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As sanções administrativas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL : um estudo sobre a regulamentação e as práticas da agência

As sanções administrativas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL : um estudo sobre a regulamentação e as práticas da agência

Aqui chamaremos essas duas espécies de “discricionariedade geral” e “discricionariedade específica”, pois, de fato, enquanto uma é exercida pela ANEEL de maneira uniforme perante todas as empresas, a outra é intimamente ligada a cada caso tratado. O primeiro nível - da “discricionariedade geral” - é importante por padronizar procedimentos, definindo padrões mínimos que devem ser seguidos por qualquer que seja a autoridade que aplique penalidade a qualquer empresa. Demonstra uma intenção de autovinculação voluntária da Agência. É importante ainda porque legitima o procedimento junto à sociedade, uma vez que toda norma da ANEEL que afete os direitos dos agentes setoriais ou dos consumidores é discutida, quando de sua edição, em audiência pública 9 e passa por análise de impacto regulatório 10 .
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Tecnologia e subjetivação: a questão da agência.

Tecnologia e subjetivação: a questão da agência.

Rosana Medeiros de Oliveira Universidade de Brasília RESUMO: As críticas ao sujeito da interioridade e às filosofias da consciência, que reputam a um indivíduo unificado e coerente a fonte de ação, têm atribuído a uma outra grande agência unificada a origem de toda ação. A linguagem, os discursos, a sociedade, a cultura, a história substituem o lugar do sujeito como agência. No entanto, continuam sendo instâncias purificadas às quais atribui-se o privilégio da ação. Abandona-se o sujeito, mas há uma continuidade idealista na qual a agência só pode estar no campo dos humanos-entre-eles. É contra essa atribuição da agência apenas aos humanos-entre-eles que está estruturado este texto, defendendo os híbridos, os coletivos sócio-técnicos e as máquinas. Este trabalho irá explorar conceitos de Gilles Deleuze, Félix Guattari, Bruno Latour e Pierre Lévy, articulando-os para a abordagem de uma concepção de subjetivação que escape da agência reputada unicamente aos humanos-entre-eles.
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Palavras-chave: Corporate Governance; Teoria da agência; Conflitos de agência;

Palavras-chave: Corporate Governance; Teoria da agência; Conflitos de agência;

As diversas fontes empíricas disponíveis vêm evidenciando que os custos de agência são uma realidade não negligenciável e que as práticas de expropriação dos acionistas pelos gestores são uma possibilidade não meramente teórica. Jensen e Meckling (1976) defendem que os custos de agência são tão reais como qualquer outro, estão associados à separação entre propriedade e controlo e explicam que a relação de agência é não-ótima e ineficiente. Ross (1973) e Jensen e Meckling (1976) mostram que os custos de agência dependem não só do grau de separação entre propriedade e controlo como da eficácia das medidas para os reduzir. Ainda que a existência de mecanismos de fiscalização assuma uma importância significativa, a sua eficácia depende da confiança dos investidores pelo que o custo e a disponibilidade do capital estão deles dependentes (Silva et al., 2006). Por sua vez, Jensen e Meckling (1976) defendem que quando os acionistas têm influência na gestão o investimento tende a ser maior e melhor, enquanto para Shleifer e Vishny (1997) a proteção legal que a maioria dos países dá aos acionistas é uma forma de minimizar os custos de agência, tal como o é a existência de grandes acionistas com influência no processo de tomada de decisão (Bebchuk, 1999; La Porta et al., 1999). Porém, o exercício da gestão está relacionado e muito dependente das práticas de CG uma vez que estas influenciam o desempenho da empresa. Quando o gestor é também acionista o nível de desempenho é maior (Sun & Li, 2014), decorrente da existência de uma relação consistente e positiva entre a performace e a existência de diretores com participação no capital (Bhagat & Bolton, 2008).
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Agência Latino-Americana

