Centros de atenção psicossocial

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Enfermeiros dos centros de atenção psicossocial em álcool e drogas (caps ad): a formação e a busca pelo conhecimento específico da área.

Enfermeiros dos centros de atenção psicossocial em álcool e drogas (caps ad): a formação e a busca pelo conhecimento específico da área.

todos os 16 enfermeiros, oriundos dos 13 Centros de Atenção Psicossocial em Àlcool e Drogas que esta- vam em funcionamento no Município de São Paulo, no período da coleta de dados, compreendido entre setembro a dezembro de 2007. Inicialmente, foi feito contato telefônico com cada um dos sujeitos, para o agendamento das entrevistas. Nesse momento, o pesquisador deu ciência do projeto de pesquisa, solicitando a cooperação dos mesmos, deixando claro que a participação no estudo era voluntária, o anonimato seria garantido e os resultados utilizados somente para ins cientíicos.
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Estudo representacional da participação familiar nas atividades dos centros de atenção psicossocial no município de Natal-RN

Estudo representacional da participação familiar nas atividades dos centros de atenção psicossocial no município de Natal-RN

Por um lado, pela dimensão epistemológica que opera uma revisão e reconstrução no campo teórico da ciência, da psiquiatria e da saúde mental. Por outro, na construção e invenção de novas estratégias e dispositivos de assistência e cuidado, tais como os centros de convivência, os núcleos e centros de atenção psicossocial. Na dimensão jurídico-política, temos a revisão de conceitos fundamentais na legislação civil, penal e sanitária, e a transformação, na prática social e política, de conceitos como cidadania, direitos civis, sociais e humanos. Finalmente, na dimensão cultural um conjunto muito amplo de iniciativas vai estimulando as pessoas a repensarem seus princípios, preconceitos e suas opiniões formadas (com a ajuda da psiquiatria) sobre a loucura (BRASIL, 2003d, p. 46).
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Perfil dos enfermeiros dos centros de atenção psicossocial de Fortaleza

Perfil dos enfermeiros dos centros de atenção psicossocial de Fortaleza

Este estudo objetivou traçar o perfil dos enfermeiros de saúde mental atuantes nos Centros de Atenção Psicossocial no município de Fortaleza- CE. Buscando descrever o perfil sociodemográfico desses enfermeiros; identificar quais competências os enfermeiros julgam necessárias para atuação em saúde mental e avaliar o nível de satisfação dos entrevistados. Trata-se de um estudo descritivo transversal com abordagem quantitativa. Este estudo teve como locais de pesquisa os 14 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do município de Fortaleza. A população foi constituída por enfermeiros assistenciais que atuam na área de saúde mental nesse município, os quais abrangem uma população de 43 enfermeiros, desses, três não podiam participar por terem menos de seis meses de atuação na saúde mental. Conseguindo uma amostra por conveniência de 28 enfermeiros que estavam enquadrados nos critérios de inclusão do estudo. Nesses profissionais foi aplicado um questionário que possuía questões pertinentes aos objetivos a serem alcançados. Através desse estudo foi possível identificar que a maior parte dos enfermeiros que atuam nos CAPS são mulheres, aproximadamente 82% das entrevistadas; com média de idade de 32 anos; com o estado civil bem dividido entre solteiros e casados; 57% com 3 a 5 anos de formado, mas 75% atuando a menos de dois anos na área em estudo. Já nas competências propostas por esse estudo, a que teve maior aceitação foi: Ter postura ética e inteligência emocional. Como competência de menor destaque se encontrou Desenvolver habilidade na execução de técnicas de enfermagem. Sobre a satisfação profissional, inúmeros entrevistados alegaram sentirem-se ansiosos com suas atividades e cansados com o trabalho exercido. Sendo possível pensar que muitos desses enfermeiros de saúde mental estejam tendo um desgaste emocional acentuado. Assim são necessários estudos que tenham o foco nessa população e em sua qualidade de vida. Essa pesquisa é relevante, pois, com seus resultados é possível propor qualificação, oferecer parâmetro para o ensino de graduação e pós-graduação em Enfermagem; além de Incentivar a pesquisa e o interesse no assunto.
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A representação social de familiares nos centros de atenção psicossocial.

