Consumo energético nos edifícios

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Modelos de predição da redução do consumo energético em edifícios que utilizam a iluminação natural através de regressão linear multivariada e redes neurais artificiais.

Modelos de predição da redução do consumo energético em edifícios que utilizam a iluminação natural através de regressão linear multivariada e redes neurais artificiais.

edifícios, o aspecto da integração entre luz natural e artificial passou a assumir importância cada vez maior. A eficiência energética de um sistema de iluminação artificial também pode ser vinculada à redução do desperdício de energia de um sistema acionado quando o ambiente está desocupado. Assaf e Pereira (2003) trazem os resultados de uma pesquisa sobre o desperdício da iluminação ligada em espaços desocupados atingindo um valor médio de 7% para residências unifamiliares e de 23% para edifícios de administração estatais. Li e Tsang (2008), em pesquisa sobre o potencial de economia de energia, obtiveram que a região perimetral de plantas livres de escritórios pode ter 50% de suas horas de ocupação atendidas pela luz natural. Com isso, a redução no consumo geral dos edifícios pode alcançar de 20% a 25%.
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Estudo de Soluções de Otimização para Edifícios de Balanço Energético Nulo

Estudo de Soluções de Otimização para Edifícios de Balanço Energético Nulo

Em 1998, na cidade de Lakeland, Florida, foram construídos dois edifícios de estrutura e características iguais, em que apenas diferiam algumas técnicas de construção. Um dos edifícios foi construído seguindo os parâmetros convencionais, servindo assim de edifício de referência, e o outro foi construído com o intuito de obter um edifício do tipo Edifício de Baixo Consumo Energético, sendo o último designado por PVRES (Parker, 2009). O Edifício PVRES tem: 1) sistema de circulação de ar no interior das paredes, que é alimentado por uma bomba de calor de alta eficiência, 2) paredes com características térmicas melhoradas, 3) cobertura refletiva, 4) painéis fotovoltaicos e 5) sistema solar térmico, sendo que 6) os equipamentos e sistemas de iluminação utilizados têm uma eficiência alta. Na Figura 2.3 pode-se ver uma fotografia do edifício PRVES e a sua localização através de uma fotografia aérea.
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DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL - BAIRRO HAMMARBY SJÖSTAD, ESTOCOLMO

DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL - BAIRRO HAMMARBY SJÖSTAD, ESTOCOLMO

Em relação à eficiência energética, os edifícios passaram a ser cada vez mais eficientes, de forma a minimizar o consumo energético. Através de vidros duplos insulados e janelas vedadas é possível manter a temperatura interna agradável diminuindo a utilização do aquecimento. Graças ao isolamento ao redor das aberturas, as fachadas não perdem tanto calor como nos prédios mais antigos. As sacadas também ajudam, pois criam uma segunda fachada, protegendo ainda mais o interior. Parte da energia consumida no bairro é proveniente da incineração dos rejeitos (waste-to- energy) e parte do biogás é extraído do tratamento biológico da matéria orgânica e do esgoto. Através da incineração é possível também fornecer energia e aquecimento para o bairro (HAMMARBY SJÖSTAD, 2014).
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Avaliação do impacte dos solários no desempenho energético de edifícios residenciais

Avaliação do impacte dos solários no desempenho energético de edifícios residenciais

Tendo em conta as tendências verificadas ao longo das últimas décadas na União Europeia no que diz respeito ao aumento do consumo de energia e da dependência das importações de petróleo e gás, torna-se necessário a redução do consumo energético. Com esse intuito foi aprovado o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) em 2008, cujo objectivo é a promoção da eficiência energética e o uso de energia renovável, tendo em vista a redução de emissões de CO2 e o aumento da independência energética e financeira nacional face a crises energéticas externas. Este plano contempla ainda várias medidas para a redução do consumo final de energia em 20% até 2020, abrangendo os sectores de Transportes, Residencial, Serviços, Indústria e Estado [1].
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Estratégias passivas para a otimização do desempenho energético de edifícios no âmbito do REH

