Livros - Forma

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O conhecimento de licenciados em química para ensinar a ler de forma compreensiva os textos complementares dos livros de química

O conhecimento de licenciados em química para ensinar a ler de forma compreensiva os textos complementares dos livros de química

Enquanto competência básica do currículo escolar, a competência comunicativa deve ser trabalhada em todas as disciplinas e áreas de conhecimentos. Em se tratando da Didática das Ciências Naturais não é diferente. Aprender Química, por exemplo, implica o desenvolvimento de habilidades para ler, falar e escrever usando a linguagem científica e os padrões específicos da comunicação nessa área. Dessa forma, os estudantes devem aprender a ler e compreender textos dos livros didáticos de Química para aprender e se desenvolver como cidadãos na sociedade do século XXI, o que requer o domínio do conhecimento profissional do professor de Química. Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de identificar e caracterizar conhecimentos profissionais de licenciandos em Química da UFRN, para ensinar a habilidade de ler, de forma compreensiva, textos dos livros didáticos dessa disciplina. O estudo de natureza exploratória usou, como técnica de coleta de dados, o questionário. As respostas foram tratadas segundo a Análise de Conteúdo e estatística descritiva. Os resultados fundamentais apontam fragilidades teóricas e procedimentais dos licenciandos para ensinar e ajudar os estudantes do Ensino Médio a ler de forma compreensiva os textos dos livros didáticos de Química. Essa situação chama a atenção para um novo conhecimento do ensino de Química como profissão. Com base nesses resultados, é proposto um conjunto de orientações, fundamentadas na teoria de Assimilação por Etapas das Ações mentais e dos conceitos de P.Ya Galperin, capazes de ajudar os professores de Química nessa nova função.
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Os Livros de Horas do século XV nas colecções portuguesas: matéria, forma e significado

Os Livros de Horas do século XV nas colecções portuguesas: matéria, forma e significado

Metade dos livros deste grupo apresentam a cobertura decorada a seco pela aplicação de ferros directamente sobre a cobertura, a qual recebe o nome de gofrado. 83 Este tipo de decoração foi amplamente utilizada durante o século XV, por toda a Europa. (Gillespie, 2011; Szirmai, 1999; Goldshmidt, 1929; Foot, 1983; Foot, 1986:7) para dar resposta à evolução estética e gostos que se fez sentir na segunda metade do século XV, podendo ser obtida a impressão com ferros, utilizados isoladamente ou compostos, e por fim, a partir da segunda metade do século XVI, com placas de gravação, as quais, numa única operação, decoravam uma grande área (Szirmai, 1999; Pickwoad, 2017a; Ligatus, 2018; Gillespie, 2011; Marks, 1998:54,69,70; Goldschmidt, 1928:63). Estas gravações podiam ser realizadas com pressão ou por aquecimento dos ferros, tendo sido esta última preferencialmente utilizada por se obter resultados de forma mais eficaz (Szirmai, 1999) e a que, muito provavelmente, foi utilizada nos livros analisados. Nos casos de estudo com encadernações atribuídas ao final do século XV e XVI (Tabela 21), a decoração é feita com técnica de gofrado, como no caso do COD.CXXIV/2-15, IL 36 e IL 165. No primeiro caso (Figura 9), o esquema decorativo apresenta um filete triplo em torno das margens das pastas, um filete quíntuplo, por vezes sêxtuplo, que forma uma segunda moldura e novamente um filete triplo que forma uma terceira e última moldura ao meio das pastas, a qual é dividida em três espaços decorados. Entre as molduras, a decoração é feita recorrendo a motivos vegetalistas e florais, como flores-de-lis, e animais não identificados, pela aplicação de ferros individuais. Esta encadernação tem a particularidade de apresentar um nome impresso, ‘Godefroy’, feito por um único ferro, o qual, provavelmente, corresponde ao nome do livreiro ou nome do encadernador. Existem diferentes registos de encadernações com as técnicas decorativas descritas na presente encadernação associadas ao onhecido encadernador, Garrett Godfrey, que viveu entre o final do século XV e início do século XVI (Gray, 1904: 28, 29; 37 e 38). Este aspecto é particularmente interessante pois, segundo diferentes autores, nesta época, na Europa, as encadernações raramente foram assinadas pelos seus encadernadores e estes trabalharam, regra geral, anonimamente até ao século XVI (Hindman e Bergeron-Foote, 2013:6; Haebler, 1897), altura em que, de acordo com diferentes
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Os anos de formação de Antonio Candido: livros como forma de vida

