Eucalyptus spp

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Avaliação de nove espécies de Eucalyptus spp. em tratamento preservativo industrial

Avaliação de nove espécies de Eucalyptus spp. em tratamento preservativo industrial

A preservação química de madeira para uso rural é feita, na grande maioria dos casos, utilizando-se a espécie Corymbia citriodora. Essa espécie tem sido a mais aceita no mercado embora sua tecnologia silvicultural e melhoramento genético tenha ficado aquém de outras espécies de Eucalyptus spp. Assim o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de várias espécies de Eucalyptos spp. para substituir o Corymbia citriodora no tratamento preservativo industrial. Para isso foram empregados 3 tratamentos que variavam o tempo de pressão em autoclave, contendo cada um deles 9 espécies comerciais de Eucalyptus spp., com 5 repetições cada. As espécies selecionadas foram extraídas de um mesmo povoamento com 4 anos de idade, e mourões com classe de diâmetro de 10 a 16 cm. Foram utilizados os tratamentos embasaram-se no processo industrial de preservação com variação do tempo de pressão entre 30 minutos, 1 hora e 2 horas. Foram avaliados a massa específica a 0% de umidade, rachaduras e fendas das peças de madeiras e a penetração e a retenção do produto químico CCA-C nos mourões das diferentes espécies. O maior índice de rachaduras de topo do mourão foi observado na espécie E. urophylla x E. grandis I-144 5,9 mm e o menor índice de rachadura de topo foi da espécie E. camaldulensis VM-58 1,2 mm, e o maior índice de abertura de fenda de topo de mourão observada foi para a espécie E. urophylla I-220 com 25,9 mm e o menor índice de abertura de fenda de topo foi da espécie E. urophylla x E. grandis VM19 com 9,3 mm. Conclui-se que é possível a substituição do C. citriodora por novas espécies para uso como mourão preservado quimicamente. Os resultados demonstraram a eficiência do tratamento preservativo nas diferentes espécies com valores de retenção que variaram entre 5,2 e 11,7 kg/m³, respectivamente para as espécies Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis GG100 com meia hora de pressão e E. urophylla x E. grandis VM19 com 2 horas de pressão, uma grande variação que permitiu diferenciar e caracterizar as espécies estudadas.
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Elaboração de modelo de previsão de preço da madeira de Eucalyptus spp..

Elaboração de modelo de previsão de preço da madeira de Eucalyptus spp..

O Eucalyptus spp. é um gênero arbóreo nativo da Austrália, com mais de 600 espécies conhecidas. A introdução do Eucalyptus spp., em bases técnicas no Brasil, iniciou-se em 1904, no Horto de Jundiaí (SP), conduzida por Edmundo Navarro de Andrade. Entretanto, há informações de existência de dois exemplares de E. gigantea no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1825, e de alguns exemplares no Rio Grande do Sul, em 1865 (ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE SILVICULTURA – AMS, 2008).

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CARACTERIZAÇÃO DA FAUNA EDÁFICA EM PLANTIOS DE Eucalyptus spp.

CARACTERIZAÇÃO DA FAUNA EDÁFICA EM PLANTIOS DE Eucalyptus spp.