Estratégias passivas para a otimização do desempenho energético de edifícios no âmbito do REH

Os sistemas passivos podem contribuir para reduzir o consumo energético dos edifícios associado ao aquecimento, arrefecimento e energia de iluminação. Na estação de aquecimento (inverno) pretende-se que estes sistemas maximizem a captação do sol através de vãos envidraçados bem orientados e dimensionados, aos quais se podem associar elementos massivos, que permitirão o armazenamento da energia solar e sua utilização em horas posteriores. Relativamente à estação de arrefecimento (verão), pretende-se arrefecer os edifícios através de fontes frias, como por exemplo o ar exterior que a determinadas horas do dia (manhã e noite) apresenta temperaturas inferiores em relação à temperatura interior dos edifícios. Este fenómeno decorre das grandes amplitudes térmicas diárias no período de verão que se verificam no nosso país, podendo portanto ser uma estratégia de ventilação eficaz nesses períodos do dia (Gonçalves e Graça, 2004).
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Luis Joaquim Janeiro Borges Soares da Costa

Luis Joaquim Janeiro Borges Soares da Costa

A Diretiva 2010/31/EU implementa medidas que visam o aumento da eficiência energética dos edifícios novos e dos existentes, que promovem a utilização de energia proveniente de fontes renováveis e que dão orientações concretas para a redução do consumo energético dos edifícios e, consequentemente, para a diminuição das emissões de gases de efeito de estufa. É priorizada a diminuição do consumo de energia, sobretudo na fase de utilização do edifício, promovendo “uma utilização prudente, racional e eficiente da energia” (Diretiva 2010/31/UE) que, conjugada com o aumento da produção de energia proveniente de fontes renováveis, permitirá cumprir os pressupostos acordados no Protocolo de Quioto, promovendo, ainda, a “promoção da segurança do aprovisionamento energético, na promoção dos avanços tecnológicos e na criação de oportunidades de emprego e desenvolvimento regional, especialmente nas zonas rurais” (Diretiva 2010/31/UE). Esta diretiva foi transposta para o direito nacional através do Decreto-Lei nº 118/2013, de 20 de Agosto de 2013, que indica que os edifícios que necessitam de ser intervencionados deverão melhorar enormemente o seu comportamento do ponto de vista energético para cumprimento da mais recente regulamentação sobre a matéria. Consequentemente, quer os processos construtivos, quer os materiais a utilizar, bem como os equipamentos, terão de ser adequadamente estudados, de modo a garantir que, num ciclo anual, o balanço energético de um edifício seja tendencialmente nulo. Adicionalmente aos aspetos anteriormente focados, dever-se-ão dotar os edifícios com fontes de energia renováveis, de modo a satisfazerem parte das suas necessidades energéticas.
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Construção sustentável de edifícios de balanço energético quase zero

Construção sustentável de edifícios de balanço energético quase zero

Sendo a indústria da construção civil apontada como uma das actividades menos sustentáveis do planeta e os edifícios um dos grandes responsáveis pelo consumo energético, foram imitidas directivas europeias a fim de diminuir as necessidades energéticas do parque edificado europeu, com principal destaque para o sector habitacional. Assim, são apontados objectivos para aumentar a eficiência energética do parque habitacional, tendo em vista que todos os novos edifícios, a partir de 2020, sejam energeticamente eficientes e de balanço energético quase zero, com principal destaque para a produção energética por fontes renováveis. Através do estudo do consumo energético em Portugal e da análise de edifícios de balanço energético quase zero já construídos, desenvolveram-se propostas de melhoria da eficiência energética e de aproveitamento das fontes de energias renováveis para produção energética para o parque habitacional português.
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Conceção de edifícios de construção sustentável e passiva na Bélgica com base nas ferramentas PHPP

Conceção de edifícios de construção sustentável e passiva na Bélgica com base nas ferramentas PHPP

