Estado da Bahia

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Elaboração de um índice de desenvolvimento socioambiental para o Estado da Bahia

Elaboração de um índice de desenvolvimento socioambiental para o Estado da Bahia

Apesar do crescimento econômico do Estado ser fundamentado em atividades extrativistas e agropecuárias com consequente problemas de degradação ambiental, pouca importância foi dada à influência dessa questão sobre a qualidade de vida da população. O Estado da Bahia possui uma concentração da população e das atividades econômicas sobre o mesmo espaço (a região costeira do Estado - Figura 2), o que tem causado pressões sobre o meio ambiente e correspondente alteração das condições ambientais de seus municípios. As monoculturas extensivas têm se revelado um importante fator de degradação ambiental, pois além da erosão dos solos, contribuem para o assoreamento dos cursos d’água e deterioram a qualidade das águas dos córregos e rios (ROSS, 2001).
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Chuvas intensas no Estado da Bahia.

Chuvas intensas no Estado da Bahia.

Devido a grande carência de informações relativas às equações de chuvas intensas para a maioria das localidades do Estado da Bahia, a alternativa para a realização de projetos de obras hidráulicas tem sido utilizar-se informações dos postos pluviográficos mais próximos da localidade na qual o projeto é realizado; este procedimento, entretanto, pode levar a estimativas pouco confiáveis, em função da grande variabilidade espacial dos dados de precipitação pluvial. Neste contexto, tendo em vista a importância que representa o conhecimento da equação que relaciona intensidade, duração e freqüência da precipitação pluvial para a realização de pro- jetos hidroagrícolas, desenvolveu-se o presente trabalho, com os seguintes objetivos: (1) ajustar modelos teóricos de distribuição de probabilidade aos dados de chuvas intensas de 19 estações pluviográficas localizadas no Estado da Bahia, e (2) estabelecer a relação entre intensidade, duração e freqüência da precipitação, a partir dos registros pluviográficos das referidas estações.
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Justicieae (Acanthaceae) do Semiárido do Estado da Bahia, Brasil.

Justicieae (Acanthaceae) do Semiárido do Estado da Bahia, Brasil.

Na região semiárida da Bahia, a tribo está representada por 27 espécies e dez gêneros. Algumas delas são restritas ao Semiárido baiano: Herpetacanthus magnobracteolatus Idriunas & Kameyama, J. angustissima A. Côrtes & Rapini, Justicia attenuata A. Côrtes & Rapini, J. chlamidocalyx A. Côrtes & Rapini, J. harleyi Wassh., J. jacuipensis A. Côrtes & Rapini e J. lepida (Moric.) Wassh. Muitas são endêmicas do Estado ocorrendo tanto em vegetação de Caatinga como na Mata Atlântica: J. cuneifolia Nees & Mart., J. chamaedryoides (Nees) Wass. ex A. Côrtes & P.L.R. Moraes, Poikilacanthus bahiensis (Nees) Wassh., Pseuderanthemum modestum (Nees) Radlk. e Schaueria humuliflora Nees. Ao passo que Anisacanthus trilobus Lindau, Harpochilus neesianus Mart. ex Nees, Justicia xipotensis (Roem. & Schult.) A. Côrtes & Rapini e T. ramosissimus estendem a outros Estados nordestinos. Outras espécies são amplamente distribuídas no Brasil e América do Sul: Dicliptera mucronifolia Nees, Justicia aequilabris (Nees) Lindau, J. comata (L.) Lam., J. congrua Nees, J. glaziovii Lindau e J. laevilinguis (Nees) Lindau. Harpochilus phaeocarpus Nees está identificada para o Semiárido da Bahia, mas só tem registro atual para regiões de Mata Atlântica. Ainda, espécies que não haviam sido encontradas no Estado também foram registradas, como Clistax speciosus Nees, Justicia asclepiadea (Nees) Wassh. & C. Ezcurra, J. simonisia V.A.W. Graham e J. thunbergioides (Lindau) Leonard. Chave de identificação para os gêneros de Justicieae do Semiárido do Estado da Bahia
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Orchidaceae no município de Jacobina, estado da Bahia, Brasil.