A representação social de familiares nos centros de atenção psicossocial.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) estão previstos como as portas de entrada e regulação em saúde mental, e foram criados na intenção de substituir as internações nos manicômios pelo atendimento aberto na comunidade. Objetivou-se apreender as representações sociais dos familiares de usuários dos CAPS do Município de Natal-RN, a respeito de sua participação nas atividades desses serviços. Pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa, desenvolvida com 28 familiares por meio de entrevista semiestruturada, entre agosto e setembro de 2007. Os dados obtidos receberam o suporte informacional do software ALCESTE. Os familiares estruturam sua representação social em face de uma necessidade e esperança por mudanças no tratamento de saúde de seus familiares, cristalizadas pela tomada de posicionamento e comportamento, amparados na presença do espaço ambiental dos CAPS. A participação familiar ainda não reúne, nos cenários investigados, condições para promover a inserção do familiar, pois a presença física constatada ainda não é o bastante.
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A psicologia nos centros de atenção psicossocial: práticas em desassossego

A psicologia nos centros de atenção psicossocial: práticas em desassossego

Esta seção apresenta a realização de uma pesquisa em campo com objetivo de refletir acerca das práticas psicológicas em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) na contemporaneidade de uma cidade de grande porte do interior do estado do Rio Grande do Sul. Para tanto, parte-se da idéia de que a contemporaneidade introduziu transformações significativas na sociedade, sendo uma delas identificada nas políticas públicas de saúde, mais especificamente, pela reforma psiquiátrica. Entretanto, as novas configurações das políticas públicas contrapõem o mercado competitivo de uma sociedade inserida no sistema capitalista. Diante de tais considerações, os dados para a pesquisa foram coletados através da participação em diversos espaços de discussão sobre saúde mental, de anotações em diário de campo, de documentos de domínio público e de entrevistas narrativas com profissionais dos CAPS. Partindo de uma abordagem qualitativa, as entrevistas foram analisadas com base na proposta de Schütze apresentada por Bauer e Jovchelovitch (2002). A trajetória encontrada apresentou resultados que, se por um lado confirmam o já exposto na literatura existente, por outro surpreendem pela tensão entre desvios e avanços que a consolidação das políticas públicas de saúde mental ainda encontra como obstáculos em seu caminho. Finalmente, são propostas práticas que se sustentem na paixão pelo fazer fluir os desejos de vida e que permeiem os espaços nos quais ela emerge.
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Percepção sobre a prática de enfermagem em Centros de Atenção Psicossocial.

Percepção sobre a prática de enfermagem em Centros de Atenção Psicossocial.

Trata-se de um estudo de natureza explora- tória, com abordagem qualitativa, desenvolvido nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Caja- zeiras e Sousa – Paraíba. Para a coleta de dados fo- ram realizadas entrevistas semi-estruturadas com os profissionais de nível superior que desenvolviam atividades nos referidos CAPS. As entrevistas con- tinham um roteiro básico, tendo como questões norteadoras: fale sobre a prática cotidiana do(a) enfermeiro(a) no CAPS; descreva a relação do(a) enfermeiro(a) com os profissionais da equipe; fale sobre a relação interpessoal estabelecida pelo(a) enfermeiro(a) com os usuários e os familiares des- se serviço. Na oportunidade, obteve-se a autoriza- ção dos coordenadores dos serviços para a realiza- ção da pesquisa, e passou-se à fase da coleta de da- dos. Após a explicitação do objetivo da pesquisa, contou-se com o consentimento livre e esclarecido dos profissionais entrevistados, garantindo-lhes a confidencialidade de suas respostas, obedecendo aos aspectos éticos e legais da Resolução 196/ 96, do Conselho Nacional de Saúde (7) . Os sujeitos concor-
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O papel da arte nos centros de atenção psicossocial - CAPS.