Este método começa agora a ser implementados em Portugal, pelo que, o país poderá beneficiar do exemplo e estratégia desenvolvidos pela Bélgica, cujos trabalhos, nas ultimas décadas, têm sido realizados no sentido de reduzir largamente o consumo energético dos seus edifícios. De notar que este sector, em 2005, chegou a ser responsável por cerca de 35% do consumo de energia primária do país, dos quais 73% eram exclusivamente provenientes do sector residencial. Segundo algumas previsões, em 2030, a Bélgica poderá ver o consumo nos edifícios reduzido para metade, sendo mesmo presentemente, devido aos investimentos realizados na área, já ser possível verificar uma melhoria significativa.
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Desempenho energético de edifícios desportivos com piscinas aquecidas

Desempenho energético de edifícios desportivos com piscinas aquecidas

e no consumo energético, bem como a produção de 20% da energia total consumida, com origem em energias renováveis), medidas impostas por parte da Comissão Europeia aos Estados-Membros. No caso de Portugal, a implementação do PNAEE prevê uma economia energética total de cerca de 1,5 Mtep, em energia final, no ano de 2016, o que corresponde a uma economia de 8,2% face ao período de referência (média do consumo entre 2001-2005) [1]. Quanto aos objetivos a cumprir até 2020, Portugal adotou, posteriormente, uma meta mais ambiciosa, passando duma redução de 20 para 25% relativamente ao consumo de energia primária, através do aumento de eficiência energética [1].
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Aplicação de energias renováveis para a sustentabilidade energética de edifícios

Aplicação de energias renováveis para a sustentabilidade energética de edifícios

O aquecimento é o sistema de climatização mais utilizado em Portugal, e corresponde a 25% do consumo energético de um edifício (Fornari, et al., 2008). No entanto tem-se vindo a verificar um aumento significativo nos sistemas de arrefecimento, nomeadamente em sistemas de ar condicionado, este acréscimo deve-se ao aumento do poder de compra, seja por aumento dos rendimentos, ou pela baixa dos preços dos equipamentos (DGEG, 2002). O aumento dos sistemas de climatização nos edifícios traz benefícios em termos de conforto, mas causa um incremento significativo nos gastos energéticos, o que provoca grandes danos em termos ambientais, fazendo disparar o consumo de energia. Sendo assim, e de forma a não por em causa o conforto, é necessário desenvolver sistemas de climatização com altos rendimentos e baixos consumos e/ou encontrar formas de alimentar os sistemas de AVAC com energias renováveis.
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Desempenho energético de edifícios de serviços solares passivos

Desempenho energético de edifícios de serviços solares passivos

Em Portugal o conceito de arquitetura bioclimática na sua forma elementar existe também há várias centenas de anos mas só nos anos 70, talvez impulsionado pela crise petrolífera, começou a ser visto como uma forma de reduzir o consumo energético. Além disso, o aumento da qualidade de vida das populações e os níveis de conforto exigidos que dele derivam provocaram o estudo e aplicação de novas tecnologias solares passivas nos edifícios, em especial nos edifícios de serviços. Surge então a necessidade de aprofundar os conhecimentos dos fenómenos termodinâmicos de forma a adequar-lhes novos princípios, formas e materiais. Só com a continuidade deste estudo será possível alcançar edifícios com menores consumos e custos associados, mais integrados na natureza e, não menos importante, mais adaptados aos requisitos das populações.
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Inadequação do consumo de nutrientes entre adolescentes brasileiros.

