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Avaliação da eficácia das políticas de eficiência energética do sector público

Avaliação da eficácia das políticas de eficiência energética do sector público

Algumas cidades alemãs (Stuttgart, Kiel, Wuppertal and Dresden) 15 estabeleceram revolving funds, ou fundos reembolsáveis, associados a mecanismos internos de contratação de eficiência energética com o objetivo de facilitar a implementação de projetos de eficiência energética e energias renováveis em edifícios públicos, num modelo que é normalmente denominado como intracting. Este modelo foi desenvolvido com o objetivo de ultrapassar o facto de os investimentos em eficiência energética serem considerados como investimento, e muitas vezes sujeitos a um conjunto de aprovações, enquanto que os custos energéticos são pagos como uma despesa corrente, não sujeita a aprovações prévias. Esta situação faz com que, na generalidade das entidades públicas, seja bastante mais simples continuar a suportar elevadas faturas energéticas do que fazer aprovar e realizar investimentos em eficiência energética que permitam reduzir os consumos e custos energéticos. Com o modelo intracting, que se encontra dependente da alocação prévia de fundos públicos para o denominado revolving fund, torna-se possível agilizar o processo de realização de investimentos em eficiência energética, sendo que os benefícios económicos da implementação dos projetos acabam por ser depois alocados ao fundo, assegurando o seu refinanciamento contínuo. Na imagem seguinte apresenta-se o principio de funcionamento do modelo intracting:
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Tendências e oportunidades na economia verde: eficiência energética

Tendências e oportunidades na economia verde: eficiência energética

Os Estados Unidos também devotaram largas quantias do seu American Recovery and Reinvestment Act à conservação de energia, com US$ 11 bilhões voltados à melhoria do grid - dos quais US$ 10 bilhões em subsídios para eficiência nos níveis federal e local, US$ 2,5 bilhões destinados à pesquisa em eficiência energética, sendo US$ 2 bilhões em créditos fiscais. O país foi um dos primeiros a adotar medidas na área, com o programa Energy Star de selos de eficiência, criado em 1992 pela Agência de Proteção Ambiental norte-americana (EPA) e pelo Departamento Americano de Energia (DOE). Esse programa apoiou consumidores a pouparem cerca de 190 bilhões de KW/h em energia elétrica e US$ 17 bilhões em contas de luz. Somente em 2009, mais de 300 milhões de produtos com o selo foram vendidos, uma longa lista que inclui: computadores e equipamentos de tecnologia da informação, eletrodomésticos, aparelhos de aquecimento e refrigeração, aparelhos de iluminação, equipamentos de escritório, dentre outras categorias de produtos..
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Aplicabilidade do programa de eficiência energética Eco.Ap

Aplicabilidade do programa de eficiência energética Eco.Ap

Em Portugal este mercado é mais focalizado nos consumidores intensivos de energia. Existem cerca de 10 ESE em actividade, que promovem CDE, bem como outras empresas de consultoria envolvidas em auditorias energéticas e ambientais e na elaboração de planos de racionalização de energia. Os EPC são ainda raros em Portugal e podem ser estabelecidos com base em poupanças garantidas ou poupanças partilhadas, de acordo com os riscos acordados pela entidade adjudicante. A liberalização do mercado de energia em 2006 poderia ter sido uma alavanca para os serviços de energia, uma vez que o comercializador poderia incluir no seu pacote de ofertas os contratos EPC, promovendo assim a eficiência energética e influenciando positivamente a fidelidade do consumidor. Contudo o mercado dos serviços de energia em larga escala não está bem desenvolvido em Portugal e só agora está a emergir. A actividade das ESCO está mais relacionada com a geração de energia do que com o uso final de energia, porque os incentivos têm sido mais atractivos para o fornecimento de energia através de fontes renováveis (Fonseca, 2009).
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Eficiência energética na indústria: auditoria energética e análise de propostas de melhoria

