Escala de Depressão Geriátrica

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Validade e fidedignidade da Escala de Depressão Geriátrica na identificação de idosos deprimidos em um hospital geral.

Validade e fidedignidade da Escala de Depressão Geriátrica na identificação de idosos deprimidos em um hospital geral.

A Escala de Depressão Geriátrica (EDG) constitui o instru- mento mais empregado para avaliar sintomas depressivos em populações geriátricas, sendo usada em pesquisa e em contextos clínicos (Blank et al., 2004). Criada por Yesavage et al. (1983), a EDG passou a ser considerada uma escala com propriedades de validade e confiabilidade satisfatórias para rastreamento de depressão no idoso (Ertan e Eker, 2000; Hoyl et al., 1999), sendo traduzida para o português e adap- tada para aplicação no Brasil por Stoppe Júnior et al. (1994). Vários estudos foram realizados posteriormente no Bra- sil, empregando-se a tradução para o português da EDG em duas versões (30 e 15 itens) em diferentes contextos clínicos em São Paulo, tanto para idosos atendidos ambulatorial- mente (Almeida e Almeida, 1999; Ribeiro et al., 1994) quanto em enfermarias de geriatria (Mascarenhas et al., 1996). No entanto, a tradução e validação realizadas na Região Sudes- te podem não ser adequadas para aplicação em estados
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Análise da sintomatologia depressiva nos moradores do Abrigo Cristo Redentor através da aplicação da Escala de Depressão Geriátrica (EDG).

Análise da sintomatologia depressiva nos moradores do Abrigo Cristo Redentor através da aplicação da Escala de Depressão Geriátrica (EDG).

Resumo O objetivo do estudo foi determinar a pre- valência de depressão em idosos que residem no Abrigo Cristo Redentor, Jaboatão dos Guararapes, Pernam- buco. Foi realizado estudo descritivo no período de setembro e outubro de 2006, com idosos de idade igual ou acima de 60 anos. A amostra foi composta de 55 idosos, que responderam à Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage, com trinta perguntas. Fo- ram realizadas análises de variância da prevalência dos sintomas de depressão entre ambos os sexos. A depressão foi identificada em 28 idosos (51%), den- tre os quais dezoito homens (64,3%) e dez mulheres (35,7%). Recomenda-se a criação de uma nova es- cala, mais simples e de entendimento mais fácil, para pacientes que têm nível cognitivo rebaixado. Palavras-chave Depressão, Idoso, Escala de Depres- são Geriátrica (EDG)
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Aplicação da escala de depressão geriátrica abreviada em idosos ativos e sedentários do HIPERDIA

Aplicação da escala de depressão geriátrica abreviada em idosos ativos e sedentários do HIPERDIA

Objetivo: Aplicar a escala de depressão geriátrica em idosos ativos e sedentários do programa HIPERDIA. Métodos: Trata-se de estudo transversal descritivo, quantitativo, aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa, com aplicação de questionário sociodemográfico e Escala de Depressão Geriátrica Abreviada (EDGA) para idosos com 60 anos ou mais, portadores de hipertensão e/ou diabetes cadastrados no programa HIPERDIA de uma Estratégia Saúde da Família. Os dados foram analisados utilizando o teste do Qui-quadrado de Person e Denver II com nível de significância de p-valor <0,05 por meio do software IBM SPSS Statistic versão 24.0. Resultados: a maioria significativa dos idosos são do sexo feminino (32; 54,2%), casados (27; 45,8%), possuem filhos (56; 94,9%), hipertensão (31; 52,5%), não são ativos (34; 57,6%) e apresentaram escore EDGA entre 1 e 5 (41; 69,5%), indicando ausência de depressão. Os idosos que praticam exercício físico regularmente têm 32 vezes mais chances de ausência de depressão; os que possuem filhos ou moram com um parceiro têm 3 vezes mais chances de ausência de depressão. Conclusão: Na população estudada, praticar exercício físico, morar com um parceiro e ter filhos parece impactar positivamente o enfrentamento de situações de estresse.
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Efetividade da escala de depressão geriátrica de cinco itens em população idosa da comunidade

