livros didáticos do ensino fundamental

Top PDF livros didáticos do ensino fundamental:

O PENSAMENTO ESTOCÁSTICO NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O PENSAMENTO ESTOCÁSTICO NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Nossa pesquisa teve como objetivo verificar qual a organização que os livros didáticos do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) fazem, referente ao tema Tratamento da Informação e se essa organização favorece a construção do pensamento Estocástico e também se eles atendem às orientações propostas pelos PCN. Sendo o livro didático o principal apoio pedagógico dos professores (Lajolo, 1996 e Dante, 1996), analisamos três coleções de livros didáticos segundo a Organização Praxeológica (Chevallard, 1995), em que buscamos identificar as tarefas, as técnicas e o discurso teórico-tecnológico, bem como o nível de letramento estatístico que, segundo Shamos (1995), se classifica em cultural, funcional e científico. Porém os resultados dessa pesquisa indicam a pouca exploração por parte dos autores em relação ao tema Tratamento da Informação.
Mostrar mais

150 Ler mais

O tratamento do grau dos substantivos e adjetivos em livros didáticos do ensino fundamental

O tratamento do grau dos substantivos e adjetivos em livros didáticos do ensino fundamental

Este trabalho apresenta como propósito investigar o tratamento do grau dos substantivos e dos adjetivos em dois livros didáticos (LD) de língua portuguesa: “Português: leitura, produção, gramática ”, usado em quatro escolas públicas municipais de Coremas-PB e “Português: linguagens”, utilizado nessas escolas públicas já citadas como também em uma escola particular do referido município, ambos do 6º ano do ensino fundamental. A partir do conteúdo referente ao grau dos substantivos e dos adjetivos presentes nestes LD, procuramos explicitar que modelos teórico-metodológicos eles apresentam quando tratam do ensino do grau na língua portuguesa. O que justifica nossa decisão em selecionar os referidos livros como fonte de pesquisa, além do fato de serem adotados em nossa cidade, é que eles possuem o selo de aprovação do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) expedido pelo Ministério da Educação e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A organização desta dissertação é composta por quatro partes: introdução, panorama teórico, exposição e análise dos dados e considerações finais. A pesquisa assume como base os conhecimentos advindos do ensino de língua numa perspectiva funcionalista, pautando-nos em trabalhos como os de Neves (2002), Travaglia (2002, 2004), Possenti (2002), Gonçalves (2005, 2009), Perini (1996, 2005), Christiano (2007), Tavares e Furtado da Cunha (2007), Silva (2008a, 2008b e 2012), Bechara (2009), além de outros autores.
Mostrar mais

125 Ler mais

Professores dos anos iniciais do ensino fundamental e livros didáticos de matemática

Professores dos anos iniciais do ensino fundamental e livros didáticos de matemática

O documento respondia “ao dispositivo constitucional que determina eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental nos próximos dez anos” (BRASIL, 1994, p.14 - grifo original). Para tanto, situa a educação básica no contexto econômico, social e político do Brasil daquela época para, em seguida, destacar pontos críticos e obstáculos a enfrentar diante dos objetivos e metas traçados, além das linhas de ação estratégica voltadas à educação fundamental acentuando, inclusive, a necessidade da implantação de uma nova política do livro didático na qual se enfatizasse o aspecto qualitativo, incluindo a distribuição dos livros. O Plano afirma que, nos programas direcionados aos livros didáticos vigentes na época, havia desajustes no processo de aquisição, o que vinha impedindo que o livro estivesse disponível na escola no início do ano escolar. Afirma- se, ainda, que “o livro didático constitui um dos principais insumos da instituição escolar” (Ibidem, p.25) e assume-se como estratégias para alcance das metas e objetivos, dentre muitas outras, a melhoria na qualidade do livro didático e a descentralização progressiva dos programas relacionados a ele.
Mostrar mais

277 Ler mais

A constituição da identidade negra nos textos e livros didáticos no Ensino Fundamental

A constituição da identidade negra nos textos e livros didáticos no Ensino Fundamental

