Cães e gatos

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Neoplasmas oculares e de anexos em cães e gatos no Rio Grande do Sul: 265 casos (2009 -2014).

Neoplasmas oculares e de anexos em cães e gatos no Rio Grande do Sul: 265 casos (2009 -2014).

A maior parte dos cães e gatos acometidos por neoplasias oculares e dos anexos, neste estudo, eram adultos e idosos, a média de idade nos caninos concorda com a observada no trabalho de Olbertz & Montiani-Ferreira (2012) que foi de 8,1 anos. Em caninos a frequência de machos e fêmeas afetados por neoplasias foi semelhante e em felinos obser- vou-se maior frequência de fêmeas (66,67%) em relação a machos (33,33%), porém não é conhecido o número total de machos e fêmeas na população geral. Nos estudos reali- zados por Olbertz & Montiani-Ferreira (2012) e Dubielzig (2011) não foram encontrados dados que indicassem que o sexo dos cães e gatos é um fator de risco para o apareci- mento de neoplasias oculares. No trabalho de Silva (2013), os cães e gatos machos foram mais frequentemente acome- tidos do que as fêmeas. No caso dos gatos, estudos recentes identificaram uma prevalência superior de sarcoma pós- -traumático em machos, em detrimento das fêmeas (Du- bielzig et al. 2010), contudo no presente trabalho houve somente um caso de sarcoma pós-traumático.
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Cetoacidose diabética : estudo retrospetivo em cães e gatos

Cetoacidose diabética : estudo retrospetivo em cães e gatos

Tanto no Homem, como em cães e gatos, tem-se verificado que a DM predispõe a uma maior e mais exacerbada ocorrência de infeções bacterianas, associadas a um risco acrescido de complicações. Pensa-se que esteja relacionado com alterações a nível do sistema imunitário e decorrente da hiperglicémia presente em indivíduos com DM; de facto, algumas infeções são mais prevalentes na presença de CAD (Delamaire, Maugendre, Moreno, Le Goff, Allannic & Genetet, 1997; Joshi, Caputo, Weitkamp & Karchmer, 1999). No entanto, como referido anteriormente, a leucocitose está mais correlacionada com a gravidade da CAD, do que propriamente com a infeção em si (Flood & Chiang, 2001). Um estudo em Medicina Humana, verificou uma incidência significativamente superior de sinais de infeção respiratória em indivíduos sem DM, comparativamente aos indivíduos com DM (Yang, Salam, Ong & Yang, 2011). A ITU têm sido reportada como uma das infeções mais frequentes em indivíduos com DM, principalmente em felídeos, assumindo-se ser essencial a realização de uma urocultura em animais com CAD (Bailiff et al., 2006; Hess, 2010). Como referido anteriormente, a propósito da urinanálise e urocultura, a Escherichia coli parece ser o agente mais frequentemente envolvido (Hume et al., 2006; Mayer-Roenne et al., 2007). Hume e seus colaboradores (2006) verificaram que 20 e 6% dos 127 canídeos com CAD apresentavam ITU e pneumonia, respetivamente. Nos animais que apresentam doenças concomitantes mais graves (como a pancreatite necrosante) na ausência de cuidados de assépsia em determinados procedimentos (como na colocação de um catéter endovenoso ou na algaliação), a sépsis pode mesmo desenvolver-se. Nestes casos, para além da referida urocultura, poder-se-á fazer cultura de outros materiais biológicos, dependendo dos sinais clínicos e dos resultados dos parâmetros laboratoriais.
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Ectoparasitos de cães e gatos da cidade de Manaus, Amazonas, Brasil.

Ectoparasitos de cães e gatos da cidade de Manaus, Amazonas, Brasil.

