Cuidado pré-natal

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O cuidado pré-natal em hospital universitário: uma avaliação de processo.

O cuidado pré-natal em hospital universitário: uma avaliação de processo.

O objetivo do estudo foi avaliar o processo de atenção pré-natal referente à utilização do cuidado pré-natal do Programa Assistência Pré-natal às Gestantes de Baixo Risco do Hospital Universitário de Maringá, Pa- raná, Brasil. Compreendeu a seleção de critérios de qualidade que avaliaram a precocidade no ingresso e a adequação do número de consultas de pré-natal, mensuradas conforme o Programa de Humanização do Pré-natal e Nascimento do Ministério da Saúde e Índice de Adequação da Utilização do Cuidado Pré- natal. O estudo demonstrou que 44,5% gestantes ini- ciaram tardiamente o pré-natal, o que pode sugerir uma oferta limitada de vagas e a busca por melhor qualidade na atenção, demonstrada pela transferên- cia espontânea de gestantes de outros serviços para o programa. As consultas de pré-natal foram garanti- das, sendo o número médio – 9,8 consultas por gestan- te – superior aos parâmetros nacionais recomendados. Os indicadores utilizados e desenvolvidos para a ava- liação de processo identificaram que o serviço ainda apresenta obstáculos ao acesso organizacional, neces- sitando, assim, da definição de estratégias que garan- tam essa diretriz fundamental do SUS.
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Avaliação da adequação do cuidado pré-natal segundo a renda familiar em Aracaju, 2011.

Avaliação da adequação do cuidado pré-natal segundo a renda familiar em Aracaju, 2011.

Objetivo: avaliar a adequação do cuidado pré-natal oferecido às gestantes usuárias de serviços de saúde em Aracaju, estado de Sergipe, Brasil, segundo a renda familiar. Métodos: estudo transversal com 322 mulheres residentes no município de Aracaju que tiveram filhos nascidos em novembro e dezembro de 2011; os dados foram coletados mediante aplicação de questionários, incluindo número de consultas, procedimentos técnicos e laboratoriais preconizados pelo Ministério da Saúde; a adequação do pré-natal foi avaliada segundo os critérios do Ministério; utilizou-se o teste do qui-quadrado para comparar as proporções entre as variáveis categóricas. Resultados: o cuidado pré-natal foi considerado inadequado para 89,1% das mulheres estudadas, sem diferença estatística para inadequação do pré-natal segundo a renda familiar (p=0,323). Conclusão: foi evidenciada baixa adequação do cuidado pré-natal, independentemente da renda familiar da gestante, quando utilizados os parâmetros do Ministério da Saúde.
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RELATO DE EXPERIÊNCIA: CUIDADO PRÉ-NATAL EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE CACHOEIRA ALTA, GOIÁS

RELATO DE EXPERIÊNCIA: CUIDADO PRÉ-NATAL EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE CACHOEIRA ALTA, GOIÁS

Resumo: O acompanhamento pré-natal é um cuidado da saúde de gestantes. É uma poderosa estratégia para reduzir a morbimortalidade materna, perinatal e neonatal. O objetivo desse artigo é relatar uma experiência, ocorrida no período de abril a junho de 2018, sobre a realização das consultas de enfermagem pré-natal das usuárias das Unidades de Saúde da Família (USF) da cidade de Cachoeira Alta, Goiás. Durante a experiência ficou evidente que as consultas seguem as recomendações do Ministério da Saúde, pois todas as gestantes acompanhadas realizaram acima de sete consultas e os exames preconizados para o período gestacional. A experiência permitiu a ampliação do conhecimento dos profissionais na área de cuidado pré-natal, fortalecendo o processo de atenção qualificada à gestante.
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Acesso e acolhimento no cuidado pré-natal à luz de experiências de gestantes na Atenção Básica.

Acesso e acolhimento no cuidado pré-natal à luz de experiências de gestantes na Atenção Básica.

RESUMO O artigo objetiva analisar o acesso e o acolhimento no cuidado pré-natal à luz das experiências de 13 gestantes. O material empírico foi obtido por meio de entrevistas e ana- lisado sob a óptica da análise do discurso. Os resultados evidenciam dois eixos temáticos: o primeiro aborda o acesso aos serviços de assistência pré-natal; e o segundo focaliza questões relacionadas à interação e à comunicação da gestante com o profissional. Conclui-se que o acolhimento no pré-natal não se limita à recepção da gestante à porta de entrada dos serviços de saúde, pois inclui a noção de acesso. Evidencia-se a importância do uso de tecnologias leves nas relações intersubjetivas processadas no cuidado, assumindo papel de destaque na reorientação do modelo de atenção à saúde.
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Cuidado pré-natal e cultura: uma interface na atuação da enfermagem.

