Educação matemática

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Educação matemática na escola indígena sob uma abordagem crítica.

Educação matemática na escola indígena sob uma abordagem crítica.

Esse artigo busca promover uma reflexão sobre desafios da Educação Matemática na Escola Indígena, tendo como referência o povo Kaingang da Terra Indígena Xapecó, em Ipuaçu (SC), e as possibilidades de inserção, no ambiente de sala de aula, de discussões relacionadas aos papéis desempenhados pela matemática na sociedade indígena. Com esse propósito, apresentamos contribuições da Educação Matemática Crítica a partir de três questões fundamentais: o quadro sociopolítico da educação matemática (globalização e guetorização), competências que deveriam ser associadas à educação matemática (matemacia) e o foreground dos estudantes indígenas. A compreensão de que as práticas e a produção de conhecimentos matemáticos ocorrem em todas as culturas é um dos esteios desse trabalho, que tem aporte teórico na Etnomatemática.
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HISTÓRIA DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

HISTÓRIA DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

Vou admitir que seja um ponto de convergência a opinião no sentido de se atribuir algum grau de relevância à História da Matemática dentro da Educação Matemática; afinal de contas tem havido muitas monografias tangenciando ou focando este tema, é um assunto com presença obrigatória em Congressos de Educação Matemática (tanto regionais, como nacionais e internacionais) e há várias pessoas interessadas nesse assunto, grupos de pesquisa que atuam em caráter transnacional e encontros internacionais do grupo que estuda as relações entre a História da Matemática e a Educação Matemática.
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Educação Matemática e Sociedade

Educação Matemática e Sociedade

A pesquisa em Educação Matemática e Sociedade tem se valido do uso de um ferramental sociológico. Essa afirmação, no entanto, não exclui o uso de outros ferramentais, como, por exemplo, o antropológico. A emergência da educação matemática dependeu de diversas áreas de conhecimento, portanto não é possível negar seu caráter interdisciplinar, as investigações realizadas em educação matemática demonstram essa dependência, esse caráter. Assim, o conceito de sociedade, em trabalhos acadêmicos, depende de alguma direção teórica (acadêmica), em particular da sociologia. Como essa é a opção deste trabalho e da linha de pesquisa que este trabalho defende, mostra-se razoável discutir o significado da sociologia para a educação matemática, trazendo ao debate alguns teóricos que nos ajudam a pensá-lo.
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Enunciados de Tarefas de Matemática Baseados na Perspectiva da Educação Matemática Realística.

Enunciados de Tarefas de Matemática Baseados na Perspectiva da Educação Matemática Realística.

Um bom Problema de Contexto é o que conta com a característica de a situação ser autêntica para a resolução do estudante. Desse ponto de vista, o assunto matemático e a situação são dificilmente separáveis. O caráter da autenticidade vai ao encontro do que a Educação Matemática Realística propõe: a Matemática no ambiente de ensino e aprendizagem deve emergir da exploração de fenômenos que são experiencialmente reais, mais especificamente, realísticos. Real não no sentido de ser factual, verdadeiro, mas real no sentido de ser imaginável, concebido, concreto (por ter passado pelo processo de abstração 24 ), verossímil. Por esse motivo, acreditamos que a tradução para realístico é mais apropriada.
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Sobre a Pesquisa Qualitativa na Modelagem Matemática em Educação Matemática.

Sobre a Pesquisa Qualitativa na Modelagem Matemática em Educação Matemática.