São apresentados resultados da coleta de ectoparasitos em cães e gatos entre agosto de 2001 e maio de 2002 em diferentes bairros da cidade Manaus. No cão foram encontrados: Ctenocephalides f. felis (Bouché, 1835) (Siphonaptera, Pulicidae), Heterodoxus spiniger (Enderlein, 1909) (Phthiraptera, Boopidae), Trichodectes canis (De Geer, 1778) (Phthiraptera, Trichodectidae) e Rhipicephalus sanguineus (Latreille,1806) (Acari, Ixodidae). No gato foi coletado C. f. felis. A prevalência de ectoparasitos foi de 80,8% para cães e 72,7% para gatos. Para a pulga C. f. felis foi de 28,7% para cães e 72,7% para gatos. Para o piolho H. spiniger foi de 12,3% para cães. Para o piolho T. canis foi de 0,1% para cães e para o carrapato R. sanguineus foi de 63% para cães. A média de infestação de pulga foi de 1,26 para cães e 1,27 para gatos. A proporção sexual fêmea/macho foi de 1,96:1 no cão e de 3,66:1 no gato. A pulga C. canis (Curtis, 1826), registrada em 1922, não foi coletada.
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Cães e gatos: expressão das lesões em intoxicações criminais

Cães e gatos: expressão das lesões em intoxicações criminais

Os casos de intoxicações não intencionais ou intencionais são comuns na história da Medicina Veterinária principalmente em animais de companhia como cães e gatos. A Medicina Veterinária Legal utiliza amplo conhecimento para fundamentar laudos técnicos que tem como função auxiliar processos judiciais. De acordo com o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, intoxicar animais é crime de maus tratos. O reconhecimento adequado dos sinais clínicos, lesões anatomopatológicas características dos casos de intoxicação que levam á óbito associados com os métodos de identificação laboratorial de toxicologia forense, são fundamentais para estabelecer um diagnóstico definitivo do agente tóxico. No presente trabalho objetivou-se ampliar os estudos na área de Medicina Veterinária Legal e identificar lesões anatomopatológicas decorrentes de intoxicação em cães e gatos. No período de 2009 a 2014 foram selecionados do arquivo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, UNESP - Universidade Estadual Paulista, Campus de Botucatu, Departamento de Clínica Veterinária, Serviço de Patologia Veterinária, 42 casos, sendo 31 (73,8%) cães e 11 (26,2%) gatos. Destes casos 21 (50%) apresentaram Boletim de Ocorrência e 22 (52,4%) realizaram exame toxicológico. A maior prevalência foi de intoxicações por carbamato. O exame necroscópico revelou que a as principais causa mortis foram insuficiência cardiorrespiratória e choque hipovolêmico. No exame histopatológico de fígado, rim e encéfalo as principais lesões observadas foram congestão, degeneração e hemorragia. Os órgãos apresentaram sinais de autólise e putrefação. As técnicas diagnósticas utilizadas são complementares e auxiliam o Médico Veterinário a elaborar laudos técnicos para processos judiciais nos casos de intoxicações criminais.
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Infecções do trato urinário (ITU) de cães e gatos: etiologia e resistência aos antimicrobianos.

Infecções do trato urinário (ITU) de cães e gatos: etiologia e resistência aos antimicrobianos.

spp.) respondem por 75% dos casos. Este estudo teve como objetivo determinar a frequência de diferentes gêneros de bactérias em ITUs em cães e gatos, bem como a sua sen- sibilidade aos antimicrobianos utilizados na rotina clínica. Portanto, amostras de urina de 100 cães e gatos com sinais de ITU foram coletadas assepticamente, sofrendo avalia- ção microbiológica por meio de métodos qualitativos e quantitativos, além de urinálise. Todos os isolados foram submetidos a testes de sensibilidade aos antimicrobianos. ITU foi confirmada em 74% dos animais, não havendo pre- dominância quanto ao sexo. No que diz respeito à idade, 85% dos cães e 87% dos gatos tinham idades superiores a seis anos. Noventa e cinco cepas bacterianas foram isola- das, com maior frequência de Escherichia coli (55% do to- tal) dos sorogrupos O6 e O2. Constatou-se níveis elevados
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Transferência de imunidade passiva em cães e gatos neonatos

