Engenharia de requisitos

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Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano

Engenharia de Requisitos de Stakeholders de Sistemas de TIC na Gestão do Trabalho Colaborativo do API.nano

Cada vez mais organizações vem se ligando em redes, e os go- vernantes, cientes dos ganhos obtidos com estas ligações, criam incentivos para fomentar seu desenvolvimento. Em Florianópo- lis, a promulgação da Lei da Inovação criou incentivos para a formação de redes organizacionais chamadas pela lei de Arran- jos Promotores de Inovação (API). Com isso, o primeiro API da cidade, o API.nano, começou a ser desenvolvido pela Fundação CERTI, que convidou o LabGes/ESAG/UDESC a definir o sis- tema de gestão e governança do API, contendo um mapeamento de processos de negócio do sistema. Neste contexto, esta disserta- ção detalha o desenvolvimento de uma engenharia de requisitos de stakeholder de sistemas de TIC capazes de auxiliar as ativi- dades colaborativas das organizações do API.nano com base no mapeamento de processos desenvolvido. Fundamentada pela li- teratura sobre clusters de inovação, sistemas de TIC no trabalho colaborativo e engenharia de requisitos, a pesquisa se dividiu em duas etapas. A primeira consistiu numa codificação das ativida- des do mapeamento de processos, que permitiu a classificação das atividades em 11 características colaborativas. Em seguida, uma análise de requisitos interpretativa foi realizada nas rela- ções expostas pela codificação. Como resultado, 30 requisitos de stakeholders foram propostos. Estes requisitos podem servir de base para a definição de uma ecologia de sistemas de TIC capaz de satisfazer as necessidades tecnológicas de suporte do trabalho colaborativo do API.
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Um processo ágil de engenharia de requisitos com apoio de padrões de software

Um processo ágil de engenharia de requisitos com apoio de padrões de software

Requisitos são definidos como condição indispensável que deve ser atendida para alcançar os objetivos e resolver os problemas e as necessidades de clientes durante o desenvolvimento do software (IEEE, 1990). Para ajudar engenheiros de software a melhor compreender esses problemas e necessidades, a engenharia de requisitos fornece mecanismos apropriados para entender o que o cliente realmente deseja, analisando as suas necessidades, negociando uma condição, especificando a solução de modo não ambíguo e gerindo os requisitos durante todo o desenvolvimento do software (PRESSMAN, 2006). Assim, a engenharia de requisitos é uma etapa da engenharia de software essencial para a concepção de um novo sistema e está presente na maioria dos modelos de processo de desenvolvimento de software, porém, com diferentes enfoques (FOWLER, 2005). Em alguns modelos de processo tradicionais, como o cascata, a engenharia de requisitos deve ser completada no início do processo de desenvolvimento do software (SOMMERVILLE, 2003). Nos modelos de processo ágeis a engenharia de requisitos ocorre de forma iterativa com ativa participação do cliente na especificação dos requisitos (ABRAHAMSSON et al., 2002). O cliente também participa ativamente das tomadas de decisões durante o projeto, pois modelos de processo ágeis têm a habilidade de serem flexíveis e reagir prontamente às modificações que necessitam ser apropriadamente geridas para proporcionar o desenvolvimento correto das reais necessidades do cliente (KRUCHTEN, 2001).
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PERAF - Um processo de engenharia de requisitos adaptável e flexível: Um processo de engenharia de requisitos adaptável e flexível

PERAF - Um processo de engenharia de requisitos adaptável e flexível: Um processo de engenharia de requisitos adaptável e flexível