sinônimo de quantificar (SOUSA SANTOS, 2005). E, ainda mais, as qualidades do objeto são desconsideradas e passam a imperar as quantidades, muitas vezes, fragmentando a compreensão do todo que é focado. Por outro lado, no contexto da pesquisa qualitativa significa dizer que há um resgate do diálogo com a tradição e com o senso comum no âmbito da ciência, dito de outro modo: as qualidades dos objetos são levadas em consideração e, por isso, pode romper com o sentido de fragmentação. No entanto, não podemos pensar de maneira ingênua que, pelo simples fato de ser a pesquisa qualitativa uma forma de resistência, ela seja melhor que outra abordagem. Em outras palavras, um avanço metodológico, em termos de rigor, pode ficar de lado e recair no senso comum do ponto de vista da argumentação dos resultados de pesquisa. Carecemos de uma compreensão mais ampla dessa relação entre o qualitativo e a pesquisa. Diante disso, cabe uma interrogação: de que modo pensar o qualitativo? Evidentemente, é um tema vasto e, pela concepção de conhecimento assumida na fenomenologia, entendemos que não pode ser esgotado pelo motivo de a percepção do fenômeno se dar em perfis, e ele ser sempre passível de uma compreensão mais ampla. Contudo, isso não quer dizer que o tema não possa ser olhado, investigado e situado de maneira rigorosa. Assim, tendo como fenômeno a Pesquisa Qualitativa em Modelagem Matemática na Educação Matemática, consideramos pertinente avançar na discussão, realizando a análise de alguns dos elementos referentes a ele, numa rede imediata de significados que podem ser aprofundados. Portanto, a discussão aqui trabalhada não é um referencial teórico, mas uma primeira incursão com vistas ao entendimento mais amplo do significado do fenômeno focado.
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Contribuições da Educação Matemática Crítica para o processo de materacia nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental: um olhar através dos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Contribuições da Educação Matemática Crítica para o processo de materacia nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental: um olhar através dos Parâmetros Curriculares Nacionais.

O presente artigo pretende debater o potencial do uso das ideias apresentadas pela Educação Matemática Crítica aliadas ao conceito de materacia visando um ensino de matemática voltado para a atuação cidadã nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Tomaremos como base os objetivos apresentados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino de matemática nos dois primeiros ciclos do Ensino Fundamental. Discutiremos o conceito de materacia, partindo da ideia de letramento, buscando ampliar essa discussão para o contexto da Educação Matemática. Tal discussão se faz importante uma vez que a matemática está presente em muitas nuances da realidade, frequentemente formatando a sociedade. A Educação Matemática Crítica propõe um ensino de matemática que objetiva desenvolver a competência democrática, através do desenvolvimento dos conhecimentos matemático, tecnológico e reflexivo, podendo assim contribuir para que os objetivos propostos pelos PCNs para os dois primeiros ciclos do Ensino Fundamental sejam alcançados.
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Desterritorializando a aula de Matemática: o que pode um professor militante no âmbito de uma educação matemática menor?

Desterritorializando a aula de Matemática: o que pode um professor militante no âmbito de uma educação matemática menor?

educação matemática menor desenvolvida com duas turmas do terceiro ano do Ensino Médio, de uma escola pública do município de Paranaíba-MS, vinculada ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de Matemática-Licenciatura da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, campus de Paranaíba. Nossa intenção não é fornecer um modelo de como as práticas em educação matemática menor devem ocorrer. Não queremos apresentar a verdade, visto que as mesmas não seguem padrão, não são passíveis de reprodução, não são decalcáveis; ao contrário, por serem rizomas, são singulares, são mapas e atendem demandas locais. Assim, o objetivo é que esse relato possa inspirar o leitor que queira desenvolver práticas de educação matemática menores com seus alunos.
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Sobre a pesquisa em Modelagem na Educação Matemática brasileira

Sobre a pesquisa em Modelagem na Educação Matemática brasileira

Nesse co�texto, �e �o�o a���o, os �ri�ci�ais objeti�os �a �ossa i��estiga��o se ce�trara� e� ex��icitar, co��ree��er e i�ter�retar os sig� �ifica�os �a �esq�isa brasi�eira sobre Mo�e�age� Mate�ática �a E��ca��o Mate�ática. Estes s�o �ecorre�tes, fora� �erseg�i�os e s�o a�rese�ta�os �este artigo es�ecifica�e�te a �artir �a q�est�o: como se mostra a pesquisa em Modelagem Matemática no Brasil, a partir dos trabalhos publicados no GT-10 do IV Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática? O GT�10 � es�ecí� fico sobre Mo�e�age� Mate�ática �a E��ca��o Mate�ática. O e�e�to foi esco� �hi�o �or ser aq�e�e �e �aiores ê�fase e re�e�â�cia �o toca�te à �esq�isa �ara a E��ca��o Mate�ática e, tra�siti�a�e�te, �ara o �ró�rio Gr��o �e Traba�ho.
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A Educação Matemática Muda.

