Erva-mate - Cultivo

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CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE, CULTIVO E PRODUÇÃO DE ERVA-MATE NO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS DO SUL - PR

CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE, CULTIVO E PRODUÇÃO DE ERVA-MATE NO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS DO SUL - PR

Por outro lado, Marques valoriza o conjunto de técnicas e tecnologias dos agricultores familiares daquela região como uma contribuição à permanência de áreas remanescentes do meio natural. Apresenta a forma de cultivo da erva-mate sombreada – cultivada sob a sombra de áreas de floresta – como solução de impacto reduzido para a agricultura. Esta argumentação do autor faz correspondência ao que Callon (1987) e Latour (2012) apresentam como Teoria Ator-Rede, no âmbito de CTS. Tal teoria considera o papel que atores humanos e não-humanos desempenham em torno de um evento, conceito, circunstância ou algum outro tipo de mecanismo. Desta forma, seriam questionados os olhares sobre as estratégias de conservação da floresta e desenvolvimento territorial que consideram apenas a presença humana como protagonista exclusiva da ação. Baseando-se no conceito de actante, ou seja, o elemento não-humano – como a atividade econômica da erva-mate e o tipo de cultivo sombreado – atua como um agente e também determina os processos e rumos que um fato pode tomar. Consequentemente, o actante deve ser entendido como ator da rede que forma os ecossistemas da Floresta com Araucária e sua diversidade biológica explorada.
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EFICIÊNCIA DO USO DA RADIAÇÃO SOLAR DE ERVA-MATE EM CULTIVO CONSORCIADO E SOLTEIRO PARA O ACÚMULO DE CARBONO

EFICIÊNCIA DO USO DA RADIAÇÃO SOLAR DE ERVA-MATE EM CULTIVO CONSORCIADO E SOLTEIRO PARA O ACÚMULO DE CARBONO

ABSTRACT – The efficiency of solar radiation conversion is a variable often used in crop growth simulation models in which the production of biomass and, consequently, carbon accumulation are related to the conversion of radiant energy into chemical compounds by plants through the process of photosynthesis. The goal of this study was to determine the efficiency of conversion of intercepted photosynthetically active radiation (PARi) into carbon accumulation in shoots of Ilex paraguariensis in intercropping (Ilex paraguariensis A. St. Hil. and Pinus elliottii Engelm) and monoculture. The conversion efficiency of PAR in accumulated carbon was calculated based on the ratio between the accumulated carbon and the PARi involved in the process. Our results demonstrate that the higher conversion efficiency (b) of photosynthetically active solar radiation intercepted in carbon in yerba mate sprouts was obtained in the intercropping scenario.
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Micropropagação de plântulas de erva-mate obtidas de embriões zigóticos.

Micropropagação de plântulas de erva-mate obtidas de embriões zigóticos.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de micropropagação de erva-mate (Ilex paraguariensis Saint Hilaire) a partir de plântulas assépticas oriundas de embriões zigóticos imaturos. Ápices caulinares foram inoculados em meio base, formado por ¼ da concentração dos sais do meio MS, com diferentes doses de 6-benzilaminopurina (BAP). Ápices caulinares foram enraizados em meio base com diferentes doses de ácido indolbutírico (AIB) e avaliado o efeito do AIB do meio de enraizamento in vitro na aclimatização das plantas. O meio base com 8,88µM de BAP foi o mais efetivo para a multiplicação, promovendo o maior número e comprimento de brotações adventícias. Ápices caulinares enraizaram em 30 dias de cultivo em meio base, acrescido de 7,38µM de AIB. A dose de AIB utilizada no enraizamento in vitro interfere na aclimatização das plantas. A técnica de micropropagação descrita pode ser utilizada para a produção massal de plantas de erva-mate.
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Os Guarani e a erva mate

Os Guarani e a erva mate

O início da década de 1970 foi marcado pela chegada da segunda leva de gaúchos no antigo sul de Mato Grosso, em busca de terras que eram de custo inferior às encontradas em seu Estado de origem. Esses migrantes introduziram o cultivo da agricultura mecanizada, principalmen- te da soja e de novas espécies de gramíneas nas pastagens. Essa nova forma de ocupação econômica perdura até os dias atuais. Vale recordar que, com o fim do monopólio da Companhia Matte Larangeira, outras atividades na região utilizaram mão de obra indígena. Dentre essas atividades, Brand (1997) destaca a coleta de palmito, a derrubada das matas e roçada de pastos, a abertura de fazendas e de estradas. E, finalmente, a partir da déca- da de 1980, o plantio e colheita de cana de açúcar nas usinas de produção de açúcar e álcool.
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Um novo modelo de armazenagem para a erva-mate

