Fim do mundo

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A origem e o fim do mundo: análise discursiva de textos de divulgação científica na Superinteressante

A origem e o fim do mundo: análise discursiva de textos de divulgação científica na Superinteressante

Assuntos concernentes à origem e ao fim do mundo sempre despertaram o interesse e a curiosidade de diversas pessoas, as quais recorrem muitas vezes à ciência , à religião e/ou à filosofia para encontrar respostas às suas indagações. Essas questões geram um amplo debate, no qual as formas de pensamento supracitadas defendem distintas concepções, e foram muitas as tentativas, em diferentes épocas, para descobrir como tudo começou e irá terminar. O ano de 2012 retratou a grande proporção que essa temática pode adquirir na sociedade, uma vez que algumas pessoas acreditaram que no dia 21 de dezembro de 2012 aconteceria o apocalipse maia, o que causou grande polêmica em todo o mundo. Esse assunto, portanto, deixou de fazer parte apenas de especulações científicas e virou notícia, causando muita discussão, principalmente nos meios de comunicação.
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O desenho na obra de Wim Wenders: 'Até o fim do mundo'

O desenho na obra de Wim Wenders: 'Até o fim do mundo'

reensinar ao cinema a arte do olhar", Wenders em "Até o Fim do Mundo" retrabalhava imagens captadas em HDTV (TV de alta definição) tendo por modelo maior um célebre quadro de Vermeer. Seria possível falar ainda, nas obras da Bienal, da dívida para com Francis Bacon de "Sad Man 1#" ou da homenagem a Monet em "Paris" e a Signac em "Venice”. Wenders, porém, reelabora a questão pintura-cinema para muito além do decalque.

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De sines às tribos do Neón: Al Berto e o fim do mundo

De sines às tribos do Neón: Al Berto e o fim do mundo

Al Berto condoía-se do isolamento, do individualismo demasiado. Em entrevista para o Diário de Lisboa, em 1989, o poeta detecta uma alternativa a isso por meio da oposição entre vida noturna e diurna: “acho que as pessoas que se encontram durante a noite são espantosas. São pessoas que, normalmente, têm uma disponibi- lidade que as que circulam durante o dia não têm. Interessa-me a disponibilidade das pessoas” (grifo nosso). Rafael Argullol, em seu O fim do mundo como obra de arte, precisamente sobre a habitação notívaga (mitológica?) das cidades, adianta-nos que sempre haveremos de encontrar alguma casa noturna, algum bar ou clube chamado “apocalipse” ou afins. Para o filósofo, o fim do mundo – enquanto ideia que “lateja, mas não se mostra, impedindo que o homem se familiarize com seu pavor” (2002: 112) – só seria concebível se “transfigurada parodicamente, até ser transformada em cenário sob cuja extensão se pode dançar, rir ou cantar como dançavam, riam ou cantavam os acólitos de todas as religiões ante as decorações obscenas nas quais se representava sua condenação” (Argullol 2002: 113). Nessa catarse proporcionada pela dança, atualizada sob luz neón, conclui que o “homem quer esquecer que, após tantas tentativas, não conseguiu fugir desse monólogo esgotante no qual expressa sua solidão” (Argullol 2002: 113).
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ENFIM SÓ(S). FIM DO MUNDO COMO IDÍLIO

ENFIM SÓ(S). FIM DO MUNDO COMO IDÍLIO

Nessas narrativas, a experiência de sobreviver ao fim do mundo se asse- melha à fuga das nações autoritárias rea- lizadas em distopias. Sozinhos no mundo, esses protagonistas têm a possi- bilidade de agir de acordo com seus im- pulsos e sem preocupações com regula- mentos sociais ou com a opinião de ter- ceiros. Essas obras são odes ao individu- alismo. O último homem tem tempo para dedicar ao que realmente lhe importa, a arte, e também está livre para expor suas opiniões recheadas de sarcasmo, mesmo que não haja ninguém para ouvir. A úl- tima mulher pode se soltar de amarras culturais e desenvolver seu potencial por meio de trabalhos braçais exaustivos, co- mumente reservados para homens (no contexto vivido por uma mulher de classe média). Ou ela ainda pode desen- volver seu potencial aventureiro e explo- rador, como o faz Lisa. O diferencial dessas histórias é que não se está fugindo de um sistema que não deu certo – é o próprio gênero humano que é apresen- tado como projeto falido.
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Ser imortal diante do fim do mundo: corpo, ciberutopia e transcendência