Quanto mais as organizações procuram ganhar vantagem competitiva com a rápida implementação de serviços e produtos que atendam ou preferencialmente excedam as necessidades e expectativas dos clientes, mais os desenvolvedores se encontram sob crescente pressão para criar novas funcionalidades ou melhorar as já existentes. Assim, muitas empresas que usavam o desenvolvimento tradicional viram nos métodos de desenvolvimento ágil uma alternativa para superar essa crescente pressão. Esses métodos de desenvolvimento ágil apregoam a habilidade de acomodar mudanças, de aproximar o relacionamento com o cliente e entregar software funcional utilizando pequenos períodos de desenvolvimento. Muitas vezes a forma como esses métodos lidam com os requisitos do projeto é diferenciada dos métodos de desenvolvimentos tradicionais. Assim, é necessário utilizar métodos que permitam gerenciar as atividades relacionadas aos requisitos. O objetivo deste trabalho é fazer um levantamento dos requisitos, características, metas entre outros fatores mais frequentemente mencionados na literatura referentes a processos de Engenharia de Requisitos (ER) de software em metodologias ágeis e tradicionais, bem como elaborar um processo de ER direcionado a minimizar o impacto na cultura organizacional de empresas que estão em processo de migração de uma metodologia tradicional para uma metodologia ágil. Foi realizado um estudo sobre os processos de ER em métodos ágeis e dos métodos tradicionais de desenvolvimento de software. Neste trabalho, foi esboçado um Processo de Engenharia de Requisitos Adaptável e Flexível (PERAF) com o intuito de minimizar o impacto na cultura organizacional de empresas que estão em processo de migração de um método tradicional para um método ágil. O uso do processo foi avaliado em dois estudos de casos; nestes, constatou-se que o PERAF possibilitou a realização da migração de um método tradicional para uma método ágil, oferecendo também suporte às necessidades de ER de uma organização que ainda não tinha um processo de ER definido e formalizado.
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Aplicação de ontologias à engenharia de requisitos em ambientes de DDS

Aplicação de ontologias à engenharia de requisitos em ambientes de DDS

Em relação aos aspectos organizacionais é que se mostra a diferença entre as empresas dos trabalhadores entrevistados, pois cada uma possui políticas nitidamente diferenciadas. Duas empresas são de grande porte, e trabalham somente com desenvolvimento distribuído de software, possuindo atualmente mais de 150 funcionários cada uma (com uma chegando a mais de 1000 na área de Tecnologia de Informação), somente na unidade dos entrevistados em questão. Já a terceira empresa é de médio porte, e atua com desenvolvimento distribuído de software somente através de atuação conjunta com clientes que trabalham com este tipo de desenvolvimento. No que se refere à localidade dos clientes, uma das empresas trabalha apenas com clientes dos Estados Unidos, a outra com clientes de Portugal e a última com clientes de Estados Unidos e Portugal. Contudo, o que estas empresas possuem em comum é que suas equipes de desenvolvimento estão todas situadas no Brasil. Outro fato importante, no que se refere à segunda dimensão, é que o processo de Engenharia de Requisitos de todas as empresas era baseado no modelo CMMI [CMM06] e nas práticas do Processo Unificado definido pela Rational Software (RUP) [RUP98].
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Uso de mapas mentais no processo de engenharia de requisitos do núcleo de práticas em informática

Uso de mapas mentais no processo de engenharia de requisitos do núcleo de práticas em informática

Em um ambiente de software inicialmente é realizado o processo de Engenharia de requisitos. No Núcleo de Práticas em Informática não é diferente, no entanto um problema é encontrado na qual ocorre a perda de conhecimento de informações deixadas pelas equipes anteriores ocasionadas pela alta rotatividade dos membros da equipe. Com isso surge a proposta do Uso de Mapas Mentais, devido apresentar uma estrutura organizada de informações que facilitem o entendimento de quem o analisa, no processo de Engenharia de Requisitos como uma ferramenta adicional que possa preencher esta lacuna deixada. Assim este trabalho apresenta o processo de implantação do uso de Mapas Mentais, desde o estudo inicial do atual processo de engenharia de requisitos, estudo de técnicas de implantação dos Mapas Mentais, aplicação em um projeto piloto e avaliação final da abordagem apresentada.
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A Engenharia de Requisitos como processo inovador nas organizações

