Cartilagem hialina

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Alterações da cartilagem hialina da cabeça do fêmur de ratos Wistar corredores, em...

Alterações da cartilagem hialina da cabeça do fêmur de ratos Wistar corredores, em...

Após a última sessão de corrida, os animais controles, sedentários e treinados foram anestesiados, imobilizados e manipulados em prancha de cortiça, e fixados de acordo com protocolo específico para cada tipo de análise. Foram retiradas as articulações dos quadris esquerdos de todos os animais. Foram utilizadas as patas traseiras, pois, são as que mantêm a propulsão durante a marcha. Foi utilizada a cartilagem da região da cabeça do fêmur por ser um local comum de degeneração devido à relação com a descarga do peso corporal em várias espécies (ADAMS, 1989; KÄÁB et al., 1998). Foram dissecados os músculos das regiões anterior e posterior do quadril, expondo a articulação. A cápsula foi então aberta, o ligamento redondo da cabeça do fêmur foi seccionado e esta separada e isolada por meio de uma secção ao nível da parte distal do colo do fêmur.
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Ação do ácido úsnico de cladonia substellata (AHTI) sobre a síntese de colágeno e a ossificação endocondral dos membros de ratos wistar / Action of usnic acid from cladonia substellata (AHTI) in the synthesis of collagen and endochondral ossification in l

Ação do ácido úsnico de cladonia substellata (AHTI) sobre a síntese de colágeno e a ossificação endocondral dos membros de ratos wistar / Action of usnic acid from cladonia substellata (AHTI) in the synthesis of collagen and endochondral ossification in limbs of wistar rats

Também Foi observado histomorfometricamente a cartilagem hialina nos discos epifisários dos membros dos neonatos em ambos os grupos (Figura 2 A e B) as quais apresentaram três fases distintas dos condrócitos, como a fase de repouso (os condrócitos sem alterações morfológicas), a fase de proliferação e a fase hipertrófica que logo em seguida apresentou uma área calcificada (mineralizada) e logo após uma área ossificada formando cinco zonas distintas no disco epifisário respectivamente. No grupo tratado (Figura 2 B) foi observado alterações significativas (p= 0,001) na fase de proliferação e na fase hipertrófica dos condrocitos, como uma menor área em ambas as fases em comparação ao grupo controle (Figura 2 A). A tabela 2 expressa os dados estatísticos das áreas dos condrócitos em proliferação e hipertróficos.
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Eletroterapia no processo de reparação da superfície articular de coelhos.

Eletroterapia no processo de reparação da superfície articular de coelhos.

Os efeitos da eletroestimulação pós-operatória no processo de reparação de falhas osteocondrais induzidas no sulco troclear de 36 coelhos adultos foram avaliados histologicamente. O grupo controle apresentou tecido de granulação típico, com duas semanas de pós-operatório (PO); cartilagem hialina foi observada após quatro e sete semanas de PO e a reconstituição do osso subcondral excisado limitou-se ao fundo da falha, até sete semanas de PO. No grupo I (eletroestimulado diariamente), o tecido de granulação apresentou vascularização exuberante após duas semanas de PO; após sete semanas de PO, o tecido de reparação permaneceu indiferenciado superficialmente, com formação de novo osso subcondral até o nível da junção osteocondral preexistente. No grupo II (eletroestimulado em dias alternados), os animais responderam de duas maneiras: através da reparação com cartilagem hialina e osteogênese reduzida, semelhante ao grupo controle; ou pela formação de tecido indiferenciado e osteogênese intensa, como no grupo I. Concluiu-se que a eletroestimulação pós-operatória realizada impediu a diferenciação tecidual em cartilagem hialina em coelhos. Por outro lado, a ossificação endocondral foi acelerada, observando- se reconstituição do osso subcondral até o nível da junção osteocondral preexistente nos animais tratados com este método. Em face da importância do osso subcondral na manutenção da integridade do tecido de reparação, a eletroestimulação é benéfica na fase inicial (quatro semanas) da reparação de falhas osteocondrais.
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Avaliação da cartilagem da ATM por meio de ressonância magnética com a utilização...

