC 95%: 1,53-2,21). Para o aumento da idade da gestante e uso de bebidas alcóolicas também foram observadas associações positivas com o fumo na gestação. Não foi observada nenhuma associação significativa entre cor da pele e situação ocupacional com fumo na gestação. Um efeito protetor foi observado para mulheres casadas ou com companheiro (RC=0,55; IC 95%: 0,42- 0,72). Entre as cidades, tomando Manaus como referência, Porto Alegre apresentou o maior risco para fumo na gestação (RC=5,00; IC 95%: 3,35-7,38), seguida de São Paulo (RC=3,42; IC 95%: 2,25-5,20), Rio de Janeiro (RC=2,53; IC 95%: 1,65-3,88) e Fortaleza (RC=2,56; IC95%: 1,74-3,78).
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Fatores de risco para peritonites e internações.

Fatores de risco para peritonites e internações.

Introdução: Investigou-se um universo de 30 crianças e adolescentes portadores de doença renal crônica em tratamento dialí- tico, assistidos pelo Hospital das Clínicas da UFMG, a fim de determinar fatores de risco para a frequência de peritonites e de internações. Método: Estudo descritivo em que para a obtenção dos resultados utilizou-se o software SPSS (Statistical Pa- ckage for Social Science) versão 13.0. Tes- taram-se as variáveis: baixa escolaridade, baixa renda familiar, nível de informação inadequado, inadequação da antissepsia das mãos para a realização da diálise, au- sência de pia no quarto da diálise como fator de risco para maior frequência de pe- ritonites e internações. Resultados: Os va- lores de Odds Ratio estiveram dentro dos limites dos intervalos de confiança (95%) e em alguns casos foram < 1, indicando a possibilidade de associação negativa entre algumas variáveis independentes e as vari- áveis pesquisadas, embora sem diferença estatística significativa. Conclusão: Não foi detectada significância estatística para as variáveis testadas, embora haja uma tendência para a sua ocorrência.
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Baixa qualidade da dieta de idosos: estudo de base populacional no sul do Brasil.

Baixa qualidade da dieta de idosos: estudo de base populacional no sul do Brasil.

Resumo O objetivo deste estudo foi identificar os fatores associados à baixa qualidade da dieta de idosos da cidade de Pelotas, RS. As informações de consumo alimentar foram coletadas através de um questionário de frequência alimentar resumido e a qualidade da dieta foi avaliada através do Índice de Qualidade da Dieta de Idosos (IQD-I), desen- volvido pelos autores. Foram atribuídos pontos a cada alimento avaliado, conforme sua frequência de consumo. As maiores frequências de consumo receberam maior pontuação quando alimentos saudáveis e menor quando não saudáveis. A pon- tuação total foi dividida em tercis, classificados em: baixa, intermediária e boa qualidade. A as- sociação entre a qualidade da dieta e as variáveis independentes foi investigada através de regressão logística multinomial. Os fatores associados à dieta de baixa qualidade foram: sexo masculino, idade inferior a 80 anos, baixa escolaridade, dificuldade financeira para compra de alimentos, baixo peso, problemas na boca ou nos dentes e realizar menos de quatro refeições por dia. Importantes barreiras para o consumo de uma dieta de boa qualidade foram identificadas neste estudo, ficando evidente a importância de se considerar esses aspectos na promoção da alimentação saudável em idosos. Palavras-chave Hábitos alimentares, Compor- tamento alimentar, Nutrição do idoso, Estudos Transversais
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Antigas e novas formas de precarização do trabalho : o avanço da flexibilização entre profissionais de alta escolaridade

Antigas e novas formas de precarização do trabalho : o avanço da flexibilização entre profissionais de alta escolaridade