Este trabalho apresenta resultados de uma pesquisa sobre constituição da identidade negra em textos e livros didáticos, em escolas do Ensino Fundamental. Buscamos compreender quais eram as relações existentes entre os textos e livros didáticos escolhidos pela escola e a construção da identidade de estudantes negros, na disciplina de português no ensino fundamental. Um dos objetivos específicos foi identificar quais eram as representações acerca da identidade negra presente nos livros didáticos e como estas poderiam ou não ser constituídoras de identidades dos/as estudantes na disciplina de português. Os fundamentos teóricos sustentaram-se nas teorias de linguagem, principalmente na teoria crítica de Fairclough (2001, 2003), bem como de estudiosos da linguagem como Soares (1999), Orlandi (2001), Vygotsky (1993), da identidade, do multiculturalismo, do racismo, Hall (2002), Munanga (2004, 2008), Gomes (2003, 2005) e a legislação pertinente ao tema, lei 10639/2003. A metodologia adotada foi a análise documental. Para realizar a pesquisa foi feito o levantamento dos livros didáticos e paradidáticos utilizados na disciplina de Língua Portuguesa. Após a identificação dos livros, buscou-se identificar e analisar nos livros os textos presentes sobre a temática da identidade negra. Os resultados demonstraram que as narrativas a respeito da cultura afrodescente, ainda são poucas, o que demonstra necessidade de maior investimento nesse campo para que os livros didáticos auxiliem os professores em seu trabalho pedagógico de práticas anti-racistas, questionando, assim, um currículo historicamente eurocêntrico.
Mostrar mais

26 Ler mais

Jogos e materiais concretos em livros didáticos de matemática das séries iniciais do ensino fundamental

Jogos e materiais concretos em livros didáticos de matemática das séries iniciais do ensino fundamental

Para nosso estudo, selecionamos três coleções de livros didáticos de Matemática das séries iniciais do Ensino Fundamental incluídas no Guia do PNLD 2007. Tendo em vista a grande quantidade de coleções que davam ênfase ao trabalho com jogos e materiais concretos – o que demonstra uma certa preocupação do setor editorial em dar respostas a essa demanda –, optamos por tomar como critério de seleção as obras Recomendadas com Distinção no Guia do PNLD 2004. Tendo em vista, também, a expressiva quantidade de atividades que envolviam jogos e materiais concretos, precisamos restringir o material para análise, dentro do universo escolhido, para que fosse possível empreendermos a pesquisa. Assim, nossa investigação se voltou para as atividades que abordavam os blocos de conteúdo Números e Operações e Geometria. Os Números e Operações têm se configurado como o conteúdo mais importante e que ocupa maior espaço nas práticas educativas, ao passo que a Geometria tem propiciado oportunidades significativas para a utilização de diversos tipos de materiais concretos nessa fase da escolarização. Tais seleções foram feitas partindo do pressuposto de que os livros trabalham adequadamente a questão dos jogos e materiais concretos, dado que era nosso objetivo reconhecer, nas atividades e nas recomendações dadas ao professor, o que norteava a presença desses recursos nas coleções. Todas essas considerações fizeram parte do capítulo 2 desta dissertação.
Mostrar mais

212 Ler mais

Discursos sobre relações raciais em livros didáticos de português para as séries iniciais do ensino fundamental

Discursos sobre relações raciais em livros didáticos de português para as séries iniciais do ensino fundamental

O objetivo desta pesquisa é analisar os discursos sobre relações raciais, privilegiando os discursos sobre os negros, em livros didáticos de Língua Portuguesa para as 4ª séries – PNLD 2007 do Ensino Fundamental. Esta pesquisa justifica-se pelo papel dos livros didáticos, reconhecido tanto nos documentos governamentais, quanto nas discussões acadêmicas a seu respeito. Esta pesquisa, em seu diálogo com os documentos oficiais, visa contribuir para a percepção de como os PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais e o PNLD – Programa Nacional do Livro Didático - têm sido parâmetros para a produção do livro didático. Para a delimitação do corpus, foram considerados livros que explicitaram em suas propostas trabalhar com temas relacionados aos PCN (1997), em específico ao Tema Transversal “Pluralidade Cultural”. Buscou-se também, nos livros didáticos, o aparecimento de referências à Lei 10.639/03, atualizada pela lei 11.645/08, que inclui a Cultura Indígena, que estabeleceu no Brasil o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino. O referencial teórico para a realização desta pesquisa foi a Análise Crítica do Discurso, baseada nos pressupostos de Fairclough (2001a), a partir dos quais foram analisados os discursos sobre relações raciais como texto, prática discursiva e prática social. Outra referência fundamental foi o estudo de P. Silva (2005, 2007, 2008), bem como bibliografia contemporânea sobre os discursos a respeito das relações raciais brasileiras. Os resultados apontam que os livros incluem temas que se inserem nas recomendações dos PCN e do PNLD quanto à construção ética da cidadania, propondo discussões sobre trabalho infantil, desigualdades sociais, escravidão, contribuições dos negros à sociedade brasileira e imigração, apresentando porém as crianças negras somente em posições subalternas, de miséria, em lugar de desigualdade, de sofrimento e de não acesso aos bens produzidos socialmente.
Mostrar mais

