Diretores escolares - Formação

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Formação em serviço sobre gestão de escolas inclusivas para diretores de escolas de educação infantil.

Formação em serviço sobre gestão de escolas inclusivas para diretores de escolas de educação infantil.

Brotherson et al (2001, p. 31), discutem que a falta de atenção do contexto sócio-político tem sido um problema central na implementação de programas inclusivos no caso das escolas de educação infantil. Para estes autores os diretores escolares são peças chave no contexto sócio- político para garantir essa implementação. Esses autores discutem várias pesquisas com professores do ensino comum e especial que abordam o papel do diretor em relação à inclusão escolar, e todos consideram que uma liderança firme por parte do diretor é peça fundamental para o sucesso de programas inclusivos. Porém, embora o apoio administrativo tenha sido identificado como importante fator para a implementação bem sucedida da inclusão escolar, poucos estudos têm enfocado questões sobre como os diretores de escolas se inserem nesse processo. Um movimento sistemático em direção à inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais na escola comum requer atenção às necessidades dos diretores de escolas. Os autores salientam ainda que o diretor tem sido pouco responsável por fornecer os apoios que as crianças precisam.
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Os diretores escolares e a integração das tecnologias nas escolas : análise da proficiência, utilização das tecnologias e relação com as práticas dos professores

Os diretores escolares e a integração das tecnologias nas escolas : análise da proficiência, utilização das tecnologias e relação com as práticas dos professores

O acesso ao cargo de diretor tem sido uma questão central da gestão escolar há vários anos, desde os tempos dos reitores (Barroso, 1995). O processo de eleição do diretor tem variado ao longo dos últimos anos, pós 25 de abril, desde os tempos em que o órgão de gestão era eleito por um plenário de trabalhadores da escola até ao modelo atual em que o diretor é eleito pelo conselho geral da escola (órgão onde estão representados os professores, os alunos, os funcionários, a autarquia e a comunidade local). Após a revolução de 1974, o plenário de trabalhadores da escola passou a eleger a comissão de gestão que, por sua vez, elegia no seu seio um professor para presidente que representava e assegurava a execução das deliberações tomadas de forma coletiva (DL 221/74, art. 5.º). Este processo de eleição do órgão de gestão manteve-se, praticamente inalterado, até à publicação do decreto-lei 172/91 que introduziu uma nova forma de eleição. O referido decreto-lei introduz duas grandes alterações: (1) o diretor executivo passa a ser selecionado por concurso, aberto pelo presidente do conselho de escola, no qual eram seriados candidatos e posteriormente eleito o diretor executivo por um colégio eleitoral e (2) aconselha, pela primeira vez, a formação específica em gestão
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EFICÁCIA ESCOLAR E LIDERANÇA PEDAGÓGICA DOS DIRETORES ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE NO CONTEXTO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EFICÁCIA ESCOLAR E LIDERANÇA PEDAGÓGICA DOS DIRETORES ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE NO CONTEXTO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao longo da gestão SMED 2009-2012, a Gerência de Coordenação da Política Pedagógica e de Formação (GCPF) ficou responsável pelo Programa de Monitoramento da Aprendizagem e da Gestão Escolar do Ensino Fundamental. A organização do trabalho foi desenhada considerando uma equipe responsável por formular as ações das equipes regionais de acompanhamento pedagógico, que realizaram a orientação e o monitoramento da escola, considerando a sua organização pedagógica, as especificidades do seu grupo de trabalho, comunidade escolar, bem como a gestão escolar como um todo. Para compor estas equipes, houve um processo de seleção dentre os professores da própria Rede Municipal de Educação numa cota específica por GERED, que considerou o cálculo de profissional em tempo integral (um cargo efetivo de 22h30 semanais mais extensão de jornada) para monitorar três escolas. Deste modo, o Programa conta com 86 profissionais envolvidos diretamente no monitoramento do ensino fundamental, seja na SMED ou GERED’s. A Educação Infantil possui uma equipe própria para acompanhamento pedagógico e realiza o trabalho na Rede Própria e nas instituições conveniadas com a Prefeitura de Belo Horizonte/ SMED, embora em outro formato.
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Educ. rev.  número especial _1