Esta tese tem como objetivo compreender a constituição de novas formas de trabalho a partir de um processo de mudanças estruturais no capitalismo que procura assegurar a competitividade das empresas pela flexibilização das contratações e supressão dos direitos conquistados pelos trabalhadores. Parte-se do pressuposto que estaria havendo uma proliferação de inserções ocupacionais distintas da relação assalariada regulamentada e, portanto, não regidas pelas garantias dadas a partir do contrato formal, o que poderia constituir uma tendência à precarização das relações de trabalho. Neste sentido, com o crescimento das contratações flexíveis, profissionais de alta escolaridade aproximar-se-iam da experiência de trabalho precário vivida há tempos por trabalhadores de baixa escolaridade. Dados quantitativos comprovam uma ampliação da precarização do trabalho em importantes regiões metropolitanas do país, sendo que o Distrito Federal se destaca pelo forte crescimento de contratações flexibilizadas, inclusive com elevação mais expressiva entre os trabalhadores de maior escolaridade. A reflexão sobre as características das novas formas de contratação foi aprofundada em pesquisa qualitativa sobre a trajetória ocupacional tanto de profissionais de nível superior como de trabalhadores de baixa escolaridade em análise comparativa entre as recentes modalidades de inserção e a tradicional inserção informal. Constata-se que para os profissionais mais escolarizados o período de trabalho sem vínculo é menor e mais recente em suas trajetórias, ao passo que mais da metade dos trabalhadores de menor escolaridade nunca tiveram um emprego regulamentado. Os empregadores se utilizam de diferentes estratégias para diminuir o custo do trabalho, mascarando relações empregatícias por meio de outros tipos de vínculos nos quais não há garantias de direitos e proteção social. Conclui-se que há uma tendência de precarização do trabalho em contexto onde impera a lógica do mercado e mesmo indivíduos altamente escolarizados estão sujeitos a conviverem com a insegurança, a instabilidade e a ausência de direitos e benefícios sociais.
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Evolução do excesso de peso e fatores associados em mulheres de 10 a 49 anos em Pernambuco, Nordeste, Brasil.

Evolução do excesso de peso e fatores associados em mulheres de 10 a 49 anos em Pernambuco, Nordeste, Brasil.

Em relação ao estado nutricional no período compreendido entre 1997 e 2006, houve um aumento significativo no sobrepeso e obesidade, com estabilização na prevalência de déficit de peso. O excesso de peso aumentou de 32,8% em 1997 para 41,7% em 2006, representando um incremento de 27,1%. As mulheres da Região Metropolitana do Recife, do Interior Urbano e Rural apresentaram um aumento de excesso de peso de 40,2%, 6,8% e 45,2%, respectivamente. Na avaliação dos fatores associados a esse agravo, em 2006, permaneceram significantes, após ajuste, baixa escolaridade (quatro ou menos anos de estudo), a posse de três ou mais bens de uso doméstico, idade e maior número de gestações, em contraste com o estudo de 1997, que apontava sobrepeso associado à idade e ao maior número de gestações.
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RENATA DE CÁSSIA COÊLHO PIRES PREVALÊNCIA E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS ENTEROPARASITOSES E SUA RELAÇÃO COM O ESTADO NUTRICIONAL EM CRIANÇAS RESIDENTES

RENATA DE CÁSSIA COÊLHO PIRES PREVALÊNCIA E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS ENTEROPARASITOSES E SUA RELAÇÃO COM O ESTADO NUTRICIONAL EM CRIANÇAS RESIDENTES