147 Ler mais

As dimensões da linguagem em livros didáticos de inglês para o Ensino Fundamental I.

As dimensões da linguagem em livros didáticos de inglês para o Ensino Fundamental I.

RESUMO: Este artigo tem como propósito central discutir e articular visões de linguagem orientadas por perspectivas socioculturalmente situadas, dialógica e discursivamente embasadas, com vistas à apresentação de um possível conjunto de referências que viabilizem a análise de livros didáticos de inglês para o Ensino Fundamental I. Em face ao escasso número de estudos dessa ordem, à predominância de abordagens ainda demasiadamente estruturalistas no ensino de línguas e à reconhecida importância que o livro didático assume no processo educacional, tanto em língua materna quanto estrangeira, entendemos que este trabalho possa vir a contribuir positivamente para a área, que, em nossa acepção, tem como objetivo a construção de letramentos múltiplos e críticos que, por sua vez, sustentem a formação protagonista e transformadora na contemporaneidade.
Mostrar mais

21 Ler mais

O estudo do tratamento da informação nos livros didáticos das séries iniciais do ensino fundamental.

O estudo do tratamento da informação nos livros didáticos das séries iniciais do ensino fundamental.

Os livros didáticos voltaram a ser alvo das atenções desde que o Ministério da Edu- cação passou a subordinar a compra desses materiais didáticos a uma análise oficial prévia efetuada por especialistas. Esse programa, conhecido como Programa Nacional do Livro Di- dático – PNLD (Brasil, 2004), tem por objetivos básicos a aquisição e distribuição, universal e gratuita, de livros didáticos para os alunos das escolas públicas do Ensino Fundamental brasi- leiro. A fim de assegurar a qualidade dos livros a serem adquiridos nas escolas públicas, o PNLD desenvolve um processo de avaliação pedagógica das obras nele inscritas, executado pela Secretaria da Educação Fundamental (SEF), do Ministério da Educação. A partir desse trabalho, foi criado um Guia de Livros Didáticos, no qual todos os livros que reúnem qualida- des suficientes para serem recomendados ( com ou sem ressalvas) são apresentados aos profes- sores para que possam escolher aqueles que julguem mais apropriados a seus propósitos.
Mostrar mais

14 Ler mais

A análise do conteúdo peixes em livros didáticos de ciências do Ensino Fundamental

A análise do conteúdo peixes em livros didáticos de ciências do Ensino Fundamental

O objetivo desse trabalho foi analisar o conteúdo peixes nos livros didáticos de ciências do 7º ano do ensino fundamental. Foram analisados dois exemplares (LD1 e LD2) das coleções didáticas a partir dos seguintes parâmetros: Conteúdo: aspectos teórico-metodológicos; Recursos visuais; e Atividade: aspectos pedagógico-metodológicos. As análises dos livros revelaram que o conteúdo apresentou enfoque científico com pouca possibilidade de contextualização e de relação com o cotidiano, além de apresentar imprecisões conceituais, distorções, uso de conceitos desatualizados e induções a preconceitos. Após a análise, de maneira geral, cada obra apresentou aspectos falhos em algum dos critérios analisados, porém não se caracterizam como extremamente graves e não comprometem a sua utilização.
Mostrar mais