Agência Latino-Americana

supostamente portuguesa, para além da Radio, sobre a qual a bibliografia é igualmente omissa ou pouco rigorosa: a Agência Latino-Americana. Apesar de ter uma presença constante nos jornais portugueses durante cerca de um ano – entre o fim de 1921 e o fim de 1922 –, aquela que, segundo os nossos dados, é, de facto, a primeira agência de notícias portuguesa, não só nunca é identificada como tal, como até parece ter passado totalmente despercebida aos estudiosos da matéria. Assim, tendo como fontes essenciais os jornais da época (principalmente portugueses, mas também brasileiros) e alguns dados esparsos que a investigação permitiu recolher, procuraremos reconstituir a história da Agência Latino-Americana, considerando igualmente a biografia da sua proprietária (a reconhecida jornalista e publicitária Virgínia Quaresma) e a empresa publicitária sua homónima que estará na sua origem.
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O papel dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) nas universidades brasileiras

O papel dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) nas universidades brasileiras

No que concerne à sua posição na estrutura organizacional da universidade, a maioria das agências analisadas está diretamente ligada à Reitoria da Universidade, sendo que a SEDETEC/ UFRGS, inclusive, tem o status de uma pró-reitoria. O mesmo resultado já havia sido apresentado pela pesquisa previamente mencionada de Torkomian (2009) que destacou que os núcleos geralmente estão vinculados às reitorias ou às pró-reitorias de pós-graduação e pesquisa, sendo esse último o caso da Agência URFJ de inovação. Essa situação pode indicar a importância estratégica dos Núcleos para as Universidades, onde a questão da propriedade intelectual, bem como do licenciamento de tecnologia deve ser de conhecimento das instâncias mais altas da instituição. Contudo, por outro lado, denota também a pouca autonomia dos NITs nas Universidades brasileiras, já que os acordos realizados entre universidade-empresa devem ser autorizados pelo Reitor ou pelos conselhos Universitários. Assim, os pesquisadores, bem como os funcionários das Agências de inovação ficam subordinados a uma política mais rígida de acordos e contratos.
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Concepções e perspectivas de agência epistêmica

Concepções e perspectivas de agência epistêmica

Esta dissertação trata do termo “agência epistêmica”, explorando diferentes concepções e avaliando perspectivas sobre seu uso e sentido, e divide-se em três capítulos. No primeiro capítulo, ela traz considerações acerca do termo “agência”, sua origem e multiplicidade de usos, bem como expõe seu surgimento na epistemologia e uma breve caracterização histórica. Para além, ela contextualiza o deontologismo epistêmico na discussão da ética da crença, caracterizando o surgimento da agência epistêmica doxástica e apresenta o problema do involuntarismo doxástico e respostas a ele. Ao final do capítulo, ela apresenta nossa avaliação dessa proposta, concluindo-se ceticamente. No segundo capítulo, ela traz nosso exame da proposta de agência epistêmica reflexiva, bem como apresenta a epistemologia da virtude e a metafísica de desempenhos. Ainda, ela abrange a definição de agência epistêmica através de desempenhos reflexivos e traz três críticas e uma avaliação da proposta que as segue, também conluindo ceticamente. No terceiro capítulo, ela abandona a normatividade e aborda a epistemologia melhorativa. Assim, faz uma reconstrução argumentativa de considerações de estudos empíricos, diagnosticando as capacidades cognitivas humanas atuais, e examina possibilidades de melhorar suas falhas sistemáticas, ou vieses cognitivos. Ela conclui ceticamente sobre a possibilidade de aprimoramento a partir dos próprios indivíduos e indica a possibilidade de restrições coletivas aos indivíduos, chamada de paternalismo epistêmico. Por fim, apresenta brevemente a epistemologia social e o paternalismo epistêmico, e conclui indicando ceticismo quanto à agência epistêmica individual, por um lado, e a possibilidade de agência epistêmica coletiva, por outro.
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A importância da motivação no  dos colaboradores de uma agência bancária

A importância da motivação no dos colaboradores de uma agência bancária

A motivação para a Gestão de Pessoas, nas organizações e no setor bancário, conquista uma maior importância com o desenvolvimento tecnológico, formação especializada e conhecimento por parte dos colaboradores dos seus direitos e deveres no trabalho. A Gestão de Pessoas, ao longo do desenvolvimento da motivação, mostrou-se responsável por gerir e administrar pessoas que se inseriram neste processo. O principal objetivo que se estabeleceu para basear este estudo foi o de verificar junto aos colaboradores de uma instituição financeira a importância do processo de motivação em uma agência bancária, a partir de uma fundamentação teórica. A avaliação proposta pelo objetivo foi feita por meio de uma pesquisa de campo em uma agência bancária na cidade de Fortaleza/CE por meio de questionários distribuídos aos seus colaboradores. A pesquisa mostrou que 65% dos colaboradores da agência em estudo não estão motivados com suas atividades e não se sentem realizados.
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Agência em estratégia: conectando prática social e codeterminação.

