Educação em pré-escolar

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As artes visuais na educação pré-escolar

As artes visuais na educação pré-escolar

Existem ainda documentos que possibilitam ao educador um maior conhecimento acerca da instituição onde trabalha, do grupo de crianças, bem como, do programa orientador estipulado pelo Ministério da Educação, designado por Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Lopes da Silva et al., 2016). Pela necessidade emergente de ser realizada uma gestão curricular, que ao ser orientada por um currículo resulta numa educação de infância rica em qualidade, é necessário que o educador se oriente segundo um programa e uma programação, como é mencionado por Horta (2016, p. 32). O projeto educativo também é considerado um documento orientador para os educadores de infância integrados em determinada instituição, assim como, o currículo. O currículo é algo formalizado pelo Ministério da Educação, onde estão explicitadas as metas de aprendizagem a serem cumpridas nos diferenciados graus de ensino. Marques (2000), define currículo como um “(…) termo que pode ter vários significados. Pode ser considerado um plano de estudos de um Curso. Pode, também, designar um conjunto de programas de ensino. Contudo, mais recentemente, a noção de currículo passou a designar o conjunto das aprendizagens propostas e realizadas, tendo em vista alcançar as finalidades de um Curso ou de um plano de formação” (p. 41). Por outro lado, Bairrão e Vasconcelos (1997), citados por Serra (2004), definem currículo na educação pré-escolar como sendo “uma sequência organizada de tarefas ou propostas de tarefas de ensino- aprendizagem, bem como a utilização de materiais, tudo decorrendo num determinado cenário” (p. 34-35).
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A Língua Portuguesa na Educação Pré-Escolar

A Língua Portuguesa na Educação Pré-Escolar

Colocamos maior destaque no presente estudo às brochuras intituladas A Descoberta da Escrita e Linguagem e Comunicação no Jardim-de-Infância, todavia, faz todo o sentido fazer referências às restantes publicações como o Sentido de Número e Organização de Dados, Geometria, Despertar para a Ciência e As Artes no Jardim de Infância, uma vez que todas elas foram produzidas na área da Educação Pré-Escolar, pela DGIDC, integram um conjunto importante de recursos de apoio ao desenvolvimento da ação do educador, assim como, exibem uma organização e distribuição semelhantes entre si. Por forma a abarcar as áreas desenvolvidas neste nível de educação, estas brochuras facultam pistas para a integração do conhecimento, numa dimensão articulada de teoria e prática, facilitando igualmente possíveis interações transversais às temáticas abordadas e concluindo com a sugestão de exploração de uma atividade integradora comum, pretendendo desta forma mostrar que o mesmo contexto se torna possível ser explorado, de forma intencional, tanto ao nível do domínio da linguagem oral e abordagem à escrita como no domínio das expressões, matemática ou em qualquer outro por si pretendido.
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Brincar com a geometria na educação pré-escolar

Brincar com a geometria na educação pré-escolar

Os documentos curriculares nacionais para a educa- ção pré-escolar (ver Direção Geral da Educação [DGE], 2016;) e internacionais (ver NCTM, 1996, 2007; RSJMC, 2001) abordam a aprendizagem da matemática, no- meadamente, da geometria, pelas crianças mais pe- quenas, alguns deles dando sugestões sobre como ajudar as crianças a aprenderem mais sobre ela, que recursos utilizar e como agir. Muitos destes documen- tos destacam que o trabalho da matemática e da geo- metria com as crianças em idade pré-escolar permiti- rá criar aprendizagens maiores no 1.º ciclo e que são importantes porque se relacionam diretamente com o mundo da criança, onde esta vive e age naturalmente. De acordo com Walle (2004) devemos planificar tarefas matemáticas desafiantes, que suscitem a curiosidade das crianças, apelem ao raciocínio e à comunicação matemática. Neste cenário, a resolução de problemas constitui um aspeto relevante, sendo bastante refe- rida nos documentos orientadores (ver DGE, 2016). A resolução de problemas, de acordo com Ponte e Ser- razina (2000), “é um importante processo matemá- tico, transversal a todos os outros” (p.59) e permite- -nos estender o nosso conhecimento matemático. No entanto, também não “devemos esquecer que, entre outros aspetos, a matemática é também uma lingua- gem.” (Ponte & Serrazina, 2000, p. 59), ou seja, que é importante comunicar matematicamente. Aliada a estas duas capacidades urge o raciocínio, necessário à resolução de problemas e à construção de uma comu- nicação coesa. A aprendizagem pela ação, proposta por Hohmann e Weikart (2011), é complementar do construtivismo e foi à luz destas teorias e das orienta- ções referidas pelos autores supramencionados que se desenvolveram as propostas a utilizar com as crianças participantes neste estudo.
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Perceção, expressão e valorização das emoções das crianças na educação pré-escolar

