Conhecimentos - atitudes e prática em saúde

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Conhecimentos, atitudes e prática de médicos e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família em relação à incontinência urinária feminina

Conhecimentos, atitudes e prática de médicos e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família em relação à incontinência urinária feminina

Objetivo: Analisar conhecimentos, atitudes e prática de médicos e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) em relação à incontinência urinária (IU) feminina. Métodos: O estudo foi realizado nas 19 equipes da ESF de um município no interior paulista, as quais possuíam 41 profissionais elegíveis (22 médicos e 19 enfermeiros). Foi desenvolvido e utilizado um questionário autoaplicável com questões sobre conhecimentos, atitudes e prática dos profissionais na atenção às mulheres com IU. Resultados: Responderam ao questionário 33 profissionais (80% da população alvo), sendo 15 médicos e 18 enfermeiros. A maioria dos participantes possuía um nível de conhecimento adequado em relação à propedêutica clínica da IU e considerou que suas atribuições englobam a investigação diagnóstica e o tratamento da IU não complicada. Entretanto, uma parcela significativa desconhecia os exames complementares e a conduta terapêutica para a abordagem inicial das mulheres com IU, principalmente naquelas com IU de Urgência. Quanto à prática, um número expressivo desses profissionais não prescrevia exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, não realizava ações de educação em saúde com as mulheres ou promovia atividades de educação permanente com a equipe de trabalho. Conclusão: Os déficits de investigação diagnóstica e tratamento da IU feminina identificados sugerem a necessidade de educação permanente e integração de equipes de apoio matricial à ESF, a fim de promover um cuidado mais integral à população. Tais equipes podem ser provenientes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) e/ou de parcerias com as universidades locais.
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Conhecimentos e atitudes face à infecção pelo VIH: a prática dos profissionais de saúde nos cuidados de saúde primários no Algarve

Conhecimentos e atitudes face à infecção pelo VIH: a prática dos profissionais de saúde nos cuidados de saúde primários no Algarve

São vários os exemplos de discriminação relacionados com o VIH. No trabalho, exemplos de práticas discriminatórias incluem testes do VIH antes da admissão a um trabalho, recusa de empregar pessoas que sejam seropositivas, assédio no trabalho e pressão para que se demitam. O Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA (National AIDS Trust - NAT) desenvolveu um pacote de recursos para os patrões com o objectivo de prevenir o estigma e a discriminação no local de trabalho. Na habitação, há relatos de ocorrências de discriminação que incluem desde a recusa em alugar uma propriedade sem dar uma razão, a assediar um inquilino ou, até mesmo o despejo sem motivo. Até mesmo no mercado dos seguros se verifica a prática de requererem um teste de VIH antes de providenciar seguro, ou recusam-se a providenciar seguro de saúde e seguro de vida a homossexuais, seja qual for o seu estado serológico.
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Vivências do plantar e do comer: produção de sentidos em escolas com horta

Vivências do plantar e do comer: produção de sentidos em escolas com horta

“Ao mesmo tempo em que você aprende, não aprende só o que é bom para a saúde, aprende a ter paciência também, que você tem que ter o cuidado, que você tem que saber esperar, que tem o momento certo para plantar, o momento certo para cuidar, para colher. Então, são conhecimentos que você leva para a sua vida que são de atitudes, não são de conteúdos, de escrita e tal, mas são de atitudes tão importantes quanto os outros conhecimentos também, então eu acho muito importante sim saber cuidar da terra, que são coisas também de ciências, não tem esse nome “vou trabalhar o estudo da ciência” não, mas ele está aprendendo a prática, na física né, então ele observa o tempo “hoje não precisamos aguar porque choveu”, então tudo o que é ligado no meio ambiente na sua vida faz parte do seu crescimento e da aprendizagem em si, e de uma maneira concreta, visível, que não se torna “só vou falar”, é chato, vou falar “se eu plantar assim, assim e assim”, ele não está vendo, não está vivendo, não faz significado para ele, então com o tempo ele vai esquecer ou pode ser que nem interesse, mas quando ele está vivendo, está pondo a mão, está participando, com certeza fixa muito mais e ele aprende muito mais, eu acredito que sim, a horta faz parte sim da educação e da alimentação, nutrição, com certeza.” (Educadora, 38 anos, E.M. Magali)
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Crenças, conhecimentos e atitudes de crianças pré-escolares acerca da saúde oral