Inadequação do consumo de nutrientes entre adolescentes brasileiros.

entrevistado foi orientado a anotar em caderneta espe- cífi ca todos os alimentos e bebidas consumidos durante os dias pré-determinados, indicando o horário, as quan- tidades consumidas em medidas caseiras, a forma de preparação e o local de consumo do alimento (dentro ou fora do domicílio). Foi incluída uma pergunta rela- cionada ao consumo de açúcar e/ou adoçante. Quando o adolescente não conseguia fazer os seus registros alimen- tares, estes foram preenchidos com o auxílio de outro morador do domicílio ou uma pessoa por ele indicada. A entrada de dados foi feita pelos agentes da pesquisa, no próprio domicílio, utilizando-se programa de entrada de dados elaborado, especialmente, para o módulo de consumo alimentar, no momento da coleta das cader- netas preenchidas, quando se procedia à revisão dos registros alimentares, sendo realizadas as correções necessárias a partir de procedimentos de sondagem padronizados. Esse programa incluía uma base de dados
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Soluções técnicas para a reabilitação térmica de edifícios Incorporando cortiça

Soluções técnicas para a reabilitação térmica de edifícios Incorporando cortiça

De acordo com o REH (Portaria n.º349-B/2013) nenhum vão envidraçado exterior com área total superior a 5% da área útil de pavimento do espaço que serve, (desde que não orientado a Norte (entre Noroeste e Nordeste)), pode apresentar um fator solar (gt) correspondente ao vão envidraçado com o(s) respetivo(s) dispositivo(s) de proteção 100% ativo(s), que exceda os valores indicados na Tabela 5.19. É recomendável que as medidas de melhoria propostas para os edifícios existentes conduzam ao mesmo nível de exigência. Os fatores solares máximos admissíveis por definição correspondem ao “ coeficiente entre a energia transmitida para o interior através de um vão envidraçado com o respetivo dispositivo de proteção e energia da radiação solar que nele incide”. Os valores do zonamento climático de arrefecimento (V1-V2- V3) variam consoante a inércia térmica. Para melhor compreensão, um edifício com inércia térmica fraca (por exemplo estrutura de madeira) vai reagir rapidamente à radiação solar aquecendo rapidamente durante o dia mas também arrefecendo rapidamente à noite. Contrariamente, edifícios com inércia térmica forte (por exemplo estrutura de betão ou alvenaria de pedra) mantêm-se mais frescos durante o dia, conservando o calor, que vão libertar lentamente à noite.
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Simulação energética para análise da arquitetura de edifícios de escritório além...

Simulação energética para análise da arquitetura de edifícios de escritório além...

Em São Paulo, são duas as maiores restrições do mercado imobiliário à melhoria de desempenho dos edifícios de escritório. A primeira diz respeito à arquitetura. Por serem desenvolvidos para atenderem a interesses comerciais, os projetos são, muitas vezes, definidos em função dos limites do lote e do recuos necessários. Além disso, de acordo com alguns dos arquitetos envolvidos com o projeto desses edifícios, estando os potenciais compradores ou locatários desses espaços interessados em grandes áreas de fachada envidraçada, não há interesse em redução das mesmas, muito menos em diferentes tratamentos, conforme orientação da fachada. Dito isso, fica fácil entender a dificuldade da consultoria em intervir no projeto da envoltória. A segunda restrição refere-se à disponibilidade quase imperativa de climatização para todos os dias do ano. Uma análise do clima do ano típico de São Paulo revela que, para o intervalo das 8h às 20h, a frequência de ocorrência de temperaturas abaixo de 24 o C é de 70%, o que implica em sistema de condicionamento operando em carga parcial. Embora as cargas internas sejam elevadas devido à densidade de ocupação entre sete e dez metros quadrados por pessoa, um bom projeto de arquitetura pode tornar viável o condicionamento em modo misto como alternativa para aumento das economias de energia.
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Edifícios de energia quase nula no contexto do regulamento português: um estudo de caso

Edifícios de energia quase nula no contexto do regulamento português: um estudo de caso

