Cinzas de carvão mineral

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Reaproveitamento de cinzas de carvão mineral na formulação de argamassas.

Reaproveitamento de cinzas de carvão mineral na formulação de argamassas.

Foi produzida uma argamassa de referência (sem adição de cinza) para comparação com argamassas adicionadas de cinzas de carvão mineral em substituição ao cimento. Após a caracterização dos materiais, foram realizadas misturas, com e sem adição de cinza, utilizando um misturador mecânico, localizado na Usina de Materiais da Universidade Federal do Pará. Foi definida a relação água/aglomerante (a/ ag) de 0,8. Foi produzida uma argamassa de referência e, posteriormente a cinza substituiu o cimento nos seguintes teores: 10%, 20%, 30%, 40% e 50%. Após o preparo, as misturas foram colocadas em moldes metálicos cilíndricos de tamanho 50 mm de diâmetro e 100 mm de altura para confecção dos corpos de prova, conforme estabelecidos na norma ABNT NBR 7215. Após 24 horas os corpos de prova foram retirados dos moldes para cura em temperatura
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Estudo da influência da adição de cinzas de carvão mineral nas propriedades da cerâmica vermelha.

Estudo da influência da adição de cinzas de carvão mineral nas propriedades da cerâmica vermelha.

O despertar da questão ambiental levantou uma grande preocupação com o destino dos resíduos sólidos, para os quais o simples destino para aterros não é mais aceita como solução definitiva. Uma rota pesquisada atualmente é a incorporação dos resíduos em materiais de construção civil, como concretos e cerâmicas. Um resíduo gerado em grandes quantidades, principalmente no sul do Brasil são as cinzas de carvão mineral, as quais atualmente são aterradas ou usadas em concretos [1]. Um destino possível para estas cinzas é a sua utilização em cerâmicas vermelhas [2], como tijolos, onde a cinza poderá contribuir com redução de densidade, modificações na absorção de água e de propriedades mecânicas [3]. A adição de outros resíduos industriais em cerâmicas vermelhas foi alvo de diversos estudos [4-6]
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Produção por prensagem uniaxial de compósito à base de gesso e cinzas de carvão mineral

Produção por prensagem uniaxial de compósito à base de gesso e cinzas de carvão mineral

O aumento da procura por novos materiais, que contemplem a sustentabilidade, proporcionou o interesse em estudos voltados para o reaproveitamento de resíduos sólidos. Entre esses resíduos encontram-se as cinzas oriundas da queima de carvão mineral em vários seguimentos industriais. Os principais destinos dessas cinzas são aterros industriais, minas de carvão mineral desativadas para preenchimento de cavidades e matéria-prima para a indústria cimenteira. Já existem aplicações sustentáveis na indústria da construção civil utilizando cinzas, tais como, argamassas, blocos de concreto, cerâmica vermelha, entre outros. Contudo, não existe na literatura nenhuma menção à aplicação de cinzas misturada ao gesso para produção de um compósito. Tendo em vista a procura por novos materiais sustentáveis na construção civil, este trabalho testou a obtenção de um compósito formado por gesso e cinzas de carvão mineral. A metodologia de trabalho fundamentou-se na aplicação de um planejamento experimental e na técnica de conformação por prensagem mecânica uniaxial, para produzir corpos de prova de diferentes composições de gesso e cinzas, a fim de definir uma composição adequada em relação às propriedades físico- químicas e mecânicas dessa mistura. Para a aplicação do planejamento experimental variou-se os fatores: percentagem em massa de cinza leve, cinza pesada e gesso, relação água/gesso e carga de prensagem uniaxial. Para estudar a viabilidade técnica deste novo compósito foram analisadas as resistências mecânicas à compressão e à flexão, a taxa de absorção de água e os tempos de pega inicial e final. Entre as condições operacionais testadas a que apresentou os melhores resultados de desempenho técnico foi um compósito formulado com 25 % em massa de cinza leve, 25 % em massa de cinza Pesada e 50 % de gesso beta, relação água/gesso de 0,25 e carga de prensagem uniaxial de 12,5 MPa. O compósito produzido nessas condições foi considerado satisfatório quanto à aplicação como material de construção civil. Além de apresentar-se de fato como uma alternativa sustentável, o compósito obtido se mostrou mais eficiente em termos das suas propriedades mecânicas comparado ao gesso convencional.
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Avaliação do desempenho de blocos e argamassas com cinzas de carvão mineral incorporada para aproveitamento em conjuntos habitacionais