Agência em estratégia: conectando prática social e codeterminação.

Um dos principais obstáculos para o avanço da área é que a literatura espe- cializada privilegia uma representação específica de organização e gerência – isto é, a grande corporação e o capitalismo gerencial (CHANDLER, 1977) – e, consequentemente, de agência – isto é, teoria da agência (JENSEN; MECKLING, 1976). Segundo essa perspectiva, a grande corporação moderna é descrita como sendo controlada por uma classe profissional diferenciada cuja “boa gestão” é (ou tem que ser) governada por princípios econômicos de longo prazo que desa- fiam a tendência “natural” dos gerentes ao oportunismo (cf. EISENHARDT, 1989; GHOSHAL, 2005). A tese correspondente de separação entre propriedade e controle estabelecida por Berle e Means (1997) no início dos anos 1930 aju- dou a reforçar a teorização de gerentes como agentes economicamente racionais autointeressados e maximizadores de posições individuais diante de incentivos e recompensas de ordem econômica. Essa combinação de teorizações ajuda a expli- car a constituição da nomenclatura “gestão estratégica” para representar estraté- gia e por que autores da área privilegiam o controle do oportunismo gerencial, a redução da assimetria de informações por meio da ampliação do monitoramento e, finalmente, o alinhamento de interesses (JENSEN; MECKLING, 1976).
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Ricardo Paschoeto dos Santos¹ Luiz Antonio Joia²

Ricardo Paschoeto dos Santos¹ Luiz Antonio Joia²

Em relação à categoria “inserção” do componente “aumento da conscientização”, uma cliente relatou o desejo de possuir uma conta bancária para poder se sentir atualizada tecnologicamente e, de certa forma, obter um reconhecimento social. Por outro lado, os funcionários da Agência Barco relataram a percepção de que a falta de educação lato sensu dificulta o entendimento das características dos serviços e produtos bancários, criando barreiras para o processo de conscientização da importância da participação do indivíduo no sistema financeiro: “[…] eu tenho vontade de abrir uma conta né… entrar mais para este muito tecnológico […] ficar atualizada […]” (C9); “…fizemos reuniões com as associações e colônias de pescadores para incentivar a abertura de contas para os pescadores […] para depósito do seguro defeso…” (E5).
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Agenda regulatória na prática: uma análise das políticas adotadas por agências reguladoras nos últimos 20 anos

Agenda regulatória na prática: uma análise das políticas adotadas por agências reguladoras nos últimos 20 anos

Cabe observar, no caso da ANP, que a política burocrática da agência se traduz muito em “poder de polícia”: fiscalização (de postos, do comercio e armazenamento de gás de cozinha, da qualidade de diesel, etc.); autorização de funcionamento de posto, entre outros. Outra dimensão importante da política burocrática da ANP reside nas notícias informativas, que refletem importantes bancos de dados da ANP que são, inclusive, comercializadas. As empresas interessadas nos leilões têm acesso a dados técnicos sobre as regiões de interesse, via banco de dados da ANP. Essas informações são obtidas mediante o pagamento de taxas. Estudos apontam que o aumento da informação pública disponível aos participantes do leilão tem efeito positivo no valor dos lances, e que a competição entre os participantes – em termos de lances feitos – se reduz com o aumento do número de participantes (Moura et.al., 2012). Isso ocorre como forma de evitar o fenômeno conhecido como “maldição do vencedor”, em que o valor oferecido pela empresa vencedora é muito superior aos demais, indicando erro de avaliação do potencial da área.
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Viabilidade da regulação subnacional dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário sob a Lei 11.445/2007.

Viabilidade da regulação subnacional dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário sob a Lei 11.445/2007.

