Capim-Tanzânia

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Produção e valor nutritivo do capim-tanzânia fertilizado com nitrogênio e fósforo.

Produção e valor nutritivo do capim-tanzânia fertilizado com nitrogênio e fósforo.

próximos aos obtidos por Gerdes et al. (2000), que anali- sando os teores de FDN de três forrageiras (Brachiaria brizantha, cv. Marandu; Setaria sphacelata; e Panicum maximum, cv. Tanzânia) amostradas aos 35 dias, aplicaram nitrogênio em cobertura (100 kg/ha) logo após o corte de rebaixamento e obtiveram concentrações médias de FDN de 68,8; 72,7; 57,9 e 62,3% para o capim-marandu, 70,7; 71,5; 58,7 e 62,9% para o cultivar Setária e 74,7; 78,8; 70,7 e 67,7% para o capim-tanzânia.

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Sistema radicular do capim-tanzânia adubado com potássio e magnésio.

Sistema radicular do capim-tanzânia adubado com potássio e magnésio.

RESUMO - Um experimento em casa de vegetação foi conduzido no período da primavera de 2004 visando à obtenção de informações relativas aos atributos do sistema radicular de Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia adubado com combinações de potássio e magnésio em solução nutritiva. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial 5 2 incompleto, com 13 combinações de doses de potássio e magnésio, em mmol/L: 0,4K/0,05Mg; 0,4K/1,35Mg; 0,4K/2,65Mg; 3,2K/0,70Mg; 3,2K/2,00Mg; 6,0K/0,05Mg; 6,0K/1,35Mg; 6,0K/2,65Mg; 8,8K/0,70Mg; 8,8K/2,00Mg; 11,6K/0,05Mg; 11,6K/1,35Mg e 11,6K/2,65Mg. Após o segundo corte das plantas, realizou-se a coleta das raízes, utilizando- se água corrente e água desionizada com auxílio de peneiras de 0,25 e 1,00 mm. As combinações de doses de potássio e de magnésio foram determinantes para a produção de matéria seca de raízes, o comprimento radicular, a concentração de magnésio nas raízes e as concentrações conjuntas de potássio, magnésio e cálcio. De forma isolada, as doses de potássio alteraram a superfície radicular, o comprimento e a superfície radicular específicos e a concentração de potássio nas raízes. As doses de magnésio, isoladamente, promoveram aumento na superfície radicular e decréscimo na concentração de cálcio nas raízes. As maiores respostas do sistema radicular do capim-tanzânia foram obtidas com o fornecimento de potássio de 6,0 a 8,8 mmol/L e de magnésio de 1,4 a 2,0 mmol/L na solução nutritiva. A participação do potássio foi de 35 a 53% e a do magnésio em torno de 20% na concentração total de potássio, magnésio e cálcio nas raízes.
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Disponibilidade e composição química do capim-tanzânia, pastejado por caprinos

Disponibilidade e composição química do capim-tanzânia, pastejado por caprinos

Observou-se que a disponibilidade de massa verde total e de massa seca total de forragem na entrada dos animais nos piquetes apresentou tendência de diminuição ao longo dos ciclos de pastejo e padrão de resposta semelhante foi observado após saída dos animais (pós-pastejo) (Tabela 1). O valor médio de 19.888 kg /ha para massa verde total, após um período de 27 dias de crescimento é superior aos valores encontrados por Machado et al. (15) que observaram no capim-tobiatã, colhido a cada 35 dias, produções de matéria verde total da ordem de 16.826 kg/ha. Já Teixeira et al. (16), observaram valores de 12.374 kg/ha de capim- tobiatã sob pastejo rotativo para um período de descanso de 33 dias, enquanto Cecato et al. (17) observaram produção de 16.566 kg/ha na produção de capim-tanzânia.
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Formas de aplicação de calcário nas características agronômicas do capim-tanzânia.

Formas de aplicação de calcário nas características agronômicas do capim-tanzânia.

A Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais (CFSEMG, 1999) considera o capim-tanzânia como uma gramínea utilizada em sistemas de produção de médio a alto ou intensivo nível tecnológico e recomenda a elevação da saturação por bases do solo (V) a níveis de 45%, porém Werner et al. (1996), ressaltando o potencial de resposta à calagem do capim-tobiatã (P. maximum Jacq.), sugere a elevação de V a 60% para manutenção desta espécie. Luz et al. (2000), estudando a incorporação do calcário em pastagem degradada de capim-tobiatã, obtiveram maiores produções de MS quando se aplicou as doses com grade leve, com 16 discos de 16 , na posição destravada, incorporando o corretivo a aproximadamente 5 cm de profundidade, apesar de não encontrarem diferença entre os tratamentos aplicados (calcário tradicional calcinado e elevações de saturação por bases para 40% e 80% e calcário incorporado ou não) na variável densidade de perfilhos.
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Morfogênese do capim-tanzânia submetido a adubações e intensidades de corte.

