Carcinoma adenóide cístico

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Estudo imunoistoquímico da expressão de actina, vimentina, calponina e caldesmona no adenoma pleomórfico, adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade e carcinoma adenóide cístico de glândulas salivares

Estudo imunoistoquímico da expressão de actina, vimentina, calponina e caldesmona no adenoma pleomórfico, adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade e carcinoma adenóide cístico de glândulas salivares

Dentre as neoplasias de glândulas salivares com participação das células mioepiteliais, encontra-se o adenoma pleomórfico (AP), o mioepitelioma (ME), o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade (APBGM) e o carcinoma adenóide cístico (CAC). A proposta deste trabalho foi estudar a expressão de actinas, vimentina, calponina e caldesmona no AP, ME, APBGM e CAC, buscando estabelecer diferenças entre essas neoplasias e facilitar o diagnóstico definitivo das mesmas. Foram estudados 27 casos de AP, 6 de ME, 9 de CAC e 6 de APBGM. Foram realizadas reações imunoistoquímicas, pela técnica da streptavidina biotina peroxidase com os anticorpos HHF35 (anti-actina músculo específica), 1A4 (anti-D-actina de músculo liso), V9 (anti-vimentina), CALP (anti- calponina) e h-CD (anti-h-caldesmona). Nos adenomas pleomórficos a maioria das células não luminais, fusiformes e plasmocitóides exibiu forte marcação para vimentina. As células luminais foram sempre negativas. Grande número de células não luminais e fusiformes foi positivo para D-AML e CALP e algumas para HHF35. Nos mioepiteliomas, a marcação para vimentina e HHF35 foi semelhante à dos AP. Nos carcinomas adenóide císticos a maioria das células não luminais mostrou forte coloração para VIM, -AML e CALP. Nos APBGM houve marcação positiva para VIM. A maioria das células neoplásicas foi negativa para HHF35, D-AML e CALP. Concluiu-se que a VIM foi o melhor marcador de células mioepiteliais neoplásicas em AP, ME e CAC, seguida da D-AML e CALP nos AP e CAC. A VIM foi o melhor marcador de células neoplásicas em APBGM.
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Expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 em carcinoma adenóide cístico...

Expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 em carcinoma adenóide cístico...

Vários outros estudos imunoistoquímicos já foram feitos na tentativa de se descobrir marcadores eficientes para diferenciar o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau do carcinoma adenóide cístico (LODUCCA et al., 2000). Entretanto, o único marcador que apresentou uma clara diferença no padrão de marcação entre esses dois tumores foi a vimentina que é negativa nas células luminais no carcinoma adenóide cístico e positiva em praticamente todas as células neoplásicas do adenocarcinoma polimorfo de baixo grau (DARLING; SCHNEIDER; PHILLIPS, 2002). Segundo Araújo et al. (2000), a vimentina está sempre presente nas células neoplásicas mioepiteliais mas não é exclusiva dessas células e pode ser expressa por outras células originárias do ducto intercalar, o que justificaria a positividade da vimentina nas células do adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade, que se origina das células da junção ácino – ducto intercalar, como já dito anteriormente.
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Expressão imuno-histoquímica das integrinas a2ß1, a3ß1 e a5ß1 em adenoma pleomórfico de glândula salivar menor e maior e carcinoma adenóide cístico

Expressão imuno-histoquímica das integrinas a2ß1, a3ß1 e a5ß1 em adenoma pleomórfico de glândula salivar menor e maior e carcinoma adenóide cístico

Para mostrar como a presença e a distribuição de colágeno IV e laminina e suas integrinas receptoras Į2ȕ1 e Į3ȕ1 respectivamente, podem revelar as diferenças histoarquiteturais que distinguem o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau (APBG) do carcinoma adenóide cístico (CAC), Loducca et al. (2000b) realizaram um estudo imuno-histoquímico em 5 casos de CAC e 5 de APBG. O APBG expressou uma linha fina de colágeno e laminina circundando estruturas compostas de uma camada celular única e as integrinas foram fortemente expressas com um padrão difuso, granular e bipolar. No CAC, foi observada uma linha espessa de colágeno IV e laminina em torno das estruturas neoplásicas. As áreas cribriformes mostraram uma linha espessa ininterrupta de colágeno IV e laminina na borda interna das estruturas pseudocísticas. Já as integrinas Į2ȕ1 e Į3ȕ1 foram fortemente expressas nas estruturas tubulares no pólo apical das células luminais e nos contatos intercelulares das células epiteliais e mioepiteliais mostrando expressão granular com distribuição irregular. Nas áreas cribriformes as integrinas estavam presentes junto aos contatos basolaterais das células mioepiteliais. Além disso, as células mioepiteliais da camada mais externa das ilhas tumorais no padrão cribriforme, exibiram uma expressão ligeiramente polarizada das integrinas em seu pólo basal em contato com o estroma. Os autores concluíram que o colágeno IV e a laminina e suas respectivas integrinas receptoras, foram úteis em demonstrar que as unidades ductais neoplásicas de APBG são compostas de uma camada única, diferente do CAC que contém estruturas compostas de 2 camadas de células neoplásicas.
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Alterações nos genes da E-caderina e β-catenina em adenoma pleomórfico e carcinoma adenóide cístico: estudo molecular e imuno-histoquímico