Um novo modelo de armazenagem para a erva-mate

Neste trabalho apresenta-se um estudo sobre a armazenagem de erva-mate cancheada e propostas para aumentar a competência econômica das indústrias ervateiras. A partir do conhecimento dos processos de preparação da erva-mate e da forma pela qual é rea- lizada a atual armazenagem, buscou-se identificar os fatores res- ponsáveis pela conservação e pelas alterações das características do produto final, a fim de se estabelecer melhorias nos processos de armazenamento. Dentre esses fatores está a luminosidade, que influencia tanto no sistema de cultivo da planta, sombreado ou não, quanto na armazenagem, pelo prédio onde a erva é estocada, sendo que sua contribuição negativa ocorre pela descoloração. A umidade mostra-se prejudicial à armazenagem, comprometendo a qualidade e modificando o sabor e a cor da matéria-prima. A temperatura é a variável de menor influência perante os objetivos do estudo. Como variáveis internas, a clorofila é responsável pela cor da erva-mate. As saponinas, as metilxantinas, os taninos e o teor de magnésio são responsáveis pelo sabor da erva-mate. Existem outros fatores, como a época de poda, as condições de cultivo da planta e o tempo de sapeco, que também influenciam no sabor e na cor. Assim, o resultado deste estudo demonstra que a estocagem de erva-mate com a ausência de luminosidade e com umidade e temperaturas controladas podem conservar melhor o sabor e a cor original, ga- rantindo condições mais favoráveis ao consumidor, como a quali- dade do produto, e dotando o fabricante com diferencial perante a concorrência no produto e no preço final.
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EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CAFEÍNA EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES CIDADES DE SANTA CATARINA

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CAFEÍNA EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES CIDADES DE SANTA CATARINA

O uso da erva-mate (Ilex paraguariensis) difundiu-se principalmente nas regiões subtropicais do mundo, onde essa espécie é nativa. Entre os diversos componentes químicos que constituem a erva-mate existe uma classe de compostos que destacam-se devido a seu elevado potencial estimulante, as metilxantinas, tendo como principal representante a cafeína. Na literatura, encontra-se que a constituição da erva-mate pode variar de acordo com as cidades onde são cultivadas, assim, a presente pesquisa teve como objetivo a extração e quantificação da cafeína presente em ervas-mate de diferentes cidades de Santa Catarina, sendo elas Rio das Antas, Canoinhas, Catanduvas, Jaborá e Itaiópolis. Adotou-se dois processos para a extração: extração sólido-líquido (mistura de carbonato de cálcio, erva-mate e água) e extração líquido-líquido (clorofórmio e extrato), em seguida, as amostras foram recristalizadas. Os solventes obtidos durante o processo de extração foram recuperados no evaporador rotativo para serem reutilizados. As amostras tiveram seus rendimentos calculados com a finalidade de comparação da quantidade de cafeína entre as cidades. Constatou-se que as quantidades variam dependendo do local de cultivo. Para caracterização utilizou-se a espectroscopia na região do infravermelho e a cromatografia de camada delgada (TLC). Notou-se, com a caracterização que as amostras apresentaram um alto grau de pureza.
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Tolerância da erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.) ao alumínio

Tolerância da erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.) ao alumínio

Normalmente, o Al é considerado um elemento tóxico para as plantas (Foy et al., 1978, Beutler et al., 2001). Entretanto, sob condições especiais, como baixas concentrações no meio de cultivo, o Al pode induzir aumento no crescimento vegetal (Huang e Bachelard, 1993; Salvador et al., 2000; Silva et al., 2002; Mattiello et al., 2008). Respostas favoráveis de algumas espécies à presença do Al podem ser decorrentes de mecanismos de adaptações que lhes permitem desenvolver-se nesse ambiente. Dentre os possíveis mecanismos têm-se a quelatação do Al no citosol, compartimentalização nos vacúolos, imobilização nas paredes celulares (Taylor, 1988), complexação por ácidos orgânicos (Delhaize et al., 1993) e, ou, compostos fenólicos (Ofei-Manu et al., 2001).
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Bioecologia e manejo de Gyropsylla spegazziniana em erva-mate.