Eficiência energética na indústria: auditoria energética e análise de propostas de melhoria

Portugal depende de recursos energéticos, principalmente dos que asseguram geralmente as necessidades energéticas de grande parte dos países desenvolvidos (carvão, gás natural e petróleo). No entanto a escassez de recursos energéticos fósseis tem vindo a aumentar. Este facto torna indispensável o aumento da eficiência energética e o recurso a fontes de energia renováveis em diversos setores, diminuindo a sua dependência energética do exterior. A figura 2.2 mostra a variação da dependência energética do exterior no período 2000 a 2011 em Portugal e na União Europeia. Portugal está tendencialmente a baixar a sua dependência e em 2011, atingiu um mínimo de 75%. Este facto indica que Portugal está cada vez mais a investir em energias renováveis, e que estas estão a contribuir para que a dependência de combustíveis fósseis diminua consideravelmente. A figura 2.2 indica que na União Europeia a 27 países, a dependência energética face ao exterior tem vindo a aumentar. Apesar da tendência de evolução positiva, Portugal apresenta uma dependência energética do exterior muito superior à União Europeia a 27 países.
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Eficiência energética na rede de iluminação pública

Eficiência energética na rede de iluminação pública

Para garantir o mínimo de eficiência luminotécnica nos sistemas de IP, em termos gerais, estes devem obedecer às especificações recomendadas por um conjunto de normas emanadas pela Commission International d’Éclairage (CIE). No entanto, por se tratar de normas gerais, estas abordam alguns pontos de forma vaga, sendo inclusivamente omissas em muitos aspetos, como por exemplo, a eficiência energética [12]. De modo a suprimir as lacunas evidenciadas pelas normas da CIE, surge a Norma Europeia para a Iluminação Pública, a EN 13201. Esta norma encontra-se dividida em quatro secções chave que padronizam os principais fatores luminotécnicos a levar em consideração numa instalação de IP, sendo eles: a escolha das classes de iluminação, os parâmetros fotométricos recomendados, o cálculo dos padrões fotométricos e os métodos de medição das performances fotométricas [13].
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DA UNICAMP EM TERMOS DA SENSIBILIDADE ESPECTRAL DO OLHO HUMANO

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DA UNICAMP EM TERMOS DA SENSIBILIDADE ESPECTRAL DO OLHO HUMANO

RESUMO: O presente trabalho teve por objetivo efetuar um estudo sobre o atual sistema de iluminação pública da Unicamp, levando-se em conta não apenas a eficiência energética das lâmpadas utilizadas mas também a eficiência em termos da comparação entre o espectro dos comprimentos de onda emitidos por cada tipo de lâmpada e a sensibilidade espectral do olho humano. A partir desse estudo, propõem-se soluções de substituição de lâmpadas que permitam uma redução da potência elétrica consumida, mantendo-se, no entanto, um mesmo nível de percepção visual.
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A eficiência energética implementada nos edifícios da UP

A eficiência energética implementada nos edifícios da UP

Ao nível das instalações elétricas de utilização, uma das formas de promover a eficiência energética nos edifícios consistiu na elevação do fator de potência para valores próximos da unidade, através da instalação e/ou redimensionamento de Baterias de Condensadores (BC). Desta forma, foi possível reduzir ou mesmo eliminar os encargos mensais da energia reativa consumida nas HFV nos vários edifícios intervencionados. No entanto, sugere-se que sejam inspecionadas as BC instaladas no âmbito do P3EUP, de modo a adaptar os relés varimétricos da BC, face aos novos escalões definidos pelas novas regras de faturação.
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Eficiência energética em uma indústria madeireira