21 Ler mais

O tratamento do verbo nos livros didáticos de Ensino Fundamental II

O tratamento do verbo nos livros didáticos de Ensino Fundamental II

Vale notar que a pesquisa de Nunes (2001, p. 51) acerca do tratamento do verbo em todos os LDs do ensino fundamental já apontara que “os únicos conteúdos abordados por 100% das coleções analisadas são tempo, tempos do indicativo, regência e concordância” (cf. anexo 4). Isso já mostrara, portanto, com clareza que todos os autores de livros didáticos consideram esses conteúdos imprescindíveis. Nossa pesquisa, por sua vez, focada nas categorias semânticas do verbo, e debruçada sobre apenas duas coleções, chegou a conclusão diferente, ainda que não oposta: os LDs (i) apresentaram o tempo (ou referência) verbal sobretudo numa ótica absoluta em vez de numa leitura dupla (ou interpretação relativa); (ii) trabalharam os valores semânticos de modo relativos à categoria gramatical do verbo de forma desorganizada, faltando-se uma escala e/ou uma classificação, ainda que implícitas, que organisasse os arrolamentos propostos, e; (iii) para além da escolha pela exclusividade do trabalho com as três principais vozes do verbo, a saber: a ativa, a passiva e a reflexiva, não conseguiram balancear os tópicos dedicados a cada uma dessas vozes verbais. Ora, deve, naturalmente, revelar-se difícil proporcionar um ensino/aprendizagem a um só tempo pertinente e pouco espinhoso, sobre qualquer tópico, sem procurar – ou poder – lançar mão de teorias linguísticas estruturadas.
Mostrar mais

211 Ler mais

Magnitudes nos livros didáticos do 6º ano do Ensino Fundamental

Magnitudes nos livros didáticos do 6º ano do Ensino Fundamental

Resumo: Neste artigo analisamos o aparecimento das magnitudes em três livros didáticos espanhóis do sexto ano do Ensino Fundamental. A fim de realizar este estudo, revisamos a pesquisa realizada sobre o ensino-aprendizagem da medida no Ensino Fundamental e o uso dos livros didáticos na sala de aula. Posteriormente, foi selecionada uma amostra e foi necessário construir um instrumento que permitisse a análise de cada um deles. Entre os resultados deste estudo estão a apresentação da magnitude da área em todos os livros didáticos, uma predominância do sistema de representação verbal, problemas específicos relacionados à vida diária e a presença de imagens que acompanham algumas das noções.
Mostrar mais

19 Ler mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO UTILIZADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO UTILIZADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ

RESUMO: A Educação Ambiental está cada vez mais em pauta, tanto na mídia, quanto nas instituições de ensino, existindo instrumentos legais que garantem a obrigatoriedade de sua abordagem. Contudo, apesar dos esforços feitos pelos atores sociais para sua efetivação, na prática ainda encontram-se dificuldades para sua implementação, sobretudo nas escolas. Deste modo, o objetivo do presente artigo é verificar como a Educação Ambiental é abordada nos livros didáticos de Geografia do ensino fundamental e médio utilizados pelas escolas públicas do estado do Paraná. Para tanto, foi realizada uma análise crítica de quatro livros didáticos adotados pelas escolas ou indicados no Plano Nacional do Livro Didático do ano de 2012. Tal análise visa contribuir para um trabalho de Educação Ambiental de qualidade e dentro dos parâmetros legais adotados, tanto em âmbito nacional, quanto estadual.
Mostrar mais

13 Ler mais

1968 NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA MEMÓRIA EM AÇÃO

1968 NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA MEMÓRIA EM AÇÃO

Dos livros selecionados, Caminhos do Homem é o mais sintético de todos, praticamente não abordando o tema em questão. Assim, os autores deste livro priorizaram uma análise estrutural, enfatizando os aspectos econômico e social. Nesta obra, a política aparece como elemento secundário, o que faz com que 1968 seja eclipsado diante da “modernização conservadora” implementada pelo regime militar. Desta forma, o AI-5 ocorreu em reação à atuação estudantil, quando haveria uma “contestação generalizada ao regime, através de passeatas, greves, manifestações de intelectuais e do Congresso”. vi Assim, houve uma espécie de “naturalização” da adoção do AI-5, quase não transparecendo no texto as pressões de setores específicos das Forças Armadas, que reivindicavam mecanismos mais “eficazes” para o enfrentamento da “subversão”. vii
Mostrar mais

11 Ler mais

A abordagem do plágio nos livros didáticos do ensino fundamental e na visão de autores

A abordagem do plágio nos livros didáticos do ensino fundamental e na visão de autores