Avaliação da cartilagem da ATM por meio de ressonância magnética com a utilização...

revela uma característica morfológica típica de uma cartilagem hialina com células mais arredondadas e uma matriz extracelular extensa. Logo abaixo há uma camada de cartilagem calcificada, é a zona profunda. A cartilagem calcificada normalmente não é muito vascular e o processo de remodelação é tão eficaz quanto em regiões vascularizadas. A densidade celular é a mais baixa ainda nesta zona. Os condrócitos na zona calcificada expressam geralmente o fenótipo hipertrófico, alcançando um estágio de diferenciação encontrado no reparo de fratura (figura 2.2). F ornece uma integração estrutural excelente ao osso subcondral. A estrutura e a aparência do osso subcondral, depende da situação das ATM, das cargas as quais estão submetidas e em resposta ao estímulo dessas, promovem um remodelamento. A matriz extracelular da fibrocartilagem é composta de fibrilas de colágeno e das proteínas não-colágenas que dão forma a uma rede extensa. As moléculas variam em sua abundância e estrutura de acordo com local anatômico ou a idade da pessoa. Muitas das moléculas são proteoglicanas, carregando correntes de glicosaminoglicanas, visto que outras são glicoproteínas ou não glicosaminas.
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Estudo histológico da ossificação da cartilagem tireóidea

Estudo histológico da ossificação da cartilagem tireóidea

Nas regiões com cartilagem hialina típica, notaram-se condrócitos típicos, mais achatados próximo à superfície articular, mais arredondados na profundidade (centro da cartilagem) e alguns agregados, formando grupos isógenos. A ossificação, quando observada, ocupava apenas uma área bem localizada das cartilagens ou então a substituição era total, com presença apenas de tecido ósseo lamelar típico, com esboços de sistemas de Havers. Na primeira situação, o tecido ósseo presente era do tipo lamelar, sendo as lamelas paralelas à superfície das cartilagens. No centro do tecido ósseo, observamos, em alguns casos, a presença de uma cavidade óssea preenchida por tecido adiposo ou medula óssea com tecido hematopoiético.
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Aspectos moleculares dos esteroides sexuais sobre a cartilagem e os ossos.

Aspectos moleculares dos esteroides sexuais sobre a cartilagem e os ossos.

No Brasil, o crescimento dos casos registrados de doenças degenerativas das cartilagens articulares por ano é de 20%, o que representa, anualmente, que mais de 200 mil brasilei- ros desenvolvem doenças degenerativas das articulações e, com repercussões negativas sobre a massa óssea. Este trabalho mostra evidências que a produção hormonal de este- roides sexuais (estrogênios, progestagênios e androgênios) têm inluência na qualidade da cartilagem, bem como na massa óssea. Portanto, o objetivo dessa revisão foi o de analisar os dados da literatura sobre a ação molecular e gênica dos esteroides sexuais na isiologia da cartilagem hialina e do osso, bem como a interferência da osteoartrite na qualidade dessas estruturas.
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Uso de condrócitos heterólogos cultivados na reparação de falhas osteocondrais produzidas no joelho de coelhos

Uso de condrócitos heterólogos cultivados na reparação de falhas osteocondrais produzidas no joelho de coelhos

O tecido cartilaginoso da superfície articular não possui vascularização e sua nutrição é feita por difusão de substâncias encontradas no líquido sinovial. Por isso, as lesões da cartilagem articular são de difícil cura 4 . Diversos tratamentos cirúrgicos e clínicos foram propostos ao longo dos anos para reparar as lesões articulares, citando-se a excisão cirúrgica do tecido lesionado 5 , eletroterapia 6 , uso de nutracêuticos 7 e mosaicoplastia 8 . Entretanto, todos esses procedimentos têm resultado num tecido de reparação fibrocartilaginoso, que não apresenta as mesmas propriedades biomecânicas da cartilagem hialina articular. Nesse contexto, a terapia celular pode ser utilizada como alternativa para obtenção de melhor resultado reparador morfofisiológico.
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Influência do laser AsGaAI sobre a cartilagem epifisária de ratos