Perceção, expressão e valorização das emoções das crianças na educação pré-escolar

A educação emocional é fundamental para a adaptação pessoal e social do indivíduo. Assim sendo, buscou-se por meio desta pesquisa adaptar a prova para avaliar a capacidade de perceber, expressar e valorizar emoções das crianças portuguesas na educação pré-escolar. Após equivalência semântica, operacional, conceptual e de itens, a prova foi respondida por 374 crianças. Os dados obtidos foram contrastados com critérios externos avaliados pelas representações das 26 educadoras de infância. Verificou-se maior número de acertos em relação à alegria e à tristeza na subescala perceção e expressão das emoções básicas com a escola privada a apresentar maior rendimento; que a perceção e valorização das emoções básicas aumenta em função da idade; que o género feminino apresenta maior performance na subescala perceção e valorização das emoções básicas; e relações significativas positivas entre as subescalas em análise e os critérios externos - adaptação, controlo, rendimento e aceitação, e correlações significativas negativas entre as subescalas e a conflitividade. A prova, embora em fase desenvolvimental, contribui para medir a adaptação pessoal e social das crianças portuguesas na etapa pré-escolar
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Uma proposta de avaliação alternativa e "autêntica" em educação pré-escolar: o Sistema de Acompanhamento das Crianças (SAC).

Uma proposta de avaliação alternativa e "autêntica" em educação pré-escolar: o Sistema de Acompanhamento das Crianças (SAC).

Alguns estudos nacionais sobre avaliação em educação de infância (por exemplo, Carvalho, 2007; Gonçalves, 2008; Leal, 2011; Pinheiro, 2009) têm evidenciado a falta de formação dos educadores na área da avaliação, sendo esta, em geral, associada a dii- culdades, desconforto e tensões, havendo um receio de avaliar mal e colocar rótulos às crianças. Do mesmo modo, Oliveira-Formosinho e Parente (2005, p. 28), referindo-se aos estudos realizados no âmbito do Projeto Infância e Associação Criança junto de educadores, dizem que “perante esforços de debater a questão da avaliação surgiram os receios de que esta representasse uma ‘escolarização precoce’ e/ou uma ‘rotulagem’”. Assinalam-se, também, diiculdades ao nível da organização da atividade de avalia- ção e preocupação com a deinição de critérios/indicadores de avaliação (Leal, 2011; Oliveira-Formosinho; Parente, 2005; Pinheiro, 2009). Analisando conceções e práticas de avaliação em educação de infância, as conclusões do estudo de Maia (2007) vão ao encontro dos resultados de Gonçalves (2008, p. 214), que conclui que “do ponto de vista praxeológico, nem sempre as práticas avaliativas formais correspondem às conceções cur- riculares dos educadores, especiicamente no que se refere à adequação dos instrumentos formais de avaliação ao pré-escolar e ao tipo de informação sistematizada”. Também o estudo de Oliveira e Gaspar (2004) aponta para a existência de práticas de avaliação não sistemáticas e, sobretudo, de carácter informal, mas também manifesto interesse das educadoras em alterarem as suas práticas de avaliação. O trabalho de Fernandes (2009) corrobora o interesse e valorização da componente avaliativa no processo de desenvolvimento curricular, sendo a avaliação considerada o motor de aperfeiçoamento do trabalho pedagógico dos educadores.
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A importância da avaliação na educação pré escolar

A importância da avaliação na educação pré escolar

O acolhimento de crianças começou por ser feito em instituições religiosas com o objetivo de colmatar as necessidades básicas das crianças mais carenciadas. Com a Revolução Industrial, e o facto de, em muitos casos, ambos os progenitores começarem a trabalhar fora de casa, sentiu-se a necessidade de criar respostas sociais mas também pedagógicas para as crianças, que começam a ser encaradas como seres humanos em desenvolvimento. Em Portugal, é de assinalar a criação do primeiro jardim de infância em 1882, a exigência de formação específica para os profissionais deste nível de educação e mais recentemente os normativos como as Orientações curriculares no ano de 1997, a Circular nº17/DSDC/DEPEB/2007 (Gestão do currículo na educação pré escolar), o Decreto-lei nº 75/2010 que procede à décima alteração ao Estatuto da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário e a Circular nº 4 /DGIDC/DSDC/2011 (Avaliação na educação pré escolar), a educação de infância ganhou relevo e credibilidade. Atualmente considera-se que existe, ao nível da educação pré escolar um ensino- aprendizagem que é necessário avaliar, não só para dar informação à educadora mas também para os pais/encarregados de educação compreenderem os progressos registados dos seus educandos.
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Conexões matemáticas na educação pré-escolar