A Educação Matemática Muda.

Buscou, então, outras classificações. Seguiu com a ideia da Educação Matemática como um substantivo concreto, afinal, encontrava no livro aqueles que diziam dela em suas realidades ou em seus imaginários. “Eu podia com isso fazer Educação Matemática”, dizia alguém em um fragmento de texto. Parecia que a Educação Matemática, assim como o barro, poderia ser modelada, desenhada, esculpida. Mas também encontrou momentos em que a Educação Matemática perdia sua concretude para designar estados, qualidades, ações – parecia que, por vezes, uma abstração se mantinha no modo como operava. Lembrava-se, então, de ter lido: “minha pesquisa em Educação Matemática está parada”. Uma expressão que, para além da categorização da palavra, fazia com que a Educação Matemática só pudesse operar em seus estados ou ações. Havia algo que nomeava – a Educação Matemática, uma substância, um nome –, mas que só fazia sentido quando atribuída a um estado, a um movimento. Era como um pensamento distante; aquele que ainda não tem corpo, voz ou forma, mas que existe nas searas da imaginação.
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Pesquisas em Modelagem Matemática e diferentes tendências em Educação e em Educação Matemática.

Pesquisas em Modelagem Matemática e diferentes tendências em Educação e em Educação Matemática.

No Brasil, já foram publicados estudos sobre o que tem sido feito em termos da pesquisa em Modelagem. Silveira (2007) fez um mapeamento das teses e dissertações sobre Modelagem, elaboradas no país entre 1976 e 2005, com o objetivo de analisar aquelas que trataram da formação de professores. O autor discute os trabalhos acerca de ações para a formação de professores de Matemática e ressalta que muitas das pesquisas apresentadas trazem apenas um relato de experiência, que pouco contribui para o avanço da Educação Matemática. Barbosa (2007) apresenta reflexões sobre a natureza e os critérios da produção científica da área com base em textos submetidos para um livro (BARBOSA; CALDEIRA; ARAÚJO, 2007). Ele realiza uma análise desses textos a partir de cinco categorias: o objetivo da pesquisa, sua coerência, o referencial teórico, a metodologia e a credibilidade, e aponta aspectos que devem ser considerados em futuros estudos, como a interação com a comunidade e produção internacional da área.
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A educação matemática e a educação para a paz

A educação matemática e a educação para a paz

Em uma das reuniões do Projeto Reflexões na PUCRS, houve uma apresenta- ção sobre a Ciência da Paz, e de imediato resolvi buscar mais informações sobre o assunto. Hoje, constituímos um Grupo de Estudos da Paz – GEPAZ, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Em nossos encontros temos conversado sobre conceitos e teorias que são construídas pensando na cons- trução de um mundo de paz. São idéias inovadoras, pois a Ciência para a Paz, como uma ciência, começou a firmar-se no mundo a partir de 1958, conforme Schwartzman (1995). Tudo isso é muito novo, e muitos conceitos ainda estou assimilando, mas me aventurei a pensar e a escrever como, nesse momento, para mim, a Educação Matemática pode ajudar na construção de um mundo de paz.
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OBRAS RARAS E ANTIGAS SOBRE MATEMÁTICA E ÁREAS AFINS DA BIBLIOTECA MUNICIPAL BATISTA CAETANO D´ALMEIDA E DO ACERVO DO GRUPO TEATRAL ARTUR AZEVEDO, EM SÃO JOÃO DEL-REI/MG