A Engenharia de Requisitos como processo inovador nas organizações

Este trabalho vai incidir sobre o tema Engenharia de Requisitos. O tema foi escolhido porque era do nosso interesse, pois incide um pouco nos temas da nossa tese de mestrado de Engenharia Informática, que estamos também a desenvolver. É um tema que faz sentido abordar, uma vez que há cada vez mais avanços tecnológicos neste campo. Sendo a Engenharia de Requisitos uma área vasta, decidimos restringir o nosso trabalho ao tema Engenharia de Requisitos orientada a viewpoints. Esta escolha deve-se ao facto de que para além de ser uma área em crescimento, tem um grande interesse para nós, tal com referenciado anteriormente.
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Alunos como stakeholders virtuais no ensino de engenharia de requisitos

Alunos como stakeholders virtuais no ensino de engenharia de requisitos

 Utilizando stakeholders virtuais, com os próprios alunos do curso desempenhando esse papel. Apesar de que a literatura apresenta abordagens utilizando alunos de outros cursos (sem conhecimento em engenharia de software) para atuarem como partes interessadas no ensino de engenharia de requisitos, essa não é uma boa alternativa para a aplicação da proposta apresentada nesse trabalho, visto que os cursos da UFC – Campus Quixadá são todos da área de TI. Dessa forma, os alunos da universidade possuem conhecimento em tecnologia da informação. O mesmo motivo descartou também a opção de utilizar o corpo docente para realizar o papel de cliente no curso de ER. Tendo em vista esses fatos, a alternativa mais viável identificada foi empregar os próprios alunos na função de stakeholders, eliminando a necessidade de buscar parceiros industriais, alunos de outros cursos ou docentes, ou seja, a disponibilidade dos alunos descarta a busca por voluntários.
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O USO DE SISTEMAS WIKI NO APOIO ÀS ATIVIDADES DE ENGENHARIA DE REQUISITOS

O USO DE SISTEMAS WIKI NO APOIO ÀS ATIVIDADES DE ENGENHARIA DE REQUISITOS

Organizações que produzem software enfrentam grandes desafios para cumprir os prazos e custos planejados para um projeto de software e, acima de tudo, para conseguir entregar um produto com qualidade de forma a satisfazer as necessidades do cliente. As técnicas empregadas para identificação, organização, detalhamento e gestão dessas necessidades, ou mais precisamente, desses requisitos, fazem parte do processo de Engenharia de Requisitos, e compõem uma das etapas essenciais do processo de desenvolvimento de software. Uma das características fundamentais da Engenharia de Requisitos é lidar com todas as partes interessadas, ou seja, pessoas que exercem diferentes papéis dentro de um projeto de software, tais como: usuários, clientes, gerentes, especialistas de domínio e desenvolvedores. Cada um desses profissionais enxerga o produto de software com uma perspectiva diferenciada, ou seja, eles possuem interesses, conhecimentos e expectativas diferentes, e em muitos casos, os papéis são exercidos por pessoas em diferentes localidades, o que torna a comunicação ainda mais complicada. Dessa forma, as atividades da Engenharia de Requisitos dependem fundamentalmente de um bom trabalho entre as equipes e pessoas envolvidas, e precisa de colaboração e coordenação para se obter bons resultados.
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A Engenharia de Requisitos no Suporte ao Planejamento de Treinamento

A Engenharia de Requisitos no Suporte ao Planejamento de Treinamento

O treinamento é um ato intencional de fornecer os meios para possibilitar a aprendizagem. A aprendizagem é uma mudança no comportamento do indivíduo. O treinamento deve simplesmente orientar essas experiências de aprendizagem em sentido positivo e suplementá-las com atividades planejadas, a fim de que os indivíduos possam desenvolver rapidamente seus conhecimentos, atitudes e habilidades que beneficiarão a eles mesmos e a organização. Desta forma o planejamento é fundamental para êxito do treinamento. A engenharia de requisitos é uma metodologia de análise de sistemas, que se mostrou adequada para o levantamento e a especificação dos dados funcionais do planejamento instrucional proposto. A especificação dos componentes do Planejamento Instrucional através da Engenharia de Requisitos é uma abordagem inovadora que procura otimizar as atividades de treinamento. Através das fichas de registro de requisitos pode-se especificar os dados funcionais relevantes ao sistema de planejamento, verificar a co- relação dos dados com outros requisitos, analisar a necessidade de armazenamento e principalmente documentar os requisitos com clareza e objetividade.
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Open Promovendo modularidade em um processo de Engenharia de Requisitos para linhas de produto de software