Crenças, conhecimentos e atitudes de crianças pré-escolares acerca da saúde oral

Num estudo com pré-adolescentes de 12 anos, Smyth e colaboradores (2007) tentaram caracterizar a associação entre atitudes, conhecimento e as praticas de higiene oral em função do modelo KAP (Knowledge, AttitudesandPractices) através do uso de questionários sobre: a) a motivação para a saúde oral, b) atitudes que a criança tem face à importância da saúde oral, c) a percepção que a criança tem da sua saúde oral, d) conhecimentos sobre doenças orais e sua prevenção, e) conhecimentos sobre a “função” cariogénica de alimentos açucarados, f) a importância percebida do flúor g) as suas práticas de saúde oral, sendo depois esta informação complementada com a recolhida através de exames dentários. Os resultados desse estudo indicaram que existe uma relação entre os conhecimentos e atitudes que essas crianças têm sobre saúde oral e a sua prática de higiene oral, embora, tal como se aconteça em estudos de outras áreas, os conhecimentos não explicam na totalidade os comportamentos das crianças face à saúde oral.
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Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

Como se observa, a atitude está intimamente ligada às práticas de cada um. Os editores do livro “Harrison’s Principles of Internal Medicine” referem, no seu primeiro capítulo, que a prática médica combina ciência e arte. A ciência através da investigação e do conhecimento. A arte como a capacidade de combinar o conhecimento com a intuição e um correto julgamento. (32) Para Elliot et al (1995) conhecimento representa a informação cognitiva que um indivíduo tem sobre um assunto. Estes autores publicaram um estudo sobre os conhecimentos e atitudes dos médicos, em relação ao tratamento da dor oncológica, em 6 comunidades do Minnesota. Os inquéritos foram efetuados via telefónica. Da amostra de 145 médicos, 73% eram médicos dos cuidados primários. No geral, as atitudes foram positivas e os conhecimentos considerados ressoáveis, mas foi demonstrada uma grande preocupação em relação aos efeitos secundários dos analgésicos, o que limitava a sua prescrição, e pouco crédito, em relação aos tratamentos complementares. (33)
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Vacina contra influenza: conhecimentos, atitudes e práticas de idosos em Teresina.

Vacina contra influenza: conhecimentos, atitudes e práticas de idosos em Teresina.

Este estudo objetiva levantar os conhecimentos, atitudes e práticas dos idosos de uma área do Programa de Saúde da Família (PSF) sobre a vacina contra influenza e identificar os motivos que levaram alguns a não se vacinarem. Consiste em um inquérito domiciliar, em uma área do PSF de Teresina, com 74 idosos a partir de 60 anos. Os resultados evidenciaram que não obstante 85,3% tenham conhecimento inadequado sobre a vacina, 89,1% são favoráveis. Os motivos mais freqüentes para a não vacinação foram doença e temor dos eventos adversos. Conclui-se que a atitude favorável a respeito da vacinação pode modificar a prática frente a ela, instaurando comportamento de autoproteção e maior adesão. Descritores: Idoso; Vacina; Influenza.
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A Prática Baseada na Evidência em Portugal : a perceção dos fisioterapeutas sobre os seus conhecimentos, comportamentos, atitudes, competências e as barreiras e facilitadores associados

A Prática Baseada na Evidência em Portugal : a perceção dos fisioterapeutas sobre os seus conhecimentos, comportamentos, atitudes, competências e as barreiras e facilitadores associados