OBRAS RARAS E ANTIGAS SOBRE MATEMÁTICA E ÁREAS AFINS DA BIBLIOTECA MUNICIPAL BATISTA CAETANO D´ALMEIDA E DO ACERVO DO GRUPO TEATRAL ARTUR AZEVEDO, EM SÃO JOÃO DEL-REI/MG

Após uma minuciosa busca nos dois acervos, muitas obras interessantes sob o ponto de vista da Matemática e da sua História foram encontradas e catalogadas. Muitas delas já se encontram cadastradas nas bases de dados das bibliotecas, mas diversas outras ainda não haviam sido catalogadas. Todas as obras relacionadas à Matemática, à Educação Matemática e áreas afins foram por nós registradas. Organizamos um catálogo com informações sobre cada uma delas, contendo o título, o autor, o ano de publicação (quando possível) e o assunto de que trata. No acervo do Clube Teatral Artur Azevedo, as obras não são tão antigas, estão em bom estado de conservação e podem ser localizadas a partir da base de dados da Biblioteca. O mesmo não ocorre com as obras raras e antigas da Biblioteca Municipal Batista Caetano d´Almeida. Muitos volumes encontram-se num preocupante estado de deterioração e as obras não estão todas catalogadas, o que dificulta às vezes a sua localização na biblioteca. No caso dessas obras, aproveitando dados já obtidos por pesquisadores que trabalharam no acervo anteriormente, optamos por incluir em nossa listagem algumas informações a mais dando conta do seu estado de conservação ou relatando algumas características especiais do volume encontrado no acervo da UFSJ. A seguir, listamos algumas das obras encontradas em cada um dos acervos.
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Restrições matemáticas e criação literária: o paradoxo do pensamento da diferença na Literatura Potencial

Restrições matemáticas e criação literária: o paradoxo do pensamento da diferença na Literatura Potencial

É contemporânea nossa necessidade de pensar no modo como a matemática e a Educação Matemática podem ser perspectivadas pelas filosofias da diferença e, por meio desse texto, pretendemos mostrar a força do pensamento da diferença na Literatura Potencial. A Literatura Potencial, produzida pelo grupo OuLiPo, propõe o uso de restrições matemáticas para produção de seus textos. A matemática, nesse sentido, funciona como matéria de criação literária, sendo que a Literatura Potencial deve ser percebida como um paradoxo: ao mesmo tempo que restringe por meio da matemática, multiplica as possibilidades de criação de escrita e de sentidos. O caminho investigativo frente à Literatura Potencial se fez em três tempos: i) o estudo do livro OULIPO: ejercicios de literatura potencial (Queneau et.al., 2016); ii) revisão de literatura no Repositório Digital Lume da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; iii) proposta de exercícios matemático-literários. Sobre i) OuLiPo (Oficina de Literatura Potencial) é um grupo de escritores que objetivam fazer literatura não espontânea. Esse grupo vai na contramão do movimento Surrealista que é movido pela inspiração. Sobre ii) A revisão de literatura buscou no Repositório Digital Lume da UFRGS pesquisas que relacionassem matemática e literatura. Encontramos cinco pesquisas. Sobre iii) Descrevemos alguns exercícios matemático-literários para exemplificar uma das tendências da Literatura Potencial: o anulipismo, que trabalha a partir de obras já escritas para realizar as produções textuais com restrições matemáticas. Esses exercícios poderão impulsionar futuras práticas pedagógicas para a Educação Matemática.
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Bolema  vol.31 número59 X bolema 31 59 000i

Bolema vol.31 número59 X bolema 31 59 000i

Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e do Departamento de Estatística, Matemática Aplicada e Computação da Universidade Estadual Paulista (U[r]

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MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Algumas contribuições

MODELAGEM MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Algumas contribuições