Morfogênese do capim-tanzânia submetido a adubações e intensidades de corte.

Na Tabela 1 são apresentados os dados referentes à taxa de aparecimento foliar (TApF) e filocrono do capim- tanzânia. Não foi observado efeito da interação (P>0,05) adubação × intensidade de corte. A taxa de aparecimento foliar (TApF) e o filocrono não foram influenciados pelas intensidades de corte (P>0,05). No entanto, as combinações contendo N proporcionaram maior TApF, sendo encontra- dos 0,21; 0,20 e 0,18 folhas/dia para as combinações NK, NP e NPK, respectivamente. Mesma tendência (P<0,05) foi ob- servada para filocrono, calculado como o inverso da TApF, para o qual foram obtidos valores de 4,68; 5,03 e 5,42 dias/ folha para as adubações com NK, NP e NPK, respectivamente. A não-significância da intensidade de corte sobre a TApF pode ser atribuída à pequena diferença entre as intensidades de corte adotadas. Provavelmente, em inten- sidades de corte mais contrastantes, a folha teria que percorrer maior trajeto no interior do pseudocolmo, diminuindo a TApF quando reduzida a intensidade de corte. Tendência semelhante foi encontrada por Garcez Neto et al. (2002), em pesquisa com capim-mombaça sob diferentes níveis de adubação nitrogenada (0, 50, 100 e 200 mg/dm 3 ) e alturas de corte (5, 10 e 20 cm).
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Composição química de capim-tanzânia adubado com nitrogênio e fósforo.

Composição química de capim-tanzânia adubado com nitrogênio e fósforo.

As doses de nitrogênio tiveram efeito linear decrescente sobre o teor de cálcio da parte aérea do capim- tanzânia (Figura 1)no entanto, não foi verificado efeito das doses de P 2 O 5 sobre essa variável. Werner et al. (1996) apresentaram a faixa do teor adequado de cálcio nas plantas de capim-colonião (Panicum maximum cv. Colonião) entre 3 e 8 g/kg. As médias observadas atendem esse critério, com teores variando de 4,1 a 4,2 g/kg para doses de 0, 50 e 100 kg de P 2 O 5 /ha. Os teores de cálcio reduziram com o aumento das adubações (N e P 2 O 5 ). As médias encontradas foram de 4,5; 4,3; 3,9 e 4,0 g/kg para as doses de 0, 100, 200 e 300 kg de N/ha, provavelmente em virtude do efeito de diluição, que ocasionou aumentos significativos no rendimento forrageiro quando a gramínea foi adubada, concordando com relatos de Andrade et al. (2000), que, avaliando os efeitos das adubações nitrogenados (de 20 a 380 kg de N /ha) e
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Desenvolvimento e nutrição do capim-Tanzânia em função da aplicação de zinco

Desenvolvimento e nutrição do capim-Tanzânia em função da aplicação de zinco

As pastagens são a principal fonte de alimento para o rebanho bovino no Brasil e são constituídas principalmente por gramíneas, destacando novas cultivares exigentes nutricionalmente, como o capim-tanzânia (Panicum maximum), o qual apresenta boa produtividade, qualidade e aceitabilidade pelos animais, proporcionando ganhos de peso elevados. As forragens de alta qualidade devem fornecer energia, proteína, minerais e vitaminas para atender a necessidade animal em pastoreio. Para a formação e a manutenção dos pastos, o fornecimento e o balanço de nutrientes na planta assumem importância fundamental, o que influencia diretamente na qualidade da forragem, sendo a prática da adubação indispensável para produtividade pastagens, destacando-se os micronutrientes, a exemplo do zinco.
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Desempenho de novilhos de corte em pastos de capim-tanzânia sob quatro alturas de desfolha.

Desempenho de novilhos de corte em pastos de capim-tanzânia sob quatro alturas de desfolha.

, parcelados em duas aplicações, sendo a primeira incorporada ao solo na ocasião de plantio, e a segunda por cobertura no início da primavera. Foram avaliadas quatro alturas do capim- tanzânia sob lotação contínua por bovinos de corte: 20; 40; 60 e 80cm, distribuídas aleatoriamente em 12 piquetes de 1ha cada, com três repetições, em uma área levemente ondulada. A altura do dossel era mensurada em 20 pontos aleatórios por piquete, com régua graduada em centímetros. As estimativas de massa de forragem de lâminas foliares verdes, colmos+bainhas e material senescente na pastagem foram realizadas em intervalos de 28 dias, utilizando-se um quadrado metálico, com 0,25m 2 , com oito amostras de corte rente ao solo por piquete.
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Estabelecimento de pastagem de capim-tanzânia usando milheto como cultura acompanhante.

