Envelhecimento da população

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Serviços de saúde, gastos e envelhecimento da população brasileira

Serviços de saúde, gastos e envelhecimento da população brasileira

Apesar da queda da taxa de natalidade, a população brasileira ainda é relativamente jovem. As projeções das Nações Unidas, contudo, apontam que em 2050 a estrutura etária da população brasileira será semelhante à atual estrutura etária dos países desenvolvidos. A partir do levantamento das características de saúde do brasileiro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), das estatísticas do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde e das estimativas do Ministério da Saúde para o gasto público com saúde em 1998, o objetivo do artigo é: (a) estudar as causas de morbidade, a utilização dos serviços e o gasto com saúde por parte da população em 1998, e (b) projetar o crescimento da demanda por serviços e do gasto com saúde no Brasil em decorrência do envelhecimento da população e do nível de renda per capita do país em meados do século XXI.
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O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico.

O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico.

No final da década de 60, inicia-se rápido e generalizado declínio da fecundidade no Bra- sil. Sua TFT passa de 5,8, em 1970 (Carvalho, 1974), para algo em torno de 2,3 filhos, por mu- lher, em 2000. O nível da fecundidade, em 2000, já está bem próximo daquele de reposição, isto é, aquele que produz crescimento nulo da po- pulação a longo prazo. Parte da população já se encontra com fecundidade abaixo do nível de reposição e o nível médio do País deverá conti- nuar a cair, pois há claras indicações de rápido declínio no Nordeste e em grupos mais pobres da população. Como conseqüência, entra a po- pulação brasileira em um sustentado processo de desestabilização de sua estrutura etária, com estreitamento continuado da base da pi- râmide e, conseqüentemente, envelhecimento da população (Camarano, 1999; Wong, 2001) (Figura 2).
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IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA: PERSPECTIVAS SOBRE O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO

IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA: PERSPECTIVAS SOBRE O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO

Introdução: O desenvolvimento tecnológico contribui como causa do envelhecimento da população mundial como nunca visto anteriormente. No entanto, a prática de atividade física pode ajudar no envelhecimento saudável dos indivíduos. Objetivo: o pre- sente estudo objetiva apresentar o perfil da história clínica de idosos participantes do programa de atividade física para população idosa e descrever a percepção desses sujeitos sobre sua saúde. Casuística e Métodos: Estudo descritivo, realizado por meio da coleta de dados do Programa de Educação para o Envelhecimento. A amostra foi composta por 103 idosos ativos, integrantes do Programa de Atenção ao Idoso – PAI, em Recife/PE. Foram usados os seguintes instrumentos para coleta de dados: Questionário Sociodemográfico, História Clínica e o SF-36, aplicados por meio de entrevista estruturada. Os resultados foram analisados uti- lizando o programa SPSS 10.0. Resultados: Demonstrou-se que os sujeitos que praticavam atividade física, e portavam alguma doença crônica não transmissível, percebiam-se capazes de realizar suas atividades diárias. Destacou-se, no SF-36, o domínio Estado Geral de Saúde como o de maior escore dentre os avaliados na percepção dos idosos. Conclusão: Esta pesquisa cumpre os objetivos propostos ao apresentar o perfil histórico-clínico dos idosos ativos e descrever a percepção dessa população, tornando evidente que programas de educação em saúde e a prática de atividade física para um envelhecimento ativo podem favorecer a promoção à saúde. Destarte, tenta-se diminuir ou suavizar os efeitos da idade sobre o corpo, proporcionando um melhor convívio social e uma melhor autopercepção.
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ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA: AVANÇO LEGISLATIVO E O COMPROMISSO SOCIAL

ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA: AVANÇO LEGISLATIVO E O COMPROMISSO SOCIAL

Resumo: Neste ano de 2018, a Constituição Federal do Brasil completa trinta anos de sua promulgação. Nesse intervalo, muitas transformações foram observadas em diferentes ramos do conhecimento. Dentre elas, um fenômeno que chama atenção na seara internacional, e, especialmente, no Brasil, é o envelhecimento da população, constituindo-se num dos eventos mais significativos que modificaram a realidade social brasileira. O envelhecimento remete à questão do maior número de idosos, mas tem conexão, também, com a diversidade dimensional e com idosos cada vez mais longevos. Nesse sentido, a legislação tem se esforçado em estabelecer normas para garantir os direitos a essas pessoas; porém as políticas públicas que concretizem tais direitos ainda não são suficientes, exigindo-se o efetivo compromisso social de todos os entes envolvidos em planejamentos, projetos, programas e atividades. Neste trabalho, o fenômeno do envelhecimento terá como discussão dois aspectos fundamentais: o legislativo e o social. A metodologia utilizada será a pesquisa bibliográfica e documental e a sistematização do conhecimento, sob raciocínio dedutivo, terá uma abordagem teórico-doutrinário.
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O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO E O SEU IMPACTO NA HABITAÇÃO

O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO E O SEU IMPACTO NA HABITAÇÃO

Algumas incertezas pairam face ao envelhecimento da população e ao futuro na habitação. A questão do alojamento nas pessoas idosas é também a questão da gestão do seu património, nomeadamente a incerteza face às capacidades que possuem para fazer a manutenção dessa propriedade. Sabemos que as futuras gerações de reformados serão provavelmente bastante heterogéneas. Alguns terão acumulado recursos, mas outros terão conhecido percursos mais complexos, e poderão sofrer de alguma instabilidade financeira e/ou familiar (Felzines, 2005). O desafio que se coloca é o de responder às necessidades diversificadas das pessoas, o qual implica repensar a questão da Habitação. Importa saber como serão constituídas as famílias no futuro e qual será a procura potencial de alojamentos, de forma a ajustar a procura de habitação às novas estruturas etárias e formas de vida da população.
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Envelhecimento da população imigrante: o caso português

Envelhecimento da população imigrante: o caso português

O objetivo deste texto é analisar os principais aspetos do envelhe- cimento dos imigrantes em Portugal nas últimas décadas, com recurso a uma perspetiva demográfica. Para tal, é avaliada a evo- lução da estrutura etária dos imigrantes, procurando detetar os ritmos e níveis de envelhecimento ao longo do tempo e a sua va- riação de acordo com a proveniência geográfica. Do ponto de vista metodológico, são utilizados em paralelo os critérios do “país de nascimento” e do “país de nacionalidade”. Os dados confirmam a maior juventude dos imigrantes, bem como um maior ritmo de envelhecimento do que o da população autóctone - embora se tra- te de envelhecimento na base da pirâmide etária e da população em idade ativa, e não de envelhecimento no topo (aumento de ido- sos). O caráter recente da imigração para Portugal explica porque, na maioria dos casos, ainda há poucos imigrantes idosos. Para além disto, qualquer que seja o critério utilizado, é muito clara a heterogeneidade interna dos imigrantes, associada à sua origem geográfica. Mais do que falar em envelhecimento em geral, ou do que analisar globalmente o seu perfil etário, interessa discriminar os diferentes grupos existentes nesta população.
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O envelhecimento da população mundial: um desafio novo

O envelhecimento da população mundial: um desafio novo

Projeções demográ- ficas indicam que de 1980 até o final do século cerca de três quartos do aumento da população idosa ocorre- rão em tais países (Hoover e Siegel 10 — Tabela 1), fa- ze[r]

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Consequências sociais do envelhecimento da população

