fisiologia pós-colheita

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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae).

RESUMO – (Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Syagrus oleracea (Mart.) Becc. (Arecaceae)). Objetivou-se avaliar algumas das mudanças fisiológicas ocorridas durante o processo de amadurecimento pós-colheita dos frutos de Syagrus oleracea (gueroba), palmeira nativa da região Centro-Oeste brasileira, tais como: a perda de massa, volumes gasosos intercelulares, a concentração interna de CO 2 e de O 2 e a firmeza, as evoluções de CO 2 e etileno tanto à temperatura ambiente (25 ºC) quanto à baixa temperatura (8 ºC). Para as

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Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

Fisiologia pós-colheita de goiabas 'Pedro Sato': estádios de maturação e padrão ...

Sólidos solúveis totais (SST): O teor de SST apresentou um leve aumento no decorrer do amadurecimento em todos os estádios de maturação (Figura 6). Estes resultados estão de acordo com Pivetta et al. (1992), o que não verificaram mudanças no teor de sólidos solúveis em função do ponto de colheita. Jacomino (1999), trabalhando com goiabas ‘Kumagai’ submetidas a diferentes temperaturas de armazenamento, também observou discreto aumento nos valores de SST ao longo do armazenamento. Segundo Rhodes (1980), os frutos que não contêm açúcares de reserva, não apresentam mudanças significativas nos teores de açúcares e conseqüentemente no teor de sólidos solúveis totais, durante o amadurecimento. Isto pode explicar porque esta variável não apresentou diferenças significativas entre os estádios de maturação, visto que a goiaba não apresenta níveis elevados de açúcares de reserva.
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Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

Conservação e fisiologia pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.).

RESUMO: Este trabalho teve como objetivo avaliar a vida útil pós-colheita de folhas de Capuchinha (Tropaeolum majus L.) embaladas com filme PVC de baixa densidade e proteínas nas concentrações de 1, 3 e 5%. O experimento foi conduzido no Laboratório de Química e Bioquímica do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Areia - PB. As folhas de Capuchinha colhidas no CCA foram levadas imediatamente ao Laboratório de Química e Bioquímica, para pré-seleção, desinfestação em água clorada contendo 100mg.L -1 de cloro

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Fisiologia pós-colheita de repolho (Brassica oleracea cv. capitata) minimamente processado

Fisiologia pós-colheita de repolho (Brassica oleracea cv. capitata) minimamente processado

respiratória (TR) e da evolução de etileno (EE) decorrentes da colheita (Figura 12b), representando o esforço dos organismos vivos em manter o equilíbrio energético, desestabilizado pela colheita (Rolle e Chism, 1987, Watada et al., 1990), bem como gerar compostos específicos para a cicatrização das área danificadas no processo de colheita (Kays, 1991) Parágrafo muito longo. Reestruturar!. Nessa ascensão metabólica, observa-se tanto a rapidez de reposta do vegetal como a coincidência da TR com a EE (Figura 11a), levando- nos a sugerir que esse aumento, imediatamente após a colheita, possa ter ocorrido por meio da ativação dos genes, que codificam para as enzimas que catalisam a produção de C 2 H 4 (Abeles et al., 1992).
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Contributo para o estudo do medronheiro (Arbutus unedo L.): caracterização morfológica de clones e fisiologia pós-colheita do fruto

Contributo para o estudo do medronheiro (Arbutus unedo L.): caracterização morfológica de clones e fisiologia pós-colheita do fruto

No trabalho de Cavaco (2007), apenas se verificaram diferenças significativas dos teores de humidade entre anos de colheita e não entre localidades, possivelmente devido à proximidade das duas (ambas na mesma freguesia). Neste trabalho os teores de humidade encontram-se correlacionados de forma positiva com o valor de luminosidade (L*) da amostra. Isbilir et al. (2012) encontraram teores de humidade mais elevados nos frutos verdes do que em frutos amarelos e vermelhos. No estudo de Ruiz- Rodríguez et al. (2011), os valores de humidade do fruto são, em média, mais baixos que a maioria dos frutos convencionais e ocorreram diferenças significativas entre localizações e entre os anos. Segundo os autores, tais diferenças poderão dever-se às diferentes condições ambientais, como a disponibilidade de água, insolação e exposição a ventos, que podem contribuir para a desidratação dos frutos. Os teores de humidade encontrados por Noronha (2001); Özcan & Haciseferoğullari (2007); Cavaco (2007); Barros et al. (2010) e Orak et al. (2011) em frutos maduros encontram-se dentro da mesma gama de valores.
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Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Fisiologia pós-colheita de frutos da palmeira Mauritia vinifera Mart. (Arecaceae).