O papel da arte nos centros de atenção psicossocial - CAPS.

Estudo sobre o uso da abordagem artística nos cuidados desenvolvidos nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Fundamentado em bases conceituais da Reforma Psiquiátrica, o objeto de estudo foi abordado por meio de uma pesquisa exploratória de campo, através da entrevista com profissionais dos CAPS. Os resultados encontrados indicam que atividades de base artística são utilizadas visando a uma interação positiva com o usuário do serviço na perspectiva de sua reabilitação psicossocial. Concluímos que o trabalho no CAPS atualiza a potencialidade criativa dos profissionais e usuários, sendo a arte tomada como uma estratégia de cuidar.
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Considerações sobre a acessibilidade nos Centros de Atenção Psicossocial no Brasil.

Considerações sobre a acessibilidade nos Centros de Atenção Psicossocial no Brasil.

Não resta dúvida de que são necessários no- vos estudos sobre as categorias de usuários de CAPS: será que a existência de uma grande pro- porção de pacientes em pronto-atendimento em algumas unidades do estado do Rio de Janeiro ratificaria a ideia de que os CAPSII impõem bar- reiras ao acolhimento? A condição de “pronto-a- tendimento” está situando usuários na periferia dos serviços comunitários de saúde mental, ten- do como principal opção de tratamento a con- sulta médica e a psicofarmacoterapia? Os novos estudos devem também testar a hipótese relati- va à ausência da rede psicossocial no território como fator associado à permanência na órbita dos centros de atenção psicossocial de pessoas que deveriam, pelo seu perfil clínico, ser encami- nhadas a outros dispositivos. Emerge dos dados
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Fatores associados à satisfação no trabalho em Centros de Atenção Psicossocial.

Fatores associados à satisfação no trabalho em Centros de Atenção Psicossocial.

Objetivos: analisar a prevalência de satisfação no trabalho e identificar fatores associados em Centros de Atenção Psicossocial. Método: estudo transversal com 546 trabalhadores de 40 Centros de Atenção Psicossocial, da Região Sul do Brasil. A satisfação foi identificada a partir da Escala de Avaliação da Satisfação da Equipe de Saúde Mental e a análise ajustada dos dados, realizada por modelo de regressão logística. Resultados: prevalência de satisfação no trabalho de 66,4%. Fatores diretamente associados à satisfação: função de nível superior (excetuando médicos e psicólogos), tempo de trabalho menor ou igual a seis meses, realização de maior número de visitas domiciliares, boa supervisão pela equipe, possibilidade de fazer escolhas coletivas e cursos. Conclusões: a satisfação está associada à organização e às condições do trabalho e demonstra necessidade de se investir em supervisão pelas equipes, em processos que democratizem os serviços e, também, na formação de seus trabalhadores.
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TRABALHO NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS: QUE CAMINHO SEGUIR?.

TRABALHO NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS: QUE CAMINHO SEGUIR?.

Abstract The article presents the different positions the current Brazilian public policies have on alcohol and drug abuse and discusses the possible effects such differences could have on the healthcare worker's performance. It is the outcome of documentary re- search on these policies, such as ordinances, laws, and decrees from 1938 to those currently in effect. We chose to list them chronologically, considering the two main political positions: 1. Focus on public secu- rity and justice; 2. focus on public health. We found that in this period there was a clear attempt to make a paradigm shift in order to include use prevention and treatment. However, the policies and the common sense still bear strong signs of idealistic views of a world free of drugs which are derived from moralis- tic, intolerant, and authoritarian concepts such as the war on drugs, repression, and reductions in supply. It is in this context that public health professionals, es- pecially those working in psychosocial alcohol and drug abuse care centers, face the challenge and expe- rience the subjective effects of everyday work at the face of so many differences and contradictions. Keywords policy; psychosocial care centers; workers. TRABALHO NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS: QUE CAMINHO SEGUIR?
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Articulação entre Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Atenção Básica de Saúde.