Open Promovendo modularidade em um processo de Engenharia de Requisitos para linhas de produto de software

Abordagens de Engenharia de Requisitos Orientadas a Objetivos capturam tanto os objetivos dos interessados ( stakeholders) como os requisitos do software a ser desenvolvido, de modo que este último corresponda ao que realmente os interessados desejam. Modelos de objetivos são capazes de capturar as similaridades e variabilidades de uma Linha de Produto de Software (LPS), mas não conseguem descrever o comportamento detalhado de suas funcionalidades. Diante dessa limitação, o processo GS2SPL (Goals and Scenarios to Software Product Lines) foi definido para obter sistematicamente, a partir de modelos de objetivos, modelos de features e especificações de cenários de casos de uso com variabilidade, descritos em PLUSS (Product Line Use case modeling for Systems and Software engineering). Entretanto, a variabilidade da LPS e o conhecimento de configuração ficam entrelaçados nos cenários descritos em PLUSS, o que prejudica a manutenção e reuso dos artefatos. A fim de solucionar esse problema, foram propostas técnicas de especificação de cenários de caso de uso com separação de interesses transversais (ou, simplesmente, cenários aspectuais). Uma destas técnicas é o MSVCM (Modeling Scenario Variability as Crosscutting Mechanisms), que especifica a variabilidade da LPS separadamente do conhecimento de configuração e define um processo para configurar as especificações de produto. Assim, este trabalho propõe uma extensão do GS2SPL visando obter, sistematicamente, modelos de features e especificações de cenários aspectuais em MSVCM, a partir de modelos de objetivos. Esta abordagem chama-se GAS2SPL (Goals and Aspectual Scenarios to Software Product Lines) e suas atividades foram descritas utilizando o TaRGeT (Test and Requirements Generation Tool) como exemplo. A abordagem GAS2SPL foi avaliada através de um estudo comparativo entre os artefatos do TaRGeT e do MyCourses- A Course Scheduling System gerados pelas abordagens GS2SPL e GAS2SPL, levando-se em consideração a modularidade (espalhamento de features e entrelaçamento de cenários) e, a expressividade (quão detalhado é o conhecimento de configuração). Depois de realizar a avaliação, percebemos que a abordagem GAS2SPL conseguiu reduzir o espalhamento de features e o entrelaçamento de cenários para zero, além de possuir um conhecimento de configuração mais expressivo, pois utiliza menos símbolos para elaborá-lo.
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Introdução à Engenharia de Requisitos

Introdução à Engenharia de Requisitos

Embora coerentes, estas definições podem ser melhoradas. Perceba que elas referem-se apenas às atividades relacio- nadas à produção de requisitos. Entre- tanto, nada é dito a respeito da gerência destas atividades, também conhecida como gerência de requisitos. Com isto em mente, podemos evoluir a definição de engenharia de requisitos para: termo usado para descrever as atividades rela- cionadas à produção (levantamento, re- gistro, validação e verificação) e gerência (controle de mudanças, gerência de con- figuração, rastreabilidade, gerência de qualidade dos requisitos) de requisitos. A Figura 2 representa essa definição.
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Reutilização em engenharia de requisitos

Reutilização em engenharia de requisitos

A análise de requisitos é a parte da Engenharia de Requisitos que se encarrega da fase inicial do desenvolvimento, sua complexidade está em capturar as necessidades e os desejos do cliente e comunicá-los aos demais envolvidos no projeto. Este trabalho tem por objetivo apresentar como pode se dar a reutilização de artefatos produzidos na fase da análise de requisitos de sistemas. Por meio desta reutilização, os Analistas de Sistemas têm a oportunidade de padronizar, customizar e refinar os artefatos produzidos para um sistema. Com isso os analistas podem dedicar mais tempo para atender os interesses de seus clientes e auxiliar os desenvolvedores quanto aos negócios e sistemas sob sua responsabilidade. Neste trabalho foi utilizada a Linguagem de Modelagem Unificada (UML) apoiada pela ferramenta CASE Enterprise Architect de tal forma a possibilitar a reutilização de artefatos da fase de análise. A possibilidade de criação de uma biblioteca de análise para concluir esta fase tem por objetivo reduzir o custo e o esforço das equipes de desenvolvimento de software.
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Estratégia de Engenharia de Requisitos para ambientes de Realidade Aumentada.

