I&D - Investigação e desenvolvimento

Top PDF I&D - Investigação e desenvolvimento:

A relação entre Investigação & Desenvolvimento (I&D) e exportações: uma análise com base em estudos de casos

A relação entre Investigação & Desenvolvimento (I&D) e exportações: uma análise com base em estudos de casos

O outro estudo conhecido em Portugal sobre esta temática, já aqui referido, é o “Estudo de Avaliação Intercalar do Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE)”, cuja metodologia, também ela quantitativa, apontou para “resultados significativos ao nível da internacionalização e do reforço das exportações, quer pela magnitude dos apoios afetos especificamente ao objetivo da promoção internacional, quer pelos impactos esperados e efetivos identificados no contexto dos projetos apoiados, designadamente em atividades de maior intensidade tecnológica” (Augusto Mateus & Associados e PwC Portugal, 2013: 9),. Segundo a análise efetuada por estes autores aos projetos aprovados e desenvolvidos no âmbito do Quadro Comunitário 2007- 2012, os resultados ao nível da promoção de uma economia baseada no conhecimento e na inovação parecem ser também relevantes com efeitos significativos no incentivo à I&D empresarial e à articulação entre empresas e centros de saber. Além disso, os resultados confirmam “as vantagens da internacionalização para alimentar processos de investigação e desenvolvimento tecnológico mais relevantes, quer a existência de uma base de PMEs com capacidade para articular dinamicamente a qualificação do capital humano e o esforço de I&D+I com reflexos relevantes em matéria de crescimento do volume de negócios liderado pela expansão internacional” (Augusto Mateus & Associados e PwC Portugal, 2013: 10).
Mostrar mais

84 Ler mais

I D Ó N I OO L I V É R I O D AC OSTAS ERPA

I D Ó N I OO L I V É R I O D AC OSTAS ERPA

educacional (Wentzel, 1991). A investigação realizada neste campo normalmente correlaciona uma variável, como, por exemplo, a competência social, com a realização académica da criança, designadamente as notas académicas, ou as provas específicas de conhecimentos. No que concerne ao contexto desportivo, o produto final está fundamentalmente associado ao resultado positivo. E, apesar da constante exortação para a compreensão da competição no desporto jovem enquanto um elemento de avaliação do desenvolvimento onde se deve fomentar o divertimento e o prazer na prática desportiva (Smoll, 2000) verifica-se que esta situação, na generalidade, não acontece. Independentemente da idade das crianças, da capacidade e do estatuto da modalidade desportiva, a competitividade é tipicamente percepcionada, por parte dos responsáveis, como uma possibilidade de alcançar o sucesso.
Mostrar mais

131 Ler mais

Investigação e desenvolvimento

Investigação e desenvolvimento

Desde 1995 Portugal tem vindo a efectuar grandes esforços no investimento em investigação científica e tecnológica, registando uma evolução muito positiva e mesmo superior ao que foi conseguido no seio da UE. Segundo os últimos dados estatísticos fornecidos pelo Observatório das Ciências e das Tecnologias (OCT), o país encontra- se, de momento, em 4º lugar com maior taxa de crescimento de investigadores, apresentando, entre 1995 e 2000, uma evolução de 7,61% ao ano, o que representa mais do dobro da média conseguida pela União Europeia, fixada em apenas 2,89%. O crescimento anual de publicações científicas foi de 15,93%, cinco vezes mais elevado que o da UE (2,92%) e o volume de despesa executada em actividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) apresentou também um salto importante representando, em 1999, 0,77% do produto interno bruto nacional, 15% superior ao que foi efectuado em 1997.
Mostrar mais