Solos florestais propiciam boas condições para o desenvolvimento e estabelecimento da fauna edáfica, devido principalmente à deposição de serrapilheira. No entanto, sistemas conduzidos em monoculturas por fornecerem um único substrato alimentar, podem propiciar o desenvolvimento de determinados grupos faunísticos em detrimento de outros, ocasionando surtos de espécies-praga. O objetivo deste trabalho foi caracterizar a fauna edáfica e sua relação com as variáveis meteorológicas, em plantios de Eucalyptus spp. em Alegrete e São Francisco de Assis, Rio Grande do Sul. Este estudo foi conduzido em seis talhões de Eucalyptus , pertencentes a três espécies: Eucalyptus dunnii Maiden, Eucalyptus grandis Maiden e Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla S. T. Blake (clone híbrido) e duas idades (plantio em 2006 e 2007). Os talhões estavam localizados nas fazendas Cabanha da Prata e Chica Barbosa município de Alegrete, e Taquari município de São Francisco de Assis, Rio Grande do Sul. Para a amostragem da fauna edáfica, foram utilizadas armadilhas de solo, sendo instaladas oito armadilhas distantes dez metros uma da outra, distribuídas em duas linhas de plantio no centro de cada talhão, totalizando 48 armadilhas. As coletas foram realizadas quinzenalmente, de setembro de 2008 a agosto de 2009. Após contagem e identificação dos grupos taxonômicos, foram determinados os parâmetros de Riqueza, Abundancia e Índice de Diversidade de Shannon. Os parâmetros determinados foram analisados segundo modelo fatorial 3 x 2 (três espécies e duas idades) em delineamento inteiramente casualizado pelo teste F. Durante este levantamento foram coletados 8.811 espécimes distribuídos em 12 grupos taxonômicos, sendo que os grupos, Coleoptera, Hymenoptera e Diptera apresentaram as maiores porcentagens de indivíduos coletados: 31,1, 23,2 e 19,6 %, respectivamente. Os plantios com três anos de idade apresentaram maior número de indivíduos coletados, quando comparados com os talhões de dois anos de idade. As espécies Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla e Eucalyptus grandis apresentaram um número superior de indivíduos coletados, quando comparados com a espécie Eucalyptus dunnii, nas duas idades avaliadas. Assim, a espécie e a idade do plantio exerceram influência sobre os organismos coletados.
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Distribuição Sazonal de Heterotermes Tenuis (Hagen) em Povoamentos de Eucalyptus spp.

Distribuição Sazonal de Heterotermes Tenuis (Hagen) em Povoamentos de Eucalyptus spp.

Lima PSL. Cornitermes cumulans Kollar, 1832 (Isoptera: Termitidae): Preferência a diferentes substratos e avaliação de danos em plantas de eucalipto [tese]. Botucatu: Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”; 2005. Mendes AS, Alves MVS. A degradação da madeira e sua preservação. Brasília: Ministério da Agricultura: Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal; 1988. 58 p. Reis GG, Reis MGF, Fontan ICI, Monte MA, Gomes AN, Oliveira CHR. Crescimento de raízes e da Parte aérea de clones de Híbridos de Eucalyptus grandis X Eucalyptus urophylla e de Eucalyptus camaldulensis X Eucalyptus spp. submetidos a dois regimes de irrigação no campo. Revista Árvore 2006; 30(6): 921-931.
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Aplicação de equações de modelos mistos em testes clonais de Eucalyptus spp

Aplicação de equações de modelos mistos em testes clonais de Eucalyptus spp

presente estudo, foram testados 312 clones de um experimento de Eucalyptus spp in- stalado em Eun´apolis, BA, incluindo as esp´ecies grandis, pellita e h´ıbridos urograndis aos 7 anos de idade. Com o objetivo de selecionar os melhores clones foi obtida a Melhor Predi¸c˜ao Linear n˜ao Viesada (BLUP) dos efeitos genot´ıpicos via metodologia de modelos mistos e estimados os componentes de variˆancia e parˆametros genot´ıpicos pelo processo da M´axima Verossimilhan¸ca Restrita (REML). O vetor de solu¸c˜oes das equa¸c˜oes de modelos mistos processadas pelo programa SELEGEN, desenvolvido pela Embrapa, apresenta os efeitos genot´ıpicos preditos, ganhos de sele¸c˜ao e valores genot´ıpicos preditos para cada clone. A sele¸c˜ao dos clones com desempenho relativo superior a 80% resultou numa nova m´edia para volume igual a 0,519 m 3 correspon-
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Avaliação do potencial da casca de Eucalyptus spp. para a produção de bioetanol