Avaliação do desempenho de blocos e argamassas com cinzas de carvão mineral incorporada para aproveitamento em conjuntos habitacionais

As cinzas de carvão mineral são subprodutos originados da combustão de carvão mineral. O setor responsável pela maior produção de cinzas no mundo é o da geração de energia elétrica. Com o propósito de se obter um melhor desempenho na queima do carvão, a maioria das usinas termelétricas moem o carvão a uma finura, onde 75% em massa passa na peneira 0,075 mm. O carvão moído é pulverizado no interior da caldeira, passando por várias zonas de aquecimento onde a matéria volátil e o carbono é queimado, enquanto que as impurezas minerais são fundidas e permanecem em suspensão nos gases da combustão. Ao deixar a zona de combustão, as partículas de cinza fundidas são resfriadas rapidamente (de 1500° C para 200° C em poucos segundos), solidificando-se como partículas esféricas vítreas. (POZZOBON, 1999).
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Estudo de pastas de cimento Portland com adições de cinzas de carvão mineral para uso na cimentação de poços de petróleo

Estudo de pastas de cimento Portland com adições de cinzas de carvão mineral para uso na cimentação de poços de petróleo

Dentre os cimentos Portland utilizados para a cimentação de poços de petróleo no Brasil, destacam-se o CPP Classe G e o CPP Classe Especial. Os quais possuem maior controle fabril, custos logísticos e de produção do que os cimentos comuns. As pastas formuladas, com cimentos para construção civil, não atendem aos requisitos normativos da NBR 9831/2006, sobretudo quanto à resistência à compressão. Para se melhorar as propriedades de resistência à compressão das pastas se faz necessário modificar sua microestrutura, para tal, pode-se fazer uso de adições minerais, como as cinzas da combustão de carvão mineral que no estado de Ceará encontra-se em abundância como resíduo industrial proveniente das termelétricas do Pecém, tornando-se um passivo ambiental e um problema econômico para as empresas. Assim, esta pesquisa tem como objetivo o estudo da viabilidade de utilização dos cimentos CPII F 32 e CP V, com menor custo de produção e distribuição do que os cimentos para poços de petróleo, com substituição parcial dos cimentos por dois tipos de cinzas de carvão mineral, CV1 (cinza de fundo) e CV2 (cinza leve), nas proporções de 0% (pastas sem adições), 5% e 10% em massa do cimento, para aplicação em cimentação de poços de petróleo com pastas formuladas com densidade de 14,5 lb/gal (1,737 g/cm³). Para se avaliar as pastas formuladas, inicialmente caracterizou-se os cimentos e as cinzas de carvão mineral quanto aos aspectos químicos, físicos e microestruturais, e as pastas formuladas quanto aos requisitos físico–químicos e ensaios tecnológicos API (consistometria, teor de água livre, resistência à compressão na idade de 8 horas), baseadas na NBR 9831 (2006) e API SPEC 10A (2002), além de avaliar a evolução da resistência à compressão nas idades de 24 horas, 7 dias e 28 dias à temperatura de cura de 38°C. Conclui-se que as pastas formuladas apresentaram bons resultados quanto ao teor de água livre, consistometria e resistência à compressão com 8 horas de cura, além de desenvolver boa resistência à compressão aos 28 dias, com resultados próximos ou superiores às pastas formuladas com os cimentos Portland CPP classe G e CPP Classe Especial, para a uma densidade de pasta de 14,5 lb/gal, quando comparados com pesquisas semelhantes. Os resultados possibilitam a viabilidade do uso das pastas formuladas para aplicação em cimentação de poços de petróleo rasos, sobretudo para a pasta CPV10CV2, com melhores resultados paras os ensaios tecnológicos API.
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Avaliação da heterogeneidade de cinzas de carvão mineral advindas da termelétrica energia pecém e sua aplicação em camadas granulares de pavimentos