Alterações nos genes da E-caderina e β-catenina em adenoma pleomórfico e carcinoma adenóide cístico: estudo molecular e imuno-histoquímico

Os tumores de glândulas salivares compõem um grupo distinto de neoplasias que apresentam comportamento clínico variado e ampla diversidade morfológica, tornando a abordagem temática um desafio. Identificam-se como lesões raras, pois perfazem cerca de 2% a 6,5% do conjunto de neoplasias de cabeça e pescoço. É importante destacar que 54% a 79% destas neoplasias são benignas e 21% a 46%, malignas (EVESON et al, 2005, ITO et al, 2005, PIRES et al, 2006, AL-KHATEEB et al, 2007, ANSARI, 2007). Dentre as neoplasias benignas, o adenoma pleomórfico é, sem dúvida, o tumor mais freqüente e pesquisado e o carcinoma adenóide cístico está entre as três neoplasias malignas mais prevalentes, a depender da localização anatômica considerada. De modo geral, os tumores epiteliais primários de glândula salivar ocorrem em glândula parótida numa prevalência entre 4% a 80%, e em glândulas salivares menores, no intervalo de 9% a 23% (EVESON et al, 2005, ITO et al, 2005, TOIDA et al, 2005).
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Análise quantitativa das AgNORs no carcinoma adenóide cístico intra-oral através da técnica de dupla marcação PCNA/AgNOR.

Análise quantitativa das AgNORs no carcinoma adenóide cístico intra-oral através da técnica de dupla marcação PCNA/AgNOR.

A análise quantitativa das AgNORs e a imunomarcação para o PCNA têm sido empregadas de forma independente na avaliação da proliferação celular de vários tumores, e, em muitos casos, têm mostrado correlação positiva. Entretanto poucos trabalhos têm avaliado, em um mesmo corte histológico, a relação entre PCNA e AgNOR. O objetivo deste trabalho foi otimizar a técnica de dupla marcação com a finalidade de se estudar simultaneamente a correlação entre PCNA e AgNOR no carcinoma adenóide cístico (CAC) de glândulas salivares menores. Foram selecionados 16 casos de CAC classificados de acordo com o subtipo histológico. A análise quantitativa das AgNORs foi feita por meio de análise de imagens. As AgNORs foram contadas em cem núcleos PCNA positivos e em cem núcleos PCNA negativos. O número médio de AgNOR nos núcleos PCNA positivos foi 2,14 ± 0,77, e, nos núcleos PCNA negativos, 1,97 ± 0,79, entretanto esta diferença não se mostrou estatisticamente significante (p = 0,2537). Nosso trabalho não mostrou correlação entre o número de AgNOR e a imunomarcação para o PCNA em CAC quando estes marcadores foram demonstrados simultaneamente através da dupla marcação. Quanto à técnica, o uso do microondas melhorou a coloração da AgNOR, permitindo uma redução no tempo de incubação com a solução de prata e uma melhor individualização das AgNORs, o que facilitou os procedimen- tos de contagem.
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Carcinoma adenóide cístico: relato de caso = Adenoid cystic carcinoma: case report

Carcinoma adenóide cístico: relato de caso = Adenoid cystic carcinoma: case report

O carcinoma adenóide cístico é uma neoplasia maligna rara de crescimento lento, caracte- rizando prognóstico reservado, devido a sua agressividade e grande potencial recidivante. A lesão é mais prevalente em pacientes na faixa etária entre 50 e 70 anos, sendo incomum em jovens. O artigo relata um caso de carcinoma adenóide cístico de glândulas salivares menores localizado no palato duro em paciente com 26 anos, do sexo masculino que foi encaminhado para tratamento no Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço.