Influência do laser AsGaAI sobre a cartilagem epifisária de ratos

As células da camada de condrócitos em repouso estão distribuídas em meio a um abundante interstício de matriz extracelular de cartilagem hialina. Estas, sob efeito hormonal e mecânico, multiplicam-se e formam grupos isogênicos de condrócitos surgidos a partir da multiplicação de um único condrócito da camada de condrócitos em repouso. A partir desta camada os condrócitos iniciam um processo de hipertrofia e aumentam de tamanho, tornando escassa a matriz extracelular desta camada. Estes condrócitos ficam, então, aprisionados em lacunas delimitadas por septos longitudinais cujas paredes se tornarão o suporte para a deposição de sais de Ca, K e Hidroxiapatita. Nesta camada encontramos, dentro de uma lacuna, condrócitos mortos ou retraídos, por estarem em fase de degeneração. Ao degenerarem-se deixam espaços que formarão o tecido ósseo do osso em crescimento, os quais são invadidos pelas células da medula óssea contida na cavidade medular e por pequenos vasos sanguíneos (Figura 6).
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Análise morfológica da sínfise mandibular no clado Squamata

Análise morfológica da sínfise mandibular no clado Squamata

Nesta espécie os dentários são alongados horizontalmente sem dentes. Existem dois conjuntos de ossos distintos: um maior dorsal, o dentário, e um menor ventral,o esplenial. O espaço entre eles é preenchido por tecido conjuntivo e pelas cartilagens de Meckel (Figura 15a). Nenhum dente está presente no dentário. A ligação entre os dentários é feita na região dorsal por tecido conjuntivo. Um grande nódulo de cartilagem hialina e tecido conjuntivo ocupa o restante do espaço entre os dentários (Figura 15b). Este nódulo é rico em condrócitos e se cora de maneira irregular. Cortes anteriores do nódulo adquirem coloração rosa, à medida que cortes na região mais posterior são feitos a lateral do nódulo torna-se azul escuro, na porção final o nódulo se cora completamente de azul (Figura 15c).
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Avaliação da cartilagem do joelho pela ressonância magnética.

Avaliação da cartilagem do joelho pela ressonância magnética.

Figura 5 – Classificação das lesões condrais no joelho. Imagens axiais (A a C) e sagital (D) de RM do joelho ponderadas em T2 com saturação de gordura. (A) Tênue elevação do sinal superficial da cartilagem hialina da faceta lateral da patela (seta), indicando condro- patia grau I. Também há erosão condral profunda (grau III) na faceta medial (cabeça de seta). (B) Fissura condral acometendo menos de 50% da espessura total na faceta lateral da patela, indicando condropatia grau II (seta). (C) Fissura condral acometendo mais de 50% da espessura total da faceta medial da patela, indicando condropatia grau III (seta). (D) Fissura condral profunda no côndilo femoral lateral (seta), atingindo o osso subcondral e com edema da medula óssea adjacente (cabeças de seta), caracterizando condropatia grau IV.
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Efeitos da remoção do disco e cartilagem articular no crescimento e microarquitetura...

Efeitos da remoção do disco e cartilagem articular no crescimento e microarquitetura...

Deve-se ter cautela ao comparar a ATM dos ratos com a humana. O formato da mandíbula é diferente, os movimentos mastigatórios são distintos. Porém, existe uma certa equivalência entre os organismos. Porto et al (26) estudaram a ATM de ratos e descreveram: “A ATM é envolvida por uma fina cápsula, formada por tecido fibroso e cobertura sinovial. O ângulo mandibular é proeminente. A fossa articular é rasa, sem eminência articular. De acordo com os achados histológicos, a ATM é composta por diferentes tecidos, são eles a cabeça da mandíbula, a fossa mandibular e o disco fibrocartilaginoso. Uma camada de cartilagem hialina recobre a superfície articular do côndilo e do osso temporal. De acordo com os achados morfométricos e histológicos, a estrutura articular em ratos é, no geral, similar a articulação humana. Exceto que nesses animais não há eminência articular.” Indicando uma relevância clínica dos estudos em modelo animal da ATM
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Influência do laser a diodo de arsenieto de gálio (As-Ga) na reparação do defeito osteocondral experimental da cabeça umeral de cães: aspectos clínicos e anatomohistopatológicos