Ser imortal diante do fim do mundo: corpo, ciberutopia e transcendência

Parece que aqui começamos a responder à pergunta que nos colocamos anteriormente, a respeito de como podem os discursos de transcendência e imortalidade tecnológica sobreviver em um mundo cujo fim é constantemente anunciado. Haveria um futuro no qual essas tec- nologias poderiam desenvolver-se? Se, em um primeiro momento, as fantasias de um futuro hipertecnológico, que nos permitiria viver como fluxos de informação, parecem ir contra os dis- cursos sobre o fim do mundo, a partir de um olhar mais atento podemos entendê-las, em vez disso, como um resultado desses mesmos discursos, pois remetem à atitude de “abandono” que Latour menciona, além de serem uma resposta possível à própria ideia de devastação da vida no planeta, já que propõem um modo de existência descolado dos processos vitais que dependem da organicidade da natureza. Trata-se de um futuro no qual voltamos, enfim, ao cenário desolador do filme Matrix (1999): um planeta devastado e deserto habitado apenas por máquinas, cuja única realidade que resta aos humanos é a simulação artificial gerada por elas — a não ser para aqueles que, como o protagonista Neo, aceitam tomar a pílula vermelha para sair da simulação Matrix e encarar de frente o deserto que se tornou a realidade. Porém, a diferença entre o filme e os novos discursos transumanistas reside no fato de o primeiro ser uma assustadora distopia, enquanto esses últimos representam uma inusitada utopia trans- cendentalista de abandono não só do corpo, mas de certa forma também do planeta.
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Adiando o fim do mundo em tempos de pandemias: potências do ‘sentirfazerpensar’ com gestos e histórias

Adiando o fim do mundo em tempos de pandemias: potências do ‘sentirfazerpensar’ com gestos e histórias

A provocação levantada pelo artista inspira não apenas propostas de formação na América Latina, mas, sobretudo, inúmeros movimentos sociais e ambientais, bem como eventos científicos na área da Educação. O texto e a imagem que acompanham essa provocação nos advertem, sobretudo, acerca da importância em ‘sentirfazerpensar’ os movimentos como questão política, curricular e dos corpos, que auxiliam na potencialização e florescimento dos fenômenos implicados com mais-vida (RANGEL, 2018), ampliando nossos desejos de criar e a vontade de nos movimentar (dançar), ou tentando enfraquecê-los, através das tentativas de imposição da necropolítica (MBEMBE, 2018). E “isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover” (KRENAK, 2019, p. 26). Tudo vai passar. Vamos adiar o fim do mundo!
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“Alerta Global, Fim do Mundo, a Vingança da Natureza”: enunciações da Revista Veja em Análise

“Alerta Global, Fim do Mundo, a Vingança da Natureza”: enunciações da Revista Veja em Análise