Os anos de formação de Antonio Candido: livros como forma de vida

Num artigo de 1989, “O recado dos livros”, Candido conta a história da formação dessa biblioteca, mais ou menos assim: os primeiros livros adquiridos pelo ginasiano Aristides iam pelo culto à ciência (Max Nordau, Luis Büchner, Herbert Spencer, em tradução portuguesa), pela história (a obra completa de Oliveira Martins, muito utilizada por Candido depois), por Eça de Queirós (“assinalado com lápis anticlerical”, mas anos depois deixado para lá em prol de Dostoievski; Candido, ao contrário do pai, foi permanente leitor admirado do escritor português), por Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e pel’Os sertões. Este último teria apresentado a Aristides um modo de abordar os “problemas do país” (CANDIDO, 2004a, p. 237-8). Alberto de Oliveira reapareceria de quando em vez na trajetória do crítico, especialmente em Na sala de aula, numa inventiva leitura do hermetismo do poema “Fantástica”: “Erguido em negro mármor luzidio/ Portas fechadas, num mistério enorme,/ Numa terra de reis, mudo e sombrio,/ Sono de lendas um palácio dorme”. Para Candido, o poema de Oliveira produziria – é preciso prestar atenção nesse verbo: produzir – “um objeto plasticamente belo, autônomo, existindo num espaço regido por leis sem medida comum com as que regem o mundo dos homens” (1985, p. 67).
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O conhecimento de licenciados em química para ensinar a ler de forma compreensiva os textos complementares dos livros de química

O conhecimento de licenciados em química para ensinar a ler de forma compreensiva os textos complementares dos livros de química

O professor entrega a cada estudante as respostas deles no diagnóstico inicial, em que estão os sentidos dos estudantes atribuído ao que é ler de forma compreensiva (modelo do objeto) e como se faz essa leitura (modelo da ação) e desenvolve na atividade de ressignificação dos sentidos, tomando, como referência, os significados expressos na B.O.A III. É um trabalho de construção conjunta. Não se trata de disponibilizar os modelos prontos, mas sim construí- los a partir dos conhecimentos prévios dos estudantes.

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Cartilhas, pré-livros, livros de alfabetização, livros para o ensino inicial da leitura e da escrita: guardá-los e estudá-los, para quê?

Cartilhas, pré-livros, livros de alfabetização, livros para o ensino inicial da leitura e da escrita: guardá-los e estudá-los, para quê?

As pesquisas com as cartilhas e pré-livros "gaúchos" incidem especialmente sobre a produção (autorias, editoras, projetos pedagógicos, projetos gráficos, vinculação com programas oficiais do estado e do país, etc.), a circulação e os usos (identificados principalmente em cadernos de alunos e de professoras, além de entrevistas). As principais contribuições desses estudos foram identificar e inventariar essa produção didática; biografar a vida das professoras-autoras, antes silenciadas na história da educação gaúcha; demonstrar o processo de profissionalização dessas autoras; identificar profissionais envolvidos na produção do livro, como autores, editores e assessores, diagramadores, designers, ilustradores, arte-finalistas, revisores, impressores e técnicos gráficos; evidenciar relações políticas e pedagógicas; revelar a circulação das ideias sobre o ensino da leitura e da escrita no Rio Grande do Sul, inclusive na sua relação com outros estados brasileiros (especialmente Minas Gerais) e com outros países (Uruguai e Estados Unidos, por exemplo); identificar os métodos e paradigmas de alfabetização em evidência em diferentes momentos da história da educação gaúcha; analisar o papel das editoras locais no incremento da produção didática; estabelecer as relações entre os setores privado e público; indicar as relações entre as autoras e as editoras com programas locais e nacionais de livros didáticos e com órgãos públicos; explicitar disputas ideológicas em torno da alfabetização e da escolarização das crianças; apresentar projetos de formação do cidadão brasileiro e gaúcho, etc. De alguma forma, esses aspectos indicam respostas à questão colocada no título deste artigo.
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Livros para o programador