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Carcinoma adenóide cístico de conduto auditivo externo.

Carcinoma adenóide cístico de conduto auditivo externo.

O carcinoma adenóide cístico é um raro tumor originado das glândulas salivares, principalmente quando se localiza no conduto auditivo externo. Apresenta alta taxa de invasão perineural e metástases, devendo ser tratado com combina- ção de cirurgia agressiva seguida de radioterapia. Relatamos um caso de carcinoma adenóide cístico de conduto auditivo externo em paciente de 77 anos com queixa de hipoacusia e otalgia. A mesma foi tratada com mastoidectomia radical e radioterapia.

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Carcinoma adenóide cístico: revisão da literatura e relato de caso clínico.

Carcinoma adenóide cístico: revisão da literatura e relato de caso clínico.

O฀ CAC฀ origina-se฀ das฀ células฀ ductais฀ e฀ mioepi- teliais฀ provenientes฀ dos฀ ductos฀ intercalares (1,฀ 4,฀ 9) .฀ A฀.. maioria฀das฀lesões฀se฀localiza฀em฀glândulas฀parótidas,฀ submand[r]

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Estudo da expressão imuno-histoquímica das MMPs -2, -7, -9 e -26 e TIMPs -1 e -2 em adenomas pleomórficos e carcinomas adenóides císticos de glândulas salivares menores

Estudo da expressão imuno-histoquímica das MMPs -2, -7, -9 e -26 e TIMPs -1 e -2 em adenomas pleomórficos e carcinomas adenóides císticos de glândulas salivares menores

Kayano et al. (2004) avaliaram os níveis de produção de oito diferentes MMPs (MMPs-1, -2, -3, -7, -8, -9, -13 e MT1-MMP) e dois TIMPs (-1 e -2) em homogenados de carcinomas de glândulas salivares (carcinoma mucoepidermóide, carcinoma adenóide cístico e adenocarcinoma) e tecido de glândula salivar normal como controle. Os autores verificaram que os níveis de MMPs (-1, -2 , -13 e MT1-MMP) e TIMP-1 foram significativamente maiores nas lesões malignas do que nos controles (p0,05). O exame de zimografia demonstrou que a taxa de ativação da Pro-MMP-2 era maior nos carcinomas em comparação ao grupo controle (p0,05). Foi possível identificar que tal taxa de ativação era significativamente mais elevada nos carcinomas mucoepidermóides, em comparação aos CACs e adenocarcinomas (p0,01) e que estava correlacionada com gradação histológica e metástase linfonodal nos carcinomas mucoepidermóides (p0,05). Embora os níveis de produção de Pro-MMP-2 e MT1- MMP tenham sido semelhantes entre os carcinomas, os níveis de TIMP-2 foram significativamente maiores nos CACs e adenocarcinomas (p<0,01). A imuno- histoquímica e a zimografia in situ demonstraram a localização da MMP-2, MT1-MMP e TIMP-2 nas células dos carcinomas. Contudo, apenas nos carcinomas mucoepidermóides as células epiteliais neoplásicas revelavam atividade gelatinolítica. Estes resultados sugerem que a ativação aumentada da Pro-MMP-2 mediada por MT1- MMP está implicada nos processos de invasão e metástases nos carcinomas mucoepidermóides e que TIMP-2 pode regular a ativação de Pro-MMP-2 em carcinomas de glândulas salivares.
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Estudo imuno-histoquímico da expressão da GLUT-1 e mensuração do índice angiogênico (CD34) em adenomas pleomórficos, carcinomas adenóides císticos e carcinomas mucoepidermóides de glândulas salivares

Estudo imuno-histoquímico da expressão da GLUT-1 e mensuração do índice angiogênico (CD34) em adenomas pleomórficos, carcinomas adenóides císticos e carcinomas mucoepidermóides de glândulas salivares

Esse tecido, com certa frequência, é sede de processos proliferativos neoplásicos benignos e malignos, constituindo uma área importante de estudo dentro da Patologia Oral (SPEIGHT, 2007). Estes processos, por sua vez, constituem um grupo vasto e complexo de tumores que apresentam comportamentos clínicos diferentes e padrões morfológicos diversos, tornando difícil sua classificação, diagnóstico e tratamento (ETTL et al., 2008; LOIOLA et al., 2009; OLIVEIRA et al., 2009). Neste contexto, os tumores benignos são os de maior frequência em relação aos malignos e, dentre todos, o Adenoma Pleomórfico (AP) é o mais prevalente, possuindo dados epidemiológicos, clínicos e histopatológicos bem esclarecidos. Dentre os malignos, muitos estudos apontam como o mais frequente o Carcinoma Mucoepidermóide (CME) seguido do Carcinoma Adenóide Cístico (CAC) (LIMA et al. 2005; TAKAHAMA JUNIOR; ALMEIDA; KOWALSKI, 2009; TIAN et al., 2010; MORAIS et al. 2011; VENKATA; IRULANDY, 2011).
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Estudo da expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 associada à -catenina...