8 Ler mais

TII Cor Cortez   Sistemas não Tripulados   desafio nacional de investigação

TII Cor Cortez Sistemas não Tripulados desafio nacional de investigação

2010-2011: O Projecto de Aeronaves Não-Tripuladas de Duplo Uso (PANT-DU), financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, centra-se nas competências e capacidades residentes no Centro de Investigação da Academia da Força Aérea (CIAFA) e no Laboratório de Sistemas e Tecnologias Subaquáticas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. O projecto tem por objectivo contribuir para o reforço das capacidades das Instituições proponentes nas áreas tecnológicas relacionadas com os UAS no sentido do seu desenvolvimento sustentado, assim como a criação, no contexto Nacional, de uma massa crítica de excelência naquelas áreas. Concretamente, pretende-se reforçar a I&D em sistemas de veículos aéreos de uso dual (militar e civil) no sentido da sua utilização em aplicações civis, e com elevado interesse para a sociedade. Estas aplicações endereçam: i) estudo e monitorização dos recursos naturais; ii) segurança de sistemas e de infra-estruturas; iii) detecção e combate à poluição; iv) inspecção de estruturas construídas pelo homem, como são exemplo as condutas de gás/petróleo e as redes eléctricas; v) detecção e monitorização de fogos florestais; e vi) acções de monitorização marítima. Para o efeito, conta-se com a participação de especialistas de renome mundial nestas áreas.
Mostrar mais

93 Ler mais

Definição de uma estratégia para o desenvolvimento da Indústria transformadora na província de Cabinda em Angola

Definição de uma estratégia para o desenvolvimento da Indústria transformadora na província de Cabinda em Angola

Como se pode entender, o início do desenvolvimento das economias na Europa aconteceu antes da década 1970 e a Alemanha não é a exceção. Behrman (1984) considerou que a economia da Alemanha se desenvolveu sob o efeito do chamado “milagre” do mercado livre, embora isso não impedisse uma substancial assistência do poder público. Na década de 70 foi criado um novo Ministério de Ciência e Tecnologia a fim de promover financiamento federal à Investigação e Desenvolvimento, algumas indústrias foram racionalizadas mediante estímulo a fusões, deu-se preferência nas compras do governo às indústrias nacionais, ao mesmo tempo que o país participava nos projetos de âmbito europeu em energia nuclear e atividade aeroespaciais. Em meados dos anos 70, o governo Alemão apoiou a promoção das exportações, com aumento significativo do financiamento às exportações (OCDE, 1979). No mesmo período o governo ofereceu prémios à inovação, vinculados aos custos de I&D e instituiu programas especiais para as áreas que eram pouco competitivas. Desde a década 60 até à década de 80 foram concedidos subsídios à indústria naval e garantidos empréstimos a armadores de forma a auxiliá-los na compra de navios construídos no país. Além disso, o governo amorteceu o declínio da indústria do carvão através de políticas de protecionismo, consolidando empresas, com um extenso programa de incentivo à competitividade das regiões menos desenvolvidas (Ruhr e Behrman, 1984).
Mostrar mais

222 Ler mais

D. FERNANDO I - D. Fernando I, 2º duque de Bragança  vida e acçao politica

D. FERNANDO I - D. Fernando I, 2º duque de Bragança vida e acçao politica

Em Tânger tudo o que podia falhar, falhou. A chegada dos infantes de Portugal foi tudo menos secreta e rapidamente a notícia se espalhou pelas terras circundantes e o primeiro alardo revelou que o número de homens que participariam na expedição estava muito aquém do necessário 186 . Perante o reduzido número de efectivos 187 , o infante D. Henrique foi aconselhado a desistir do seu propósito e a optar por uma estratégia mais cautelosa, que até podia passar por ataques contra os muçulmanos, desde estes não fossem contra praças fortificadas, ou a pelo menos escrever ao rei e aguardar a sua resposta. D. Henrique sabia que o monarca queria que ele ficasse com os seus homens em África como posição de força, sobretudo contra as pretensões castelhanas. Dado o reduzido número de efectivos supomos que o infante terá temido uma resposta do irmão nesse sentido. Ambos os conselhos foram ignorados e os portugueses avançaram para Tânger. O conde de Arraiolos avançou primeiro com a vanguarda por terra, seguido pela carriagem. Por estar doente, o infante D. Fernando seguiu por mar com a sua frota. A comitiva portuguesa era acompanhada por três imagens para a proteger e levar à vitória: uma de Santa Maria, uma do condestável D. Nuno Álvares Pereira e um vulto de D. João I. Estes importantes símbolos adquiriam, no nosso entender, uma importância maior para o conde por ali estarem representados os seus dois avós. Estar à altura destes dois grandes guerreiros não seria certamente fácil.
Mostrar mais