Orchidaceae no município de Jacobina, estado da Bahia, Brasil.

PR, SC, RS, América Central, PER e PAR T.L. Vieira. 62 (ALCB) Tabela 1. Lista das espécies de Orchidaceae no Município de Jacobina, Estado da Bahia, Brasil. Tipo de substrato - R: rupícola, T: terrícola, E: epífita. Fitofisionomia - Cr: campo rupestre, C: caatinga, Fe: floresta estacional semidecidual, Fo: floresta ombrofila, Mc: mata ciliar. Distribuição geográfica e o respectivo voucher - BOL: Bolívia, ECU: Equador, GUF: Guiana Francesa GUY: Guiana, PAR: Paraguai, PER: Peru, SUR: Suriname, TRI: Trinidad-Tobago, VEN: Venezuela.

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A INFORMAÇÃO GOVERNAMENTAL E A PARTICIPAÇÃO POLÍTICA EM REDE: UMA ANÁLISE DA GOVERNANÇA ELETRÔNICA DOS WEBSITES DOS DEPUTADOS DO ESTADO DA BAHIA

A INFORMAÇÃO GOVERNAMENTAL E A PARTICIPAÇÃO POLÍTICA EM REDE: UMA ANÁLISE DA GOVERNANÇA ELETRÔNICA DOS WEBSITES DOS DEPUTADOS DO ESTADO DA BAHIA

Assim, o objetivo deste artigo pretende investigar as condições de participação política dos cidadãos a partir das ferramentas interativas disponibilizadas nos websites dos deputados do Estado da Bahia. Ressalta-se que a segunda etapa da presente pesquisa (em andamento) procura identificar se os websites investigados constituem-se iniciativas individuais destes políticos ou estão orientados por critérios estabelecidos pela Assembléia.

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Infecção pelo HTLV-I/II no Estado da Bahia.

Infecção pelo HTLV-I/II no Estado da Bahia.

Os quatro indivíduos HTLV-I positivos deste estudo foram analisados, visando a identificação das possíveis vias de transmissão do vírus. A transmissão pela via parenteral é pouco provável, em todos os casos, já que os indivíduos de Catolândia e de Ipupiara negaram antecendentes de transfusão sangüínea ou de uso de drogas, e também as cidades estudadas não estão inseridas na rota de tráfico de drogas, e o consumo destas, se existente, deve ser muito baixo, particularmente o das drogas injetáveis. Além disto, as cidades de Catolândia e Ipupiara apresentam relativo isolamento geográfico, ao contrário das cidades do Prado (com razoável fluxo turístico) e de Jacobina (com escritórios de negociantes estrangeiros de pedras preciosas e semi-preciosas). Quanto aos casos de Jacobina, os dados sobre hemotransfusão ou uso de drogas não foram levantados. Todavia, não se pode excluir a possibilidade da transmissão vertical para os quatro indivíduos referidos, uma vez que as genitoras dos mesmos não foram testadas para a infecção pelo HTLV-I, neste estudo. Outra especulação seria a transmissão deste vírus através da amamentação por “mães de leite”, prática comum em cidades do interior do Estado da Bahia.
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Fauna triatomenae do estado da Bahia, Brasil: VI - prevalência geográfica da infecção dos tratomíneos por T. cruzi.

Fauna triatomenae do estado da Bahia, Brasil: VI - prevalência geográfica da infecção dos tratomíneos por T. cruzi.

FAUNA TRIATOMENAE DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL. VI — PREVALÊNCIA GEOGRÁFICA DA INFECÇÃO DOS TRATOMÍ-[r]

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Aspectos clínicos e demográficos da fenilcetonúria no Estado da Bahia.

Aspectos clínicos e demográficos da fenilcetonúria no Estado da Bahia.