Livros para o programador

Você pode (e deve) compilar seu arquivo java sem que você ainda tenha terminado sua classe Funcionario . Isso evitará que você receba dezenas de erros de compilação de uma vez só. Crie a classe Funcionario , coloque seus atributos e, antes de colocar qualquer método, compile o arquivo java. O ar- quivo Funcionario.class será gerado, mas não podemos “executá-lo” já que essa classe não tem um main . De qualquer forma, a vantagem é que assim veri�camos que nossa classe Funcionario já está tomando forma e está escrita em sintaxe correta.

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OS LIVROS E SEUS FORMATOS

OS LIVROS E SEUS FORMATOS

A trajetória histórica percorrida na produção intelectual, ou seja, o registro nos livros, e por fim o armazenamento destes em locais que pudessem conservá-los para perpetuar a memória, como as bibliotecas, mostram a sua importância no mundo e dentro da educação. A transformação dos livros impressos em eletrônicos, é algo esperado, pois o livro já foi apresentado em diversos formatos, e o eletrônico complementa a forma impressa. Do mesmo jeito é a realidade das bibliotecas tradicionais com as bibliotecas digitais, virtuais, ou eletrônicas, segundo as definições apresentadas pelos autores. Vivemos constantemente com a tecnologia para nos auxiliar nas tarefas diárias, seja no trabalho em casa, pois o computador é uma ferramenta essencial nestas tarefas e com o surgimento e a
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Para ler... livros

Para ler... livros

ção que se repete cada vez que o leitor a acessa, que oferece mais velocidade que reflexão, mais brevidade que com- plexidade, diluindo a opinião bem in- formada numa massa de dados muitas vezes inúteis. E sobre os livros escreve, em magnífica passagem de outra obra: “Minhas mãos, escolhendo um livro que quero levar para a cama ou para a mesa de leitura, para o trem ou para dar de presente, examinam tanto a for- ma como o conteúdo. Dependendo da ocasião e do lugar que escolhi para ler, prefiro algo pequeno e cômodo, ou am- plo e substancial. Os livros declaram-se por meio de seus títulos, seus autores, seus lugares num catálogo ou numa estante, pelas ilustrações de suas capas; declaram-se também pelo tamanho. Em diferentes momentos e em diferentes lu- gares, acontece de eu esperar que certos livros tenham determinada aparência e, como ocorre com todas as formas, esses traços cambiantes fixam uma qualidade precisa para a definição do livro. Julgo um livro por sua capa; julgo um livro por sua forma” (Uma História da Leitura, Companhia das Letras, 1997, pág. 149).
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UMA ADEGA DE LIVROS

UMA ADEGA DE LIVROS

Além disso, desconstroem-se, nas falas dos entrevistados, clichês como o da supremacia dos suportes digitais quanto à sua durabilidade e à sua capacidade de armazenamento. Como nos mostram Eco e Carrière, cassetes, disquetes de diversos tamanhos, CDs e DVDs já se sucederam de forma ininterrupta como pretensas tecnologias revolucionárias que poriam • m ao invento de Gutenberg, mas sempre caindo na obsolescência após alguns anos. O livro em papel, todavia, continua como suporte • exível e democrático, podendo ser utilizado a qualquer hora e em qualquer lugar, a despeito da evolução tecnológica ou da disponibilidade de uma tomada.
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Análise de Ciclo de Vida comparação entre livros impressos e livros digitais