Cuidado pré-natal e cultura: uma interface na atuação da enfermagem.

Ademais o período gestacional representa uma fase de aprendizado para a mulher e sua família, sendo um momento de intensas transformações físicas e psicológicas, necessitando, assim, de um cuidado qualificado e humanizado. Nessa linha de pensamento, a compreensão da cultura da gestante direcio- na a atenção de sua saúde para o núcleo familiar e social ao qual pertence, oportunizando ao enfermeiro a possibilidade de desconstruir o paradigma biologicista e promover um cuidado de enfermagem holístico e integral. Sob essa ótica, entende-se cultura como os valores, as crenças, as normas e os modos de vida de um determinado grupo, aprendidos, compartilhados e transmitidos, que passam a orientar as decisões e os pensa- mentos de maneira padronizada 6,7 .
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A experiência do homem como acompanhante no cuidado pré-natal

A experiência do homem como acompanhante no cuidado pré-natal

Ainda que a rede social contribua nos cuidados à puérpera e ao bebê, o homem solicita para si essa responsabilidade, considerando que ele está mais próximo e presente com a mulher. Como as mulheres têm se envolvido profissionalmente no mercado de trabalho, houve uma mudança no papel social do trabalho feminino, que passa a ser realizado, também, fora da casa, dentre outros fatores, abre espaço para a participação dos pais nos cuidados diretos com os filhos (Parke, 1996). Neste sentido, atender o filho é também função do pai, que se mostra disponível, mas como o estereótipo de cuidadora foi destinado à mãe, participar do pré-natal pode ser indícios de uma negociação na qual o pai garante direitos nos cuidados com o bebê, ainda que não fique claro que a mulher esteja ciente da situação.
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As dimensões do cuidado pré-natal na consulta de enfermagem.

As dimensões do cuidado pré-natal na consulta de enfermagem.

A consulta de enfermagem apresenta-se como um instrumento de suma importância, pois têm como finalidade garantir a extensão da cobertura e melhoria da qualidade pré-natal, principalmente por meio da introdução das ações de preventivas e promocionais as gestantes. É requerido, do profissional além da competência técnica, sensibilidade para compreender o ser humano e o seu modo de vida e habilidade de comunicação, baseada na escuta e na ação dialógica (7) .

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Evolução da assistência materno-infantil e do peso ao nascer no Estado de Pernambuco em 1997 e 2006.

Evolução da assistência materno-infantil e do peso ao nascer no Estado de Pernambuco em 1997 e 2006.

Resumo Avaliar a evolução e a influência da as- sistência materno-infantil na variação do peso ao nascer no estado de Pernambuco. Os dados anali- sados provêm de duas pesquisas transversais da po- pulação de crianças menores de cinco anos, estu- dadas por inquéritos domiciliares em 1997 (n = 1906) e 2006 (n = 1555). A amostra foi calculada para assegurar a representatividade de dois estra- tos geoeconômicos: setores urbano e rural. Estu- dou-se a assistência ao pré-natal e parto e o peso ao nascer. Utilizou-se o teste do qui-quadrado para comparar as variáveis categóricas e calculou-se a diferença da média de peso ao nascer nos anos pes- quisados, e os respectivos intervalos de confiança de 95%. Verificou-se importante melhora na as- sistência ao pré-natal e aumento do parto cesáreo. Houve uma redução significante de 112g na dife- rença da média de peso ao nascer no meio rural. Em 2006 o acesso a pelo menos 1 consulta de pré- natal ocorreu independente da escolaridade ma- terna, no entanto, o acesso ao pré-natal mais ade- quado foi maior entre as mães de maior escolari- dade, tanto em 1997, como em 2006. Apesar da expansão da assistência no pré-natal e no parto, o acesso iníquo, o excesso de intervenções médicas e o aumento da sobrevida de recém nascidos podem estar contribuindo para as variações da média de peso ao nascer no estado de Pernambuco. Palavras-chave Peso ao nascer, Recém-nascido de baixo peso, Cuidado pré-natal, Cuidado peri- natal
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J. Pediatr. (Rio J.)  vol.82 número1

J. Pediatr. (Rio J.) vol.82 número1

Finalmente, as medidas de saúde pública defendidas por Geib e Nunes, como a prevenção da gravidez na adolescência, envolvimento precoce e continuado das gestantes no cuidado pré-natal, controle do fumo durante a gravidez, incentivo ao aleitamento materno e orienta- ção quanto a hábitos de sono saudáveis para o bebê são importantes não apenas para evitar a SMSL, mas também para melhorar a saúde geral dos bebês.