Ao analisarmos as enunciações da revista Veja que colocam em dúvida a continuidade de vida na terra, produzindo uma sensação de angústia e insegurança que invadem as nossas vidas, problematizamos o quanto a sensação que nos acomete é de um medo constante pelo que poderá acontecer, de como enfrentaremos o desconhecido, aquilo que não podemos conter. Nesse caso, como conteremos “O Fim do Mundo” (Revista Veja, novembro de 2009)? ou “A Vingança da Natureza” (Revis- ta Veja, abril de 2001)? Parece-nos que não sabemos lidar muito bem com essa possibilidade, pois não temos certeza de quando o próximo furacão atacará, ou o próximo tremor de terras destruirá cidades ou quan- do o mar invadirá as cidades. Os desastres ambientais são cada vez mais imprevisíveis, o que nos coloca cada vez mais inseguros. Bauman nos diz que o “‘Medo’ é o nome que damos a nossa incerteza: nossa ignorância da ameaça e do que deve ser feito – do que pode e do que não pode – para fazê-la parar ou enfrentá-la, se cessá-la estiver além de nosso alcance” (BAUMAN, 2008, p.8, grifos do autor). Assim, entendemos que o medo cada vez mais faz parte de nossa vida e tem sido, em algumas reportagens da revista Veja, uma estratégia potente para colocar a população em alerta quanto à crise ambiental. Embora não saibamos muito bem quando sere- mos surpreendidos pela “Fúria da Natureza”, os dados estatísticos têm nos mostrado que, se não agirmos rápido, nosso futuro será calamitoso.
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O reviver dúbio de uma imperatriz: análise do romance "Imperatriz no fim do mundo", de Ivanir Calado

O reviver dúbio de uma imperatriz: análise do romance "Imperatriz no fim do mundo", de Ivanir Calado

Resumo: Em Imperatriz no fim do mundo (1992), Ivanir Calado apresenta-nos a história de Amélia de Leuchtemberg, segunda esposa de D. Pedro I e imperatriz brasileira entre 1829 e 1831. O que se destaca, na narrativa, não é tanto o seu conteúdo histórico, mas a forma como este é apresentado: a narradora é a própria Amélia, que, cento e vinte anos depois de morta – período durante o qual pesquisou tudo que pôde sobre a própria vida –, retorna ao Rio de Janeiro e decide escrever suas memórias. Ultrapassando o retrato da figura histórica e do contexto brasileiro no período do Império, temos, no romance em questão, uma subjetivização que não consta em documentos ou biografias já publicadas sobre Amélia, traço este que ocasiona a problemática central da narrativa: os limites entre o ficcional e o histórico. Proponho, portanto, neste artigo, analisar e discutir a construção de Imperatriz.... no sentido de aproximá-lo das teorias de Seymour Menton e de Linda Hutcheon, que propõem a nova novela histórica e a metaficcção historiográfica, respectivamente, e demonstrar porque, neste caso, não se pode recorrer à classificação de romance histórico nos paradigmas clássicos, propostos por György Lukács.
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Ideias para adiar o fim do mundo

Ideias para adiar o fim do mundo

Tal rompimento talvez nos “tire o chão”, mas, por outro lado, talvez mantenha o céu suspenso. Talvez possibilite a criação de outros mundos, dançar conforme outras músicas, inventar coreografias não civilizadas que possam salvar os quase-humanos de serem “tirados de cena, por epidemias, pobreza, fome, violência” (KRENAK, 2019, p. 70). “Para os povos que receberam aquela visita e morreram, o fim do mundo foi no século XVI” (KRENAK, 2019, p. 71).

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Previsões do fim do mundo

Previsões do fim do mundo

Apesar dos apocalípticos afirmarem que o fim do mundo está próximo (já há centenas, senão milhares, de anos), os cientistas prevêem que a vida subsistirá na Terra por mais um bilhão de [r]

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o fim do mundo. abobrinhas  Vizente Besteirol o fim do mundo.

o fim do mundo. abobrinhas Vizente Besteirol o fim do mundo.

- Especialistas indicam como encarar o fim do mundo - Paulo Coelho: "O profeta viu o fim do mundo e chorou" Nova. O MELHOR DO SEXO NO FIM DO MUNDO Playboy[r]

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Poesia para depois do fim do mundo: Nicanor Parra, a ditadura militar e a antipoesia do Apocalipse

Poesia para depois do fim do mundo: Nicanor Parra, a ditadura militar e a antipoesia do Apocalipse