Efetividade da escala de depressão geriátrica de cinco itens em população idosa da comunidade

Introdução: a depressão em pessoas idosas além de apresentar altas prevalências, compromete a qualidade de vida, reduz a capacidade funcional, agrava outras doenças e aumenta a mortalidade, além de aumentar os custos dos serviços de saúde. Pela ausência de psiquiatras na Atenção Primária da Saúde, torna-se prioridade buscar meios mais simples e eficazes de identificação dos casos depressivos para que o tratamento adequado ocorra precocemente e preconizado pelo médico generalista. Objetivo: este estudo avalia a efetividade da escala de depressão geriátrica de cinco itens (GDS-5) no rastreamento de depressão em idosos moradores da comunidade. Métodos: neste estudo transversal, todos os indivíduos tiveram uma avaliação geriátrica incluindo questionário com informações sócio-demográficas e o mini exame do estado mental para rastreio de comprometimento cognitivo. indivíduos com anormalidades cognitivas foram excluídos. depressão foi diagnosticada por psiquiatra de acordo com Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, fourth edition (DSM-IV). as propriedades diagnósticas da GDS-5 foram obtidas, e a confiabilidade entre os examinadores da escala foi avaliada. Resultados: duzentos e vinte e um indivíduos foram estudados (78,3% mulheres, média de idade de 76,3 anos). depressão de acordo com os critérios tradicionais foi confirmada em 27,6% dos sujeitos. considerando um ponto de corte ≥2, a GDS- 5 mostrou alta sensibilidade (93,4%) e moderada razão de verossimilhança (4,92; ic95% 3,54-6,84). a especificidade foi de 81%, e a acurácia para predizer depressão foi de 84,5%. a GDS-5 mostrou concordância significativa com o diagnóstico clínico de depressão (=0,673). a confiabilidade entre examinadores (=0,884; ic95% 0,86-0,92) e a confiabilidade no teste-reteste (=0,868; ic95% 0,84-0,90) foram consideradas boas. Conclusão: GDS-5 é um instrumento efetivo no rastreamento de depressão em idosos moradores da comunidade com cognição preservada.
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Avaliação do conhecimento e capacitação dos agentes comunitários de saúde a respeito da escala de depressão geriátrica

Avaliação do conhecimento e capacitação dos agentes comunitários de saúde a respeito da escala de depressão geriátrica

Objetivo: Capacitar os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para aplicabilidade da Escala de Depressão Geriátrica (GDS). Métodos: Estudo do tipo coorte, prospectivo, longitudinal e quantitativo. Participaram 12 ACS, responsáveis pela cobertura da área adstrita da Unidade de Saúde da Família (USF). Consideraram-se elegíveis para a pesquisa os ACS cadastrados que aceitaram participar da pesquisa. Resultados: Apenas 16,60% dos ACS possuíam conhecimento sobre a GDS antes da apresentação e após explicação, todos demonstraram ter conhecimento. Antes da capacitação, 8,30% dos ACS demonstraram conhecer as formas de apresentação da mesma, porém, após, 100% afirmou ter domínio sobre as formas de apresentação da escala. Sobre o conteúdo, nenhum dos ACS demonstrou saber quais eram e, após a capacitação, 75% dos pesquisados afirmaram ter conhecimento sobre as perguntas em questão, enquanto 25% afirmou ainda falta de domínio. Sobre a aplicação da GDS, nenhum dos ACS possuía conhecimento e após a explanação, 91,70% demonstrou domínio da aplicação e 8,30% ainda se apresentaram inseguros nesse quesito. Conclusão: É válido a utilização de métodos que possibilitem aos ACS atuarem como elo entre saúde e comunidade. Estratégias de avaliação rápida, como a GDS, permitem examinar uma grande parcela da população-alvo, facilitando a referência para os serviços médicos existentes.
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Sintomas depressivos em idosos: análise dos itens da Escala de Depressão Geriátrica.

Sintomas depressivos em idosos: análise dos itens da Escala de Depressão Geriátrica.

