Fatores de risco

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A prevalência cumulativa de fatores de risco para doença cardiovascular em adolescentes iranianos: IHHP-HHPC.

A prevalência cumulativa de fatores de risco para doença cardiovascular em adolescentes iranianos: IHHP-HHPC.

Considerando que o Oriente Médio tem o maior exceden- te energético em termos de dieta entre os países em desenvolvimento e que houve rápidas mudanças nas carac- terísticas demográficas da região e grandes mudanças nos padrões de atividade física e alimentar, existe um rápido aumento nos fatores de risco para DCA 22 . A maioria dos estudos nos países do Leste Mediterrâneo é realizada com a população adulta; todavia, os poucos estudos que avaliam os fatores de risco para DCA entre jovens dessa região concordam com os achados de estudos realizados em países em desenvolvimento. Como a prevalência da obesidade em adultos no Kuwait está entre as mais altas da península arábica, e a DCA é a principal causa de mortalidade naquele país, Moussa et al. avaliaram os fatores de risco de tais doenças entre escolares com 6 a 13 anos de idade e encontraram uma alta prevalência desses fatores de risco, especialmente em indivíduos obesos 23 .
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Prevalência e fatores de risco na associação entre doença arterial coronariana e aneurisma de aorta.

Prevalência e fatores de risco na associação entre doença arterial coronariana e aneurisma de aorta.

No período de julho de 2003 a julho de 2005, realizamos um estudo prospectivo, aberto, não-randomizado que incluiu 95 pacientes (62 homens, 33 mulheres, com média de idades de 66 ± 11,8 anos). Os critérios para inclusão no estudo foram diagnóstico de AA confirmado por tomografia computadorizada, possuir angiografia coronariana e não apresentar sintomas atribuíveis a DAC ou seu diagnóstico prévio. Foram excluídos aqueles que tinham idade < 18 ou ≥ 80 anos, os que tivessem aneurismas de origem traumática, aneurismas dissecados ou rotos e os que não concordassem em participar do estudo. Os fatores de risco analisados foram: idade, sexo, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, dislipidemia e tabagismo.
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Fatores de risco cardiovascular

Fatores de risco cardiovascular

Resultados: Dos 193 indivíduos inquiridos, com idades entre os 21 e 96 anos (média: 71,3 ± 16,7), a maioria são mulheres (n:109; 56,5%), e mais de metade são analfabetos ou completaram o 1ºciclo (n:153; 79,3%). A quase totalidade (n:169; 87,6%) tem algum tipo de problema de saúde ativo. As prevalências dos fatores de risco são: 1) excesso de peso/obesidade (n:138; 76,2%), 2) hipertensão arterial (n:113; 58,5%), 3) sedentarismo (n:93; 48,2%), 4) hábitos alcoólicos (n:64; 33,2%), 5) hipercolesterolemia (n:59; 29,0%), 6) não ingestão diária de frutas e vegetais (n:32; 16,6%), 7) diabetes mellitus (n:25; 13,0%) e 8) hábitos tabágicos (n:10; 5,2%). Apenas 2,6% (n:5) não tem nenhum destes fatores. Existe associação entre hipertensão arterial, diabetes mellitus, hipercolesterolemia e excesso de peso/obesidade entre si, com a exceção da diabetes e excesso de peso/obesidade, onde não existe associação (p=0,137).
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Conhecimento e mudanças de comportamento de mulheres junto a fatores de risco para câncer de colo uterino

Conhecimento e mudanças de comportamento de mulheres junto a fatores de risco para câncer de colo uterino

A abordagem às mulheres ocorreu no momento em que estas aguardavam para realizar o exame de Papanicolaou, dando-se de forma consecutiva. Os dados foram coletados nas unidades básicas de saúde, de maio a agosto de 2007, por meio de entrevista, que seguiu um instrumento contendo perguntas sobre os fatores de risco para CCU, conhecimento das mulheres sobre esses fatores, como estas obtiveram tais informações e quais as mudanças ocorridas após o conhecimento destes. O instrumento foi testado previamente com dez mulheres, que não compuseram a amostra final.
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Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adultos residentes em capitais brasileiras, 2013.

Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adultos residentes em capitais brasileiras, 2013.