A Lei nº 11.445/2007 explicitou diretrizes e sistemas de incentivos para a regulação da prestação dos serviços de água e esgoto. Entretanto, apesar do disposto na Lei, são enormes as di- ficuldades administrativas e financeiras para que os municípios possam exercer de fato a regulação setorial. Entre as atividades regulatórias previstas em lei, encontra-se, por exemplo, a regulação econômica, que exige elevada expertise técnica do quadro técnico da agência reguladora para análise de processos de revisão e reajuste tarifários. Ademais, a Lei tem como princípio a regulação independente, o que na prática, im- plica que esta atividade seja custeada com recursos oriundos das taxas de regulação. Neste sentido, o presente estudo concluiu que no atual contexto institucional e com taxas de regulação de 1, 2 ou 3%, é inviável a regulação do saneamento básico na maioria dos municípios brasileiros.
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A Agência Radio e a Lusitânia

A Agência Radio e a Lusitânia

“Nos fins de Maio de 1871 havia grande alvoroço na Casa Havanesa, ao Chiado, em Lisboa. Pessoas esbaforidas chegavam, rompiam, pelos grupos que atulhavam a porta, e alçando-se em bicos de pés esticavam o pescoço, por entre a massa dos chapéus, para a grade do balcão, onde numa tabuleta suspensa se colavam os telegramas da ‘Agência Havas’; sujeitos de faces espantadas saiam consternados, exclamando logo para algum amigo mais pacato que os esperara fora: - Tudo perdido! Tudo a arder! […]

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Reflexividade e agência na teoria sociológica contemporânea

Reflexividade e agência na teoria sociológica contemporânea

A visão de sociologia de Boltanski se aproxima muito da de Garfinkel (1967), que trabalha com o conceito de “sociólogo leigo”. Este será o próximo autor a ser analisado na medida em que caminhamos para o lado direito de nosso espectro. Seguindo a mesma lógica utilizada para definir a posição de Giddens e Ar- cher, Boltanski aparece aqui à esquerda de Garfinkel. O modelo de convenções estáveis, representado pelos princípios de gran- deza de cada cidade, age como coação. Embora estejam restritos às situações de ação do indivíduo, tais princípios de equivalência lhes são externos e anteriores e têm caráter estável. Isso signi- fica que são autônomos e independem da agência dos atores. Haja vista que os indivíduos que agem contra tais convenções, seja porque as ignoram ou não conseguem identificá-las corre- tamente, são considerados dementes. Como veremos a seguir, a agência na etnometodologia é um processo mais ativo no sentido de que as regras – ainda que significativamente cons- trangedoras – são construídas e reproduzidas pelas ações dos indivíduos ao longo das relações que estabelecem uns com os com outros. Por isso, justifica-se o lugar que Boltanski ocupa no espectro à esquerda de Garfinkel.
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Cultura e agência: a visão "de dentro".

Cultura e agência: a visão "de dentro".

Atualmente, tornou-se uma fixação das introduções à sociologia apre- sentar a história recente da disciplina em termos da antinomia entre agên- cia e estrutura ou ação e ordem – como se os sociólogos tivessem tido de esperar por Jeffrey Alexander, Pierre Bourdieu ou Tony Giddens para procurar uma teoria dialética das práticas sociais que resolvesse o enig- ma. Esta história canônica não é apenas pouco inspiradora e repetitiva; ela é também enganadora. Quem quer que estude a “microrrevolução” dos anos 1960 sem os antolhos do debate agência/estrutura notará que Goffman, Garfinkel e Harvey Sacks, os campeões da análise situacional, estavam obcecados com a questão da ordem. Para eles, o desafio consistia em demonstrar a natureza ordenada da vida cotidiana. Esperar pelo ônibus, dirigir pela autoestrada, observar pelo microscópio, todas essas atividades ordinárias são ordenadas – isto é, observáveis e relatáveis, analisáveis e pre- visíveis ou, em suma, “accountable” (Lynch, 1993: 14-15) como atividades concertadas em situações concretas. De modo similar, eles não opuseram a agência à estrutura, mas encontraram a estrutura em todo e qualquer nível da sociedade e, mais particularmente, no nível nano da agência.
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O CLIENTE DE AGÊNCIA

