Gestão de materiais

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GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA

GESTÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA

Conclui-se que apesar de tratar-se de uma empresa de pequeno porte, e fazer pouco tempo das ampliações da empresa, ela está bem organizada. Uma questão que poderiam mudar é pela escolha dos fornecedores, optando por fazer mais cotações e pesquisas de produtos e preços,e investir na venda para grandes organizações,, e para reduzir custos e otimizar o processo utilizando adequadamente o espaço disponível, fechar a loja que tem revenda dos produtos para o cliente final, assim cortando gastos e podendo investir mais na divulgação para grandes organizações, fazendo aumentar as vendas e o estoque girando mais rápido. Assim espera-se que este trabalho auxilie a empresa a fazer melhorias em seu processo de gestão de materiais.
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DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DE MATERIAIS DA EMPRESA GIRARDI

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DE MATERIAIS DA EMPRESA GIRARDI

objetivo principal era focar nessa organização, armazenagem e no layout dos materiais e estoque. A empresa encontra-se no ramo a décadas, porém ainda existem fatores que podem ser melhorados na hora da gestão de materiais. Conforme mostrado nas sugestões de melhoria, o layout de estoque da empresa pode ser melhor planejado, os produtos melhor alocados dentro da loja, conferentes de mercadoria e pedido podem ser implantados no quadro de funcionários e nos planos de longo prazo, a realização de um showroom seria uma ideia a ser pensada, pois traria inúmeros benefícios tanto para o cliente consolidar a compra, como para a empresa expor seus produtos.
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Melhoria do sistema de gestão logística: a gestão de materiais na Clínica X

Melhoria do sistema de gestão logística: a gestão de materiais na Clínica X

No que concerne à parcela de gestão de stocks, no âmbito do conceito de logística, existe uma grande variedade de artigos sobre o tema, ainda que a revisão da literatura seja escassa em novo conteúdo (D. Williams & Tokar, 2008). Para além disso, verifica-se uma enorme dificuldade no alcance de um modelo de gestão de stocks fixo e de sucesso, passível de ser aplicado em todas as organizações, e que seja devidamente baseado e criado na teoria. Ao longo dos anos, tem-se confirmado constantes alterações na definição científica acerca do melhor modo de gerir os stocks, sendo que, e de acordo com um estudo de Fawcett, Waller, & Fawcett, (2010), conclui-se que os stocks exigem particular atenção por parte dos gestores. Devendo ser estrategicamente orientados, e que a maioria dos sistemas de gestão de stocks são influenciados pelo contexto e recursos disponíveis. Para além do mais, os mesmos autores consideram que a informação disponível, a capacidade de fornecimento e até os fluxos financeiros são fatores que exercem um forte impacto nas decisões tomadas para a gestão dos stocks.
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DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DE MATERIAIS DA EMPRESA ROTOLINE

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DE MATERIAIS DA EMPRESA ROTOLINE

A administração de materiais pode ser definida como um conjunto de atividades que integram um circuito de reaprovisionamento (compras, recebimento, armazenagem e produção), ou ainda uma gestão total do controle de estoques, garantindo a existência contínua do mesmo.

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A GESTÃO DE MATERIAIS PELO ENFERMEIRO

A GESTÃO DE MATERIAIS PELO ENFERMEIRO

consecutiva dos usuários por atendimento requer materiais de higienização e precauções de contato, instrumentais, equipamentos, enxoval, materiais e medicamentos em quantidades que flutuam conforme a demanda, o que torna necessário um controle responsável por profissionais qualificados, com conhecimento especifico da indicação dos itens e sua utilização, para aquisição e distribuição relacionada aos fatores de produção (2) . Em serviços públicos, essa gestão é mais desafiadora,

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TECNOLOGIA PARA GESTÃO DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO HOSPITALARES.

TECNOLOGIA PARA GESTÃO DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO HOSPITALARES.

RESUMO: No Brasil acontecem mais de 18,5 milhões de internações ano. As unidades de internação carecem de uma tecnologia de gestão que favoreça melhor experiência para os usuários e proissionais. O sistema de gestão PRAXIS supre esta lacuna, um software que recebeu a patente 14196-6. O objetivo do presente artigo é descrever a tecnologia PRAXIS e seu processo de construção e analisar sua aplicação após um ano de seu uso em uma unidade de internação. A pesquisa metodológica foi suporte para criação do software e para estudo quase-experimental. Os resultados apresentam a estrutura da tecnologia e efeitos da implantação. Os aspectos evidenciados são benefícios para desempenho da unidade com o planejamento participativo, gestão de processos assistenciais, gestão de pessoas, gestão de materiais, gestão da qualidade e uso de painel eletrônico. A tecnologia foi avaliada positivamente pela equipe de enfermagem e comissão externa de avaliação. A consolidação necessita maturação, por ser um recurso valioso e inovador para o desempenho das unidades de internação. DESCRITORES: Unidades de internação. Gestão em saúde. Qualidade da assistência à saúde. Informática em enfermagem.
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IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) PARA A GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA FARMÁCIA HOSPITALAR

IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) PARA A GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA FARMÁCIA HOSPITALAR

No Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP) foi implantado um Sistema de Gestão de Materiais informatizado (SGM) com sucesso. O sistema vem permitindo atender com mais agilidade as demandas dos usuários, proporcionando segurança e confiabilidade, permitindo conhecer o consumo real, o custo dos estoques, além de permitir a análise de diversos indicadores. Com a implantação do sistema foi possível constatar uma diminuição da quantidade consumida e do custo dos materiais estocados no Centro Cirúrgico (PASCHOAL, 2010).
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ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA: EXPECTATIVAS E HORIZONTES DA ARQUIVOLOGIA EM SANTA

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA: EXPECTATIVAS E HORIZONTES DA ARQUIVOLOGIA EM SANTA

57 – A Secretaria de Estado da Administração, como órgão central dos Sistemas Administrativos de Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Materiais e Serviços, Gestão Patrimonial, de Gestão[r]

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Avaliação do desempenho segundo a metodologia do balanced scorecard: aplicação à gestão hospitalar no Algarve

Avaliação do desempenho segundo a metodologia do balanced scorecard: aplicação à gestão hospitalar no Algarve

Incorporaram funcionalidades das áreas logísticas (vendas, produção, gestão de materiais, manutenção), gestão de recursos humanos e soluções específicas de negócio. Estratégias — Princí[r]

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

O presente subitem tem como objetivo orientar fabricantes de transformadores de distribuição utilizados nos sistema de distribuição de energia elétrica, no que se refere aos requisitos técnicos necessários para sua homologação. As recomendações abaixo descritas serão verificadas quanto ao seu cumprimento, em visita técnica, a ser executada por um técnico da área responsável pela homologação destes materiais, e são fatores condicionantes para homologação e posterior fornecimento destes equipamentos à Celesc Distribuição.

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Unidades de Saúde do Lubango e Escola Médica face a Gestão do Aprovisionamento

Unidades de Saúde do Lubango e Escola Médica face a Gestão do Aprovisionamento

Garcia SD, et al. (2012) consideram que o enfermeiro como líder da equipa, deve ter uma visão holística da assistência e competências de gestão, e integrar-se nos processos de tomada de decisões relativas a gestão de material médico-hospitalar. Acrescentam ainda que o setor de gestão de material tem sido desvalorizado, dado que não tem recebido a devida atenção profissional e que por vezes essa responsabilidade é delegada a colaboradores não qualificados. Por outro lado, afirmam que tem se verificado um aumento da participação do enfermeiro no processo de compras de materiais e isso tem contribuído para a melhoria da qualidade e quantidade dos produtos.
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M AN U AL D E P R O C E D I M E N T O S

M AN U AL D E P R O C E D I M E N T O S

Serão normalizados os dois casos de aterramento, ou seja, aterramento utilizando mourões para seccionar a cerca e aterramento utilizando seccionador pré-formado próprio para este fim, conforme pode ser observado nos detalhes do Anexo 7.5. desta Instrução Normativa. Para o uso de um ou de outro tipo de seccionamento, deverá ser considerado eventualmente, o custo e a disponibilidade de materiais em estoque.

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

Estabelecer as bases para a montagem de estruturas com o uso de isoladores Pilar, Isolador de ancoragem polimérica (Bastão) e respectivos acessórios, para redes aéreas de dis[r]

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

O tamanho da amostra para efetuar o ensaio de resistência à flexão (elasticidade e carga de ruptura) deve ser uma cruzeta para cada tipo de cruzeta e espécie de madeira, para cada sub- l[r]

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

A resistência elétrica do elo fusível deverá variar no máximo ± 7,5% da resistência média do lote sob inspeção. Nenhum elo deverá apresentar resistência ôhmica fora dos limite[r]

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M AN U AL E S P EC I AL

M AN U AL E S P EC I AL

O número de catálogo do fabricante deve corresponder a um desenho onde estão fixadas no mínimo, as dimensões mostradas nos desenhos do padrão estabelecido por esta Especificação, o diâmetro interno, a espessura da parede de revestimento de fibra vulcanizada com as respectivas tolerâncias e os materiais utilizados na confecção do tubo porta-fusível.

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SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO

SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO

A ferragem de fixação do isolador de porcelana deve ser de material compatível eletricamente com os demais materiais ao seu redor, de modo a dificultar qualquer tipo de ação corrosiva na chave. Deve ser levado em conta o coeficiente de dilatação do material, cimento e demais características destes, para garantir a fixação, evitar fissuras ou quebras na porcelana.

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

Na embalagem coletiva serão acondicionadas as embalagens individuais. Devem ser construídas com tábuas de 2ª, sem fissuras, e permitir a carga e descarga por empilhadeiras. Cada embalagem coletiva deve ser devidamente marcada com os nomes do contratado e da CELESC D, o número e o item da Autorização de Fornecimento, o tipo e a quantidade dos para-raios embalados e indicações para transporte e içamento. Uma embalagem não poderá conter materiais de itens ou Autorização de Fornecimento diferentes.

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

Valor do esforço indicado no padrão e garantido pelo fabricante, que o poste deve suportar continuamente, na direção e sentido indicados, no plano de aplicação e passando pelo eixo do poste, de grandeza tal que não produza em nenhum plano transversal, momento fletor que prejudique a qualidade dos materiais, trincas, exceto as capilares e nem flecha superior à especificada.

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M AN U AL E S P E C I AL

M AN U AL E S P E C I AL

Os espaçadores exercem a função de elementos de sustentação e separação elétrica (isoladores) dos condutores cobertos, que ficam dispostos em um arranjo triangular compacto. O esforço m[r]

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