As parasitoses intestinais são consideradas um problema de saúde pública, que apesar de todos os avanços tecnológicos e da medicina, ainda são fortemente incidentes na atualidade, sendo capazes de desencadear consequências diversas aos seus portadores, especialmente em crianças, que se encontram em fase de crescimento e desenvolvimento e que podem ter este momento prejudicado através do retardo físico, mental e social. Assim, a presente pesquisa teve por objetivo conhecer a prevalência e os aspectos epidemiológicos das enteroparasitoses e sua relação com anemia e estado nutricional em crianças residentes no Bairro Beira-Rio, na faixa etária de 01 a 10 anos e que são acompanhadas pela Estratégia Saúde da Família do referido Bairro. Para tanto, foram analisados 102 prontuários referentes às crianças atendidas na Unidade Básica de Saúde (UBS), através do atendimento oferecido pela equipe de saúde no período de 2011 e que realizaram exame parasitológico de fezes, dosagem de hemoglobina e ferro sérico, além das medidas antropométricas. Foi encontrada uma prevalência de 60% para as enteroparasitoses, especialmente por Ascaris lumbricoides (20%); Giardia lamblia (14%) e Endolimax nana (14%). Quanto ao gênero e faixa etária não foram identificadas diferenças significativas na prevalência das parasitoses intestinais, no entanto, foi observada uma associação entre enteroparasitoses e anemia por ferro sérico, ao contrário da análise por hemoglobina. A avaliação nutricional demonstrou que (50,98%) das crianças estavam com estado nutricional adequado (eutrófico) e (34,31%) apresentaram alterações com baixo peso e risco nutricional, e destas, (57,14%) estavam parasitadas, o que alerta para a maior atenção para este público em razão de doenças e complicações que podem advir desta condição. Nos aspectos epidemiológicos houve uma significativa relação entre a baixa escolaridade materna e as parasitoses intestinais, assim como deficiência quanto ao tratamento da água consumida, o que reforça que medidas preventivas são essenciais para o controle deste agravo, pois além dos prejuízos a saúde, refletem as condições de vida a que a comunidade está exposta, como saneamento básico deficiente e má qualidade de vida, especialmente para as crianças.
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Perfil da fragilidade em adultos mais velhos brasileiros: ELSI-Brasil

Perfil da fragilidade em adultos mais velhos brasileiros: ELSI-Brasil

Em resumo, a prevalência de fragilidade entre brasileiros com 65 anos ou mais é semelhante à observada, na faixa etária correspondente, em países europeus. As piores condições de saúde, a limitação funcional e a baixa escolaridade emergem como os fatores mais fortemente associados à fragilidade nessa população. Os resultados também mostram que a fragilidade pode ocorrer na ausência de multimorbidade e de limitações funcionais. Esses achados constituem a primeira estimativa de fragilidade para a população brasileira e podem fornecer subsídios para o planejamento e a implementação de intervenções e ações de cuidados de saúde, promovendo um envelhecimento ativo com mais qualidade de vida.
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Taxa de conversão para demência em uma coorte de idosos residentes na comunidade, São Paulo Brasil, com clinical dementia de 0 ou 0,5.

Taxa de conversão para demência em uma coorte de idosos residentes na comunidade, São Paulo Brasil, com clinical dementia de 0 ou 0,5.

Neste estudo foram utilizados o “Mini-mental State Examination” (MMSE) (Folstein et al., 1975), o teste de memória de lista de palavras e posterior evocação das mesmas (Atkinson e Shiffrin, 1971; Ruff, Quayhagen e Light, 1981), o de fluência verbal (categoria animais) (Isaacs e Kennie,1973; Rosen, 1980; Brucki et al., 1997) e o do relógio espontâneo e cópia (Shulmam e Silver, 1986), porque eles avaliam várias áreas da cognição e integram baterias neurocognitivas, como o Consortium to Establish a Registry for Alzheimer‘s Disease (CERAD) (Morris et al., 1989) que é uma bateria neuropsicológica validada para o português (Brucki et al., 1994; Bertolucci et al., 1998; Bertolucci et al., 2001). Além disso, estes testes foram escolhidos porque parecem ser menos vulneráveis aos efeitos da escolaridade, uma vez que nossa população é heterogênea quanto ao nível educacional, com predominância de indivíduos com baixa escolaridade (Bertolucci et al., 1994).
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VARIÁVEIS DE RISCO ASSOCIADAS À RECESSÃO GENGIVAL

VARIÁVEIS DE RISCO ASSOCIADAS À RECESSÃO GENGIVAL

A RG tem sido reportada como uma manifestação clínica de alta ocorrência. Dado este que pôde ser confirmado no presente estudo no qual a RG foi um evento frequente na população estudada,sendo mais prevalente em dentes maxilares. A RG estava associada principalmente a idade e a periodontite. A RG tem sua etiologia multifatorial, nãosendo possível quantificar ou qualificar aquela variável que é mais importante na sua causalidade, podendo estas agir em associação. Assim, o presente estudo mostrou quevariáveis como uso do fio dental,baixa escolaridade, sexo masculino e escovação inadequadatambém foram significativamente associadas com a ocorrência, extensão e gravidade da RG em diferentes pontos de corte e regiões.
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Prevalência de obesidade em mulheres na pós-menopausa atendidas em um ambulatório no sul do Brasil