Articulação entre Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Atenção Básica de Saúde.

Objetivo: Analisar as formas de articulação que os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) estabelecem com os Serviços de Atenção Básica de Saúde. Métodos: Estudo descritivo de abordagem qualitativa realizado por meio de análise documental de 23 Projetos Terapêuticos dos CAPS tipo I e II de 23 cidades da Região Sul do Brasil (PR, SC e RS). Resultados: Pôde-se observar que esta articulação estrutura-se basicamente na supervisão e capacitação das equipes e em um sistema de referência e contrarreferência, muitas vezes, mascarados sob a lógica dos encamin- hamentos. No entanto, estas ações encontram-se mais sugestivas, referidas nos documentos como objetivos, do que propriamente traduzidas em ações como lógica de operacionalização concreta destas, na prática cotidiana dos serviços. Conclusão: De fato, a atenção à complexidade da demanda em saúde mental é dependente de uma construção gradativa de articulações orientadas pela corresponsabilização dos diferentes serviços que compõem a rede de atenção.
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Atuação dos profissionais no atendimento às famílias nos centros de atenção psicossocial

Atuação dos profissionais no atendimento às famílias nos centros de atenção psicossocial

Objetivou-se descrever o perfil e as práticas dos profissionais nos Centros de Atenção Psicossocial do Rio Grande do Norte/Brasil. Trata-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa, aprovado pelo CEP/UFRN, parecer nº 217.808, CAAE: 10650612.8.1001.5537. Coletaram-se os dados, através de um questionário, junto a uma amostra de 183 profissionais que trabalham em 33 CAPS do RN. Analisaram-se os dados por meio de estatística descritiva, através de quadros. O perfil da amostra caracterizou-se por predominância do sexo feminino (76,5 %), na faixa etária de 40 a 58 anos (61,7%) e tempo de conclusão de graduação/curso nos últimos 14 anos (79,8%). Apenas 7,1% têm especialização em saúde mental e áreas afins. Como atividades realizam atendimentos individuais (53,6%), as famílias (24,6%) e em grupos (11,5%). Os resultados encontrados nos CAPS do RN sinalizam certa dificuldade ou algumas resistências em enfrentar a luta por mudanças nas práticas assistenciais.
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OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIS (CAPSi) E AS PRÁTICAS DE CUIDADO PARA AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INTENSO SOFRIMENTO PSÍQUICO

OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL INFANTOJUVENIS (CAPSi) E AS PRÁTICAS DE CUIDADO PARA AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INTENSO SOFRIMENTO PSÍQUICO

As ações de cuidado às questões de saúde mental da infância e adolescência no Brasil estiveram, até poucas décadas, calcadas em ações filantrópicas com caráter de asilamento que culminavam em práticas violentas e de assujeitamento. A partir do estabelecimento do Sistema Único de Saúde e da elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente, tornou-se possível redimensionar o cuidado e atenção dispensados a esta população facultando-lhes o direito à cidadania e à expressão de seus desejos e necessidades. Em 2001, tem-se a criação dos Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenis (CAPSi) responsáveis pelo cuidado às crianças e adolescentes em sofrimento psíquico intenso, com enfoque comunitário e territorial, em substituição aos modelos asilares de caráter coercitivo e restritivo. Estudos recentes indicam que, embora os CAPSi sejam os serviços de referência para as situações de sofrimento psíquico intenso em crianças e adolescentes, as ofertas de atenção e cuidado ainda estão aquém das necessidades dos sujeitos e de suas famílias. Nesta direção, o presente estudo objetiva identificar as práticas de cuidado desenvolvidas no CAPSi para as crianças e adolescentes em intenso sofrimento psíquico a partir da percepção dos técnicos que atuam nos serviços e de familiares/responsáveis pelas crianças e adolescentes inseridas nestes. Participaram do estudo, 17 técnicos dos serviços e 16 familiares/responsáveis, referentes a quatro CAPSi, três localizados na Grande São Paulo e um no interior do Estado. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas realizadas junto aos técnicos e familiares/responsáveis, bem como através de fichas de identificação para caracterização dos CAPSi e das crianças/adolescentes e seus familiares participantes do estudo. Ao material obtido, procedeu-se a análise, por meio
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Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): estruturação, interdisciplinaridade e intersetorialidade