Objetivos: Verificar a estrutura fatorial da Escala de Depressão Geriátrica de 15 itens em uma amostra de idosos assistidos pela Estratégia Saú- de da Família, descrever o perfil social e analisar as respostas aos itens da Escala de Depressão Geriátrica. Métodos: Estudo de delineamento transversal com 503 idosos assistidos pela Estratégia Saúde da Família, em Dourados, MS. Para analisar as respostas da EDG 15, utilizou-se o teste de Qui-quadrado de Mantel-Haenzsel (p <0,05). A análise fatorial, a consistência interna e a generalidade dos resultados para a população foram realizadas. Resultados: Dos 503 idosos pesquisados 69,0% eram mulheres, 53,1% não letrados, 53,7% tinham 70 anos ou mais e 34,4% apresentavam depressão. A análise fatorial identificou quatro fatores (apatia, desesperança, desmotivação e isolamento). A estrutura da EDG 15 não se mostrou apropriada para a generalização de resultados. Conclusão: Dentre os idosos com depressão, predominaram a apatia e o isolamento. Cabe às equipes de saúde promover atividades físicas, recreativas e culturais para minimizar esse quadro. Novas pesquisas serão necessárias, sobretudo para análise da estrutura fatorial.
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Confiabilidade e validade da escala de depressão geriátrica em idosos com doença arterial coronariana.

Confiabilidade e validade da escala de depressão geriátrica em idosos com doença arterial coronariana.

Por ser uma escala com itens que produzem respostas dicotômicas (“sim/não”), a utilização dos métodos habituais de análise fatorial linear pode produzir resultados imprecisos ou enviesados. Na literatura, não há um método amplamente aceito para lidar com escalas com tal característica. Diante dessa limitação, optou-se por utilizar um método de informação limitada, em que se aplica a análise fatorial linear convencional em matriz de correlação tetracórica, por sua simplicidade e bom desempenho 27 .

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Abstract The scope of this study was to describe

Abstract The scope of this study was to describe

Resumo O objetivo do estudo foi descrever a prevalência de sintomas depressivos medidos por meio da Escala de Depressão Geriátrica–EDG - 15 e testar a associação de variáveis de saúde bu- cal com sintomas depressivos em uma população de idosos vinculados a onze unidades de saúde da família do Sul do Brasil. Estudo transversal com 439 idosos. Foi utilizado questionário padroniza- do para a obtenção das variáveis socioeconômicas e de saúde bucal. As variáveis clínicas de saúde bucal foram obtidas por um dentista treinado. Os sintomas depressivos desfecho do estudo foram ob- tidos por meio da Escala de Depressão Geriátrica– EDG - 15. A prevalência dos sintomas depressivos foi de 18,3% (IC95% 14,6-21,8). Analisando as variáveis de exposição e os sintomas depressivos, por meio da análise regressão de Poisson ajusta- da, os indivíduos com 1 a 9 dentes (RP = 1,68; IC95%1,06-2,64, p = 0,012), com percepção de boca seca (RP = 2,23; IC95%1,52-3,28, p < 0,001) e de dor na boca (RP = 2,11; IC95% 1,10-4,07, p = 0,036) tiveram maiores prevalências de sinto- mas depressivos. O estudo identificou uma preva- lência importante de sintomas depressivos e que as variáveis de saúde bucal estão associadas à pre- sença dos mesmos na população idosa.
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Índice de aptidão funcional geral e sintomas depressivos em idosos.

Índice de aptidão funcional geral e sintomas depressivos em idosos.