Consequências sociais do envelhecimento da população

No entanto, o SNS mostrou-se incapaz de responder adequadamente às necessidades da população, o que levou à criação de cuidados de saúde privados, que, conjugados com seguros de saúde, abrangem a faixa de população capaz de utilizar esta rede privada. Em 2006 dá-se a criação das Unidades de Saúde Familiar (USF), que “possuíam autonomia organizativa, eram autorreguladas, sujeitas a processo de contratualização de indicadores de desempenho e podiam receber incentivos financeiros por esse desempenho” (Rodrigues,2018:65), que permitiram descentralizar os serviços de saúde. No entanto, relacionada com o orçamento para a saúde está, sem dúvida, a crise económica posterior a 2011, que fez com que o país tomasse medidas de contenção orçamental e teve impacto em orçamentos seguintes.
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Os custos da insuficiência cardíaca em Portugal e a sua evolução previsível com o envelhecimento da população

Os custos da insuficiência cardíaca em Portugal e a sua evolução previsível com o envelhecimento da população

namento e nos CSP. Contudo, foi necessário utilizar vários pressupostos para estimar outros consumos, nomeadamente os cuidados de ambulatório hospitalar, RNCCI e transportes. Pese embora[r]

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Programa compartilhar/cheque cidadão: o difícil equacionamento entre carências e direitos

Programa compartilhar/cheque cidadão: o difícil equacionamento entre carências e direitos

Como os gastos sociais são financiados, principalmente, com contribuições sociais incidentes sobre a massa de salários, o envelhecimento da população faz com que u[r]

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Aleixo Rev Enf Referencia 2011 III 3 141

Aleixo Rev Enf Referencia 2011 III 3 141

Em Portugal verifica-se o envelhecimento da população tendente a aumentar. Nos próximos cinquenta anos, Portugal terá cerca de dez milhões de residentes e manter-se-á esta tendência de envelhecimento demográfico. Prevê-se que em 2060 residam em território nacional, aproximadamente, três idosos por cada jovem (Eurostat, 2008). As implicações das alterações demográficas começam a ser largamente estudadas em vários países, contudo, em Portugal, ainda existe pouca informação neste campo, principalmente sobre as implicações deste fenómeno no sistema de saúde e nas necessidades de cuidados de enfermagem. Tudo isto se deve à carência de investigação nesta área da funcionalidade, relacionada com as dependências de pessoas com mais de sessenta e cinco anos de idade.
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Leiria, cidade amiga da pessoa idosa? Envelhecimento ativo e desenvolvimento comunitário

Leiria, cidade amiga da pessoa idosa? Envelhecimento ativo e desenvolvimento comunitário

O envelhecimento da população em geral estabelece-se como um dos maiores desafios que as sociedades modernas enfrentam no presente. No contexto de uma União Europeia cada vez mais envelhecida, identificam-se dificuldades incontestáveis tais como a diminuição e envelhecimento da população ativa em detrimento do aumento da população reformada, o crescente questionamento da sustentabilidade do sistema de proteção social, a ameaça de pobreza e exclusão social, bem como o crescente valor despendido em cuidados e serviços básicos de saúde e apoio social. Estes problemas, embora evidentes, não têm solução ou reparo no imediato. Estima-se que em 2050 – pela primeira vez na história da Humanidade – haja mais pessoas no mundo com idade igual ou superior a 65 anos, que crianças com idade igual ou inferior a 14. Estudos indicam o contínuo aumento da esperança média de vida, atribuindo esta conquista à melhoria das condições de vida. O aumento da esperança média de vida associado ao decréscimo da taxa de natalidade resulta na inversão da pirâmide etária da população europeia, sendo que Portugal não é exceção. Num forte impulso, espera-se ainda que entre os anos de 2015 e 2035 a geração baby boom se reforme dos mercados de trabalho. Constata-se, por outro lado, que a população envelhecida vive maioritariamente em meio urbano sendo que quase três quartos da população mundial vive em cidades, com tendência a aumentar. Questiona- se cada vez mais até que ponto as atuais configurações urbanas condicionam a qualidade de vida das populações, em especial da população idosa. A situação agudiza-se de forma particular quando contextualizada numa conjuntura económica como a atual, em que deficits e dívidas públicas incomportáveis exigem aos países uma excecional gestão de recursos e meios podendo, subsequentemente, aprofundar ainda
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O DIREITO AO ENVELHECIMENTO NO SÉCULO XXI: UMA ANÁLISE SOBRE A POSSIBILIDADE DE ADOÇÃO DE UMA CONVENÇÃO INTERNACIONAL DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS DOS IDOSOS.