Firmeza – Foi observada uma forte redução da firmeza da polpa dos frutos, mantidos em frascos abertos no ambiente em função do tempo de armazenamento (Fig. 5). A firmeza decresceu paulatinamente até o sétimo dia e entre o sétimo e o oitavo dia, coincidindo com o climatério, houve uma brusca diminuição da firmeza, com o valor sendo reduzido de 0,3 kgf para 0,05 kgf. Os frutos nos primeiros dias após a colheita encontravam-se firmes, com as escamas firmemente aderidas à sua superfície. Na mesma proporção em que a firmeza decrescia as escamas perdiam a aderência à polpa e se tornavam mais facilmente removíveis.
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Influência do dano físico na fisiologia pós-colheita de folhas de taioba.

Influência do dano físico na fisiologia pós-colheita de folhas de taioba.

Nas primeiras 24 horas após a colheita há queda de apro- ximadamente 37% no teor de clorofila, independente- mente da presença do dano físico (Figura 1). Os discos danificados apresentaram teores de clorofila aproximada- mente 10,4% e 2% menores que os discos-controle, após 24, 48 e 72 horas respectivamente. Entretanto, apesar de detectados visualmente amarelecimento e descoloração na região próxima ao dano, não houve diferença estatís- tica entre os tratamentos quanto ao teor de clorofila. Em folhas de acelga fisicamente danificadas ocorrem redu- ções no conteúdo de clorofila na proporção diretamente relacionada à extensão da área danificada (Roura et al., 2000), notando-se, portanto, comportamento semelhan- te ao encontrado nos discos foliares de taioba.
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Fruto de Palma [Opuntia fícusindica (L) MILLER, Cactaceae]: Morfologia, Composição Quimica, Fisiologia, Índices de Colheita e Fisiologia PósColheita

Fruto de Palma [Opuntia fícusindica (L) MILLER, Cactaceae]: Morfologia, Composição Quimica, Fisiologia, Índices de Colheita e Fisiologia PósColheita

A Opuntia fícus-indica (L) Miller é um fruto cultivado na América tropical e subtropical e nos países mediterrâneos, ainda pouco conhecido e utilizado, no Brasil, como alimento humano. Na Europa e Estados Unidos é bastante consumido. Apesar de sua valorização no mercado internacional e natural aptidão para se desenvolver em climas xerófilos, o cultivo da O. fícus-indica (L) Miller para produção de frutos é ainda incipiente no Brasil, face ao desconhecimento de sua potencialidade como frutícola. Para preencher a lacuna foi realizada esta revisão sobre as características morfológicas, composição química, fisiologia, índices de colheita e fisiologia pós-colheita das espécies cultivadas no Brasil. Trata-se de fruto não climatérico, com baixa atividade metabólica, cujo ciclo de desenvolvimento ocorre entre 70 e 100 dias após a floração; sua porção comestível, 45% do total, apresenta características organolépticas suaves e agradáveis e valor nutricional similar ao da maioria dos frutos, sendo também considerado uma boa fonte de Ca, P, Mg e K; os danos físicos, por causa do manejo pós-colheita, são apontados como principal causa da deterioração, principalmente os decorrentes da remoção dos gloquídeos. Na dependência da variedade, apresenta excepcional tolerância a baixas temperaturas. É, portanto, viável o cultivo desses frutos exóticos, no país, para consumo no mercado interno e para exportação. Contudo, há necessidade de implementar pesquisas com as variedades mais cultivadas no país, para aprofun os conhecimentos e possibilitar que seu consumo se torne habitual para a população.
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Qualidade pós-colheita de frutos de butiá em função do estádio de maturação na colheita e do manejo da temperatura.

Qualidade pós-colheita de frutos de butiá em função do estádio de maturação na colheita e do manejo da temperatura.

Os frutos foram colhidos de plantas nativas de Butia eriospatha (Martius) Beccari, nos meses de fevereiro e março de 2005, nos municípios de Barracão, RS, e Lages, SC, e imediatamente transportados para o Laboratório de Fisiologia Pós-Colheita do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em Lages, SC. Experimento 1

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EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

EFEITOS DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO E DO MANEJO DA TEMPERATURA SOBRE A FISIOLOGIA E QUALIDADE PÓS- COLHEITA DE ARAÇÁ-VERMELHO

