Estradas de Baixo Volume de Tráfego (EBVT)

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CONTRIBUIÇÃO GEOTÉCNICA PARA ESTRADAS DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO Fernando Brazão Tembe

CONTRIBUIÇÃO GEOTÉCNICA PARA ESTRADAS DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO Fernando Brazão Tembe

Segundo (MRB, 2013a) , É evidentemente reconhecido que o desempenho de EBVT, ao longo da sua vida útil, é influenciado em grande medida pelos impactos rodoviários, contrariamente as estradas de maior volume de tráfego (EMVT). A Figura1 ilustra este aspeto de forma esquemática, indicando o peso relativo do impacto do tráfego, em oposição com outros fatores do ambiente rodoviário, sobre o desempenho do pavimento em função do nível de tráfego solicitante. Em termos gerais, a interseção das duas tendências define um limite, abaixo do qual pode ser considerado como um ambiente rodoviário onde o tráfego deixa de ser o fator dominante na degradação do pavimento. Na maioria das situações considera-se apropriado um limite superior de 150 a 300 veículos motorizados por dia. Em EBVT solicitado por veículos comerciais, a abordagem tráfego de até 1 milhão de eixos padrões equivalentes (ESAL) durante a vida útil do pavimento rodoviário. Esta recomendação deve ser avaliada e adaptada conforme as especificações de cada região.
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Avaliação de metodologias de dimensionamento de pavimentos de baixo volume de tráfego muito pesado

Avaliação de metodologias de dimensionamento de pavimentos de baixo volume de tráfego muito pesado

Estradas de baixo volume, tipicamente, têm menos de 500 veículos por dia (FHWA, 1992), mas esta definição varia de acordo com a agência responsável e sua a localização. Historicamente as estradas de baixo volume de tráfego (Low Volume Roads, LVRS) não eram o foco principal do setor de transporte; o volume mais alto do escrutínio público e oficial (junto com as despesas) foi concentrado nas estradas classificadas como de maior importância, como as rodovias interestaduais e rodovias estaduais primárias. Estradas de baixo volume locais foram tipicamente construídos usando uma secção transversal padrão, como um revestimento superficial duplo sobre uma espessura especificada de material de base granular. Com a degradação das estradas de baixo volume, tornou-se evidente que estas secções "padrão" foram muitas vezes dimensionadas inadequadamente. Em resposta, a “American Association of State Highway and Transportation Officials” (AASHTO) desenvolveu um procedimento de projeto do pavimento para LVRS que é semelhante ao seu processo de dimensionamento para as estradas de maior volume, conforme detalhado no "Guia AASHTO para o projeto de estruturas de pavimento" (AASHTO, 1993). Uma pesquisa realizada como parte desse estudo revelou que 37 dos 48 estados continentais dos Estados Unidos projetam as suas LVRS utilizando o método de projeto AASHTO (Hall e Bettis, 2000).
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Orientadora: Doutora Simona Fontul, Professora Auxiliar convidada, FCT- UNL Coorientadora: Doutora Ana Cristina Freire, Investigadora Auxiliar, Departamento de Transportes do LNEC

Orientadora: Doutora Simona Fontul, Professora Auxiliar convidada, FCT- UNL Coorientadora: Doutora Ana Cristina Freire, Investigadora Auxiliar, Departamento de Transportes do LNEC

Definir com clareza o significado de Estradas de Baixo Volume Tráfego torna-se difícil, sendo que existe uma grande diversidade de países no mundo, com diferentes capacidades de crescimento económico e capacidade para investimento na área dos pavimentos, tornando assim difícil contemplar uma única definição. As EBVT, de um modo geral, podem ser consideradas estradas com menor relevância de uma rede viária comparativamente a estradas principais, contudo se for considerada em termos percentuais num total da rede viária estas podem ter uma grande importância. Isto verifica-se nos países em desenvolvimento em que a extensão deste tipo de estrada apresenta um elevado valor.
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Análise de misturas solo-agregado reciclados de resíduos sólidos da construção civil, para fins de pavimentação de vias urbanas de baixo volume de tráfego