Conexões matemáticas na educação pré-escolar

É assim necessário compreender o processo de reflexão do educador como elemento central em todas as etapas da planificação, nomeadamente na observação das crianças e da envolvência do grupo, na escolha de tarefas para propor às mesmas, no decorrer da sua implementação na sala das atividades e na avaliação e reflexão sobre as aprendizagens das crianças e do próprio educador. É importante sublinhar que uma planificação em educação pré- escolar não é um documento estanque, podendo ser modificado ou ajustado em qualquer momento, em acordo com os contextos concretos existentes aquando da sua implementação, com as mudanças subsequentes ao desenvolvimento das tarefas previamente delineadas e com as características, necessidades e potencialidades das crianças.
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Centro de Competências de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação Relatório de Estágio sobre a intervenção pedagógica realizada na Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-Escolar da Ajuda

Centro de Competências de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação Relatório de Estágio sobre a intervenção pedagógica realizada na Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-Escolar da Ajuda

Segundo Philippe Perrenoud (2001), os professores devem reger a sua prática segundo dez competências. Nomeadamente: 1) organizar e estimular situações de aprendizagem, ou seja, dominar os conteúdos que abordam, criando situações de aprendizagens interessantes para os alunos e desenvolver projetos onde estes desempenham um papel ativo; 2) Gerar a progressão das aprendizagens, através da avaliação formativa do grupo, com vista a melhorar as suas aprendizagens; 3) Conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam, através da cooperação entre o grupo com o recurso a práticas diferenciadas; 4) Envolver os alunos em suas aprendizagens e no trabalho, proporcionando aprendizagens que envolvam os alunos para que assim estes se sintam motivados no processo de ensino-aprendizagem; 5) Trabalhar em equipa, fomentando a realização de trabalhos de grupo; 6) Participar na gestão escolar, participando no projeto educativo de escolar, por exemplo; 7) Informar e envolver os pais, através de reuniões ou de atividades que os envolvam no processo de ensino-aprendizagem dos seus educandos; 8) Utilizar novas tecnologias, recorrendo à utilização de novas tecnologias de informação aquando da abordagem dos conteúdos; 9) Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão, através da gestão comportamental, criando regras com conjunto com o grupo de alunos; 10) Gerar a sua própria formação contínua, atualizando a sua formação académica, participando em ações de formação, seminários, etc.
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Multiculturalidade e diversidade cultural : projeto de intervenção na educação pré-escolar através da educação musical

Multiculturalidade e diversidade cultural : projeto de intervenção na educação pré-escolar através da educação musical

61 Foi um percurso bastante positivo, que nem sempre foi fácil. Foi necessário ultrapassar obstáculos e fazer aprendizagens. Fui refletindo acerca da minha intervenção, o que me permitiu evoluir ao longo do tempo, não só ao nível profissional, mas também pessoal. Esta experiência permitiu-me realizar muitas aprendizagens a todos os níveis. Este estágio fez-me repensar muitas questões, permitiu que alargasse os meus horizontes, e que valorizasse acima de tudo as crianças, nas suas vontades e descobertas. No meu entender, o mais importante na Educação Infantil é dar voz às crianças, responder às suas necessidades e deixar que elas se envolvam ativa e naturalmente na construção e desenvolvimento do seu conhecimento, e que sintam o apoio e confiança em quem trabalha com elas. A criança aprende desde o momento em que nasce. Como tal, quando vamos iniciar o nosso trabalho elas já possuem conhecimentos. Estes conhecimentos não devem nunca ser negligenciados; deve ser trabalhados e desenvolvidos com intencionalidades e objetivos/metas a alcançar. Ainda é fundamental que se valorize as características das crianças, para que todo o trabalho resulte numa base de aprendizagem que preencha as suas necessidades.
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Centros de Educação e Alimentação do Pré-Escolar: solução alternativa de atendimento integral ao pré-escolar.

