Linguagem C

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Desenvolvimento de interface amigável de rotina em linguagem c++ para o processamento aritmético e estatístico de dados censitários

Desenvolvimento de interface amigável de rotina em linguagem c++ para o processamento aritmético e estatístico de dados censitários

RESUMO. Desenvolvimento de uma rotina em linguagem C++ para o processamento de dados censitários adquiridos por meio de pesquisa referente a condições socioambientais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE. A rotina desenvolvida é apresentada em um ambiente gráfico simples. As informações geradas são apresentadas em forma de tabelas, que facilita a visualização ampla e objetiva dos valores e de forma singular destinada a consulta do banco de dados. O código fonte utilizado no desenvolvimento desta rotina permite atualizações ou modificações conforme houver a necessidade de adequação pelo usuário. A rotina de análise desenvolvida oferece operadores matemáticos e estatísticos que permitem a geração de indicadores socioambientais e a classificação quantitativa e qualitativa da qualidade socioambiental de cada setor analisado. Como exemplo de aplicação desta rotina foi utilizado o censo demográfico, por setores censitários, do município de Sorocaba, São Paulo, Brasil referentes às condições de ocupação do domicílio, abastecimento de água, condições sanitárias, nível de escolaridade, renda da população local entre outros fatores. Como resultado espera-se que o modelo de análise proposto na rotina do software ajude no desenvolvimento de trabalhos de análise voltados para pesquisa ou ensino de profissionais de diferentes áreas do conhecimento com ênfase em gestão e planejamento urbano.
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Fundamentos de Linguagem C

Fundamentos de Linguagem C

Em todas as estruturas, existe pelo menos uma expressão que faz o controle de qual bloco de instruções será executado ou quantas vezes ele será executado: é o que chamamos de condição de controle. Uma condição de controle é uma expressão lógica ou aritmética cujo resultado pode ser considerado verdadeiro ou falso. Conforme vimos na seção 3.5, a linguagem C não possui, entretanto, variáveis ou constantes lógicas, possui somente expressões numéricas, assim quando uma expressão numérica se encontra em uma condição de controle, ela será considerada falsa se seu valor for igual a zero, e verdadeira se seu valor for diferente de zero.
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Linguagem ´C´ para microcontroladores

Linguagem ´C´ para microcontroladores

A principal vantagem de se usar linguagens de alto nível (no nosso caso a linguagem C) esta na menor interação do projetista com o hardware, no que diz respeito ao controle do mesmo (ajuste de bancos de registradores, seqüências de inici- alização, ...).

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Apostila Linguagem C   Parte I   Ghunter

Apostila Linguagem C Parte I Ghunter

Há um comando semelhante de leitura e impressão de dados na linguagem C, que são o printf e o scanf. São semelhantes, só diferenciando pela necessidade de especificar o formato da variável de retorno ou inserção de dados antes de mostrar ou capturar textos em tela. Não vamos nos ater a elas, já que cin e cout são bem mais simples e realizam a mesma tarefa.

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Linguagem C C   ppt

Linguagem C C ppt

❑ As diretivas #define são úteis para definir macros. ❑ As macros funcionam como “estampas”,[r]

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Aula 3 – Introdução a Linguagem C

Aula 3 – Introdução a Linguagem C

Toda variável é caracterizada por um nome, que a identifica em um programa e por um tipo, que determina o que pode ser armazenado naquela variável.. • Durante a execução do programa, [r]

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Resumo de linguagem C

Resumo de linguagem C

Se usado do lado direito de uma sentença de atribuição, o valor atribuído é o da última expressão da lista separada por vírgulas..  Operador ponto (.): permite referenciar elem[r]

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Coletânea de Exercícios em Linguagem C

Coletânea de Exercícios em Linguagem C

01)Preencher um vetor com números inteiros(8unidades); solicitar um número do teclado. Pesquisar se esse número existe no vetor. Se existir,imprimir em qual posição do vetor. Se não exi[r]

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Curso de Linguagem C   UFMG

Curso de Linguagem C UFMG

Arquivos-cabeçalhos são aqueles que temos mandado o compilador incluir no início de nossos exemplos e que sempre terminam em .h. A extensão .h vem de header (cabeçalho em inglês). Já vimos exemplos como stdio.h, conio.h, string.h. Estes arquivos, na verdade, não possuem os códigos completos das funções. Eles só contêm protótipos de funções. É o que basta. O compilador lê estes protótipos e, baseado nas informações lá contidas, gera o código correto. O corpo das funções cujos protótipos estão no arquivo-cabeçalho, no caso das funções do próprio C, já estão compiladas e normalmente são incluídas no programa no instante da "linkagem". Este é o instante em que todas as referências a funções cujos códigos não estão nos nossos arquivos fontes são resolvidas, buscando este código nos arquivos de bibliotecas.
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LISTA DE EXERCÍCIOS DE LINGUAGEM C

LISTA DE EXERCÍCIOS DE LINGUAGEM C

2. Fazer um programa em C para ler uma quantidade N de alunos. Ler a nota de cada um dos N alunos e calcular a média aritmética das notas. Contar quantos alunos estão com a nota acima de 5.0. Obs.: Se nenhum aluno tirou nota acima de 5.0, imprimir mensagem: Não há nenhum aluno com nota acima de 5.

