Dissolução parcial de sociedade

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DA DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO CPC

DA DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO CPC

38- . Cf. STJ, “A jurisprudência do STJ entende que, em regra, o polo passivo da ação de dissolução parcial da sociedade deve ser integrado pelos sócios remanescentes e pela pessoa jurídica correspondente. Precedentes. Na linha dos precedentes desta Corte Superior, não deve ser declarada nulidade processual sem comprovação do efetivo prejuízo (pas de nullité sans grief). Precedentes. Na hipótese em exame, não obstante a ausência de citação dos demais sócios, o processo não deve ser anulado, em virtude das peculiaridades do caso, pois não houve demonstração de prejuízo e o litisconsorte ausente “jamais chegaria a sustentar o que quer que seja em contrário, de modo que, a rigor, desnecessário anular o processo para inclusão de litisconsorte necessário e retorno à mesma situação que já se tem agora” (REsp n. 788.886/SP, Relator Ministro Sidnei Beneti, 3ª T., julgado em 15/12/2009, DJe 18/12/2009). Em virtude da preclusão consumativa e por caracterizar indevida inovação recursal, são insuscetíveis de conhecimento as teses que poderiam ter sido deduzidas em momento anterior, mas somente foram apresentadas nas razões do regimental. O recurso especial não comporta o exame de questões que impliquem revisão de cláusula contratual e revolvimento do contexto fático dos autos (Súmulas n. 5 e 7 do STJ). No caso concreto, o Tribunal de origem analisou as cláusulas contratuais e os demais elementos de prova contidos no processo para concluir que os critérios de apuração de haveres previsto no contrato social da empresa eram válidos. Alterar esse entendimento demandaria a interpretação das disposições contratuais e o reexame do conjunto probatório do feito, o que é vedado em recurso especial. Agravo regimental desprovido. (AgRg no REsp 1295141/SP, Rel. Ministro Antonio Carlos Ferreira, 4ª T., julgado em 07/04/2016, DJe 12/04/2016).
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CRÍTICAS À AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  Bruno Alves Apolinário

CRÍTICAS À AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Bruno Alves Apolinário

No que concerne à legitimidade ativa, ou seja, quem pode ajuizar o pedido de dissolução parcial de sociedade, coube ao art. 600 estabelecer essa prerrogativa: (I) ao espólio do sócio falecido ou aos seus sucessores; (II) à sociedade, se os sócios sobreviventes não admitirem o ingresso do espólio ou dos sucessores falecidos na sociedade, quando esse direito decorrer de previsão do contrato; (III) ao sócio que exerceu o direito de retirada ou recesso, se não tiver sido providenciada, pelos demais sócios, a alteração contratual consensual posterior, formalizando os desligamento desse; (IV) à sociedade, nos casos em que a lei não autorizar a exclusão extrajudicial; e (IV), por fim, ao sócio excluído, quando não promovida a apuração dos haveres que lhe couberem.
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DA EXPRESSA POSITIVAÇÃO DA AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CPC COMO COROLÁRIO DA DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS  Samara de Oliveira Pinho

DA EXPRESSA POSITIVAÇÃO DA AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CPC COMO COROLÁRIO DA DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS Samara de Oliveira Pinho

PROCEDENTE O PEDIDO, PARA DECLARAR DISSOLVIDA A SOCIEDADE, CONSIDERANDO A COMPROVAÇÃO DE AUSÊNCIA DO VÍNCULO SOCIETÁRIO DE UMA DAS PARTES E QUE A EMPRESA SE ENCONTRAVA INATIVA. EQUIVOCADA. AUTORA QUE DECAIU EM PARTE DO SEU PEDIDO. RECIPROCIDADE E PROPORCIONALIDADE NOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS E DESPESAS PROCESSUAIS. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. [...] II- O caso dos autos se enquadra na dissolução parcial da sociedade, eis que além dos demais requisitos preenchidos, houve a perda da Affectio Societatis em relação a apelada. [...] Em face do exposto, nego provimento ao agravo. Publique-se. Brasília (DF), 25 de maio de 2015. MINISTRA MARIA ISABEL GALLOTTI Relatora (STJ - AREsp: 661668 PA 2015/0029339-5, Relator: Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, Data de Publicação: DJ 02/06/2015). (Destacou-se).
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A LEGITIMIDADE DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO PARA PROMOVER A AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE LIMITADA

A LEGITIMIDADE DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO PARA PROMOVER A AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE LIMITADA