Estabelecimento de pastagem de capim-tanzânia usando milheto como cultura acompanhante.

é de boa qualidade, em termos de PB, pois está acima do limite de 7%, considerado crítico na nutrição dos animais ( National Research Council - NRC, 1996). Os teores médios de FDN da consorciação ca- pim-tanzânia mais milheto foram de 79,7; 72,1 e 66,7% e os de FDA, 51,6; 45,2 e 42,3%, respectiva- mente, para as freqüências de corte 1, 2 e 3. Confron- tando-se os teores de FDN e de FDA da consorciação com os do capim-tanzânia exclusivo (78,8; 72,6 e 67,1% de FDN e 49,4; 45,1 e 42,4% de FDA, Tabela 6), verifica-se que os valores são semelhantes, com pequena oscilação de menos de 1%, exceto a FDA na freqüência de corte 1.
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Produção de forragem do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas.

Produção de forragem do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas.

dos tecidos da forragem foram elevadas, atingindo valores médios próximos a 35%. Resultados seme- lhantes foram obtidos por Pepiliasco (2000) e Cecato et al. (2001), ao trabalharem com capim-Tanzânia manejado por controle da altura do dossel forrageiro. Embora para a menor e maior alturas de dossel tenha correspondido à maior e menor porcentagens de ma- terial morto (Figura 8), os valores de massa de material morto foram quase o dobro para a maior altura de dossel (Figura 3). Isto ocorre porque, segundo Hodgson (1990) e Pinto et al. (2001), quanto maior a MF, maiores as perdas por senescência, conseqüência da baixa utilização da forragem produzida.
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Atividade enzimática no solo e dinâmica de carbono e nitrogênio em pastos de capim-tanzânia sob índices de área foliar residual

Atividade enzimática no solo e dinâmica de carbono e nitrogênio em pastos de capim-tanzânia sob índices de área foliar residual

temperatura e atividade enzimática em solos de pastos de capim-tanzânia submetidos a diferentes intensidades de pastejo intermitente. O experimento foi conduzido no setor de Caprinocultura da UNESP – Jaboticabal no período de dezembro de 2010 a maio de 2012. Os tratamentos consistiram de três índices de área foliar residual (IAFr) (0,8; 1,6; 2,4), em medidas repetidas no tempo com quatro blocos utilizados para as avaliações, totalizando 12 unidades experimentais. Os IAFr foram medidos com o auxílio do aparelho analisador de dossel. O critério adotado para entrada dos animais foi 95% de interceptação luminosa (IL), permanecendo até que o IAFr alvo fosse alcançado. As variáveis avaliadas foram: produção de massa de forragem, composição química da serrapilheira, estoques de carbono e nitrogênio no solo, emissão de CO 2 , temperatura e
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Valor nutritivo do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas.

Valor nutritivo do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) pastejado em diferentes alturas.

tanto na lâmina como no colmo, para todas as alturas, com elevação no período intermediário e redução no final. A redução das concentrações no período final pode ser explicada pela diminuição da precipitação (Ta- bela 1), posto que a água constitui-se em veículo natural para o movimento dos íons no solo, o que, provavelmente, pode ter proporcionado redução na capacidade de absorção deste elemento e na dispo- nibilidade do mesmo no solo (Gomide, 1976). As concentrações de P na lâmina foliar e no colmo foram superiores às encontradas por Almeida et al. (2000), em capim-elefante anão cv. Mott, e próxi- mas às observadas por Rego (2001), em capim- Tanzânia. Para grama Bermuda Florakirk em dife- rentes idades de crescimento, Vieira et al. (1999) observaram redução nas concentrações de P na forragem com o aumento da idade de crescimento. Neste estudo, as concentrações médias de P nas lâminas foram adequadas para atender às exigências de animais em terminação (NRC, 1996). Embora as concentrações de P para lâminas foliares e colmos sejam consideradas altas em relação aos dados dis- poníveis na literatura, deve-se ressaltar que, neste trabalho, a quantidade de adubação fosfatada aplica- da foi elevada. Portanto, pesquisas são necessárias para determinar quanto desse elemento está disponí- vel ao animal para predizer a real necessidade de suplementação mineral em pastejo.
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Macronutrientes em folhas diagnósticas do capim-tanzânia adubado com nitrogênio e cálcio.