Objetivo: descrever as prevalências dos fatores de risco e proteção para doenças crônicas na população adulta residente nas capitais brasileiras em 2013, e verificar os fatores sociodemográficos associados. Métodos: foi realizado estudo transversal com 52.929 entrevistas pelo inquérito telefônico Vigitel, e investigadas associações mediante regressão de Poisson. Resultados: as prevalência foram: tabagismo de 11,3% (IC 95% :10,6%;11,9%); para consumo abusivo de bebidas alcoólicas, 16,4% (IC 95% :15,7%;17,0%); consumo recomendado de frutas e hortaliças, 23,6% (IC 95% :22,9%;24,3%); inatividade física, 16,2% (IC 95% :15,6%;16,9%); excesso de peso, 50,8% (IC 95% :49,9%;51,6%); elevado consumo de sal referido, 16,0% (IC 95% :15,3;16,6); substituição do almoço ou jantar por lanches, 15,5% (IC 95% :15,8%;17,1%); e consumo regular de doces, 19,5% (IC 95% :18,8%;20,2%); a presença dos fatores de risco foi associada ao sexo masculino, maior idade e menor escolaridade. Conclusão: o monitoramento apoia o planejamento de políticas públicas de promoção da saúde visando à redução da morbimortalidade por doenças crônicas.
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FATORES DE RISCO PARA TUBERCULOSE

FATORES DE RISCO PARA TUBERCULOSE

que os alcoólatras, os fumantes e os usuários de drogas ilícitas abandonaram o tratamento da tuberculose com maior frequência do que aqueles que não apresentavam nenhum desses fatores de risco. Entre os usuários de drogas ilícitas, o uso de maconha foi relatado em 33%; o de consumo de cocaína inalada foi relatado em 29%; o uso intravenoso de cocaína, em 17%; e o uso de crack; em 11%. Metade dos usuários de drogas ilícitas relatou utilizar combinações dessas drogas. Os autores de um estudo realizado em Portugal utilizaram dados do Centro Nacional de Vigilância Nacional para avaliar as causas de falha no tratamento de tuberculose (falência, abandono de tratamento e óbito) entre 2000 e 2012. (67) A taxa global dessa falha foi de 11,9%,
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Estudo da prevalência dos fatores de risco do câncer de mama, numa população de funcionárias da MEAC e da Unisidade Federal do Ceará

Estudo da prevalência dos fatores de risco do câncer de mama, numa população de funcionárias da MEAC e da Unisidade Federal do Ceará

Para determinar a prevalência de alguns fatores de risco do câncer de mama, quantificar os fatores de risco de maior prevalência, delimitar grupos de maior risco e sugerir possíveis medidas de intervenção para prevenção primária, analisou-se uma população de 425 funcionárias da Maternidade Escola Assis Chateaubriand da Universidade Federal do Ceará, de vários níveis sociais e padrões raciais, mediante a aplicação de um formulário com o levantamento de 30 variáveis e realizou-se a mensuração do peso, altura, circunferência da cintura e do quadril.Calculou-se com estes dados a relação cintura/quadril, o índice de massa corpórea e o índice de Gail de todas as entrevistadas. Dos fatores de risco levantados, encontrou-se em 222 (52,2%) funcionárias o índice de massa corpórea acima de 25, a relação cintura/quadril maior do que 0,8 em 391 (92,1%) e o sedentarismo em 314 (73,1%) das entrevistadas. O grupo de maior risco encontrado e que merece seguimento diferenciado é formado pelos seguintes subgrupos: as 222 (52,2%) funcionárias com o índice de massa corpórea maior ou igual a 25, as 34 (11,3%) que tiveram o primeiro filho após os trinta anos, as 34 (11,3%) que fazem ou fizeram terapia de reposição hormonal, as 2 (0,5%) portadoras de câncer de mama e as 15 (20,8%) com parentes de primeiro grau acometidos de câncer de mama. São medidas possíveis de intervenção para o grupo de maior risco, para prevenção primária do câncer de mama: orientações dietéticas e reeducação alimentar, com periódico controle das medidas biométricas e um programa de condicionamento físico no ambiente de trabalho.
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Hipercolesterolemia em escolares e seus fatores de risco.

Hipercolesterolemia em escolares e seus fatores de risco.