Influência do laser a diodo de arsenieto de gálio (As-Ga) na reparação do defeito osteocondral experimental da cabeça umeral de cães: aspectos clínicos e anatomohistopatológicos

Segundo Trippel e Mankin (1996) é importante a natureza do material que irá preencher a lesão. Embora o tecido tenda a se tornar cartilaginoso, ele permanecerá com características fibrosas. Wakitani et al. (1994) ressaltaram que o tecido de reparação, até mesmo quando histologicamente semelhante à cartilagem hialina, difere da cartilagem articular normal, bioquímica e biomecanicamente e segundo, Souza (1998), freqüentemente, a longo prazo, são observadas extensas alterações degenerativas, iniciando-se com fibrilação superficial da cartilagem de reparação e posterior formação de fissuras, ocorrendo ainda diminuição na celularidade e perda da afinidade tintorial pela Safranina O.
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Morfologia da laringe e traqueia de gambás (Didelphis sp.).

Morfologia da laringe e traqueia de gambás (Didelphis sp.).

Os resultados demonstraram que a laringe do gambá (Didelphis sp.) apresenta quatro cartilagens, sendo elas: cricóide, composta por cartilagem hialina; tireoide, composta por cartilagem hialina; aritenóide, também composta por cartilagem hialina; e epiglote, composta de cartilagem elástica e flexível, revestida por mucosa, possui epitélio do tipo pavimentoso estratificado e epitélio do tipo respiratório. A traqueia possui formato cilíndrico e é formada por 25 anéis traqueais cartilaginosos incompletos, semelhante aos répteis, anfíbios e suínos. Possui glândulas mucosas e, entre um anel e outro, há tecido conjuntivo. Seu epitélio interno é típico do trato respiratório (pseudoestratificado ciliado). Com estes resultados, podemos concluir que a laringe e traqueia dos gambás aqui estudados se assemelham macro e microscopicamente à dos demais animais descritos na literatura, possuindo apenas variações na quantidade de anéis traqueais.
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Preparação e colocação de enxertos de cartilagem “em ilha" em timpanoplastia.

Preparação e colocação de enxertos de cartilagem “em ilha" em timpanoplastia.

retro-auricular. O material do enxerto foi coletado do peri- côndrio conchal, e a cartilagem preferida foi a cartilagem conchal, por sua forma côncava e facilidade de aquisição através do acesso retro-auricular. A cartilagem foi dissecada e ressecada circunferencialmente nos 0,2 mm da borda do enxerto com um bisturi n° 15. Além disso, foi realizada uma ressecção em cunha da cartilagem do enxerto, desde o rebordo até a região central, para a etapa de posicionamen- to do cabo do martelo, com preservação do pericôndrio (fig. 1). O pericôndrio foi colocado medialmente junto aos rema- nescentes da membrana timpânica ou ao anel timpânico. O cabo longo do martelo foi posicionada na área da cunha ressecada do enxerto, utilizando uma abordagem do tipo chave/fechadura (lock-and-key) para estabilização do enxerto.
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Estudo morfoquantitativo e imunohistoquímico da cartilagem articular do joelho de...

Estudo morfoquantitativo e imunohistoquímico da cartilagem articular do joelho de...