O DIREITO AO ENVELHECIMENTO NO SÉCULO XXI: UMA ANÁLISE SOBRE A POSSIBILIDADE DE ADOÇÃO DE UMA CONVENÇÃO INTERNACIONAL DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS DOS IDOSOS.

Nós, representantes dos Governos, reunidos na II Assembléia Mundial sobre o Envelhecimento, celebrada em Madri, decidimos adotar um Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento para responder às oportunidades que oferece e aos desafios feitos pelo envelhecimento da população no século XXI e para promover o desenvolvimento de uma sociedade para todas as idades. No marco desse Plano de Ação, resolvemos adotar medidas em todos os níveis, nacional e internacional, em três direções prioritárias: idosos e desenvolvimento, promoção da saúde e bem-estar na velhice e, ainda, criação de um ambiente propício e favorável. (ONU, 2003)
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Envelhecimento (In) Ativo e Desenvolvimento Emocional em Reclusos

Envelhecimento (In) Ativo e Desenvolvimento Emocional em Reclusos

hoje envelhecer com independência, saúde e autonomia constitui um enorme desafio tanto no que concerne à responsabilidade coletiva como à responsabilidade individual. Já o INE (2009, pp.4) refere que o envelhecimento da população idosa aumentará uma vez que o decréscimo da população jovem continua a manter- se (…) no cenário central, em 2060 residirão em Portugal 271 idosos por cada 100 jovens, mais do dobro do valor projetado para 2009 (116 idosos por cada 100 jovens) (…). E Carrilho e Patrício (2010) verificam que a fecundidade mantém-se em níveis muito inferiores aos necessários para renovar as presentes gerações de pais, ou seja cerca de 2,1 crianças por mulher, situam- se em 2009, em 1,3 crianças por mulher, valor idêntico ao estimado para 2007. Segundo Quintal, Lourenço e Ferreira (2012) o envelhecimento da população em indivíduos com 65 ou mais anos representam 17,8% da população portuguesa, atendendo que em 2050 seja 30% da população idosa.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA URBANA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA URBANA

Com o envelhecimento da população, num período de 20 anos, o número de idosos que reside sozinho triplicou, foi de 1,1 milhão para 3,7 milhões (aumento de 215%) e uma das explicações para estes números também se dá pela feminização da velhice e pelas mudanças nos padrões de família, e muitos filhos já não residem mais na cidade dos pais (BRASIL, 2012). Diante desta perspectiva, é importante salientar o quão indispensável é incorporar a questão do envelhecimento aos programas mundiais voltados à população idosa. Faz-se necessário um esforço acordado para adotar um enfoque amplo e equitativo para a integração de políticas públicas de moradia para idosos (NERI, 2005).
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A empresa contemporânea e sua função social em face do  da população  Jean Carlos Fernandes, Valéria Carneiro Mota Alfredo

A empresa contemporânea e sua função social em face do da população Jean Carlos Fernandes, Valéria Carneiro Mota Alfredo

Após, será feita uma análise sobre envelhecimento da população, sendo feita uma primeira abordagem sobre o tema em âmbito mundial, para depois traçar o quadro evolutivo do envelhecimento no Brasil, com suas particularidades e características próprias. Os dados serão apresentados com base nas pesquisas e projeções feitas pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e da ONU. O artigo irá demonstrar que o envelhecimento da população com previsão até o ano de 2060, é uma realidade e essa mudança demográfica deverá provocar uma transformação de comportamento de toda uma sociedade.
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Cad. Saúde Pública  vol.4 número4