Resumo – A depressão é considerada o problema de saúde mental mais comum na po- pulação idosa. Estudos têm demonstrado que a prática regular de atividades físicas pode reduzir os sintomas depressivos em idosos, proporcionando efeitos clínicos imediatos. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi veriicar a associação entre a presença de sin- tomas depressivos e o Índice de Aptidão Funcional Geral (IAFG) em idosos praticantes de exercícios físicos. Aplicou-se a Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage (GDS-15) para veriicar a presença de sintomas depressivos e a bateria de testes físicos da AAHPERD (American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance), para obter o IAFG. Utilizaram-se a estatística descritiva e a correlação de Pearson, com nível de 95% de coniança. A população foi composta por 146 idosos, participantes do Programa Floripa Ativa - Fase B, sendo a amostra constituída de 77 idosos com média de 67,9 (DP 5,7) anos de idade. Dentre os avaliados, 13 apresentaram sintomas de depressão e 33 se enquadraram com IAFG regular. Encontrou-se uma correlação negativa (r= -0,307) e signiicante (p=0,007) entre o IAFG e a GDS. Esse fato demonstra uma relação inversa- mente proporcional, ou seja, idosos com melhor IAFG apresentaram menor incidência de sintomas depressivos. Considerando que o valor do IAFG é obtido por meio de testes físicos, sugere-se que, para o grupo estudado, a prática de exercícios físicos pode ter contribuído para atenuar os sintomas depressivos.
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Memória e Depressão Geriátrica

Memória e Depressão Geriátrica

O Rastreio Geriátrico à Covilhã é composto por 6 partes (ver anexo): 1) questionário sumário sobre dados de cariz pessoal - nome, idade, local de residência, contacto, grau de escolaridade e profissão - e de natureza clínica - antecedentes patológicos, medicação habitual, hábitos tabágicos e alcoólicos, peso, altura, e queixas de perda de memória nos últimos 6 meses; 2) Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage – versão curta (GDS-15); 3) Montreal Cognitive Assessment (MoCA), versão portuguesa – 7.1 versão original; 4) Testes de fluência verbal categórica; 5) Escala de Sonolência de Epworth; 6) Timed Up and Go (TUG) Test. Este conjunto de testes e normas de aplicação foi revisto de acordo com as guidelines para a investigação em seres humanos preconizadas pela Declaração de Helsínquia e aprovado, antes de realizado, pela Comissão de Ética da FCS-UBI, com o parecer final anexado à presente dissertação.
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Indicadores de depressão em idosos e os diferentes métodos de rastreamento.

Indicadores de depressão em idosos e os diferentes métodos de rastreamento.

Objetivo: Determinar a prevalência dos sintomas depressivos entre idosos e correlacionar a concordância entre os métodos de rastreamentos utilizados. Métodos: Estudo de corte transversal com 137 idosos vinculados ao Programa Vivendo a Terceira Idade. Os sintomas depressivos foram rastreados pelo Patient Health Questionnaire-9 e pela Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage-15. O teste Kappa de Cohen analisou o grau de concordância dessas escalas. Resultados: A prevalência dos sintomas depressivos rastreados pelo Patient Health Questionnaire-9 foi 62,8% e, pela Escala de Depressão Geriátrica, foi 52,6%. A correlação de Spearman entre os resultados das escalas obteve rho=0,387, p<0,000. O coeficiente de confiabilidade de Kappa foi 0,41 e significância de p<0,001. Os métodos de rastreamento apresentaram sensibilidade de 80% e especificidade de 44%. Conclusão: Ambas as escalas apresentaram moderada concordância e foram úteis para detectar uma relevante prevalência do desfecho indicativo de depressão entre os idosos.
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Efeitos da Estimulação Magnética Transcraniana sobre o humor e a qualidade de sono nos doentes com AVC isquémico da artéria cerebral média

Efeitos da Estimulação Magnética Transcraniana sobre o humor e a qualidade de sono nos doentes com AVC isquémico da artéria cerebral média

Metodologia: A amostra inclui 6 voluntários com acidente vascular cerebral da artéria cerebral média. Foi realizada uma estimulação bihemisférica, com o hemisfério saudável a ser submetido a uma estimulação inibitória de baixa frequência, a 1Hz, com um total de 1000 estímulos, enquanto o hemisfério contralateral foi submetido a estimulação excitatória de alta frequência, a 10Hz, com um total de 1000 estímulos. Para a avaliação dos participantes foram utilizados dois questionários, a Escala de Depressão Geriátrica e o Índice da Qualidade do Sono de Pittsburgh, aplicados antes da estimulação, na semana seguinte após a finalização do procedimento e um mês após a fase anterior.
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Einstein (São Paulo)  vol.15 número3