Análise de Ciclo de Vida comparação entre livros impressos e livros digitais

O primeiro livro impresso surge em 1455 pela mão de Johannes Gutenberg, e marca o início de uma revolução cultural, pela possibilidade da reprodução de informação de forma mais rápida do que até então. Dá-se assim um aumento da quantidade de obras publicadas e das respectivas tiragens, potenciando a criação de uma rede de distribuição e comercialização. Em finais do século XV existe já por toda a Europa uma rede organizada de comércio do livro, constituída por livreiros retalhistas e agentes itinerantes/vendedores ambulantes. Durante os séculos seguintes assiste-se a uma expansão e massificação do mercado a nível global, de tal modo que o livro passa a ser um objecto banal, presente no quotidiano da sociedade.
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Palavras chave: Livros digitais – Competência em informação; Livros digitais -

Palavras chave: Livros digitais – Competência em informação; Livros digitais -

Segundo Rao (2005), o advento do livro digital foi proporcionalmente tão impactante quanto o desenvolvimento da prensa de tipos móveis de Gutenberg. Os livros digitais expandidos (enhanced e-books) são obras que ampliaram as possibilidades de navegação existentes na forma impressa (sumário, notas de rodapé, bibliografias, figuras, gráficos, tabelas, apêndices etc.), superando as restrições físicas impostas pelo papel. O livro em seu formato digital permite explorar as possibilidades de navegação dentro do texto, criando uma plataforma com múltiplas camadas, ampliando o conteúdo e subvertendo a ordem da leitura, uma vez que os hiperlinks estão à distância de um clique ou toque em tela, levando o leitor a outro ponto. Os livros digitais expandidos, também denominados multimedia e-book, permitem a inclusão de recursos multimídia, com imagens em movimento, sons e outros recursos – muitos deles interativos - ilustrando e complementando o texto existente (Miller, 2012).
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DESENVOLVIMENTO DE MÉTRICAS PARA O QUALIS DE PRODUÇÃO TÉCNICA DE LIVROS E CAPÍTULOS DE LIVROS.

DESENVOLVIMENTO DE MÉTRICAS PARA O QUALIS DE PRODUÇÃO TÉCNICA DE LIVROS E CAPÍTULOS DE LIVROS.

Todos sabem que em várias áreas de conhecimento os livros e seus capítulos constituem referências para a construção de cam- pos de conhecimento, definindo estilos e escolas de pensamento. Sendo assim, avaliar a produção na forma de livros e capítulos trata-se de exercício peculiar uma vez que não existem exemplos de países que os classifiquem. A sua avaliação comporta singu- laridades face aos periódicos. Nestes, a qualidade da produção pode ser inferida, a priori, a partir de indicadores de circulação e impacto consolidados em bases e indexadores reconhecidos. No caso dos livros e capítulos, esses princípios estão ausentes. Como se sabe o “Institute Scientific Information” – ISI – o qual foi introduzido por Eugene Garfield 2 , em 1960, registra citação
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Livros do desassossego - no plural

Livros do desassossego - no plural

Embora trocada durante a adolescência pela sua língua de adopção, a in- glesa, a língua portuguesa foi aquela em que mais fundo se disse. Quando, no regresso de dez anos na África do Sul, em 1905, decidiu que a sua pátria era a língua portuguesa — como é conhecido ter declarado — a esta sua língua co- meçou a dedicar-se, em verso e em prosa. Sendo sobretudo conhecido como poeta, muitos esquecem, ou mesmo desconhecem, que sempre foi um prosa- dor aplicado. Até em língua inglesa: ainda em Durban, escreveu vários contos e alguns escritos ensaísticos em inglês. De volta a Lisboa, começou a con- sagrar-se, a partir de 1908, a vários escritos em prosa, em língua portuguesa. O Livro do Desassossego, iniciado por volta de 1912, foi a primeira obra em que a sua expressão em português adquiriu plena forma. Podemos dizer que foi o livro da sua vida, que ele foi segregando de si, desde os primeiros tempos de poeta em português até morrer. Acompanha e regista o seu evoluir, desde o poeta paúlico-interseccionista, da «escola» que, com Sá-Carneiro, se empe- nhou em lançar, e tem em Orpheu a sua plena expressão, até ao derradeiro Ál- varo de Campos, com suas ousadias de atitude e linguagem, que tanto se pa- recem com as de Bernardo Soares. Da mesma forma, os autores do Livro(s) passam da paúlica espiritualização da matéria, de Guedes, à somatização e até visceralização da alma de Soares.
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Descolonizar os livros didáticos: raça, gênero e colonialidade nos livros de educação do campo.