Macronutrientes em folhas diagnósticas do capim-tanzânia adubado com nitrogênio e cálcio.

CECATO, U.; RÊGO, F.C.A.; CANTO, M.W. et al. Conteúdo de minerais do capim-Tanzânia manejado em diferentes alturas, sob pastejo. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 38., 2001, Piracicaba. Anais... Piracicaba: Sociedade Brazileira de Zootecnia, 2001. p.120-121. COLOZZA, M.T. Rendimento e diagnose foliar dos capins Aruana e Mombaça cultivados em Latossolo Vermelho- Amarelo. 1998. 127f. Tese (Doutorado em Solos e Nutrição de Plantas) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Piracicaba.

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ESTRUTURA E PRODUTIVIDADE DE CAPIM-TANZÂNIA SUBMETIDO A DIFERENTES FREQUÊNCIAS DE DESFOLHAÇÃO STRUCTURE AND PRODUCTIVITY OF TANZANIA GRASS SUBJECTED TO DIFFERENT DEFOLIATION FREQUENCIES

ESTRUTURA E PRODUTIVIDADE DE CAPIM-TANZÂNIA SUBMETIDO A DIFERENTES FREQUÊNCIAS DE DESFOLHAÇÃO STRUCTURE AND PRODUCTIVITY OF TANZANIA GRASS SUBJECTED TO DIFFERENT DEFOLIATION FREQUENCIES

11. Ferreira DF. Sisvar: a computer statistical analysis system. Versão 5.3 (Build 77). Lavras: UFLA; 2011. 12. Mello ACL, Pedreira CGS. Respostas morfológicas do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia-1) irrigado à intensidade de desfolha sob lotação rotacionada. Revista Brasileira de Zootecnia. 2004;33(2):282-289.

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Fluxo de tecido e produção de capim-tanzânia irrigado sob diferentes densidades de plantas e doses de nitrogênio

Fluxo de tecido e produção de capim-tanzânia irrigado sob diferentes densidades de plantas e doses de nitrogênio

Quando a interceptação pelo dossel da radiação fotossinteticamente ativa atingia 95%, independentemente da altura das plantas de capim-tanzânia, alocava-se um retângulo (0,60 × 1,3 m) na parte central da parcela, em uma área representativa, e efetuava-se a medida da altura e a colheita das plantas a 20 cm do solo. Posteriormente, essas amostras foram pesadas e divididas em duas subamostras. Na primeira subamostra, foram avaliados os componentes morfológicos da forragem, separando as plantas em frações lâmina foliar, colmo + bainha e material morto. O material foi colocado em sacos de papel previamente identificados e levado a estufa de circulação forçada a 65 o C até peso constante. A segunda subamostra foi pesada, colocada em saco de papel previamente identificado e levada a estufa de circulação forçada a 65ºC até peso constante. Os valores de massa de forragem foram convertidos em g de MS. m -2 e os componentes morfológicos expressos em g de massa de forragem.m -2 .
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Resposta do capim-tanzânia à aplicação de soro ácido de leite.

Resposta do capim-tanzânia à aplicação de soro ácido de leite.

(2001), no campo, obteve relação média de lâmina foliar:(colmo + bainha) com capim-tanzânia de apro- ximadamente 1:1, ou maior, quando menos adubado. Os teores de N nítrico na planta variaram de 3.457 a 1.792 mg/kg, no primeiro corte, de 1.152 a 719 mg/kg, no segundo, e de 2.144 a 749 mg/kg, no terceiro corte. Esses limites de valores se referem, respectivamente, ao tratamento que não recebeu soro e ao que recebeu a maior dose. Portanto, houve dimi- nuição do teor de N nítrico com o aumento das do- ses de soro (Tabela 4), e as plantas com os maiores teores foram as que apresentaram deficiência de K e menor produção de matéria seca. Nas plantas mais desenvolvidas, no tratamento que recebeu a maior aplicação de soro, a diminuição do teor de nitrato deveu-se, em parte, ao efeito de diluição, mas como a assimilação é influenciada pela nutrição da planta (Mengel & Kirkby, 1987), aquelas com melhor supri- mento em K devem apresentar maior eficiência na redução do íon. A ingestão de plantas com teores de nitrato entre 1.500 e 3.000 mg/kg pode provocar into- xicação em bovinos e ovinos se ela ocorrer durante três ou mais dias consecutivos (Pereira, 1992). Des- se modo, os teores observados no capim-tanzânia, exceto o das plantas com deficiência aguda de K, estão abaixo do citado por Pereira (1992) e não pro- vocariam intoxicação nesses animais.
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Capim-tanzânia submetido a combinações entre intensidade e freqüência de pastejo.