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Fatores associados à qualidade do pré-natal: uma abordagem ao nascimento prematuro.

Fatores associados à qualidade do pré-natal: uma abordagem ao nascimento prematuro.

Dentre as variáveis selecionadas para a análise de re- gressão múltipla para veriicar a associação da qualidade do cuidado pré-natal para o primeiro critério e as caracterís- ticas maternas (aquelas com p<0,20 na análise univariada) (Tabela 3), observa-se que as características socioeconômicas e individuais (inanciamento misto do pré-natal (OR=3,98; IC=2,13;7,39), não planejamento da gestação (OR=1,90; IC=1,25;2,87), ausência de companheiro (OR=1,96; IC=1,19;3,21) e renda per capita menor que 0,5 salário mínimo (OR=1,75; IC=1,01;3,03)) e as características da história reprodutiva e condições preexistentes (multiparida- de (OR=1,81; IC=1,00;3,26) e intervalo interpartal de 60 meses e mais (OR=0,55; IC=0,33;0,90) estão associados ao pré-natal inadequado. Destaca-se que a qualidade do pré- natal e as variáveis raça/cor não branca, intervalo interpartal menor que 24 meses, anemia e hipertensão não foram as- sociadas na análise univariada (p>0,05), no entanto, foram analisadas na regressão múltipla por ter p<0,20.
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Mariana Faria Gonçalvesa Érica Mairene Bocate Teixeira

Mariana Faria Gonçalvesa Érica Mairene Bocate Teixeira

Métodos: Estudo transversal com 358 puérperas de maternidade pública do sul do Brasil. Coleta de dados realizada de julho a outubro de 2013, com transcrição de dados do cartão de pré-natal e entrevista estruturada. Dados analizados pelo Teste Qui-quadrado (p≤0,05). Resultados: O pré-natal teve alta cobertura (85,5%) e início precoce em 71,8% das mulheres, porém 52% destas não receberam orientação para o parto. Houve associação estatística entre o recebimento de orientação para o parto e menor número de consultas (p=0,028), maior intervalo entre a última consulta pré-natal e o parto (p=0,002) e classifi cação do cuidado pré-natal como inter- mediário e inadequado (p=0,024).
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Práticas sociais de medicalização humanização no cuidado de mulheres na gestação Social practices in the medicalization and humanization of prenatal care Prácticas sociales de medicalización y humanización en el cuidado de mujeres durante el embarazo

Práticas sociais de medicalização humanização no cuidado de mulheres na gestação Social practices in the medicalization and humanization of prenatal care Prácticas sociales de medicalización y humanización en el cuidado de mujeres durante el embarazo

O objetivo principal do trabalho é analisar como discursos de medicalização & humanização se (re)articulam na atenção primária em saúde e configu- ram o cuidado pré-natal de mulheres grávidas realizado por equipes de saú- de da família. Trata-se de um estudo de caso do tipo único e integrado, com múltiplas unidades de análises e abordagem qualitativa. Foram realizados 17 grupos focais e ouvidos 47 trabalhadores (14 médicos, 19 enfermeiros e 14 cirurgiões-dentistas) que compunham 17 equipes de saúde da família em 16 municípios no Sul do Brasil. O material empírico foi analisado na pers- pectiva da análise do discurso foucaultiana. As equipes de saúde da família, praticantes da medicina generalista, relataram dificuldades para realizar o cuidado pré-natal das mulheres gestantes, evocando e fortalecendo o discurso da medicalização obstétrica que sua prática deveria enfraquecer. O discurso oficialmente adotado pela humanização, privilegiado no modelo generalista de atenção às mulheres gestantes, segue funcionando como discurso comple- mentar ao da medicalização e da especialização, que prevalece nas práticas relatadas. A ênfase na atenção humanizada à mulher na gestação interfere nas fronteiras dos territórios profissionais e pressupõe renegociação de com- petências. Esforços de colaboração empreendidos entre as equipes de saúde da família e obstetras não apresentam muito sucesso.
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"Ser tratada como gente": a vivência de mulheres atendidas no Serviço de Pré-Natal de uma Instituição filantrópica.