Eficiência energética em uma indústria madeireira

Em indústrias de processamento de madeiras, onde se utilizam de equipamentos elétricos no processo produtivo, na maioria dos casos estes são mal dimensionados ou operam em condições inadequadas, implicando diretamente na eficiência energética industrial, que se mostra importante porque além de se ter inovação tecnológica, também com práticas e políticas, visa à diminuição de consumo elétrico. Portanto em um projeto de instalação elétrica devem-se levar em consideração as variáveis que influenciam na eficiência energética. Sendo assim neste trabalho foram analisadas e posteriormente calculadas algumas destas variáveis, como a potência ativa, o fator de potência e a demanda, para a indústria inteira (global) e também para um equipamento específico, o picador. As análises de rede foram efetuadas em uma indústria de processamento de madeira na cidade de Taquarivaí – SP, sendo avaliadas estas variáveis com um analisador de rede e também por análises na faturas de energia, onde se constatou em ambas as análises valores abaixo dos encontrados na literatura. Estes fatores se devem ao mau dimensionamento, má utilização, conservação dos equipamentos ou até mesmo pela própria característica do processo produtivo, ou seja, o equipamento operando em vazio devido à inconstância de produção.
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E SIMULAÇÃO DINÂMICA

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E SIMULAÇÃO DINÂMICA

Com base nos consumos energéticos e na área útil total do edifício é possível calcular o Índice de Eficiência Energética (IEE) do edifício em estudo e verificar se este se encontra dentro dos parâmetros regulamentares. O IEE pode ser calculado por diversos métodos, podendo no caso de edifícios existentes ser obtido a partir da razão entre a energia realmente consumida e a área de pavimento que permite definir o valor IEE real facturas. Este valor serve para a verificação simplificada do cumprimento do requisito energético em edifícios existentes e da necessidade ou não de um Plano de Racionalização de Energia (PRE) não sendo necessário o PRE se o valor determinado for inferior ao valor de referência para os edifícios existentes (RSECE, 2006). Este valor não serve no entanto para a classificação energética do edifício que tem de ser obtido a partir do valor calculado por simulação dinâmica com perfis de utilização nominais com correcção climática sendo designado por IEE nom. Este valor é calculado para edifícios novos a partir dos dados de projecto e das condições nominais. No caso de edifícios existentes, como o caso em estudo efectua-se antes uma simulação dinâmica em condições reais de utilização e tem de se verificar que os consumos de energia calculados apresentam um desvio inferior a 10% em relação aos consumos observados. O Índice de Eficiência Energética calculado nestas condições é o IEE real simulação.
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A Eficiência Energética em Elevadores e Escadas Rolantes

A Eficiência Energética em Elevadores e Escadas Rolantes

2. Quanto menor for a categoria de utilização, mais relevante se torna o consumo energético de um ascensor em standby ao longo de um ano, pelo que o investimento a realizar na melhoria da eficiência energética se deve concentrar em todas as medidas que possam reduzir o consumo em standby. Assim, para a categoria de utilização 1 (intensidade de utilização muito baixa e frequência de utilização muito baixa) a que corresponde, por exemplo, um edifício de habitação (que representará a situação com o maior número de ascensores instalados em Portugal), o consumo anual de energia em standby representa 65% do consumo energético total do ascensor. Por outro lado, quanto maior for a intensida- de de utilização e a frequência de utilização, maior é o consumo energético durante a manobra. Na categoria de utilização 5 (correspondente a um grande hospital ou um grande edifício de escritórios) valerá a pena concentrar os esforços de investimento em melhorias no desempenho energético das máquinas de tracção e em sistemas de reinjecção de energia: o consumo em standby representa “apenas” cerca de 12% do consumo total.
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Edificações sustentáveis e eficiência energética