Educ. rev. número especial _1

O artigo, inicialmente, apresenta uma discussão sobre alguns aspectos do trabalho docente concernente à função de diretor escolar na educação pública brasileira. Considera, para tanto, elementos conceituais como a deinição da função dirigente escolar e as respectivas noções de carreira e remuneração, cotejadas às diferentes faces desse tipo de trabalho. Na segunda parte, o texto mostra uma análise sobre os diretores escolares no Brasil e no Paraná, sendo que para aqueles toma dados da base nacional do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB de 2007 –, e para estes utiliza uma base de dados própria dos autores, construída com respostas a questionário aplicado aos diretores que participaram do programa de formação Escola de Gestores, na modalidade EAD, entre 2008 e 2009, na Universidade Federal do Paraná.
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Integração educativa das tecnologias: a relevância dos líderes (diretores) escolares

Integração educativa das tecnologias: a relevância dos líderes (diretores) escolares

oficialmente a nível nacional, tendem a não contemplar ações concretamente direcionadas para diretores escolares, em particular, ações ao nível da formação em gestão e liderança com tecnologia e mecanismos de apoio e regulação do seu papel nesse processo. Nos últimos anos destacam-se apenas limitadas iniciativas de apoio e de formação ao nível de processos e procedimentos de gestão, sendo o projeto “Líderes Inovadores” (com o objetivo de promover nos líderes escolares competências inovadoras no âmbito da gestão escolar), iniciado em 2010 pela Microsoft Portugal em parceira com o ministério da educação, uma das iniciativas que de relevo se encontra no terreno.
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A avaliação de desempenho docente na perspetiva dos diretores escolares: um estudo empírico

A avaliação de desempenho docente na perspetiva dos diretores escolares: um estudo empírico

Na atividade avaliativa coexistem a função formativa e sumativa. Embora Scriven (1997) afirme que não há funções certas ou erradas, a função formativa será a mais importante para os docentes, na medida em que se destina a favorecer o seu crescimento profissional. Ao “fazer das práticas docentes lugares estratégicos de investigação” (Morgado, 2005, p.46), pretende-se que o professor se assuma como um sujeito ativo que identifica, na avaliação, oportunidades de desenvolvimento e aperfeiçoamento da prática profissional (Danielson, 2010; Fernandes, 2009), muito para além da certificação e reconhecimento da competência mínima para a docência. Trata-se de um processo que visa aprofundar o conhecimento dos pontos fortes, bem como as áreas carentes de formação produzindo informação qualitativa essencial à orientação e regulação da ação e à elaboração de planos de melhoria profissional (Ruivo & Trigueiros, 2009).
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Eleição de diretores escolares no município de São Carlos: propostas e polêmicas.

Eleição de diretores escolares no município de São Carlos: propostas e polêmicas.

a aprovação do programa de Jovens e Adultos que nós não esperávamos que acontecesse da forma como aconteceu, nós demoramos quase um ano para aprovar na Câmara. Tivemos problemas no sentido de implantação de Sistema de Matrícula Democrática nas Creches que demorou quase um ano por embates com a Câmara Municipal, porque aqueles eram os mecanismos de micro poder instados na cidade de São Carlos em que por exemplo a vaga de creche era determinada pelos vereadores. Isso não estava explícito em lugar nenhum, mas no momento em que a gente estabeleceu critérios, discutiu com a cidade e colocamos em pratica nós tivemos embates com a promotoria pública, nós tivemos embate com a Câmara de Vereadores então não fizemos outra eleição de diretores porque consideramos que é uma coisa muito importante, então deixamos para quando tivéssemos mais fortalecidos , os Conselhos escolares e investimos então na formação dos conselheiros de escola, com cursos de formação e encontros mensais com pais, professores, e com algumas escolas., alguns alunos para que esses conselheiros conhecessem melhor o funcionamento da rede municipal das escolas e o direito de exercer voz e voto e começassem entender as instancias ex: FUNDEF, canais de participação permitiriam que a questão da eleição de dirigentes fosse realmente discutida e bem trabalhada e mais democrática, por isso que não fizemos outra eleição. Agora deixou de ser feita com a proposta do novo estatuto foi uma solicitação da rede.
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Gestão democrática nas escolas: a atuação dos diretores escolares e os desafios para sua consolidação na rede municipal de Natal/RN

Gestão democrática nas escolas: a atuação dos diretores escolares e os desafios para sua consolidação na rede municipal de Natal/RN