Descolonizar os livros didáticos: raça, gênero e colonialidade nos livros de educação do campo.

No mesmo sentido, reiterando os discursos sobre a nação da democracia racial, vemos os textos e as imagens do título “Uma deliciosa mistura de sabores” em um livro de ciências (Bonjorno et al., 2012, p. 139, 4º ano) e de “Delícias de cada região” em um livro de língua portuguesa (Carpaneda et al, 2012, p. 79, 4º ano). Os dois textos falam da mistura de povos (indígenas, portugueses e “outros povos”) que teriam formado a “cultura brasileira”, e dessa “mistura” formou-se uma “culinária rica”, com “delícias” e muitos “sabores”. Ou, como sugere o título da primeira imagem e texto, trata-se de “uma deliciosa mistura de sabores”; uma celebração da mestiçagem por uma clara alusão aos discursos da nação como uma “deliciosa mistura de raças”. A imagem estereotipada do indígena e do português sorrindo um para o outro também airma a retórica da nação como harmoniosa mistura de povos/raças. As misturas de ingredientes e sabores é um paralelo com os discursos da nação miscigenada, da mistura interracial que teria harmonizado as diferenças e suavizado os conlitos – decorrentes da invasão, da pirataria, da escravização e das diversas formas de exploração colonial. Nesse discurso se faz presente a ideia de que a “mistura” (de “portugueses e muitos outros povos”, assim como de alimentos e diversas tradições culturais) forma “delícias”, uma “culinária rica”. Os sabores deliciosos formados pela mistura de povos reiteram a imagem da nação miscigenada, na qual os conlitos e as hierarquias raciais são diluídos por essa “mistura”, airmando uma ordem social harmoniosa e consequentemente não racista ou patriarcal, em uma invisibilização das hierarquias e exclusões.
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MULHERES E LIVROS: INTERTEXTOS ENTRE AS MÚSICAS “CHÃO DE ESTRELAS”, “A DEUSA DA MINHA RUA” E “LIVROS”

MULHERES E LIVROS: INTERTEXTOS ENTRE AS MÚSICAS “CHÃO DE ESTRELAS”, “A DEUSA DA MINHA RUA” E “LIVROS”

Todo texto é uma construção que remete a outros textos por meio de retomadas, empréstimos e trocas, estabelecendo um diálogo perene entre si e isso pode ser observado na prosa, na poesia, no teatro, na música e, de modo geral, em toda e qualquer criação textual. Dessa forma, nosso objetivo é analisar as relações intertextuais que ocorrem entre as canções Livros, Chão de estrelas e A deusa da minha rua. Como suporte teórico, utilizamos os estudos de Julia Kristeva (2005), Ingedore Kock et al. (2007), Leyla Perrone Moisés (1978), Wender Marcell Leite Souza (2012). Nas canções mencionadas, dois elementos se destacam, mulher e livro, assinalando dois universos marcados pelo enigma, pelo mistério que permeia suas existências e instiga a busca de possíveis interpretações para compreender seus múltiplos significados.
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Ensinar literatura sem livros?

Ensinar literatura sem livros?