Com a entrada em vigor do Código Processual Civil de 2015 fora preenchido uma lacuna em nosso ordenamento jurídico, diante da ausência de legislação específica que regulamentasse os aspectos processuais da dissolução parcial de sociedade, a qual regia-se até então pelas normas da dissolução total, consignadas pelo Código de Processo Civil de 1939 e pelas disposições doutrinárias e jurisprudenciais de direito processual civil e direito material societário. Assim, este novo código trouxe no Título III, Capítulo V, os artigos 599 a 609, um procedimento especial e mais moderno para regular a ação de dissolução parcial de sociedade. Tal regramento, apesar de ser considerado uma evolução em nosso ordenamento jurídico, não está imune à diversas críticas, sendo considerado por muitos doutrinadores como uma das inovações mais polêmicas deste novo Código, possuindo vários pontos controversos que demandam uma detida análise.
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OS DESAFIOS DO DIREITO SOCIETÁRIO À DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE ANÔNIMA FECHADA

OS DESAFIOS DO DIREITO SOCIETÁRIO À DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE ANÔNIMA FECHADA

O presente estudo consiste em um levantamento legal e doutrinário que norteia as Sociedades Anônimas, utilizando o método hipotético-dedutivo. Ainda, optou-se neste projeto pela análise das decisões do Superior Tribunal de Justiça, identificando os motivos pelos quais houve a admissão ou não do instituto da dissolução parcial de sociedade anônima de capital fechado.

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Roberta de Oliveira e Corvo Ribas

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Roberta de Oliveira e Corvo Ribas

Aliás, convém mencionar igualmente que já há muito também não faz mais sentido buscar apuração de haveres com critérios variados em função da causa que gerou o afastamento do sócio. Para fins desse instituto, é irrelevante se houve exclusão, falecimento, retirada etc. Essa diferença só pode ser aceita se o contrato social a fizer quando determinar as formas de apuração de haveres. Mas afora por contrato, a lei não autoriza tal distinção, e nem deveria. José Waldecy Lucena se posiciona na mesma direção, ao afirmar que “tais casos, como todos os outros, haverão de ter tratamento uniforme, abolindo-se a predicada distinção entre dissolução parcial de sociedade e apuração de haveres sociais, esta, na realidade, efeito daquela”. 114 E conclui “Em suma, sem importar a causa de despedida do sócio, seja voluntária ou compulsória, preveja ou não o contrato social a saída, sempre e sempre, se o sócio em recesso, expulso, morto ou denunciante do contrato social inaceitar, por si ou seus herdeiros, o último balanço aprovado, outro terá de ser feito, o chamado balanço de determinação”. 115 A razão de saída não faz com que o sócio afastado tenha mais ou menos crédito, pois o que origina seu direito é seu vínculo societário, nascido da contribuição dada ao capital social. Eventual prejuízo que seus atos possam causar à sociedade ou a outros sócios deve ser ressarcido por outros meios que não por descontos nos haveres.
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CRITÉRIOS PARA APURAÇÃO DE HAES EM CASO DE RESOLUÇÃO DA SOCIEDADE EM RELAÇÃO AO SÓCIO  José Carlos Jordão Pinto Dias

CRITÉRIOS PARA APURAÇÃO DE HAES EM CASO DE RESOLUÇÃO DA SOCIEDADE EM RELAÇÃO AO SÓCIO José Carlos Jordão Pinto Dias