206 Ler mais

Alianças estratégicas internacionais no âmbito da I&D e desenvolvimento de novos produtos na indústria portuguesa

Alianças estratégicas internacionais no âmbito da I&D e desenvolvimento de novos produtos na indústria portuguesa

Assim, é possível apurar que de forma transversal aos casos de estudo desenvolvidos, existe preferência por um modelo baseado na gestão relacional, suportada pela boa vontade, confiança e reputação dos parceiros (Kale & Singh, 2009). Esta evidencia a predominância da confiança como base relacional dos casos mencionados, o que pode minimizar os conflitos, facilitando a cooperação (Jiang et al., 2008). Esta predominância pode ser explicada por não se reconhecer existir no âmbito da relação o risco de comportamentos oportunistas ligados à partilha de conhecimento como as corridas de aprendizagem e criação de concorrentes (Hamel, 1991), uma vez que estas não se tratam de aliança horizontais, onde pode existir cooperação e competição simultânea (Park, et al., 2014; Bengtsson & Kock, 2000). Não obstante, verificamos que este risco é gerido na Aliança I através da assinatura de um contrato de confidencialidade. Sendo este contrato uma exceção no contexto da análise, não é possível aferir empiricamente se um tipo de contrato aberto como um contrato entre as duas partes concretiza a melhor opção para alianças de exploration.
Mostrar mais

64 Ler mais

RESULTS A N D D I S C U S S I O N

RESULTS A N D D I S C U S S I O N

Um dos objetivos da etnobioloqia e entender como as populações humanas classifi- cam os recursos encontrados no ambiente. Bote, estado aborda aspectos da etnoictioloqia, de comunidades [r]

11 Ler mais

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E U B E R L Â N D I A I N S T I T U T O D E E C O N O M I A E R E L A Ç Õ E S INTERNACIONAIS 2017

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E U B E R L Â N D I A I N S T I T U T O D E E C O N O M I A E R E L A Ç Õ E S INTERNACIONAIS 2017

Outras contribuições para a elevação dessa dívida no período foram a apropriação de juros nominais e o ajuste de paridade da cesta de moedas que compõem a dívida externa líquida, com d[r]

43 Ler mais

A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

A teoria do desenvolvimento desigual e combinado — Outubro Revista

80 - outubro gentino Sergio Bagu (desde 1949), Caio Prado Jr., ele próprio membro do Partido Comunista Brasileiro (em 1951) e o chileno Marcelo Segall (em 1953), vão insistir sobre a dimensão capitalista da colonização. Alguns anos mais tarde, autores de inspiração marxista como Miliciades Pena (em 1957) e Luis Vitale (em 1966), vão utilizar a teoria do desenvolvimento desigual e combinado para analisar a articulação entre elementos escravistas ou semi- feudais com o capitalismo, sempre insistindo sobre a predominância decisi- va deste último. Segundo Vitale, se a exploração da mão de obra pelos pro- prietários fundiários (gamonales) conserva características residuais de tipo semi-feudal, isto não impede que o sistema de produção colonial, inteira- mente voltado para a produção de mercadorias, seja fundamentalmente ca- pitalista. 18
Mostrar mais

8 Ler mais

A experiência de mobilidade de longa duração em alunos do ensino secundário: contributos para a sua formação cultural e psicossocial