O diretor é o grande articulador da escola enquanto cultura, bem como o facilitador de processos, sendo mais influente na medida em que toma decisões, considerando sempre seu papel de liderança (SILVA, 2006). Assim, posicionando-se como sujeito inovador e transformador, participa das atividades realizadas na escola, a fim de potencializar a ação pedagógica e administrativa, a partir da integração do grupo em um ambiente cooperativo e participativo, estimulando a formação de atores voltados para o ensino de qualidade e as reais mudanças que criam uma articulação maior entre educadores e educando, constituindo desafios às competências desse gestor (GISSONI, 2010). Verifica-se a necessidade de uma conjunção não apenas dentro da escola, mas também em seu entorno, como, por exemplo, com os pais dos alunos e os vizinhos da unidade escolar.
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A GESTÃO E A POLÍTICA DO PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE LIMEIRA NA PERSPECTIVA DOS DIRETORES ESCOLARES

A GESTÃO E A POLÍTICA DO PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE LIMEIRA NA PERSPECTIVA DOS DIRETORES ESCOLARES

Portanto, o problema a ser investigado são as implicações decorrentes da implementação do PAFE na gestão escolar, tais como o excesso de tempo demandado ao gestor para cumprir suas atribuições frente ao PAFE e o contexto de ampliação das demandas concernentes à gestão escolar, comprometendo a gestão pedagógica das escolas do município. Para atender a essas questões, pretende-se identificar as dificuldades do gestor de escola para realizar os gastos e a prestação de contas de tal verba, embora se saiba que as exigências do programa demandam muito tempo de trabalho por parte desse profissional, além de sua demasiada dedicação para assuntos burocráticos, o que vai de encontro à atual política educacional do município (reformulação curricular, revisão do sistema próprio de avaliação, centro de formação dos profissionais da educação, etc.), atualmente focada em garantir a ação finalística da escola, ou seja, o sucesso do processo ensino-aprendizagem.
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A atuação dos diretores escolares: entre limites e necessidades

A atuação dos diretores escolares: entre limites e necessidades

car modernização administrativa como (re)centralização burocrática. De resto, o enfoque na eficiência permite-nos a consideração de que, para o legislador, “a administração da escola não é diferente da adminis tração de outras organizações e, por isso, os modelos de gestão empre sarial, a eficiência, a formação técnica dos gestores, entre outras, são temáticas insubstituíveis”(Costa, 1996: 32). Assim, fica evidente que o normativo em questão traduz o protagonismo da racionalidade instru mental presente nos conceitos de eficiência e eficácia e no relevo dado às dimensões da liderança e gestão, e que a figura do diretor encer- ra, na medida em que se é importante fazer “aquilo que tem que ser feito” também é importante fazer bem o que é necessário fazer (Bennis, 1989), no caso de acordo com a orientação e controlo da administração educativa, e executar as deliberações do Conselho Geral.
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As bibliotecas escolares e a formação de leitores

As bibliotecas escolares e a formação de leitores

1.15. Identifique o Centro de Formação de Associação de Escolas em que a escola se integra:....Centro de Formação da Associação de Escolas de Marco de Canaveses................. 1.16. Indique quais as duas últimas acções organizadas pelo C.F.A.E. na área das BE’s (designaçaõ e data):...Não há conhecimento de nenhuma acção...............................

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Regulação Educativa: O uso dos resultados de proficiência das avaliações do PROEB por diretores escolares em Minas Gerais

Regulação Educativa: O uso dos resultados de proficiência das avaliações do PROEB por diretores escolares em Minas Gerais

A divulgação das informações sobre o desempenho das escolas é considerada, com frequência, recurso suficiente para melhorar os padrões de qualidade, uma vez que se presume que gerará competição entre as escolas, os professores e os estudantes. Segundo Sousa (1997) a escola é tomada como um “microssistema” educacional e é responsabilizada pela construção do “sucesso escolar” de seu alunado, cabendo ao poder público, a aferição da produtividade por meio de aplicação de testes de rendimento aos alunos. Desta forma, tal procedimento se revela estimulador da competição entre as escolas, responsabilizando-as, individualmente, pela qualidade de ensino e, ao mesmo tempo, ressituando o compromisso do poder público com seus deveres. Ainda segundo Sousa (1997), as práticas de divulgação dos resultados, ao que parece, têm a intenção de instalar mecanismos que estimulem a competição entre as escolas, responsabilizando-as pelos resultados, sejam favoráveis ou não, e não de buscar subsídios para intervenções mais precisas e consistentes do poder público. Desta forma, acredita-se que o aprimoramento das ações administrativas e pedagógicas da escola será desencadeado, por um lado, a partir da reação de cada escola frente aos resultados obtidos e seu respectivo posicionamento perante as outras escolas e, por outro, a partir das ações do poder público, seja premiando, focalizando ações e até mesmo punindo as instituições escolares que não apresentam resultados favoráveis.
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Gestão estratégica de competências: uma prática complexa.