Avaliação da heterogeneidade de cinzas de carvão mineral advindas da termelétrica energia pecém e sua aplicação em camadas granulares de pavimentos

Diante de um cenário mundial em que se estimula a criação de uma ética ambiental e a adoção de sistemas industriais ecologicamente eficientes, a utilização de resíduos para compor novos materiais de construção é imperativa. Tendo em vista esse desafio, este trabalho buscou propor o emprego de cinzas de carvão mineral provenientes de uma termelétrica em camadas granulares dos pavimentos. Primeiramente, avaliou-se a heterogeneidade das cinzas dispostas em uma bacia de sedimentação. Foram coletadas 32 amostras e para todas foram realizados ensaios de caracterização física (ensaios de granulometria e limites de liquidez/plasticidade), química, ambiental (ensaios de solubilização e lixiviação), bem como ensaios mecânicos (compactação, CBR). Observou-se periculosidade em 6 amostras, sendo as demais classificadas como Resíduo Classe II-A (Não Inerte). Obtiveram-se valores de umidade ótima entre 22,5% e 57%, com média de 38%. Os valores de CBR foram também variados, oscilando entre 1% e 46%, com cerca de 80% das amostras apresentando valores abaixo do mínimo exigido para emprego em camadas de sub-base de pavimentos. Os valores de expansão oscilaram entre 0,23% a 8,60%, de forma que 50% das amostras coletadas não atenderam ao requisito mínimo para utilização em camada granular. Diante da significativa heterogeneidade observada, procedeu-se a realização de misturas das cinzas dos diversos pontos coletados com solo regional, como alternativa para melhorar o comportamento mecânico do material e torná-lo apto a ser empregado na pavimentação. Foi dimensionado, através de métodos mecanísticos-empíricos, um pavimento com as misturas investigadas, procedendo-se uma análise comparativa de custos. As misturas se mostraram viáveis, do ponto vista técnico, econômico e ambiental, a serem utilizadas em camadas granulares dos pavimentos. Concluiu-se que a utilização das cinzas na pavimentação representa uma importante solução de engenharia, de forma a dar uma finalidade técnica e ambientalmente correta aos rejeitos produzidos em centrais termelétricas.
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Avaliação do Desgaste Erosivo à Quente (~300 C) por Cinzas de Carvão Mineral em Revestimentos Obtidos por Aspersão Térmica

Avaliação do Desgaste Erosivo à Quente (~300 C) por Cinzas de Carvão Mineral em Revestimentos Obtidos por Aspersão Térmica

Os corpos-de-prova utilizados no aparato experimen- tal de desgaste apresentavam seção cilíndrica, diâmetro de 25 mm e espessura de 5 mm. O padrão utilizado foi o aço SAE 1020. Os revestimentos, WC-12Co, Cr 2 C 3 -NiCr e WC- CrC-Ni, foram aplicados sobre o substrato pela técnica de HVOF, com uma camada de aproximadamente 0,3mm. Esta técnica foi escolhida em função do melhor resultado (baixa porosidade) apresentado em metais. A Tabela 2 apresenta a composição química destes revestimentos e os parâmetros empregados em sua aspersão. Após a asper- são, a superfície das amostras foi preparada para o desgas- te através de um lixamento e polimento, para que os resul- tados de desgaste fossem avaliados comparativamente com o aço a partir das mesmas condições da superfície exposta ao ataque das cinzas de carvão mineral.
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AVALIAÇÃO DO USO DE CINZAS DE CARVÃO MINERAL ADVINDAS DE USINA TERMELÉTRICA NO ESTADO DO CEARÁ NA CONSTRUÇÃO DE PAVIMENTOS SUSTENTÁVEIS

AVALIAÇÃO DO USO DE CINZAS DE CARVÃO MINERAL ADVINDAS DE USINA TERMELÉTRICA NO ESTADO DO CEARÁ NA CONSTRUÇÃO DE PAVIMENTOS SUSTENTÁVEIS