Avaliação do potencial da casca de Eucalyptus spp. para a produção de bioetanol

A utilização de fontes renováveis para a produção de biocombustíveis tem sido incentivada no mundo todo. Assim, na proposta de um novo cenário energético mundial, aliado as condições ambientais, surge a necessidade de se procurar outras fontes alternativas de matéria primas renováveis. Neste contexto, o Brasil possui condições especiais, se considerarmos os resíduos lignocelulósicos do setor florestal. Atualmente, o Brasil é o maior produtor mundial de celulose à partir de fibra curta de Eucalyptus spp, com um setor bem desenvolvido e em plena expansão. Toda esta atividade industrial produz anualmente cerca de 2,8 a 5,7 milhões de toneladas resíduos sólidos na forma de casca (principalmente de eucaliptos). Em muitos casos o destino aplicado para essas biomassas é pouco eficiente e representa uma perda significativa do potencial energético, pois estes resíduos lignocelulósicos são passíveis de biotransformação a compostos com elevado valor agregado, tais como os biocombustíveis (etanol). Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial das cascas de eucalipto frente a produção de etanol combustível. Desta maneira, as cascas de 5 clones comerciais (E.urophylla x E. grandis e E. grandis) foram caracterizadas quanto a composição química. As cascas de eucalipto foram submetidas a uma série de pré-tratamentos ácidos e alcalinos, avaliados em planejamento fatorial com o objetivo de recuperar os açúcares potencialmente fermentecíveis. As cascas de eucalipto apresentaram aproximadamente 20% de carboidratos solúveis totais – CST (glicose, frutose e sacarose). Os CST foram extraídos com água quente à temperatura de 80 o C e em seguida
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Agressividade de isolados de Ceratocystis fimbriata em clones de Eucalyptus spp

Agressividade de isolados de Ceratocystis fimbriata em clones de Eucalyptus spp

Como discutido por McDonald e Linde (2002), a variabilidade patogênica encontrada nos isolados de um patógeno representa grande problema para traçar medidas eficazes no manejo da doença, sendo que a maior agressividade implica em maior consumo de fungicidas ou mesmo fazendo com que seja necessário revisar as estratégias de um programa de melhoramento com foco em resistência a doenças. A resistência genética é a principal forma de controle a C. fimbriata (Zauza et al, 2004, Alfenas et al., 2009). Desse modo, a seleção de genótipos resistentes ao patógeno fica comprometida quando se emprega um isolado pouco agressivo, fazendo com que a seleção dos genótipos resistentes seja equivocada. O conhecimento da variabilidade patogênica dos isolados empregados nos programas de melhoramento do eucalipto pode minimizar os problemas de seleção de clones resistentes no sentido de obtenção de isolados com maior espectro de ação e altamente agressivos nas diversas espécies e clones de Eucalyptus spp.
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Uso da pirólise acoplada à cromatografia gasosa e à espectrometria de massas na determinação da relação siringil/guaiacil em ligninas de clones de Eucalyptus spp

Uso da pirólise acoplada à cromatografia gasosa e à espectrometria de massas na determinação da relação siringil/guaiacil em ligninas de clones de Eucalyptus spp

NUNES, Cleiton Antônio, M.Sc., Universidade Federal de Viçosa, janeiro de 2008. Uso da pirólise acoplada à cromatografia gasosa e à espectrometria de massas na determinação da relação siringil/guaiacil em ligninas de clones de Eucalyptus spp. Orientador: Claudio Ferreira Lima. Co-Orientadores: Luiz Cláudio de Almeida Barbosa e Jorge Luiz Colodette.

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Deterioração da madeira de Eucalyptus spp. por fungos xilófagos.

Deterioração da madeira de Eucalyptus spp. por fungos xilófagos.

DETERIORAÇÃO DA MADEIRA DE Eucalyptus spp. POR FUNGOS XILÓFAGOS RESUMO: Conduziu-se esta pesquisa, com o objetivo de avaliar a capacidade de deterioração de fungos isolados de madeiras de Eucalyptus spp. e realizar a análise química da madeira deteriorada, para verificar quais dos seus componentes sofreram maiores alterações em consequência do ataque. O experimento foi conduzido no Laboratório de Biodeterioração da Madeira, Departamento de Ciências Florestais e da Madeira, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Espírito Santo, no município de Jerônimo Monteiro, ES. Doze fungos foram utilizados, destes, nove foram provenientes de culturas puras isoladas a partir de fragmentos de cepas de madeiras de eucalipto deterioradas, coletadas em três localidades distintas, e três culturas puras com reconhecida capacidade de deterioração que foram utilizadas como padrão de comparação. Dos fungos testados, os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2 exibiram boa capacidade de deterioração da madeira de Eucalyptus spp. O cerne de eucalipto teve maior resistência natural que o alburno, mas os fungos foram capazes de degradar ambas as madeiras. De modo geral, houve um incremento no teor de extrativos totais na madeira deteriorada (cerne e alburno), para os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2. Nas madeiras de cerne de Eucalyptus grandis houve decréscimo no teor de extrativos para ambos Basidiomicetos. Com relação à holocelulose (celulose + hemiceluloses), ocorreram pequenas diferenças entre as madeiras sadias e deterioradas (variações médias em torno de 1%). Dos fungos testados, o Basidiomiceto 2 causou maior degradação da lignina quando comparado ao Basidiomiceto 1.
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Avaliação de polissulfetos na polpação kraft de misturas de madeiras de Eucalyptus spp. e Pinus spp