Gestão estratégica de competências: uma prática complexa.

Assim, as relações entre pesquisador e pesquisado tornam-se mais frutíferas porque são mais autênticas, já que se constroem a partir do faça o que eu faço superando-se, desse modo, a velha realidade que tem domi- nado efetivamente as práticas pedagógicas orientadas por posturas que se pautam no faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Então, ao se confir- mar o postulado defendido por várias teorias e autores de que a formação é um processo que se produz a partir das relações que se estabelecem entre os agentes sociais em torno de situações-problema, ampliam-se as possibi- lidades de se instaurarem práticas que privilegiam a formação do cidadão como um ser complexo aprendente, capaz de auto-organizar-se frente a seus interesses, desafios e necessidades, construindo sua formação orien- tando-se pelo saber-cuidar de si, do outro e da natureza, de forma solidária e responsável.
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Avaliação organizacional : olhares de diretores escolares e coordenadores das equipas de autoavaliação : um estudo de três escolas

Avaliação organizacional : olhares de diretores escolares e coordenadores das equipas de autoavaliação : um estudo de três escolas

Os diretores aparentam dar utilidade à informação oriunda da AA e da AE, nomeadamente fazendo-a circular através dos diferentes órgãos da escola, que parecem valer-se dos dados para a introdução de melhorias. Afirmam existir influência direta na tomada de decisão, aproveitada como oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento, comunicando os seus resultados ao agrupamento (internamente) e divulgando os resultados para o exterior, utilizando a página da escola como recurso fundamental na divulgação para a comunidade educativa interessada. De salientar, contudo, é o facto de existirem coordenadores (EC2 e EC3) que consideram inexistente o uso dado aos resultados pelos diversos órgãos. De uma forma geral, verifica-se preocupações relativas à utilização da informação da AA para melhoria de resultados, interpelando os demais para a implementação de uma cultura de AA no Agrupamento/Escola. É percetível a existência de comunicações interna e externa ao nível da divulgação dos resultados, contudo com diferentes níveis de consciencialização e/ou responsabilização. Na maioria das questões, o discurso dos coordenadores está em conformidade com o dos seus respetivos diretores.
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PROCESSO HISTÓRICO E POLÍTICO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR NO BRASIL

PROCESSO HISTÓRICO E POLÍTICO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR NO BRASIL

Esta nossa interpretação ganha força mediante ao modelo atual brasileiro de eleição para a escolha de diretores ter sido também vivenciado pelos lusitanos e mudado pelo modelo acima comentado. Sabemos que há uma tendência mundial aos sistemas de ensino seguir outros modelos. As comparações não param aí. A prática de se avaliar o desempenho dos educadores é já bastante efetivada em Portugal e em boa parte da Europa. O PNE também dedica metas para este fim, aos diretores. As metas 16.2 e 19.8, respectivamente preceituam que deve-se assegurar “a participação dos pais na avaliação de docentes e gestores escolares” e “aplicar prova nacional específica, a fim de subsidiar a definição de critérios objetivos para o provimento dos cargos, cujos resultados possam ser utilizados por adesão”.
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Política de formação continuada dos gestores escolares no Brasil: um recorte do cenário ludovicense no período de 2002-2008

Política de formação continuada dos gestores escolares no Brasil: um recorte do cenário ludovicense no período de 2002-2008

A partir dessa proposição, inferimos que uma formação que tenha compromisso real com a melhoria educacional deve considerar as necessidades reais vivenciadas pelos sujeitos e não se basear na exclusividade dos planejamentos em gabinetes, com interesses duvidosos de melhoria concreta da educação, atrelados a narrativas redentoras, ao considerar que somente ela será capaz de resolver todas as mazelas educacionais, atribuindo ao sujeito individualmente a responsabilidade heroica de superação dos desafios e ou indicadores pré-estabelecidos, na expectativa de deixarem de ser os culpados atuais para os responsáveis por feitos heroicos ou até mesmo mágicos, garantindo as devidas proporções.
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A formação do diretor de escola e o desempenho estudantil: qual a relação?