Transferência de imunidade passiva em cães e gatos neonatos

Os caninos e felinos possuem a placenta epitéliocorial, por isso a maioria dos anticorpos maternos são transferidos para os neonatos através da ingestão do colostro. A falha na transferência de imunidade passiva ocorre quando não há ingestão do colostro nas primeiras horas de vida ou quando a mãe produz um colostro de baixa qualidade ou pela não absorção de imunoglobulinas pelo trato gastrointestinal dos neonatos, tornando-os susceptíveis a infecções. Para diagnosticar esta falha podem ser utilizados testes indiretos (mensuração de enzimas hepáticas ou de proteínas plasmáticas) ou através de testes diretos (ELISA, imunodifusão radial e turbidimetria). A falha pode ser corrigida ao utilizar soro ou plasma sanguíneo de um animal da mesma espécie saudável e vacinado. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão bibliográfica a cerca dos aspectos fisiológicos, patológicos e terapêuticos envolvidos na imunização passiva em cães e gatos no período neonatal.
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Fontes de proteína e carboidratos para cães e gatos.

Fontes de proteína e carboidratos para cães e gatos.

RESUMO: O mercado de alimentos para cães e gatos absorve importante quantidade de proteínas e carboidratos, apesar disso poucos estudos existem sobre digestibilidade e energia metabolizável destes ingredientes. Arroz e milho têm sido considerados as melhores fontes de amido, mas demonstra-se que o sorgo é igualmente bem digerido por cães. Na interpretação dos estudos, deve-se distinguir os que empregaram farinhas ou amidos purificados dos que empregaram ingredientes moídos, como utilizado na fabricação de alimentos para animais de companhia. Além de sua digestibilidade e valor energético, amidos interferem na glicemia de cães, o que torna interessante se empregar, para animais em condições específicas, fontes de carboidrato que levem à menores respostas de glicose e insulina. Devido a elevada necessidade de proteína, ingredientes protéicos são importantes nas formulações. Proteínas de origem animal apresentam maior variação em composição química, qualidade e digestibilidade que as de origem vegetal. Farinhas de origem animal podem apresentar excesso de matéria mineral, limitando sua inclusão na fórmula, enquanto derivados protéicos vegetais apresentam diversos fatores anti-nutricionais que devem ser inativados durante seu processamento. Demonstra-se que proteínas vegetais apresentam boa digestibilidade e energia metabolizável para cães e gatos, sendo sua inclusão interessante para reduzir a matéria mineral da dieta, controlar o excesso de bases do alimento e manter adequada a digestibilidade do produto, neste sentido soja micronizada e o farelo de glúten de milho 60% se destacam em digestibilidade e teor de energia metabolizável. A farinha de vísceras de frango, dentre as proteínas de origem animal secas demonstra-se como a de melhor digestibilidade e energia metabolizável.
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Gonadectomia pré-puberal em cães e gatos.

Gonadectomia pré-puberal em cães e gatos.

Os hormônios gonadais associados ao hormônio de crescimento são responsáveis por maturação e fechamento da cartilagem epifisária dos ossos longos (KUSTRITZ, 2002; SYED & KHOSLA, 2005). O fechamento das epífises ósseas distais é retardado em cães e gatos submetidos à gonadectomia até sete meses de idade (SALMERI et al., 1991; STUBBS et al., 1996; SONTAS & EKICI, 2007) e o período de proliferação e hipertrofia dos condrócitos é mais longo, resultando em maior crescimento ósseo longitudinal (13% em fêmeas e 9% em machos) (ROOT et al., 1997). SALMERI et al. (1991) afirmaram que existe correlação inversamente proporcional entre a idade da gonadectomia e a altura de cães e gatos (castrados com sete semanas > sete meses > castrados após fechamento epifisário ou animais inteiros).
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Hérnia pós-incisão em cães e gatos.