Avaliação de polissulfetos na polpação kraft de misturas de madeiras de Eucalyptus spp. e Pinus spp

Esses resultados estão diretamente relacionados à eficiência da deslignificação obtida no processo, ou seja, houve maior remoção de lignina à medida que a quantidade da madeira de Pinus spp. aumentou nas proporções utilizadas. Isso pode ser explicado pela relação lignina/HexA das polpas. Como apresentado anteriormente, à medida que aumenta a proporção da madeira de Pinus spp., o número kappa torna-se predominantemente composto por lignina, enquanto que o número kappa das proporções com maiores quantidades da madeira de Eucalyptus spp. são compostas em grande parte pelos ácidos hexenurônicos. Portanto, por ser o oxigênio um oxidante nucleofílico, que sob condições alcalinas, promove a remoção da lignina, mas não reage com os grupos de ácidos hexenurônicos (Vuorinen et al., 1996), a eficiência fica comprovada para proporções com maiores quantidades de Pinus spp.
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Seca de ponteiros de Eucalyptus spp. causada por Erwinia psidii no Brasil

Seca de ponteiros de Eucalyptus spp. causada por Erwinia psidii no Brasil

A partir de 2009, uma nova enfermidade de etiologia bacteriana desconhecida tem sido observada, com ocorrência esporádica, em plantios de Eucalyptus spp. em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A doença foi primeiramente constatada em Lençóis Paulista, São Paulo e posteriormente em Guaíba e Rosário do Sul, no Rio Grande do Sul, em plantios clonais de híbridos de E. urophylla x E. grandis e em plantios seminais de E. grandis e E. dunni. Em determinados locais e épocas do ano a doença incide em quase 100% das plantas levando à perda da dominância apical e possível redução do crescimento, gerando prejuízos para a cultura. Os principais sintomas observados são a seca de ponteiros e necrose do pecíolo e da nervura central das folhas. Nas hastes jovens das plantas, algumas vezes, podem ser observados o escurecimento da medula e exsudação macroscópica e microscópica bacteriana.
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Estudo das respostas ecofisiológicas no crescimento de clones Eucalyptus spp. submetidos...

Estudo das respostas ecofisiológicas no crescimento de clones Eucalyptus spp. submetidos...

A alta demanda por madeira de eucalipto para diversas finalidades traz a necessidade da expansão de plantios para áreas em condições de déficit hídrico, o que leva o interesse de entender os processos fisiológicos relacionados ao crescimento da árvore, para possibilitar uma alta produtividade das florestas nessas áreas. Com base nessas informações, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da variação de níveis de restrições hídricas em clones de Eucalyptus spp. plantados em diferentes condições edáficas, pelo estudo das respostas ecofisiológicas, para isso foram instalados em janeiro 2012 dois experimentos na Estação Experimental de Ciências Florestais de Itatinga (EECFI) pertencente a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ) – USP, o experimento 1 foi instalado no solo classificado como Latossolo vermelho distroférrico típico A moderado textura argilosa (LVdf) e o experimento 2 no solo Latossolo vermelho distrófico típico A moderado textura argilosa (LVd-1).Cada experimento foi implantado em blocos casualizados em arranjo fatorial de 6 x 3, seis clones de eucalipto (COP 1404, COP 1407, AEC 1528, AEC 0042, AEC 0224, AEC 0144) e três espaçamentos (3m x1m, 3mx2m, e 3mx4m), com seis repetições, e parcelas quadradas constituídas por 25 plantas, sendo as nove plantas centrais consideradas como a área útil de medição. Foram realizadas avaliações das variáveis: DAP (cm), altura total (m), comprimento da copa (m) e índice de área foliar (IAF m 2 /m 2 ) trimestralmente, no período de 21 até 37
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Estudo de diferentes sistemas de colheita de Eucalyptus Spp em área montanhosa