No presente estudo, a administração de dieta com 31% de calorias reduzidas, foi capaz de reduzir o ganho de massa corpórea de ratos entre 8 e 18 meses de idade. Prevenindo o ganho esperado de massa durante o envelhecimento, sendo um fator protetor da cartilagem articular, uma vez que o sobrepeso e a obesidade estejam associados a osteoartrose por mecanismos biomecânicos e metabólicos. Os mecanismos biomecânicos sugerem que a obesidade aumenta a carga e o impacto exercido sobre a cartilagem articular do joelho, agindo assim como um impulso para o processo de fibrilação e degradação. Enquanto os mecanismos metabólicos sugerem que além da carga mecânica, pode haver fatores metabólicos sistêmicos que servem como ligação entre obesidade e osteoartrose do joelho (LEE; KEAN, 2012). Além disso, sabe-se que a obesidade causa um ambiente inflamatório. O tecido adiposo, que antigamente pensava-se ser um simples armazenador de energia, é aceito atualmente como um órgão endócrino que pode secretar substâncias como citocinas e adipocitocinas. Essas adipocitocinas, que são encontradas no fluido sinovial e no plasma de pacientes com osteoartrose, podem influenciar a homeostase, tendo, portanto, um papel importante na relação entre obesidade e osteoartrose de joelho (SOWERS; KARNOVEN, 2010; LEE; KEAN, 2012).
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Resultados de miringoplastia Inlay com cartilagem de tragus .

Resultados de miringoplastia Inlay com cartilagem de tragus .

A utilização de cartilagem no campo das cirurgias otológicas já foi amplamente estudada e descrita principal- mente nas abordagens de patologias avançadas de orelha média como casos revisionais, nos casos de retração severa de MT, atelectasia, colesteatoma ou perfuração no sítio da tuba auditiva. Os resultados audiológicos com a utilização desse enxerto também foram descritos e não mostraram diferenças significativas com relação à utilização de outro material como fáscia de músculo temporal. Isso faz do en- xerto de cartilagem uma ótima opção para indicações preci- sas de abordagem de patologias de orelha média 6.11 .
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Valor prognóstico da invasão de cartilagem no câncer de laringe.

Valor prognóstico da invasão de cartilagem no câncer de laringe.

RESUMO: Objetivo: Avaliar o valor prognóstico da invasão de cartilagens (tireóide, cricóide) no câncer de laringe, com relação à sobrevida livre de doença. Método: Foi realizada uma análise retrospectiva de 102 pacientes com câncer de laringe atendidos no período de 1992 a 1994 no Hospital do Câncer – INCA/MS-RJ, que foram divididos em quatro grupos: pacientes com tumores T3N0M0, estádio III (excluídos os pacientes com tumores T3N1M0); T4N0M0 (com invasão tumoral de cartilagem do laringe sem extravasamento); T4N0M0 (com extravasamento neoplásico pelo compartimento laríngeo); e pacientes com linfadenopatia cervical metastática (T3N2-3/T4N1-2-3). Foram realizadas curvas de sobrevida para cada grupo e comparada a diferen- ça de sobrevida entre estes grupos, utilizando o método de Kaplan-Meier. O valor da significância estatística da diferença de sobrevida dos quatro grupos foi avaliado pelo método de Wilcoxon-Gehan. Resultados: Os pacientes que apresentaram apenas invasão tumoral de cartilagem de laringe, sem extravasá-la (T4N0M0), se comportam como os pacientes com tumores T3N0M0, sem diferença estatística com relação à sobrevida (p=0,36). Os que apresentam apenas invasão neoplásica de cartilagens de laringe (T4N0M0) tiveram melhor prognóstico com relação à sobrevida, do que aqueles com extravasamento neoplásico pelo compartimento laríngeo (T4N0M0) (p=0,02). A presença de linfonodos metastáticos foi o fator que apresentou maior impacto adverso no prognóstico com relação à sobrevida (p=0,002). Conclusão: Os achados deste estudo questio- nam a validade da atual classificação TNM em estadiar tumores T4N0M0 de laringe. Novos estudos, com uma casuística maior, são necessários para que os resultados obtidos sejam corroborados.
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Cartilagem articular: estrutura e composição histoquímica