Hérnia pós-incisão em cães e gatos.

O retardamento cicatricial e os fios de cate- gute que romperam ou tiveram os nós desatados, podem explicar porque em 66,66% dos animais, nas tabelas 1 e 2, a hérnia ocorreu após o quinto dia de pós-operatório e não antes. Assim, concorda-se com READ (1985) e TOGNINI & GOLDENBERG (1998) que, embora os fios absorvíveis sejam satis- fatórios nas celiorrafias, os fios inabsorvíveis ou absorvíveis sintéticos devem ser preferidos para a rafia da linha alba, tendo em vista que o tecido fibro- so precisa de sustentação por um tempo mais pro- longado até cicatrizar. Considera-se, no entanto, que a rafia da parede abdominal em cães e gatos, especi- almente da linha mediana, deve ser feita em plano único, envolvendo apenas peritônio e bainhas super- ficial e profunda, dos músculos retos do abdome, que se juntam para formar a linha alba, sem incluir
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Utilização de cães e gatos como sentinelas para a exposição a mercúrio

Utilização de cães e gatos como sentinelas para a exposição a mercúrio

A presença de contaminantes ambientais no ar, água, alimentos e ambiente doméstico pode representar riscos significativos para a população humana. Cada vez mais, os humanos dispendem o seu tempo em ambientes interiores e, de forma geral, passam em média mais de 12 horas por dia em casa, ficando expostos a vários tipos de contaminantes presentes no ambiente doméstico. Os animais domésticos, ao partilharem a habitação com os donos ficam sujeitos ao mesmo tipo de contaminantes. O principal objetivo deste trabalho é monitorizar os níveis de mercúrio em cães e gatos de companhia, na região Centro de Portugal (Aveiro e Covilhã), através da análise do seu pelo e sangue. Como objetivo secundário, pretende-s e validar a utilização de pelo dos animais de estimação como matriz não invasiva para quantificar as concentrações de mercúrio a que estão expostos. Adicionalmente, pretende-se verificar se estes animais podem actuar como sentinelas para o ser humano, sendo para tal também analisadas amostras de cabelo dos respetivos donos. Para atingir estes objectivos, e em colaboração com médicos veterinários, foram recrutados cães, gatos e respectivos donos para o presente estudo. Foi possível obter amostras de 45 cães, 17 gatos e 18 humanos a fim de analisar a concentração de mercúrio em pelo/cabelo e sangue.
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Casos de intoxicações exógenas em cães e gatos atendidos na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense durante o período de 2002 a 2008.

Casos de intoxicações exógenas em cães e gatos atendidos na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense durante o período de 2002 a 2008.

A diferença entre os números de intoxicações entre cães e gatos pode estar relacionada à característica dos felinos de serem mais seletivos que os caninos com sua alimentação, além de serem capazes de recusar obstinadamente qualquer alimento que apresente um odor que não lhes agrade. Esse número menor de casos é um fator positivo para a espécie, uma vez que os gatos apresentam peculiaridades metabólicas que podem favorecer um quadro de intoxicação quando comparados a outras espécies animais. A primeira característica está relacionada à deficiência relativa na conjugação de substâncias,
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Caracterização demográfica das populações de cães e gatos supervisionados do município de São Paulo.