Quando se fala do ensino da literatura sem livro é o mesmo que afirmar que as comunidades, desde as tradicionais/antigas até às modernas/atuais, sempre usaram a estratégia de tradição oral para transmitir a educação e os valores socioculturais dos adultos aos mais novos, num percurso que atravessa gerações. A estratégia do uso da tradição oral na educação entre comunidades é geralmente feita em contextos semi-informais, visto que ela se pratica nas horas à volta da fogueira, depois do fecho do dia laboral. Mas não termina por aí. Ao longo do dia, do trabalho, em conversas e outros fóruns, há lugar para, de forma circunstancial, enquadrarem-se formas folclóricas para aconselhar, educar, sentenciar, criticar e acautelar uns e outros num ambiente sereno e amigável. Não se elege ninguém para o efeito, mas a prioridade cabe geralmente aos mais velhos, no início, e depois a indicação de outros que possam seguir a roda. Importa ainda salientar que o uso da memória conta muito, porque nada se lê em papel; aliás, a oratura funciona na base das lembranças do que vai se contar, assim que chegar a vez de cada um.
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A Morfologia dos Livros

A Morfologia dos Livros

27Pergunto, quantos alunos do secundário têm ainda capacidade de entender Gil Vicente no original?... ou entender o Galaico-Português do início da fundação de Portugal? Quantos conseguem ainda ler hoje os romanceiros de D. Dinis? Ler, não é apenas entender a forma, é perceber de que estão os autores a falar...Bocage pode ter "piada" lido literalmente, mas torna-se imperceptível para quem não o integre no respectivo contexto histórico, e não foi assim há tanto tempo!

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Livres como livros

Livres como livros

pulsa ao ritmo das conversas que o falar em silêncio deixa adivinhar, porque os livros assumem, de forma solidária, os seus lugares, lado a lado, nas prateleiras a perder de vista, como o saber infinito que contêm. Ainda na mesma obra, Cruz Malpique, dissertando sobre as aptidões que o bibliotecário deve possuir, vai dizendo: «Juizinho, juizinho pois, Senhor Bibliotecário! Não arme em presumido; estude, estude sempre que, no fim e ao cabo, ainda terá que reconhecer, melancolicamente, que pouco sabe para o integral desempenho das suas funções públicas – as de servir a cultura com muita ciência e outra tanta consciência, e ainda com muito amor (não se envergonhe dessa palavra!)» 8 .
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E-BOOKS, LIVROS DIGITAIS OU LIVROS ELETRÔNICOS? :: Brapci ::

E-BOOKS, LIVROS DIGITAIS OU LIVROS ELETRÔNICOS? :: Brapci ::

As definições de LDE são diversas, desde as mais simples (livros digitalizados e oferecidos em formato HTML ou PDF) até menções aos enhanced e-books, com conteúdo multimídia e interação com o leitor (ARMSTRONG, 2008; PINHEIRO, 2011). Para Cunha e Robalinho (2008), é o livro “que foi convertido ao formato digital, ou originalmente produzido nesse formato, para ser lido em computador ou dispositivo especial destinado a esse fim”. Armstrong (2008) comenta que o LDE não poderia ser definido pela forma física padrão, definida por interesses comerciais; o físico deve ser subordinado ao “mental”. Para
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NOTAS DE LIVROS

NOTAS DE LIVROS

Em menores proporções, também nos países ocidentais se opera a aproximação do planismo econômico e do orçamento financeiro. (90). O orçamento nacional, elaborado anual ou semestramente nos países anglo-saxões, é o quadro econômico do orçamento fi­ nanceiro (100). A projeção do orçamento no âmbito da economia nacional, muitas vêzes para socorrê-la, vai envolver o problema es- pecialíssimo do equilíbrio orçamentário anual e do orçamento cí­ clico. (114). Neste último caso, como o nome indica, o orçamento refletiria as fases do ciclo econômico, adotando, diz o Prof. J o h n W illiam s, “forma gráfica correspondente ao ciclo econômico, com
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