Capim-tanzânia submetido a combinações entre intensidade e freqüência de pastejo.

A massa de forragem, assim como a altura do dossel na condição de pré-pastejo, aumentou de acordo com o incremento nos níveis de IL. Maiores valores de massa de forragem foram verificados nos tratamentos de 100% de IL (Tabela 2). Estes, apesar de apresentarem maior massa de forragem no início do pastejo, apresentaram grande quantidade de material morto e colmo na sua composição, principalmente no caso do resíduo de 50 cm (Figura 5). Os tratamentos de 90% de IL foram os que apresentaram a menor massa de forragem no pré-pastejo (Tabela 2). Entretanto, apresentaram a menor produção de colmos durante todo o período de avaliação (Figura 5). Os elevados valores de massa de forragem por ciclo de pastejo para os tratamentos de 100% de IL não implicaram necessariamente que estes fossem os mais produtivos, uma vez que foram obtidos à custa de longos períodos de descanso (Figura 2), que reduziram o número de ciclos de pastejo realizados durante o período experimental (Tabela 1). Adicionalmente, as alterações em estrutura do dossel forrageiro em função do elevado alongamento de colmos (Barbosa, 2004) e a grande quantidade de material morto acumulada no perfil do Figura 4. Altura do dossel de capim-tanzânia, na condição
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Degradabilidade in situ e consumo voluntário de capim Tanzânia (Panicum maximu, J. cv. Tanzânia), sob pastejo, por vacas em lactação

Degradabilidade in situ e consumo voluntário de capim Tanzânia (Panicum maximu, J. cv. Tanzânia), sob pastejo, por vacas em lactação

Considerando o valor protéico, Milford e Minson (1966), citados por CECATO (1993), relataram que, para gramíneas tropicais, teores de proteína bruta (PB) inferiores a 7% (na MS) promovem redução da digestão das mesmas, devido à diminuição do crescimento dos microrganismos no rúmen. No entanto, existem estudos com gramíneas tropicais demonstrado que quando estas são colhidas ou pastejadas em idades adequadas e manejadas de forma correta, estes valores de PB podem ser superiores (CECATO, 1993; EUCLIDES et al., 1993a). EUCLIDES et al. (1993a) observaram teores de PB em torno de 16,1% para capim Tanzânia em idade imatura; Por outro lado, quando maduro, este valor decresceu para 7,4%. SOUZA et al. (1996) encontraram, para o mesmo cultivar, teor de PB de 12% e PINTO et al. (1998) de 8,2%.
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Influência da irrigação, da densidade de plantio e da adubação nitrogenada nas características morfogênicas, estruturais e de produção do capim-tanzânia.

Influência da irrigação, da densidade de plantio e da adubação nitrogenada nas características morfogênicas, estruturais e de produção do capim-tanzânia.

No período das águas, a taxa de alongamento do pseudocolmo (TAlPC) do capim-tanzânia foi influenciada somente pela adubação nitrogenada (Tabela 1), o que reflete o efeito direto desse nutriente. Além dessa influência, o N age como fator controlador dos processos de crescimento e desenvolvimento das plantas, proporcionando aumento de biomassa pela fixação de carbono (Nabinger, 2001). Esse resultado confirma que não só a água, mas também a radiação solar incidente, influenciou o desenvolvimento de capim- tanzânia durante o período das águas. Portanto, é necessário manejo rigoroso para favorecer o acúmulo de lâminas foliares, e não de pseudocolmos, para garantir oferta de forragem de melhor qualidade para animais em pastejo.
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Perdas de forragem em capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1) manejado sob diferentes alturas sob pastejo.

Perdas de forragem em capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq cv. Tanzania-1) manejado sob diferentes alturas sob pastejo.

A pastagem de capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq cv. Tanzânia-1) foi estabelecida por sementes (valor cultural = 28%) no final do mês de setembro/98 após preparo convencional do solo. Foi dividida em oito unidades experimentais, com áreas que variaram de 1,04 a 1,27 ha, sendo uma área adjacente de cinco hectares destinada aos animais reguladores. A adubação fosfatada e potássica foi realizada a lanço e incorporada por meio de gradagens pouco antes da semeadura. Foram aplicados 180 kg/ha de P 2 O 5 e 60 kg/ha de K 2 O, conforme análise do solo, e as recomendações da COMISSÃO DE FERTILI- DADE DO SOLO - RS/SC (1995). A adubação nitrogenada foi fracionada em quatro aplicações, de 40, 100, 80 e 30 kg/ha de nitrogênio, utilizando-se uréia, aplicada a lanço.
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