Ementa: Dissolução parcial de sociedade em fase de execução (apuração de haveres). Competência desta 10ª Câmara de Direito Privado, em que pese a criação das Câmaras Reservadas ao Direito Empresarial na Corte. Art. 105 do Regimento Interno. Prevenção. Preliminar de nulidade que se rejeita. Decisão agravada que, embora sucinta, contém fundamentação suficiente. Apuração feita com base em método comparativo, cotejada a sociedade de que se cuida com outra do mesmo segmento empresarial. Inadmissibilidade. Não há forma razoavelmente aceitável para encontrarem-se parâmetros de comparação confiáveis, o que leva a avaliação a resultados distorcidos. Cada empresa tem – em razão de sua dinâmica de risco, de sua estrutura de capital, da qualidade de seus ativos, da estrutura de seus gastos, da tradição que tem no mercado a que se dirige, da maior ou menor ousadia na tomada de decisões por seus dirigentes, etc. – , características próprias. Difícil ocorrer ser uma empresa igual, ou mesmo muito parecida, com outra. Apuração de haveres que se há de fazer pelo levantamento de balanço, na forma do art. 1.031 do Código Civil, avaliando-se a empresa como um todo, com seus ativos, tangíveis e intangíveis, fundo de comércio inclusive, bem assim os passivos, estimados a mercado. Sobre o valor apurado, aplicar-se-á o percentual de cotas cabente à dissidente, chegando-se, deste modo, ao quanto que lhe será pago. Conveniência, também, de emprego do método do fluxo de caixa descontado, adequado à apuração da situação econômica e da capacidade de geração de riqueza da empresa. A perícia, assim, deverá procurar a justa estimativa do valor a ser pago à sócia dissidente tanto pelo levantamento do balanço, quanto por esta metodologia. Juros de mora que se contam, consoante o melhor entendimento a respeito, a partir da citação
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O INSTITUTO DA SUCESSÃO TRABALHISTA NAS SERVENTIAS .  Cristiano De Lima Vaz Sardinha

O INSTITUTO DA SUCESSÃO TRABALHISTA NAS SERVENTIAS . Cristiano De Lima Vaz Sardinha

EXPRESSA POSITIVAÇÃO DA AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CPC COMO COROLÁRIO DA DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS”, de Samara de Oliveira Pinho, focando no estudo sobre a introdução de um novo procedimento especial nas disposições do Código de Processo Civil de 2015, a saber, a Ação de Dissolução Parcial de Sociedade, a qual é reflexo do cenário permanente de Constitucionalização do Direito e dos efeitos irradiantes e vinculantes dos direitos fundamentais sobre todas as esferas de interpretação das normas; "DIREITO FUNDAMENTAL AO TRABALHO DIGNO: O PAPEL DO ESTADO NA EFETIVAÇÃO DA TUTELA”, de Ana Iris Galvão Amaral, trazendo debate relevante sobre o fato dos Estados comprometidos com o bem estar social devem priorizar o direito ao trabalho, empenhando-se não só em possibilitar oportunidades de trabalho, mas garantindo que se possa exercê-lo de maneira digna; "EIRELI: TENSÕES E PERSPECTIVAS”, de Veronica Lagassi e Paola Domingues Jacob, que avança no debate sobre as tensões e perspectivas ante a criação da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada no Brasil; "EMPRESA: A DICOTOMIA ENTRE A ÉTICA E O LUCRO NA GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS” de Fabiano Lopes de Moraes e Fernando Peres, construindo um debate sobre esse novo paradigma como resultado do processo de globalização, formando-se como uma nova postura das organizações empresariais contemporâneas, que se estruturam com políticas éticas e sociais com adoção da função e responsabilidade social, deixando de ser apenas novas exigências de mercado; OS REFLEXOS SOCIAIS DA CORRUPÇÃO NO DIREITO AO TRABALHO, de Bruno Martins Torchia e Tacianny Mayara Silva Machado, que analisam o fenômeno da corrupção, bem como os reflexos gerados nos âmbitos econômicos, políticos, jurídicos, sociais e nos direitos fundamentais.
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A DICOTOMIA ENTRE A ÉTICA E O LUCRO NA GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS  Fabiano Lopes de Moraes, Fernando Peres

A DICOTOMIA ENTRE A ÉTICA E O LUCRO NA GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS Fabiano Lopes de Moraes, Fernando Peres

EXPRESSA POSITIVAÇÃO DA AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CPC COMO COROLÁRIO DA DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS”, de Samara de Oliveira Pinho, focando no estudo sobre a introdução de um novo procedimento especial nas disposições do Código de Processo Civil de 2015, a saber, a Ação de Dissolução Parcial de Sociedade, a qual é reflexo do cenário permanente de Constitucionalização do Direito e dos efeitos irradiantes e vinculantes dos direitos fundamentais sobre todas as esferas de interpretação das normas; "DIREITO FUNDAMENTAL AO TRABALHO DIGNO: O PAPEL DO ESTADO NA EFETIVAÇÃO DA TUTELA”, de Ana Iris Galvão Amaral, trazendo debate relevante sobre o fato dos Estados comprometidos com o bem estar social devem priorizar o direito ao trabalho, empenhando-se não só em possibilitar oportunidades de trabalho, mas garantindo que se possa exercê-lo de maneira digna; "EIRELI: TENSÕES E PERSPECTIVAS”, de Veronica Lagassi e Paola Domingues Jacob, que avança no debate sobre as tensões e perspectivas ante a criação da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada no Brasil; "EMPRESA: A DICOTOMIA ENTRE A ÉTICA E O LUCRO NA GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS” de Fabiano Lopes de Moraes e Fernando Peres, construindo um debate sobre esse novo paradigma como resultado do processo de globalização, formando-se como uma nova postura das organizações empresariais contemporâneas, que se estruturam com políticas éticas e sociais com adoção da função e responsabilidade social, deixando de ser apenas novas exigências de mercado; OS REFLEXOS SOCIAIS DA CORRUPÇÃO NO DIREITO AO TRABALHO, de Bruno Martins Torchia e Tacianny Mayara Silva Machado, que analisam o fenômeno da corrupção, bem como os reflexos gerados nos âmbitos econômicos, políticos, jurídicos, sociais e nos direitos fundamentais.
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o papel do Estado na efetivação da tutela  Ana Iris Galvão Amaral

