condutividade elétrica do solo

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Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos.

Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos.

INAMASU, R. Y.; FRANCA, G. E.; TORRE-NETO, A.; MANTOVANI, E. C.; CRUVINEL, P. E.; GOMIDE, R. L.; LUCHIARI JUNIOR, A.; RABELLO, L. M.; SOUZA, R. V. de. Condutividade elétrica do solo: primeiros mapas no Brasil. In: BALASTREIRE, L. A. Avanços na agricultura de precisão no Brasil no período de 1999-2001. Piracicaba: L. A. Balastreire, 2002. Cap. 2. p. 32-37.1 CD-ROM. Trabalho apresentado no III Simpósio sobre Agricultura de Precisão, Piracicaba, 2001.

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DESENVOLVIMENTO E ENSAIOS DE UM SISTEMA DE MENSURAÇÃO DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO

DESENVOLVIMENTO E ENSAIOS DE UM SISTEMA DE MENSURAÇÃO DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO

obtido os parâmetros dos modelos ajustados ao semivariograma experimental pela análise geoestatística e realizou-se a elaboração dos mapas de superfície. A análise dos mapas de superfície consistiu na verificação da distribuição espacial das variáveis estudadas nas áreas experimentais. Para tanto, os mapas gerados com as variáveis umidade e teor de argila, silte e areia definiram o padrão do solo nos dois horizontes de coleta de amostras, tendo em vista o desenvolvimento dos sistemas de medida de condutividade elétrica do solo e avaliação da sua eficiência em detectar essas características. Assim, a caracterização das áreas experimentais foi definida pelo mapeamento das variáveis umidade e teor de argila, silte e areia, onde a distribuição espacial encontrada nestes mapas foi considerada como parâmetros no estudo dos sistemas de condutividade elétrica, tanto para o equipamento comercial quanto para os sistemas desenvolvidos.
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Mensuração da condutividade elétrica do solo por indução e sua correlação com fatores de produção.

Mensuração da condutividade elétrica do solo por indução e sua correlação com fatores de produção.

Com o auxílio do sistema de informação geográfica dedicado à Agricultura de Precisão SSToolbox (SST Development Group ® ), foram definidas as malhas amostrais. Inicialmente, foi definida uma malha regular de 35 m de lado para as leituras de condutividade elétrica do solo, resultando em aproximadamente 8,1 leituras por hectare. Essa mesma malha foi utilizada para a coleta de amostras de solo para análise de textura e de teor de água no solo, porém intercalando pontos em malha de 70 m de lado, resultando em aproximadamente 2,0 amostras por hectare. A coleta das amostras e a leitura dos valores da condutividade elétrica do solo foram realizadas em abril de 2001, imediatamente após a colheita da cultura do milho. Nova amostragem em grade regular com 60 m de lado, resultando em aproximadamente 2,8 amostras por hectare, foi elaborada para a coleta de amostras para a análise química de rotina em laboratório. Essa coleta foi realizada em setembro de 2001, antes da semeadura da cultura da soja.
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MENSURAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO POR INDUÇÃO E SUA CORRELAÇÃO COM FATORES DE PRODUÇÃO

MENSURAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO POR INDUÇÃO E SUA CORRELAÇÃO COM FATORES DE PRODUÇÃO

caracterizar o acentuado desnível topográfico existente no talhão, e os pontos foram interpolados para a obtenção de mapas topográficos de altimetria. Com o auxílio do sistema de informação geográfica dedicado à Agricultura de Precisão SSToolbox (SST Development Group ® ), foram definidas as malhas amostrais. Inicialmente, foi definida uma malha regular de 35 m de lado para as leituras de condutividade elétrica do solo, resultando em aproximadamente 8,1 leituras por hectare. Essa mesma malha foi utilizada para a coleta de amostras de solo para análise de textura e de teor de água no solo, porém intercalando pontos em malha de 70 m de lado, resultando em aproximadamente 2,0 amostras por hectare. A coleta das amostras e a leitura dos valores da condutividade elétrica do solo foram realizadas em abril de 2001, imediatamente após a colheita da cultura do milho. Nova amostragem em grade regular com 60 m de lado, resultando em aproximadamente 2,8 amostras por hectare, foi elaborada para a coleta de amostras para a análise química de rotina em laboratório. Essa coleta foi realizada em setembro de 2001, antes da semeadura da cultura da soja.
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Sonda de TDR para estimativa da umidade e condutividade elétrica do solo, com uso de multiplexadores.