Com a explosão das Tecnologias de Informação e de Comunicação (TICs) em todos os contextos da vida humana, inclusive na educação, crescem também o número de problemas relacionados à cópia e ao plágio desde a mais tenra idade. Pesquisas internacionais Ukpebor (2013), Callender et al. (2010); Yanga, Shaw, Garduno e Olson, (2014), Einesmann (2015); Olson e Shaw (2011); Chang et al. (2015); Olson e Shaw (2011); Ma, Yong e Lu (2007); Callender et al. (2010); Ma Lu, Turner, Wan (2007) e nacionais Bonette e Vosgerau (2010); Bernardes e Fernandes (2002); Sauthier et al. (2011) e Rocha (2013) apontam o crescente problema do plágio e da cópia, vinculados diretamente aos avanços tecnológicos oriundos da sociedade em rede, o que os comunicólogos e tecnólogos chamam de ciberplagiarismo. Por meio de análise de conteúdo temático categorial segundo as diretrizes de Bardin (2011), constatamos que 16 livros (português, geografia, ciências e matemática) do 6º ao 9º ano adotados no ensino público fundamental não abordam o plágio como orientação ou cuidados na produção textual por parte dos estudantes, mais precisamente quando essa produção estudantil está relacionada diretamente a atividades didáticas referidas às pesquisas na internet. Apuramos, por meio de entrevistas com cinco autores de livros didáticos no Brasil, que alguns autores deslocam para os professores a responsabilização pela mediação das orientações sobre os riscos de plágio e de cópia oriundos da internet, e justificam que atividades procedimentais e atitudinais, presentes nos livros, estimulam a autoria o suficiente. Mesmo com este incentivo há uma lacuna no tratamento dado ao plágio e hipotetizamos que a inexistência de uma cultura de formação ética sobre a temática no ensino continuado, reflete na cultura da cópia e do plágio em todos os estágios do conhecimento. Constatamos que o plágio não figurou como elemento necessário no livro didático e inferimos que os autores não se ocupam da temática também por não ser exigência do PNLD. Partindo dos resultados encontrados nesta pesquisa, tanto nos livros didáticos quanto nas entrevistas com autores, agasalhamos a ideia de que a pesquisa na internet não pode ser desidratada da questão ética e que livros didáticos, autores, professores e gestores devem trabalhar juntos a dimensão ético-pedagógica que antecede a punição e pode potencialmente evitá-la.
Mostrar mais

122 Ler mais

A presença dos mitos nos livros didáticos do ensino fundamental

A presença dos mitos nos livros didáticos do ensino fundamental

Esta parte da dissertação está subdividida em quatro seções. Abordaremos, inicialmente, a relação LD/PNLD/PCN. Na segunda seção, sobre a interrelação entre o LD e os gêneros textuais. Na sequência, discutiremos sobre os discursos de historiadores e folcloristas a respeito da concepção de folclore e cultura popular. Em seguida, retomamos algumas categorias de Fairclouch que nos permitem, de antemão, olhar para a presença do gênero mito no LD como um jogo de forças, demarcado por uma posição de saber institucionalizada pela "escola" (ou pelo campo de estudos da linguagem). A partir de Fairclouch, vemos como, na análise de nossos mitos selecionados, o discurso das "instâncias" de poder dos PCN e do PNLD na relação com o LD conduz ou orienta adequadamente o trabalho de leitura ou de escrita com o gênero em questão, considerando que os mitos fazem parte do LD, mas parecem não participar, efetivamente, do processo de ensino da língua oral ou escrita. Na quarta parte, trazemos à baila o discurso de historiadores e folcloristas para entender a característica da oralidade constitutiva do mito e de certos gêneros textuais.
Mostrar mais

73 Ler mais

O  da competência fraseológica nos livros didáticos de português do ensino fundamental II

O da competência fraseológica nos livros didáticos de português do ensino fundamental II

Outro aspecto observado nas aulas é o modo particular e idiossincrático de outras expressões verbalizadas pelos estudantes. São expressões com sentido completo e que relatam situações específicas da rotina, ambientes e diversos contextos sociais. Há exemplos que não são encontrados em dicionários brasileiros de expressões idiomáticas, nem em dicionários tradicionais, muito menos nos livros ou demais registros oficiais. Acreditamos que algumas dessas expressões sejam usadas em outras comunidades da periferia da capital cearense e também em outras periferias das capitais brasileiras, nesse sentido, precisaríamos de investigação linguística para comprovar isso. No entanto, mesmo sem estudo prévio, acreditamos que essas expressões podem representar para os discentes, conforme a linguista Irandé Antunes, “as marcas das visões de mundo que os falantes alimentam, ou os traços que indicam seus ângulos de percepção das coisas.” (ANTUNES, 2007, p. 42).
Mostrar mais