As iniciativas de estudo e reflexão sobre as práticas dos docentes que se aventuravam pelo uso da Modelagem em suas aulas e a inclusão deste tema nos cursos de formação de professores podem ter originado as primeiras pesquisas sobre Modelagem com foco na Educação Matemática no Brasil. Com a atuação dos professores Ubiratan D’Ambrósio e Rodney Bassanezi no Programa de Mestrado em Educação Matemática da UNESP, que tinha a Modelagem como área de pesquisa, começam a ser defendidas dissertações em Modelagem. Em 1987 Dionízio Burak defende a dissertação intitulada “Modelagem Matemática: uma alternativa para o ensino de Matemática na 5ª série”. Embora não tenha sido a primeira dissertação brasileira sobre Modelagem 9 , o trabalho de Burak (1987) foi referência para muitos outros que se dedicaram à pesquisa sobre Modelagem na Educação Matemática nos anos seguintes. O referido autor, embasando-se no princípio psicológico do interesse, sugere que a utilização da Modelagem em sala de aula deve originar-se do interesse dos grupos, uma vez que este pode ser tomado como o ponto de partida para o desenvolvimento de qualquer atividade humana.A base desse raciocínio seria o fato de que, nas atividades de Modelagem, o processo é deflagrado pelo aluno, que, em grupos de três ou quatro, selecionam o assunto, demovendo o professor do papel de centralizador das atividades. Assim, Burak (1992) destaca a importância de os alunos escolherem o tema a ser investigado nas atividades de Modelagem, e de levantarem questões e problemas para ser abordados com a Matemática.
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Avaliação compartilhada como ação formadora de futuros professores que ensinam matemática

Avaliação compartilhada como ação formadora de futuros professores que ensinam matemática

No âmbito do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática, por meio do Clube de Matemática, os futuros professores são responsáveis por desenvolver semanalmente atividades de ensino em escolas da rede pública estadual de Santa Maria (RS). A dinâmica de organização do CluMat é composta por, pelo menos, seis ações das quais participam, além dos futuros professores, os pós-graduandos envolvidos, a orientadora do projeto e a professora da Educação Básica regente da turma onde o projeto acontece. Essas ações são: a) Definição, em parceria com a professora regente, do conteúdo a ser trabalhado; b) Estudo do conteúdo matemático a ser ensinado, buscando compreender o movimento lógico e histórico dos conceitos envolvidos; c) Planejamento da unidade didática (que pode envolver uma ou mais atividades de ensino); d) Produção do material didático necessário para levar à sala de aula; e) Desenvolvimento da(s) atividade(s) de ensino em encontros semanais com os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental; f) Avaliação semanal após cada encontro na escola, onde são discutidas as ações ali desenvolvidas.
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A avaliação do estudante em atividades de Modelagem Matemática: o que as pesquisas apontam?

A avaliação do estudante em atividades de Modelagem Matemática: o que as pesquisas apontam?

A Modelagem Matemática é uma tendência que vem sendo defendida há décadas pela comunidade de pesquisadores em Modelagem na Educação Matemática. Vários professores e estudiosos tem se dedicado a investigação dos desafios, possibilidades e contribuições que envolvem essa prática. Porém, a carência propostas e discussões acerca da avaliação do estudante nesse contexto nos motivou a desenvolver a presente pesquisa orientada pela seguinte questão: O que as pesquisas brasileiras apontam sobre a avaliação dos estudantes em atividades de Modelagem Matemática desenvolvidas na Educação Básica? Para isso, buscamos respostas a partir da análise de dissertações e teses defendidas no período de 2006 a 2016 que desenvolveram atividades de Modelagem na Educação Básica. A princípio, tínhamos o conhecimento de que talvez não teríamos sucesso em nossa busca, já que poderíamos não encontrar trabalhos que relatassem a realização da avaliação do estudante pelo fato dessa prática não estar prevista nos objetivos dos pesquisadores.
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A resoluçao de problemas no contexto das oficinas de aprendizagem / Troubleshooting in the context of learning workshops

A resoluçao de problemas no contexto das oficinas de aprendizagem / Troubleshooting in the context of learning workshops