A experiência de mobilidade de longa duração em alunos do ensino secundário: contributos para a sua formação cultural e psicossocial

A primeira dificuldade definida por João Amado (Amado, 2014) para o investigador, quando opta por esta estratégia de investigação, é a demarcação clara e precisa das fronteiras do caso que tem de possuir uma delimitação natural e integridade fenomenológica. Nesse sentido, escolhi como caso os alunos adolescentes sujeitos a mobilidade de longa duração. Estes alunos têm em comum a experiência e a faixa etária, entre os 14 e os 20 anos e podem ser de diferentes nacionalidades, mas esta experiência cria neles uma sensação de pertença a um grupo, bem visível nos encontros em que participei e nos contactos que já estabeleci. Naturalmente que cada aluno vive uma experiência diferente, tendo em conta as suas caraterísticas próprias e o contexto em que a experiência acontece, mas considero que existem denominadores comuns que permitirão encarar o conjunto dos alunos estudados como um todo coerente.
Mostrar mais

18 Ler mais

Desenvolvimento de um kit de apoio a crianças com perturbações do espetro autista

Desenvolvimento de um kit de apoio a crianças com perturbações do espetro autista

No desenvolvimento deste estudo serão acrescidas outras áreas a tratar tais como, a interação de crianças no espetro autista com o meio envolven- te, mecanismos de desenvolvimento de capacidades cognitivas, métodos de intervenção com crianças com PEA, pois consideraram ser temas fundamen-

228 Ler mais

I D A DE V A T T I M O - G I L

I D A DE V A T T I M O - G I L

Brasil — Minas Gerais: Fazenda Bom Destino, Providência, em tronco, na mata, M Bandeira s-n., março 1924, Brotherus det. 72 — Philophyllum tenuifolium (Mitt.) Broth[r]

9 Ler mais

RESPONSABILIDADE CIVIL E CAUSAS DE QUEBRA DO NEXO C A U S A L N O C Ó D I G O D E D E F E S A D O C O N S U M I D O R : PECULIARIDADES DO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DOUTORADO EM DIREITO

RESPONSABILIDADE CIVIL E CAUSAS DE QUEBRA DO NEXO C A U S A L N O C Ó D I G O D E D E F E S A D O C O N S U M I D O R : PECULIARIDADES DO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DOUTORADO EM DIREITO

pelos autores do anteprojeto. Vol. I, Direito Material (arts. 1º a 80º e 105º a 108º). Rio de Janeiro: Forense, 2011, p. 206, Capitulo IV, Caso Fortuito e Força Maior. Para Zelmo Denari, antes do produto ser colocado no mercado de consumo, a alegação de caso fortuito e força maior não é possível. Em suas palavras e citando James Marins, o autor revela que o caso fortuito e força maior “instalando-se na fase de concepção ou durante o processo produtivo, o fornecedor não pode invoca-a para se subtrair à responsabilidade por danos. Como observa James Marins ‘ Isto porque até o momento em que o produto ingressa formalmente no mercado de consumo tem o fornecedor o dever de garantir que não sofre qualquer tipo de alteração que possa torna-lo defeituoso, oferecendo riscos à saúde e segurança do consumidor, mesmo que o fato causador do defeito seja a força maior.’” (MARINS, James. Responsabilidade Civil da empresa pelo fato do produto. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1993, p. 119).
Mostrar mais

224 Ler mais

C A M I N H O S D E R E S I S T Ê N C I A : D O P O D E R S I N D I C A L A O P O D E R P O L Í T I C O Memórias sobre lutas dos trabalhadores da USIMINAS

C A M I N H O S D E R E S I S T Ê N C I A : D O P O D E R S I N D I C A L A O P O D E R P O L Í T I C O Memórias sobre lutas dos trabalhadores da USIMINAS