A formação do diretor de escola e o desempenho estudantil: qual a relação?

Este estudo buscou caracterizar o perfil dos diretores de escolas da Rede Estadual de São Paulo e mensurar a correlação de dependência existente entre formação e desempenho estudantil. Foram analisadas quais variáveis influenciam no desempenho dos estudantes a partir da formação de seus diretores, tendo como parâmetro os micro dados da Prova Brasil de 2011, 2013 e 2015 para o desempenho dos estudantes, assim como o ano de 2015 para a formação do diretor de escola. A análise foi realizada por meio da técnica estatística de Regressão Logística Binária. Os resultados apresentaram correlação positiva na formação do diretor de escola quando estes possuem cursos de pós-graduação com ênfase (especialização) em Educação. Os resultados das avaliações externas mostram-se mais positivos quando o diretor também possui uma segunda licenciatura. Em contrapartida, observou-se que inúmeros são os fatores que poderão exercer influência na formação dos estudantes e que não há uma variável isoladamente que justifique o modelo.
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A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EM CONTEXTO HOSPITALAR: reflexões e práticas na garantia do direito a educação da criança e do adolescente hospitalizado

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EM CONTEXTO HOSPITALAR: reflexões e práticas na garantia do direito a educação da criança e do adolescente hospitalizado

O processo de adoecimento é algo inesperado, ocasionando a hospitalização, o que implica em interrupções de rotinas diárias vivenciadas pelos sujeitos. A criança e/ou adolescente que vivencia essa situação, encontra-se numa realidade diferente de sua vida cotidiana, num percurso doloroso de criança para paciente, de práticas do brincar, para submissão a exames e ações hospitalares. Questiona-se a partir de então, como tratar da criança/adolescente sem que ela perca seus direitos básicos, a exemplo, o direito à educação. Assim, o presente estudo visa discutir a atuação do pedagogo em formação no ambiente não formal como o hospital, destacando um fazer pedagógico diferenciado da escola regular. Pretende-se exercer o elo entre educação e saúde redimensionando a organização institucional do hospital que possibilitam um pensar um novo mover para educação que considere o sujeito em processo de adoecimento, valorizando sua condição humana. Usa-se a metodologia da observação participante pelo viés da extensão universitária envolvendo crianças/adolescentes de 2 a 15 anos com destaque para atividades pedagógicas lúdicas que envolvem a leitura e a escrita. Os resultados obtidos indicam para a melhora do quadro sintomáticos desses sujeitos pela mediação pedagógica possibilitando a adaptação ao ambiente e a ocupação sadia do tempo ocioso, bem como a valorização de um novo campo de atuação do profissional da Pedagogia, colaborador na garantia dos direitos da criança e adolescentes hospitalizados.
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A formação contínua de professores em TIC : que perfil de formador?

A formação contínua de professores em TIC : que perfil de formador?

75 de professores” ou mais precisamente, “são todos aqueles que facilitam ativamente a aprendizagem (formal) dos estudantes, futuros professores, e dos professores” (Myrdal, Schratz, Snoek & Stéger, 2013, p. 7, 8). Neste sentido tão lato de entendimento do que é um formador de professores, várias são as questões que se colocam relativamente à sua identidade profissional. Por um lado, os formadores de professores trabalham em contextos institucionais diferentes, por outro lado, também vêm para a profissão de diferentes origens relativamente à sua formação, o que dificulta a adoção de uma identidade profissional, de crucial importância em qualquer profissão, uma vez que a identidade profissional também está ligada à questão da qualidade, sendo o grupo profissional como um todo que determina as normas que devem ser aplicadas aos seus membros (Myrdal, Schratz, Snoek & Stéger, 2013). No seu estudo sobre a identidade dos professores, Beijaard Meijer & Verloop (2004) concluem que não há uma definição uniforme e operacional clara da identidade profissional do professor. No entanto, distinguem quatro características da identidade profissional. Assim, a identidade profissional do professor (i) é um processo contínuo de interpretação e reinterpretação de experiências, (ii) implica tanto a pessoa como o contexto, (iii) consiste em subidentidades (conceitos e relações) que se harmonizam, podendo algumas ser entendidas como o núcleo da identidade profissional, enquanto que outras são mais periféricas, e finalmente, (iv) é também construída pelo próprio professor, pois este é um agente ativo da identidade profissional, o que significa que os professores têm de ser ativos no seu processo de desenvolvimento profissional.
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