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): estruturação, interdisciplinaridade e intersetorialidade

Resumo: A Política Nacional de Saúde Mental tem promovido a ampliação da rede de serviços substitutivos, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Este estudo tem como objetivo conhecer a estrutura dos CAPS, a prática interdisciplinar de suas equipes e as suas articulações com as redes de serviço. Constatou-se a existência de 51 CAPS na Região Metropolitana de Porto Alegre. Foi elaborado um questionário online e participaram desse estudo 21 coordenadores ou técnicos. Os resultados apontam que há estrutura física e recursos humanos adequados para o atendimento proposto. A presença de equipe interdisciplinar é avaliada positivamente, assim como há parcerias com instituições de saúde e intersetoriais, por meio da realização de apoio matricial com a rede básica e algumas tentativas com a rede intersetorial. Com isso, evidencia-se que há iniciativas de um trabalho interdisciplinar e uma tentativa de um trabalho intersetorial, ainda que incipiente. Palavras-chave: Saúde Mental; Centro de Atenção Psicossocial; Interdisciplinaridade.
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Reabilitação psicossocial: a perspectiva de profissionais de centros de atenção psicossocial do Rio Grande do Sul.

Reabilitação psicossocial: a perspectiva de profissionais de centros de atenção psicossocial do Rio Grande do Sul.

RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo descrever a perspectiva dos profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial sobre a reabilitação psicossocial. A metodologia é de natureza qualitativa, realizada através de 11 entrevistas semi-estruturadas com profissionais de nível superior vinculados a 6 Centros de Atenção Psicossocial da região Sul do Rio Grande do Sul. O resultados apontam que a reabilitação psicossocial é visualizada como um processo, a superação da dicotomia saúde/doença, a inclusão da família, a interdisciplinaridade, a contratualidade, os valores profissionais como a respon- sabilidade, a ética, e o respeito à dignidade do ser humano. Concluímos que a reabilitação psicossocial é um processo em permanente construção de novas e sempre plurais possibilidades de cuidado, assim como a existência de um hiato entre o novo referencial teórico, ainda incipiente, e uma multiplicidade de práticas em curso que superam a produção de um referencial brasileiro de reabilitação.
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Produção científica sobre os Centros de Atenção Psicossocial.

Produção científica sobre os Centros de Atenção Psicossocial.

Este estudo objeivou apresentar uma visão panorâmica da produção cieníica sobre os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Trata-se de revisão bibliográica a parir das bases de dados LILACS, MEDLI- NE e SciELO. Foram selecionadas 68 refe- rências. Dessas, a maioria era de arigos de periódicos (88,24%) e de trabalhos relacio- nados à conclusão de cursos de pós-gradu- ação (10,29%); 75% das referências foram incluídas a parir do ano de 2003. Dentre os objeivos mais frequentes, destacam-se: a análise e avaliação da nova proposta as- sistencial em saúde mental, representada pela Reforma Psiquiátrica e pelo CAPS, e a análise dos proissionais de saúde mental e suas expectaivas quanto aos serviços. Espera-se que a presente revisão contribua para releir caminhos e implicações que (re)conigurem novos trabalhos cieníicos e práicas no coidiano dos serviços.
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Avaliação da estrutura e processo de trabalho dos centros de atenção psicossocial

Avaliação da estrutura e processo de trabalho dos centros de atenção psicossocial