o papel do Estado na efetivação da tutela Ana Iris Galvão Amaral

EXPRESSA POSITIVAÇÃO DA AÇÃO DE DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADE NO NOVO CPC COMO COROLÁRIO DA DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS”, de Samara de Oliveira Pinho, focando no estudo sobre a introdução de um novo procedimento especial nas disposições do Código de Processo Civil de 2015, a saber, a Ação de Dissolução Parcial de Sociedade, a qual é reflexo do cenário permanente de Constitucionalização do Direito e dos efeitos irradiantes e vinculantes dos direitos fundamentais sobre todas as esferas de interpretação das normas; "DIREITO FUNDAMENTAL AO TRABALHO DIGNO: O PAPEL DO ESTADO NA EFETIVAÇÃO DA TUTELA”, de Ana Iris Galvão Amaral, trazendo debate relevante sobre o fato dos Estados comprometidos com o bem estar social devem priorizar o direito ao trabalho, empenhando-se não só em possibilitar oportunidades de trabalho, mas garantindo que se possa exercê-lo de maneira digna; "EIRELI: TENSÕES E PERSPECTIVAS”, de Veronica Lagassi e Paola Domingues Jacob, que avança no debate sobre as tensões e perspectivas ante a criação da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada no Brasil; "EMPRESA: A DICOTOMIA ENTRE A ÉTICA E O LUCRO NA GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS” de Fabiano Lopes de Moraes e Fernando Peres, construindo um debate sobre esse novo paradigma como resultado do processo de globalização, formando-se como uma nova postura das organizações empresariais contemporâneas, que se estruturam com políticas éticas e sociais com adoção da função e responsabilidade social, deixando de ser apenas novas exigências de mercado; OS REFLEXOS SOCIAIS DA CORRUPÇÃO NO DIREITO AO TRABALHO, de Bruno Martins Torchia e Tacianny Mayara Silva Machado, que analisam o fenômeno da corrupção, bem como os reflexos gerados nos âmbitos econômicos, políticos, jurídicos, sociais e nos direitos fundamentais.
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Mário José Gomes Pereira Aspectos da Ação de Dissolução Parcial de Sociedades no Novo Código de Processo Civil

Mário José Gomes Pereira Aspectos da Ação de Dissolução Parcial de Sociedades no Novo Código de Processo Civil

Depois dela, a pessoa jurídica continua a existir e explorar o objeto social, integrada pelos demais sócios (ou, ainda, pelo único sócio remanescente, embora, neste caso, tenha de ser restabelecida a pluralidade dentro de 180 dias ou passar a ser, se possível for, uma sociedade unipessoal). Pode resultar de diversas causas, reconhecendo-se, entretanto, um direito de retirada imotivado, semelhante a uma denúncia vazia, por parte de qualquer dos sócios de sociedade por prazo indeterminado (art. 1.029, CC) 6 .