O araçá-vermelho (Psidium cattleianum Sabine) apresenta grande potencial de exploração comercial para consumo in natura, sendo relevante o estudo da sua fisiologia pós-colheita, visando ampliar o período de armazenamento dos frutos, através da preservação de suas características físicas e químicas. Este trabalho foi conduzido visando estudar os efeitos do estádio de maturação, da temperatura de armazenamento e do atraso no resfriamento dos frutos sobre a fisiologia e preservação da qualidade pós-colheita de araçá-vermelho. Frutos colhidos nos estádios de maturação verde (100% da epiderme verde) e maduro (50% da epiderme vermelha) foram armazenados em câmaras BOD a 0, 5, 10, 20 e 30ºC (UR de 85-90%) para a quantificação das taxas respiratórias e de produção de etileno e das alterações na coloração da epiderme (L=‘lightness’ e hº=ângulo ‘hue’). Houve aumento substancial na taxa respiratória com o aumento na temperatura de armazenamento de 0 a 30ºC, com valores de Q 10 de 3,10 e 3,32 para frutos colhidos
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Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Fisiologia e Biofísica

Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Fisiologia e Biofísica

Ao Departamento de Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, lugar que se tornou a minha segunda casa em todos estes anos. Se estende a todos os professores envolvidos no Programa de Pós-graduação em Fisiologia e Farmacologia que contribuíram com a minha formação acadêmica; aos funcionários da secretaria do Programa de Pós-Graduação, pela competência e disponibilidade; aos bioteristas, por nos ajudar a cuidar dos animais; e aos funcionários dos serviços gerais, por nos permitir um ambiente de trabalho limpo e adequado.
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J. epilepsy clin. neurophysiol.  vol.12 número4

J. epilepsy clin. neurophysiol. vol.12 número4

O I Congresso Mineiro de Epilepsia contou com o apoio das entidades que representam a classe médica atra- vés da Liga Brasileira de Epilepsia, do Capitulo Mineiro da LBE e das entidades que representam os pacientes: a Federação Brasileira das Associações de Pacientes – EPIBRASIL e a Associação Mineira de Epilepsia – AMAE. A organização do Congresso foi liderada pelo Núcleo de Neurociências do Departamento de Fisiologia e Biofísica – ICB e apoiado pelo Programa de Pós-Gradua- ção em Ciências Biológicas – Fisiologia e Farmacologia do ICB-UFMG. Para sua realização, o evento recebeu apoio financeiro da FAPEMIG, da CAPES, da LBE, da Novartis, da POLITEC e da Universidade Federal de Minas Gerais, através do programa de apoio a eventos das Pró-Reitorias – PAIE. Foi também realizado o Simpósio satélite pré-con-
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Rev. Col. Bras. Cir.  vol.44 número3

Rev. Col. Bras. Cir. vol.44 número3

Objetivo: avaliar o impacto na fisiologia anorretal da hemorroidopexia por grampeamento parcial, das complicações relacionadas à técnica cirúrgica, dor e sangramento pós-operatório e recidiva de doença hemorroidária após um ano de cirurgia. Métodos: estudo prospectivo, descritivo, em pacientes consecutivos, portadores de doença hemorroidária do tipo mista ou interna, com componente interno classificado como grau III ou IV, submetidos à hemorroidopexia por grampeamento parcial. Resultados: foram estudados 17 pacientes, dos quais 82% apresentavam hemorroidas internas grau III, e 18% grau IV. A média de tempo operatório foi de 09:09 mi- nutos (07:03 a 12:13 minutos). A mediana de dor no pós-operatório imediato avaliada pela escala numérica de dor foi de 1 (0 a 7). A mediana de retorno ao trabalho foi de nove dias (4 a 19). Nenhum paciente apresentou estenose de canal anal e 76% ficaram satisfeitos com a cirurgia com 90 dias de pós-operatório. Comparando-se os dados manométricos pré-operatórios e após 90 dias, nenhuma das variáveis avaliadas apresentou diferença com significância estatística. Não houve recidiva da doença hemorroidária com um ano de acompanhamento pós-operatório. Conclusão: a hemorroidopexia por grampeamento parcial não demonstrou impacto na fisiologia anorretal, apresentando baixos níveis de complicações e de dor pós-operatória, e sem recidivas após um ano de acompanhamento.
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FRANCISCA DEUZENIR MARQUES ANSELMO QUALIDADE E CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE MELÃO CANTALOUPE ‘TORREON’ PARA EXPORTAÇÃO

FRANCISCA DEUZENIR MARQUES ANSELMO QUALIDADE E CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE MELÃO CANTALOUPE ‘TORREON’ PARA EXPORTAÇÃO

3A Quadrados médios das análises de variância para as características de perda de massa-PM (%) cor externa-CE (escala de 1-5), firmeza visual-FV (escala de 1-4), incidência de podridões-IP (escala de 1- 4) e aparência geral-AP (escala 1-4), em melões Cantaloupe, híbrido ‘Torreon’, colhidos com 75% de rachadura na região de abscisão do pedúnculo, submetidos a aplicação pós-colheita de 1- MCP (0, 300 e 600 ppb) com 6 e 12 horas de exposição ao gás e armazenados por 28 dias sob refrigeração (7±1ºC e 80±2% UR), e monitorados a cada dois dias, em temperatura ambiente (25±3 ºC e
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Fungos antagonistas e efeito de produtos químicos no controle da podridão parda em pomar de pessegueiro.