Cartilagem articular: estrutura e composição histoquímica

A cartilagem articular assume-se como um dos componentes determinantes do sistema articular móvel, ao proporcionar uma superfície de baixa fricção durante o movimento e distribuindo as car- gas mecânicas aplicadas à articulação em ortosta- tismo e na locomoção, minimizando os «stresses» no osso subcondral. Um dos sinais iniciais da Os- teoartrose (OA) consiste na degeneração da matriz extracelular da cartilagem articular, causando fa- lência progressiva das propriedades biomecânicas, comprometendo consequentemente a função ar- ticular normal. Porque a osteoartrose é uma das doenças mais frequentes na espécie humana, é muito prevalente nas consultas de Reumatologia e a sua fisiopatologia assenta em alterações desta cartilagem, é importante que os reumatologistas e os médicos interessados nesta área estejam actua- lizados no que concerne à sua estrutura, composi- ção e principais mecanismos reguladores. Assim, neste artigo pretende-se efectuar uma revisão actua lizada da estrutura e composição histoquí- mica da cartilagem normal, das quais dependem as propriedades de viscoelasticidade e rigidez à com- pressão dinâmica. É descrita a arquitectura estra- tificada não homogénea da cartilagem nas quatro camadas características, assim como as principais macromoléculas constituintes da matriz sólida – o colagénio e os proteoglicanos. Por último, os con- drócitos são descritos ao nível da sua ultraestrutu- ra, variações morfológicas com a profundidade da Cartilagem Articular (CA) e metabolismo.
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DESCRIÇÃO HISTOPATOLÓGICA DE LESÕES DE MÚSCULO PEITORAL E RIM ASSOCIADAS À INFECÇÃO DE CAMPO POR VÍRUS DA BRONQUITE INFECCIOSA EM MATRIZES E FRANGOS DE CORTE OCORRIDA NO OESTE E SUL DE SANTA CATARINA

DESCRIÇÃO HISTOPATOLÓGICA DE LESÕES DE MÚSCULO PEITORAL E RIM ASSOCIADAS À INFECÇÃO DE CAMPO POR VÍRUS DA BRONQUITE INFECCIOSA EM MATRIZES E FRANGOS DE CORTE OCORRIDA NO OESTE E SUL DE SANTA CATARINA

Relata-se a ocorrência de quatro surtos espontâneos de Bronquite Infecciosa (BI) cursando com nefrite e miopatia peitoral objetivando descrever as lesões macro e microscópicas do rim e músculo. Três surtos ocorreram em frangos de corte afetando diversos lotes. Um surto ocorreu em matrizes afetando dois núcleos de criação. Nos frangos de corte, foi observado em alguns lotes alta mortalidade, alto índice de descarte e em outros alta condenação no abatedouro. Também observou-se, ronquidão, apatia e desuniformidade. No lote de matriz, foi observada queda de produção e mortalidade elevada. Todos os animais em que foi realizada sorologia foram positivos para BI, o mesmo para o lote em que foi realizada PCR. Na necropsia, observou-se tumefação e palidez renal, palidez e estrias esbranquiçadas principalmente do músculo peitoral profundo, e em alguns casos leve edema. No exame histopatológico, as lesões renais consistiam de hiperplasia glomerular de moderada a intensa, em alguns casos degeneração tubular e infiltrado inflamatório multifocal intersticial. No músculo, foi observado edema intersticial, degeneração hialina, vacuolização, hipercontração e miofagia de fibras musculares. Em um caso observou-se fibrose moderada. Em outros foram observadas infiltração linfocitária de leve a moderada na traquéia. Nas matrizes, além das lesões descritas, observou-se hiperplasia linfóide peribronquial e degeneração hialina nos vasos pulmonares. Em todos os casos foi observada uma estreita relação entre lesão renal e muscular.
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Quem preserva tem! Preservação de acervo bibliográfico especializado na área agrícola.

Quem preserva tem! Preservação de acervo bibliográfico especializado na área agrícola.

Pode causar degeneração hialina e necrose focal das células hepáticas (pesquisas realizadas em ratos). 4) Cladosporium cladosporioides rinite, asma.[r]

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