Apesar dos claros benefícios da PBE para garantir a qualidade dos cuidados de saúde, a sua implementação dentro da fisioterapia tem sido inconsistente. Neste sentido, foi desenvolvida uma revisão sistemática em 2014, em que na maioria dos estudos incluídos constatou que os fisioterapeutas reconhecem a importância da PBE no processo de tomada de decisão clínica, no entanto isso não se traduz numa prática de alta qualidade, tendo sido verificados equívocos na sua aplicação. Além disso, embora existam recursos disponíveis, os fisioterapeutas não sentem necessidade de aplicar todas as etapas da PBE e sentem dificuldade na sua implementação (Scurlock-Evans et al., 2014). Através de uma outra revisão sistemática, verificou-se também que os fisioterapeutas demonstram uma atitude positiva em relação à PBE e à sua implementação e consideram que a evidência científica é um importante componente na prática clínica. No entanto, acreditam na necessidade de melhorar os seus conhecimentos, competências e comportamentos perante a mesma (Silva, Costa, Garcia, & Costa, 2015).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA CLÍNICA ANA CAROLINNE PORTELA ROCHA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA CLÍNICA ANA CAROLINNE PORTELA ROCHA

A incontinência urinária (IU) é definida como a queixa de qualquer perda involuntária de urina. É uma condição altamente prevalente na população feminina, que impacta substancialmente a qualidade de vida. Apesar disso, permanece subdiagnosticada e subtratada pelo fato de muitas mulheres não procurarem assistência, pelos profissionais não as questionarem acerca dos sintomas e/ou não ofertarem as opções terapêuticas apropriadas. Na Estratégia Saúde da Família (ESF) médicos e enfermeiros com formação generalista são os responsáveis pela assistência uroginecológica. O objetivo deste estudo foi analisar conhecimentos, atitudes e prática de médicos e enfermeiros da ESF de um município no interior de São Paulo em relação à IU feminina. Trata-se de um estudo de corte transversal do tipo inquérito na atenção primária. Participaram do estudo 33 profissionais da ESF, sendo 15 médicos e 18 enfermeiros. Para a coleta de dados foi desenvolvido e utilizado um questionário autoaplicável com questões abertas e fechadas. Os resultados demonstram que a maioria dos profissionais possui um nível de conhecimento adequado em relação à propedêutica clínica da IU. No entanto, uma parcela significativa desconhece os exames complementares e a conduta terapêutica para a abordagem inicial das mulheres com IU, principalmente naquelas com IU de Urgência. De modo geral, não houve diferença significativa no nível de conhecimento de médicos e enfermeiros sobre a IU, exceto pelo fato de os enfermeiros estarem mais familiarizados do que os médicos com a definição atual da IU. Em relação às atitudes, a maioria considera que realizar a investigação diagnóstica e o tratamento da IU não complicada faz parte de suas atribuições. Quanto à prática, um número expressivo desses profissionais não prescreve exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, não realiza ações de educação em saúde com as mulheres ou promove atividades de educação permanente com a equipe de trabalho. Os resultados sugerem a necessidade de investimento em equipes de apoio matricial, seja mediante os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) ou por meio de parcerias com cursos de graduação e pós- graduação das universidades locais.
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Os adolescentes e o VIH/SIDA : estudo sobre os conhecimentos, atitudes e comportamentos de saúde relativos ao VIH/SIDA

Os adolescentes e o VIH/SIDA : estudo sobre os conhecimentos, atitudes e comportamentos de saúde relativos ao VIH/SIDA

Nos casos das práticas sexuais existem várias medi- das de prevenção: abstinência, relacionamento mono- gâmico mútuo e prática sexual com uso de preserva- tivo. No contexto de um envolvimento sexual estão em acção factores que poderão dificultar a actuação do comportamento preventivo, nomeadamente os associados à urgência percepcionada da relação sexual e o envolvimento afectivo com o parceiro, que pode proporcionar uma ilusão de protecção. São reforçadas as questões do prazer em detrimento de outras vertentes da sexualidade, como a prevenção. São veiculadas mensagens relativas à importância da afirmação pela actividade sexual, podendo ou não ser pontuadas por avisos mais ou menos ambíguos rela- tivos ao VIH/SIDA.
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Conhecimentos, atitudes e prática do exame de Papanicolaou por mulheres, Nordeste do Brasil.

Conhecimentos, atitudes e prática do exame de Papanicolaou por mulheres, Nordeste do Brasil.