Bioecologia e manejo de Gyropsylla spegazziniana em erva-mate.

A utilização de extratos de plantas que tenham ação inseticida traz vantagens em relação aos agrotóxicos por ser menos agressivos ao meio ambiente. Os extratos são obtidos de recursos renováveis e são biodegradáveis. Ainda, destaca- -se o fato de que o desenvolvimento da resistência dos inse- tos para essas substâncias é um processo lento, já que estes são constituídos por uma mistura de muitos ingredientes ativos. Além disso, os extratos podem facilmente ser produ- zidos por agricultores para aplicação em pequenas áreas de cultivo, diminuindo os custos de produção e tornando seu uso adequado à agricultura sustentável e, de acordo com a realidade dos produtores de erva-mate, na sua maioria ligados à agricultura familiar, os extratos ainda contribuem para o aprimoramento da qualidade de vida das popula- ções envolvidas (Hernández; Vendramim, 1998; Souza; Vendramim, 2000; Roel, 2001; Machado et  al., 2007; Decquech et al., 2008; Ribeiro, 2009). Os produtos ex- traídos de plantas são, na maioria dos casos, compatíveis
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Relações sociais e a erva-mate em terra indígena Kaiowá e Guarani

Relações sociais e a erva-mate em terra indígena Kaiowá e Guarani

O uso indiscriminado das árvores nativas associado ao processo de ocupação de áreas para o avanço de monoculturas agrícolas nas áreas remanescentes levou à supressão das populações naturais de Ilex paraguariensis. O processo histórico do estado de Mato Grosso do Sul envolve a erva-mate tanto pelo mercado consumidor como pelo valor cultural. Portanto, a espécie torna-se importante para o desenvolvimento do Estado e também contribui para a manutenção das práticas culturais. Devido à importância que a espécie possui para a cultura Kaiowá e Guarani – pois há um elo entre o mundo natural e o sobrenatural e a possibilidade desses costumes contribuírem para o fortalecimento das relações pessoais que se estabelecem a partir da organização social – é fundamental que haja disponível, dentro da área indígena, material vegetal que atenda à demanda interna, além de gerar possíveis excedentes para comercialização.
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Efeito do processamento por radiação de 60Co na Erva-mate (Ilex paraguariensis)

Efeito do processamento por radiação de 60Co na Erva-mate (Ilex paraguariensis)

A primeira constatação sobre o uso da erva-mate foi feita em 1554 pelo general paraguaio Irala e seus soldados, os quais constataram que os índios do Guairá faziam uso generalizado de uma bebida feita com folhas de erva-mate fragmentadas, tomadas num pequeno porongo, por meio de um canudo de taquara, em cuja base existia um trançado de fibras impedindo a passagem de fragmentos de folhas (DA CROCE & FLOSS, 1999). Desde o início das colonizações espanhola e portuguesa na América do Sul são feitas referencias do uso da erva-mate pelos indígenas. Tribos do Peru, Chile e Bolívia obtinham a erva-mate por permuta transportando as folhas por milhares de quilômetros. Para os índios, a bebida dava resistência às jornadas de trabalho, reduzindo a fome e a sede (MAZUCHOWSKI et al., 1996; ANDRADE, 1999).
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EXTRAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE METILXANTINAS EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA

EXTRAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE METILXANTINAS EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA

densidade (LDL) e aumento do colesterol bom, chamado de Lipoproteína de Alta densidade (HDL). De acordo com os testes, houve uma diminuição de 15% da taxa de colesterol LDL nos pacientes. Além disso, um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que a erva- mate é capaz de proteger os pulmões contra a fumaça do cigarro e também é capaz de barrar o envelhecimento celular. A erva-mate é importante para acelerar o metabolismo, o que pode estar associado a perda de peso e prevenção de doenças cardiovasculares, além disso, devido ao seu efeito antioxidante é importante para proteção da pele contra a radiação solar e seu efeito anti-inflamatório alivia queimaduras do sol.
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Efeito da adição de extrato de erva-mate (ilex paraguariensis) na dieta de frangos de corte sobre a qualidade e a estabilidade oxidativa da carne