Prevalência de obesidade em mulheres na pós-menopausa atendidas em um ambulatório no sul do Brasil

Este estudo objetiva avaliar a prevalência de obesidade em mulheres na pós-menopausa atendidas no Ambulatório Central da Universidade de Caxias do Sul. Para isso, foram entrevistadas 201 mulheres de janeiro de 2010 a abril de 2011, na faixa etária de 44 a 65 anos completos. Das 201 mulheres investigadas 50,7% apresentavam obesidade. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nas variáveis escolaridade, obesidade abdominal, Lipid Accumulation Product (LAP), glicemia elevada, HDL baixo e presença de síndrome metabólica. Em relação à escolaridade, observou-se que quanto maior o nível, maior o percentual de mulheres eutróficas (p=0,045). Entre aquelas com obesidade abdominal, observou-se que todas as obesas apresentaram circunferência da cintura acima de 88 cm (p<0,001). Foi encontrado um LAP maior naquelas com sobrepeso (22,1%) e obesidade (36,6%), quando comparado com mulheres eutróficas (1,3%) (p<0,001). Quanto à glicemia acima de 100 mg/dL ou uso de medicamento hipoglicemiante, observou-se um aumento quando comparadas às eutróficas, com sobrepeso e com obesidade (9,6%, 28,8%, 61,6%, respectivamente) (p=0,004). Em relação ao HDL, a tendência foi a mesma encontrada (9,4%, 33,0%, 57,5%) (p=0,001). A síndrome metabólica esteve presente em 5,8% das eutróficas, 26,4% das mulheres com sobrepeso e 67,8% entre as obesas (p=<0,001). Após o levantamento de informações e análise das variáveis observadas, pode-se concluir que a maioria das mulheres na pós-menopausa são obesas, têm baixa escolaridade, tiveram mais de três gestações, possuem obesidade abdominal, tem LAP e glicemia elevada, síndrome metabólica e baixo colesterol HDL.
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Iowa Gambling Task: avaliação da tomada de decisão em idosas saudáveis analfabetas...

Iowa Gambling Task: avaliação da tomada de decisão em idosas saudáveis analfabetas...

É importante destacar a importância da avaliação do processo de TD em idosos analfabetos e com baixa escolaridade, uma vez que no Brasil, há uma expressiva quantidade de indivíduos com baixa escolaridade ou sem escolaridade (27% analfabetos) (IBGE, 2014). Estes estudos têm implicações importantes, uma vez que idosos de baixa escolaridade tendem a tomar decisões inadequadas quando não compreendem plenamente as consequências de suas decisões. No Brasil podemos citar a contratação de empréstimos consignados, planos de telefonia e TV por assinatura, golpes de falsos sequestros entre outros, mais frequentes entre idosos e pessoas de baixa escolaridade (Rodrigues, 2012), com sérias implicações para a qualidade de vida do idoso, podendo também gerar sobrecarga para seu núcleo familiar. Uma das características comportamentais que prevalecem nesses casos é que a pessoa decide pelo ganho imediato, sem avaliar adequadamente as consequências futuras de sua ação. Embora exista uma presunção geral de que a TD é preservada em pessoas com a cognição intacta, evidências crescentes sugerem o contrário. A preservação da TD é essencial para independência e autonomia, uma vez que a consideração de que o indivíduo é efetivamente autônomo ocorre quando este tem preservado a sua capacidade de fazer escolhas e tomar decisões que não o coloquem em risco.
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Frequência de utilização do serviço público de puericultura e fatores associados.

Frequência de utilização do serviço público de puericultura e fatores associados.

As conclusões deste estudo indicam que a elevada frequência de crianças que não são levadas para acompa- nhamento no serviço público de puericultura pelas famílias está associada à baixa escolaridade materna e à estrutura familiar, bem como à percepção de que o acompanhamento é desnecessário na ausência de doença da criança. Dessa forma, faz-se necessário estabelecer medidas educacionais de sensibilização à população sobre a importância da pue- ricultura para que melhoras na saúde das crianças desse estrato socioeconômico possam ser alcançadas no médio e longo prazo.
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