"Ser tratada como gente": a vivência de mulheres atendidas no Serviço de Pré-Natal de uma Instituição filantrópica.

A análise dos domínios culturais revelou os temas culturais, que , culminaram na descrição e compreensão do cuidado pré-natal, na perspectiva das mulheres grávidas atendidas no Serviç[r]

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Avaliação da assistência pré-natal em unidade com estratégia saúde da família.

Avaliação da assistência pré-natal em unidade com estratégia saúde da família.

A assistência PN na ESF analisada mostrou resultados saisfatórios em relação aos indicadores do PHPN, como iní- cio precoce, número de consultas pré-natal, realização de exames na primeira consulta e a consulta puerperal. Con- siderando que a realização dos procedimentos clínicos e obstétricos é o fundamento do cuidado pré-natal, nenhum deles aingiu 100%, embora tenha alcançado proporções elevadas, exceto o gráico de altura uterina. Além disso, evidenciaram-se deiciências na assistência, como falhas no registro de procedimentos, exames e imunização anitetâ- nica, que comprometem a qualidade do PN oferecido.
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CONSULTA DE PRÉ-NATAL DE ENFERMAGEM: cuidado além dos aspectos fisiológicos  DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2346

CONSULTA DE PRÉ-NATAL DE ENFERMAGEM: cuidado além dos aspectos fisiológicos DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2346

Objetivou-se descrever a percepção das gestantes em relação à abordagem do enfermeiro durante a consulta de pré- natal e identificar seus sentimentos emergidos nesse processo. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa de caráter exploratório, realizada em uma unidade de saúde no município de São José dos Pinhais - PR. A amostra foi composta por 22 gestantes com média de idade de 26,5 anos. Os resultados foram categorizados em: Caracterização das mulheres; Cuidado pré-natal: Acolhimento a gestante e a família; Gravidez Planejada; Histórico de aborto; Sexualidade e Gravidez; Mudanças no corpo feminino durante a gravidez; Relação entre profissionais e pacientes; Cuidado integral a gestante: Medos; Sentimentos e Instabilidade emocional. Entre os vários os sentimentos despertados pelas gestantes, o medo do parto esteve em evidência e foi associado ao fato de (n= 13; 59,09%) estarem do terceiro trimestre de gestação. A assistência prestada pelos profissionais em relação à abertura para o dialogo durante as consultas foi unânime entre as gestantes, porém (n=3; 13,63%) não se sentiam a vontade para expressar suas dúvidas pela falta de vinculo com o profissional que as atende. Os dados revelam que são muitos os medos e sentimentos envolvidos no processo gestacional sendo de grande importância a criação do vinculo.
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Análise do perfil epidemiológico de gestantes com infecções sexualmente transmissíveis: uma revisão sistemática  / Analysis of the epidemiological profile of pregnant women with sexually transmitted infections: a systematic review

Análise do perfil epidemiológico de gestantes com infecções sexualmente transmissíveis: uma revisão sistemática / Analysis of the epidemiological profile of pregnant women with sexually transmitted infections: a systematic review

A qualidade do preenchimento das fichas de investigação de agravos de notificação compulsória é determinante para o planejamento de intervenções. Para a sífilis em gestante, o processo de investigação se dá na atenção primária, uma vez que esse é o cenário em que o diagnóstico da doença e a assistência pré-natal se desenvolvem. Portanto, a atenção primária é o momento oportuno de ocorrência da notificação e investigação do caso. Da mesma forma que é o período em que o cuidado pré-natal deve atuar e prevenir o caso de sífilis congênita. A atenção primária se expande pela Estratégia Saúde da Família (ESF), preconizada pelo Ministério da Saúde. A presença da ESF em 94% dos municípios brasileiros a partir de 2008, correspondendo a uma cobertura populacional de 48%. Nessa estratégia se insere a atenção pré-natal, a qual tem em seus protocolos a triagem da sífilis na grávida e o consequente tratamento da gestante e de seu parceiro, quando apresentam testes positivos (SARACENI; MIRANDA, 2011).
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Assistência prénatal : um olhar sobre a qualidade