RESUMO: Estudo quantitativo, retrospectivo e documental. Objetivo: Avaliar os processos de organização e gestão dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) no município de Campina Grande, Paraíba. A coleta dos dados ocorreu entre julho e agosto de 2014, considerando uma amostra de 396 prontuários. Coletaram-se os dados a partir de formulário, baseado em questionário validado, para o estudo Avaliação dos CAPS da Região Sul do Brasil. Para o processamento das análises estatísticas, utilizou-se o SPSS, versão 17.0. Destacou-se como psicopatologia mais frequente, a esquizofrenia. Ressalta-se redução das internações em Hospitais Psiquiátricos após o ingresso nos CAPS de 117 (29,1%) para apenas 11 (2,7%); redução estatisticamente significante (p=0,002). Baixa cobertura de itens inerentes ao Projeto Terapêutico Individual, tais como: Programa de geração de renda, inserção no trabalho, visita domiciliar. Evidenciou-se a necessidade de reorganização do processo de trabalho desses profissionais, por meio da adoção da Política de Educação Permanente. Palavras-chave: Saúde mental; centros de atenção psicossocial; projeto terapêutico singular; Enfermagem.
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O trabalho do enfermeiro nos centros de atenção psicossocial.

O trabalho do enfermeiro nos centros de atenção psicossocial.

Resumo Este estudo trata do perfil e atividades desenvolvidas por enfermeiros nos centros de atenção psicossocial (Caps). Consiste num estudo qualitativo do tipo descritivo. O instrumento de pesquisa utilizado foi a entrevista estruturada, realizada com 13 enfermeiros dos Caps I e II, per- tencentes à área de abrangência da Terceira Coorde- nadoria Regional de Saúde do Rio Grande do Sul (3ª CRS/RS), onde foram apreendidas informações sobre a clientela atendida no serviço, composição da equipe, atividades realizadas e ações desenvolvi- das pelo enfermeiro no Caps. Os enfermeiros elen- caram suas atividades na prática cotidiana do Caps e estas foram contextualizadas a partir do referen- cial da reabilitação psicossocial no interior da refor- ma psiquiátrica.
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EDUCAÇÃO FÍSICA EM CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

EDUCAÇÃO FÍSICA EM CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

A oficina de geração de renda que confecciona velas e a oficina de pintura, dificilmente são ou poderão vir a ser, consideradas como algo próprio da educação física, algo que lhe é específico. O professor, ao realizar tais atividades dentro de um Caps, transita por lá investido de uma identidade “profissional de saúde mental”, que excede as competências previstas nos currículos dos cursos de educação física para dar conta do ofício. O professor de educação física não está no serviço para realizar apenas atividades de esportes, ginástica, dança ou outra prática corporal imedia- tamente associada a sua especificidade. Está no serviço para compor uma equipe de saúde mental e dar conta das especificidades do cuidar em Centros de Atenção Psicossocial. Contudo, é preciso ancorar o “olhar profissional diferenciado”, que a equipe do Caps A comentou, a partir de sua especificidade. Afinal, a possibilidade de transitar por diferentes saberes/fazeres não convoca a educação física ao Caps e, também, não basta para tratar do seu fazer ali.
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Processo de enfermagem no cotidiano do enfermeiro nos centros de atenção psicossocial

Processo de enfermagem no cotidiano do enfermeiro nos centros de atenção psicossocial

A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos assistenciais que possibilitam a atenção psicossocial aos usuários com transtornos mentais, tendo como organizadores os Centros de Atenção Psicossocial, que devem buscar o estreita- mento de laços entre o campo da saúde mental e a comunidade, oferecendo suporte em saúde mental à atenção básica e dando suporte à crise, envolvendo não só o tratamento clínico, mas uma compreensão da situação que o circunda, com intervenções cujo ob- jetivo seja o de assegurar sua reinserção no contexto social e familiar (2) . Assim, propõe-se um cuidado que
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