Estudo da expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 associada à -catenina...

Neste estudo observou-se que, apesar das duas neoplasias estudadas terem apresentado marcação citoplasmática para a galectina-3, houve maior expressão citoplasmática dessa proteína nos adenocarcinomas polimorfos de baixo grau, tanto em números absolutos quanto em números relativos. Entretanto, alguns casos de carcinoma adenóide cístico apresentaram exclusivamente marcação nuclear para a galectina-3, com total perda da expressão dessa proteína no citoplasma. Ferrazzo et al. (2007) estudando a galectina-3 em carcinomas adenóides císticos e adenocarcinomas polimorfos de baixo grau sugeriram que a marcação citoplasmática da galectina-3 parecia estar associada à diferenciação celular nessas neoplasias. Conhecendo-se o comportamento clínico mais agressivo do carcinoma adenóide cístico e sua grande capacidade de recorrências e metástases à distância, pode-se sugerir que a perda da expressão citoplasmática da galectina-3 está associada à diminuição da diferenciação das células neoplásicas nessas lesões.
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 9 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 9 portugues

O carcinoma adenóide cístico da via aérea alta, em resu- mo, é uma lesão que ocorre na idade adulta, cresce devagar, permite ampla ressecção, seja da via aérea apenas ou de outras estruturas envolvidas, com baixa mortalidade e morbi- dade. A maioria responde muito bem à irradiação, tanto nas recidivas como na terapia adjuvante, especialmente nos ca- sos em que ocorre comprometimento da margem cirúrgica. Bons resultados são esperados, tanto nas ressecções com- pletas, quanto nas incompletas.

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Tumor de glândula ceruminosa com invasão intracraniana: relato de caso.

Tumor de glândula ceruminosa com invasão intracraniana: relato de caso.

O carcinoma adenóide cístico tem as mesmas características daqueles encontrados em outros sítios, como nas glândulas salivares, mama, vulva e pele. Existem caracteristicamente ilhotas de células entremeadas de buracos, o que dá aparência de “queijo suíço”. A membrana eosinofílica proeminente e espessada usualmente está presente envolta das ilhotas de células e revestindo os espaços. Em nosso caso, assim como no descrito por Iqbal & Newman 1 e por Mils e col. 5 o tumor

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Surgical treatment of tracheal schwannoma.

Surgical treatment of tracheal schwannoma.

do a um quadro de “asma”. Desta forma, quase sempre o diagnóstico é tardio, ocorrendo em média dez meses após o início dos sintomas e é, geralmente, concluído após exame endoscópico. O diagnóstico de obstrução de via aérea superior pode ser sugestivo e, neste caso, a avaliação espirométrica é útil, concluindo-se com o exa- me endoscópico. O diagnóstico diferencial de uma mas- sa traqueal inclui neoplasias malignas (carcinoma de células escamosas, carcinoma adenóide cístico e carci- nóide) e os tumores benignos como papiloma, heman- gioma, hamartoma, schwannoma e neurofibroma 1,3,4 .A
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Neoplasias de glândulas salivares: estudo de 119 casos.

Neoplasias de glândulas salivares: estudo de 119 casos.