Sonda de TDR para estimativa da umidade e condutividade elétrica do solo, com uso de multiplexadores.

Resumo: Com esse trabalho, objetivou-se a caracterização e avaliação de sondas de TDR para determinação da umidade e da condutividade elétrica do solo. As sondas foram construídas para uso direto com a TDR, , , , , ou para serem conectadas a multiplexadores, avaliadas para dois tipos de cabo coaxial e para diferentes comprimentos desses cabos (4 a 19 m). A constante K da equação de Giese-Tieman e as impedâncias das sondas foram determinadas e realizadas leituras de diferentes níveis de condutividade elétrica no solo, para diferentes umidades e temperaturas. Verificou-se, comprovada a necessidade do uso de um resistor de 15 Ω em série com a haste central das sondas de TDR para uso com multiplexadores com leitura automática por computador. O cabo de maior espessura da malha de aterramento e maior diâmetro do condutor interno foi o mais adequado ao uso para as sondas, enquanto o de cabos coaxiais com até 13 m de comprimento total não afetou significativamente as leituras de umidade; por outro lado, sondas de 0,10 e 0,15 m de comprimento de hastes funcionam com eficiência na medição da condutividade elétrica do solo. A faixa de condutividade elétrica do solo, possível de ser medida com essas sondas, situa-se a até 1,0 dS m -1 .
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Sistema de Medida de Condutividade Elétrica do Solo Adaptado a um Implemento Agricola (Subsolador)

Sistema de Medida de Condutividade Elétrica do Solo Adaptado a um Implemento Agricola (Subsolador)

A condutividade elétrica do solo pode ser medida com equipamentos relativamente simples e com grande eficiência operacional. Portanto, essa técnica tem um custo relativamente baixo comparado com técnicas de medida de outras grandezas agronômicas. Porém, a condutividade elétrica se correlaciona com múltiplos parâmetros químicos e físicos do solo, tornando medidas isoladas praticamente inúteis na maioria dos casos (INAMASSU et. al., 2002; JORGE e TORRE-NETO, 2002; CORWIN e LESCH, 2003).

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SISTEMA DE MEDIDA DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO ADAPTADO A UM IMPLEMENTO AGRICOLA (SUBSOLADOR)

SISTEMA DE MEDIDA DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO ADAPTADO A UM IMPLEMENTO AGRICOLA (SUBSOLADOR)

No ciclo da agricultura de precisão, em seguida ao mapa de produtividade, a amostragem de solo é o principal passo para orientar o gerenciamento de um tratamento em sítios específicos. Entretanto, a amostragem em espaçamentos uniformes a cada 25 m é economicamente inviável em sistemas produtivos. Os mapas de condutividade elétrica do solo com resolução na ordem de 1 metro, apesar de não excluírem de amostras em laboratório, fornecem uma orientação para realizar amostragens estratégicas através de identificação de zonas homogêneas.

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SONDAS DE TDR PARA A ESTIMATIVA DA UMIDADE E DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO 1 RESUMO