Na concepção de novos materiais para pavimentação, torna-se necessária uma avaliação inicial dos seus riscos ambientais. Chies et al. (2003) destacam que, apesar de vantagens técnicas e econômicas da utilização de carvão mineral perante as demais alternativas energéticas atualmente disponíveis, a exploração do carvão gera problemas ambientais, decorrentes da geração de significativas quantidades de resíduos inorgânicos que, quando depositados inadequadamente, podem gerar impactos significativos no solo e nas águas subterrâneas, devido à lixiviação de elementos tóxicos presentes em sua composição química. Destaca-se que as cinzas de carvão mineral são resíduos, cujo potencial poluidor é dependente das concentrações dos elementos tóxicos e do grau de solubilização deles no ambiente natural (LOPES, 2011; CAMARA, 2011). A problemática da destinação final de cinzas de carvão assume maiores proporções à medida que se observa o avanço contínuo dos critérios de controle por parte das agências ambientais, dispondo de legislação ambiental cada vez mais austera, que responsabilizam o gerador pela destinação dos resíduos gerados.
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Fabricação de material cerâmico com argila e cinzas de carvão mineral /

Fabricação de material cerâmico com argila e cinzas de carvão mineral /

Proceedings o f 9th International Brick/Block Masonry Conference, Berlim, Alemanha, outubro de 1991, pp.. The challenge of change; sixthe International Ash Utilization [r]

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Caracterização geotécnica de cinzas de carvão mineral e sua utilização como barreiras impermeabilizantes

Caracterização geotécnica de cinzas de carvão mineral e sua utilização como barreiras impermeabilizantes

Algumas limitações técnicas e operacionais, tornaram inexequível a realização de todos os ensaios ge- otécnicos previstos com todas as amostras coletadas, sendo apenas os ensaios de massa específica real dos grãos e granulometria realizados em todas as amostras. Isto aliado aos resultados dos ensaios ambientais e de compactação, indicaram a necessidade de buscar alternativas de análise que se adequassem a logística do programa experimental e ao mesmo tempo fosse representativa do material que estava sendo analisado. De- vido à relativa dispersão de determinados parâmetros geotécnicos, tornou-se tecnicamente inviável a utiliza- ção das cinzas considerando as características de cada ponto amostral. Em função disto decidiu-se pelo uso de uma amostra composta de cinzas, constituída pela mistura de todas as amostras de cinza coletadas (exceto as de cinzas leves), repetindo-se os ensaios de caracterização nesta amostra, denominada de cinzas compostas (CC). Adicionalmente, foi realizada uma análise estatística com algumas amostras de cinzas selecionadas, de modo a avaliar a representatividade dos parâmetros da cinza composta para todo o volume de resíduo estuda- do.
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Avaliação do uso de cinzas de carvão mineral como melhorador de adesividade em misturas asfálticas

Avaliação do uso de cinzas de carvão mineral como melhorador de adesividade em misturas asfálticas