(80,5%). Dentre as mulheres que apresentaram atitude adequada, 66,9% consideraram necessária a reali- zação periódica do exame para se prevenir do CCU e 33,1% para se prevenir de câncer em geral. Uma parcela signifi cativa das mulheres (36,7%), apesar de considerar necessária a realização do exame, não sabia dos benefícios que ele representa para sua saúde. Isso sugere que, ao serem informadas sobre o exame, elas não foram esclarecidas sobre sua importância, enquanto método de triagem que permite o diagnóstico e trata- mento precoce de lesões antes de sua progressão para formas malignas, sendo um recurso indispensável na prevenção do CCU.
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Conhecimentos, atitudes e prática do exame de Papanicolaou entre mulheres argentinas.

Conhecimentos, atitudes e prática do exame de Papanicolaou entre mulheres argentinas.

Foram classificadas com atitude adequada quanto ao exame de Pap 80,5% das entrevistadas, sendo que o caráter preventivo e o diagnóstico do exame foram as duas principais razões para a necessidade da realiza- ção do exame (Tabela 4). Quanto à prática, 46,5% das mulheres do estudo disseram ter realizado o Pap algu- ma vez durante a vida e 30,5% o realizaram na prática adequada, ou seja, nos últimos três anos (Tabela 5). As principais barreiras para a prática do Pap identificadas entre as mulheres foram: a ausência da solicitação do exame por parte dos médicos ou outros profissionais de saúde, e o fato de não se sentirem doentes ou não apresentarem sintomas (Tabela 5).
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Biotoxinas emergentes em águas europeias e novos riscos para a saúde pública

Biotoxinas emergentes em águas europeias e novos riscos para a saúde pública

na massa visceral mas em baixa concentração no músculo. Em exemplares desta espécie recolhidas pelo IPIMAR junto a profissionais que os pescaram efectivamente na costa algarvia não se detectaram TTXs. Porque permanece este tipo de intoxicações tão raro? Neste caso o paciente relatou ter comido a massa visceral, o que não se espera que seja uma prática habitual nas preparações culinárias habituais para búzios desta dimensão. Inclusivamente não é de fácil remoção, encontrando-se localizada na porção distal do animal que se encontra no interior da concha (fig. 5). Será que o búzio foi fraudulentamente rotulado como tendo sido pescado em águas portuguesas, e a sua origem será de outro país?
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Promoção de saúde nas escolas na perspectiva de professores do ensino fundamental

Promoção de saúde nas escolas na perspectiva de professores do ensino fundamental

Para caracterizar atividades de Promoção da Saúde desenvolvidas pelos professores do ensino fundamental de três escolas públicas na Paraíba, realizou-se estudo descritivo, de natureza qualitativa, desenvolvido em 2010. Foram entrevistados 32 professores. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo e agrupados em categorias temáticas. Emergiram as seguintes categorias: conhecimentos teóricos acerca da promoção da saúde e a prática da promoção da saúde nas escolas, esta segunda ainda encampou as subcategorias: o planejamento das ações de promoção da saúde nas escolas, ações escolares de promoção da saúde, avaliação escolar das ações de promoção da saúde e expectativas dos professores para a execução de ações de promoção da saúde. Dessa forma, a promoção da saúde precisa ser abordada de forma transversal, integrada e intersetorial, com diálogo entre educação e saúde, compondo redes de compromisso e co-responsabilidade para a mobilização de ações. O enfermeiro precisa participar da rede social de apoio.
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Conhecimentos e atitudes face à sexualidade dos idosos e à homossexualidade