Este artigo tem o intuito de discutir acerca da aprendizagem Matemática, num viés analítico do campo da Psicologia da Educação Matemática, sobre a autoeficácia dos estudantes do Ensino Médio diante de problemas matemáticos contendo dados supérfluos, tendo como sujeitos, alunos de uma escola que trabalha com classes interseriadas, na qual o conteúdo escolar é abordado de forma transdisciplinar no transcorrer das propostas sugeridas pelas “Oficinas de Aprendizagem”. Procurou- se responder ao longo da discussão como a dinâmica dessa metodologia contribui para a autoeficácia dos alunos. Foi possível tratar de outras questões que permeiam o processo de resolução de problemas, como a interpretação do enunciado. Apesar da maioria dos alunos apresentarem dificuldades de natureza conceitual, percebe-se que outros fatores também proporcionaram entraves na resolução dos problemas, como os de ordem emocional. Os resultados apresentam a necessidade de preparar o estudante para desafios futuros, torná-los responsáveis e atuantes com perfil de autoaprendizagem, além de que os estudantes evidenciaram dificuldades na interpretação dos problemas, ocasionada pelos dados supérfluos inseridos intencionalmente no contexto dos desafios. Palavras-chave: Psicologia da Educação Matemática; Oficinas de Aprendizagem; Resolução de Problemas.
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Criação de jogos digitais na perspectiva de introdução à Modelagem Matemática nos anos iniciais

Criação de jogos digitais na perspectiva de introdução à Modelagem Matemática nos anos iniciais

Dentre as tendências em Educação Matemática, a Modelagem Matemática (MM) tem recebido destaque dadas as contribuições que pode oferecer aos processos de ensino e aprendizagem de conteúdos matemáticos, de forma mais contextualizada com o cotidiano. Além disso, suas contribuições e relevância já nos anos iniciais da escolaridade têm sido cada vez mais discutidas. O uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) como ferramentas de ensino e aprendizagem também tem recebido destaque, visto ser cada vez mais reconhecida a importância de sua inserção nos contextos escolares para atender às necessidades de aprendizagem dos estudantes, além de enriquecer os conteúdos curriculares. Propostas de utilização das TDIC que possibilitem a produção pelos próprios estudantes como o uso do Scratch (MIT, 2007) são ainda mais importantes, pois tornam os processos de ensino e aprendizagem mais significativos. Além disso, o reconhecimento das TDIC como parte do desenvolvimento da Ciência amplia a visão dos problemas que podem ser explorados com a MM, uma vez que os reconhecem como parte dos problemas cotidianos.
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Bolema  vol.26 número42A

Bolema vol.26 número42A

um dos focos da educação matemática crítica: o questionamento das práticas sócio-culturais da matemática e o modo como essas práticas se relacionam ao nosso trabalho profissional, em termos dos nossos compromissos com a igualdade, além de servir como base para o desenvolvimento curricular. Quanto ao enfoque teórico, não deveríamos questionar os modos como a tecnologia – como os gabaritos de leitura ótica, os smartphones pessoais, os sistemas de diagnóstico médico, os algoritmos de bem-estar social e qualquer outro uso cotidiano das tecnologias – perpetuam concepções sobre o papel da matemática na definição de conhecimentos e em relação à neutralidade das aplicações tecnológicas? Quanto à base para o desenvolvimento curricular, Skovsmose nos dá exemplos interessantes de maneiras pelas quais os alunos podem aprender ambas, a matemática tradicional e a matemática crítica, ao mesmo tempo, questionando e explorando as tecnologias e os sistemas tecnológicos de tomada de decisão. Embora alguns possam julgar os exemplos como mera defesa da abordagem das investigações por projetos, os exemplos concretos são bem mais do que meros exemplos possíveis de práticas para as salas de aula: eles nos ajudam a compreender como os alunos podem desenvolver uma compreensão crítica da matemática pautada no currículo vivido 4 , pautado no desenvolvimento de
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