O raciocínio é propriamente paradoxal: daí a sua força. Como pode ser que a única maneira de evitar um destino catastrófico é assumir que ele é inevitável? Paradoxal que seja a proposição na sua forma puramente lógica ou sintática, ela é intuitiva: com efeito, empiricamente é perfeitamente aceitável a ideia de que o sujeito só reage a algum perigo no instante em que esse perigo se torna real e potencialmente inevitável. É neste instante que toda a força do sujeito é liberada, na tentativa, precisamente, de evitar o pior. O que Parra faz é colocar essa racionalidade pré-destinatória literalmente em jogo. Jogar com o apocalipse — profanar o apocalipse através da manipulação do discurso sagrado e ecológico. Todas as contradições assumidas. De certa forma, há certo parentesco formal entre a ironia e essa operação que poderíamos chamar de um autoengano do sujeito catastrofista: assim como a ironia, o autoengano também é um deslocamento do sujeito em relação ao próprio enunciado – nesse caso, do sujeito enquanto aquele sabe de algo, mas que acredita no contrário daquilo que sabe. Sabe que o mundo acabou, que não há salvação, mas acredita ainda haver salvação exatamente por isso. O autoengano do antiecologismo de Parra é precisamente aquele do sujeito que sabe que a catástrofe é inevitável, mas que acredita que ela, por isso mesmo, pode e deverá ser evitada.
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A ANTIGUIDADE TARDIA, A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO E O DEBATE SOBRE O "FIM DO MUNDO ANTIGO".

A ANTIGUIDADE TARDIA, A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO E O DEBATE SOBRE O "FIM DO MUNDO ANTIGO".

Os estudiosos certamente ainda têm muito a discutir e a descobrir sobre o “mundo da Antiguidade tardia”, seus limites cronológicos e geográficos, e como melhor caracterizá-lo. No entanto, é fundamental que continuemos a refletir e estudar também o velho tema de Montesquieu e Gibbon (e, a seu modo, Agostinho, séculos antes), a queda do Império. Ao mesmo tempo, como espero ter deixado claro, a história da Antiguidade tardia não se resu- me à “queda silenciosa” do Império romano (para usar a já citada expressão de Momigliano). Se há uma lição clara que pode ser depreendida dos traba- lhos discutidos aqui é que a história das sociedades tardo-antigas não pode ser restrita, e nem confundida, com a história do Império romano – apesar de esta ainda merecer um destaque nesse processo. Ela é ao mesmo tempo muito mais ampla e mais específica do que isso. Ela requer novas aborda-
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“Alerta global, fim do mundo, a vingança da natureza”: enunciações da revista veja em análise

“Alerta global, fim do mundo, a vingança da natureza”: enunciações da revista veja em análise

No que tange a questão ambiental, constatamos que há uma busca incansável por um sujeito ambiental, ou seja, um tipo ideal de sujeito que esteja preocupado em modificar seus modos vida e de tecer suas relações com o meio em que vive. Diante disso, ressaltamos o quanto o discurso ecológico está atrelado também a um consumo desenfreado, ou seja, há uma propagação de produtos, modos de ser e viver que esteja em consonância com um mundo mais sustentável. Na busca desse sujeito preocupado com a sustentabilidade da vida neste planeta e com a qualidade de vida das futuras gerações, a mídia cada vez mais, vem nos persuadindo e nos capturando a participar dessa campanha massiva para salvar o planeta, e dessa forma vai fabricando modos de ser ecologicamente correto. Dessa forma, parece que na atualidade se torna cada vez mais urgente ter atitudes ecologicamente corretas, pois através de enunciações apocalípticas que se reverberam de diferentes formas, os sujeitos vão sendo culpabilizados e se culpabilizando pelos grandes problemas ambientais, entendendo que tem o compromisso de dirigir ao máximo seus esforços para tentar minimizar o quadro calamitoso que se instala. Tais atitudes vão além de fechar a torneira, reciclar o lixo e plantar uma árvore. É preciso mais do que isso! E nesse sentido a mídia vem constituindo novas formas de se tonar um sujeito ambiental, pois é preciso apostar na compra de produtos que colaborem com essa grande campanha mundial para que a vida na terra não se esgote. Para tanto estão aí as ecobags, ecoclothes, ecohouses, móveis ecowood e tantos outros produtos para serem consumidos em nome do medo instalado
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VÁRIO: UMA INTERVENÇÃO URBANA PARA O FIM DO MUNDO