Edificações sustentáveis e eficiência energética

Outro desafio que precisa ser vencido para que o SFN possa ampliar sua atuação no mercado das edificações sustentáveis é a falta de padronização dos projetos. Para reduzir custos de tran- sação e aumentar a eficiência na análise de projetos nos bancos é necessário que sejam desen- volvidos modelos para projetos de eficiência energética e construções sustentáveis de acordo com o porte dos investimentos e com o mercado. A padronização levará ao desenvolvimento de produtos financeiros previamente definidos. Esse sistema pode conter a tipologia dos possíveis contratos e formas de remuneração, além de medições e certificações de terceira parte quanto aos objetivos de economia traçados no projeto. Este componente é de especial relevância para os bancos, na medida em que reduz a necessidade de realização de uma minuciosa análise téc- nica dos projetos ao considerar como válidos relatórios de performance assinados por empresas especializadas que tenham credibilidade comprovada. Dependendo do porte e complexidade do projeto, recomenda-se sua validação por uma terceira parte independente, o que reforçaria a credibilidade na qualidade e na efetividade da entrega dos resultados previstos.
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O uso de Gamificação para trazer consciência energética ao utilizador como forma de aumentar a eficiência energética

O uso de Gamificação para trazer consciência energética ao utilizador como forma de aumentar a eficiência energética

Num passado recente tem-se verificado um aumento populacional a nível global, tendo levado a um aumento na utilização energética e por consequência a um aumento no nível de poluição, causado pela utilização de fontes de energia não renováveis na produção de energia elétrica. Uma forma de tentar minimizar este problema passa por sensibilizar o utilizador doméstico a adotar novos hábitos de utilização energética, aumentado assim a sua eficiência energética. Um modo de alcançar este objetivo pode estar na utilização de técnicas de ludificação por recurso a uma aplicação que ajude o utilizador a adotar boas práticas energéticas. O conceito de Gamification já mostrou ter bastante potencial em vários tipos de aplicações, desde aplicações relacionadas com saúde, desporto, educação, comércio, entre outras.
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Melhoria da eficiência energética em sistemas motrizes industriais.

Melhoria da eficiência energética em sistemas motrizes industriais.

Os sistemas industriais de energia de um modo geral – incluindo a força motriz, conforme a seção 2 – oferecem oportunidades para melhoria da eficiência energética devido às barreiras (McKane et al., 2007). Alguns desses obstáculos estão ligados ao processo de decisão dentro do processo de gestão organizacional (Worrell et al., 2001). As decisões para adoção de projetos na área de energia têm sido tomadas comumente com base em critérios econômicos ou financeiros (Jackson, 2010). Entretanto, um sistema de produção se depara com diversos critérios, tanto técnicos como econômicos, financeiros e ambientais, que são importantes para cada um dos setores da organização (Almeida Filho & Costa, 2010). O principal argumento para a utilização de uma metodologia multicritério é que os problemas humanos normalmente são de natureza multicriterial (Brans & Mareschal, 2005). Em áreas complexas como energia e sustentabilidade, com múltiplos critérios e muitos deles conflitantes entre si, os métodos multicritérios são ferramentas importantes que fornecem as informações necessárias para a tomada de decisão (Pohekar & Ramachandran, 2004).
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Análise dos fatores determinantes para eficiência energética

Análise dos fatores determinantes para eficiência energética

As políticas de substituição de equipamentos, processos e fontes de energia dependerão da eficácia das medidas governamentais. Os profissionais e empresas que desenvolvem projeto de eficiência energética em indústrias – as ESCO (Energy Service Companies) e ESE (Empresas de Serviço de Energia) – também dependem das medidas. Fatores sujeitos às leis de mercado, se não forem equilibrados por leis específicas, podem retardar o processo de renovação tecnológica. Além de ser viável, do o ponto de vista de retorno financeiro em curto prazo, a substituição deverá melhorar a qualidade dos processos e produtos fabricados. Se continuar em declínio o consumo de produtos derivados de petróleo e lenha e a oferta aumentar, o preço cairá, tornando-se um atrativo aos usuários. Isto poderá desestimular o uso de fontes renováveis.
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Reabilitação de edifícios visando a eficiência energética