Análise de misturas solo-agregado reciclados de resíduos sólidos da construção civil, para fins de pavimentação de vias urbanas de baixo volume de tráfego

Neste trabalho aborda-se a continuação da pesquisa de Iniciação Científica iniciada por Tamura (2012), onde se elabora uma análise de mistura solo-agregado RCD (Resíduos Sólidos da Construção e Demolição de Obras Civis) para pavimentação de estradas de baixo volume de tráfego utilizando-se de materiais locais da região do Vale do Paraíba. As principais etapas do processo foram a caracterização do solo e do agregado reciclado, os ensaios de granulometria e de Índice de Suporte Califórnia (CBR) aplicados no solo, no agregado reciclado e na mistura solo-agregado reciclado; visando o seu uso como base e sub- base na pavimentação de vias urbanas. Discute-se seus resultados, dando ênfase no seu comportamento mecânico. Compara-se os resultados atuais com os resultados da pesquisa de IC de Tamura (2012), tomando-se decisões ao longo deste trabalho para o melhor resultado do produto final. Para um maior entendimento do trabalho em geral foram descritas a pavimentação, sua estrutura, seus componentes e seu comportamento físico. Tem-se como objetivo ressaltar a importância da mistura solo-agregado reciclado visando atender as exigências de qualidade e o atendimento às especificações das normas técnicas vigentes, num contexto de durabilidade, economia de materiais naturais, diminuição do volume em aterros sanitários e redução de custo.
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Dimensionamento da Espessura do Revestimento de Estradas de Terra

Dimensionamento da Espessura do Revestimento de Estradas de Terra

Para diminuir a carência de investimentos nas estradas de terra e com a falta de recursos, cada vez mais tem-se tentado encontrar algumas alternativas, e o que reúne maior consenso é o uso dos solos disponíveis nas proximidades da zona de construção, com o objetivo de diminuir os custos no transporte dos materiais. Contudo, nem sempre os solos das proximidades, mesmo agregados a outros, são os ideais para as exigências dos impactos ambientais da região, o que nos leva a investigar e modificar as propriedades dos solos, utilizando materiais com a finalidade de aperfeiçoá-los, semelhantes critérios técnicos e econômicos, possibilitando a execução e a pavimentação de estradas de baixo volume de tráfego, com eficiência, operacionalidade e menor custo de conservação.
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Avaliação do subleito de rodovias vicinais de baixo volume de tráfego por meio de ensaios geotécnicos.

Avaliação do subleito de rodovias vicinais de baixo volume de tráfego por meio de ensaios geotécnicos.

RESUMO – Este artigo aborda a viabilidade técnica do uso de solos locais, preferencialmente os de comportamento geotécnico laterítico, em camadas de reforço do subleito de rodovias vicinais de baixo volume de tráfego, através de ensaios geotécnicos e da classificação MCT (Miniatura, Compactado, Tropical). Para este propósito, consideraram-se amostras deformadas de solos coletadas no subleito das estradas VCS 493 e VCS 296, pertencente à malha rodoviária vicinal do município de Viçosa-MG, Brasil. O programa de estudo de laboratório envolveu a realização dos seguintes ensaios: (i) granulometria conjunta; (ii) limites de Atterberg (LL e LP); (iii) massa específica dos grãos do solo; (iv) compactação e CBR realizados na energia do Proctor normal; (v) compactação Mini-MCV; e (vi) perda de massa do corpo-de-prova por imersão em água. Os resultados desta pesquisa possibilitaram verificar que os solos de comportamento laterítico foram enquadrados no grupo LG’ na classificação MCT e que, mesmo apresentando valores de Limite de liquidez e Índice de plasticidade elevados, quando compactados na energia do Proctor normal e, conseqüentemente, imersos em água, não apresentaram expansão com valor significativo no ensaio de CBR. Por outro lado, as areias saprolíticas apresentam perda de massa por imersão (Pi) difícil de ser previsto na Metodologia MCT, pois podem apresentar valores muito elevados e baixos, conforme a compacidade atingida durante o processo de compactação dos corpos-de-prova, como pode ser notado no resultado da amostra 8.
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Estudo sobre o potencial de alguns latossolos da região do Vale do Paraíba, estado de São Paulo, para uso em camadas estruturais de pavimentos de baixo volume de tráfego