As conseqüências do colesterol elevado, somado a outros fatores de risco constituem problema mundial de saúde pública. Do ponto de vista clínico, a vigi- lância e a detecção precoce dos fatores de risco asso- ciados à hipercolesterolemia são fatores primordiais nas ações preventivas com destaque para a obesida- de infantil, cujo controle por meio da obtenção e ma- nutenção do peso adequado, para altura, sexo e idade é factível em ações primárias de atenção à saúde. Além deste fator de risco, considerado modificável, a pre- sença de hipertensão arterial e HFDC positiva tam- bém colaboram na avaliação do perfil de risco. A hi- pertensão arterial é mais reconhecida em adultos do que em crianças e adolescentes, porém existem estu- dos que recomendam o acompanhamento da pressão arterial em crianças com antecedentes familiares po- sitivos para doenças cardiovasculares. É necessário o desenvolvimento de ações de educação em saúde, com foco na educação nutricional e no estímulo ao exercício físico, iniciadas ainda nas escolas, que po- deriam ser reproduzidas pelas crianças em casa, con- tribuindo assim para um melhor estado de saúde da família como um todo.
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Estudo dos fatores de risco de queda no domicílio de pessoas idosas

Estudo dos fatores de risco de queda no domicílio de pessoas idosas

Quando relacionado o número de fatores de risco identificados em cada divisão com o ter vivenciado evento de queda no domicílio no último ano, apesar de nem sempre o presente estudo ter apresentado valores estatisticamente significativos, houve sempre uma tendência dos indivíduos que experienciaram evento de queda terem apresentado na FRQD – Check-list um maior número de fatores de risco, quer individualmente em cada divisão quer no score total da FRQD – Check-list. Esta relação é ainda mais significativa quando comparada a divisão onde o inquirido caiu com o número de fatores de risco identificados nessa mesma divisão, uma vez que os resultados apontam para a existência de um maior número de fatores de risco nas divisões em que o participante caiu. Estes resultados mostram que a existência de fatores de risco influencia expressivamente a ocorrência de um evento de queda, tal como demonstram Jang et al. (2014) que apontam os fatores de risco ambientais como causadores, direto ou indiretamente de queda. Também Oliveira et al. (2014) concluíram através do seu estudo que os fatores de risco ambientais estão presentes entre 20% e 58% das quedas, e os fatores de risco mais prevalentes tratam-se do pavimento derrapante, irregular, existência de desníveis e obstáculos, principalmente tapetes/carpetes derrapantes.
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Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adultos: estudo transversal, Brasil 2012.

Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adultos: estudo transversal, Brasil 2012.

No presente estudo, verificou-se que o excesso de peso atingiu mais da metade da população adulta brasileira e a obesidade quase um quinto, concomi- tantes à alimentação inadequada, marcada por baixo consumo de frutas e hortaliças e consumo excessivo de gorduras, além do consumo elevado de bebidas alcoólicas e açucaradas. A prática de atividade física foi observada em um terço da população estudada, apesar de importantes diferenças encontradas segundo idade e sexo. Mulheres e idosos praticaram menos atividade física; ademais, a população gastou longo tempo em frente à TV e deslocou-se para o trabalho de forma pouco ativa. O tabagismo prevaleceu na população masculina, com menor escolaridade e mais velha. As doenças autorreferidas, como diabetes e hipertensão arterial, predominaram entre mulheres e idosos. A maior prevalência dos fatores de risco em geral esteve associada ao sexo masculino e à baixa escolaridade.
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Fatores de risco para mortalidade em idosos.

Fatores de risco para mortalidade em idosos.

Among the diseases reported, the circulatory sys- tem disease group presented a significantly greater risk of death, and these diseases are the principal cause of death among elderly peo[r]

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ASPECTOS DE RISCO CORONARIANO EM CASUÍSTICA DE CRIANÇAS DE ESCOLA PÚBLICA DE lº GRAU EM BAURU, SP