Assistência prénatal : um olhar sobre a qualidade

Objetivou-se verificar a qualidade do pré-natal de acordo com os critérios estabelecidos no Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento. Estudo transversal, descritivo-exploratório, realizado com 75 gestantes atendidas em Unidades Básicas de Saúde, de um município da região metropolitana de Fortaleza-Ceará. Os dados foram coletados no período de março à maio de 2011, por meio de entrevista durante a consulta de enfermagem ao pré-natal. Evidenciaram-se obstáculos importantes para uma boa qualidade do pré- natal, como: déficit na solicitação dos exames laboratoriais de segunda rotina no pré-natal, número significativo de gestantes em quem não foi verificada a apresentação fetal e um pequeno número de gestantes que não se encontrava com o esquema vacinal atualizado. É preciso investimentos para incentivar e capacitar os profissionais a exercerem suas práticas com melhor desempenho. Essas práticas podem ser desenvolvidas por meio de ações de educação em saúde na tentativa de melhorar a qualidade da consulta pré-natal. Descritores: Cuidado Pré-natal; Enfermagem; Avaliação de Serviços de Saúde.
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Assistência pré-natal no Brasil.

Assistência pré-natal no Brasil.

Dados de abrangência nacional relativos à as- sistência pré-natal no Brasil são escassos. As in- formações do Sistema de Informações sobre Nas- cidos Vivos (SINASC) demonstram um aumento da cobertura pré-natal no país, alcançando va- lores próximos a 100% em 2011 (Departamento de Informática do SUS. http://www.datasus.gov. br, acessado em 01/Jul/2013). Entretanto, esse sistema só permite a análise do número de con- sultas realizadas, além de se restringir às gesta- ções que resultaram num nascido vivo. O Sistema de Acompanhamento do Programa de Huma- nização no Pré-Natal e Nascimento – SispreNatal (http://sisprenatal.datasus.gov.br/SISPRENATAL /index.php), implantado no ano 2000, permitiria acesso a outras informações, como idade ges- tacional no início da assistência pré-natal, exa- mes de rotina, vacinação antitetânica, número de consultas de pré-natal e consulta puerperal. Porém, esses dados não estão disponíveis para consulta regular e apresentam problemas de sub -registro 9 . O único trabalho que avaliou a assis- tência pré-natal utilizando dados desse sistema para o conjunto do país foi feito com gestantes inscritas nos dois primeiros anos do programa (2001 e 2002), quando menos de 30% das gestan- tes se encontravam cadastradas 10 .
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Sistema de Informação Pré-Natal: análise crítica de registros em um município paulista.

Sistema de Informação Pré-Natal: análise crítica de registros em um município paulista.

É possível afirmar, no contexto deste estudo, que o SIS Pré- natal apresenta deficiências no qualidade das informações geradas, problema este dependente do serviço local ao qual está ligado. Houve diferenças no número de gestantes cadastradas no SIS Pré- natal, quando comparado com o número de pacientes atendidas nos serviços de saúde, e constatou-se o gerenciamento inadequado dos registro das pacientes atendidas, havendo falhas na transferência das informações que podem gerar transtornos administrativos e dificultar o planejamento e execução das atividades de cuidado voltadas a este grupo. É necessário que sejam realizadas capacitações regulares dos recursos humanos envolvidos no processo de geração dos dados de atendimento pré-natal para a melhoria da qualidade do serviço.
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Perfil da Assistência Pré-Natal entre Usuárias do Sistema Único de Saúde em Caxias do Sul.

Perfil da Assistência Pré-Natal entre Usuárias do Sistema Único de Saúde em Caxias do Sul.

Methods: a transversal study of 702 pregnancies attended at the Hospital Geral -Universidade de Caxias do Sul from March 2000 to March 2001 based on the criteria set by the “Programa Nacional de Humanização do Pré-natal e Nascimento (PNHPN)” of the Brazilian Ministry of Health. Results: the observed prenatal coverage was 95.4%, whereas the average of visits was 6.2. The main reported reason for not following prenatal care was the lack of information about its importance (65.6%). In 51.5% of the cases, prenatal care started in the third month of pregnancy, whereas 44.3% of the pregnant women carried out all the proposed complementary tests. Prenatal care was considered inappropriate in 64.8% and appropriate in 35.2% of the cases. The quality of prenatal attention was significantly associated with the mother’s education, as well as with the number of previous deliveries. The higher the educational level, the better the quality of observed prenatal care (p=0.0148). In addition, the higher number of previous deliveries showed to be associated with a later beginning of prenatal care and a lower number of visits (p=0.0008). Conclusions: the prenatal care available at Caxias do Sul in spite of its good coverage, should be reviewed in terms of quality. Special attention should be given to education in health along the prenatal assistance.
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