O conceito de edifício de energia quase nula (nZEB) foi introduzido pela Diretiva Europeia 2010/31/EU, relativa ao desempenho energético dos edifícios. A ideia de construir edifícios nZEB surgiu em consequência da necessidade de reduzir a dependência energética da União Europeia (UE), reduzir o consumo de combustíveis de origem fóssil e as emissões de gases com efeito de estufa, permitindo à UE cumprir os compromissos internacionais assumidos quanto à redução de emissões e à sua contribuição para a mitigação das alterações climáticas. A referida Diretiva prevê que a partir de 2020, ou final de 2018 no caso de edifícios de entidades públicas, todos os edifícios novos sejam nZEB. Contudo, em Portugal, ainda não estão definidos os requisitos para os nZEB. Existem, no entanto, algumas sugestões para tais requisitos, como aquela proposta por S. Attia et al.(2017) para os países do sul da Europa. Neste contexto, na presente dissertação foram analisadas, mediante um caso de estudo, as alterações necessárias para implementar os nZEB, adotando como referência os requisitos de desempenho térmico e energético sugeridos por S. Attia et al.(2017). O caso de estudo analisado na presente dissertação consistiu numa moradia unifamiliar isolada, localizada numa zona climática I2-V3, e projetada à luz do REH para uma classe energética A + utilizando
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A ventilação natural como melhoria do desempenho energético de edifícios residenciais

A ventilação natural como melhoria do desempenho energético de edifícios residenciais

Com a redução da QAI surge o conceito de "síndrome do edifício doente"(SED). O SED refere-se à relação entre causa e efeito das condições ambientais em áreas internas, com reduzida renovação de ar e os vários níveis de agressão à saúde dos seus ocupantes através de fontes poluentes de origem física, química e microbiológica [1]. Considera-se que o edifício apresenta esta síndrome se parte dos seus ocupantes apresentarem sintomas transitórios associados ao tempo de permanência no seu interior, que tendem a desaparecer após curtos períodos de afastamento. Os principais sintomas são a irritação dos olhos, nariz, pele e garganta, dores de cabeça, falta de concentração, entre outros. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que cerca de 30% dos edifícios, novos ou reabilitados, de todo o mundo são alvo de problemas de qualidade do ar interior em condições temporárias ou até longas [2]. Por vezes, os problemas da qualidade do ar interior resultam da carência de atenção na parte de projecto ou das actividades dos ocupantes [23]. Assim, o SED relembrou muitos engenheiros, arquitectos e políticos que uma das funções de um edifício é proporcionar conforto térmico aos seus ocupantes durante as alterações climáticas do exterior e garantir um espaço interior saudável e confortável. Em 1990 inicia-se de uma forma global a era da eficiência energética. Nesta alteração de pensamento ficou claro que, a conservação de energia tem de andar lado a lado com o ambiente exterior e interior e
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A sustentabilidade aplicada ao projecto de reabilitação de edifícios: um caso de estudo

A sustentabilidade aplicada ao projecto de reabilitação de edifícios: um caso de estudo

Deste modo, iniciamos a identificação da tipologia apresentada pelo projecto em estudo, a caracterização dos elementos construtivos inerentes a este, bem como a funcionalidade e possíveis comportamentos, de forma a poder reunir conhecimentos suficientes para uma intervenção final bem conseguida. Por motivos de simplificação e compreensão, a descrição a seguir exposta segue uma estrutura composta pelos elementos principais da construção deste tipo de edifícios tradicionais, organizados de acordo com a sua função e importância dentro do sistema construtivo que o projecto de estudo apresenta, apresentada na TABELA 3.2. Apoiados por pormenores construtivos (FIGURAS 23 à 32), a descrição aqui feita baseia-se no escrito “Reabilitação de edifícios tradicionais” de António Fraga Pimentel e João Guerra Martins (Martins & Pimentel, 2005), como no capítulo 3º da autoria de Joaquim Teixeira e Rui Fernandes Póvoas (Póvoas & Teixeira, 2012), visto que a definição dos elementos e respectiva execução sugere uma absorção de conhecimentos estipulados. Este facto deve-se também à impossibilidade de avaliar com exatidão as construções em estudo, visto estas apresentarem um estado de degradação que poderia pôr em causa a integridade física, tendo também em consideração a noção propriedade privada. Assim, foi apenas possível seguir as técnicas tradicionais e uma apresentação de elementos construtivos convencionais que podem não corresponder inteiramente ao projecto em análise, mas que, de uma forma clara e explícita, nos apresentam metodologia em todo semelhante ao projecto apresentado.
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Contributo dos sistemas técnicos para o desempenho energético de edifícios de habitação