ASPECTOS DE RISCO CORONARIANO EM CASUÍSTICA DE CRIANÇAS DE ESCOLA PÚBLICA DE lº GRAU EM BAURU, SP

A men or presen~a dos fatores de risco em escolares nordestinos sugere a influencia das dife- ren~as culturais, ambientais e nutricionais no esti- 10 de vida das pessoas. Estudos realizados em Kuopio e North Karelia, na FinHl.ndia (AKERBLOM et al. 1985, PUSKA 1985), apre- sentaram indices alarmantes de prevalencia dos fatores de risco da DC em crian~as, em especial 0 tabagismo, a hipercolesterolemia e' hipertensao. Algumas caracteristicas antropometricas, como 0 peso corporal total e a altura, saD utilizadas com frequencia em estudos que abordam os padr6es de crescimento de crian~as. Neste estudo, os meni- nos nao foram mais altos nem mais pesados do que as meninas, embora estas tenham apresentado diferen~as significativas com rela~ao ao indice de massa corporal, somat6rio de dobras cutaneas (triciptal e subescapular) e porcentagem de gordu- ra corporal. Estes resultados sugerem que os me- ninos possuem melhor desenvolvimento muscu- lar e osseo, traduzido por massa magra mais acen- tuada que as meninas. No entendimento de GUEDES (1994), 0 componente de massa magra entre mo~as e rapazes apresenta valores medios similares dos sete aos 13 anos de idade e somente a partir dos 14 anos, as diferen~as intersexuais tor- nam-se estatisticamente favon'iveis aos rapazes.
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Eng. Sanit. Ambient.  vol.12 número2

Eng. Sanit. Ambient. vol.12 número2

Nos anexos da publicação, o leitor encontrará interessantes estatísticas. No anexo 2.1, são apresentados as médias e intervalos de confiança (95%) das frações atribuíveis ao ambiente de várias doenças. O anexo 2.2 apresenta, em forma gráfica, as faixas de frações atribuíveis (<5%, 5-25%, >25%) ao ambiente de determinadas doenças. Nos anexos 2.3 e 2.4, são mostrados os números totais de mortes e doenças e os números atribuíveis aos fatores de risco ambiental, por região da Terra.

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Relação entre acidente vascular cerebral e doenças tiroideias

Relação entre acidente vascular cerebral e doenças tiroideias

controlos. Este estudo investigou a possibilidade de associação entre o HS e a aterosclerose (doença isquémica cardíaca e doença cerebrovascular) e sua mortalidade. A prevalência dos indivíduos com HS foi no total de 10,2%, sendo a prevalência nos homens de 9,8% e nas mulheres de 10,5%. Não houve muita diferença da prevalência de HS entre os diferentes sexos, apesar de na maioria dos outros estudos esta prevalência ser superior nas mulheres. Este facto poderá, muito provavelmente, ser devido a prevalência do HS ter sido superior nos homens com mais de 70 anos do que nas mulheres. Foi observado que o HS está associado a doença cardíaca isquémica nos homens mas não em mulheres, independentemente dos fatores de risco. Pensa-se que este risco deve-se à hipercolesterolémia e à hipertensão. Apesar disso o HS não está associado à doença cerebrovascular, tanto em homens como em mulheres.
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A saúde no trabalho dos enfermeiros: relação entre fatores psicossociais risco e patologias músculo-esqueléticas

A saúde no trabalho dos enfermeiros: relação entre fatores psicossociais risco e patologias músculo-esqueléticas

O conceito de risco integra assim, a relação entre as exposições a fatores de risco, por um lado e o dano, por outro lado. No entanto, na maioria das vezes, os efeitos não são imediatos mas cumulativos e diferidos no tempo (Barros, 2017) e podem ocorrer a nível fisiológico (e.g., fadiga, insónias, reações cardiovasculares, incómodo a nível músculo- esquelético ou digestivo e dificuldades respiratórias), psicológico (e.g., ansiedade, depressão, nervosismo, oscilação emocional, perdas de memória e esgotamento) e a nível comportamental (e.g., erros e falhas na execução de tarefas, isolamento, absentismo laboral, agressividade, consumo de substâncias psicoativas e estados depressivos que podem levar ao suicídio) (Chagas, 2015; AESST, 2018).
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.83 número6

Arq. Bras. Cardiol. vol.83 número6

explicado pelo controle dos fatores de risco cardiovascular, pois estes se acham em ascensão, talvez com a única exceção do tabagismo que decresceu nas classes de renda mais alta. A evo- lução tecnológica, com a crescente utilização da revascularização miocárdica, seja cirúrgica ou por angioplastia e o uso de múlti- plas drogas para tratar os fatores de risco cardiovascular também não podem explicar a variação desta curva: 1º por que a redução da mortalidade ocorreu sem que os fatores de risco estivessem controlados pelo uso de drogas; 2º por que a minoria de nossa população tem acesso aos diversos avanços tecnológicos; 3º por que as taxas de letalidade observadas com a utilização da revas- cularização miocárdica ou da angioplastia coronariana parecem estar bem acima do desejável. No Estado do Rio de Janeiro, por exemplo 9 , encontrou-se uma letalidade hospitalar média, em pe-
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Validade e reprodutibilidade de medidas antropométricas, morbidade referida, consumo de alimentos e bebidas obtidos por inquérito telefônico