Conhecimentos e atitudes face à sexualidade dos idosos e à homossexualidade

Para entendermos a sexualidade na terceira idade é necessário ter em atenção alguns fatores básicos que afetam o comportamento e a resposta sexual, não apenas nas idades mais velhas, mas em qualquer idade: a saúde física, os preconceitos sociais, a autoestima, os conhecimentos sobre a sexualidade e o status conjugal. A nível da saúde física, se o indivíduo possuir algum tipo de doença, poderá contribuir para o desinteresse sexual. Como já foi referido anteriormente, o envelhecimento está relacionado com as mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais, e por vezes existem dificuldades na adaptação às novas condições. Os idosos muitas vezes defrontam-se com dificuldades para conservar a identidade pessoal, bem como a integridade dos papéis e funções, principalmente os relacionados com a sexualidade, pois a sociedade recrimina-os, assim fala-se do fator preconceito social. Por sua vez, a autoestima, outro dos fatores, devido a várias modificações físicas (características do próprio envelhecimento) segundo os autores é mais vivenciado pelas mulheres e poderá contribuir para o comportamento e resposta sexual. Os conhecimentos sobre a sexualidade em vários estudos revelam que muitos homens deixam de ter atividade sexual porque não conhecem as mudanças fisiológicas ligadas ao envelhecimento. Os autores falam, por último, do status conjugal, uma vez que a regularidade das relações sexuais está interligada à oportunidade representada dentro da situação conjugal (Vasconcellos et al., 2004).
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Promoção de saúde nas escolas na perspectiva de professores do ensino fundamental

Promoção de saúde nas escolas na perspectiva de professores do ensino fundamental

Nas escolas deste estudo, as ações de PS expressas pelos sujeitos sinalizam uma prática norteada pelo conceito de vulnerabilidade corroborando com o pensamento de autores acerca de que o referencial da vulnerabilidade possibilita a renovação das práticas de educação em saúde devido ao seu potencial para buscar novos caminhos para situar e articular riscos, "causalidades" e "determinações", situando a saúde assim como a possibilidade de adoecer no aqui e agora do mundo dos sujeitos em relação no qual esses processos ganham sentidos singulares (15) .
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Dor: conhecimentos e atitudes dos estudantes em um ano de seguimento.

Dor: conhecimentos e atitudes dos estudantes em um ano de seguimento.

A gestão da dor não é uma competência e responsabilidade exclusiva dos médicos, como muitas vezes se pode fazer crer, na medida em que são estes que prescrevem a medicação analgésica. Sempre que preveja a ocorrência de dor ou que pela sua avaliação se evidencie a sua presença, o enfermeiro deve agir na promoção de cuidados que a minimizem para níveis considerados acei- táveis pela pessoa. Neste âmbito, particularmente através das suas intervenções de carácter autóno- mo (de exclusiva iniciativa e responsabilidade do enfermeiro) e até mesmo pelas suas intervenções interdependentes (que são de complementaridade, iniciadas pela prescrição de outro técnico da equi- pa de saúde) os enfermeiros devem ser eicientes na promoção do controlo da dor. 10,20
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A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade).

A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade).

Alguns podem considerar que tal visão é utópica. Contudo, aqui e acolá uma série de propostas de mudança nas práticas e nos ar- ranjos dos serviços caminham no sentido de concretização da integralidade. E uma série de experiências já concretizam essa aparente uto- pia. A idéia de que nenhuma pessoa que entra num serviço de saúde deve sair dele sem algu- ma resposta concreta desse serviço, idéia cha- ve nas propostas de acolhimento, as teses que enfatizam a necessidade de uma escuta atenta por parte de todos os profissionais que atuam nos serviços de saúde (do segurança ao médi- co), as flexibilizações das rotinas sobre os flu- xos dos usuários nos serviços de saúde de mo- do a permitir o desenho de um fluxo negociado para cada pessoa, as idéias de clínica amplia- da, enfim, uma série de idéias e propostas têm sido formuladas e experimentadas em vários locais. Como também há muitos profissionais que, mesmo sem uma formulação teórica da proposta, ou mesmo sem utilizar o termo, pra- ticam a integralidade no seu cotidiano.
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Desenvolvendo atitudes, conhecimentos e habilidades dos estudantes de medicina na atenção em saúde de pessoas surdas.

Desenvolvendo atitudes, conhecimentos e habilidades dos estudantes de medicina na atenção em saúde de pessoas surdas.