O dano por umidade causa impactos negativos sobre o pavimento asfá ltico, podendo agravar os defeitos comumente encontrados nessas estruturas. O contato com a umidade pode resultar na degradaçã o da adesã o entre o ligante asfá ltico e os agregados. E ste trabalho trata da avaliaçã o do uso de cinzas de carvã o mineral como melhoradoras de adesividade em misturas asfá lticas, utilizando-as como fíler mineral, e ainda realizando a comparaçã o entre o comportamento mecânico de misturas asfá lticas contendo cinza de carvã o mineral, cal hidratada do tipo C H-I e pó de pedra como fíleres. Para o desenvolvimento do presente trabalho foram coletadas cinzas volantes "frescas" diretamente dos silos de processo e cinzas do mó dulo de armazenamento das usinas termoelé tricas, totalizando 34 amostras. A s cinzas de carvã o mineral coletadas no mó dulo de armazenamento apresentaram granulometria mais graúda em relaçã o à s cinzas volantes “frescas”. A caracterizaçã o química do material coletado, por meio das té cnicas de difraçã o e de fluorescê ncia de R aios-x, mostrou que o material coletado é bastante heterogê neo, e que 67,7% das cinzas coletadas sã o pertencentes à C lasse C , segundo norma A ST M C 618/2015, sendo o restante das cinzas enquadradas na C lasse F . C om relaçã o à avaliaçã o aos ensaios de resistê ncia à traçã o, o uso das cinzas de carvã o mineral num percentual de 4% em peso de agregado nã o representou incremento na resistê ncia a traçã o das misturas estudadas, poré m quando se utilizou as cinzas associadas à cal percebeu-se aumento na rigidez nas misturas asfá lticas estudadas. Na avaliaçã o da resistê ncia ao dano causado pela umidade, por meio do ensaio de L ottm an modificado, ficou evidente que o uso de cinzas num teor de 4% em peso de agregado apresentou resultados similares aos do fíler natural, obtendo valores de R R T (R elaçã o de R esistê ncia à T raçã o) mé dio abaixo de 50%. J á o uso das cinzas associadas à cal representou aumento da resistê ncia ao dano por umidade, obtendo-se R R T mé dio maior que 80%. R essalta-se que fato de algumas cinzas pertencerem a C lasse C ou F , ou mesmo o fato de algumas cinzas serem mais alcalinas que outras, nã o refletiram em ganhos significativos de resistê ncia ao dano por umidade.
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Influência do uso das cinzas de carvão mineral de termelétrica em argamassas de revestimento: dosagem por curvas granulométricas

Influência do uso das cinzas de carvão mineral de termelétrica em argamassas de revestimento: dosagem por curvas granulométricas

Os autores identificaram como cenosferas, esferas ocas, leves e inertes constituídas principalmente de sílica e alumina, preenchidas com ar ou gases aprisionados (geralmente com bolha de CO 2 e N 2 ) vindo do derretimento de material de resíduo inorgânico do carvão. Foi afirmado que a quantidade de cenosferas presentes na cinza depende da porcentagem de carbono e ferro no carvão. Segundo a análise química a perda de massa ao fogo foi de 4,2% e a porcentagem de SiO 2 , Al 2 O 3 e Fe 2 O foram de 53,53%, 30,01% e 7,53%, respectivamente. Através da análise termogravimétrica (ATG) os autores observaram a 300ºC e perda de massa maior de 90%, atribuindo ao fato da expulsão do ar ou gás aprisionado nas cenosferas. Já pela análise térmica diferencial (ATD) observaram um pequeno pico endotérmico aos 330ºC, sendo atribuído a expulsão da água dissolvida no material vítreo das amostras.
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ESTUDO DAS PROPRIEDADES DO CONCRETO COM A SUBSTITUIÇÃO TOTAL DE SILICA POR CINZAS DE CARVÃO MINERAL E LAMA VERMELHA

ESTUDO DAS PROPRIEDADES DO CONCRETO COM A SUBSTITUIÇÃO TOTAL DE SILICA POR CINZAS DE CARVÃO MINERAL E LAMA VERMELHA

O trabalho mostra um estudo das propriedades do concreto pré-moldado a frio para uso na construção civil, quando da adição de cinza de carvão mineral e Lama Vermelha, como materiais agregados e carga de material pozolânico. Inicialmente foram desenvolvidos misturas para produção de blocos pré-moldados com substituição total de sílica por cinzas e lama vermelha. Trabalhou-se com misturas na proporção 1 : 3.5, ou seja, 1 parte de cimento e 3,5 partes de agregado. Foram realizados experimentos, com as seguintes proporções de cinza: 10%; 20%; 30%; seixo: 50%, 40%,30% e lama vermelha na proporção de 40% mantida de forma constante em todos os ensaios. Nos blocos foram realizados ensaios para sua caracterização: massa específica, resistência à compressão, porosidade e absorção de água. Os resultados obtidos foram interessantes do ponto de vista de aplicação deste material, onde se podem verificar as diferentes resistências apresentadas.
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Desenvolvimento da tecnica dos dois microfones para medição de caracteristicas acusticas de amostras feitas de cinzas de carvão mineral