144 Ler mais

O DESVELAR DA ÁFRICA EM CRIAÇÕES ARTÍSTICAS EM LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

O DESVELAR DA ÁFRICA EM CRIAÇÕES ARTÍSTICAS EM LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

Assim, o retorno aos livros didáticos com a intenção de compreender melhor as 546 expressões em análise, foi necessário diversas vezes, sobretudo ao considerarmos que “mostrar-se e esconder-se sob diferentes ângulos de visão é uma característica do fenômeno [...]”, como afirmam Bicudo, Baumann e Mocrosky (2011 p. 2). Incluímos no estudo observações pessoais advindas das leituras e das análises, numa dimensão subjetiva de interpretação que também caracteriza a pesquisa fenomenológica.

10 Ler mais

Estratégias de contextualização nos livros didáticos de matemática dos ciclos iniciais do ensino fundamental

Estratégias de contextualização nos livros didáticos de matemática dos ciclos iniciais do ensino fundamental

No entanto, é na relação com os critérios classificatórios que se explicitam as concepções de Matemática e Ensino de Matemática e os modos como se pretende que essas concepções se reflitam nas abordagens propostas pelos livros didáticos. Esses critérios destacam que as coleções dos livros didáticos devem apresentar conteúdos adequados para a sociedade atual e que se inter-relacionam, “tendo em vista uma aprendizagem significativa, [...] visando, por um lado, à aprendizagem futura e, por outro, ao desenvolvimento da capacidade de raciocinar, de fazer abstrações a partir de situações concretas, de globalizar, organizar e representar” (Brasil, 2003, p.39), levando em conta a bagagem de experiências e interesses dos alunos. Além disso, as atividades devem possuir objetivos claros que possibilitem desenvolver no aluno “habilidades mentais” (Brasil, 2003, p.40), construindo conceitos e evoluindo gradativamente sua “linguagem matemática” (Brasil, 2003, p.40).
Mostrar mais

139 Ler mais

MITOS SOBRE A ORIGEM DO SER HUMANO EM LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA: A ESCOLA E A TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO

MITOS SOBRE A ORIGEM DO SER HUMANO EM LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA: A ESCOLA E A TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO

A grande maioria dos trabalhos se refere ao ensino de Biologia e, portanto, consideram alunos e professores do Ensino Médio. Dos quinze trabalhos, onze se relacionam ao Ensino Médio na disciplina de Biologia (Textos 3, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 14, 15). Apenas um tem como foco o Ensino Fundamental (Texto 2) e um trata do ensino da Evolução em geral (Texto 4). Dos trabalhos selecionados apenas quatro também utilizam livros didáticos como material empírico (Textos 2, 3, 9 e 13). Como antes referido, foram encontrados poucos trabalhos que tratam da temática desta Dissertação, na perspectiva do ensino de História. Apenas dois trabalhos contemplam esta especificidade: o artigo de João de Araújo Pereira Neto (Texto 2) e a Dissertação de Marta Regina Heinzelmann (Texto 9). No artigo, o autor buscou compreender como as explicações de Darwin, para o surgimento do ser humano, estavam sendo apropriadas e quais suas inserções na produção didática, identificando as atualizações e continuidades nos manuais escolares. Para tanto, utilizou livros didáticos do Ensino Fundamental, concluindo que, nos livros examinados, o Evolucionismo e Darwin são apresentados de forma secundária e caracterizados pelo conservadorismo e formalidade, sem aprofundamento teórico. Assim, este trabalho era o que mais se aproximava desta pesquisa. A Dissertação de Carina Merheb de Azevedo Souza contemplava a disciplina de História juntamente com as disciplinas de Geografia e Biologia (Texto 11). Assim, difere da pesquisa apresentada nesta Dissertação, que contempla apenas o componente curricular de História no Ensino Fundamental. 1
Mostrar mais

117 Ler mais

Show all 10000 documents...