Centros de Educação e Alimentação do Pré-Escolar: solução alternativa de atendimento integral ao pré-escolar.

A filosofia básica do modelo CEAPE é a de oferecer atendimento nutricional e sócio-psicomotor aos pré-escolares de 2 a 6 anos de idade, por meio de programa de baixo custo e de maior abr[r]

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Avaliação do aproveitamento escolar de pré-escolares do Programa Centro de Educação e Alimentação do Pré-Escolar.

Avaliação do aproveitamento escolar de pré-escolares do Programa Centro de Educação e Alimentação do Pré-Escolar.

Como podemos observar nas Tabelas 1, 2 e 3, as diferenças encontradas entre os dois grupos de crianças estudadas, respecti- vamente, nos municípios de Leme, Campinas e Capivarí, suger[r]

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Tese de Mestrado Sandra Loreto.

Tese de Mestrado Sandra Loreto.

Observa-se que 71,3% dos docentes da educação pré-escolar referem que não existem outros recursos que possam ser usados na inclusão das crianças com PC, nos infantários ou nas escolas. Na percentagem que refere a sua existência, (28,8 % da amostra), os recursos mais indicados foram os espaços verdes, rampas, elevador, barras laterais, andarilhos, adaptação das casas de banho e talheres adaptados, bem como cadeiras e outro mobiliário adaptado, salas grandes e salas snoezelen, computadores, quadro interativo, adaptadores para canetas e lápis, vocalizadores, materiais e instrumentos para que possam adaptar as suas práticas pedagógicas e que facilitem a escrita, jogos e brinquedos, a existência de mais recursos humanos e de equipas multidisciplinares, dotar os educadores de referenciais teóricos e práticos, formação de não docentes e o papel do fisioterapeuta.
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anexo 6.1 Plan. O meu país

anexo 6.1 Plan. O meu país

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS/UNIVERSITAS Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo e do Ensino Básico.. Prática Supervisionada.[r]

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anexo 6  Plan. O meu país

anexo 6 Plan. O meu país

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS/UNIVERSITAS Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo e do Ensino Básico.. Prática Supervisionada.[r]

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anexo 5.1. Plan. contos tradicionais

anexo 5.1. Plan. contos tradicionais

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS/UNIVERSITAS Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo e do Ensino Básico.. Prática Supervisionada.[r]

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anexo 5  Plan. Contos Tradicionais

anexo 5 Plan. Contos Tradicionais

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS/UNIVERSITAS Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo e do Ensino Básico.. Prática Supervisionada.[r]

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Planificação Anual   Março

Planificação Anual Março

Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico. A casa e as suas divisões[r]

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“Mas é a sério ou é a brincar?”: as crianças, o jardim-de-infância e os direitos de participação

“Mas é a sério ou é a brincar?”: as crianças, o jardim-de-infância e os direitos de participação

Por mais de duas décadas, estas orientações curriculares apoiaram os educadores de infância no desenvolvimento do seu trabalho pedagógico, adequando-o aos diversos contextos. Em 2015, a Direção Geral da Educação promoveu o Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da Qualidade na educação pré-escolar, realizado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, o Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida e o Instituto Universitário de Lisboa. A partir das conclusões deste estudo, o documento das OCEPE foi revisto e atualizado em 2016, que, mantendo os mesmos princípios, passou a considerar a evolução social. O referido documento contempla, explicitamente, “o reconhecimento da capacidade da criança para construir o seu desenvolvimento e aprendizagem” encarando-a “como sujeito e agente do processo educativo, o que significa partir das suas experiências e valorizar os seus saberes e competências únicas, de modo a desenvolver todas as suas potencialidades.” (M.E., 2016, p. 9). Afastando a educação pré-escolar de uma orientação escolarizante, as OCEPE, defendem que o desenvolvimento da criança deve respeitar uma configuração holística. Assumem o “brincar” como uma “atividade rica e estimulante que promove o desenvolvimento e a aprendizagem e se caracteriza pelo elevado envolvimento da criança” (idem, p. 11) Assiste-se, portanto, à propagação de princípios pedagógicos que respeitam a criança e as suas formas de expressão junto dos profissionais de educação de infância e, por consequência, junto das famílias.
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Plano de aula5de feeiro 2013

Plano de aula5de feeiro 2013

Mestrado de Qualificação Para a Docência em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo e do Ensino Básico Prática Supervisionada.[r]

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