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Silvio Pereira - Linguagem C

Silvio Pereira - Linguagem C

'C- 1 3 1 ≡ 1 C* E* F* 'E*F(33& / C8C D CbC (+ 'C- 1 ≠ 1 ≡ 1 C* E* F* 'E*F(:3& / C8C D CbC (+ 'C- 1 < 1 ≡ 1 C* E* G* 'E*G( & / C8C D CbC (+ 'C- 1 > 1 ≡ 1 C* E* G* 'E*G( & / C8C D CbC (+ 'C- 1 ≤ 1 ≡ 1 C* G* F* 'G*F( 3& / C8C D CbC (+ 'C- 1 ≥ 1 ≡ 1 C* G* G* 'G*G( 3& / C8C D CbC (+ <

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Uma Linguagem de Programação Paralela Orientada a Objetos para Arquiteturas Distribuídas

Uma Linguagem de Programação Paralela Orientada a Objetos para Arquiteturas Distribuídas

Para trabalhar com esse modelo, a linguagem propõe cinco tipos de objetos: sequencial, concorrente, replicado, vetorial e de comunicação, onde objetos sequenciais são os objetos normais conhecidos na linguagem C++. Chares são os objetos concorrentes, chare groups são replicações de objetos e chare array é um conjunto indexado de tarefas (vetor). Por fim, a estrutura Message foi criada para especificar um certo dado a ser enviado e suas funções de manipulação. É importante notar que existe uma distinção clara entre objetos concorrentes e sequenciais por causa do custo do envio de mensagens, que é significante na maioria dos computadores paralelos. Assim, existe um entendimento explícito sobre que partes do código são custosas para a execução paralela. O controle de execução do Charm++ é feito por balanceamento dinâmico de carga guiado pelas mensagens trocadas no sistema. Cada aplicação pode configurar o tipo de balanceamento de carga em sua execução. Alguns tipos são suportados pela linguagem, como por
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Trabalho de Formatura Apostila da Linguagem de Programação C++

Trabalho de Formatura Apostila da Linguagem de Programação C++

A linguagem C++ é uma das linguagens que suportam vários paradigmas. Inicialmente, sendo uma “evolução” de C, ela suporta inteiramente o paradigma da programação estruturada. Além disso, ela suporta outros paradigmas como a programação procedural, a programação genérica, abstração de dados e a programação orientada a objetos. Dentre estes paradigmas, o mais utilizado atualmente é a Programação Orientada a Objetos, ou mais comumente chamado de OOP (Object-Oriented Programming). Apesar de ter sido criada nos anos 60, este paradigma só começou a ganhar aceitação maior após os anos 90,com a explosão das linguagens C++, Java e Visual Basic. A idéia básica por trás da OOP é criar um conjunto de “objetos” (unidades de software) para modelar um sistema. Estes objetos são independentes entre si, possuindo responsabilidades e funções distintas no programa como um todo, mas que se comunicam entre si através do envio e recebimento de mensagens. A OOP é especialmente útil para grandes programas que se beneficiam mais com a modularidade oferecida por este paradigma: dividindo o programa em vários módulos independentes, aumenta-se a flexibilidade e a facilidade para manutenção do programa como um todo.
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Análise do efeito de entropia em computação quântica: simulações em ambiente paralelo

Análise do efeito de entropia em computação quântica: simulações em ambiente paralelo

O uso desta biblioteca se tornou necess´ario, uma vez que o presente trabalho manipula n´ umeros maiores que o limite da maior vari´avel da linguagem C, o long double (1.7E±308). Ela possui tamb´em implementa¸c˜oes de melhor complexidade e maior eficiˆencia que a biblioteca math.h, padr˜ao da linguagem. Como exemplo, tem-se a fun¸c˜ao mpfr fac ui, que realiza opera¸c˜oes de fatoriais em um tempo muito menor, se comparada `as implementa¸c˜oes padr˜oes para tal em que acima de um n igual a 120, o algoritmo trivial se torna invi´avel. A grande vantagem desta biblioteca ´e que pode-se escolher o modo como ´e feita a aproxima¸c˜ao, sendo poss´ıvel escolher entre: aproxima¸c˜ao ao mais pr´oximo, aproxima¸c˜ao para zero, aproxima¸c˜ao para mais infinito, arredondamento para menos infinito, ou ainda arredondamento longe de zero. Possui tamb´em grande compatibilidade com as vari´aveis da biblioteca GMP, uma vez que ´e baseada na mesma.
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Geração de especificações executáveis para o projeto de módulos para sistemas em "Chips"