Desenvolvimento da tecnica dos dois microfones para medição de caracteristicas acusticas de amostras feitas de cinzas de carvão mineral

demostrando o material ter boas propriedades acústicas. Desenvolveu-se uma revisão da teoria usada em mediçSes no tubo de impedância clássico e desenvolveu-se fórmul[r]

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Análise do Comportamento Mecânico e Ambiental de Misturas Solo-Cinzas de Carvão Mineral para Camadas de Base de Pavimentos

Análise do Comportamento Mecânico e Ambiental de Misturas Solo-Cinzas de Carvão Mineral para Camadas de Base de Pavimentos

Figura 1.1 : Bacia de sedimentação de Cinzas do Complexo Termelétrico de Jorge Lacerda (Fonte: LEANDRO, 2005).......................................................... 26 Figura 2.1 : Gráfico representativo da Oferta Interna de Energia no Brasil com dados de 2009 (Fonte: EPE, 2010)................................................................. 30 Figura 2.2 : Comparação das Diferentes Fontes de Energia, no Brasil, em 2008 e 2009 (Fonte: EPE, 2010)................................................................................ 31 Figura 2.3: Processo de Queima do Carvão Mineral em Usinas Termelétricas (Fonte: Farias, 2005)......................................................................................... 32 Figura 2.4: Moldagem de Peças de Concreto para Pavimentação com uso de cinza............................................................................................................... 41 Figura 2.5: Mecanismos de Estabilização Solo-Cal (Fonte: Inglês & Metcalf, 1972 apud Rosa, 2009)............................................................................................ 50 Figura 2.6 : Efeito do teor de cal sobre a resistência a compressão simples para alguns solos tratados com cal e curados por 7 dias (Fonte: Rosa, 2009)............ 53 Figura 2.7: Efeito do tempo de cura sobre a resistência à compressão simples para alguns tipos de solos estabilizados com cal (Fonte: Rosa, 2009)................ 54 Figura 2.8 : Equipamento do Ensaio Triaxial de Cargas Repetidas do Laboratório de Geotecnia e Pavimentos da COPPE/UFRJ usado no presente estudo............ 60 Figura 3.1 : Destaque ao Mapa Pedológico do Estado do Rio de Janeiro na área de estudo (Fonte: DRM-RJ).............................................................................. 69 Figura 3.2: Imagem Aérea da Localização da Jazida em Campo Grande (Fonte: Google Maps, 2010
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Valorização de resíduos como abordagem de ecoeficiência em termelétricas: o caso das cinzas pesadas de carvão mineral

Valorização de resíduos como abordagem de ecoeficiência em termelétricas: o caso das cinzas pesadas de carvão mineral

As características físicas, químicas e mineralógicas das cinzas de carvão mineral são compatíveis com várias matérias-primas utilizadas nas indústrias cerâmicas de revestimento, o que indica uma possibilidade de substituição parcial ou integral destas matérias-primas por aquele resíduo. As cinzas pesadas de carvão mineral possuem a composição química formada por percentuais acima de 80% de silica (SiO2) e alumina (Al2O3) e pelas fases mineralógicas quartzo e mulita. No Brasil, um forte argumento para o uso de cinzas de carvão é a quantidade gerada pela combustão dos carvões nacionais (sub-betuminoso), que pode chegar a mais de 50% em massa (Tessari & Consoli, 1998). Nos próximos itens, serão apresentados os processos produtivos de revestimentos cerâmicos e do cliquer para a indústria de cimento nos quais as cinzas pesadas serão inseridas.
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USO DE CINZAS PESADAS DE CARVÃO MINERAL COMO FONTES ATRAENTES DE ALUMINOSSILICATOS NA SÍNTESE DE ZEÓLITAS