Estudo sobre o potencial de alguns latossolos da região do Vale do Paraíba, estado de São Paulo, para uso em camadas estruturais de pavimentos de baixo volume de tráfego

A proposta de pesquisa objetiva levantar, a partir de ensaios laboratoriais, algumas propriedades geotécnicas de latossolos da região do Vale do Paraíba e confrontá-las com as exigências prescritas nas especificações técnicas ES-P 08/05 do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (sub- base ou base de solo arenoso fino de comportamento laterítico – SAFL) e ET- DE-P00/006 (sub-base ou base de solo-brita), do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo DER/SP. Com base nos resultados obtidos avaliar-se-á o potencial de emprego desses solos, em camadas estruturais de pavimentos de baixo volume de tráfego.
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Dissertação de Mestrado PAVIMENTO DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO: ESTUDO COMPARATIVO DA VIDA ÚTIL ESTIMADA E APÓS ABERTURA AO

Dissertação de Mestrado PAVIMENTO DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO: ESTUDO COMPARATIVO DA VIDA ÚTIL ESTIMADA E APÓS ABERTURA AO

A escala IRI é expressa em metros por quilômetro (m/km) e a norma indica faixas de conforto de rolamento entre 0 e 10 para pavimentos de concreto asfáltico ou de tratamento superficial e uma escala de 0 a 24 para estradas não pavimentadas. (Medina e Motta, 2005). O IRI por estabelecer uma escala internacional pode ser entendido em qualquer país. Um valor três para o IRI, representa o mesmo grau de irregularidade, seja no Brasil, nos Estados Unidos ou no Paquistão. Porém, cada país estabelece o seu limite de aceitabilidade para o valor do IRI, considerando além das condições específicas, o grau de importância atribuído pelos usuários à irregularidade quando das avaliações dos pavimentos. Há uma sensível diferença de tolerância em relação à adoção do limite de aceitabilidade na verificação para diferentes classes de rodovias e também para decisão de intervenções reparadoras no controle numa rodovia recém-construída ou restaurada, em um sistema de gerenciamento em nível de rede (Farias e Sousa, 2002 apud Benevides, 2006).
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Estudo de estradas não pavimentadas da malha viária do município de Viçosa-MG

Estudo de estradas não pavimentadas da malha viária do município de Viçosa-MG

Resumo - Este artigo aborda a viabilidade técnica do uso de solos locais, preferencialmente os de comportamento geotécnico laterítico, em camadas de reforço do subleito de rodovias vicinais de baixo volume de tráfego, através de ensaios geotécnicos físicos e mecânicos e da classificação MCT (Miniatura, Compactado, Tropical). Para este propósito, consideraram-se amostras deformadas de solos coletadas no subleito das estradas VCS 493 e VCS 296, pertencente à malha rodoviária vicinal do município de Viçosa-MG. O programa de estudo de laboratório envolveu a realização dos seguintes ensaios: (i) granulometria conjunta; (ii) limites de Atterberg (LL e LP); (iii) massa específica dos grãos do solo; (iv) compactação e CBR realizados na energia do Proctor normal; (v) compactação Mini-MCV; e (vi) perda de massa do corpo-de- prova por imersão em água. Os resultados desta pesquisa possibilitaram verificar que os solos de comportamento laterítico foram enquadrados no grupo LG’ na classificação MCT e que, mesmo apresentando valores de Limite de liquidez e Índice de plasticidade elevados, quando compactados na energia do Proctor normal e, conseqüentemente, imersos em água, não apresentaram expansão significativa no ensaio de CBR.
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POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Pesquisadores como Fernando Abrucio (2009), na pesquisa Práticas Comuns dos Diretores Eficazes, promovida pela Fundação Victor Civita, reconhecem a capacitação profis[r]

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Tráfego veicular e mortalidade por doenças do aparelho circulatório em homens adultos.