Estudo de diferentes sistemas de colheita de Eucalyptus Spp em área montanhosa

Em estudo de tempos médios de instalação, mudança de conjunto e por ciclo realizado por Malinovski e Fenner (1988), utilizando cabo grua “Mini-Urus” para extração de madeira longa (fustes inteiros), com equipamento auxiliar para o arraste dos fustes para a estrada ou “arraste lateral” efetuado pelo próprio “Mini-Urus”, extraindo madeira em eitos de 30 metros de largura (15 linhas de plantio) nas distâncias até 100 metros, em povoamento de Eucalyptus spp. com 10 anos de idade, tendo a densidade de 1.350 árvores por hectare à época do corte, com ocorrência de declividades variando entre 15% e 95%, contemplando atividades efetivas e gerais, bem como instalação e mudança do conjunto, obtiveram os resultados conforme Tabela 1.
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Estudo da branqueabilidade e da qualidade de polpas de Eucalyptus spp. de diferentes origens

Estudo da branqueabilidade e da qualidade de polpas de Eucalyptus spp. de diferentes origens

Resumo: o objetivo deste estudo foi avaliar a branqueabilidade, Δ kappa/kg cloro ativo total (CAT) e a qualidade de polpas de Eucalyptus spp. provenientes de duas diferentes fábricas de celulose Kraft de eucalipto. A polpa industrial pré-deslignificada com oxigênio da fábrica A apresentou maior branqueabilidade (0,197 Δ kappa/kg CAT) que a da fábrica B (0,135 Δ kappa/kg CAT). Os fatores que afetaram a branqueabilidade das polpas estudadas foram a alvura inicial e o teor de ácidos hexenurônicos resultantes dos cozimentos industriais. As polpas industriais da fábrica B apresentaram menores índices de rasgo.
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Genética da resistência à murcha-de-ceratocystis (Ceratocystis fimbriata) em Eucalyptus spp

Genética da resistência à murcha-de-ceratocystis (Ceratocystis fimbriata) em Eucalyptus spp

Com a ampliação das áreas plantadas, especialmente em regiões quentes e úmidas, tem sido crescente o surgimento de novas enfermidades que afetam a cultura e causam perdas significativas na produção (ALFENAS et al., 2004). Dentre essas, a murcha-de-ceratocystis, causada pelo fungo Ceratocystis fimbriata Ellis & Halsted, é uma das mais importantes devido à sua natureza letal, ampla distribuição geográfica, variada gama de hospedeiros e variabilidade genética na população do patógeno (ALFENAS & GUIMARÃES, 2007). Ceratocystis fimbriata já foi detectado em 31 espécies de 14 diferentes famílias, entre elas espécies arbóreas, como plátano (Platanus spp.), mangueira (Mangifera indica L.), gmelina (Gmelina arborea Roxb.), cacaueiro (Theobroma cacao L.), cafeeiro (Coffea arabica L.), seringueira (Hevea brasiliensis (Willd. Ex Adr. Juss.) Müll. Arg.), espatódea (Spathodea sp.), fícus (Ficus carica L.), acácia (Acacia spp.) e eucalipto (Eucalyptus spp.) (BAKER et al., 2003). A existência de variabilidade inter e intra-específica para a resistência a essa doença (ZAUZA et al., 2004; ALFENAS et al., 2004) torna a seleção de genótipos resistentes a melhor estratégia de controle. Atualmente, a incorporação de ferramentas e abordagens genômicas nos programas de melhoramento florestal poderá abrir novas perspectivas para a compreensão das relações patógeno-hospedeiro (GRATTAPAGLIA, 2007).
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Efeito da estaquia, miniestaquia, microestaquia e micropropagação no desempenho silvicultural de clones híbridos de Eucalyptus spp..

Efeito da estaquia, miniestaquia, microestaquia e micropropagação no desempenho silvicultural de clones híbridos de Eucalyptus spp..