USO DE CINZAS PESADAS DE CARVÃO MINERAL COMO FONTES ATRAENTES DE ALUMINOSSILICATOS NA SÍNTESE DE ZEÓLITAS

RESUMO Em processos de queima de carvão mineral os produtos de combustão tem sido o maior problema para a prevenção ambiental. Este trabalho tem como objetivo a utilização de cinzas pesadas, provenientes da queima de carvão mineral nas centrais térmicas, na síntese de zeólitas. A motivação do estudo baseou-se em estudos que apontam a presença de aluminossilicatos em cinzas de carvão mineral. As zeólitas são aluminossilicatos que apresentam arranjo estrutural cristalino e que possuem altas propriedades de adsorção. O processo de síntese zeólitas teve como etapa exclusiva o uso de cinzas pesadas como fontes alternativa sílica e alumínio. Os matériais zeóliticos obtidos tiveram uma área especifica de 771 m 2 /g, sendo resultados atraentes pelo fato de as cinzas pesadas possuírem em grande parte da sua composição cerca de 7,0 % de Fe, elemento que desfavorece o processo de nucleação e formação de cristais.
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AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DAS CINZAS, GERADAS PELA GASEIFICAÇÃO DO CARVÃO MINERAL DE CANDIOTA/RS, COMO ADSORVENTE DE CROMO HEXAVALENTE.

AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DAS CINZAS, GERADAS PELA GASEIFICAÇÃO DO CARVÃO MINERAL DE CANDIOTA/RS, COMO ADSORVENTE DE CROMO HEXAVALENTE.

Considerando o processo de gaseificação de carvão mineral promissor, frente à participação cada vez menor das termelétricas na matriz energética nacional, é relevante um estudo mais detalhado, do ponto de vista ambiental e econômico, acerca dos coprodutos gerados nesse processo (Domenico, 2013). As cinzas de carvão mineral apresentam propriedades adsortivas e podem ser uma boa alternativa para tratamento de efluentes industriais, uma vez que será uma aplicação de resíduo sólido para tratamento de efluente líquido de alta complexidade. A demanda por materiais porosos levou pesquisadores ao estudo de fontes alternativas baratas com eficiência para essas aplicações, e devido às características singulares das cinzas de
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ADSORÇÃO DE AZUL DE METILENO POR ZEÓLITA SINTETIZADA A PARTIR DAS CINZAS LEVES DO PROCESSO DE GASEIFICAÇÃO DO CARVÃO MINERAL DE CANDIOTA/RS

ADSORÇÃO DE AZUL DE METILENO POR ZEÓLITA SINTETIZADA A PARTIR DAS CINZAS LEVES DO PROCESSO DE GASEIFICAÇÃO DO CARVÃO MINERAL DE CANDIOTA/RS

A síntese de zeólitas pode ser realizada a partir de um tratamento hidrotérmico de fontes de Si e Al. A síntese convencional envolve a utilização de soluções de Si e Al que possuem um custo relativamente elevado. Uma alternativa com alto potencial de utilização e com o custo mais baixo, quando comparado com as soluções do tratamento convencional, são cinzas de carvão mineral, que são resíduos sólidos resultantes da queima do carvão e são constituídas, principalmente, por SI e Al, que por meio de tratamento hidrotérmico, podem dar origem a zeólitas (BYRAPPA e YOSHIMURA, 2011; HENMI, 1987; QUEROL et al., 2002).
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Influência do uso de cinzas da combustão de carvão mineral em argamassas de revestimento

Influência do uso de cinzas da combustão de carvão mineral em argamassas de revestimento

Conforme Pozzobon (1999), no Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, situado no município catarinense de Capivari de Baixo, o armazenamento dessas cinzas é diferenciado. As cinzas pesadas, após desmanche dos grumos, são bombeadas com água para as lagoas de decantação, permanecendo ali até o completo preenchimento dessas lagoas, quando então são removidas e depositadas em outra aplicação ambiental (Recuperação da área degrada do Banhado da Estiva). As cinzas leves, em função do manejo a seco, são depositadas em silos e parcialmente vendidas para uso na fabricação de cimentos. A parte não comercializada dessas cinzas é despejada nas lagoas de decantação mencionadas, tendo o mesmo fim que as cinzas pesadas. Assim, as cinzas não aproveitadas constituem um grande passivo ambiental no sistema de geração termelétrica do Estado de Santa Catarina.
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