O SRTN do Estado da Bahia realiza diagnóstico, busca ativa, tratamento e acompanhamento dos pacientes com PKU. Entre os 61 diferentes municípios baianos com casos diag- nosticados, os Municípios de Monte Santo e Uauá, vizinhos e localizados no norte do Estado e que realizam triagem neonatal de maneira efetiva há poucos anos, mostram concentração de pacientes em acompanhamento. O Município de Monte Santo é atualmente sítio de pesquisa em genética de populações, uma vez que concentra altas frequências de algumas doenças genéticas autossômicas recessivas, possivelmente associadas à taxa elevada de consanguinidade da população (15) .
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Ocorrência de Platynosomum illiciens em felinos selvagens mantidos em cativeiro no estado da Bahia, Brasil.

Ocorrência de Platynosomum illiciens em felinos selvagens mantidos em cativeiro no estado da Bahia, Brasil.

ABSTRACT:- CASTRO, L.S. DE; ALBUQUERQUE, G.R. [Occurrence of Platynosomum illiciens in enclosured wild cats in the state of Bahia, Brazil]. Ocorrência de Platynosomum illiciens em felinos selvagens mantidos em cativeiro no estado da Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, v. 17, n. 4, p.239-241, 2008. Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Estadual de Santa Cruz, BA 415 KM 16, Salobrinho, Ilhéus, BA 45662-000, Brasil. E-mail: gralbu@uesc.br.

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Características epidemiológicas da leishmaniose tegumentar americana em uma região endêmica do Estado da Bahia : II leishmaniose canina

Características epidemiológicas da leishmaniose tegumentar americana em uma região endêmica do Estado da Bahia : II leishmaniose canina

Inicialm ente foi realizado um inquérito em cães, preliminar, casa/casa na vila de Três Braços e fazendas adjacentes. E ssa região, endêm ica de leishmaniose tegumentar, está localizada nos municípios de Cra- volàndia, U baíra e W enceslau G uim arães no Estado da Bahia e situada entre 12° 4 0 ’ latitude Sul e 39° 4 5 ’ longitude Oeste. F oram examinados 98 cães, dos quais era retirado um fragmento da ponta da orelha ou da borda da lesão, quando existente, para confecção de esfregaços. A m ostras de sangue foram coletadas em papel de filtro para a realização de reação de fixação de com plem ento (R F C ’) para calazar.
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Zoneamento bioclimático para vacas leiteiras no Estado da Bahia.

Zoneamento bioclimático para vacas leiteiras no Estado da Bahia.

RESUMO: Foram utilizados dados meteorológicos médios diários de 437 estações meteorológicas distribuídas por todo o Estado da Bahia para realizar o zoneamento bioclimático de vacas leiteiras e o declínio da produção de leite para vacas com nível de produção de 10 e 25 kg dia -1 , nas condições térmicas desse Estado. As variáveis consideradas foram a temperatura (Ta) e a umidade relativa do ar (UR) que foram utilizadas no cálculo do índice de temperatura e umidade (ITU). Estimou-se o declínio da produção de leite (DPL) em função do ITU e do nível de produção (NP). Com os valores de ITU e DPL, foram traçadas as isolinhas dessas duas variáveis para a Bahia por meio do programa SURFER 7.0. Observou-se que, mesmo para os meses com temperaturas mais amenas, há grande possibilidade de ocorrência de estresse climático para vacas em lactação, em algumas regiões do Estado. Nos meses mais quentes, há três zonas bioclimáticas na Bahia com maior ocorrência de estresse. Com a espacialização do declínio na produção, foram verificadas zonas com maior probabilidade de ocorrência de decínio na produção de leite, devido às condições climáticas desfavoráveis, apresentando regiões com perdas de até 1 kg de leite por vaca por dia com NP de 10 kg e regiões com perdas de produção de até 4,5 kg de leite por vaca por dia com NP de 25 kg.
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O Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia - Universidade de Colúmbia: O seu Contexto

O Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia - Universidade de Colúmbia: O seu Contexto