Tráfego veicular e mortalidade por doenças do aparelho circulatório em homens adultos.

Renda mensal per capita e habitantes/SS compuseram a análise de regressão espacial múltipla. Somente renda mensal per capita manteve-se estatisticamente signifi cante e permaneceu nos modelos fi nais com densidade de vias e volume de tráfego (geral, leve e pesado). O ajuste para essa variável aumentou a força de associação entre densidade de vias e mortalidade por doenças do aparelho circulatório (p = 0,017), indicando que o aumento de 10 km de via/km² está associado ao aumento na TMP dos distritos em ≈1 óbito/1000 hab. Os modelos multivariados com volumes de tráfego geral, leve e pesado não foram estatisticamente signifi cantes, mesmo após ajuste (Tabela 2).
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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

Desse modo, tomando como base a antiga estrutura demonstrada no item 1.3, a partir da figura 2, a qual contêm setores vinculados às duas diretorias cujas funções não são compatíveis com elas, e, considerando os documentos oficiais, bem como os estudos de Chiavenato (1999; 2004), Bergue (2010), Tachizawa, Paradela e Mello (2010), é possível prever a existência de alguns problemas gerenciais, tendo em vista que o organograma demonstrado na figura 2, reflete uma organização com uma infraestrutura inadequada em relação aos demais, isto é, relativos às figuras 3 e 4, permitindo, assim, a ocorrência de gargalos, como: ausência de um ambiente de trabalho aberto ao diálogo, confiável e divertido, encorajando novas ideias e iniciativas; acúmulo de funções e ausência em se trabalhar com os funcionários que realmente têm desempenho baixo ou regular para que eles os aprimore, podendo refletir negativamente na prestação de serviços perante o público em geral e o próprio gestor estadual mineiro.
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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Não obstante a reconhecida necessidade desses serviços, tem-se observado graves falhas na gestão dos contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada, bem com[r]

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Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

Registo de Complicações de Interrupção de Gravidez. Definições e modelo de registo – Normas de Orientação Clínica

c. O mesmo estudo e uma revisão de casuística realizada nos Estados Unidos da América pelo Guttmacher Institute demonstraram que para ambos os métodos o risco de complicações graves é muito baixo quando as intervenções são realizadas no 1º trimestre da gravidez. 3,4 Numa recente publicação o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists 1 , refere nesta situação um risco entre 1 a 2 por 1000 mulheres.

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Pagamentos de portagens nas ex SCUT  Qual o impacto na sinistralidade rodoviária LucieneDias

Pagamentos de portagens nas ex SCUT Qual o impacto na sinistralidade rodoviária LucieneDias

O poder público contemplou nas Parcerias Público-Privadas uma oportunidade para dinamizar as regiões interiores sem sobrecarregar as contas públicas. Desta parceria surgiram as SCUT que, inicialmente, eram sem custos para os utilizadores, mas a partir do fim do ano de 2010 isto alterou-se para o regime de utilizador-pagador; mas as autoestadas construídas neste regime na sua maioria não tinham vias alternativas preparadas para receber um aumento significativo de tráfego; neste relatório não foram analisadas as EX-SCUT na sua totalidade, sendo elas a A4, A25, A41 e A42 devido à dificuldade de identificar vias alternativas coerentes para a realização do estudo proposto e no caso da A4 devido a falta de dados para proceder à sua análise; as vias alternativas para as autoestradas que foram estudadas foram essencialmente as que possuíam um perfil longitudinal ao longo da autoestrada. As EX- SCUT na sua maioria têm ligações com a fronteira espanhola e, consequentemente, ligações com a Europa, por isso trata-se de vias importantes para a economia nacional. Com a análise efetuada dos dados de tráfego foi possível verificar que, efetivamente, existiu uma alteração no padrão de tráfego, com aumento nas vias alternativas e redução nas autoestradas no período compreendido entre 2011-2012, como era esperado. A Rede Nacional de Autoestradas também sofreu perda de tráfego nos anos em estudo (2011 à 2014); no entanto, a perda de tráfego nas autoestradas em regime de EX-SCUT foram mais expressivas.
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Estradas florestais: caracterização geotécnica e comportamento mecânico de solos e misturas solo-grits, cargas de tráfego e seus efeitos