RESUMO – Este trabalho objetivou avaliar a “performance” de quatro clones híbridos de Eucalyptus spp., propagados pelas técnicas de estaquia, micropropagação, microestaquia e miniestaquia, quanto às características de crescimento em altura e diâmetro (dap), bem como a produção de biomassa da parte aérea, em teste clonal, instalado em dois locais distintos localizados no norte de Minas Gerais. De acordo com os resultados, pode- se concluir que os efeitos das técnicas de propagação não resultaram em diferenças expressivas no crescimento em altura e dap, nas avaliações aos 4, 8, 16 e 24 meses de idade, dos clones estudados. Em relação à biomassa da parte aérea, os resultados não indicaram uma tendência sobre possíveis efeitos das técnicas de propagação em relação ao comportamento silvicultural dos clones.
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Plantio misto de Eucalyptus spp. com leguminosas arbóreas fixadoras de nitrogênio.

Plantio misto de Eucalyptus spp. com leguminosas arbóreas fixadoras de nitrogênio.

diferenças significativas em crescimento de raízes finas em relação ao seu cultivo monoespecífico. O autor também verificou que o crescimento do sistema radicular até os oito meses de idade, tanto para o plantio em monocultura como para o plantio misto, atingiu uma ocupação em torno de 120  cm de distância do tronco das árvores; já aos 18 meses de idade, o sistema radicular das espécies florestais ocupava toda a área útil do sistema. E, nessa idade, a densidade de raízes finas foi superior no plantio monoespecífico de Acacia mearnsii em relação ao povoamento monoespecífico e misto de Eucalyptus urograndis. Segundo o autor, o conhecimento sobre o crescimento das raízes finas e a configuração do sistema radicular durante a fase inicial de desenvolvimento dos povoamentos pode ajudar nas decisões de práticas em que a silvicultura intensiva ou a agrossilvicultura é utilizada e, portanto, assegurar o uso mais eficiente dos recursos do solo.
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Estabelecimento de mudas de Eucalyptus spp. e Corymbia citriodora em diferentes substratos.

Estabelecimento de mudas de Eucalyptus spp. e Corymbia citriodora em diferentes substratos.

O diâmetro do coleto também foi influenciado pela interação entre os fatores no E. pellita, sendo as maiores médias observadas para o resíduo fibra de coco nas proporções de 25% e 50%. Para as demais espécies, não houve interação entre os fatores, com as menores médias observadas na proporção de 75%, independentemente do tipo de resíduo (Figura  1). Kratz & Wendling (2013), avaliando o desenvolvimento de mudas de Eucalyptus dunnii via seminal, em substratos renováveis, constataram que o substrato formado por casca de arroz carbonizada e vermiculita fina (50CAC/50VM) proporcionou maiores incrementos em alturas e diâmetros, divergindo dos resultados encontrados no presente experimento, em que mudas produzidas com esse substrato apresentaram valores intermediários para esses parâmetros
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Determinação do tempo ótimo do enraizamento de miniestacas de clones de Eucalyptus spp..

Determinação do tempo ótimo do enraizamento de miniestacas de clones de Eucalyptus spp..

ABSTRACT - A temporal analysis of the rooting curve of two hybrid clones of eucalypt (C1 – E. grandis x E. urophylla; C2 - E. grandis x E. saligna) was carried out to determine the optimum time for permanence of the vegetative propagules in the rooting house, considered under the technical viewpoint and risk of disease incidence. It was found out that the optimum time needed to induce rhyzogenesis depended on the Eucalyptus clone and that a knowledge of temporal model may provide a basis for the management of forest nurseries. Besides, two useful criteria were established to determine the optimum time to induce rooting, i.e., the intercept of the daily current increase curve (DCI) and daily average increase (DAI) and the time during which the maximum rooting velocity value occurs. For clones 1 and 2, respectively, 20 and 30 days were defined as optimum times, based on the criterium of the intercept of the DCI and DAI curves, while15 and 22 days were defined as optimum times, based on the maximum rooting velocity criterium, with the latter criterium being the most indicated, taking into account installation cost and risk of incidence of diseases in eucalyptus clonal propagation.
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Análise ergonômica das atividades de propagação vegetativa de Eucalyptus spp. em viveiros

Análise ergonômica das atividades de propagação vegetativa de Eucalyptus spp. em viveiros

Segundo MORAES (1983), equipamentos ou máquinas.. quando se adaptam adequadamente ao organismo, sob o ponto de vista dimensional, os erros, os acidentes, o desconforto e a fadiga diminu[r]

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