RESUMO: Este trabalho analisa o contexto que permitiu o convênio entre a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência no Estado da Bahia e a Universidade de Colúmbia (Estados Unidos) para a implementação do Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia, em seus aspectos políticos, sociais e culturais. Esse programa foi responsável por trabalhos de pesquisa e relatórios sobre comunidades baianas, consideradas re- presentativas de zonas de localização: Alto Sertão, Recôncavo, zona de transição Recôncavo – Sertão e Região Cacaueira. Cientistas sociais americanos e brasileiros envolveram-se com o mencionado programa e deixaram estudos que se tornaram refe- rências para outros estudiosos, e o presente texto menciona, igualmente, autores e escritos como passo introdutório de pesquisa maior sobre aquele programa ora desen- volvido pelo Projeto Museu Pedagógico da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. É um exemplo de atividade de pós–graduação acadêmica (pesquisa e correspondente dissertação) vinculada a denso contexto político e destinada a finalidade do Estado.
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Avaliação da qualidade nutricional em espécies de pescado mais produzidas no Estado da Bahia.

Avaliação da qualidade nutricional em espécies de pescado mais produzidas no Estado da Bahia.

A produção pesqueira do Estado da Bahia foi estimada em 45.631,00 toneladas em 2005, sendo a maior da região Nordeste (BAHIA PESCA, 2005). A produção da Bahia representa aproximadamente 11,92% da produção brasileira (382.652,5 toneladas) e 0,03% da produção mundial de peixes. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, em 2005, a produção de peixe no mundo foi de 142 milhões de toneladas, com um aumento de mais de 1 milhão de toneladas, quando comparada à de 2004. Desta, cerca de 103 milhões de toneladas foram de origem
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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado da Bahia.

Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado da Bahia.

O trabalho consistiu em estratificar o Estado da Bahia em quatro regiões com características homogêneas (circuitos produtores) para que fossem amostradas aleatoriamente, em cada uma delas, 300 propriedades. Em cada propriedade foram escolhidas, de forma aleatória, 10 a 15 fêmeas bovinas adultas, das quais foi obtida uma amostra de sangue. No total, foram amostrados 10.816 animais, provenientes de 1.413 propriedades. O protocolo de testes utilizado foi o da triagem com o teste do antígeno acidificado tamponado (Rosa Bengala) e a confirmação dos positivos com o teste do 2-mercaptoetanol. O rebanho foi considerado positivo se pelo menos um animal reagiu às duas provas sorológicas. As prevalências de focos e a de fêmeas adultas soropositivas do Estado foram de 4,2% [3,1–5,3%] e 0,66% [0,41–0,93%], respectivamente. Para os circuitos produtores foram: circuito 1, 5,8% [3,6–8,7%] e 0,86% [0,41–1,3%]; circuito 2, 3,1% [1,5–5,6%] e 1,2% [0,25–2,1%]; circuito 3, 6,3% [4,0–9,3%] e 1,7% [0,66–2,7%]; e circuito 4, 0,60% [0,07–2,2%] e 0,07 [0,00–0,21%]. Para a análise de fatores de riscos associados à doença foi aplicado um questionário epidemiológico em cada propriedade visitada. Os fatores de risco (odds ratio, OR) associados à condição de foco foram: compra de reprodutores (OR= 2,27) e presença de áreas alagadiças (OR= 1,76). A vacinação de fêmeas de três até oito meses de idade foi um fator de proteção (OR= 0,53).
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Brontostoma bahiensis sp. nov. de Ectrichodiinae (Hemiptera, Heteroptera, Reduviidae) do Estado da Bahia, Brasil.

Brontostoma bahiensis sp. nov. de Ectrichodiinae (Hemiptera, Heteroptera, Reduviidae) do Estado da Bahia, Brasil.

(Hemipter (Hemiptera, a, a, a, a, Heter Heter Heter Heter Heteropter opter opter opter optera, a, Reduviidae) do Estado da Bahia, a, a, a, Reduviidae) do Estado da Bahia, Reduviida[r]

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A saúde publica no Estado da Bahia

A saúde publica no Estado da Bahia

Pela organiza@0 de 1905 eram de notifìcapão compulsoria: cholera e molestias choleriformes, febre amarella, peste, variola, tuberculose, escarlatina e sarampo, quando [r]

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A gestão do SUDS no Estado da Bahia.