VÁRIO: UMA INTERVENÇÃO URBANA PARA O FIM DO MUNDO

▶ Senti a necessidade de abdicar de dormir na casa de meu anfitrião. Meu voo partia na manhã seguinte e não encontrei melhor alternativa senão passar a madrugada no c.e.m preparando minha bagagem. Ainda assim fui a seu encontro, apresentei a ação, trocamos histórias de acolhimento e dançamos. Ainda que não houvesse ninguém para mostrar a coreografia criada com ele depois, ainda que não houvesse a necessidade do acolhimento pelo pernoite, cultivamos o "Canto para dormir!" como possibilidade de encontro, como acontecimento em si. A ação e a pesquisa de doutoramento que ela se insere defendem um estudo não teleológico, ou seja, que não se define pelo fim a que é destinado. Dispõe-se, ao invés disso, a pesquisar algo como uma forma de convivência, como um modo de estar no mundo, como algo da coisa corpo enquanto vai corpando. Pesquisa que não se trata da execução de uma vontade, mas de fluxo no qual a vontade também é parte, do desejo de acontecimento. Estudar como quem respira, como um modo de estar, como um jeito de seguir sendo. E se não há um fim que venha a justificar o estudo, não há também um contexto no qual este fim se insere e com o qual compõe um discurso unívoco, chamemos esse contexto “realidade” ou “mundo”. Cada canto para dormir ao longo destas vinte e duas noites, compunha com o entorno não apenas
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Curicica, de "fim do mundo" a "Barra Olímpica"

Curicica, de "fim do mundo" a "Barra Olímpica"

A construção desta via faz parte das grandes obras de mobilidade urbana constantes do caderno de encargos do COI (Comitê Olímpico Internacional) assinado pela municipalidade a fim de adequar a cidade para receber o evento olímpico. Trata-se de um corredor viário composto de autopistas (três em cada sentido) e de um sistema de BRT (Bus Rapid Transit), disposto em canaletas exclusivas destinadas a ônibus articulados, que fará a ligação entre o Terminal Alvorada na Barra da Tijuca e o Aeroporto Internacional Tom Jobim (fig. 21). Serão 39 km de extensão de via, com 45 estações e previsão de atendimento de mais de 300 mil usuários por dia. O consórcio vencedor da licitação era inicialmente composto pelas empresas Delta Construções e Andrade Gutierrez, porém em abril de 2012, após denúncias largamente anunciadas pela mídia e ser considerada inidônea para execução de obras públicas, a Delta Construções se retirou do consórcio, que passou a ser de responsabilidade unicamente da Construtora Andrade Gutierrez. O custo estimado da obra em 2012 era de 1,5 bilhão de reais e o prazo de conclusão previsto para dezembro de 2012, depois estendido para segundo trimestre de 2014 16 . Foram desapropriados 3.630 imóveis para execução de suas obras. Na área do Agrupamento 26 o traçado da via se dá pela rua Pedro Corrêa (fig. 20), entre "os fundos" da favela Asa Branca e o Condomínio Rio2 e Cidade Jardim. Haverá uma conexão com a via Transolímpica no entroncamento entre a rua Pedro Corrêa, av. Salvador Allende e estrada dos Bandeirantes, o que impulsionará enormemente a conexão da área do Agrupamento 26 com o restante da cidade.
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“Jogo do acesso aberto”: desenvolvendo um newsgame para a comunicação e saúde

“Jogo do acesso aberto”: desenvolvendo um newsgame para a comunicação e saúde

Por fim, a recepção do público e, neste caso específico, dos partidários do acesso aberto, pode ser uma grata surpresa para os desenvolvedores do jogo. Mesmo que, aos olhos da equipe de desenvolvimento tenha sido um jogo propositalmente bem simples, os elogios do público para a iniciativa foram frequentes. Isso foi ainda mais intenso junto aos ativistas do movimento do acesso aberto, que puderam ver um tema tão importante se tornar objeto de um jogo digital acessível ao mundo todo via internet. Através dessa modesta experiência, ficou evidente para nós tanto o potencial que mesmo os jogos digitais mais simples podem ter para promover, divulgar, conscientizar e disseminar temas de saúde quanto o vasto espaço de possibilidades para desenvolvimento de novos jogos em favor da saúde.
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Estudos culturais: fim de linha ou aposta na relevância? — Outubro Revista