Fungos antagonistas e efeito de produtos químicos no controle da podridão parda em pomar de pessegueiro.

Figura 1. Incidência de podridão parda total, no período pós-colheita, em frutos de pessegueiro BR-1 tratados em pré-colheita com antagonistas e produtos químicos. Tratamentos: F1, F2, F4 (T. roseum); F9 (Penicillium sp.); PIP (Recomendações da Produção Integrada de Pêssegos do Paraná); Seqüência: captan+fosfito de Ca e captan+fosfito K; Alternância de fungicidas sistêmicos; PC (tratamento convencional adotado pelo produtor).*Dados originais. As médias seguidas verticalmente pela mesma letra não diferem estatisticamente pelo teste de Duncan a 5% de significância.Para efeito de análise estatística os dados referentes à podridão parda foram transformados em arcsen/x. (Coeficiente de variação=48,81%).
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PROTETOR SOLAR DIMINUI A INCIDÊNCIA DAS PODRIDÕES ‘OLHO-D-BOI’ E ‘BRANCA’ EM MAÇÃS ‘FUJI STANDARD’ E ‘PINK LADY’.

PROTETOR SOLAR DIMINUI A INCIDÊNCIA DAS PODRIDÕES ‘OLHO-D-BOI’ E ‘BRANCA’ EM MAÇÃS ‘FUJI STANDARD’ E ‘PINK LADY’.

Relatos contraditórios são encontrados na literatura para a eiciência da cera de carnaúba no controle de doenças em frutas na pós-colheita. Abdel- Kader et al. (2011) veriicaram ineiciência da cera, enquanto Costa Filho et al. (2012) citaram que uma solução com 30% da cera de carnaúba, dose muito superior às utilizadas neste estudo, reduziu em 100% a incidência da podridão-chocolate (Colletotrichum gloeosporioides) do mamão quando aplicada em pós-colheita. Em outros países, já foi demonstrada a redução da escaldadura pelo sol em maçãs através de produtos à base de cera de carnaúba e argilas (SCHRADER, 2011). No Brasil, conforme Cantillano (2014, informação pessoal), o Raynox ® reduz o dano
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Efeito de épocas de colheita e período de repouso pós-colheita sobre as características físicas de frutos e sementes de mamoneira

Efeito de épocas de colheita e período de repouso pós-colheita sobre as características físicas de frutos e sementes de mamoneira

Para a cultura da mamona, a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades, onde há disponibilidade de mão-de-obra. Consiste em se quebrar ou cortar os cachos pela base, utilizando- se faca, canivete, tesoura ou podão. Quando a produção de mamona é maior que a capacidade de secagem, devido à área do terreiro, recomenda-se efetuar, na lavoura, o desprendimento dos frutos, para evitar o transporte de um grande volume de material vegetal desnecessário. Para isto, deve- se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito, de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente, de baixo para cima, de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do recipiente de transporte (SILVA, 2007).
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Fontes de cálcio aplicadas no solo e sua relação com a qualidade da uva 'Vênus'.

Fontes de cálcio aplicadas no solo e sua relação com a qualidade da uva 'Vênus'.

aumento de SST, embora sem signiicância, tanto na colheita quanto em pós-colheita. Porém, os maiores efeitos foram observados na redução da perda de peso, degrane e incidência de podridões em pós- colheita, o que demonstra efeito de manutenção da qualidade da uva ‘Vênus’, permitindo maior vida de prateleira. Estes fatores justiicam a utilização de Ca 2+ em aplicação no solo, em videira, desde

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Concentrações plasmáticas de testosterona e fertilidade de machos caprinos das raças Boer e Alpina durante as estações reprodutiva e não reprodutiva

Concentrações plasmáticas de testosterona e fertilidade de machos caprinos das raças Boer e Alpina durante as estações reprodutiva e não reprodutiva