Geração de especificações executáveis para o projeto de módulos para sistemas em "Chips"

Ao final do fluxo de proposto, o projetista ter´a dispon´ıvel uma especifica¸c˜ao funcional SystemC, execut´avel, para utilizar como modelo de referˆencia ao longo dos sucessivos refinamentos que ter´a que fazer durante os n´ıveis de abstra¸c˜ao. A metodologia tamb´em apresenta um “plug-in” SystemC desenvolvido especialmente para a ferramenta Umbrello. Ele ´e capaz de gerar c´odigo SystemC a partir da modelagem do SoC em diagramas UML. Para aplicar a metodologia de forma eficiente ´e importante que se compreenda todas as etapas e seus respectivos objetivos, a importˆancia de cada uma delas e como trabalham em conjunto para garantir que os resultados esperados sejam alcan¸cados da melhor maneira poss´ıvel. Um bom conhecimento das ferramentas, UML e SystemC, tamb´em garantem um melhor resultado. A pr´oxima se¸c˜ao apresenta um breve resumo de cada uma das ferramentas. A se¸c˜ao 3.2 descreve os n´ıveis de abstra¸c˜ao e a se¸c˜ao 3.3 apresenta o fluxo de projeto proposto que ´e a pr´opria representa¸c˜ao da metodologia. Para um melhor entendimento, o capitulo 4 apresenta um estudo de caso com a aplica¸c˜ao da metodologia.
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Introducción a la ciencia de la computación y a la programación

Introducción a la ciencia de la computación y a la programación

C++ es un lenguaje estandarizado. En 1998, un comité de ANSI/ISO (American Nacional Standard Institute/International Organization for Standardization) adoptó una especificación del lenguaje cono- cida como Estándar C++ de 1998, oficialmente tiene el título ISO/ANSI C++ Standard (ISO/IEC 14882:1998) [Standard98]. En 2003 una segunda versión del Estándar vio la luz y fue adoptada también como [Standard03]. El estándar está disponible en Internet como archivo PDF con el número de docu- mento 14882 en http://www.ansi.org donde se puede adquirir. La nueva edición es una revisión técnica, significando que se ordena la primera edición —fijación de tipos, reducción de ambigüedades y simila- res, pero no cambian las características del lenguaje. Este libro se basa en el estándar C++ como un superconjunto válido de C. Existen diferencias entre el estándar ANSI C y las reglas correspondientes de C++, pero son pocas. Realmente, ANSI C incorpora algunas características primitivas introducidas en C++, tal como el prototipado de funciones y el calificador de tipo const .
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Uma linguagem de especificação formal orientada por aspectos

Uma linguagem de especificação formal orientada por aspectos

Com o aumento crescente da complexidade dos sistemas foi constatado que certos in- teresses (do inglˆes, concerns) n˜ao se encaixam em um ´ unico m´odulo de programa, ou nem mesmo em um conjunto de m´odulos altamente relacionados. Desta forma, segundo Tzilla Elrad et al. [EFB01], qualquer decomposi¸c˜ao de sistemas (procedimen- tal ou orientada por objetos) revelar´a que alguns interesses est˜ao localizados dentro de m´odulos espec´ıficos, enquanto outros est˜ao espalhados e entrela¸cados em v´arios m´odulos. Esses ´ ultimos s˜ao chamados de interesse transversais. Pode-se ter, por exem- plo, o entrela¸camento de c´odigo de neg´ocio com c´odigo de apresenta¸c˜ao, e o espalhamen- to de c´odigo de autoriza¸c˜ao em v´arios m´odulos. A Figura 1.1 ilustra o espalhamento de c´odigo causado pelo interesse relacionado a autoriza¸c˜ao.
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Konstruksi Strain Haploid Saccharomyces cerevisiae Pembawa Kromosom XII yang Terpotong pada Sisi Kanan Lokus rDNA

Konstruksi Strain Haploid Saccharomyces cerevisiae Pembawa Kromosom XII yang Terpotong pada Sisi Kanan Lokus rDNA

Oleh karena hubungan antara dua ujung telomer sangat rapuh, maka kromosom akan terpisah menjadi dua kromosom yang monosentrik (Widianto et al ., 1996; Widianto, 1997). Proses pemoto[r]

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