A gestão do SUDS no Estado da Bahia.

Antes da implantação do SUDS na Bahia, cujo convênio fora publicado em 24/7/87 (13), o Estado dispunha de um órgão da administração centralizada - a Secretaria da Saúde do Estado da Bahi[r]

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB

II - um cooperador técnico que, poderá ser indicado para o fim especial de prestar informações específicas necessárias para o desenvolvimento do trabalho acadêmico, no caso de Curso[r]

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TERRITÓRIOS PRECÁRIOS: DESEQUILÍBRIOS ENTRE O CRESCIMENTO ECONÔMICO E O DESENVOLVIMENTO SOCIAL NO OESTE DA BAHIA (Territories precarious: imbalances between economic growth and social development in West of Bahia)

TERRITÓRIOS PRECÁRIOS: DESEQUILÍBRIOS ENTRE O CRESCIMENTO ECONÔMICO E O DESENVOLVIMENTO SOCIAL NO OESTE DA BAHIA (Territories precarious: imbalances between economic growth and social development in West of Bahia)

Os fazendeiros “gaúchos”, por sua vez, conjugam tentativas de controle político e econômico. Estes criam um redesenhar de territórios que não apenas corroboram para essa nova dinâmica territorial, mas que envolvem também a tentativa de legitimar o domínio econômico com a criação de novas unidades político-administrativas. Exemplo desse domínio territorial se manifesta pela criação, no ano de 2000, do município de Luís Eduardo Magalhães (desmembrado de Barreiras), e com as tentativas crescentes emancipacionistas em favor da criação do estado do Rio São Francisco. Se por um lado na última década as monoculturas de soja, algodão, milho e café colocaram o Oeste da Bahia em definitivo no cenário nacional da produção agrícola, a propalada pujança econômica não está sendo revertida em desenvolvimento social. A região se configura como uma das mais pobres do estado da Bahia em termos de desenvolvimento social, especialmente pela formação de bolsões de pobreza nas suas principais cidades como em Barreiras, São Desidério e Luís Eduardo Magalhães com precária infraestrutura básica de saúde, educação, saneamento, pavimentação de estradas, dentre outros indicadores sociais.
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Growth acceleration program in the state of Bahia and its contribution to face the basic sanitation universalization challenges

Growth acceleration program in the state of Bahia and its contribution to face the basic sanitation universalization challenges

Apesar do volume significativo de recursos disponibilizados para o Estado da Bahia e considerando o histórico baixo do nível de investimentos, estes não foram direcionados para atender aos municípios com maior deficit em serviços públicos de saneamento. O PAC Saneamento na Bahia (PAC 1 e PAC 2) priorizou investimentos para esgotamento sanitário e abastecimento de água, não rompendo com a lógica do Planasa dos anos de 1970, que focalizou as ações de saneamento para esses dois componentes, considerando-as como medida de infraestrutura das cidades e um serviço passível de ser incorporado à lógica do mercado, agora mediante as parcerias público-privadas incentivadas nos empreendimentos do PAC. Pode-se constatar que não foram disponibilizados recursos significativos para limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais, limpeza e fiscalização preventiva das respectivas redes urbanas que tiveram investimento inferior a 1% do total, observando-se que, para resíduos sólidos, previu-se apenas a elaboração de projetos. Por outro lado, o programa priorizou ações estruturais, em detrimento das ações estruturantes, contrariando as concepções incorporadas no Plano Nacional de Saneamento Básico (PNSB). Tal priorização de investimentos evidencia o pouco diálogo da concepção do programa com o quadro sanitário do Estado da Bahia e com os princípios da Lei Nacional de Saneamento Básico, a exemplo da universalização e da integralidade das ações, essenciais para efetividade das intervenções estatais.
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