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Avaliação da argila atapulgita para potencial uso como excipiente farmacêutico em formas sólidas

Avaliação da argila atapulgita para potencial uso como excipiente farmacêutico em formas sólidas

76 Segundo a RDC 31 (BRASIL, 2010), para comparar perfis de dissolução emprega-se o fator f2, que corresponde a uma medida de semelhança entre as porcentagens dissolvidas do fármaco, comparando-se uma formulação teste a uma de referência. O valor do fator de semelhança deve estar compreendido entre 50 a 100. Para permitir o uso de médias no cálculo de f2, os coeficientes de variação para os primeiros pontos não podem exceder 20%, e os demais pontos podem ter coeficiente de no máximo 10%. Utilizando esse método para comparar as demais formulações à formulação base F1, observa-se que todas as formulações são diferentes uma vez que para serem semelhantes devem apresentar valor de f2 entre 50 e 100. Todas as formulações comparadas a F1 apresentaram valor inferior a 50, como mostrado na Tabela 18.
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RAM, Rev. Adm. Mackenzie  vol.14 número6

RAM, Rev. Adm. Mackenzie vol.14 número6

O sociólogo Alain Touraine, em sua obra Crítica da modernidade, utiliza uma metáfora para caracterizar a sociedade atual. Para ele, a sociedade poderia ser considerada uma embarcação composta por três grupos distintos: os pilotos, os passageiros e tripulantes, e os náufragos. Os pilotos, um pequeno número, são aqueles que comandam, dão as ordens, conduzem a sociedade. Os passageiros e tripulantes constituem os consumidores e os trabalhadores assalariados. Os náu- fragos, uma carga inútil jogada ao mar, são os marginalizados, os que vivem em situação de miséria (TOURAINE, 1997). Essa multidão de excluídos, somente na América Latina, representa 247 milhões de indivíduos colocados nas linhas de pobreza e de indigência, correspondendo a 43% da população total.
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Morfologia cristalina de diamantes provenientes das regiões de Chapada dos Guimarães, Poxoréu, Paranatinga, Diamantino e Alto Paraguai, Mato Grosso

Morfologia cristalina de diamantes provenientes das regiões de Chapada dos Guimarães, Poxoréu, Paranatinga, Diamantino e Alto Paraguai, Mato Grosso

Diamantes do Complexo Kimberlítico Sloan 1 e 2, Distrito de Colorado-Wyoming, Estados Uni- dos da América, caracterizados por McCALLUM et al. (1979), exibem a forma rombododecaédrica desproporcionada em grau variável e a transição completa da forma octaédrica para a rombododecaédrica. As formas mais freqüentes são agregados de octaedros, e de rombododecaedros, octaedro, octarrombododecaedro, geminados de contato e rombododecaedro. Ocorrem também for- mas irregulares agrupadas com fragmentos de clivagem. A alta porcentagem de cristais octaédricos em relação à proporção relativamente baixa de rombododédricos sugere que a ação da dissolução foi pouco intensa neste complexo kimberlítico. Levando em conta a ocorrência de for- mas transicionais entre o octaedro e o rombododecaedro, os referidos autores concluem que a forma original de crescimento é o octaedro de faces planas e arestas retilíneas.
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Avaliação da eficiência da separação de plásticos de resíduos sólidos urbanos por métodos de dissolução selectiva

Avaliação da eficiência da separação de plásticos de resíduos sólidos urbanos por métodos de dissolução selectiva

O ciclo da recuperação de resíduos plásticos em Portugal inicia com a deposição, por parte dos cidadãos, das embalagens nos ecopontos, seguida pela recolha das mesmas pelos sistemas de gestão de resíduos sólidos existentes em cada localidade. Estes sistemas têm de fazer uma separação inicial das embalagens por tipo de plástico, quer pelo facto de os polímeros serem incompatíveis entre si e a sua recuperação não ser possível quando em conjunto, quer pela inviabilidade económica de utilizar misturas de plásticos a nível industrial. Estas misturas são posteriormente enviadas para os recicladores acreditados, através da Sociedade Ponto Verde. Os principais polímeros usados em embalagens são o polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), politereftalato de etileno (PET), polipropileno (PP), poliestireno (PS) e policloreto de vinilo (PVC). [2]
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Comparação de perfis de dissolução da cefalexina através de estudos de cinética e eficiência de dissolução (ED%).

Comparação de perfis de dissolução da cefalexina através de estudos de cinética e eficiência de dissolução (ED%).