SONDAS DE TDR PARA A ESTIMATIVA DA UMIDADE E DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO 1 RESUMO

4 CNPMF/EMBRAPA, Cruz das Almas, BA. 5 University of Connecticut, Storrs, CT, EUA. 1 RESUMO No Brasil a utilização da técnica da TDR é relativamente recente e vários estudos estão sendo desenvolvidos para adequar a técnica aos diferentes tipos de solo. A técnica da TDR implica em um expressivo custo financeiro para ser utilizada na agricultura brasileira, atribuído principalmente à aquisição do equipamento e das sondas. Neste contexto, o trabalho teve como objetivo apresentar a construção de três diferentes tipos de sondas de TDR de maneira a permitir a substituição das sondas comerciais. Avaliou-se o desempenho de cada uma em relação à estimativa da umidade e da condutividade elétrica do solo. Os tipos de sondas propostas são: sonda contínua com três hastes, multi-haste segmentada e coaxial de volume variável. Estas foram avaliadas em função dos seguintes parâmetros: coeficiente de reflexão, impedância característica e sensibilidade espacial. Os resultados demonstraram a viabilidade no uso das sondas de TDR propostas na estimativa da umidade e da condutividade elétrica no solo. A utilização das mesmas é alternativa às comerciais, viabilizando a utilização nas mais diversas condições, principalmente, em situações que necessitam de quantidade elevada de sondas de TDR.
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MAPEAMENTO DA COMPACTAÇÃO EM ÁREA IRRIGADA DE GRÃOS E SUA CORRELAÇÃO COM CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO E PRODUTIVIDADE DA SOJA

MAPEAMENTO DA COMPACTAÇÃO EM ÁREA IRRIGADA DE GRÃOS E SUA CORRELAÇÃO COM CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO E PRODUTIVIDADE DA SOJA

A Agricultura de Precisão é uma ferramenta de gestão que permite avaliar, analisar e intervir com ações no local correto, na hora correta com o insumo correto e da maneira mais rentável, diminuindo a variabilidade espacial da área permitindo também aumentos na produtividade com racionalização dos recursos.Em termos econômicos, a utilização desta tecnologia possibilita a priorização de investimentos em áreas onde o potencial de produção seja mais efetivo, garantindo maior retorno econômico. A geoestatística se tornou uma importante ferramenta pois permite estudar o comportamento da variabilidade espacial, além de poder também quantificar o seu tamanho. Estudos da variabilidade espacial, tanto de natureza química quanto física, permite ao produtor aliar essas informações aos mapas de produtividade e assim tomar decisões que possam aumentar a eficiência da produção.O objetivo desse trabalho foi avaliar através de mapas de compactação de solo e condutividade elétrica quais desses fatores que mais se correlacionam com a produtividade de soja em área irrigada.O trabalho foi realizado no município de Pejuçara, RS, onde sua primeira etapa foi a aquisição do mapa de produtividade na colheita da soja safra 2013-2014, numa área demarcada de 47 ha. Após realizou-se o trabalho para originar os mapas de compactação de solo em três camadas de solo, coletados em 190 pontos da área, sendo que os dados obtidos foram interpolados com o CRCampeiro7. Para a avaliação da condutividade elétrica do solo, utilizou-se o equipamento Veris 3100 o qual fez avaliações nas camadas de 0-30 e 30-90 cm de profundidade. Após as avaliações feitas, verificou-se que grande parte da área encontra-se compactada, não sendo possível perceber correlação entre produtividade e as variáveis estudadas. Esses fatos nos levam a concluir que em área irrigada a compactação de solo não é capaz de afetar, com tanta severidade, até os níveis detectados, o desenvolvimento da cultura.
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Distribuição espacial da condutividade elétrica do solo medida por indução eletromagnética e da produtividade de cana-de-açúcar.

Distribuição espacial da condutividade elétrica do solo medida por indução eletromagnética e da produtividade de cana-de-açúcar.

A agricultura atual requer a inserção de novas tecnologias que permitam a identificação dos padrões de solo e planta, possibilitando a determinação da sua variabilidade espacial. O objetivo deste trabalho foi determinar a relação espacial entre a produtividade da cana-de-açúcar, da condutividade elétrica do solo medida por indução eletromagnética e da textura do solo. A área experimental está localizada em Goiana (Pernambuco, Brasil) (Latitude 07°34’25”S, Longitude 34°55’39”W). O experimento foi conduzido em uma área de 6,5 ha. A produtividade da cana-de-açúcar e a condutividade elétrica aparente do solo (CE a ) foram medidas em 90 pontos de amostragem distribuídos aleatoriamente na área de estudo. Os mapas de condutividade elétrica do solo (CE a -V e CE a -H) apresentaram comportamento semelhante ao da produtividade de cana-de-açúcar. A correlação linear apresentou valores de 0,74 (produtividade x CE a -H) e 0,85 (produtividade x CE a -V). A condutividade elétrica medida por indução eletromagnética apresentou-se como uma ferramenta importante para a previsão da produtividade da cana-de-açúcar. Os atributos texturais (argila, silte e areia) apresentaram elevada variabilidade espacial.
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Armazenamento e recuperação de dados georreferenciados de condutividade elétrica do solo na Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa.