Caracterização demográfica das populações de cães e gatos supervisionados do município de São Paulo.

animais e edificações, corrida, caça, guia de cegos ou uso pela polícia ou Exército; (b) animais de companhia: posse somente para companhia ou lazer, sem interação afetuosa mais intensa; (c) a nimais “pet”: animal de companhia, porém com uma relação próxima e afetuosa com seu proprietário, considerado membro da família. Mesmo que a seleção destes animais tenha atendido a demandas e necessidades específicas enquanto foram necessárias, atualmente não há uma razão clara para a manutenção destas espécies. Entretanto, a posse de cães e gatos é comum no mundo todo (MacPherson, 2000), intensificando-se a partir dos séculos XVI e XVII, quando a melhoria da qualidade de vida da população humana possibilitou criar animais sem função econômica (Thomas, 1988). O grau de dependência entre as espécies animais e o homem, principalmente no provimento de abrigo, alimento e água, permite classificar as populações de cães e gatos em (WHO, 1990): (a) domiciliadas: totalmente dependentes, restritos e supervisionados por um proprietário; (b) semidomiciliadas: totalmente dependente, semirrestrito, eventualmente classificado como “de família”; (c) de vizinhança: semidependente, semirrestrito ou sem restrição, sob responsabilidade coletiva; (d) feral: independente e sem restrição, embora necessite de sobras para sobrevivência, não possui um responsável, sem interação com humanos.
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Características da população de cães e gatos domiciliados do Brasil

Características da população de cães e gatos domiciliados do Brasil

A presença de animais atropelados no entorno de unidades de conservação evidencia que animais errantes e semi-domiciliados são potenciais invasores destas áreas protegidas, comprometendo sua biodiversidade (SANTOS et al. 2014). Efeitos deletérios desta interação são a transmissão de doenças a animais silvestres (ACOSTA-JAMETT et al., 2011), a predação de espécies nativas (GALETTI & SAZIMA, 2006) e a contaminação ambiental pela deposição de excretas (CAPUANO & ROCHA, 2006; JOFFILY et al., 2013). Segundo Dickman (1996), cães e gatos são considerados espécies exóticas predadoras de espécies nativas, com potencial de impactar o ecossistema através de processos de competição e de introdução de doenças e parasitas. Os gatos estão listados entre as cem espécies exóticas invasoras do mundo mais danosas (LOWE et al. 2000).
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Capilariose hepática em cães e gatos: 15 casos.

Capilariose hepática em cães e gatos: 15 casos.

No período estudado, foram necropsiados 3.927 cães e 435 gatos, dos quais 9 cães (0,23%) e 6 gatos (1,38%) apresentaram parasitismo por C. hepatica. Os dados (idade, sexo, raça, procedência e grau de lesão) dos cães e gatos parasitados constam das tabelas l e 2. Três animais apresentaram sinais clínicos relacionados à doença hepática. O cão 12 apresentou sinais clínicos de distúrbios nervosos acompanhados de vômitos, que iniciaram l mês antes da morte e o cão 8 apresentou, durante oito dias, apatia, anorexia, vômitos, dor abdominal, congestão conjuntival e fezes amareladas e fétidas. O gato 3 apresentou dor abdominal, icterícia, salivação, apatia e decúbito permanente seguido de morte. O cão 15 estava caquético, apesar de se alimentar bem. Esse animal foi submetido à eutanásia por apresentar carcinoma de células escamosas na pele.
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Tumores de cães e gatos diagnosticados no semiárido da Paraíba.

Tumores de cães e gatos diagnosticados no semiárido da Paraíba.

Muitos tumores são diagnosticados anualmente pelo Laboratório de Patologia Animal (LPA) do Hospital Veteri- nário da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Patos, Paraíba, Brasil. Grande parte desses tumores é ma- ligna e, muitas vezes, é a causa da morte ou a razão para eutanásia devido ao prognóstico desfavorável e às compli- cações sistêmicas. O conhecimento da frequência, assim como as características epidemiológicas são importantes para o tratamento e proϐilaxia dos tumores. O objetivo des- te trabalho foi determinar a frequência e algumas caracte- rísticas epidemiológicas dos tumores diagnosticadas em cães e gatos no LPA durante o período de 2003 a 2010.
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Estudo epidemiológico das dermatofitoses em cães e gatos atendidos no serviço de dermatologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP - Botucatu

Estudo epidemiológico das dermatofitoses em cães e gatos atendidos no serviço de dermatologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP - Botucatu