Ao considerar o tipo de tumor benigno, o diagnóstico de adenoma pleomórfico foi observado em 76,3% dos casos. A maior distribuição deste tipo de neoplasia benig- na está em concordância com o encontrado em outras séries (7-9, 17, 19). Em relação aos tumores malignos, os dados obtidos revelaram que o carcinoma adenóide cístico e o carcinoma mucoepidermóide foram os mais encon- trados, havendo uma maior freqüência do primeiro tipo (42,3% e 38,4%, respectivamente), sendo a distribuição semelhante à encontrada por outros autores (8, 11, 17, 19, 23). Contudo outros estudos evidenciaram maior in- cidência de carcinoma mucoepidermóide em relação ao adenóide cístico (9, 16, 18, 22). A avaliação da prolifera- ção celular de carcinoma mucoepidermóide por meio de estudo imunoistoquímico tem sido utilizada como auxili- ar na classificação dos tumores e na determinação do prog- nóstico (1). Ao se considerar recorrência da lesão versus tumor maligno primário, observou-se que na glândula parótida o carcinoma adenóide cístico prevaleceu sobre o carcinoma mucoepidermóide (21). Análise multivariada de sobrevida de 128 casos de carcinoma de glândulas saliva- res menores mostrou maior porcentagem de carcinoma mucoepidermóide (59,4%), sendo o palato duro a locali- zação mais afetada (48,4%) (6).
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J. Pneumologia  vol.25 número6

J. Pneumologia vol.25 número6

Esse tipo de tumor costuma difundir-se além da margem de ressecção cirúrgica, que pode apresentar-se grosseiramente normal, e através dos linfáticos da submucosa e perineurais. Mesmo assim, havendo comprometimento da margem de ressecção, os resultados são favoráveis. A mortalidade na experiência do grupo de Toronto foi de 9 % em 3 7 casos de carcinoma adenóide cístico (5 ) . Na vivência do Massachusetts

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Carcinoma da tiróide de origem folicular – Normas de Orientação Clínica

Carcinoma da tiróide de origem folicular – Normas de Orientação Clínica

14. No exame histológico de doentes com carcinoma da tiróide de origem folicular deve ser mencionado o tipo histológico e, se indicado, a variante (quadro em anexo). Os carcinomas oncocíticos devem ser incluídos no tipo histológico respectivo (folicular ou papilar). Deve ser feita menção à presença (ou não) de invasão vascular venosa e/ou linfática, à presença (ou não) de multifocalidade intratiroideia e à existência (ou não) de extensão extratiroideia. Em caso de extensão extratiroideia deverá ser indicado o tipo de tecido invadido e se a extensão é micro ou macroscópica. Deverá ser referida a menor distância para a margem de ressecção. Quando aplicável, deverá ser fornecido o número de gânglios avaliados e número de gânglios envolvidos, bem como a respectiva localização. Todos os elementos necessários à classificação TNM deverão constar do relatório anátomo-patológico. (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I)
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Crescimento facial vertical após a adenotonsilectomia em respiradoresorais: O que esperamos é o que encontramos?

Crescimento facial vertical após a adenotonsilectomia em respiradoresorais: O que esperamos é o que encontramos?

dentaduras decídua e mista e 48% dos indivíduos durante a dentadura permanente. Nas dentaduras mista e permanente a mordida aberta anterior e a má oclusão de classe II foram muito prevalentes. Mais do que 50% das crianças respiradoras orais apresentavam uma relação inter-arcos dentários normal nos três planos do espaço. A análise univariada não mostrou associação estatisticamente significativa entre o tipo de obstrução (hiperplasia por adenóide/amígdala ou presença de rinite) e más oclusões (classe II, mordida aberta anterior e mordida cruzada posterior). Artigo 2 - Após 1 ano de acompanhamento, nenhuma diferença estatisticamente significativa no crescimento facial vertical foi observada nos grupos submetidos a A+A na dentaduras decídua ou mista, comparativamente aos seus grupos controle obstruídos. Exceção feita à divergência maxilo-mandibular durante a fase de dentadura decídua. Artigo 3 - Crescimento facial significativo (p<0,000) foi encontrado para todas as medidas lineares em TG e CG. Uma redução da proporção do terço inferior da face em relação à altura facial total, da inclinação do plano mandibular em relação à base craniana e da divergência maxilo- mandibular, bem como um aumento da proporção da altura facial posterior em relação à altura facial anterior total, aconteceu em TG e CG. Não houve diferença estatisticamente significativa entre a rotação mandibular do TG e CG. Conclusões:
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Carcinoma da mama – tratamento adjuvante – Normas de Orientação Clínica

Carcinoma da mama – tratamento adjuvante – Normas de Orientação Clínica

K. Em doentes com carcinoma da mama com sobre-expressão / amplificação HER2 em que se opte pela não realização de quimioterapia adjuvante por motivos clínicos ou por opção da doente, poderá ser considerada o tratamento adjuvante com trastuzumab (18 ciclos, 3/3 semanas ou esquema equivalente) em monoterapia ou em associação à hormonoterapia se apresentar expressão de recetores hormonais (Nível de evidência 5).

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