Nos sete semestres, 553 estudantes participaram dessas atividades (75 no 1º semestre e 78 no 2º de 2007; 84 no 1º. semestre e 78 no 2º de 2008; 83 no 1º semestre e 78 no 2º de 2009; e 77 no 1º semestre de 2010). O tema ocupou duas aulas, com duração de três horas cada uma. Na primeira aula, teórica, foram discutidos os textos: Considering the Culture of Disability in Cultural Competence (Eddey, Robey, 2005); Encontro do Paciente Surdo que usa Língua de Sinais com os Profissionais da Saúde (Chaveiro, 2007), e A Língua Brasileira de Sinais - Libras (Felipe, 2005). Nesse mesmo dia, também foram ensinados alguns sinais relativos ao corpo humano, sexo e doenças sexualmente transmissíveis, apresentados em vídeo. A segunda aula foi ocupada com vivência planejada por duas professoras de Biologia, ouvintes, e três profissionais surdos do Núcleo de Orientação à Saúde do Surdo, do Instituto Nacional de Educação de Surdos, que também participaram das dramatizações. A Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Audição de Niterói disponibilizou tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), que, além de intermediar a comunicação entre a turma e os profissionais surdos, participou da dramatização. Foram propostas quatro situações de busca por atendimento médico, de acordo com a forma de comunicação do paciente: 1) surdo oralizado; 2) surdo que se comunica através da Libras acompanhado de intérprete; 3) outro que vai à consulta sozinho; e 4) surdo que não aprendeu Libras, nem português, não sabe fazer leitura labial e não fala.
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Conhecimentos e atitudes dos jovens face à contracepção de emergência.

Conhecimentos e atitudes dos jovens face à contracepção de emergência.

Como instrumento de recolha de dados utilizou-se um questionário dividido em 3 partes, em que na 1ª constam 10 questões de caracterização sócio-demográfica, na 2ª, 22 questões acerca da informação e conhecimentos sobre a contracepção de emergência e uma 3ª parte que engloba 8 questões acerca da atitude face à contracepção de emer- gência. Para se poder mensurar os conhecimentos dos jo- vens sobre a contracepção de emergência, e para aqueles que disseram saber ou ter alguma informação acerca da contracepção de emergência, os conhecimentos foram ava- liados através de 4 perguntas abertas e uma fechada, a sa- ber: se tens informação como pensas que actua; qual o espaço de tempo em que deve ser tomada (em horas ou dias); quais as situações em que pode ser usada a contra- cepção de emergência; conheces algumas contra-indicações da contracepção de emergência; na tua opinião, a contra- cepção de emergência é em tudo idêntica à contracepção de uso regular (tomada diariamente). As quatro primeiras perguntas abertas, sem escolha múltipla, permitem verifi- car, de facto, os conhecimentos dos jovens relativos à con- tracepção de emergência, pois não lhe foram fornecidas pis- tas de solução, nem foi permitida a marcação de uma cruz à sorte e eventualmente acertar na resposta certa. A estas cin- co perguntas foi atribuído uma pontuação que no total per- faz os 100 pontos, sendo que, pontuações iguais ou superio- res a 50, traduzem indivíduos com conhecimentos suficien- tes, e com pontuação inferior traduzem indivíduos com co- nhecimentos insuficientes ou sem conhecimentos.
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Atitudes e conhecimentos em relação à velhice em estudantes de graduação em educação e em saúde: subsídios ao planejamento curricular.

Atitudes e conhecimentos em relação à velhice em estudantes de graduação em educação e em saúde: subsídios ao planejamento curricular.

Embora fracas, ocorreram correlações signi- ficantes entre os escores das escalas de conhecimentos e de atitudes em relação à velhice, mostrando que há uma interação recíproca entre estudar sobre velhice, fazer estágios com idosos e apresentar disposições afetivas favoráveis em relação a eles. É bem provável que essas relações tenham sido mediadas por outra variável de cunho afetivo, qual seja a convivência com idosos fora do âmbito acadêmico, visto que as alunas mais jovens da Medicina, que não tinham conheci- mentos formais sobre velhice e que pontuaram mais baixo na escala de conhecimentos, apresentaram atitudes mais positivas do que os alunos mais velhos, homens, da Educação Física e que haviam estudado sobre velhice. Talvez esses, mais do que aquelas, tenham sido expostos a experiências em que as deficiências da velhice no âmbito funcional tenham ficado mais evidentes. Os estudantes que tinham pouca convivência com idosos não teriam tido chance de desenvolver atitudes positivas que pudessem contrabalançar a rejeição oriunda do contato com informações sobre o declínio e a incapacidade da velhice.
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