Estradas florestais: caracterização geotécnica e comportamento mecânico de solos e misturas solo-grits, cargas de tráfego e seus efeitos

O aumento da produção do setor florestal, principalmente das empresas de celulose e papel, e a sua crescente mecanização criou uma necessidade de deslocamento mais rápido de uma região para outra, uma demanda maior por caminhões mais especializados e com flexibilidade de atuação em todas as regiões e condições topográficas. Este fato tem levado as empresas desse setor a buscarem novos modelos de equipamentos e de operações no transporte rodoviário de madeira (STEIN et al., 2003). Passou-se a utilizar de veículos extra pesados que transmitem ao pavimento das estradas florestais, cargas muito variáveis quanto à magnitude, à freqüência e à duração que levam ao surgimento de diferentes níveis de tensões que se distribuem ao longo de toda a estrutura da rodovia e, associados aos efeitos do clima, causam deformações que culminam em defeitos afetando, assim, as condições de trafegabilidade nestas estradas (CARVALHO, 1997).
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Avaliação de métodos de baixo custo para a proteção de taludes em estradas rurais não pavimentadas

Avaliação de métodos de baixo custo para a proteção de taludes em estradas rurais não pavimentadas

Segundo Rodriguez e Milanezi (2005) existem algumas feições geotécnicas na área de estudo que devem ser destacadas. Nos granitóides Quebra-cangalha há tanto afloramentos de rocha sã (em cortes de estrada e drenagens), quanto solo de alteração (solo residual) e colúvios (solo transportado). Nos cortes feitos em colúvios foram observados pequenos sulcos no terreno. Este tipo de solo é gerado por processo de transporte e deposição de massa por gravidade, característico de regiões escarpadas e faz parte do processo natural de dissecação do relevo. Os solos coluvionares são porosos e colapsíveis, entretanto se bem compactados podem adquirir propriedades adequadas para construção de bases de estradas.
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Building bridges for innovation in ageing: synergies between action groups of the EIP on AHA

Building bridges for innovation in ageing: synergies between action groups of the EIP on AHA

CRD: Chronic Respiratory Diseases; EICA: European Interdisciplinary Council on Ageing; EIP on AHA: European Innovation Partnership on Active and Healthy Ageing; EU: European Union; ICT:[r]

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Arlindo Barbeitos: poética da concisão

Arlindo Barbeitos: poética da concisão

A tónica iniciada neste volume e continuada no segundo é a da esperança - de que a guerra terminará, e com ela o conflito armado, para se seguir um momento de construção de uma nação nova. O conflito com o outro, os efeitos da guerra, como a morte e destruição do espaço, a ruína e a escassez da natureza, das pessoas, da cultura, está subjacente a quase todos os poemas, num quadro de configuração disfórica em que a esperança num futuro melhor surge pontualmente, como oposição ao momento presente. A título de ilustração veja-se «em meio das ruínas das ruínas» (AAA, p.25), ou «há muitos anos» (AAA, p.30). Todos os poemas surgem sob o signo do desconcerto, pois algo não está correcto; os seres e os acontecimentos escapam à ordem lógica do mundo e à ordem desejada pelo homem, aqui representado pelo sujeito poético. O poema «árvore sem sombra» mostra bem essa falta de lógica por desfuncionalização dos seres:
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Análise integrada das condições de ocorrência de deslizamentos e escoadas nas bacias hidrográficas do sector central da Ilha da Madeira

Análise integrada das condições de ocorrência de deslizamentos e escoadas nas bacias hidrográficas do sector central da Ilha da Madeira

Embora o objetivo fundamental proposto tenha sido perceber qual a ligação espacial entre os deslizamentos e as escoadas, e qual a sua relação com os fatores condicionantes, optou-se fo[r]

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