Em todos os estudos realizados sobre dermatofitose, os agentes mais comumente isolados foram: M.canis, M. gypseum e T. metagrophytes, embora ocorra variação segundo a espécie em diferentes regiões do mundo (FERREIRO et al., 1997; JAHAM; PARADIS, 1997; SMITH, 1988; SPARKES et al., 1993; YAMAMURA et al., 1997; CABAÑES, 2000; GAMBALE et al., 1987; MARCHISIO; GALLO; TULLIO, 1995; MORIELLO; DEBOER, 1991; SIMPANYA; BAXTER, 1996). Dos animais incluídos, no presente estudo, 94,1% apresentaram cultura do pelo positiva para Microsporum spp , e 5,9% para Trichophyton spp . Segundo Mancianti et al. (1999) e Brilhante et al. (2003), M. canis é o dermatófito mais comumente envolvido nas lesões dermatofíticas de gatos. M. canis também foi aquele dermatófito mais isolado em trabalhos com cães na Itália (FAGGI, 1989; TAMPIERI et al., 1994; FILIPELLO et al., 1995; MANCIANTI et al., 2002). Em estudo epidemiológico realizado por CAFARCHIA et al.(2004), o dermatófito mais evidenciado foi o Microsporum canis , ocorrendo em 77,7% dos cães e gatos.
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Alimentação natural para cães e gatos.

Alimentação natural para cães e gatos.

RESUMO - Um grande “recall” de alimentos PET ocorrido em 2007 nos Estados Unidos devido à contaminação fraudulenta por melamina, foi ponto chave para o interesse atual sobre novas alternativas alimentares para cães e gatos, a parte a rações comerciais convencionais. A procura por novidades no setor pet food, combinada com uma tendência permanente de humanização na indústria pet, acarreta aumento da procura por alimentos diferenciados para animais de estimação. Dentre os tipos de dietas alternativas encontram-se as dietas naturais, as orgânicas, entre outras. Entretanto, não existem orientações específicas para a fabricação e rotulagem de produtos que contenham carne crua, o que poderia ocasionar desequilíbrios e risco à saúde de proprietários que fornecem esse tipo de alimentação a seus animais de estimação. Por outro lado, os alimentos naturais podem ser constituídos por ingredientes destinados à alimentação humana, buscando uma aproximação da composição dos alimentos que os animais (cães e gatos) obtinham da natureza, com maior contribuição dos nutrientes, como proteína e lipídeos, a esses animais. Os efeitos que estes podem causar em animais de estimação são diversos, desde parâmetros relacionados ao surgimento de doenças, por afetarem o metabolismo de proteínas, carboidratos e/ou lipídeos, até fatores ligados à qualidade fecal e, mais além, na questão da segurança alimentar. Assim, os alimentos comerciais naturais são nichos de mercado potenciais e surgiram para atender a demanda de proprietários cada vez mais exigentes com relação à alimentação e nutrição de seus animais de companhia. Entretanto, é importante uma avaliação criteriosa e científica deste nicho de mercado, buscando estabelecer suas vantagens e desvantagens sob o ponto de vista nutricional e de segurança alimentar.
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Antibioticoprofilaxia em cirurgias de cães e gatos: necessidade e realidade.

Antibioticoprofilaxia em cirurgias de cães e gatos: necessidade e realidade.