Validade e reprodutibilidade de medidas antropométricas, morbidade referida, consumo de alimentos e bebidas obtidos por inquérito telefônico

Dentre os principais fatores de risco para as DCNT, existem aqueles relacionados a desordens nutricionais como a alimentação inadequada e o excesso de peso. A obesidade é um dos maiores problemas nutricionais do Brasil. Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008-2009 (IBGE, 2010), cerca de 49% da população adulta brasileira apresentava excesso de peso e, entre estes, 12,5% de homens e 16,9% de mulheres eram obesos. Comparando-se estimativas da POF de 2008-2009 com as de pesquisas anteriores realizadas no Brasil em 1974 e 1975 (Estudo Nacional da Despesa Familiar, ENDEF), em 1989 (Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição, PNSN) e em 2002-2003 (POF 2002-2003), entre os homens, a prevalência do excesso de peso triplicou e a de obesidade aumentou em quatro vezes. A evolução de excesso de peso e obesidade entre mulheres mostrou aumentos de cerca de 50% entre 1974 e 1989, relativa estabilidade entre 1989 e 2003, voltando a aumentar entre 2003 e 2009 (IBGE, 2004; IBGE, 2010; COELHO et al., 2009).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA

As alterações lipídicas vêm acompanhadas de comorbidades, como hipertensão, aterosclerose e diabetes, que influenciam diretamente as propriedades funcionais e estruturais das grandes artérias. Nesses casos, o efeito isolado da dislipidemia sobre a distensibilidade arterial é difícil de ser determinado. Uma das maneiras de avaliar a participação do colesterol na distensibilidade dos vasos é a hipercolesterolemia familiar (HF) onde os distúrbios do colesterol se apresentam de modo isolado, sem a participação de outros fatores de risco (LEHMANN et al., 1.992). A hipercolesterolemia familiar (HF) é definida como uma doença hereditária autossômica dominante, que em uma grande maioria dos pacientes é causada por uma mutação no gene receptor de lipoproteínas de baixa densidade. Essas mutações resultam em colesterol total plasmático altamente elevado, levando a aterosclerose prematura manifestando-se principalmente como doença arterial coronariana. Além disso, a aterosclerose provoca mudanças estruturais e funcionais na parede do vaso resultando em aumento da rigidez arterial (LEWANDOWSKI et al., 2.014).
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Efeito moderador do risco social na relação entre risco biológico e desempenho funcional infantil.

Efeito moderador do risco social na relação entre risco biológico e desempenho funcional infantil.

tanto, uma das limitações dessa investigação refere- se ao tipo de desenho metodológico. Por se tratar de um estudo transversal, é possível que a natureza e a dimensão das evidências encontradas possam ser al- teradas ao longo do contínuo do desenvolvimento. Um estudo longitudinal forneceria informações mais precisas sobre o efeito moderador do nível socioe- conômico das famílias, em diferentes faixas etárias do desenvolvimento de crianças expostas a fatores de risco biológico. Entretanto, enquanto estudo ini- cial, os resultados apresentados podem servir de ponto de partida para trabalhos subsequentes, que poderão adicionar informações e consolidar evidên- cias.
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Risk factors for falls in hospitalized adult patients: an integrative review.

Risk factors for falls in hospitalized adult patients: an integrative review.

No entanto, a parir da análise dos fatores de risco no ambiente hospitalar, ideniicou-se uma lacuna no conhe- cimento com a produção de um número pequeno de pes- quisas relacionadas a questões de staf-paciente e como ele está vinculado ao risco de o paciente sofrer quedas. E mesmo aspectos intrínsecos, como o medo de cair, tam- pouco foi mencionado nos diferentes ipos de estudo des- ta revisão integraiva, apesar de ter se mostrado impor- tante fator de risco (100) .

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