Efeito da adição de extrato de erva-mate (ilex paraguariensis) na dieta de frangos de corte sobre a qualidade e a estabilidade oxidativa da carne

Ao observar os resultados médios da perda de peso por cozimento (PPC) e força de cisalhamento (CIS) nas amostras de peito (Tabela 2.5), verifica-se que somente os valores de PPC foram afetados pela suplementação de antioxidantes naturais na dieta dos frangos. A adição da maior concentração de erva-mate na dieta (1000EM) resultou em valor médio de PPC inferior (p<0,1) quando comparado com os demais tratamentos, inclusive com os CN e CP, no entanto, isso não refletiu positivamente na maciez (CIS). A força de cisalhamento (CIS) da carne do peito não foi afetada pela adição de diferentes dosagens de erva-mate na dieta dos frangos. Frequentemente estudos que investigam a maciez de carnes reportam variações nos resultados, já que fatores como a variação entre os animais, o dia de abate, respostas diferentes a fatores estressantes podem ocorrer entre a produção e o abate (Warner et al., 2005).
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SOBREVIVÊNCIA, CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE DE PLANTAS DE ERVA-MATE PRODUZIDAS POR MINIESTACAS JUVENIS E POR SEMENTES.

SOBREVIVÊNCIA, CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE DE PLANTAS DE ERVA-MATE PRODUZIDAS POR MINIESTACAS JUVENIS E POR SEMENTES.

porque na propagação vegetativa muitas espécies podem desenvolver um sistema radicial mais fasciculado (OLIVEIRA et al., 2001) com maior volume de raízes finas, as quais, são importantes na absorção de nutrientes e água (GONÇALVES e MELLO, 2005). Esta hipótese pode ser verificada, principalmente, pela superioridade na maioria das variáveis (Figuras 2A, B, C, D e E) das plantas propagadas por miniestaquia, dentro da mesma procedência (SMS), que elimina o fator ambiente e genótipo. Esses resultados, aliado ao fato da erva-mate permanecer produtiva por mais de 100 anos (SANTIN, 2008), merece uma investigação em longo prazo do sistema radicial de plantas propagadas via assexuada.
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EFEITO DE DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE AIB E PROCEDÊNCIAS GEOGRÁFICAS NO ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE PARICÁ

EFEITO DE DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE AIB E PROCEDÊNCIAS GEOGRÁFICAS NO ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE PARICÁ

Assim como Correa (1995), ao estudar o enraizamento de estacas de três procedências de erva- mate, em que obteve diferenças significativas para percentual de enraizamento, núme[r]

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Efeito do consumo isocalórico da ração hiperlipídica e da administração da erva-mate...

Efeito do consumo isocalórico da ração hiperlipídica e da administração da erva-mate...

This study was undertaken to determine the effects of Yerba Mate (YM) (Ilex paraguariensis) aqueous extract intake on insulin resistance and the NF- kappaB pathway in the liver, muscle and adipose tissue of rats submitted to a high-fat diet (HFD). Male Wistar rats were fed a control (CON) (n=24) or a HFD (n=24) for twelve weeks. At the end of this period, rats received YM daily (1g/kg body weight) for 4 weeks. Phenolic acids (104 mg/g of dry extract) and caffeine (15 mg/g of dry extract) were identified in YM. The consumption of the diet was isocaloric among groups. Intake of YM aqueous extract reduced body weight gain (p<0.05) in the HFD group, compared to the other groups. The YM-treated HFD group presented lower (p<0.05) total blood cholesterol and triacylglycerol (TAG) levels, when compared to the non-treated HFD group. Following the intraperitoneal insulin tolerance test (ipITT), the HFD-treated group demonstrated an increased glycemic response at 5 and 10 minutes after insulin injection. YM decreased the ratio between phosphorylated and total kinase inhibitor of B (IKK), increased the ratio of phosphorylated to total form of protein kinase B (AKT) and reduced nuclear factor kappa B (NF- B) phosphorylation in the liver of the HFD group. In conclusion, YM promoted weight loss and improved the lipid profile in the HFD group. NF- B pathway and AKT expression were modulated in the liver, but not in the skeletal muscle and adipose tissue. Results suggest a beneficial role of YM in improving metabolic dysfunctions induced by HFD.
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Incorporação de urucum como aditivo antioxidante em embalagens biodegradáveis a base de quitosana.