A administração profilática de antimicrobianos tem por objetivo evitar a contaminação do ferimento cirúrgico, após exposição a algum micro-organismo e antes da instalação do processo de infecção, devendo alcançar e manter concen- trações antimicrobianas inibitórias, no local da incisão, durante todo o procedimento cirúrgico, a fim de evitar o crescimento de patógenos contaminantes. Na medicina veterinária, a antibioticoprofilaxia é claramente aceita como importante medida da redução e controle da incidência de infecções do sítio cirúrgico. Este estudo objetivou avaliar a utilização de antibióticos nos procedimentos cirúrgicos, realizados na clínica cirúrgica de cães e gatos do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Viçosa, considerando a sua necessidade e a realidade. A população para o estudo foi constituída dos pacientes submetidos a tratamento cirúrgico, no período de 11 de maio a 11 de novembro de 2007. A utilização de antibióticos nos procedimentos estudados não foi padronizada ou alterada, para realização deste estudo. Assim, concluiu-se que é necessário estabelecer critérios para a antibioticoprofilaxia, bem como sua padroni- zação no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Viçosa, para corrigir possíveis falhas no processo de preven- ção das infecções do sítio cirúrgico.
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Diálise peritoneal em cães e gatos

Diálise peritoneal em cães e gatos

A Diálise Peritoneal é uma ferramenta terapêutica que pode ser indicada para as mais diversas afecções, tais como insuficiência cardíaca congestiva, intoxicações e injúria renal aguda, condições clínicas de alta casuística em pequenos animais. No entanto, sua prática é pouco difundida na medicina veterinária, pois, embora seja de baixo custo e de técnica simples, seu emprego possui algumas restrições e necessita de pessoal especializado. A terapia conservadora, baseada em fluidoterapia, é ineficiente em promover a redução de toxinas urêmicas, fazendo com que os pacientes sofram seus efeitos deletérios, evoluindo frequentemente para o óbito. Desta forma, a diálise peritoneal tende a ser cada vez mais indicada na medicina veterinária, objetivando melhor qualidade de vida e sobrevida dos cães e gatos.
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Derrame pericárdico em cães e gatos

Derrame pericárdico em cães e gatos

Os tumores primários do coração são raros em cães e gatos (Aupperle et al., 2007; Detwiler & Patterson, 1965), estando descrita a incidência de 0,03% para os gatos – resultado de Ware (1995) mencionado por Aupperle et al. (2007). O linfoma é o tumor cardíaco mais comum em gatos, seguido de variados carcinomas (a maioria deles metástases); o hemangiossarcoma cardíaco é raro nesta espécie, tal como as neoplasias da base da aorta, os fibrossarcomas e os rabdomiossarcomas (Ware, 2014). Os mesoteliomas (malignos) são raros em Medicina Veterinária, especialmente em gatos; quando ocorrem nesta espécie, surgem maioritariamente na cavidade torácica, nomeadamente na pleura (Bacci et al., 2006; Filho, Magalhaes, Conforti, Santilli & Calazans, 2015; Weiss, Costa & Klopfleisch, 2010). Independentemente da localização do mesotelioma, o prognóstico é mau quer para gatos (Filho et al., 2015), quer em Medicina Humana (Addis & Roche, 2009; Orenstein & Schenker, 2000). Sparkes et al. (2005) referem que os gatos com mesotelioma sobrevivem pouco tempo (de dias a poucas semanas) após o diagnóstico; referem também que o tratamento paliativo pode basear-se na drenagem do derrame, sempre que necessária, e na administração de prednisolona. Relativamente ao tratamento etiológico em gatos, poderá realizar-se a administração de piroxicam injetável (0,3 mg/kg SC, a cada 48h) durante quatro meses e de carboplatina intravacitária (180 mg/m 2 ) a cada 3 semanas num total de 4 doses – o gato sujeito a este tratamento tinha mesotelioma peritoneal e viveu 6 meses (Spugnini et al., 2008). No caso de um mesotelioma pericárdico, é provável que a pericardiectomia tenha de ser feita primeiro. Sparkes et al. (2005) reportou o uso de carboplatina intratorácica num gato com mesotelioma pleural – dada a total remissão dos sinais clínicos, os resultados foram motivadores mas, por opção dos donos, o tratamento foi suspenso e o gato foi sujeito a eutanásia 120 dias após a primeira apresentação. A ciplastina, usada em cães em vez da carboplatina, é altamente tóxica para gatos (Sparkes et al., 2005).
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