Os fatores f 1 e f 2 foram calculados segundo os crité- rios estabelecidos pela literatura, entretanto, o mesmo foi conduzido avaliando-se seis amostras de cada produto (A e B), lotes (1 e 2). A semelhança ou equivalência de dois perfis é observada quando os valores de f 1 se apresenta- rem entre 0 e 15 e os de f 2 entre 50 e 100 (Moore, Flanner, 1996; Shah et al., 1998; FDA Guidance, 1997). Os resul- tados obtidos indicaram diferenças entre os produtos A1 e B2 (f 1 – 25,05; f 2 – 47,30). Em relação ao produto A, lo- tes 1 e 2, o valor de f 1 ficou acima do especificado (17,62). Os resultados obtidos pelas comparações dos parâmetros cinéticos (k; t 50% e Q30) e dos valores da efi- ciência de dissolução (ED%) mostraram concordância apenas com relação ao produto B (lotes 1 e 2), pois ambos indicaram diferenças significativas entre os dois lotes do mesmo. Por outro lado, esta diferença não foi detectada
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A ESQUIZOFRENIA E A CRIAÇÃO ARTÍSTICA SEGUNDO SABINA SPIELREIN

A ESQUIZOFRENIA E A CRIAÇÃO ARTÍSTICA SEGUNDO SABINA SPIELREIN

Ágora (Rio de Janeiro) v. XXI n. 2 mai/ago 2018 266 - 276 267 abina Nikolaevna Spielrein nasceu em 25 de outubro de 1885 na cidade russa de Rostov, nas margens do rio Don. Na puberdade, ela desenvolveu transtornos neuróticos e, em agosto de 1904, foi internada no Hospital Psiquiátrico Burghölzi, da Universidade de Zurich, onde recebeu o diagnóstico de psicose histérica. O seu tratamento durou nove meses e meio, e foi realizado por Carl Gustav Jung, com quem acabou se envolvendo afetivamente no ano de 1908. Ambos escreveram cartas a Freud relatando seu relacionamento. Na época da internação de Spielrein, o diretor do Burghölzi era Eugen Bleuler, o qual criara um clima propício para a psicanálise no hospital, incentivando colaboradores e praticantes a lerem os escritos de Freud e a experimentarem as novas ideias psicanalíticas. Spielrein foi a primeira paciente que Jung tratou com o método psicanalítico. No primeiro semestre de 1905, ela ingressou no curso de medicina da Universidade de Zurich e, em 1911, obteve o grau de doutora, tendo-se especializado em psiquiatria (RICHEBÄCHER, 2012). Ela frequentou a Sociedade Psicanalítica de Viena entre outubro de 1911 e março de 1912 (BALSAM, 2003). Sua tese médica Sobre o conteúdo psicológico de um caso de esquizofrenia (Dementiapraecox), desenvolvida sob
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Estado nacional: dissolução ou reinvenção?

Estado nacional: dissolução ou reinvenção?

Como conseqüência, nos últimos anos, em nível mundial, generalizou-se uma percepção para a qual o Estado-nação não é encarado nem como instrumento para se atingir fins, nem como bem c[r]

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XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI SALVADOR – BA

XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI SALVADOR – BA

Com efeito, a responsabilidade do contribuinte decorre de sua condição de sujeito passivo direto da relação obrigacional tributária. Independe de disposição legal que expressamente a estabeleça. Assim, em se tratando de responsabilidade inerente à própria condição de contribuinte, não é razoável admitir--se que desapareça sem que lei o diga expressamente. Isto, aliás, é o que se depreende do disposto no art. 128 do Código Tributário Nacional, segundo o qual “a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo- a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação”. Pela mesma razão que se exige dispositivo legal expresso para a atribuição da responsabilidade a terceiro, também se há de exigir dispositivo legal expresso para excluir a responsabilidade do contribuinte. (MACHADO, 2003, p. 141-142)
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Educação patrimonial e a dissolução das monoidentidades.

Educação patrimonial e a dissolução das monoidentidades.

Essas mudanças são orientadas por um movimento de “dissolução das mo - noidentidades” (CANCLINI, 2006), em que novas formas de apropriação política das memórias e dos patrimônios são articuladas a lutas por direitos sociais, por propriedade territorial e por cidadania. (ABREU, 2015). Os processos de patri- monialização de manifestações culturais indígenas, por exemplo, evidenciam essa dissolução pela complexidade com que são elaborados os dossiês e laudos técnicos utilizados em inventários de suas referências culturais, tendo em vista que exteriorizam processos identitários e reivindicações político-econômicas, da mesma forma que os próprios atores se tornam sujeitos ativos e politicamente engajados em tais processos. Assim, “os processos de patrimonialização dei - xaram de ser atributo de algumas falas autorizadas legitimadas no aparelho do Estado para se converterem em falas plurais tecidas em redes em que interagem diversos agentes”. (ABREU, 2015, p. 72).
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