Contributo dos sistemas técnicos para o desempenho energético de edifícios de habitação

A presente dissertação descreve um conjunto de sistemas técnicos para climatização e produção de águas quentes sanitárias (AQS) destinados a edifícios de habitação. São ainda analisados os requisitos regulamentares definidos no Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH) relativamente à eficiência dos sistemas técnicos. O impacto dos sistemas técnicos no desempenho energético é avaliado através de um caso de estudo, que consiste numa moradia unifamiliar. Para essa moradia é selecionado um conjunto alargado de sistemas técnicos e o desempenho relativo dos vários sistemas é analisado à luz do REH. O estudo compara as diferentes soluções em termos das necessidades nominais anuais globais de energia primária, da classe energética, das emissões anuais de gases de efeito de estufa, do valor despendido na fatura energética anual e do custo estimado de aquisição e manutenção dos equipamentos.
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Modelo de Ocupação e Consumo Energético Habitacional

Modelo de Ocupação e Consumo Energético Habitacional

Outra falha resultante da aplicação destas premissas verifica-se ao nível da atribuição do consumo por divisão. Tenha-se como exemplo o ato de colocar uma máquina de lavar roupa a trabalhar. Se a variação ocorre na divisão 1, então o consumo referente à máquina de lavar fica associado a essa divisão e ao utilizador (ou utilizadores) que nela se encontram. No entanto, uma pessoa não fica à espera que a máquina acabe a lavagem e, provavelmente, desloca-se para outra divisão. Se o consumo da máquina de lavar fosse constante ao longo do tempo não haveria problema. Porém, sabe-se que o consumo desta varia ao longo do tempo, consoante a fase de lavagem atual. Mais uma vez, como o HUEPS não reconhece aparelhos e não tem noção da existência deste tipo de comportamentos, vai assumir que as variações de consumo são originadas pelos utilizadores nas diversas divisões. Desta forma, o consumo energético da divisão 1 fica incorretamente distribuído pelas restantes divisões, pelo menos durante o período de funcionamento da máquina de lavar roupa. Outras situações
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Reprodutibilidade de questionário semiquantitativo de freqüência alimentar elaborado para adolescentes da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil.

Reprodutibilidade de questionário semiquantitativo de freqüência alimentar elaborado para adolescentes da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil.

A reprodutibilidade de questionário semiquantitativo de freqüência alimentar (QSFA) para adolescentes do Rio de Janeiro, Brasil, foi analisada entre 108 adoles- centes. O intervalo médio entre as duas aplicações do QSFA foi de vinte dias. A lista de alimentos e as por- ções de referência do QSFA basearam-se em dados de registros alimentares de 430 adolescentes. Estimaram- se coeficientes de correlação intraclasse para itens ali- mentares e coeficientes de correlação de Pearson para nutrientes. A concordância da classificação em quartis para nutrientes foi estimada pelo kappa ponderado. O método de Bland-Altman avaliou a concordância para nutrientes. Apresentaram-se dados brutos e ajus- tados pela energia. Para os itens alimentares, a mé- dia dos coeficientes de correlação intraclasse foi 0,54. Para dados ajustados, a concordância para o mesmo quartil e quartis adjacentes variou de 72% a 86%. Se- gundo o método de Bland-Altman, a concordância média variou de 77% a 104% e foram independentes da magnitude do consumo, exceto para vitamina A. Os coeficientes de correlação de Pearson variaram de 0,40 a 0,61. O QSFA demonstrou confiabilidade aceitável para as estimativas de alimentos e nutrientes de ado- lescentes da área considerada.
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