Reabilitação de edifícios visando a eficiência energética

De um ponto de vista nacional em torno deste tema da eficiência energética nos edifícios, é importante reconhecer o estado do parque habitacional português, que registou uma elevada taxa de crescimento nas últimas décadas. Contudo, a taxa de crescimento de famílias foi inferior à taxa de crescimento do parque habitacional, pelo que, apesar de este facto se traduzir na redução das carências habitacionais quantitativas, o mesmo pode não se verificar nas carências habitacionais qualitativas. Isto deve-se particularmente a factores construtivos e de ocupação, como a adequabilidade dos alojamentos à dimensão e constituição das famílias, a degradação dos edifícios, bem como a existência de infra-estruturas básicas, o que aponta para um desajuste entre o património construído e a qualidade habitacional. Atendendo à situação actual do nosso país e ao intuito de satisfazer as carências habitacionais qualitativas, o segmento da construção revela-se uma solução de menor potencialidade de mercado para os anos futuros, o que faz com que a intervenção a nível da reabilitação se torne numa estratégia fundamental.
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Conforto térmico e eficiência energética em hotéis econômicos

Conforto térmico e eficiência energética em hotéis econômicos

quente, “Ecoshaft” (átrio para VN) até a captação de água de chuva, entre outros. A incorporação da arquitetura com estratégias que aprimoram a eficiência energética do edifício resultam em inúmeras soluções arquitetônicas como a escolha dos componentes construtivos das fachadas e a distribuição e a profun- didade dos níveis do edifício. Nos andares de escritórios, parte do pavimento tipo possui pé-direito duplo, enquanto que nos andares restantes do hotel, o pé direi- to é simples, porém a planta é mais estreita do que a anterior. A UH de um hotel determina a ocupação do ambiente com mobiliário para dormir, bancada de tra- balho, armários e eventualmente uma pequena área de estar. A distribuição deste mobiliário em um espaço com uma janela única difere da distribuição dos anda- res de escritório. Eles caracterizam-se por plantas livres e várias janelas ocupan- do o andar inteiro, ou seja, com profundidades de planta maiores do que no outro caso. Esta interpretação do espaço para cada uso que resultou em andares meno- res no Hotel comparados aos do escritório.
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Avaliação de projetos de eficiência energética na iluminação pública

Avaliação de projetos de eficiência energética na iluminação pública

via, entre outros) e análise do atual sistema de IP instalado. Em relação à projeção de novas soluções, consideraram três níveis de intervenção: retrofitting ou substituição direta de luminárias; novo sistema de IP ou um terceiro nível em que haveria uma substituição do sistema de IP e instalação de controlo remoto completo da instalação. Em qualquer das opções de intervenção foi utilizado um programa de simulação 3D, para projetar as melhores soluções para os sistemas instalados em cada uma das vias públicas. O primeiro nível de intervenção consistiria em substituir as luminárias por luminárias de tecnologia superior, sem haver alteração da geometria do sistema, ou seja, não implicaria por exemplo alterações das distâncias entre postes ou configuração da inclinação das luminárias, seria aquele em que existiria um menor investimento. No entanto haveria uma menor performance em relação aos outros níveis de intervenção. No segundo nível de intervenção em que haveria alteração das luminárias, por tecnologias superiores, poderia ainda haver alteração da configuração dos postes de iluminação, alterações de inclinação do braço do poste, entre outras alterações possíveis. Este nível de alteração permitiria assim um melhor ajuste das necessidades em função da configuração da via. No nível máximo de alteração, em que haveria alteração dos sistemas instalados sempre que necessário, era proposto ainda a instalação de um sistema de controlo remoto que incluiria a instalação de um sensor em cada luminária que permitiria analisar o fluxo de movimento na via, as condições meteorológicas e o fluxo luminoso emitido pelo sistema, possibilitando assim a deteção de avarias também. A gestão dos sistemas de iluminação seria efetuada através do controlo individual de cada luminária ou por transmissão de dados através do cabo de energia. Atualmente, cidades de todo o mundo são confrontadas com o aumento exponencial da população urbana, tornando-se um dos seus problemas de desenvolvimento sustentável a gestão da energia, o que leva a que a gestão nacional de energia esteja cada vez mais a tornar-se responsabilidade dos municípios locais e a deixar de ser um encargo para o governo. A gestão da eficiência energética nas cidades permite que os governos locais se foquem em projetos energéticos que têm grandes argumentos ambientais e forte viabilidade financeira (Radulovic et al., 2011). Por outro lado, a queda dos orçamentos públicos tem levado à estagnação do investimento na eficiência energética da IP, o que por sua vez se traduz numa situação muito crítica de elevados custos de manutenção das redes de iluminação e largas necessidades de remodelação dos sistemas instalados.
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Estudo sobre eficiência energética em uma unidade industrial