Numa lista com mais de quatro mil nomes, obtida por ISTOÉ, constam histórias de perseguições políticas e bisbilhotices de toda a natureza sobre a vida de empregados, sindicalistas, empresários, juízes de direito, jornalistas e até padres. O mais curioso dos abusos é que o serviço de informações da Usiminas, que começou a funcionar nos anos de chumbo, continuou a catalogar histórias até meados do ano passado, mesmo depois da privatização da empresa, em 1991. Os arquivos reúnem quase 30 anos de mexericos da vida alheia. [...] “Se o pai de família tinha militância política, o filho era barrado na entrevista. Eu não podia fazer nada porque dependia do emprego. Mas tinha vontade de acabar com tudo aquilo”, descreve Diniz de Abreu. Aos 44 anos, casado, pai de cinco filhos, ele mora numa cidade onde praticamente tudo gira em torno da Usiminas. Não por acaso, sua decisão de tornar pública a constante invasão de privacidade de seus conterrâneos só foi tomada mais de um ano depois da sua aposentadoria, em 1996. A revelação deu origem a um processo, movido pelo sindicato local dos metalúrgicos na Procuradoria Regional do Trabalho, em Belo Horizonte. Nessa mesma época, o computador da Usiminas que continha a chamada “lista negra” foi retirado da seção de vigilância. Antes disso, Diniz de Abreu já havia copiado os arquivos em disquetes e fornecido ao sindicato. Conforme o relato de Diniz de Abreu, em 1989, o computador já havia sido escondido. Durante as eleições presidenciais, quando Fernando Collor de Mello e Luiz Ignácio Lula da Silva foram ao segundo turno das eleições, chegou-se a aventar a hipótese de o petista e sindicalista Chico Ferramenta — atual prefeito de Ipatinga e dono de uma extensa ficha — tornar-se presidente da usina. Depois da eleição de Collor, os trabalhos de investigação voltaram a ser feitos. 69
Mostrar mais

198 Ler mais

Relação entre uso de TI e eficiência organizacional: um estudo no setor brasileiro...

Relação entre uso de TI e eficiência organizacional: um estudo no setor brasileiro...

As peculiaridades das pequenas e médias empresas em relação às grandes, como descrito no item 1.2, sugerem estudos particularizados para as primeiras. Pelo fato de o custo ser fator fundamental para a tomada de decisão de uma MPME, ela tem uma grande necessidade de conhecer melhor o tema de investimento em TI e analisar os resultados que lhe poderão advir. As MPMEs precisam também entender como e em que setores o investimento em TI poderá melhorar seus negócios, fato que não é muito compreendido por elas atualmente. Por se tratar de um setor básico da economia, o setor de bens de capital é de suma importância para o desenvolvimento de nosso país. Conforme anteriormente mostrado, há poucos estudos abordando a relação entre investimento em tecnologia de informação e eficiência da empresa para as MPMEs, e menos ainda para o setor de bens de capital.
Mostrar mais

235 Ler mais

Contributos para uma avaliação do investimento em Design no setor agroalimentar em Portugal

Contributos para uma avaliação do investimento em Design no setor agroalimentar em Portugal

sustentável. Pois o que se produz e como se produz tem subjacente aquilo em que se acredita e valoriza, que se reflete na estratégia da organização e que é percetível, segundo Xenia Viladas na utilidade do produto, que reme- te para o objetivo que esteve na base da criação; na economia que implica escolhas, nomeadamente na utilização dos recursos naturais e na redução de custos para a organização; no impacto social que a solução poderá provocar; na usabilidade, que subentende o acesso e manuseamento fácil e por último na estética que pressupõe inspirar e gerar empatia (2010, p.25). No seu livro, Viladas destaca ainda que as organizações que integram o design desde o início do desenvolvimento de um projeto ou que o incor- poram no processo de gestão, são habitualmente as mais inovadoras. São organizações que avaliam o retorno do investimento em design em função das suas capacidades e objetivos, definindo indicadores para o efeito, tais como: aumentar as vendas em x % em y meses, aumentar a quota de mer- cado em x % em y meses, reduzir os custos de produção com o redesign do produto em x % em y meses, aumentar o número de patentes e registos de marcas, de prémios de design, avaliar o payback e a redução do absen- tismo dos colaboradores (idem, 2010, p.141). A mesma visão é partilhada por Deborah Mrazek na publicação The holy grail of design measurement ([s.d.], p.7), onde defende que não é fundamental ter um sistema preciso para avaliar o retorno do investimento, mas antes determinar critérios - metas e métricas - que representem efetivamente os objetivos e as capaci- dades da empresa para os avaliar. E também por Natália Plentz quando
Mostrar mais