O CLIENTE DE AGÊNCIA

Afinal, o Cliente Da Agência De Propaganda quer agradar todo mundo.. Jovem Atendente Da Locadora sugere De Volta para o Futuro.[r]

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Avaliação da qualidade do serviço de transporte rodoviário interestadual de passageiros atráves do desenvolvimento de um sistema de indicadores

Avaliação da qualidade do serviço de transporte rodoviário interestadual de passageiros atráves do desenvolvimento de um sistema de indicadores

• A classificação possibilita aos agentes envolvidos a tomada de decisões. Por exemplo, o usuário pode escolher a empresa de modo que o pessoal da transportadora tenha o melhor IC, ou seja, onde encontrar a cortesia no atendimento. Para os tomadores de decisão nas empresas é possível nortear a empresa para um atendimento que ofereça máxima qualidade aos usuários no que diz respeito ao IC e ao IP e outros indicadores. Para o órgão gestor é possível voltar a atenção para as empresas A e M, pois estas são as mais críticas com relação aos resultados obtidos, portanto a fiscalização de tais empresas por parte da agência seria plenamente justificada.
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Planeamento estratégico em saúde num contexto de descentralização: o caso do Canadá e das suas províncias

Planeamento estratégico em saúde num contexto de descentralização: o caso do Canadá e das suas províncias

Outra agência federal é a Agência de Saúde Pública do Canadá, cujo papel mais específico é partilhar conheci- mentos especializados sobre saúde pública com outros países e fortalecer a[r]

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ALEXANDRE BUENO I N D I C A D O R E S D E D E S E M P E N H O P A R A N Ú C L E O S D E I N O V A Ç Ã O T E C N O L Ó G I C A A P A R T I R D E E X P E R I Ê N C I A S NACIONAIS E INTERNACIONAIS

ALEXANDRE BUENO I N D I C A D O R E S D E D E S E M P E N H O P A R A N Ú C L E O S D E I N O V A Ç Ã O T E C N O L Ó G I C A A P A R T I R D E E X P E R I Ê N C I A S NACIONAIS E INTERNACIONAIS

Agência de Inovação da PUC-Rio Agência de Inovação da UFSCar Association of European Science & Technology Transfer Professionals Association of Universities and Colleges of Canada Agênci[r]

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Análise da oferta de operadores de transporte multimodal de cargas no Brasil : uma aplicação da Teoria dos Custos de Transação

Análise da oferta de operadores de transporte multimodal de cargas no Brasil : uma aplicação da Teoria dos Custos de Transação

Os entes públicos envolvidos no setor são o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT), VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Ao DNIT compete o planejamento, o estudo e a construção de novas ferrovias, bem como realizar melhorias nas transposições ferroviárias nas capitais e grandes cidades brasileiras, visando aumentar a segurança, e adequar a capacidade operacional. Papel semelhante exerce a VALEC no contexto da região Centro-Oeste, estando diretamente ligada à obra da Ferrovia Norte-Sul. À ANTT cabe a regulação sobre a exploração da infra-estrutura ferroviária e sobre prestação do serviço público de transporte ferroviário de cargas e passageiros.
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PORTFÓLIO RASTRO - AGÊNCIA DE PUBLICIDADE UFC

PORTFÓLIO RASTRO - AGÊNCIA DE PUBLICIDADE UFC

A Rastro tem buscado, cada vez mais, desenvolver talentos. Cumprindo seus objetivos tanto para a porção social que se dedica a atender como para os alunos, que estão saindo para o mercado ainda mais capacitados, vem aperfeiçoando seu portfólio como forma de apresentar resultados e fornecer conhecimento. A grande experiência de ter participado de uma agência júnior agrega diversas características importantes para um profissional de publicidade, como criatividade, paixão por desafios, proatividade e trabalho em equipe. Mesmo com alunos voluntários, a Rastro Agência de Publicidade vem sendo cada vez mais procurada, fazendo com que o alcance e o reconhecimento do trabalho renda boas impressões tanto para o aluno estudante e atuante na agência como para o curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Federal do Ceará.
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