Estudos culturais: fim de linha ou aposta na relevância? — Outubro Revista

Front, de 1996. Neste, ele historia os movimentos culturais de esquerda nos Estados Unidos na primeira metade do século XX. Mostra como, em diferentes manifestações culturais, indo do cinema à música, o pensamento de esquerda constituiu um front de luta, formando uma frente de resistência à cultura dominante americana cujos significados e valores foram estruturados pela contribuição de artistas como Orson Welles, Duke Ellington, Billie Holiday, John dos Passos e tantos outros. Trata-se de um exemplo de como se pode escrever uma história cultural a contrapelo da oficial, revelando as conexões que a tradição seletiva deixa deliberadamente de fora. Culture in the Age of Three Worlds, reúne ensaios em que discute a virada cultural característica dos anos 1945-1989. Nesse período, fica evidente que a luta pela conquista de corações e mentes, tanto no mundo capitalista quanto no comunista e no dos países do terceiro mundo, tem um de seus campos de batalha nos meios de comunicação de massas e nas instituições culturais estatais. Em um dos ensaios que compõem o livro, ele propõe uma agenda muito diferente da proposta pelo mainstream dos estudos culturais. Para Denning, as formas de pensar a cultura características da Nova Esquerda do pós-guerra, ou seja, do momento de formação dos estudos culturais, constituem uma teoria sócio-analítica da cultura. Como era de se esperar em uma hora histórica em que mercado e Estado são os pilares da organização capitalista da vida social, essa teoria se apoia fortemente nas noções de Marx sobre ideologia e fetichismo. Denning enfatiza que não se trata de tomar a cultura como refúgio do mundo da economia e da política, mas de uma forma distinta de pensar essas duas esferas.
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Revisão taxonômica e análise cladística de Ligyra s.l. (Diptera, Bombyliidae, Anthracinae,...

Revisão taxonômica e análise cladística de Ligyra s.l. (Diptera, Bombyliidae, Anthracinae,...

Em um estudo recente de Lambkin et al. (2003) foi implementada uma análise cladística dos Exoprosopini do Mundo. Como resultado, foram propostos seis grupos dentro de Exoprosopini: 1) Um grupo basal, composto por espécies, previamente incluídas em Exoprosopa, definidas pelo nome Defilippia Lioy; 2) O grupo que contem a Heteralonia Rondani, Atrichochira, Micomitra Bowden, Pseudopenthes, e Diatropomma Bowden; 3) O grupo parafilético composto por Pterobates Bezzi e Exoprosopa, incluindo a espécie Australiana Ex. sylvana (Fabricius); 4) Euligyra, Litorhina Bezzi e Hyperalonia Rondani; 5) Ligyra sensu stricto; 6) e o grupo de gêneros, Balaana.
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Fim

Fim

Assim, no momento em que esses novos elementos foram se desenvolvendo, as personagens também percorreram outros caminhos. O que aconteceu? A história tomou outro rumo diferente das escaletas desenvolvidas. Por se tratar de um processo criativo, apresentei como esse desenvolvimento ocorreu, não alterando o argumento nem as escaletas para que tivessem sintonia com o roteiro. As escolhas aconteceram de forma natural quando as personagens passaram a se relacionar com o ambiente, os elementos surreais propostos e a ação e reação dos diálogos. McKee (2006) comenta: "O processo criativo pode começar em qualquer lugar. Você pode ser inspirado por uma Premissa, um ‘o que aconteceria se ...’, ou um pouco de um personagem, ou imagem. Você pode começar no meio, no início, perto do final. Enquanto seu mundo ficcional e personagens crescem, eventos se conectam e a estória se constrói".
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