282 Ler mais

F AC U L D AD E D E D I R E I T O D E S Ã O B E R N AR D O D O C AM P O

F AC U L D AD E D E D I R E I T O D E S Ã O B E R N AR D O D O C AM P O

Considerando a necessidade de regulamentar o Trabalho de Conclusão de Curso que faz parte integrante do Currículo Pleno do Curso de Direito oferecido por esta Instituição de Ensino Superior, como exigido pelo artigo 41, parágrafo único, inciso I, do Regimento Interno;

6 Ler mais

INSTITUTO SUPERIOR D E C I Ê N C I A S S O C I A I S E P O L Í T I C A S U N I V E R S I D A D E T É C N I C A D E L I S B O A

INSTITUTO SUPERIOR D E C I Ê N C I A S S O C I A I S E P O L Í T I C A S U N I V E R S I D A D E T É C N I C A D E L I S B O A

Convém ainda salientar que o estudo dos processos de paz com o M-19 na Colômbia e com a FMLN em El Salvador pode ser bastante útil no âmbito dos debates atuais sobre a [r]

108 Ler mais

UN I V ERSI D AD E FED ERAL D E OURO PRETO ESCOLA D E M I N AS D EPARTAM EN TO D E GEOLOGI A

UN I V ERSI D AD E FED ERAL D E OURO PRETO ESCOLA D E M I N AS D EPARTAM EN TO D E GEOLOGI A

As faixas de rochas metavulcanossedimentares que se extendem de Conselheiro Lafaiete até São João Del Rei (Fig. 1.1) não possuem acervo de dados geocronológicos similar ao do Quadrilátero Ferrífero, e a contemporaneidade das sequências em ambas as regiões é feita com base no conteúdo litológico e na presença das intrusões paleoproterozóicas que recortam essas faixas de greenstone belts. Nas folhas geológicas 1:100.000 Lavras e São João Del Rei (Quéméneur et al. 2003, Ribeiro et al. 2003), a idade atribuída a estas seqüências é arqueana/paleoproterozóica indistinta. Ávila (2000) e Teixeira et al. (2005) admitem dois períodos de desenvolvimento de greenstone belts neste setor, sendo o mais jovem ≥ 2,2 Ga, tendo por base datação U-Pb Shrimp em zircão de um ortoanfibolito do Greenstone Belt Rio das Mortes. Digna de menção é a diferença no tipo de rocha metassedimentar vulcano-exalativa intercalada com as porções metabasálticas a metaultramáficas das pilhas de greenstone belts do Quadrilátero Ferrífero e de Conselheiro Lafaiete-São João Del Rei- Lavras, notadamente do tipo formação ferrífera bandada com magnetita no primeiro caso e formação manganesífera sílico-aluminosa, com espessartita do tipo gondito, e/ou mangano-carbonática com rodocrosita do tipo queluzito no segundo (Pires 1977, Grossi Sad et al, 1983, Barbosa 1985, Seixas 1988, Quéméneur et al. 2003, Ribeiro et al. 2003, Lages et al. 2007).
Mostrar mais

159 Ler mais

Show all 10000 documents...