Estudo sobre eficiência energética em uma unidade industrial

O diagrama de Sankey citado no tópico 5 do Quadro 3.1, é uma forma de apresentar os fluxos energéticos da empresa, desde sua entrada até os usos finais, caracterizando suas transformações intermediárias e as suas perdas. Os fluxos são representados por faixas, cuja largura corresponde à sua magnitude em unidades energéticas. Esse diagrama permite demonstrar que com medidas de racionalização energética o nível de demanda de atendimento pode se manter ou mesmo melhorar dependendo da redução das perdas associadas. A Figura 3.3 exemplifica como o diagrama é usado comparando duas situações, cuja situação original, para um acionamento com um efeito útil de 48 kW no eixo do motor, as perdas no transformador, cabos de distribuição e no motor somam 52 kW. Com a implementação das medidas de melhoria da eficiência energética, as perdas se reduzem para 40 kW, resultando uma demanda de 88 kW e produzindo a mesma potência de saída da condição originalmente estudada.
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Diagnóstico informatizado de eficiência energética: uma proposta às agroindústrias

Diagnóstico informatizado de eficiência energética: uma proposta às agroindústrias

De acordo com Januzzi, (1997), a constatação das possibilidades técnicas de se continuar a oferecer os serviços necessários dependendo de menores quantidades de energia, e de que crescimento econômico não está necessariamente atrelado a maior consumo energético, colocou em xeque os fundamentos do planejamento dominante até meados da década de 70. No entanto, talvez a mais convincente vantagem da eficiência energética é de que ela é quase sempre mais barata que a produção de energia. Não resta dúvida de que investir em tecnologia eficiente para os vários usos finais requererá também maiores gastos de capital. Sistemas e equipamentos eficientes são geralmente mais caros que as tecnologias que eles substituem. Entretanto, o custo de conservar 1 kWh é geralmente mais barato que a sua produção. Ainda, em muitas aplicações, o custo da eficiência é uma pequena fração dos custos da produção de energia. Mas tradicionalmente esses custos são contabilizados por agentes diferentes, sendo ora debitados ao consumidor, à companhia de energia ou ao próprio governo.
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Identificação de investimentos em eficiência energética e sua avaliação de risco.

Identificação de investimentos em eficiência energética e sua avaliação de risco.

Quanto à incerteza, Mills et al. (2006) encontraram que há diferentes fontes de risco nos investimentos em EE, além de outras fontes que afetam a capacidade de gestão do risco. Deste modo, os autores classificaram os riscos em cinco categorias: econômicos, contextuais, tecnológicos, operacionais e de medida e verificação, por meio de uma matriz, considerando os fatores endógenos e exógenos que afetam às categorias. Mills et al. (2006) afirmam que a comunidade financeira tem técnicas bem estabelecidas para a avaliação de riscos e que muitas destas podem ser aplicadas à avaliação dos investimentos em eficiência energética, tais como: a simulação de Monte Carlo e o coeficiente de variação.
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