Estratégia de Engenharia de Requisitos para ambientes de Realidade Aumentada.

Esse trabalho apresenta como vantagem o fato de considerar as atividades de análise de domínio fundamentais na definição das bases para o desenvolvimento de um sistema centrado no usuário, definindo claramente um contexto (tanto o usuário e tarefas baseadas no usuário) na qual a interação do usuário será projetada. Contudo, essas atividades são muito parecidas com atividades utilizadas para sistemas GUI não apresentando muitas vantagens para tecnologias emergentes e que apresentam várias interfaces, como a RA. Fato este, claramente comprovado a partir do melhoramento/modificação dessa metodologia de Engenharia de Usabilidade pelos autores desse trabalho, a qual torna-se mais adequada para sistemas de RA.
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Diretrizes para elaboração de documento de requisitos com ênfase nos requisitos funcionais.

Diretrizes para elaboração de documento de requisitos com ênfase nos requisitos funcionais.

Vista a importância dos sistemas de manufatura médica e farmacêutica, uma vez que esses são considerados sistemas de segurança crítica que podem ameaçar a vida humana, as práticas do Processo de Engenharia de Requisitos foram examinadas em três companhias multinacionais australianas dessa área. O estudo analisou seis projetos, dois de cada companhia, e mostrou inconsistência no Processo de Engenharia de Requisitos usado, sendo que cada companhia seguia um processo diferente embora produzissem produtos similares. Determinadas atividades da Engenharia de Requisitos eram executadas de forma implícita, sendo o conhecimento centralizado nas pessoas, elevando os riscos envolvidos quando não se tem um processo explícito e definido, principalmente em sistemas como este que são cruciais e devem prover produtos medicinais precisos e exatos. O esforço dedicado às atividades do Processo de Engenharia de Requisitos também se apresentou inconsistente, sendo eles diferentes em cada companhia. Com essa pesquisa, ficou clara a necessidade de se adotar as melhores práticas de um modelo de Processo de Engenharia de Requisitos, deixando explícitas as atividades desse processo, o que é de grande importância para esse domínio de aplicação.
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Um Relato de Experiência :: Brapci ::

Um Relato de Experiência :: Brapci ::

Pesquisadores da área de engenharia de software trabalham em soluções para que a fase de engenharia de requisitos seja eficiente e que, portanto, diminua a probabilidade de falhas em um projeto de software. Assim, surgem abordagens para modelar requisitos que dão apoio desde a orientação a aspectos, orientação a agentes e sistemas complexos entre outros (CHENG; ATLEE, 2007). Para projetos menores, outros pesquisadores trabalham no sentido de diminuir a burocracia da etapa de requisitos e propuseram metodologias ágeis que têm o foco na equipe de desenvolvimento e na programação (HIGHSMITH; COCKBURN, 2001). Entretanto, apesar de novas técnicas para modelar ou mesmo nos casos de técnicas que diminuem o foco dos requisitos, todas precisam ter um investimento para compreender o que será construído. Vale salientar que este investimento pode ter seu custo maior ou menor dependendo de alguns fatores, tais como: i) A experiência da equipe/desenvolvedor na área de Engenharia de Requisitos, ii) A complexidade do domínio da aplicação, iii) O tempo planejado para a etapa de elicitação dos requisitos conforme Nuseibeh e Easterbrook (2000). O contexto descrito anteriormente, se torna real e visível em regiões com pequenas empresas de desenvolvimento de software e com profissionais com poucas, ou nenhuma, experiência em engenharia de requisitos. Adiciona-se a esse contexto o desafio para desenvolver softwares para um novo tipo de empresa na área da biologia, as biofabricas. Apesar de ser uma área que já vem sendo discutida na engenharia de software (BOEHM, 2006) não existem trabalhos científicos que apresentem uma maneira de desenvolver softwares específicos para essa área.
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Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