Einstein (São Paulo) vol.15 número3

Objetivo: Investigar a relação entre mobilidade funcional e dinapenia em idosos frágeis institucionalizados. Métodos: Estudo descritivo, correlacional conduzido com 26 idosos institucionalizados de ambos os sexos com média de idade de 82,3±6 anos. Os instrumentos utilizados foram o Mini-Exame do Estado Mental, Escala de Depressão Geriátrica, Questionário Internacional de Atividade Física, teste Timed Up and Go, dinamômetro de preensão manual e dinamômetro portátil para avaliar grandes grupos musculares (flexores do ombro, flexores do cotovelo, flexores do quadril, extensores do joelho e dorsiflexores do tornozelo). Resultados: Foi observada correlação negativa significativa do nível de mobilidade funcional avaliado pelo teste Timed Up and Go com a dinapenia em relação a todos os grupos musculares avaliados, sobretudo os extensores do joelho (r -0,65). Conclusão: Foi encontrada significativa correlação negativa da força muscular, sobretudo dos extensores do joelho, com a mobilidade funcional em idosos institucionalizados. Quanto maior a força muscular, menor foi o tempo de execução, o que pode significar um melhor desempenho no teste de mobilidade funcional.
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Prevalência de depressão nos idosos atendidos em uma unidade de saúde pertencente à estratégia de saúde da família em Nova Lima/MG doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2013.111.491499

Prevalência de depressão nos idosos atendidos em uma unidade de saúde pertencente à estratégia de saúde da família em Nova Lima/MG doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrv.2013.111.491499

O processo de envelhecimento populacional em curso no Brasil vem sido acompanhada pelo aumento da frequência de doenças psiquiátricas na terceira idade, sendo a depressão a desordem mais comum. Em pacientes idosos, a depressão costuma apresentar sintomatologia atípica, o que muitas vezes dificulta a sua identificação na prática clínica. Neste trabalho foi determinada a prevalência da depressão em pacientes com idade igual ou superior a 60 anos pertencentes ao Programa de Saúde da Família do Município de Nova Lima/MG, atendidos na Unidade de Saúde Mingú. Participaram deste estudo 97 pacientes, onde 72 (74,2%) eram do sexo feminino e 25 (25,8%) do sexo masculino, sendo a idade média de 70,69 anos. Os possíveis casos de depressão foram identificados com o auxílio da Escala de Depressão Geriátrica em versão reduzida Yesavage (GDS-15), amplamente utilizada e validada como instrumento para diagnóstico de depressão em pacientes idosos. Após a pontuação final, verificou-se que 36 (37,2%) idosos apresentam depressão variando de leve a grave, tendo chamado a atenção o fato de que todos os casos graves eram do sexo feminino. Como a depressão tem implicações negativas importantes na vida do idoso, ficou evidente a necessidade de dirigir especial atenção à esta população que tem aumentado significativamente, para que os possíveis casos sejam identificados e para que intervenções mais eficazes sejam direcionadas a melhoria da qualidade de vida destas pessoas.
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Associação entre aspectos depressivos e déficit visual causado por catarata em pacientes idosos.

Associação entre aspectos depressivos e déficit visual causado por catarata em pacientes idosos.

O principal objetivo deste estudo foi investigar a associa- ção entre aspectos depressivos e déficit visual causado por catarata em pacientes idosos. Encontramos diferença significa- tiva na intensidade da escala de depressão geriátrica neste grupo após a melhora da visão. Isto está em concordância com a literatura que demonstra que a melhora visual leva a melhora do quadro depressivo (13-14) . Nestes quadros a dimensão médi-

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Relação entre depressão e desequilíbrio postural em idosos que sofreram acidente vascular encefálico.

Relação entre depressão e desequilíbrio postural em idosos que sofreram acidente vascular encefálico.

A depressão foi avaliada pela Escala de Depressão Geriátrica em versão reduzida de Yesavage GDS- . Trata-se de um teste com perguntas negativo-afir- mativas, sendo contado ponto para cada resposta do paciente que corresponder à resposta em negrito. Os pontos de corte utilizados foram: a ausência de depressão, a depressão moderada e a depressão grave. Almeida e Almeida demonstra- ram que a versão brasileira da GDS oferece medidas vá- lidas para o diagnóstico de depressão entre os idosos.