Armazenamento e recuperação de dados georreferenciados de condutividade elétrica do solo na Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa.

Soil EC 3100 (Veris Technologies, Inc, Salina, Kansas, USA) (LUND et al., 1999), que chega a gerar informações para cerca de 500 pontos por ha, o que enfatiza a importância de um adequado armazenamento desses dados. Por outro lado, para o armazenamento e posterior disponibilização e manipulação das informações georreferenciadas coletadas em campo, os Sistemas de Informação Geográficas (SIG) vem sendo bastante utilizados, em conjunto com Sistemas Gerenciadores de Base de Dados (SGBD) com extensões espaciais. Nos últimos anos, os SIGs têm se tornado mais populares com a sua expansão para aplicações disponíveis na internet, como os WebGIS baseados em técnicas de WebMapping (MITCHELL, 2005). Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi a construção de um conversor de dados de condutividade elétrica do solo para o formato
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Estudos sobre a mensuração da condutividade elétrica do solo.

Estudos sobre a mensuração da condutividade elétrica do solo.

Para mensurar a CE, geralmente são utilizados o sistema de indução eletromagnética e o de contato direto (RHOADES & CORWIN,1984). A indução eletromagnética é uma técnica para medir a condutividade elétrica em solos sem contato com o mesmo, sendo um método de amostragem não destrutiva. Um equipamento comercial (EM 38 ® , Geonics Limited, Mississauga, Ontario, Canadá), com esse princípio de funcionamento, realiza uma medida de condutividade elétrica integrada até a profundidade em torno de 1,5 m na posição vertical e a uma profundidade de aproximadamente 0,3 m na posição horizontal (MOLIN et al., 2005). O sistema por contato direto penetra no solo, geralmente utilizando como eletrodos de fluxo de corrente elétrica, discos de corte lisos, e capta a condutividade elétrica a uma profundidade diretamente proporcional aos espaçamentos entre os eletrodos. Um equipamento que utiliza esse princípio de funcionamento (Veris ® , Veris Thecnologies, Salina, KS, EUA) fornece valores de condutividade elétrica sem nenhuma calibração (MACHADO et al., 2006). Pesquisa realizada por SUDDUTH et al. (2005), comparando as duas tecnologias, concluiu que ambos os equipamentos fornecem dados similares. Além destes, estão disponíveis outros sistemas na investigação da distribuição espacial da CE e de parâmetros a ela relacionados, inclusive no auxílio a decisões na aplicação localizada de insumos (LÜCK et al., 2009).
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DETERMINAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO POR DIFERENTES MÉTODOS

DETERMINAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO POR DIFERENTES MÉTODOS

J. da S. e Silva 1 , W. R. S. Costa 2 , P. H. M. de S. Carvalho 3 , T. da S. Felisberto 4 , S. O. P. de Queiroz 5 RESUMO: Objetivou-se neste trabalho comparar a condutividade elétrica determinada por dois métodos laboratoriais, em solos de diferentes texturas. As determinações foram realizadas em VERTISSOLO HÁPLICO Órtico, NEOSSOLO FLÚVICO Ta Eutróficos e NEOSSOLO FLÚVICO Psamíticos, coletados na profundidade de 0-20 cm. Adotou-se delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 (texturas) x 2 (métodos de determinação da CE) x 10 (níveis de salinidade do solo), repetidos 4 vezes. Sendo que foram obtidas curvas de salinização específicas para cada solo e, posteriormente os 3 solos foram salinizados para os 10 níveis propostos, aos quais se aplicaram os 2 métodos para saturação do solo, o 1º através do extrato de saturação e o 2º baseado na porosidade total do solo. Aos dados obtidos aplicou-se análise de regressão. Para as condições experimentais, a análise dos resultados permite concluir que o método de saturação baseado na porosidade total do solo pode ser adotado em substituição ao método padrão em diferentes tipos de solo, tendo como vantagens a maior uniformização da umidade de saturação das amostras e redução no tempo de preparação das mesmas, gerando um protocolo que exige menor treinamento e experiência para realização das análises.
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ESTUDOS SOBRE A MENSURAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO

ESTUDOS SOBRE A MENSURAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO

JOSÉ P. MOLIN 1 , LADISLAU M. RABELLO 2 RESUMO: A condutividade elétrica é a capacidade que um material possui em conduzir corrente elétrica, e uma das suas utilidades na agricultura provém do fato de que a massa do solo com sua variabilidade na composição físico-química apresenta diferentes níveis de condutividade elétrica (CE). O objetivo do presente trabalho foi estudar o comportamento da CE no solo e avançar no entendimento dos fatores que regem seus níveis de variação e desenvolver sistemas que permitam a mensuração contínua da CE do solo para a geração de mapas. Construiu-se um sistema com várias configurações de mensuração da CE e, nas avaliações em campo, os resultados foram parcialmente satisfatórios. Num estudo detalhado utilizando apenas um sistema comercial para sua mensuração, obteve-se a indicação clara de que a CE responde às variações na textura do solo e em seus teores de umidade, o que demonstra o potencial que ela tem como ferramenta para facilitar e baratear o processo de obtenção de dados para a caracterização física dos solos.
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ISSN Novembro, Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos

ISSN Novembro, Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos

Outros fatores também dificultam a produção, tal como o uso incorreto da água em sistemas de irrigação, o de defensivos e insumos agrícolas causando impactos indesejáveis ao meio ambiente e a degradação do solo devido ao preparo incorreto, entre outros. Durante muitos anos as lavouras foram tratadas de modo homogêneo não levando em conta a variabilidade espacial. Na aplicação de insumos, estimava-se a necessidade de tratamento do solo, fazendo com que determinadas áreas produtivas dentro da mesma lavoura recebessem a mesma quantidade que uma área não produtiva. O mesmo acontecia para áreas irrigadas.
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DESENVOLVIMENTO DE UM SENSOR DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO E CALIBRAÇÃO PARA UTILIZAÇÃO EM CAMBISSOLO

DESENVOLVIMENTO DE UM SENSOR DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO E CALIBRAÇÃO PARA UTILIZAÇÃO EM CAMBISSOLO

Para realização das leituras foi utilizado um condutivímetro de bancada modelo Digimed CD-21, e um cabo adaptado para plugar aos fios do sensor e assim obter a leitura no aparelho (Figura 2B). Foram realizadas leituras nos sensores, em intervalos de 2 h, até a estabilização dos valores (quatro leituras) e, ao final, foram coletadas duas amostras de cada pasta, para determinação da umidade gravimétrica e uma amostra para determinação da CEes, a qual foi utilizada na comparação com os dados observados. De posse dos resultados foram ajustadas três equações correspondentes à conversão da leitura dos sensores em CEes do solo.
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MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO APÓS FERTIRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA

MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO APÓS FERTIRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA

Considerando-se características qualitativas da água residuária da bovinocultura de leite, pode-se afirmar que esta é rica em material orgânico, sólidos totais e nutrientes (ERTHAL, 2008). Uma das alternativas que se tem adotado no tratamento e/ou disposição desses efluentes é a disposição no solo por meio da fertirrigação. Se realizada de maneira correta, a fertirrigação com águas residuárias pode resultar em aumento na produtividade, redução da poluição ambiental, além de promover melhoria nas características químicas, físicas e biológicas do solo (SOUZA et al, 2010).
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DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA SOLO ARENOSO E SUA RELAÇÃO COM ATRIBUTOS DE SOLO