Avaliou-se a influência das estações reprodutiva e não reprodutiva in vivo sobre a fertilidade e in vitro pedizer a qualidade do sêmen de caprinos das raças Boer e Alpina em duas etapas. A primeira foi conduzida na FMVZ - Botucatu e FCAV Jaboticabal. Selecionou-se nove caprinos das raças Boer e Alpina mantidos em criação intensiva e sob luminosidade natural. Estudou-se as características seminais, congelabilidade do sêmen, e testes para predição da fertilidade como: integridade do DNA, análises computadorizadas da motilidade e morfometria espermática, avaliação da peça intermediária e a integridade de membrana de 71 ejaculados no outono e 64 na primavera. Amostras de sangue foram colhidas nas duas estações, para mensuração da testosterona plasmática. Na segunda etapa, 164 cabras SRD foram inseminadas com o sêmen colhido na primeira etapa. Aplicou-se ANOVA seguida do teste de comparação múltipla de Tukey-Kramer para cada uma das variáveis, teste T de Student e qui-quadrado. Nas características seminais, observaram-se diferenças estatísticas (P<0,01) para o volume e concentração espermática. A morfologia espermática apresentou-se dentro da normalidade. As taxas de fertilidade para as fêmeas inseminadas foram 26,74, 19,77 e 34,62 e 29,49, com sêmen colhido no outono e primavera, para as raças Boer e Alpina, respectivamente. Não houve diferença de fertilidade dos machos Os testes de fertilidade mostraram que a integridade da cromatina apresentou menos de 10% de espermatozóides danificados. A motilidade espermática, os índices de atividade citoquímica e a integridade de membrana plasmática diferiram estatisticamente (P<0,01) nas amostras pós-colheita e pós- descongelação, entretanto, sem diferença entre as estações. A morfometria da cabeça e a quantificação de testosterona não apresentaram diferenças estatísticas (P<0,01) entre as amostras. Concluiu-se que caprinos das raças Boer e Alpina, não diferiram quanto à fertilidade quando usados para inseminação artificial, no outono e primavera.
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Métodos de desverdecimento pós-colheita de tangor ´Murcott` e laranja ´Valência`

Métodos de desverdecimento pós-colheita de tangor ´Murcott` e laranja ´Valência`

A procura de frutas com boas características para exportação in natura tem aumentado, sendo em grande parte dependente da melhoria da qualidade da fruta. Neste sentido, a adequação das operações ligadas à produção e pós-colheita é fundamental para tornar a fruta cítrica brasileira mais competitiva no mercado externo. Em decorrência de grande parte da área citrícola brasileira localizar-se em regiões de clima tropical, os frutos cítricos alcançam à plena maturação interna, enquanto que a casca permanece parcialmente verde, tornando-os inaceitáveis para a comercialização in natura em mercados exigentes. Assim, há necessidade do estudo de métodos e condições mais apropriadas para o desverdecimento dos frutos em pós-colheita para as nossas variedades e condições climáticas. Este estudo teve como objetivo avaliar o uso da técnica de desverdecimento pós-colheita de tangor „Murcott‟ e de laranja „Valência‟, por meio da aplicação de etileno, na forma líquida e gasosa (em câmara). Utilizaram-se concentrações de 0 a 8000 mg L -1 de ethephon aplicadas por imersão (3 minutos) e 0,0; 0,25; 0,5; 0,75 e 1,0 L m -3 de etileno aplicadas em câmaras por 24 a 120 horas de exposição e 15 a 30ºC e 90% UR. Foram definidas as melhores condições de desverdecimento e, posteriormente, parte dos frutos ficou por 3 dias a 25ºC e 80% UR, simulando a comercialização, e outra parte dos frutos foi submetida à refrigeração (5ºC e 90% UR) por período de 30 dias (+3 dias a 25ºC e 80% UR, simulando a comercialização). Foi avaliado também o efeito do desverdecimento em câmara após o armazenamento refrigerado dos frutos. Os frutos foram avaliados logo após os tratamentos, após a primeira simulação de comercialização, após a refrigeração e após a segunda simulação de comercialização. A condição de 0,5 L m -3 de etileno por 96 horas de exposição a 25ºC foi a mais eficiente para incrementar a coloração dos frutos. As taxas respiratórias e produção de etileno aumentaram em função da concentração usada de etileno. O incremento na atividade da clorofilase foi acompanhado pela queda no teor de clorofila, enquanto que o teor de carotenóides se manteve constante. Quanto às características internas não foram observadas alterações significativas em função dos tratamentos. Verificou-se que o armazenamento refrigerado após o desverdecimento não interfere no desenvolvimento da coloração da casca dos frutos, não afetando a qualidade dos mesmos. Além disso, o processo de desverdecimento após a refrigeração é eficaz para a mudança da coloração dos frutos das duas variedades estudadas.
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