Industrialização do processo de desenvolvimento de software: Software Product Lines

A actividade de engenharia de requisitos é, à semelhança da abordagem tradicional, uma das unidades mais importantes e simultaneamente mais difíceis de realizar na iniciativa SPL. Ainda que não haja distinção no processo genérico de engenharia de requisitos típico (recolha, análise, especificação, verificação e gestão) aplicado a uma SPL ou aplicado a um projecto one-off, existem diferenças na forma de realizar cada fase. No âmbito de uma SPL, a fase de recolha envolve a antecipação de requisitos, i.e. ao contrário da visão tradicional, a recolha não se baseia apenas cenário presente mas também na previsão das funcionalidades/características que produtos semelhantes poderão requerer. Por outro lado, a fase de análise não se foca apenas na capacidade de executar dos requisitos: numa SPL esta fase é dedicada ao estudo dos aspectos comuns e variáveis que a linha de produtos deve oferecer.
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Patrícia Barbosa Lecas Espada

Patrícia Barbosa Lecas Espada

O SMART Home (SHS) [60] é um caso de estudo que retrata uma casa inteligente, as suas configurações e os serviços necessários para a sua automatização. O objectivo de um sistema assim é interligar todos os equipamentos (por exemplo, luzes, termóstatos, sensores de fumo, entre outros), permitindo aos utilizadores monitorizar, configurar e controlar todos os equipamentos instalados na casa através de um controlo remoto ou um telemóvel com uma interface adequada. Baseámo-nos num trabalho feito na cadeira de Engenharia de Requisitos e Desenho de Software para modelar este sistema com a nossa ferramenta. O modelo pode ser consultado no Anexo E, Figura E.11 e Figura E.12.
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Aplicação de sistemas multicorpos na dinâmica de veículos guiados

Aplicação de sistemas multicorpos na dinâmica de veículos guiados

O Instituto de Pesquisa Francês de Transporte (INRETS), liderado pelo Dr. Jean- Pierre Pascal, possui diversas publicações sobre a dinâmica de veículos ferroviários e problemas de contato. Desde o início da década de 90, Pascal e Sauvage (1990), foram ativos no estudo do problema de contato entre a roda e o trilho. Algoritmos complexos para o cálculo de propriedades de contato, desenvolvidos por Kalker, lhes pareciam muito caros do ponto de vista de esforço de cálculo computacional, tornando inviável a aplicação prática de engenharia. Neste sentido, direcionaram seus esforços no desenvolvimento de técnica objetiva e simplificada para abordar o problema de contato, contemplando rapidez de cálculo sem comprometimento da precisão do modelo.
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Efeitos da radiação ultra-sônica pulsada e de baixa intensidade sobre o mal perfurante...

Efeitos da radiação ultra-sônica pulsada e de baixa intensidade sobre o mal perfurante...

A avaliação do grau de cicatrização das úlceras foi feita mediante o acompanhamento fotográfico e utilizando um programa de software desenvolvido no Departamento de Engenharia Elétrica da USP de São Carlos, MEDEIROS GCF (2001); PEREZ A A (2001). Este programa nos possibilitou através dos diretórios por eles estabelecidos a demarcação precisa da área lesada mediante comparações com uma tarja padrão. O mesmo programa permitia uma correlação entre as áreas ou seja, lesão/padrão dando-nos o tamanho da área lesada em cm². Após várias mensurações tornou-se possível a comparação da evolução do processo cicatricial, transformando-as em gráficos individuais (nota-se que a curva evolutiva das lesões sofreram aumento de sua área, ocasionados por desbridamentos), e em um gráfico com o conjunto de todas as avaliações realizadas segundo a metodologia utilizada.
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Requisitos do contrato de saúde do trabalho: Especificações – Normas de Orientação Clínica

Requisitos do contrato de saúde do trabalho: Especificações – Normas de Orientação Clínica

As empresas prestadoras de serviços externos de saúde do trabalho (medicina e enfermagem do trabalho), autorizadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), assumem a responsabilidade de prest[r]

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