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA SOLO ARENOSO E SUA RELAÇÃO COM ATRIBUTOS DE SOLO

Dentre as diversas ferramentas para avaliação de solo, a condutividade elétrica do solo (CE) tem ganhado destaque, por estar relacionada com diversos atributos do solo. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de um sistema prático, barato e rápido para monitoramento da CE, baseado na plataforma de prototipação Arduino e estudar a eficiência e praticidade do sistema avaliando a relação da CE com a aplicação de calcário e a correlação da CE com o teor de água do solo e o pH do solo. Foi construído um protótipo com materiais de baixo custo, para avaliação em condições de laboratório e campo. Para testar o protótipo, foi implantado um experimento de calagem, em vaso, com os seguintes tratamentos: T1 – testemunha ou 0 kg ha -1 ; T2 – 0,5 vezes a dose recomendada ou 640 kg ha -1 ; T3 - dose recomendada ou 1270 kg ha -1 ; T4 - 1,5 vezes dose recomendada ou 1940 kg ha -1 ; e, T5 – 2 vezes a dose recomendada ou 2550 kg ha -1 . Com 5 repetições, gerando um total de 25 unidades amostrais. A CE foi mensurada por contato direto ao solo (CEdi) e em solução (CEsol). O pH foi avaliado via sensor para Arduino (pH1) e através de pHmetro comercial (pH2). O teor de água do solo (Ug) foi determinado pelo método gravimétrico. Conforme o aumento da dose de calcário, pode-se observar que a CEdi e a CEsol aumentaram e apresentaram relação significativa. O pH1 e o pH2 também aumentaram conforme aumento da dose de calagem, ambos apresentando relação significativa com dose de calcário, porém, a leitura do pH1 indicou desvios em relação ao esperado. A CEdi apresentou correlação significativa com a CEsol, pH1 e pH2, enquanto a CEsol apresentou correlação significativa com pH2. Os resultados de Ug não influenciaram as leituras de CE e pH2. Desta forma, o protótipo de baixo custo foi prático para avaliação da CE e apresentou potencial para aplicação diretamente no campo e em laboratório. Contudo, para leitura no diretamente no campo, avanços ainda são necessários. O teste realizado possibilitou isolar efeitos do teor de Ug em laboratório, mas em condição de campo, a variabilidade deste atributo pode influenciar as leituras de CEdi.
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Estudo da correlação da condutividade elétrica em um latossolo amarelo escuro com propriedades químicas do solo

Estudo da correlação da condutividade elétrica em um latossolo amarelo escuro com propriedades químicas do solo

Este trabalho, parte da dissertação de mestrado do primeiro autor, teve como objetivo avaliar a relação da condutividade elétrica do solo com, pH, CTC, teor de argila, P, Ca, Mg, H+Al, K, SB, V e teor de matéria orgânica. Em uma área experimental do Centro Nacional de Pesquisa Milho e Sorgo – EMBRAPA – no município de Sete Lagoas, MG – com latossolo amarelo escuro, foram marcados e georreferenciados 30 pontos num gride de 22,00 m x 6,00 m. No mesmo período foi avaliada a condutividade elétrica do solo, utilizando-se o equipamento Veris 3100. Para a análise de solo foram retiradas quatro amostras simples num raio de 1,50 metros do ponto central, para formar as amostras compostas, georreferenciadas, nas profundidades de 0 a 0,15 metros e de 0,15 a 0,30 metros. Não houve correlação entre teor de argila e matéria orgânica com a condutividade elétrica. Por outro lado, entre condutividade elétrica com capacidade de troca catiônica e pH houve correlação satisfatória.
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MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA SOLUÇÃO DO SOLO APÓS FERTIRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE BOVINOCULTURA

MONITORAMENTO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA SOLUÇÃO DO SOLO APÓS FERTIRRIGAÇÃO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE BOVINOCULTURA

O monitoramento de íons no solo constitui-se em uma das principais ferramentas no manejo da fertirrigação, uma vez que sua prática inadequada pode ocasionar o processo de salinização dos solos, prejudicando o rendimento das culturas. De acordo com Molin et al. (2005), os sais podem se dissociar em cátions e ânions na solução do solo, devido a característica de condução de eletricidade, os sais presentes na solução podem ser estimados por meio da condutividade elétrica do solo.

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