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Revista Gaúcha de Enfermagem

Revista Gaúcha de Enfermagem

Foi realizada uma entrevista com idosos entre maio a ou- tubro de 2016, após concordância dos mesmos e assinatu- ras de consentimento de livre esclarecido. O roteiro semies- truturado era composto por variáveis sociodemográficas (nome, sexo, idade, estado civil, escolaridade, renda familiar, local de residência) e dados de saúde (classificação de Man- chester, consumo de fumo, bebida alcoólica, práticas de ati- vidade física, e medicamentos de uso habitual ou contínuo). O rastreamento dos sintomas depressivos foi realizado por meio da Escala de Depressão Geriátrica, versão reduzi- da (EDG-15). A escala foi validada para a população brasilei- ra em 1999(9). Apresenta questões com respostas dicotô- micas (sim ou não), com a pontuação total máxima de 15,
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Relação da depressão com aspectos sociodemográficos em idosos residentes nas zonas urbana e rural de Ituiutaba-MG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Relação da depressão com aspectos sociodemográficos em idosos residentes nas zonas urbana e rural de Ituiutaba-MG

O processo de envelhecimento acarreta vários fatores que interferem na vida do idoso, podendo estar ligado à depressão. O objetivo deste trabalho foi analisar a prevalência de depressão em idosos que vivem na zona urbana e rural do município de Ituiutaba-MG e os aspectos sociodemográficos relacionados. Vinte e nove idosos residentes nas zonas rural (n=13) e urbana (n=16) de Ituiutaba-MG foram entrevistados utilizando a Escala de Depressão Geriátrica na versão reduzida, incluindo dados sociodemográficos. A idade média dos idosos foi de 68 anos (DP±7), sendo a maioria destes pertencente à faixa etária de 60 a 69 anos (75,9%). Dos idosos entrevistados, maioria era homens (69%), aposentados ou pensionistas (72,4%), com renda familiar mensal de 1 a 2 salários (69%), com menos de 4 anos de estudo (51,7%), com companheiro (86,2%), tendo 2 a 3 moradores em sua residência (72,4%), podendo ser somente o companheiro (34,5%) ou o companheiro e filho (34,5%). Dos idosos identificados com depressão, 77,3% compõem a faixa etária de 60 a 69 anos. Os homens (75%) apresentaram maior prevalência em relação às mulheres (66,7%) quanto à depressão leve, porém somente as mulheres revelaram depressão severa (11,1%). A depressão leve foi prevalente independente da ocupação, seja aposentado e/ou pensionista (66,7%) ou outra ocupação (85,8%); da renda familiar mensal, de 1 a 2 (80%) e 3 ou mais salários (60%); e do estado civil, com (76%) ou sem (66,7%) companheiro. Para o nível de escolaridade, os longevos que estudaram menos de 4 anos, ou se consideraram analfabetos, funcional ou não, foram identificados na sua maioria com a sintomatologia de grau leve. Comparando o local da residência, a depressão foi identificada em 81,3% dos que viviam na cidade e em 69,2% dos que viviam na comunidade rural. Não há dúvida de que a depressão não é caracterizada apenas por uma tristeza profunda e não é causada pelo processo de envelhecimento, mas está relacionada com alterações típicas desta fase da vida, além de aspectos sociodemográficos. Neste presente estudo, a doença depressiva mostrou prevalência em idosos de baixa renda e com baixo nível de escolaridade, independentemente do local onde o idoso reside, sendo que 75,9% dos entrevistados foram identificados com depressão utilizando a Escala de Depressão Geriátrica. A depressão é um grande problema social, afeta diretamente a vida do idoso e é uma das principais causas de morte e invalidez no país. O diagnóstico e o tratamento adequado são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da pessoa idosa, otimizar o uso de serviços de saúde, evitar outras condições clínicas e prevenir óbitos prematuros.
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