Incorporação de urucum como aditivo antioxidante em embalagens biodegradáveis a base de quitosana.

Geralmente, os materiais para a elaboração de embalagens têm sido selecionados com o objetivo de possuir a menor interação com o produto que acondicionam. Diante disso, as embalagens atuam como barreiras inertes, com a função principal de proteger o produto embalado, sem interagir com ele (VEIGA-SANTOS et al., 2005a). Entretanto, novas linhas de pesquisa têm surgido nas últimas décadas com o objetivo de desenvolver embalagens que interajam com o produto embalado, trazendo, portanto, uma vantagem adicional para estas. Muitas dessas embalagens ativas têm sido desenvolvidas a partir de matérias-primas naturais e renováveis, tanto a matriz polimérica como os aditivos funcionais incorporados, apresentando assim o caráter da biodegradabilidade. Alguns estudos revelam a incorporação de aditivos naturais nessas embalagens, como, por exemplo, extrato de erva- mate (MACHADO, 2011), polpa de manga e acerola
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EFEITO DA ADIÇÃO DE RESÍDUOS DE PODA DA ERVA-MATE EM PAINÉIS AGLOMERADOS.

EFEITO DA ADIÇÃO DE RESÍDUOS DE PODA DA ERVA-MATE EM PAINÉIS AGLOMERADOS.

de erva-mate apresentaram menor umidade de equilíbrio higroscópico (UEH), assim como menor absorção de água após 24 h de imersão (AA 24 h). Não houve diferença estatística entre os tratamentos quanto às propriedades de compressão, arrancamento de parafusos, dureza Janka e ligação interna. Os painéis produzidos com resíduos de erva-mate, assim como as misturas deles com partículas de pinus, apresentaram valores de módulo de ruptura à flexão estática inferiores aos estipulados pela norma brasileira NBR 14810-2 (ABNT, 2002). Como não atenderam a um dos requisitos mínimos, painéis produzidos com resíduos de erva-mate não devem ser utilizados em substituição aos painéis de madeira aglomerada.
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VI Jornada de Nutrição Clínica do I.N.J.C./UFRJ - Resumo Posteres

VI Jornada de Nutrição Clínica do I.N.J.C./UFRJ - Resumo Posteres

Conclusão: A maioria dos estudos demonstraram que a erva-mate parece contribuir para redução de fatores de risco para as doenças cardiovasculares como a redução das concentrações de co[r]

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Distribuição espacial e tamanho de amostra para o ácaro-do bronzeado da erva-mate.

Distribuição espacial e tamanho de amostra para o ácaro-do bronzeado da erva-mate.

Tabela 1 – Coeficientes lineares, de regressão e de determinação dos ajustes à regressão m*/m e à lei da potência de Taylor, a partir do número de ácaros Dichopelmus notus observados por folha e por planta de erva-mate. Chapecó, SC, 2006 Table 1 – Linear, regression and determination coefficients of the adjustments to regression m* /m and to the Taylor power law, from the number of number of Dichopelmus notus mites per leaf and plant of mate-tea. Chapecó, SC, 2006

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Evolução da margem de comercialização da erva mate no Rio Grande do Sul

Evolução da margem de comercialização da erva mate no Rio Grande do Sul

Fazendo uso desses conceitos o trabalho buscou analisar a evolução da margem de comercialização da erva-mate no mercado gaúcho. A escolha do Rio Grande do Sul como mercado de interesse se deveu a sua importância como produtor agrícola e, sobretudo, por ser o principal mercado consumidor de erva-mate do país. As séries de preços utilizadas descrevem o preço ao varejo e ao produtor agrícola, ambas em periodicidade mensal, do período janeiro de 1998 a dezembro de 2016. O preço ao varejo foi uma média de preços pagos pelos consumidores na cidade de Porto Alegre/RS, calculado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IEPE, 2017). O preço ao produtor refere-se ao preço médio da arroba de erva-mate em folha verde, computado pela Associação Rio-grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural [Emater/ Ascar/RS] e disponibilizados pela Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (FEE, 2017). Ambas as séries de preços foram deflacionadas, com base em dezembro de 2016, de acordo com Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-D) da Fundação Getúlio Vargas e obtidos do site do Banco de Dados do Instituto de Pesquisa Economia e Aplicada (IPEADATA, 2017).
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