Cad. Saúde Pública vol.4 número4

São de Renato Veras importantes trabalhos, pioneira e muito significativa contribuição sobre as condições determinantes do envelhecimento da população e das características socio-demográ[r]

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Evolução sócio demográfica do Barreiro nos últimos trinta anos do século XX

Evolução sócio demográfica do Barreiro nos últimos trinta anos do século XX

O Barreiro ter uma densidade populacional muito elevada, aproximadamente dois mil, trezentos e trinta e sete habitantes por quilómetro quadrado, com predominância de população adulta e onde se destaca a população com mais de sessenta e cinco anos. As freguesias do Concelho do Barreiro que mais sofrem com o envelhecimento da população são o Alto do Seixalinho, o Barreiro e a Verderena, precisamente as freguesias que estão no centro urbano mais consolidado do concelho, coincidindo ainda com os limites da cidade do Barreiro. As freguesias com a população mais jovem são Coina, Lavradio e Santo António da Charneca. Importa salientar que as freguesias de Coina e Santo António da Charneca, até há poucos anos caracterizavam-se por ser predominantemente agrícolas, sendo aquelas que mais tarde estão a ser urbanizadas.
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Prevalência de sintomas depressivos em idosos atendidos em Unidades Básicas de Saúde em um município do estado de Minas Gerais

Prevalência de sintomas depressivos em idosos atendidos em Unidades Básicas de Saúde em um município do estado de Minas Gerais

Foi possível concluir que a prevalência de sintomas depressivos em idosos na comunidade foi de 27,5%, sendo mais frequente no sexo feminino (20,4%). Houve associações importantes entre a qualidade do sono e sintomas depressivos, mostrando que 15,1% dos idosos com sintomas depressivos apresentavam uma pior qualidade de sono. Tendo em vista que o envelhecimento da população assume cada vez maior relevância na sociedade e que esse envelhecimento muitas vezes está associado a presença de sintomas depressivos, a estruturação de políticas e serviços de saúde que comtemplem o cuidado integral da pessoa idosa em conjunto com profissionais de saúde treinados para realizar ações de prevenção, tornam-se de extrema importância para melhorar qualidade de vida do idoso, além de incentivar os idosos para a prática regular de atividades físicas.
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Os idosos como público de museus

Os idosos como público de museus

A pesquisa exploratória e metodológica debruça-se sobre as relações estabelecidas entre museus e idosos e procura entender como, na prática, a museografia aborda o público idoso, como resultado da expansão de públicos, com embasamento nas políticas de inclusão sócio cultural, diretrizes e regulamentações museológicas e políticas socioculturais desenvolvidas com aumento do número de cidadãos com 60 anos e mais como grupo etário no Brasil e dentro da tendência de envelhecimento da população mundial. A museologia explora a função social por meio da comunicação e salvaguarda no processo curatorial. O processo de envelhecimento e a musealização podem ser bem-sucedidos estabelecendo relações de comunicação e interação sociocultural, proporcionando aprendizagens ao longo da vida e diálogo intercultural contemplando as necessidades de atividades da vida diária e de lazer, contemplando necessidades, vivências, interesses e motivações, como forma adaptativa para a vida destes indivíduos, agregando conhecimentos interdisciplinares de estudos sobre envelhecimento, a partir da gerontologia. O grupo designado de “idoso” remete para uma diversidade de categorizações culturais de indivíduos, que pode ser um trunfo ou freio, mas certamente um desafio para o relacionamento com a museografia. A pesquisa de recepção como metodologia possibilita observar uma proposição conceitual, destacando a necessidade de se conhecer os idosos como público potencial de museus (visitantes e não visitantes), explorando o contexto das instituições museológicas e apontando diversas escolhas museográficas possíveis que condicionam as propostas de relacionamento com o público, com vista ao impacto positivo nos idosos e nos museus.
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